O Governo de Pedro Passos Coelho injetou mais de mil milhões de euros nos “lixos tóxicos” do BPN em dezembro de 2012, avança o Diário de Notícias.
Um relatório da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) indica
que a Parvalorem e Parpus, as duas sociedades criadas após a
nacionalização do BPN para gerir os seus “ativos tóxicos”, receberam uma
verba de mais de mil milhões de euros do Governo em dezembro de 2012.
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