.

.

.

.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Governo define calendário de transferências para autarquias assegurarem despesas escolares

 O Ministério da Educação anunciou hoje que o Governo definiu um calendário para transferir os meios financeiros necessários às autarquias para assegurar transportes e refeições escolares, o que permitirá assumir estas despesas sem violar a Lei dos Compromissos.
A presidência do Conselho de Ministros e os ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade e da Segurança Social assinaram hoje uma portaria para "estabelecer a calendarização das transferências dos meios financeiros a realizar no domínio da educação pelas três Secretarias de Estado para as autarquias locais para que assim possam ser consideradas como fundos disponíveis", informou o Ministério da Educação em comunicado.
A Lei dos Compromissos do Estado, aprovada em fevereiro pelo Governo, com o voto contra de toda a oposição, impede as entidades públicas, como as autarquias, de assumirem despesas para as quais não tenham receita prevista nos três meses seguintes.
Vários municípios, como Leiria, Viana do Castelo e Mirandela, admitiram entrar em incumprimento da Lei dos Compromissos, para assegurar transportes, refeições escolares, componentes de apoio à família e atividades extracurriculares a milhares de crianças.
Com a portaria assinada hoje, o Ministério da Educação considera, em comunicado, que "serão solucionadas as questões levantadas pela Associação Nacional de Municípios e por algumas autarquias".
A tutela afirma ainda que o calendário vai permitir "tranquilidade e normalidade na concretização das responsabilidades dos municípios no que respeita ao início do ano letivo", uma vez que tem "em conta as autarquias que necessitam, para efeitos de contratações, de considerar os fundos disponíveis".
Segundo o ministério, a transferência de meios financeiros vai possibilitar que os municípios assegurem as refeições escolares (do primeiro ciclo), o transporte escolar, as atividades extracurriculares, o pagamento dos assistentes operacionais do ensino pré-escolar e a componente de apoio à família (referente às refeições e ao prolongamento do horário escolar no ensino pré-escolar).
Após a publicação da portaria, as direções regionais de Educação vão informar os municípios, a seu pedido, sobre as verbas que lhes serão atribuídas no próximo ano letivo.
«Lusa»

REUNIÕES DE ACOMPANHAMENTO DAS QUESTÕES RELATIVAS À SEGURANÇA NO CONCELHO

A Câmara Municipal de Alpiarça tem reunido com regularidade com os responsáveis pelas forças de segurança na região e no concelho, de forma a acompanhar com proximid
ade a evolução que se regista nesta área de intervenção das autoridades públicas.
Nos últimos meses realizaram-se reuniões de rotina com o Comandante de Destacamento de Santarém da GNR e com os comandantes do Posto de Alpiarça (anterior e actual comandantes de Posto), nas quais se procedeu à análise da situação, ao balanço da intervenção e à articulação necessária entre a CMA e a GNR na área territorial do concelho.
Foto: CMA

Trabalhos de implantação da Alpiagra 2012

Fotos: CMA

NOVA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA AVANÇA EM ALPIARÇA


ÁGUAS DO RIBATEJO ESTÁ A INVESTIR 8 MILHÕES DE EUROS NO CONCELHO
As obras da Estação de Tratamento de Águas (ETA) de Alpiarça já se iniciaram e prevê-se que a ETA entre em funcionamento no primeiro trimestre de 2013 em conjunto com o novo reservatório de Alpiarça e os novos sistemas construídos pela ÁGUAS DO RIBATEJO para abastecer Alpiarça, Casalinho, Gouxaria, Frade de Baixo e Frade de Cima.
A ETA de Alpiarça custa cerca de 500 000 euros e está a ser construída pela empresa Oliveiras S.A., junto do novo reservatório, entre as piscinas municipais e a Barragem dos Patudos, em Alpiarça. A obra tem um prazo de execução de 5 meses e a sua construção justifica-se com a necessidade de eliminar alguns metais que aparecem com frequência ( ainda que em quantidades dentro dos valores recomendados), na atual captação, que será eliminada após a entrada em funcionamento dos novos sistemas.
Os investimentos nos Sistemas de Abastecimento de Água que servem o concelho de Alpiarça, cerca de 4 Milhões de Euros, financiados pela União Europeia e pela empresa, visam melhorar a qualidade da água e do abastecimento e garantir reservas que permitam servir toda a freguesia de Alpiarça, mais de 95 % da população, durante 48 horas em caso de avaria nos furos de captação ou nos atuais reservatórios.
Nesta empreitada foram construídas três novas captações: uma em Frade de Cima e duas em Alpiarça; três estações elevatórias em Alpiarça, três novos reservatórios: em Casalinho, Fazendas de Almeirim (abastece Frade de Cima) e Alpiarça. Foi ainda criada uma nova rede de condutas, com cerca de 24 km de extensão, que atravessa os municípios de Alpiarça e Almeirim.

OBRAS DE 4 MILHÕES DE EUROS MELHORAM QUALIDADE AMBIENTAL
Na área do saneamento, em 2013, Alpiarça atinge uma cobertura superior a 90% no tratamento das águas residuais com a realização da ampliação da rede em Casalinho, Gouxaria e Frade de Cima e a ligação à rede, que integra quatro estações elevatórias (duas novas e duas requalificadas) no sistema ligado à nova ETAR de Almeirim/Alpiarça. A estação é um equipamento com lagoas naturais a céu aberto, construída junto à Reserva Natural do Paul da Gouxa. Esta área foi protegida com  um emissário que permite que a descarga final das águas seja feita a 2 km a jusante da ETAR, eliminando desta forma qualquer impacte ambiental.
As obras de saneamento no município de Alpiarça custaram cerca de 4 Milhões de Euros, financiados pela União Europeia e por capitais próprios da empresa resultantes da receita das faturas pagas pelos consumidores.
O impacto destas obras é visível na vala de Alpiarça, Barragem dos Patudos e nas linhas de água que atravessam o concelho de Alpiarça, que disponibiliza vários espaços de lazer interessantes, procurados por muitas famílias devido à melhoria da qualidade ambiental e ao aumento da biodiversidade nos espelhos de água.
As intervenções da ÁGUAS DO RIBATEJO foram elogiadas pela Agência Portuguesa do Ambiente que considerou que as obras realizadas têm contribuído para a melhoria da qualidade das águas no rio Tejo e seus afluentes.

Preços de gasóleo e gasolina devem sofrer reduções na próxima semana

O preço do gasóleo deverá descer um cêntimo na próxima semana e a gasolina deverá sofrer uma redução de meio cêntimo devido à ligeira baixa das cotações nos mercados internacionais, disse hoje fonte do setor.
A mesma fonte referiu que, aliada à valorização do euro, a descida das cotações a nível internacional permitem antecipar uma descida dos valores dos combustíveis a partir da próxima semana.
De acordo com dados da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) relativos a 2.589 postos no continente, o preço médio do gasóleo, segundo dados de quinta-feira, era de 1,501 euros por litro, enquanto a gasolina 95 se fixava em 1,713 euros/litro, o mesmo valor da semana passada.
«Lusa»

Assunção Cristas anuncia pagamento antecipado de ajudas agroambientais de 13,7 ME

O Governo iniciou hoje o pagamento antecipado de ajudas agroambientais aos agricultores, no valor de 13,7 milhões de euros, anunciou a ministra da Agricultura, Assunção Cristas (foto). Asunção Cristas,  afirmou à Lusa que se trata de um "esforço de antecipação" dos apoios destinados ao sector agrícola, no âmbito das medidas agroambientais e de compensação pelas intempéries que o executivo decidiu pagar mais cedo.

Bancos mudam cartões para receberem comissões mais elevadas

 Alguns bancos portugueses estão a distribuir cartões que são um misto entre cartão de débito e crédito para arrecadar comissões superiores. Em determinados casos, como a CGD, a alteração foi feita sem a substituição física dos cartões. Agora, o banco de Portugal pede que se altere o procedimento, avança o Jornal Público.

Esta nova modalidade de cartão permite aos bancos receber comissões mais elevadas sempre que o utilizador paga uma compra ou serviço. A Caixa Geral de Depósitos (CGD) fez a alteração sem substituir os cartões fisicamente , o que não foi aprovado pelo Banco de Portugal.
Nestes cartões de débito diferido, quando se faz uma compra, o valor desta é imediatamente deduzido do saldo à ordem, mas não no saldo contabilístico. Só aos fim de três (CGD e BES) ou cinco dias (Santander) é que o valor dos saldos aparece igual.
O funcionamento de cartões que têm linhas de crédito associadas é bem mais complexo. Quando se faz uma compra, o valor, desde que dentro do plafond contratado, não é retirado imediatamente ou cativo no saldo da conta à ordem. Isto só acontece na data fixada entre o cliente e o banco, tal como acontece atualmente com os cartões de crédito. Caso não haja dinheiro disponível na conta nessa data, isso implicará juros altos para o cliente e comissões igualmente elevadas para os bancos.
Uma vez esgotado o plafond de crédito, o valor das compras é debitado na conta à ordem imediatamente.
Os cartões de débito diferido implicam uma alteração significativa na gestão das contas à ordem, o que tem originado muitas queixas, nomeadamente na CGD, noticia o diário.
No caso da CGD, o Banco de Portugal recomendou a substituição dos cartões dos utilizadores que não aceitem esta modalidade. Já os que aceitarem têm de ter obrigatóriamente uma linha de crédito associada, o que implica assinar um novo contrato, e tem de lhes ser fornecida uma ficha da informação normalizada do produto.
«Lusa»

PATACÃO: a partir do nosso posto de observação localizado nas Portas de Sol, Tejo abaixo, Tejo arriba!



Este cenário (aldeamento dos pescadores) depois de limpo já deu azo a muitas visitas de técnicos, forasteiros e até cessões fotográficas de moda, reportagens de revistas e jornais conceituados, sendo até motivo de capa para alguns deles. Esperemos que a vontade dos carolas e entidades interessadas, não desvaneça do projecto de recuperação do Aldeamento Avieiro do Patacão.
 É de lamentar que depois de tantas horas de trabalho envolvendo homens e máquinas na limpeza da Aldeia Avieira do Patacão que, já estava literalmente dominada por silvedos e figueiras bravas depois dos anos de abandono a que foi votada, o panorama seja neste momento confrangedor, com uma vegetação de novo a querer trepar pelas barracas. Seria importante que alguém pulverizasse por ali uns herbicidas para evitar que todo o trabalho despendido durante muitos meses a custo zero, por meia dúzia de carolas, não fosse em vão. É evidente que para além do trabalho gratuito dos vários voluntários, houve dinheiro investido com máquinas,manobradores e respectivo combustível que era inevitável.
A Câmara que deverá estar naturalmente interessada na limpeza e preservação do Aldeamento Avieiro, certamente que terá um tractor e apetrechos para o fazer com um custo relativamente baixo. Aliás, esse tractor pode ser visto a fazer esse trabalho pela Vila quando é necessário. Por isso, é só uma questão de boa vontade e rumar em direcção ao Patacão.
Se não der para restaurar o aldeamento a curto prazo, pelo menos que se cuide da limpeza do local, até melhores dias.
Este cenário (aldeamento dos pescadores) depois de limpo já deu azo a muitas visitas de técnicos, forasteiros e até cessões fotográficas de moda, reportagens de revistas e jornais conceituados, sendo até motivo de capa para alguns deles.
Esperemos que a vontade dos carolas e entidades interessadas, não desvaneça do projecto de recuperação do Aldeamento Avieiro do Patacão.
Seria uma falha histórica e patrimonial grave, pese embora o momento de grande preocupação que vivemos, devido à crise instalada na parte económica, social e, até de valores que eram o pilar da nossa identidade.
Ficaremos atentos ao evoluir da situação a partir do nosso posto de observação localizado nas Portas de Sol, Tejo abaixo, Tejo arriba!
Cordiais saudações.
De: "Amigos do Tejo"
 Noticia relacionada:
 "A “VIDA É BELA” NO PATACÃO":

ALPIARÇA LIMPA: Mais uma das reivindicações da CDU que está "esquecida"

Já foi uma das muitas reivindicações (esquecidas) de muitos membros da CDU, quando foi oposição nos 12 anos da ex. maioria socialista.Hoje olham para o lado fingindo que não vêem a casinha caiada de barra amarela que alguns tecnocratas tanto defendiam como um Património (hoje degradado) a preservar.
Onde estão esses senhores "democratas"? 
 Noticia relacionada:
  "Alpiarça caiada de branco":
Mais uma das reivindicações da CDU esquecidas

Férias Desportivas verão 2012

praia fluvial dos Olhos d´Água
Barragem dos Patudos
Fotos: CMA

A maçonaria é de certa forma uma estrutura militarizada que por definição instrumentaliza os que ocupam os graus inferiores para beneficio dos que ocupam os graus superiores


Parte da classe política em Portugal é de facto uma grande teia cujas ligações superam divisões partidárias; por detrás da fachada que é a falsa discórdia teatral a que assistimos na assembleia todos os dias, estão plataformas como, mas não só, a maçonaria que permitem coordenação e concertação entre os ricos e poderosos.
 

 Este parágrafo retirado da "casadasaranhas" define perfeitamente a actual maçonaria: " Em conclusão, a maçonaria é um instrumento de corrupção, que dilui a separação de poderes (que já por si é deficiente, ver até virtualmente inexistente), promovendo a promiscuidade entre os ricos e poderosos. A existência de sociedades como a maçonaria explica em grande parte a razão pela promiscuidade entre políticos com visibilidade, sendo que grande parte da classe política em Portugal é de facto uma grande teia cujas ligações superam divisões partidárias; por detrás da fachada que é a falsa discórdia teatral a que assistimos na assembleia todos os dias, estão plataformas como, mas não só, a maçonaria que permitem coordenação e concertação entre os ricos e poderosos. É igualmente uma pirâmide de controle por ser uma sociedade esotérica (ou seja, é uma organização altamente hierarquizada, onde a progressão se efetua por graus [ou degraus] supostamente pré-definidos). Podemos dizer que a maçonaria é de certa forma uma estrutura militarizada que por definição instrumentaliza os que ocupam os graus inferiores para beneficio dos que ocupam os graus superiores, em detrimento dos ‘profanos’, os ‘goyim’ (gado), ou seja, nós, 99.9% da população.
De um comentarista 
 Noticia relacionada:

"Rosa do Céu: Maçónico e membro do Grande Oriente L...": 

A maçonaria, o cristianismo e o comunismo

Os maçons aparecem sempre com os seus ornamentos ridículos e criam a ideia no povo, que é gente inofensiva que pertence a um clube de chá filantrópico. Não é bem assim!



A maçonaria, o cristianismo e o comunismo têm em comum terem nascido revolucionárias e serem movimentos virados para o bem estar da humanidade.
Em teoria, e no pensamento dos seus criadores assim era.
O problema é que todas elas foram assaltadas por gente que em vez de servir, se serve dessas estruturas para atingir objectivos pessoais.
Hoje, onde há negociatas e compadrios de índole duvidosa dificilmente está ausente um maçon.
Sabido que essa seita domina a justiça não é de estranhar que os "irmãos" juízes absolvam ou deixem prescrever casos em que os réus pertencem à irmandade.
Um dos casos mais mediáticos foi o do Isaltino, mas até a nível local houve um caso que levantou muitas suspeitas pelo desfecho final.

O cidadão comum não se apercebe das implicações que esta seita tem na sociedade.
Quando supostamente é levantado o véu sobre esta organização, só aparecem as coisas boas e tudo "vendido" com um ar cândido.
O "irmão" Pinto Balsemão, com assento permanente nas reuniões anuais dos senhores do mundo (Bilderberg) encarrega-se de por a sua SIC ao serviço da causa.
Os maçons aparecem sempre com os seus ornamentos ridículos e criam a ideia no povo, que é gente inofensiva que pertence a um clube de chá filantrópico.
Não é bem assim! Procurem informação.
 De um comentarista
 Noticia relacionada:
"Rosa do Céu: Maçónico e membro do Grande Oriente L...": 

Alpiarça caiada de branco


 Para incentivar a criação de muros e as habitações confinantes com a via pública a Câmara deveria promover uma “Campanha de Cal” fornecendo a cal necessária com um máximo de quilos por edifício e/ou muros.
Talvez assim contribuísse para o embelezamento das velhas habitações que destoam nas várias ruas por não serem caiadas há muitos anos

Rosa do Céu: Maçónico e membro do Grande Oriente Lusitano (GOL)


O nome de um senhor bem conhecido em Alpiarça:
Humanitas: Joaquim Luís Rosa do Céu
 
Joaquim Luis Rosa do Céu,
ex-presidente da Câmara de Alpiarça
e membro o Grande Oriente Lusitano (GOL)
 
 Uma extensa lista de membros do Grande Oriente Lusitano (GOL), a maior e mais antiga orientação maçónica em Portugal, com mais de 1400 nomes organizados por ordem alfabética, está disponível para consulta na internet há quatro semanas.

Publicada no site Casa das Aranhas, um blogue de cunho islâmico sobre política e actualidade, como comentário a um texto sobre a maçonaria em Portugal, a lista mantém-se online desde o dia 1 de agosto.
A lista, que só vai até à letra "M", revela a relação entre os maçons e as lojas específicas a que pertencem dentro da estrutura. O antigo grão-mestre António Reis, citado pela revista Sábado (que divulgou hoje a existência dessa lista), manifestou já uma grande preocupação com a fuga de informação e levanta a hipótese de alguém ter invadido o sistema informático do GOL. 
Pode ver a lista dos membros em:

NI: O Humanitas: Joaquim Luís Rosa do Céu está quase no final da respectiva lista -

Para uma melhor consulta leia por ordem alfabética

 Fontes: “Jornal Expresso” e “Casa das Aranhas”



quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A “VIDA É BELA” NO PATACÃO


Onde nem o “mestre carpinteiro” consegue evitar que as tábuas das barracas deixem de cair aos poucos

Época Balnear das Piscinas Municipais de Alpiarça


Atendendo às condições climatéricas favoráveis a Câmara de Alpiarça decidiu prolongar até ao próximo dia 9 de Setembro, a Época Balnear das Piscinas Municipais de Alpiarça.


De recordar que as mesmas se encontram abertas de terça a domingo das 10h às 19h, com encerramento à segunda-feira.


Foto: CMA

Câmara deve convidar e sensibilizar as crianças para assistirem ao corte de eucaliptos e e mostrar-lhes o desleixo do actual local onde os mesmos foram cortados


"A Câmara que sensibilize as crianças para o dia da árvore completando a formação no amor pela natureza e na prevenção de incêndios levando-as agora junto às piscinas e mostrando-lhes o que por ali existe"

Gostei de saber o que a Câmara fez para mostrar às crianças o amor pela Natureza e sensibilizá-las para a prevenção de incêndios. Espero que tenham completado essa sensibilização e aprendizagem cerca de 3 meses depois e que para isso tenham levado as crianças a assistir ao corte dos eucaliptos junto às piscinas. Para a formação na área de prevenção de incêndios ficar completa espero que as tenham levado recentemente a ver como está o local do corte.
 De um comentarista

 Noticia relacionada:
"A comemoração do dia da Árvore e esta denuncia des...": 

Homenagem a António Malaquias Abalada



Está a decorrer nas redes sociais um “apelo” de amizades para uma homenagem a António Malaquias Abalada ( foto)
 Nas mesmas pode-se ler um pouco da biografia abaixo publicada de “Malaquias Abalada”

"Desde muito novo comecei a trabalhar no campo, a minha família era muito pobre vivia-se abaixo da miséria, no geral todo o povo da minha terra Alpiarça vivia assim.
Quando comecei a entender onde e como vivia dei por mim que nas circunstancias da vida, já me tinham tirado o meu Pai que nunca cheguei a conhecer.
Comecei a perceber que o meu Pai tinha morrido em África, mais concreto em Angola, Malanje.
Porque morreu o meu pai tão longe?
Foi deportado, em 1928 por ter participado numa greve de trabalhadores do campo assalariados. Essa luta por melhores condições de vida e trabalho deu na sua morte, eu nunca perdoei ao regime de então que se transformou no regime de Salazar fascista que durou 48 anos de ditadura até ao 25 de Abril de 1974.

Continuando, a pensar como foi a minha vida, foi igual a alguns e diferente de muitos outros meus camaradas, de infância juventude e de toda a minha vida.

Quando jovem, comecei a entender melhor sobre as relações de trabalho e a exploração que éramos sujeitos.
Mais velho depois de ter saído da tropa, ainda melhor se compreendia as coisas, Trabalhava-mos com um regime de grande exploração, e eu cada vez entendia melhor porquê a deportação do meu Pai, por isso a consequência da sua morte.
Em 1950 os trabalhadores agrícolas de Alpiarça, realizam outra greve idêntica a qual o meu Pai tinha realizado em 1928 (por isso deportado), para reivindicarem aumento de salário, que não ganhavam para o sustento da família.
Na sequência dessa greve, a GNR para tentar dispersar os trabalhadores, começa a agredir e a disparar tiros, matam um trabalhador agrícola Alfredo Lima uma história conhecida em Alpiarça, na sequencia dessa luta a GNR faz diversas prisões uma das quais eu.
Sou preso político pela primeira vez, mas não participei na greve, porque andava a trabalhar fora da terra e só vínhamos a casa de 15 em 15 dias, mesmo assim fui preso não sei muito bem porquê.
Mais uma injustiça, a primeira mataram o meu Pai, por participar numa greve, eu sou preso e não participei na greve.
No desenrolar da vida vai-se formando as pessoas com a sua maneira de ser e de pensar a vivencia cria o ser.
E u vivendo no meu habita-te fui-me formando com os professores da vida como qualquer ser humano, eu mais desperto para a situação da vida pobre que vivíamos, e porque a vivíamos, trabalhando ganhando salários de miséria e por vezes nem trabalho existia.
Por toda esta situação o meu Pai participa numa luta por melhores condições de vida, na sequência foi deportado, e por essa sequência nunca o conheci.
Essa situação leva a que tenhamos mais atenção a exploração que somos vitimas como trabalhadores, isso leva ao desenvolvimento do ser como pessoa, isso leva a não aceitar a exploração que está a ser sujeito com os seus camaradas, e cada vez está mais desperto para a luta, lutar por aquilo que a vida ensina que a exploração deve acabar e todos devem ter condições de vida dignas.
Todo o ser humano deve ter condições dignas de vida, e a sociedade se não fosse egoísta conseguia distribuir o pouco que tem por todos, mas a sociedade capitalista que vivemos afunila os bens e os grandes lucros para uma dúzia deles, em deprimente de muitos milhões que vivem na miséria e outros milhões arruinados.
Só uma sociedade socialista pode socialmente ser mais justa, pode modificar esta sociedade desigual, que muitos acreditam mas está provado a séculos que não conseguem resolver os problemas das pessoas no seu geral.
A luta por condições concretas leva a que as pessoas evoluem no seu sentido da vida, a luta consegue consciencializar, a luta consegue trazer vitórias, a luta forma-nos como homens, só na luta conseguimos os nossos objectivos. Por vezes será necessário muitas lutas, muitos e muitos anos de luta para conseguir objectivos. Por isso muitas pessoas estão a espera de vitórias perto e não vêem no horizonte, que a maior parte das vezes a vitória não está perto.
Milhões e milhões de escravos lutaram e nunca deixaram de ser escravos, mas passados muitos anos a luta levou ao fim da escravidão.
Eu tenho o exemplo da minha vida como revolucionário, sem pertencer a luta foi preso pela primeira vez, a segunda foi porque lutei, a terceira fui porque continuei a lutar, e a quarta e última vez fui porque de novo continuei a lutar. E continuei a lutar quando sai pela última vez da prisão política em 1968, lutei com risco de prisão de novo até ao 25 de Abril de 1974.
Primeira vez sessenta e tal dias, segunda vez cento e trinta dias, terceira vez próximo dos cem dias, a quarta foram quase dois mil dias, mais concretamente cinco anos quatro meses e sete dias.
Privado da liberdade do meu habita-te, dos meus companheiros da minha terra, dos meus amigos, da minha família, da minha esposa e companheira e do meu querido filho.
Durante todo este período não ganhei salário e ninguém mo retribuiu, nem a mim nem aos meus companheiros das prisões políticas, companheiros e camaradas.
O que ganhei ou ganhamos com isso quem lutou e quem teve nas prisões?
Ganhamos a Liberdade, a Democracia, melhores condições de vida e de trabalho, ganhamos o Portugal de Abril. Ganhamos todos, todo o povo.
Pena é que outros aproveitando a liberdade a democracia serviram-se delas para dar o golpe contrário, contra as liberdades a democracia por piores condições de vida e trabalho.
Mas só a luta continuando é que dará de novo a volta a isto, mas para isso é preciso lutar, e as pessoas compreenderem de que lado está a verdade do avanço da história.
(EM BREVE MAIS DADOS).."

Centenas de toneladas de lamas para despejar no Concelho de Alpiarça



Uma empresa especializada na deposição de lamas em herdades agrícolas que  contou com o plano aprovado pela DRAPLVT e com os pareceres favoráveis da AHR e da CCR prevê a gestão e aplicação de 40.000 toneladas de lama por ano, entre 2011 e 2016 em herdades situadas em Alpiarça, Coruche, Salvaterra de Magos, Torres Novas e Santarém.
De salientar que estas lamas têm um odor nauseabundo e já estão a originar várias queixas junto de algumas autarquias, nomeadamente a de Coruche onde os munícipes têm vindo a reclamar dos maus odores das lamas que são colocadas em terrenos agrícolas e que se espalham na atmosfera.

«Jardim tem reforma de 167 mil por mês»


 A maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir riqueza, produz ricos.(Mia Couto)


 Fundador do BCP mantém a reforma
Jorge Jardim Gonçalves, fundador e antigo presidente do BCP, vai manter, para já, a reforma superior a 167 mil euros e os benefícios – seguranças, veículos, motoristas, avião e despesas com deslocações –, decidiu ontem o Tribunal de Sintra. 
 O tribunal declarou-se incompetente para julgar o diferendo entre o ex-banqueiro e a instituição, indicando o Tribunal do Comércio como a instância para o processo. Por isso, o pedido do BCP para que a reforma de Jardim Gonçalves seja reduzida não surte efeito. O banco terá agora de optar entre recorrer ou apresentar nova acção. Fonte oficial do BCP não quis comentar. Jardim Gonçalves também não reagiu. Em entrevista ao CM, o ex-banqueiro já tinha afirmado que o valor da sua reforma "não custa um cêntimo ao banco". 
U m comentário publicado na noticia:
 "O grande problema que reina em Portugal é a forma como a justiça é aplicada por essa corja de juizes, que se dão ao luxo de dizer que não têm competência,para o pobre são sempre competentes, o pior é lidar com os ricos.."

Em destaque na Alpiagra



Este ano a Alpiagra vai centrar-se na actividade produtiva tendo como “pano de fundo” a homenagem a quem lançou o evento e a quem o desenvolveu nos seus 30 anos de existência.
Em destaque vai estar a produção vitivinícola porque a Alpiagra é o momento mais adequado para promover os vinhos de qualidade produzidos no concelho. Para o efeito o antigo pavilhão de exposições será destinado ao sector, com a presença de produtores, provas e vendas de vinhos para além de várias tertúlias e espectáculos de animação. Destaque merece também a produção biológica.
Quanto á nave desportiva aqui se poderá encontrar comércio, serviços e instituições e alguns artesãos com saliência para artesanato local
Animação musical diária não vai faltar com a companhia das tasquinhas para além de algumas iniciativas desportivas e culturais nas quais estão incluídos os espectáculos já anunciados neste jornal

A comemoração do dia da Árvore e esta denuncia desta "prevenção" da Natureza é pura hipocrisia! ( da Câmara)

 A comemoração do dia da Árvore e esta denuncia desta "prevenção" da Natureza é pura hipocrisia!Perante este atentado ao meio ambiente e à preservação das Árvores, transcrevo um pequeno texto do site da Câmara Municipal:
Comemorações do Dia da Árvore 2012


Numa iniciativa da Câmara Municipal e com a colaboração do Agrupamento de Escolas e da Junta de Freguesia, o Dia Mundial da Floresta foi assinalado em Alpiarça, nos dias 20 e 21 de março. No dia 20 as atividades centraram-se nas crianças do 1.º Ciclo das escolas do concelho e decorreram com a plantação de árvores na Reserva do Cavalo Sorraia e junto às Piscinas Municipais bem como a sensibilização com a ACHAR (na Silvicultura Preventiva), Bombeiros (no Combate a Incêndios) e GIPS (na Defesa da Floresta contra Incêndios – Brigadas Helitransportadas). No dia 21 e dirigidas às crianças do pré-escolar, as atividades consistiram na realização de uma Peça de Teatro e a plantação de árvores na Reserva do Cavalo Sorraia. Os objetivos visaram sensibilizar os alunos para a preservação e proteção do meio ambiente, incutindo hábitos de comportamento e prevenção, promovendo a relação das crianças com a natureza, incentivando-as também ao convívio e troca de experiências.
 De um comentarista

Noticia relacionada:
"O PERIGO DE INCÊNDIO OU A POSSIBILIDADE DE ACONTEC...":

Novo mapa de freguesias concluído até ao final do ano

 O Governo  afirmou que o novo mapa de freguesias do país vai ficar concluído até ao final deste ano, refere o Diário Económico.
"O prazo está bem definido. Com ou sem a pronúncia das Assembleias Municipais, a competência é da Assembleia da República. A lei do novo mapa das freguesias estará pronta até ao final do ano", afirmou Paulo Júlio, secretário de Estado da Administração Local e da Reforma Administrativa.

Finanças avaliam novos cortes nos benefícios fiscais

 O Ministério das Finanças está a avaliar a realização de cortes nas deduções fiscais de contribuintes com filhos a cargo, ascendentes ou deficientes, refere o Correio da Manhã.
De acordo com uma notícia avançada pelo Correio da Manhã, as Finanças estão a estudar a possibilidade de fazer mais cortes nas deduções fiscais de quem apresenta IRS com filhos a cargo, ascendentes ou deficientes, com o objetivo de poupar 154 milhões de euros no Orçamento de Estado para 2013.
 

Vendas de alimentos sobem com promoções

 As vendas no segmento alimentar aumentaram 2,2% no segundo trimestre, face ao período homólogo, segundo o barómetro da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), divulgado ontem, quarta-feira.

Entre Abril e Junho deste ano, as vendas no segmento alimentar totalizaram 2.844 milhões de euros e as da não alimentar - que inclui electrónica, vestuário, entre outros itens - ascenderam a 1.822 milhões de euros.
Segundo a APED, a "inflexão da tendência negativa" na área alimentar, que subiu mais de 2%, deveu-se ao "reforço promocional das insígnias de distribuição moderna, aumento da inflação, reclassificação de algumas categorias de produto em sede de IVA e alteração dos hábitos de consumo alimentar".
Já as vendas no segmento não alimentar - que inclui bens de equipamento, entretenimento e papelaria, medicamentos não sujeitos a receita média (MNSRM), vestuário e combustíveis - caíram 4,2% entre Abril e Junho, face a igual período de 2011, para 1.822 milhões de euros.
A linha branca foi o mercado que mais caiu, ao recuar 17,3%, para 95 milhões de euros, seguida da área do entretenimento, cujas vendas diminuíram 15,9%, para 60 milhões de euros, no período em análise.
As vendas na área da informática recuaram 13,5%, para 116 milhões de euros, e o comércio dos pequenos electrodomésticos sofreu uma variação negativa de 10,1 por cento, para 40 milhões de euros, entre Abril e Junho.
A facturação dos medicamentos não sujeitos a receita médica diminuiu 2,4%, para 89 milhões de euros, o vestuário perdeu 6,5%, para 394 milhões de euros e os combustíveis recuaram 3,0 %, para 839 milhões de euros, segundo o barómetro de vendas da APED, com base em dados da AC Nielsen, GfK e Kantar.
No sentido inverto, as vendas de electrónica de consumo aumentaram 25,6%, para 136 milhões de euros, as vendas nas telecomunicações cresceram 5,9%, para 43 milhões de euros, a da papelaria ganhou 3,3%, para 10 milhões de euros.
No total, as vendas de bens de equipamento caíram 2,8%, para 430 milhões de euros e as de entretenimento + papelaria recuaram 13,6%, para 70 milhões de euros.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

D. Francisco de Mascarenhas tirou a alternativa de cavaleiro tauromáquico na praça do Campo Pequeno

  Faz hoje 67 anos (29 de Agosto de 1945), que D. Francisco de Mascarenhas (foto) tirou a alternativa de cavaleiro tauromáquico na praça do Campo Pequeno, tendo como padrinho Mestre João Branco Núncio. Foi com muito gosto que o entrevistamos na sua casa em Almeirim e nos contou um pedaço da sua longa história de 85 anos de idade. Aqui fica a peça de resumo do Almeirinense TV, mas se tiver o MEO poderá assistir na íntegra. Basta carregar na tecla verde e marcar: 210 976 Parabéns e um Olé D. Francisco, Obrigado
 Entrevista - Marcelo Mendes Produção - António José Madureira imagem e edição - ALMEIRINENSE TV
 http://www.youtube.com/watch?v=BAQabNK4qRo&list=UUiMyiqiAXUpNBZyo3CAS7gQ

 

FESTA NO PATACÃO: Com uma versão mais ligeira e mais pobre


2012 um ano de crise para a Festa da Patacão
 
Um churrasco e um passeio pedestre é o destaque dado à Festa do Patacão para além de alguma animação mas nada parecido com os anos anteriores como demonstram as fotos (no local ainda não existe o menor vestígio do que fará parte da festa)

BOMBEIROS DE ALPIARÇA: "ídolos com pés de barro"


 Leio, com enorme tristeza, mais um texto ("Como eram e como são os “Bombeiros Alpiarcenses”":) nada abonatório, para com os Bombeiros Municipais de Alpiarça.
Compreendo este chefe quando tem"dificuldade em aceitar e compreender os métodos da “nova geração de bombeiros" mas deve entender que "tudo é composto de mudança, tomando sempre novas qualidades" como dizia Camões e os bombeiros não são exceção desde que seja para melhor, claro está!
"Esta falta de disciplina e de respeito para com os mais velhos” começou a surgir quando a Câmara entendeu “abrir as portas ao profissionalismo” como as “constantes mudanças de comando”, entendo perfeitamente o que diz mas deixe-me dizer que que a falta de respeito e disciplina não está no profissionalismo mas nas pessoas que se julgam a cima do bem e do mal e inamovíveis do lugar que atualmente ocupam porque o Executivo Municipal se encontra refém de compromissos ideológicos e de sindicatos.
Quanto ás mudanças de comando elas refletem, por si só, a instabilidade decisória e o desconhecimento, por parte dos políticos, que nos governam, da realidade particular que são os bombeiros.
Recordar personalidades do passado não fica mal, antes pelo contrário, e vejo com mágoa que o seu exemplo não foi seguido.
"A imagem dos bombeiros alpiarcenses deve ser defendida e protegida a todo o custo do exterior” talvez para que a população possa continuar a pensar que os bombeiros são uns “heróis” ora aí está uma afirmação, que me desculpe o Chefe, com a qual discordo totalmente porque a população tem o direito de saber toda a verdade para que não alimente "ídolos com pés de barro".
A verdade, toda a verdade, e não esta paz podre, como diria António Guterres, é que pode desencadear um processo de mudança tão necessário aos Bombeiros Municipais de Alpiarça.
"Tudo isto acontece porque “deixou de haver autoridade e um comando forte” para continuar com o “pulso fraco do Comandante Oliveira", pode ser que assim seja, não conheço o Comandante Oliveira, como não conheci nenhum dos outros, mas parece-me que o pulso é fraco porque a tutela o enfraquece e como diria Camões" fraco rei faz fraca a forte gente"!

De um comentarista
Noticia relacionada

Cortes nos subsídios violam "princípio de equidade fiscal"

Cavaco Silva, Presidente da República, considerou esta quarta-feira que o corte nos subsídios de férias e de Natal na Administração Pública e dos pensionistas viola o "princípio básico de equidade fiscal".

"Mudou o Governo, mas eu não mudei de opinião. Já o disse anteriormente e posso dizê-lo outra vez: [o corte nos subsídios de férias e de Natal] é uma violação de um princípio básico de equidade fiscal", afirmou Cavaco Silva.

Como eram e como são os “Bombeiros Alpiarcenses”




 Hoje, como é habitual, “Jornal Alpiarcense” percorreu quase todo o interior de Alpiarça para ver se encontrava alguma anormalidade ou na obtenção de ‘algo’ para fazer a  ‘noticia’.
 Nada de especial foi encontrado excepto o que já foi publicado mas encontrou um antigo ‘Chefe’ do Corpo de Bombeiros Municipais de Alpiarça.
No longo diálogo que tivemos este ‘Chefe’ esteve no activo 36 anos.
Porque não se entendia com a “rebaldaria” que começou a existir nos “Bombeiros de Alpiarça” ou pela dificuldade em aceitar e compreender os métodos da “nova geração de bombeiros” a quem só interessa “fazer horas de serviço para receberem mais dinheiro” (recebem o ordenado da Câmara)  abandonou com “ grande desgosto” o activo e passou para o “ Quadro Honorário” do Bombeiros Municipais de Alpiarça.
Livre de aturar aquela “cambada de jovens bombeiros” que desconhecem o “brio e o profissionalismo” como o lema de “Servir o Próximo” ficámos a saber que o ambiente interno dos bombeiros alpiarcenses não é o melhor onde até a disciplina a que estava habituado deixou de existir.
Foi esta falta de ambiente e de disciplina que contribuiu, para que o ‘chefe’ mandasse os bombeiros às `malvas” porque aturar “criançada indisciplinada e malta que só quer é ganhar o ordenado ao fim do mês e trabalhar quanto menos melhor” quando ele e os mais antigos faziam tudo por “amor à farda”, que originou a sua saída.
Recordou-nos os tempos em que os bombeiros ao toque da sirene “saltavam para as viaturas em andamento e nestas vestiam a farda” para agora os actuais bombeiros fardarem-se primeiro e só depois é que entram nas viaturas.
Mudanças de mentalidades ou de gerações?
Não sabe.
 Apenas sabe que não se “entende com a malta nova e com a falta de interesse dos mesmos”.
Como sabe que esta “falta de disciplina e de respeito para com os mais velhos” começou a surgir quando a Câmara entendeu “abrir as portas ao profissionalismo” como as “constantes mudanças de comando” que acontece ao sabor de quem está a presidir a autarquia.
Com nostalgia lembrou-nos dos “tempos e dos homens que se entregavam de corpo e alma” aos bombeiros sem nada pedirem em troca sacrificando as suas horas de lazer e familiares em prol do próximo a qualquer hora do dia ou da noite.
Emocionado, recordou-nos os nomes do Comandante Francisco Batata; de Homero Machacaz, Joaquim Matias, Francisco Varela, João Pinhão, Joaquim Teodoro,entre outros.
Agora, apenas vai de “tempos a tempos” ao quartel para “beber um copo” e ver alguns amigos.
Mas qualquer dia até “isto deixa de fazer porque não aceita de maneira alguma a rebaldaria e a falta dedicação que existe no interior do Quartel.”
Como digno que foi da farda que usou não se adiantou em mais pormenores porque a “imagem dos bombeiros alpiarcenses deve ser defendida e protegida a todo o custo do exterior” talvez para que a população possa continuar a pensar que os bombeiros são uns “heróis”.
Despedimo-nos com a ‘acusação’ de que tudo isto acontece porque “deixou de haver autoridade e um comando forte” para continuar com o “pulso fraco do Comandante Oliveira.”
António Centeio