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domingo, 31 de julho de 2011

TINHA QUE SER UM BANCO ANGOLANO A COMPRAR O BPN *


O Governo seleccionou a proposta do BIC no processo para a compra do BPN. O banco angolano deverá pagar 40 milhões de euros pelo BPN. "A proposta de aquisição de 100% das acções do BPN pelo Banco BIC é de 40 milhões de euros", referem as Finanças em comunicado. No entanto, caso o banco apresente resultados positivos superiores a 60 milhões de euros ao final de cinco anos, será pago ao Estado "uma percentagem de 20% sobre o respectivo excedente, a título de acréscimo de preço".
O ministério refere que o "custo do Estado com o BPN, descontando do preço de venda, ascende nesta data a cerca de 2,4 mil milhões de euros". A celebração do contrato formalizando a transacção deverá ocorrer num prazo de 180 dias.
A proposta apresentada pelo BIC apenas assegura a integração de metade dos actuais colaboradores do BPN. Dos actuais 1.580, o banco angolano compromete-se a integrar 750. O Estado assume os "custos com a eventual cessação dos vínculos laborais dos trabalhadores das agências e/ou centros de empresa que venham a ser encerrados ou reestruturados num prazo máximo de 120 dias após as transmissões das acções".
Além do BIC, o Governo recebeu propostas de compra por parte do Núcleo Estratégico de Investidores (NEI) e do Montepio. O porta-voz do NEI garantiu recentemente que a proposta deste grupo pelo BPN superava os 100 milhões de euros.
(E)
*Curiosamente uma das maiores accionistas deste banco é Isabel Santos, filha do Presidente de Angola

REDISTRIBUIÇÃO DO RENDIMENTO

Está neste momento em curso em Portugal uma gigantesca redistribuição do rendimento em benefício dos que mais têm. O aparelho do Estado está a ser utilizado para confiscar uma parte dos rendimentos nominais dos trabalhadores e dos pensionistas, e para transferir para os que mais têm uma parte da riqueza detida pelo Estado, como aconteceu já com as ‘golden shares’ e como governo se prepara para fazer através das privatizações”. Quem o diz é o economista Eugénio Rosa.
(O Ribatejo)

ZEGALHA E ACÍDIA: PECADOS CADA VEZ MAIS PORTUGUESES

Por: Anabela Melão
 A zegalha e a acídia têm algo em comum. Podemos quase entendê-las como qualidades muito à portuguesa. Como "saudade" também podiam estar entre o património único, falado e sentido, dos portugueses. O Paulo Pinto veio esta semana dizer que "o atormentou durante anos a fio, a maldita. A zegalha; uma espécie de virose pandémica que ataca o comum dos mortais, com especial incidência nos portugueses, e que durante muito tempo causou-me incómodos, ansiedade, dores de cabeça ocasionais e dinheiro desperdiçado. Sou um sortudo, vá lá, porque é um mal que pode causar a morte, própria ou alheia ou, em certos casos, lesões físicas e psicológicas profundas. A zegalha é uma doença crónica, misto de panca, estupidez, maria-vai-com-todos, ego inflamado e bravata. Uma mistura explosiva." O que me lembrou um artigo publicado há tempos aqui neste blog sobre a acídia. A tal indiferença, abatimento, torpor, depressão. O atual Catecismo da Igreja Católica apresenta como pecados ou vícios capitais: soberba, a avareza, inveja, ira, impureza, gula e preguiça ou acídia. Embora não perceba bem porque é que a preguiça aparece metida nisto, apesar de reconhecer que a acídia nos começa a entorpecer. São Tomás lá foi dizendo que a tristeza e a acídia não resultam de uma motivação exterior. É assim como que um mal que aflige especialmente os solitários, a par dos tristes. Coisa muito portuguesa, portanto, já que não existem razões para grandes contentamentos. Estranha-se que a Igreja Católica classifique a tristeza como um considerada pecado capital. São Gregório Magno, igualmente, enumerava a tristeza entre os pecados capitais. Dela provém o desespero, a timidez, o torpor, o rancor, a malícia e a divagação da mente. Já a classificaçao de Isidoro dos efeitos da acídia e da tristeza, com base no que observou em Gregório Magno é a seguinte: A amargura provém da tristeza, advém do rancor. A ociosidade e a sonolência reduzem-se ao torpor perante o sacro dever de procurar a felicidade. Os outros casos incidem na divagação da mente é "importunitas mentis", abandonam a torre do espírito e perdem-se na inconstância; no que respeita ao conhecimento, é a "curiositas"; ao falar, "verbositas"; ao corpo "inquietudo corporis"; ao peregrinar de lugar em lugar, sem sentir algum deles como "o seu lugar" é a "instabilitas", instabilidade de objectivos, de desígnios, por desapego aos que o podem desenraizar da sua confortável tristeza e mergulhar nessa desabrida aventura humanamente arriscada, iracional e ilógica, que é a felicidade. Vejo por aqui muita gente - incluindo-me entre eles de cada vez que recebo uma carta das Finanças - que cultiva um sentimento de direito à reivindicação da acídia. E estamos cheios de razão por muitas razões. Depois da avalanche de misérias, a começar pelo saque direito e directo aos nossos bolsos com o imposto "extraordinário", qualificação que decorre da forma "extra" como devassam a nossa bolsa - que nos põe completamente em baixo e nos convida a "produzir" e não a "trabalhar", sendo que a separação entre ambos os conceitos, no caso, é a de "rendimento declarado"! - é certo que nos tornámos todos, variando a graduação, vítimas desta acídia. O que significa que andamos todos "em pecado". E ainda por cima: capital! O que ainda parece mais estranho, já que provém sobretudo do facto de nos "descapitalizarem"! Assim como assim, lembra Drummond: "Cidadezinha qualquer Casas entre bananeiras mulheres entre laranjeiras pomar amor cantar. Um homem vai devagar. Um cachorro vai devagar. Um burro vai devagar. Devagar... as janelas olham. Eta vida besta, meu Deus." Tudo em pecado capital este santo povo, e logo nós que sempre fomos tão catolicozinhos.
Também pode ler em:

Ouro português e ilhas gregas estiveram em risco

A redução das taxas de juro e o aumento do prazo de pagamento só se aplica às novas parcelas de empréstimo que chegarem a Lisboa.
Foi falado mas não se concretizou. Na preparação da cimeira de europeia, países como a Holanda e a Finlândia, exigiram que alguns activos dos Estados resgatados fossem dados como colateral para futuras tranches de crédito e as ilhas gregas e as reservas de ouro português foram invocados como garantia de novos empréstimos.
As parcelas de território grego chegaram mesmo a fazer parte de um documento de trabalho durante a cimeira, no quadro do segundo resgate, e as reservas de ouro português, que não podem ser usadas para abater no défice, foram dadas como exemplo de um activo que poderia ser dado como garantia. Ou seja, no caso destes países não poderem honrar as suas dívidas com a União Europeia (UE), estas dívidas seriam cobertas por activos nacionais, antes de activar as garantias dadas pelos países do euro. O assunto acabou, no entanto, por morrer, com as garantias a serem compensadas pelo aumento da participação do sector privado no resgate grego, indo ao encontro dos anseios precisamente da Holanda e da Finlândia, bem como da Eslováquia e da Alemanha.
A penalização dos privados acabará, no entanto, segundo técnicos europeus contactados já na passada sexta-feira, por sair mais caro aos contribuintes europeus do que o modelo de socorro concedido a Portugal e Irlanda. O segundo programa para a Grécia inclui financiamento para operações de compra de dívida no mercado secundário e de troca de velhas obrigações por novas, o que contribui para aumentar a sustentabilidade da dívida grega. Para os países mais conservadores foi a moeda de troca para aceitar voltar a emprestar dinheiro à Grécia, ainda que sob forma de garantias, sempre na lógica - tão popular - de partilhar os custos com os privados. O problema é que isso terá um preço.
«E»

Será que é desta que o Presidente Mário Atracado ganha coragem para fazer o que já devia ter sido feito há vários anos atrás?

Mário Pereira
É preciso não esquecer que este problema já vem do tempo de Rosa do Céu & Ferreirinha, passando pela presidente Vanda Nunes.
É de notar também que no mandato de Rosa do Céu chegou a ser feito pelo Vereador responsável dos serviços urbanos e limpeza (Ferreirinha?), um acordo verbal entre a Câmara e o dito sucateiro no qual este último se comprometia a recolher todos os "monos" em determinado dia do mês, de acordo com a lista fornecida pela edilidade, fazendo ele a separação do que lhe interessava e levando o restante para o aterro sanitário da Raposa.
Só que o sucateiro, recolhia apenas o material vendável, deixando no passeio o restante para a Câmara recolher e limpar.
Negócio que não convinha à edilidade, como é de calcular.
Deste modo, acabou o acordo mas, isso não impediu que o sucateiro deixasse a sua actividade.
Antes pelo contrário, alargou-a mesmo até ao interior dos contentores públicos que diariamente devassa à "forquilhada" - segundo dizem.
Assim, parece-nos que, se Mário Pereira acabar com esta história, perde-se um "lixeiro" mas ganha-se em saúde pública.
O que terá mais valor?
A resposta parece óbvia.
Por: M.Ramos
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Agora é que Mário Pereira, presidente da Câmara, v...

O “Rei” do Melão chegou ao Senegal

Carlos Ferreira, também conhecido pelo “Rei do Melão” é noticia em duas páginas do semanário “O Ribatejo” onde se fala do Melão produzido por este produtor que esteve na base da criação da “Hortomelão”.
Carlos Ferreira é o maior produtor individual de melão e melancia da Península Ibérica em termos de área cultivada.
Em nenhuma parte do longo artigo consta qualquer referência ao “Melão de Alpiarça”.
Ficamos a saber que para além do Senegal, a “Carlos Ferreira, Lda.” tem 100 hectares arrendados na região de Sevilha, em Espanha, onde produz estes frutos nos meses de Maio e Junho. E as perspectivas não se ficam por aqui, pois o empresário planeia começar também a produzir no Brasil.
No exercício de 2010, a “Hortomelão” registou uma facturação líquida de 11,5 milhões de euros (12,4 milhões de facturação bruta), segundo números fornecidos.
Este sucesso, segundo o produtor deve-se à sua capacidade de produzir, uma vez que, tal como em muitos outros produtos alimentares do sector primário, os agricultores portugueses não produzem em quantidade suficiente para satisfazer a procura no mercado interno.
Ultimamente, tem aparecido mais associações de produtores, o que é muito bom porque toda a produção tem que ser planeada, obedecer às regras que nos são impostas pela União Europeia e orientada em função da procura.
É esta falta de produção em quantidade e a falta de associativismo que existe em Alpiarça que faz com que o “Melão de Alpiarça” não tenha a saída merecida. Tudo porque os seareiros alpiarcense continuam em não conseguir associar-se para produzirem em quantidade mesmo que Portugal tenha margem para aumentar a produção de melão e melancia.
Fonte: “O Ribatejo”
Também pode ser lido em:
http://www.facebook.com/antoniocenteio


Por causa da incompetência de alguns o futuro de Alpiarça vai ser negro

É inacreditável que eu tenha procurado o programa do festival do melão no site da Junta e não tenha encontrado uma linha sequer. Então no maior veiculo promocional que a Junta tem não há uma mensagem sequer sobre o evento?
Isto é incompetência pura e simples, ainda para mais quando a presidente parece que é formada em Marketing, mas se calhar a internet é para ela chinês concerteza.
Realmente, para quem vive fora de Alpiarça, seja em Paris, seja na Polónia, ou em Lisboa, sabendo que o festival é promovido pela Junta, a primeira coisa que faz é procurar mais informações no site da Junta. Não é verdade?
Mas o que encontra é um zero absoluto. Nunca pensei que as pessoas, ainda para mais jovens e espertos como a Sr.ª Dr.ª Joana, o Sr. Orlando e a Sr.ª Domingues, não utilizem esta possibilidade que chega a todo o mundo. Ou é só uma esperteza saloia e retrógrada?
Realmente, perante tanta incompetência junta na Junta nada mais Alpiarça deve esperar desta gente para o seu futuro.
O futuro assim apresenta-se muito negro não tenham qualquer dúvida e estaremos cá para ver para onde caminha uma Alpiarça sem qualquer perspectiva positiva, sem qualquer estratégia e sem vermos gente capaz de mobilizar as pessoas, pois as que vão entrando nas áreas do poder é só pelo seu cartão partidário e não por serem competentes ou por terem demonstrado capacidade nas suas actividades pessoais.
Digam lá, entre os que estão na Câmara e respectivos gabinetes e na Junta, quantos já demonstraram capacidade de gestão?
Assim nos vamos alegremente afundando. Mas que ninguém se furte às suas responsabilidades, porque isto é uma responsabilidade colectiva. Cada um dormirá na cama que fez. Se fez uma boa cama dormirá descansadamente, se a cama foi mal feita, ou feita de maneira descuidada, terá muitos pesadelos. Os alpiarcenses vão ter muitos pesadelos no futuro, não tenham dúvidas disso.
Podem dizer o que quiserem, lançar poeira para os olhos, tapar o sol com uma peneira, tentar demonstrar o contrário daquilo que todos vêm, que os resultados estarão aí perante todas as evidências. Nestas coisas não há milagres. Não há para Alpiarça, nem para o país. Só há competência ou incompetência.
O futuro só poderá estar nas mãos dos competentes.
Opinião de um leitor
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Agora é que Mário Pereira, presidente da Câmara, vai encetar todas as medidas achadas convenientes para que o problema do lixo acabe de vez

Segundo informações recolhidas há pouco em conversa informal com alguém que acompanha internamente a actividade camarária, este caso da pessoa que visita os contentores públicos para resíduos domésticos de forquilha em punho, não para colocar lixo como seria normal mas sim para RETIRAR, vai ser finalmente "pegado pelos cornos" pelo próprio presidente Mário Pereira que irá encetar todas as medidas achadas convenientes para que o problema acabe de vez.
O mesmo sucedendo com o depósito de sucata a céu aberto da responsabilidade do mesmo sujeito, existente numa sua fazenda já referenciada pelas autoridades.
Nem seria de esperar outra coisa do Dr. Mário Pereira como responsável pela administração do Município de Alpiarça, depois das evidências e do mau estar demonstrado por uma larga franja da população sobre este problema que coloca em risco a saúde pública local.
Vamos aguardar com expectativa o desenrolar definitivo deste caso.
Nota: Esta notícia (no seguimento do caso "Sucateiro-Mor" despoletado inicialmente pelo Jornal Alpiarcense) e que regozija a população alpiarcense, será publicada noutros órgãos de informação.
Por: Repórter Y

Os meloeiros ganharam dinheiro e investiram-no e concorde-se ou não ainda hoje vivemos um pouco à "babugem" desses tempos áureos

Peço imensa desculpa mas este tipo de comentário elevado a post mais me faz lembrar a máxima: preso por ter cão e preso por não ter.
Sinceramente estou-me borrifando se o festival é levado a cabo pela câmara, se pela junta e se são socialistas ou comunistas quem nos governam, (lá bem no fundo é tudo vinho do mesmo casco) mas penso que este tipo de iniciativas trás sempre algum valor acrescentado à terra, mesmo que sejam só os seareiros a ter o lucro.
Repare-se mesmo que se vendam parte dos melões e das melancias sem IVA é preciso não nos esquecermos que praticamente todos os factores de produção: combustíveis, plásticos, sementes, fitosanitários etc foram comprados com o IVA, logo é falso que o Estado (essa entidade cancerosa abstracta que nos corrói as entranhas) não arrecade uns largos milhares em impostos.
Depois veja-se outra coisa, no tempo em que Alpiarça tinha perto de um milhar de seareiros de melão e nos anos em que esta fruta foi tabelada (até 1986 ou 87) foram os anos em que mais dinheiro se ganhou nos melões, mas foi igualmente o período em que alpiarça mais se desenvolveu.
Os meloeiros ganharam dinheiro e investiram-no e concorde-se ou não ainda hoje vivemos um pouco à "babugem" desses tempos áureos.
 Por sinal já se questionaram como seria hoje Alpiarça sem o dinheiro que se ganhou nos melões?
 Era com certeza como algumas terras nossas vizinhas se não tivessem vendido tanto vinho feito à martelada. Para finalizar: venham mais Festivais do Melão; Da cenoura; Do Pimento; do Milho e do que quer que seja. Mas que sejamos francos que digamos bem quando se faz alguma coisa e que digamos mal real quando não se faz!
Opinião de um leitor
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sábado, 30 de julho de 2011

FMI prevê "choque severo" se EUA entrarem em 'default'

O FMI avisou os EUA das consequências de um falhanço nas negociações para aumentar o limite de endividamento.
"O limite de endividamento federal deve ser rapidamente aumentado para evitar um choque severo para a economia americana e para os mercados financeiros mundiais", considerou o FMI no seu relatório anual sobre a economia americana.
A administração do Presidente Obama e os principais legisladores americanos não conseguiram chegar a acordo para evitar que os Estados Unidos entrem em incumprimento em 2 de Agosto, com os mercados a recear que o impasse afecte todo o mundo.
O Chefe de Gabinete de Obama, William Daley, já alertou para o que serão os próximos "dias cheios de stress" para os americanos e para os mercados mundiais.
O Estado americano atingiu a 16 de Maio os limites de endividamento, mas tem utilizado ajustamentos na despesa e na contabilidade publica, bem como receitas fiscais acima do esperado, para continuar a operar normalmente, mas a situação, segundo a Casa Branca, só se poderá manter até 2 de Agosto.
O FMI fez, no relatório anual, reparos quanto aos planos do governo americano e da maioria republicana na Câmara dos Representantes para reduzir o défice nas contas públicas, defendendo uma redução gradual.
"As propostas oficiais de redução do défice poderão estar demasiado concentradas no início da execução orçamental, tendo em conta a fraqueza do ciclo [económico] e, ao mesmo tempo, serem insuficientes para estabilizar a dívida em meados da década", refere o relatório do FMI.
O fundo prevê uma dívida pública americana de 99% do produto interno bruto em 2011 e de 103% em 2012, contra as previsões que o FMI tinha, em Junho, de 98,3% e 102,3%, respectivamente.
Os economistas do FMI recomendam assim que "os planos de redução de dívida incluam tantas medidas concretas quanto possível, e sublinharam que é essencial que exista uma exposição clara dos objectivos orçamentais a médio prazo, apoiados pelo Congresso".
A receita que o FMI recomenda assim a Washington passa por controlar a redução da despesa e apostar no aumento da receita.
"A estratégia deveria incluir uma reforma da protecção social, incluindo reduções suplementares na despesa com saúde, bem como o aumento da receita, incluindo uma redução das excepções fiscais", considera o fundo.
«E»

O problema até já estaria há muito resolvido se houvesse interesse pelas entidades responsáveis


Claro que estaria se houvesse da parte dos responsáveis autárquicos vontade para tal.
Resolver o problema financeiro é bem mais dificíl e também se vai resolvendo.
Não acham que ao tempo que dura a novela deste "lixeiro" que remexe toda a porcaria entre lixo que os outros deitam fora e pagam para que seja devidamente tratado pelas entidades dotadas de meios para o fazer, já cheira que tresanda?
Tem-se dito cobras e lagartos quanto aos motivos da não actuação por quem de direito. Mas, uma coisa parece certa: Não é de modo algum vulgar um caso continuado desta natureza que já dura há anos, depois de tantas queixas apresentadas directamente ao presidente da edilidade...através dos jornais...em conversas de sensibilização etc. pela população incomodada, ainda persistir.
Não é vulgar aqui, nem em qualquer outra parte do mundo!...
Por: Chico Frade
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 Alpiarça, cada vez mais fora de “esquadria”

Estranha forma de assistência social e solidariedade

Fazem-se projetos de 500 mil euros para o "combate à pobreza"

Quando são precisas umas dezenas de euros para resolver uma situação efectiva não aparece ninguém.
Como não há "Jobs for Boys" ninguém parece interessado em resolver o problema do homem.
Este caso prova a hipocrisia que existe na política.
Solidariedade, combate à pobreza e à desigualdade social só aparece em programas partidários ou quando dá votos e TACHOS políticos (bem remunerados).
Estranho também que quem tudo dá aos Romenos não consiga ajudar um filho da terra em dificuldade.
Estranha forma de assistência social e solidariedade...
De um comentarista
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Serão pilotos de Fórmula 1 os motoristas contratados pelo novo Governo ???

Há algo de estranho nas contratações dos gabinetes divulgadas pelo governo na página há tanto prometida. Passos Coelho contratou três motoristas, o senhor Jorge Morais (46 anos) que vai ganhar 583,58 € (brutos), o senhor António Figueira (44 anos) que ganhará 675,78 € e o senhor Paulo Barra (40 anos) que ganhará 772,00 €.
Mas parece que Francisco José Viegas, secretário de Estado da Cultura prefere jovens pilotos de Fórmula . contratou o jovem André Viola de 21 anos que vai ganhar nada mais, nada menos do que 1.866,73€.
Isto é: o secretário de Estado paga a um jovem inexperiente quase tanto quanto o primeiro-ministro paga a três motoristas.
Ou é um motorista muito culto ou tem mestrado em condução e doutoramento no MIT, que por acaso  ganha muito mais do que um jovem bolseiro a fazer investigação numa universidade portuguesa.

Encerrado que está o “Festival de Melão” vamos a contas!

O certame custou aproximadamente 10 mil euros. Divididos irmãmente pela Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Alpiarça. Esta última nem sequer se dignou fazer qualquer publicidade do evento no seu site.

Beneficiados:

- Os seareiros que venderam milhares de toneladas de melão e nem sequer um cêntimo de IVA vão entregar ao Estado, salvo raras excepções, se as houver;
- O Bar-Esplanada que “rebentou pelas costuras” mas talvez tenha de pagar parte do IVA sobre as vendas que efectuou.

Prejudicados:

Todo o comércio local, nomeadamente o que está implantado no Centro Cívico que não viu as suas vendas subir, restando a alguns comerciantes, muitos poucos, apanharem as poucas “migalhas” que caíram pelo caminho.
Este tipo de iniciativas faz lembrar as muitas etapas da Volta a Portugal que começavam ou terminavam na zona da Barragem e onde os milhares de visitantes e centenas de participantes após a partida ou chegada partiam para os concelhos vizinhos para não gastarem dinheiro algum no comércio local mas que a autarquia, com o dinheiro dos contribuintes, pagava milhares de euros pela realização do evento, ou seja: um determinado grupo de pessoas ganha o dinheiro e a autarquia paga as despesas dos certames  com o dinheitros de todos os municipes.
Esta visão da aplicação de verbas dos contribuintes deixa muito a desejar.
Consta e anunciado foi que o “Festival do Melão” «foi um sucesso».
Ainda bem!
Mas quem foram os beneficiados?
Os seareiros!
O que estes vão contribuir em termos de impostos e ganhos para ajudarem o desenvolvimento do Concelho?
Nada!
Na verdade temos que dar razão a Sérgio Teodósio quando afirmou que « Por muito que façam (os festivais) nunca vão conseguir retirar o chavão " melão de Almeirim " . Deviam isso sim promover o melão e realmente fazer uma feira em condições para promover o melão. O lugar ao lado da vala, pode ser muito bom para negociantes, mas como atracção turística, só afasta as pessoas».
Conclusão: as contas apenas beneficiam os seareiros e pouco mais.
Foto: "CMA"

Descoberto o maior reservatório de água do universo

Duas equipas de astrónomos, supervisionados por cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) descobriram a maior e mais distante reserva de água detectada até hoje no Universo.

Trata-se de uma distância de 48 mil milhões de biliões de quilómetros. No total, a massa de água equivale a pelo menos 140 triliões de vezes a soma de todos os oceanos da Terra e tem cerca de 100 mil vezes maior dimensão que o próprio sol. A descoberta é avançada, em comunicado, pela NASA.

Este quasar (elemento astronómico distante, extremamente energético e de grandes dimensões), anfitrião de toda a quantidade de vapor de água, está tão distante da Terra que a luz irradiada demora cerca de 12 mil milhões de anos até chegar ao nosso planeta.

"As condições em torno deste quasar são únicas", afirma Matt Bradford, director de um dos grupos de pesquisa. "É outra prova que a água persiste em todo o Universo, mesmo nas suas etapas mais jovens".

Normalmente a libertação de energia de um quasar parte de um grande buraco negro que se alimenta do "disco" de poeiras e gás que o rodeia. Este quasar específico possui um buraco negro 20 mil milhões de vezes mais "massivo" que o Sol e produz mais energia que mil biliões de sóis.

Os astrónomos ja esperavam encontrar vapor de água, tal como já encontraram na Via Láctea e noutras galáxias. O que não estavam à espera, de acordo com a NASA, é encontrar uma quantidade tão elevada.

A equipa de Bradford começou as observações em 2009, com um instrumento chamado Z-Spec no observatório Caltech Submillimeter (CSO) e um telescópio de dez metros, no topo do vulcão Mauna Kea, no Havai.

O Z-Spec é extremamente sensível. Para um funcionamento correcto, é necessário uma temperatura na ordem dos 273 graus abaixo de zero. O instrumento mede a luz de uma região de frequências do espectro electromagnético que se encontra entre a distância dos infravermelhos e das microondas.
«DD»

Bastarda e ignorante é essa sociedade!


 Onde o império da mentira reina e a falta de caráter, muitas vezes, nos deixa à margem da verdade. Somos filhos da mentira. Mentimos para “nos dar bem”. Dizemos acreditar em um mundo melhor, mas não somos capazes de fazer nem a nossa parte. Nós, em nossas justificativas, partimos para outro principio da mentira: a omissão. Enganamo-nos acreditando que omitir é diferente de mentir. Não consigo acreditar que o silêncio é capaz de se sobrepor à verdade! Precisamos entender que existe somente uma opção entre omitir e mentir: sermos verdadeiro. A verdade, uma vez dita, pode até nos deixar machucado por um tempo, todavia, machuca bem menos que, se um dia descobrirmos que uma omissão ou uma fala, foi fruto de uma farsa/mentira.

Oh, sociedade, não profane a verdade. De nada adianta suas palavras distorcidas, se as atitudes condizem com as inverdades que são ditas. Não há momento pior que ouvir suas mentiras.
De um leitor
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 Razões de força maior

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Terá o "pomposo" Gabinete de Acção Social interesse em criar uma estrutura que recolha materiais usados, mas em bom estado que os munícipes queiram doar para ajudar os mais necessitados?


Vendo o mapa de pessoal da CMA(http://www.alpiarca.pt/cma_ficheiros/Mapa_Pessoal_CMA_2010.pdf ) tem 1 Técnico Superior, 1 Assistente técnico e 1 Assistente Operacional.

Se um técnico superior ganha no mínimo pelo índice 11, (vide links no final) o que tenho dúvidas que seja o caso, pergunto o que estão 3 pessoas a fazer, que nem um simples pedido que como se provou custa menos de 40 euros conseguem resolver?
Recuso-me a admitir que estas 3 pessoas tenham sido admitidas apenas para tratar da atribuição de subsídios escolares.
Numa empresa privada, quase de certeza que para tratar de expediente seria adstrita apenas UMA pessoa e que ainda teria que efetuar outros trabalhos.
Não embarco na crítica fácil de achar que isto só se passa na CMA, mas é um exemplo da ineficiência dos serviços públicos.
Qualquer cidadão empenhado resolveria este assunto de uma penada.
Ainda avanço com uma ideia...
A CMA na sua recolha de "monos" não arranjará moveis e utensílios que podem ser recuperados e servir para apoio social?
Terá o "pomposo" Gabinete de Acção Social interesse em criar uma estrutura que recolha materiais usados, mas em bom estado que os munícipes queiram doar?

LINKS:

--> http://www.ipv.pt/secretaria/dreg14_08.pdf
-- http://www.unl.pt/pessoal-nao-docente/legislacao_tabelaremuneracoes
Opinião de um comentarista.
Notgicia relacionada:
Parece então que o Gabinete de Apoio Social não se...

O Gabinete de Apoio Social tem que provavelmente ser mais activo na mobilização de recursos locais

Não é lamentável! É muito mais do que isso.

Pela minha experiencia, nas grandes cidades, situações destas são rotineiras, mas na "província" onde felizmente, penso eu que ainda existe solidariedade social, espírito de vizinhança estas situações são inadmissíveis.
Tem que se trabalhar nesse sentido, não podemos ficar só à espera que as instituições oficiais resolvam os problemas.
Todos sabemos como isso hoje não está fácil e a burocracia não se compadece com estas situações. acho que não devo ter entendido bem a noticia! O sr. Armando dorme no chão porque não tem uma cama ou um colchão?
O Gabinete de Apoio Social tem que provavelmente ser mais activo na mobilização de recursos locais.
Há situações que se podem resolver desta forma, outras não!
Opinião de um leitor
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 Para que serve o Gabinete de Apoio Social?

Parece então que o Gabinete de Apoio Social não serve para nada


Quando um divã custa 30 ou 40 euros e nem isso se consegue arranjar...

A REMAR em Santarém deve ter isso aos montes e, se houver interesse em resolver o problema,facilmente vende um barato, ou com jeito, até permuta por qualquer outro utensílio.
Não haverá quem tenha uma cama usada que possa ceder?
Já que os políticos, depois dos votos esquecem o que apregoam, que seja a sociedade civil a envergonha-los.
Por 37/40 euros, resolve-se o problema do homem:
http://almada.olx.pt/diva-como-novo-iid-225410176
http://setubalcity.olx.pt/cama-diva-a-estrear-iid-132582969
A CMA se tem viaturas e motoristas para se deslocar para iniciativas partidárias pode comparticipar no transporte.
JÁ QUE OS "DEFENSORES DOS POBRES" não têm vergonha, os Alpiarcences que mostrem a sua solidariedade.
Abra-se uma conta, que por mim, não ficará a zero!
Opinião de um leitor
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 Para que serve o Gabinete de Apoio Social?

Passados cerca de dois anos das eleições Autárquicas, poderemos dizer que tudo não passou de uma miragem !!!

É verdade que vieram com a treta - Vamos Limpar Alpiarça englobado num movimento a nível do pais : Vamos Limpar Portugal.

O pouco que foi limpo não foi preservado, basta olhar para a "Praia Fluvial do Patacão", Reserva Natural do Cavalo do Sorraia,o Jardim Municipal, Parque de Campismo, Ponte do Casal Branco, zona envolvente da Barragem, como também muitos contentores sem tampa com todos os resíduos a céu aberto.
Resta nos esperar por novas eleições para ser feito algo pela nossa terra - através da caça desenfreada ao voto !
Todas as denúncias a nível ambiental feitas antes das eleições por muita gente e, principalmente por alguns protagonistas que tudo fizeram para serem os "actores principais" por questões eleitorais, hoje nas cadeiras do poder, esqueceram-se de tudo o que tinham denunciado e reivindicado !
- As campanhas da caiação
- A degradação de muitas casas, principalmente na rua José Relvas
- A falta de limpeza nos passeios da Vila
- Uma melhor relação com a Juventude - Criação do Conselho Municipal de Juventude
- Etc, etc.
Passados cerca de dois anos das eleições Autárquicas, poderemos dizer que tudo não passou de uma miragem.
Opinião de um leitor
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 Desabafo de uma leitora porque "todos os dias é o .

Projeto inovador faz renascer a agricultura

São jovens, formados e agricultores. Criado há menos de um ano, o projeto Semear Penafiel já conta com 12 produtores em modo biológico. A iniciativa autárquica tem duas vertentes, a agricultura tradicional e a biológica, mas é esta última que tem despertado mais interesse.
Foi a realização de um sonho. Maria e António tornaram-se oficialmente agricultores biológicos nas horas vagas. O SAPO apadrinhou o início do projeto, a plantação das primeiras follhas bebés. Num dia de sorte para os supersticiosos... dia sete do sétimo mês do ano.
São um dos doze produtores biológicos do projeto Semear Penafiel. A iniciativa autárquica criada há menos de um ano tem duas vertentes, a agricultura tradicional e a produção em modo biológico, mas é nesta última que o projeto começa a criar raízes.
A nova plantação de Maria Merêncio, professora do 1º ciclo, é fruto de muita pesquisa, leitura e aconselhamento com outros agricultores. Juntamente com o marido, conseguiu financimento de 40% do programa comunitário PRODER para a constituição das estruturas físicas, e o restante veio das poupanças. Para a certificação dos terrenos contaram com a ajuda da Câmara Municipal de Penafiel, o maior suporte do projeto.
"O município definiu um plano de apoio ao aparecimento de novos produtores em modo biológico, nomeadamente na comparticipação da certificação dos terrenos, comparticipando 100% no primeiro ano, 50% no segundo e 25% no terceiro ano, dando também um apoio financeiro nas formações iniciais em agricultura biológica", explica Susana Oliveira, vereadora do Desenvolvimento Rural na Câmara Municipal de Penafiel.
"Procuramos também, dentro das nossas possibilidades e em parceria com a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte, dar todo o apoio técnico de que esses produtores precisam. Estes são, digamos assim, os incentivos mais diretos para o aparecimento de produtores em modo biológico", remata Susana Oliveira.
"Exploro todos os recursos da quinta"
O desafio foi também aceite por Olga Oliveira. Licenciada em Engenharia Agrária, passou por vários trabalhos até que o desemprego lhe bateu à porta. Na quinta de sonho onde passou parte da infância produz há cerca de um ano vários hortícolas em modo biológico.
Sozinha na maior parte do tempo, passa os dias a arranjar os dois hectares de terra onde pensa em breve ter também alguns cereais e um pomar. Tal como os outros agricultores do projeto, vende os seus produtos na Feira Biológica de Penafiel, que se realiza aos sábados de manhã na cidade e onde tenta contrariar a ideia de que os produtos biológicos são mais caros.
"O facto de nos unirmos como produtores, concentrarmos a aquisição dos fatores de produção, reunirmo-nos todos para escoarmos os produtos - penso que será uma mais-valia e que poderemos baixar os preços a curto prazo", refere Olga Oliveira ao SAPO.
Esta agricultora biológica tenta explorar todos os recursos da quinta. "Vivo do que produzo e exploro com um pouquinho de imaginação todos os recursos que tenho aqui na quinta. Por exemplo, não compro susbtratos nem fertilizantes: vou ali à floresta, recolho húmus debaixo dos carvalhos", conta. O gerume de urtiga ou o preparado de cavalinha são dois produtos feitos pela própria na plantação.
"Como McDonalds, bebo Coca-Cola, mas sou agricultora"
Terra de agricultores, Penafiel foi desde sempre um concelho rural onde muitas famílias fazem desta atividade o seu ganha-pão. Na Quinta do Segade, Graça gere o negócio dos Sousa Pereira. Desde 2006 a produzir em modo biológico, foram dos primeiros agricultores a optar por uma produção "mais amiga do ambiente".
Foram também os mentores do projeto Semear Penafiel, por já não conseguirem dar resposta sozinhos a todos os pedidos, sobretudo na Feira Biológica do Porto. Através de programas de formação, a Quinta do Segade vai ensinar os novos produtores biológicos do concelho a não cometerem os erros normais de um estreante.
Além de dinamizar a economia local, o objetivo do projeto é combater o desemprego e o sedentarismo, visto que é direcionado apenas para os habitantes do concelho. Para Graça Sousa Pereira é também uma maneira de desmistificar o estereótipo do agricultor. "Eu falo cinco línguas, já visitei quase metade do mundo, uso Crocs, como McDonalds, bebo Coca-Cola mas... sou agricultora. Isto para desfazer aquela visão horrível que nós temos de que todas as pessoas que são agricultoras são velhas e sujas", afirma.
Com 12 agricultores a produzir em modo biológico e outros sete interessados em aderir à iniciativa, Penafiel explora assim um modelo de negócio com tradições, mas adaptado aos novos tempos.
«Sapo»

Vinha o Polis Tejo, agora nada sabemos!

Os investimentos vão sempre parar os grandes centros, para o litoral. O resto fica a ver os comboios passar. Retiram-se comboios regionais, maternidades, centros de saúde, escolas etc. Agora o que temos, espectáculos de touradas, é a cultura e a tradição.
Mas foi aqui que se fizeram as primeiras barragens para a produção de energia eléctrica, como a Barragem da Póvoa e Meadas (a primeira em Portugal) a Barragem do Fratel, a Barragem de Belver. E também a Barragem de Cedilho uma barragem feita em território português mas da da Iberdrola... estranho não é?
Quando primeiro deviam construir infra-estruturas e serviços para as populações se manterem e fixaram, não. Fazem exactamente o contrário, abandone-se o interior.
Por: José Maria Moura
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Para que serve o Gabinete de Apoio Social?



Reforçar a Acção social do Gabinete de Apoio Social na ligação aos problemas sociais existentes no concelho, proporcionando:


Uma resposta rápida no apoio às famílias-

* Ponto do programa eleitoral da CDU.*

Tendo conhecimento que um munícipe que se chama Armando e que recorreu através de familiares a este Gabinete com o atendimento do Sr. Dr. Ricardo Luciano, pedindo apoio devido à sua doença e fracos recursos monetários por estar a dormir no chão do seu modesto quarto.

A verdade é que o referido Dr. deste Gabinete ficou em resolver o problema mas já passaram quase dois meses e o Armando continua a dormir no chão do seu modesto quarto !


É LAMENTÁVEL ESTA SITUAÇÃO !!

Correio de um leitor



Desabafo de uma leitora porque "todos os dias é o mesmo fadário"

Mesmo ontem por volta das oito e meia da tarde o tal sucateiro andava á volta dos contentores do lixo que ficam ao lado da cabine da luz onde as senhoras do centro dia e jardim de infância (antiga misericórdia) vão despejar os lixos e sobras de comidas.
Todos os dias é o mesmo fadário. Mais ou menos por volta das oito nove horas da tarde lá está ele, pára a camioneta fora de mão em cima do passeio e vá disto.
Vejo-o da minha janela ali ao lado da farmácia e pastelaria.
Tenho visto pessoas saírem do passeio por causa da camioneta que está lá estacionada até ele fazer a recolha, e irem para o meio da estrada arriscadas a serem colhidas pelos carros.
Acho também que isto já é um abuso autorizado pela Câmara.
Admira-me bastante qualquer cidadão quando mete o pé em ramo verde ser logo chamado á atenção até com penalizações e este senhor que pratica este acto que me parece contrário á higiene e saúde pública anda nisto á anos e ninguém lhe toca.
A Câmara devia explicar-nos o porquê do seu fechar de olhos a um caso que já é do domínio público e que em nada contribui para a saúde e progresso de Alpiarça. Antes pelo contrário.
É simplesmente uma vergonha que está a acontecer á anos sem que ninguém responsável tome as medidas eficazes para acabar com isto.
Peço desculpa pelo desabafo.
Opinião de uma leitora
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Alpiarça, cada vez mais fora de “esquadria”

De um leitor recebemos o comentário que se segue onde o mesmo debate o velho problema de algumas pessoas que andam pelas ruas de Alpiarça a recolher lixo para acabarem por fazer mais lixo.
Pessoas estas que continuam pacificamente a não serem incomodadas para incomodar os outros.
Um tema mais que debatido neste jornal onde as autoridades parecem não se incomodar com o incumprimento da lei e a falta de fiscalização.
Está mais que provado que Alpiarça está condenada ao fracasso. Uma terra que teima em não passar da “cepa torta”, onde, para alguns, tudo é permitido.
É para dizer que não vale a pena bater “mais no ceguinho” porque ninguém é capaz de tomar medidas e muito menos fazer alguma coisa para que Alpiarça mude ou possa crescer.
Continua o concelho a viver numa autêntica “pachorra”.
Quem poderia fazer alguma coisa para o desenvolvimento ou acabar com estas aberrações nada faz para calmamente continuar com a companhia dos seus boys.

Apenas querem e pedem aos “santinhos” que não façam muito espalhafato do que vai acontecendo nesta pacata vila para parecer que tudo está bem ou num faz-de-conta que nada acontece nesta terra.
Quando alguém tenta espevitar os boys, tremem como “varas-verdes” porque só nesta altura é que se lembram que estão ameaçados e quando lêem criticas que apenas dizem a verdade tentam nos fazer crer que está tudo bem.
Está mais que visto que Alpiarça apenas está boa para os boys e para quem vive à custa do sistema mesmo que o dinheiro que se gasta nos festejos seja do erário público, logo pago por todos nós.
Teimam em andar a fazer festas e festinhas para beneficiar sempre os mesmos para depois dizerem que «foi um sucesso» quando todos sabemos que a “clientela” é sempre a mesma.
Valha-nos as promessas que nos fazem.
Pelo menos alimentam o nosso “Ego” e fazem-nos nos viver das ilusões.
Só “eles” é que sabem e só o que “eles” fazem é que é bem feito. Quantos aos outros, apenas sabem criticar.
Talvez pelos “boys” pensarem assim é que Alpiarça continua a ser um fracasso.
Até as datas dos eventos são adaptadas para satisfazer o desejo dos patriarcas e dos líderes.
Quando vivemos para agradar aos outros e não aos nossos, o resultado é sempre um fiasco.
Eis o comentário recebido:
«O mesmo deveriam fazer ao "Sucateiro-Mór" de Alpiarça. Este sim, é ele próprio a despejar montes de lixo na sua própria fazenda (rua Ricardo Durão,na baixa antes da Mepral) junto a moradias cujos donos já não sabem a quem mais recorrer para que acabe aquele inferno de matérias inflamáveis prontas a detonar a qualquer altura neste Verão escaldante que aí temos. Depois quando houver mais fogos naquela lixeira e os bombeiros (que têm registados com intervenção directa alguns fogos naquele local) já não cheguem a tempo de acudir aos vizinhos, queremos ver quem vai assumir as responsabilidades. O problema é conhecido por todas as entidades responsáveis: Câmara Municipal de Alpiarça, Bombeiros Municipais, ASAE, Protecção Civil, Ministério da Administração Interna, GNR e toda a população alpiarcense. Esta situação mantém-se desde há anos a esta parte. Alguém fez alguma coisa em defesa daqueles moradores que ali têm os seus teres e haveres paredes-meias com o "barril de pólvora"? Que se saiba nada! Tudo continua na mesma, ou melhor, o homem não pára de acarretar "lixo" para o local. A Câmara Municipal recebeu no ano transato algumas queixas de munícipes descontentes pelo facto de este sucateiro revolver diariamente com uma forquilha os contentores do lixo espalhados pela Vila, em busca de algo que só ele sabe. A verdade é que principalmente durante o Verão estes contentores mexidos e remexidos à "forquilhada" por este cidadão exalam um cheiro a que ninguém pode dar nariz. Dizem até (em jeito de brincadeira) que a forquilha não tem olhos e rebenta, como é evidente os sacos de plástico com lixos mal cheirosos que alguém consciente ali depositou a pensar no ar que todos respiramos. Apesar de todos os alertas e denúncias, alguém fez alguma coisa para corrigir a situação?
Que se saiba, NADA!
Então a CDU (agora a gerir o Município) que no tempo do PS tanto criticou os atentados à saúde pública, a contaminação do ar...das águas etc. agora não tem nada a dizer?
Agora a poluição das águas... do ar, os lixos e a saúde pública já não interessam nada?
É que a população de Alpiarça não é assim tão esquecida como julgam alguns.
 E para a próxima vai cobrar, lá isso podem ter a certeza.
 Não se promete aquilo que não se pode ou não se quer dar. E este assunto dos "lixos" que já vem de trás, não é de difícil resolução. Basta ter carácter para cumprir as promessas e vontade de resolver os problemas. A bem de Alpiarça Um grupo de alpiarcenses amigos do ambiente».
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Miguel Macedo assume redução do número de cidadãos estrangeiros deve-se à crise

O ministro da Administração Interna disse que a crise que o país atravessa é uma das razões que levou à diminuição do número de cidadãos estrangeiros em Portugal, em 2010.
Miguel Macedo falou aos jornalistas na apresentação do Relatório de Imigração, Fronteiras e Asilo (RIFA), elaborado pelo Serviços de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que mostra que, em Dezembro de 2010, existiam em Portugal cerca de 445.262 cidadãos estrangeiros, menos 1,97 por cento do que em 2009.
«Esta diminuição deve-se ao facto de o país estar em crise e ser uma menor atracão para os fluxos migratórios, entre outras razões», afirmou.
O decréscimo da população estrangeira no país «quebra a continuidade do crescimento sustentado que caracterizou a comunidade estrangeira em Portugal nos últimos anos», refere o relatório.
Além da crise económica e financeira do país, o SEF refere que houve também um crescimento do acesso à nacionalidade portuguesa por parte de estrangeiros residentes.
As nacionalidades mais representativas continuam a ser o Brasil, Ucrânia, Cabo Verde, Roménia, Angola e Guiné-Bissau.
O Brasil mantém-se como a comunidade estrangeira mais representativa, com um total de 119.363 residentes, mantendo a tendência de crescimento sustentado, que ocorre desde o início do século XXI, enquanto a Roménia substituiu o Reino Unido como o país com mais cidadãos a residir em Portugal no conjunto dos Estados-membros da União Europeia.
A par do decréscimo global de estrangeiros residentes em Portugal, diminuíram as populações de Cabo Verde, Angola e Guiné-Bissau, comunidades estrangeiras tradicionais em Portugal e dos designados novos fluxos migratórios do Leste Europeu (Ucrânia e Moldávia).
«Lusa»

Tribunal ainda não conseguiu vender casa do cantor Carlos Mendes que foi penhorada

O Tribunal de Santarém ainda não conseguiu vender a casa que o cantor Carlos Mendes  porque os valores oferecidos ficam muito abaixo do montante em que está avaliado o imóvel. A leiloeira Onefix pediu mais tempo para conseguir encontrar uma proposta acima dos 178.991 euros oferecidos pelo banco BBVA que tem um crédito hipotecário sobre a casa que foi penhorada na sequência de um processo de execução de dívida interposto pela Planotejo, de Alpiarça, que construiu a habitação e que não recebeu pelo trabalho.
Carlos Mendes, foi acusado pelo administrador da falida Planotejo, Pedro Carlos, de ter contribuído para o encerramento da construtora que teve que despedir 84 pessoas em 2004 devido às crescentes dificuldades económicas.
Leia mais em:
http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=46475&idSeccao=479&Action=noticia

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Governo corrige proposta de lei que reduz indemnizações

O Ministério liderado por Álvaro Santos Pereira já corrigiu o diploma sobre as indemnizações que tinha enviado ao Parlamento e onde havia gralhas.
A primeira versão ‘esquecia-se’ de algumas situações, tal como avançou o Diário Económico.
O Governo já corrigiu a proposta de lei relativa à redução do valor das indemmizações por despedimento e que tinha sido entregue no Parlamento quinta-feira passada, mas com algumas falhas.
Tal como o Diário Económico avançou na edição de sexta-feira, a primeira versão da proposta de lei que visa reduzir as indemnizações por despedimento dos actuais 30 para 20 dias de salário por cada ano de antiguidade ‘esquecia-se' de estender as novas regras a algumas situações. Eram os casos das cessações das comissões de serviço e também de situações em que o trabalhador pede a resolução do contrato devido a transferência definitiva do local de trabalho que lhe cause prejuízo sério.
A proposta foi entretanto corrigida, integrando agora as referidas situações que, aliás, apesar de não constarem do articulado da primeira versão, sempre integraram a exposição de motivos. Além disso, integram o acordo assinado entre o Governo e a maioria dos parceiros sociais em Março.
Outras situações que eram omissas na primeira versão também foram agora corrigidas, como é o caso do novo artigo relativo às compensações devidas em caso de despedimento por extinção de posto de trabalho ou por inadaptação.
A proposta será discutida em plenário na quinta-feira, um dia depois de os parceiros sociais se reunirem para discutir outros aspectos da legislação laboral, numa reunião que contará com o primeiro-ministro, Passos Coelho. Um dos temas deverá ser a criação do fundo empresarial que compensará parte dos despedimentos. Até que este mecanismo seja criado, é a empresa que fica responsável pelo pagamento integral das compensações.
«DE»

É um exemplo de que esta gente (CDU) não faz ideia do que é o mundo dos negócios, dos média

Agora?
Não deveria ter sido anunciado quando a feira ocorreu?


É um exemplo de que esta gente não faz ideia do que é o mundo dos negócios, dos média, etc...
Continuam a ter não um muro de Berlim, mas o “muro de Alpiarça” no seu horizonte.
Vi uma reportagem na SIC em que falaram na Feira. Ora, se esta iniciativa tivesse sido pensada em conjunto com a feira, provavelmente os media diriam que quem se deslocasse a Alpiarça e almoçasse num restaurante da vila poderia ter como sobremesa GRATUITA o «MELÃO de ALPIARÇA» (e não simplesmente melão ou melão de Almeirim).
São estas mais valias que contam e que trazem muita gente!
Puro "marketing" capitalista, mas que funciona.
Basta ir a um supermercado e ver os apelos ao "leve 2, pague 1".
Muita gente, nem faz contas e nem verifica que unitariamente é o dobro do normal.
Foi um erro estratégico no meu entender, mas que pode ser retificado na próxima iniciativa.
Continuo a afirmar que a feira do melão deveria coexistir com a feira do vinho, com o slogan: "Melão, vinho digestão".
Se forem ambiciosos, transferem a feira para o local da Alpiagra, e centram esforços numa feira verdadeiramente regional e com os principais produtos da zona.
A Alpiagra no meu entender é que deveria ter acabado e substituída por esta feira.
A maior parte dos expositores da Alpiagra pouco diz e tem a ver com a atividade Alpiarcense.
Na feira do "Melão e Vinho de Alpiarça" também pode haver lugar a outros expositores.
Se não fizerem isso rapidamente, com pés e cabeça, com a devida planificação correm o risco de Almeirim ou outra vila o fazer.
Opinião de um leitor
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A Dr.ª Joana Serrano meteu-se com os barões do partido

Foi obrigada a fazer a famosa autocrítica comunista. Dizer que não queria dizer o que disse, pensar o que pensou e que quando fala em desilusão com os seus colegas que trabalham mais perto de si (leia-se executivo da Junta) isso são apenas divergências de opinião.
Que aqueles barões que estão como assessores e que estão também na assembleia municipal, como se fosse a coisa mais normal do mundo, enfim...são apenas divergências de opinião, como se as questões de ética e de exemplo moral e politico fosse uma questão particular.
A Sr.ª Dr.ª mandou os princípios às malvas. Devia reiterar esses princípios. Se não convive bem com esta falta de princípios morais e éticos, (como todos nós não convivemos) então devia pedir a sua demissão.
Assim seria uma mulher e não teria que renegar princípios com que não concorda.
Na realidade isto já não é um projecto que tenha a ver com princípios comunistas, onde os valores e a ética deviam ser a base fundamental. Mas todos estamos a ver que pela prática seguida com os assessores da câmara isso não é assim.
Portanto, Dr.ª Joana, por uma questão de dignidade demita-se, que é o único caminho digno nesta situação, e ganhará muitos pontos na consideração de todos nós.
Opinião de um leitor
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Melão à borla para degustar

Até 7 de Agosto os clientes de sete restaurantes de Alpiarça vão poder degustar gratuitamente o Melão de Alpiarça, com o patrocínio do município e freguesia alpiarcenses.
Com esta iniciativa, que já decorre desde o dia 23 de Julho, o Município e a Junta de Freguesia de Alpiarça visam promover de forma ainda mais alargada esta fruta genuinamente alpiarcense, cujo Festival decorreu no fim de semana de 23 e 24/07 no Parque do Carril.
Os restaurantes aderentes são: A Casa da Emília, O Nortenho, O Olívio, O Portal da Vila, Reserva do Cavalo Sorraia, O Romeu; O Zone,

Ministro das Finanças diz que seria "irresponsável" abrandar aplicação do programa

O ministro das Finanças, Vítor Gaspar (foto), considerou hoje que seria “irresponsável” pensar em abrandar o ritmo de aplicação do programa da ‘troika’ e que Portugal tem de “garantir ou exceder os objetivos” estabelecidos no acordo.
Vítor Gaspar, que falava numa conferência organizada pelo Diário Económico em Lisboa, afirmou que os resultados da cimeira do Eurogrupo na passada semana só vieram “reforçar ainda mais a exigência do programa de ajustamento acordado” com Bruxelas e o Fundo Monetário Internacional e reiterou mais uma vez a posição do Governo de cumprir à risca o estipulado.

“Esta declaração [do Eurogrupo] vem reforçar ainda mais a exigência no cumprimento do programa de ajustamento económico e financeiro acordado com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional. Nas atuais circunstâncias seria irresponsável pensar que se pode abrandar o ritmo de aplicação do programa. Dado que o fracasso não é opção, temos que fazer uma gestão prudente do programa, procurando garantir ou exceder os objetivos nele estabelecidos”, afirmou Vítor Gaspar.
O governante frisou que Portugal vive “tempos difíceis” e que “estas dificuldades não irão desaparecer espontaneamente”, assegurando o empenho do Governo no processo de ajustamento das contas públicas, “que assegurará que o setor público deixará de ser um fator de risco e de instabilidade para o sistema financeiro em particular e para a economia e a sociedade portuguesa em geral”.
«Lusa»

Razões de força maior

O vereador da Câmara de Alpiarça, Luís Garrotes (PS), não ficou satisfeito com a data da realização da Feira Alpiagra deste ano. Garrotes diz que o evento realiza-se muito tarde e que vai perder visitantes com a data escolhida. Mas o vereador da oposição diz que percebe a escolha da data: para não coincidir com a Festa do Avante que se realiza no início de Setembro. E como nem os comunistas têm o dom da ubiquidade ia ser difícil estarem nos dois sítios ao mesmo tempo...
Leia mais em:
http://semanal.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=&id=76372&idSeccao=8295&Action=noticia

A CDU já vai a meio do mandato e tem sido mais notada pela negativa do que pela positiva

Se os produtores venderam a sua produção e a bom preço, foi uma boa iniciativa, claro.
Por isso aguardo a opinião dos produtores e não de mandatários políticos.
Para esses, do alto dos seus pedestais o mundo é sempre óptimo.
E concordo que Alpiarça precisa de empreendedores, mas passados 2 anos, onde estão eles?
Quantas empresas abriram e quantas fecharam?
Quantos empregos foram criados (tirando os "boys" da Câmara) e quantos foram perdidos?
Que empresas externas se instalaram em Alpiarça?
Essa é a contabilidade que é preciso fazer!
Lembro que a CDU já vai a meio do mandato e tem sido mais notada pela negativa do que pela positiva.
Opinião de um comentarista
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 II Festival do Melão foi um sucesso

Proprietários arriscam-se a ser multados por ter lixos no terreno que alguém lá colocou indevidamente

Segundo noticiou o semanário “O Mirante” a «proprietária de um terreno em Azóia de Baixo, concelho de Santarém, arrisca-se a ser multada por ter lixo na sua propriedade que alguém lá colocou abusivamente. A GNR já esteve no local e avisou que pode levantar um auto que depois é remetido à Câmara Municipal a quem cabe instruir o processo de contra-ordenação».
Uma coima que pode vir a custar no mínimo 500 euros por ter os resíduos no seu quintal.

Alpiarça precisa de empreendedorismo e não de Saudosismo de "Velhos do Restelo"

Onde reside a dúvida? Um investimento por parte dos elementos da câmara municipal que, ao contrário de anteriores, como o caso da conhecida feira do vinho, atrai à modesta vila pessoas que, "a miúdo" compram a quase totalidade das cargas de alguns produtores a preços 2x superiores aos diariamente praticados!
Será isto insignificante?
Acredito que seja mais "bonito" criticar as iniciativas alheias, para além de ser manifestamente mais fácil, porém remanesce-me a dúvida; se tal indagação surgiu, porque não observaram com os próprios olhos?
Sejamos sensatos, Alpiarça precisa de empreendedorismo e não de Saudosismo de "Velhos do Restelo".
Opinião de um leitor
Noticia relacionada:
 II Festival do Melão foi um sucesso
Também pode ler em:
http://www.facebook.com/antoniocenteio

quarta-feira, 27 de julho de 2011

II Festival do Melão foi um sucesso

Foi um sucesso a 2ª edição do Festival do Melão, um certame promovido pela Câmara Municipal e a Junta de Freguesia de Alpiarça, que decorreu durante o fim de semana de 23 e 24 de Julho, no Parque do Carril em Alpiarça .
Para ver mais fotos do Festival de Melão, carregue em:
http://www.cm-alpiarca.pt/alpiarca/NoticiasEventos/Noticias/II+Festival+do+Mel%C3%A3o+foi+um+sucesso.htm

«CMA»

Deveria ter ficado de férias mais 3 semanas

Chego a Alpiarça e deparo-me com uma guerra no seio do PCP por causa de uma simples entrevista em que a Sra. Presidente de Junta dá a um jornal e onde expõe a sua discordância face à posição de dois colegas seus.
E daí?
Não podemos exprimir os nossos pontos de vista, as nossas convicções, etc?
Não foi isso que nos deu o 25 de Abril?
A Liberdade de expressão!
Então o PCP que até é o partido campeão das causas da Liberdade tem alguma coisa que criticar esta posição que diga-se de passagem é bem compreensível?
O que me admira é como até agora não houve um puxão de orelhas bem forte ao Sr. Brasileiro e Sr. Osório, ou será que houve?
Estou curiosa para saber qual será a decisão futura de participar ou não na próxima Assembleia que se realiza.
Por falar nisso, quando é a próxima Assembleia que eu acho que pela primeira vez vou ver essa gente a fazer figuras deploráveis.
Pelo menos, sempre é melhor do que estar a ver os programas que a Televisão ultimamente tem apresentado
Cá estamos para ver
De uma leitora
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Palmas e cravos vermelhos para réus absolvido no caso de "A Filha Rebelde"

Não resta senão absolver os arguidos”, concluiu o juiz António Passos Leite, dando por terminado o julgamento do processo relativo à peça de teatro “A Filha Rebelde”, depois de 14 audiências em que foram ouvidas cerca de 20 testemunhas.
“A crítica pública deve ser um direito e não um risco”, frisou o magistrado na sentença que foi lida, esta tarde, no tribunal criminal de Lisboa.
Julgado ao longo de 14 audiências desde o passado dia 3 de Maio, o caso opôs os sobrinhos do ex-director da PIDE/DGS, Silva Pais, aos responsáveis pela peça de teatro “A Filha Rebelde” que esteve em cena no Teatro Nacional D. Maria II em 2007: a autora do argumento, Margarida Fonseca Santos e dois dos administradores do Teatro Nacional, Carlos Fragateiro e José Manuel Castanheira, acusados de difamação e ofensa à memória de Silva Pais.
A peça é a adaptação ao teatro do livro “A Filha Rebelde” (editora Temas e Debates) da autoria de José Pedro Castanheira e Valdemar Cruz. A família do ex-director da PIDE considerou que algumas das falas da peça eram ofensivas ao nome e memória de Silva Pais, nomeadamente por lhe ser atribuído o homicidio de Humberto Delgado e decidiu processar os seus responsáveis.
O tribunal encheu-se de pessoas para ouvir a sentença: elementos da Associação 25 de Abril, entre os quais Vasco Lourenço e muitos antifascistas, como Alípio de Freitas.
A notícia da absolvição foi recebida na sala de audiências com salvas de palmas, gritos de “abaixo a PIDE” e cravos vermelhos distribuídos aos presentes.
O juiz sublinhou o “direito à manifestação artística” e “à história” e referiu-se à doutrina sobre os direitos do Homem sublinhando a importância da liberdade de expressão como “uma das condições das sociedades democráticas”.
À saída, Margarida Fonseca Santos definiu a sentença como “histórica”, José Manuel Castanheira disse que gostaria que “estes temas estivessem mais presentes na criação artística e Carlos Fragateiro lamentou o “medo da memória” que ainda existe na sociedade portuguesa relativamente à sua história recente.
Recusando-se a prestar declarações aos jornalistas, a sobrinha do ex-director da PIDE, Berta Silva Pais e a sua advogada abandonaram de imediato o tribunal logo que a audiência acabou, sem dizer se tencionam ou não recorrer da decisão. Os familiares de Silva Pais exigiam aos arguidos uma indemnização de 30 000 euros.
Presentes na audiência Iva Delgado e Frederico Delgado Rosa, a filha e o neto do general Humberto Delgado consideraram que a sentença faz história. Em declarações aos jornalistas, Frederico Rosa frisou que hoje foi um “dia histórico” que marcou a “reconciliação com a memória” do seu avô,
A peça de teatro, “A Filha Rebelde" conta a história da filha de Silva Pais, Annie Silva Pais, casada com um diplomata suíço com quem foi viver para Havana, Cuba, no início da Revolução. Apaixonada por Che Guevara, Annie acabou por deixar o marido e aderir à causa cubana.
O Ministério Público decidiu não acompanhar a acusação atendendo a que não se tratava de um crime público e na fase das alegações finais do julgamento, o procurador Abel Matos Rosa pediu a absolvição dos arguidos, tal como os advogados de defesa, Lucas Serra e Victor Ferreira .
“Se calhar, ainda bem que tudo isto aconteceu”, disse Margarida Fonseca Santos à saída do tribunal, explicando que esta foi “uma forma de falar aos mais novos “de uma época em que não havia liberdade”, de “mobilizar as pessoas” e de “trazer a história do país para o teatro”.
O mesmo entendimento foi manifestado por Fragateiro. Ao levantar a questão, os sobrinhos de Santos Pais acabaram por “fazer um favor à democracia”, considera.
«Público»

Banco de Portugal optimista com novo acordo europeu

O governador do Banco de Portugal não encontra motivo para os mercados não acreditaram que Portugal vai corrigir o défice das contas públicas.

Na primeira reacção aos resultados da cimeira extraordinária da Zona Euro, que aprovou um segundo resgate à Grécia, Carlos Costa disse que não é possível Portugal entrar em incumprimento.

O governador do Banco de Portugal mostra-se satisfeito com os resultados da cimeira que, no seu ponto de vista, criou mecanismos que permitem uma maior tranquilidade.
«DE»

O espectáculo das ilusões falará mais alto ou o "cartão do partido"?!..

O Estado deixou de ter um papel social e a demência que considera todos os que não têm cartão do partido no poder como “vidas sem valor” é autofágica: acabará por tornar o Estado desnecessário, a política inútil e a democracia negativa.
Perante esta tendência, só há uma solução: unir os descartáveis em torno de quem defenda o papel social do Estado, contra os "boys" que vivem do oportunismo e ficam muito caros ao orçamento do Estado.
Será que isso vai acontecer ou o espectáculo das ilusões falará mais alto?!..
Opinião de um leitor
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Fisco passa a cobrar dívidas das portagens

A Direcção-Geral dos Impostos já começou a fazer a cobrança coerciva das dívidas dos utentes que não pagam as taxas de portagens.
Até agora, a cobrança era feita através da instauração de acção executiva nos Tribunais Comuns, "com as condicionantes inerentes ao processo judicial", diz o ministério das Finanças em comunicado.
Esta alteração decorre de um protocolo assinado hoje entre a DGCI, a DGITA e o Instituto de Infra-estruturas Rodoviárias (InIR).
No âmbito deste protocolo, a cobrança coerciva das dívidas - taxa de portagem, coimas e custos administrativos - passa a ser feita pela DGCI, através dos seus serviços de finanças e do sistema de cobrança coerciva, nomeadamente o sistema de penhoras e o sistema de leilão electrónico dos bens penhorados.
Sempre que um utente passa numa portagem e não paga a taxa respectiva, incorre numa infracção que, se não for regularizada depois da notificação das concessionárias rodoviárias, dá origem à instauração de um processo de contra-ordenação, explica o ministério.
Caso o utente não pague a contra-ordenação, o InIR instaura um processo de execução de dívida.
O Ministério das Finanças explica que, "após a instauração dos processos de execução pelo InIR, a DGCI procede à citação dos devedores e à penhora de bens, nomeadamente a penhora electrónica de veículos automóveis que, após o registo, passarão imediatamente para a fase da apreensão e da venda".
Logo que penhorados os veículos, acrescenta, "estes são carregados por via electrónica na rede informática da PSP e da GNR para apreensão" e, uma vez apreendidos, serão removidos do local onde forem encontrados pelas forças policiais para depósitos das entidades que procederão ao seu leilão e venda.
O ministério salienta que a DGCI dará sempre prioridade ao pagamento voluntário das dívidas pelos devedores.
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