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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

31 DE OUTUBRO – 83º ANIVERSÁRIO DA MORTE DE JOSÉ RELVAS

HOMENAGEM A JOSÉ RELVAS


O Município de Alpiarça, a Associação dos Amigos da Casa-Museu dos Patudos e a Fundação José Relvas homenagearam o ilustre republicano no dia em que se completa
m 83 anos sobre a data do seu falecimento, junto ao seu jazigo do Cemitério municipal.


Perante os autarcas e populares presentes, o Presidente da Câmara, Mário Fernando Pereira, relembrou o importante papel de José Relvas num momento de viragem da sociedade portuguesa, enquanto destacado interventor cívico e político, comprometido com um ideal republicano associado à democratização do País, à justiça e progresso social; ideal esse sempre actual, e que, num momento de profunda crise económica e social, de retrocesso civilizacional até, urge retomar e aprofundar.
«CMA»

LEITOR OPINA SOBRE A ENTREVISTA DE JOANA SERRANO: "deixa a sensação que algo não vai bem, mas deveria ser um pouco mais específica"

  Que Joana Serrano”Corte o cordão umbilical que ainda a liga ao PCP e conte com 2 votos…”

 Se até agora demonstrei alguma hostilidade com a presidente da J.F. não foi pela pessoa em si, mas pelos apoios bacocos que mais não fizeram do que criar o efeito contrário.
Polémicas como pretender o tratamento da cidadã Joana Serrano por Srª doutora acabaram por criar um sentimento de vaidade que me parece que não configura com o perfil da pessoa.
Adiante...
Gostei da entrevista no seu todo, embora me pareça que poderia ter ido um pouco mais além.
Devia ter chamado "os bois pelos nomes" e aflorado de uma forma mais concisa a sua relação do antes e depois com o PCP.
É que deixa a sensação que algo não vai bem, mas deveria ser um pouco mais específica.
É tempo de todas as pessoas válidas de Alpiarça (onde incluo a Joana) saltarem o muro e passarem-se para o lado onde está o povo anónimo que pretende a politica da seriedade e da verdade.
Os "velhos" políticos não mudam e mesmo em tempo de novos ventos continuam a pensar como há 40 anos atrás.
O dinheiro não é inesgotável e deveriam saber que é tempo de apertar o cinto.
Há obras e iniciativas que podem ser feitas com pouco dinheiro e realmente ajudarem a população.
O gabinete de emprego é uma prova. Acrescento que podia-se ir um pouco mais além, reunindo ofertas de vários "sites" (inclusive estrangeiros) e podendo auxiliar pessoas que não têm experiência com a Internet a pesquisar e a criar curriculuns.
Há "sites" que mediante inscrições enviam diariamente e-mails com ofertas de emprego.
É questão da J.F. usar o seu e-mail e inscrever-se nesses "sites".
Fica aqui a ideia...
A dúvida que me fica é se existe a sabedoria e o "calo" da vida para muitas vezes dizer não.
A preocupação com gente mais desfavorecida é louvável e deve ser enaltecida.
Só que muitas vezes algumas pessoas vão chorar à espera que o "pai Estado" lhes resolva problemas pessoais e que podem ser resolvidos pelos próprios se fizerem um esforço e alguns sacrifícios.
Com o número de romenos que semanalmente chegam a Alpiarça também me ficou a dúvida se não tem havido facilitismo na passagem de certificados de residência.
Espero que a regulamentação de atribuição do RSI a cidadãos estrangeiros, e que exige residência há "X" anos esteja a ser efectivamente cumprida.
A população de Alpiarça deve aumentar, mas com cidadãos que contribuam para o PIB concelhio e não para quem usando esquemas e fraudes nos venha roubar o pouco que temos.
Quem vier para trabalhar e cumprir as leis é bem vindo e a Junta deve apoiar com tudo o que for possível.
Os outros, os que vêm roubar e parasitar o sistema de S.S. podem voltar para onde vieram.
A Junta deve por isso saber a quem emite a documentação e depois acompanhar.
Se verificar que foi ludibriada (ninguém está livre disso) deve denunciar às entidades competentes as fraudes.
Não culpo a J.F. porque quem vem por mal tem um know how da fraude superior às entidades estatais.
Concluo dizendo que a Joana Serrano se se recandidatar numa lista de independentes pode ser reeleita.
Corte o cordão umbilical que ainda a liga ao PCP e conte com 2 votos.
 Noticia relacionada:
 "ENTREVISTA COM JOANA SERRANO, Presidente da Junta ...":

OPINIÃO:O que efectivamente está em jogo é a utilização dos organismos públicos como um meio. Isto é, o controlo de determinados “jobs” para os “good boys”

  A delação, como arma política, foi endémica nos últimos séculos da vida pública em Portugal.
E além de endémica foi, sempre que possível, caluniosa ou pérfida. Todos os que se lembram da ditadura sabem que qualquer opositor ao “Estado Novo” era, no mínimo, um execrável comunista …“ao serviço de inconfessáveis interesses”. Esta era a terminologia do Ministério do Interior, do SNI, da PIDE/DGS, dos Tribunais Plenários, etc.
Hoje, sabemos que muitos dos que contestaram a ditadura pouco mais eram do que cidadãos (muitas vezes jovens) vivendo, na época, a utopia de construir um Portugal livre, justo e mais igualitário. É óbvio que existiam organizações políticas – onde o PCP pontificava – que lutavam pelo derrube do regime salazarista. Mas todos, sem excepção, eram classificados pela mesma bitola e sumariamente “punidos”.
Com essa atitude baseada na mais vil delação perdemos, ou dificultamos, o contributo público de notáveis portugueses como, p. exº., o de Bento de Jesus Caraça (entre muitos outros).
Este clima não é exclusivo de Portugal. Todos nos lembramos dos anos 50 e da “caça às bruxas” protagonizada por McCarthy que antes de desaparecer da cena política americana, completamente desacreditado, ainda teve tempo para acusar Einstein de “actividades antiamericanas”.
Este terrível anátema social não poupou, através dos séculos, o mundo da espiritualidade, nomeadamente, o religioso. A Inquisição é exactamente isso: espiar, caluniar, denunciar… e depois a fogueira!
Hoje, a delação tem justificações mais subtis. É pretensamente ética. Muitas vezes invoca a legalidade. Nos organismos ou departamentos político-burocráticos os atentos e dedicados delatores fornecem aos chefes ou superiores hierárquicos uma trama de “informações” que são aparentemente lesivas da “legalidade instituída”. Permitem, em nome dessa “legalidade”, e de uma suposta “fidelidade”, que os órgãos dirigentes possam “destruir” um eventual opositor político, um potencial concorrente ou, simplesmente, um cidadão crítico, sarcástico ou jocoso. Tal prática não se restringe ao combate ao pensamento divergente, à modalidade de expressão, à intencionalidade da preposição, visa o próprio cidadão, enquanto pessoa. Extrapola os limites aceitáveis da luta política para entrar num ambiente da mais abjecta baixeza humana. Parte de um princípio insuportável em democracia: ninguém pode questionar a “legalidade instituída” ou os seus símbolos (dirigentes ou chefes).
O que efectivamente está em jogo é a utilização dos organismos públicos como um meio. Isto é, o controlo de determinados “jobs” para os “good boys”. Que usam os recursos e privilégios, inerentes aos cargos, para saciarem a sofreguidão que o poder lhes incute e estimula.
O “bufo” e, cumulativamente, o ezimio chefe receptador da delação, pretendem, na sua mesquinhez, passar por paladinos da justiça e defensores da ordem e da dignificação da coisa pública. Pública, é preciso sublinhar, porque – ao que parece – tais restrições não abrangem (ainda) o remanso do lar, ou a esquina, ou o café…
Estamos perante a aristotélica questão dos meios e dos fins, na política.
E não podemos, nem devemos, culpar Maquiavel, por estas insensatas diatribes que, hoje, tão danosamente e desnecessariamente, atingem as liberdades individuais e a credibilidade democrática. 
 Noticia relacionada:
"ENTREVISTA COM JOANA SERRANO, Presidente da Junta ...":

Câmaras querem poder baixar o IMI. E nós por cá?

A associação dos autarcas emitiu um parecer negativo sobre o Orçamento e propôs alterações.
As autarquias querem aplicar taxas mínimas de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) mais baixas face à lei actual para compensar os portugueses pelo aumento da carga fiscal. A proposta faz parte do parecer desfavorável sobre o Orçamento do Estado para 2013 (OE/13) que a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) enviou para o Parlamento.

“Os elevados encargos fiscais que recaem sobre os contribuintes justificam a possibilidade de as autarquias, se assim o entenderem, deliberarem aplicar taxas mínimas mais reduzidas que as actualmente em vigor”, diz a proposta da ANMP, a que o Diário Económico teve acesso.

Para isso, a associação propõe uma alteração ao Código do IMI: as taxas mínimas a aplicar aos prédios urbanos diminuiriam para 0,4% - actualmente estas taxas variam entre 0,5% e 0,8% - e as taxas mínimas a aplicar aos prédios urbanos já avaliados segundo as regras do novo código baixavam para 0,2%, já que o actual intervalo de taxas varia entre 0,3% e 0,5%.

Esta redução das taxas mínimas permitiria às assembleias municipais, que decidem a taxa de IMI a aplicar no município, baixar a tributação sobre o património, numa altura em que a carga fiscal sobe de 32,4% para 34,2%, segundo cálculos da Unidade Técnica de Apoio Orçamental.
Fonte: Económico online
Do Movimento Alpiarça é a Razão/Partido Socialista

ENTREVISTA COM JOANA SERRANO, Presidente da Junta de Freguesia de Alpiarça

Joana Serrano
JOANA SERRANO é a presidente da Junta de Freguesia de Alpiarça e que  foi eleita pelas  listas da CDU.
É uma mulher que se sente realizada por tudo o que tem feito no Concelho mas muito mais gostaria de fazer se o dinheiro abundasse nos cofres da Junta.
É uma presidente que não baixa os braços perante injustiças sejam elas partidárias ou outras.
Sente-se impotente para ajudar quem dela precisa porque exerce o cargo de Presidente de uma Junta de Freguesia onde as pessoas que a abordam lhe pedem ajuda porque lhes chove em casa, porque não têm casa-de-banho, não têm dinheiro para dar de comer aos filhos, comprar livros, roupa e tantas outras necessidades que, tantas pessoas subestimam porque as consideram como adquiridas. O não poder ajudar é uma grande frustração para a autarca.
Vamos conhecer um pouco melhor a Joana Serrano na entrevista que concedeu ao "Jornal Alpiarcense"


 O seu mandato como presidente da Junta de Freguesia de Alpiarça caminha para o fim. Que marca é que gostava de deixar na Junta? 
No meu primeiro mandato, que termina em Outubro de 2013, quero sobretudo ter a certeza que fiz tudo o que estava ao meu alcance para concretizar os objectivos a que me propus. Quero ter a certeza que ouvi e apoiei quem solicitou a minha ajuda. Quero olhar para trás e saber que consegui ter um bom relacionamento com todas as pessoas com quem trabalhei e que sempre estiveram ao meu lado nos bons e maus momentos. Sabia que, ao aceitar este desafio, não seria fácil todos os dias mas diante de todas as dificuldades pude sempre acreditar em pessoas, funcionários e alpiarcenses, que me disseram que nem sempre a idade ou a experiência são o mais importante em cargos desta natureza.
O que é que no seu entender faz falta em Alpiarça?
Alpiarça é um concelho com muitas carências. Tem falta de serviços e infraestruturas de apoio às famílias que se queiram fixar na nossa terra.
Alpiarça, por ser um concelho com uma única freguesia, tem uma necessidade acrescida no que toca ao desenvolvimento económico e social. Uma freguesia desta dimensão deveria ter um apoio mais favorável por parte do Estado e de todo o poder central.


As empresas têm dificuldade em sustentar-se por falta de investimento e de lucro. A falta de procura muitas vezes corresponde a uma falta de oferta. Se a população não tem poder de compra não pode sustentar quaisquer empresas que se fixem na nossa terra.
Escola Visconde Barroso
  
O que gostaria de fazer e que ainda não foi feito?
Tenho um projecto acabado na gaveta da minha secretária que não pode ser concretizado por falta de verbas. Este projecto é a reabilitação do Edifício da antiga escola Visconde Barroso - um edifício emblemático para Alpiarça que se encontra em avançado estado de degradação  e que poderia servir muitas das associações que estão instaladas noutros locais com menos condições físicas.
Gostaria que fossem transportados todos os jazigos que se encontram no Cemitério velho para o Cemitério novo. Este transporte equivale a milhares de euros impossíveis de conseguir com o orçamento que a Junta tem disponível para todas as necessidades que se impõem. Uma vez concretizado este trabalho, o espaço do Cemitério Velho deveria ser alvo de uma requalificação de fundo. 
  
 Qual é maior dificuldade que sente enquanto autarca?
O poder local é, sem qualquer dúvida, o que está mais perto das necessidades das populações. Por este mesmo motivo deveria ser também mais valorizado por parte do poder central.
Como autarca sinto uma enorme impotência de concretizar o que quero e gostaria para melhorar a qualidade de vida dos alpiarcenses. 

Alpiarça, como outros concelhos do distrito, vive momentos de grande dificuldade, existem pessoas com grandes carências ao nível das necessidades mais básicas. Não poder dar resposta e colmatar algumas destas necessidades é uma grande frustração para uma pessoa que exerce um cargo de Presidente de uma Junta de Freguesia. Pessoas que me abordam a pedem ajuda porque lhes chove em casa, porque não têm casa-de-banho, não têm dinheiro para dar de comer aos filhos, comprar livros, roupa e tantas outras necessidades que, tantas pessoas subestimam porque as consideram como adquiridas.
Já para não falar das pessoas que se dirigem diariamente à JFA a pedir emprego ou qualquer ajuda que lhes possa ser dada.
O nosso Gabinete de Inserção Profissional tem feito um trabalho bastante positivo. Coloca desempregados nas empresas do Concelho ou do Distrito. Conseguimos nestes três últimos meses empregar mais de vinte pessoas numa grande empresa sediada na zona industrial de Alpiarça.
Para mim, isto é muito mais importante que qualquer obra de cimento que se possa fazer. Dar trabalho a uma pessoa desempregada é dar-lhe, pelo menos, a possibilidade de se sentir útil, de sentir que existe esperança numa vida melhor.
Quais os principais problemas que a Junta de Freguesia enfrenta?
Junta de Freguesia de Alpiarça
  
  Não querendo ser repetitiva ao insistir no tema "falta de verbas", terei mesmo que o fazer!
Desde 2009 (ano em que iniciei o mandato) já foram retirados ao orçamento da JFA mais de trinta mil euros por parte do Estado. Dinheiro este que nos tem feito muita falta para concretizar todos os objectivos a que nos tínhamos proposto no programa eleitoral.

A dívida que existia à ADSE, que rondava os 37.000€, e que se vinha a acumular há 14 anos, é agora obrigatória ser paga por parte da Junta de Freguesia.
A Direcção Geral das Autarquias Locais (DGAL) enviou-nos um oficio a comunicar que a partir daquela data, iria reter trimestralmente 8.500€ até perfazer o total da divida.
Em negociações com o Diretor da ADSE, consegui chegar a um acordo bastante razoável,  fazendo diminuir o valor para 2.500€ trimestrais.
Todas estas dificuldades são enfrentadas diariamente com muita seriedade e cautela pensando sempre no que é melhor para a nossa população.
As opções que se tomam, na gestão de um organismo como a Junta, são de grande responsabilidade e, nem sempre, temos a certeza de que estamos a agir da melhor forma e de acordo com as aspirações do nosso povo. 
  
A Junta de Freguesia tem feito algumas obras recentemente?
A Junta de Freguesia não tem feito obras de grande envergadura pelos motivos que referi anteriormente.
Temos a nosso cargo a manutenção do Jardim Municipal, Jardim D. Dion, Jardim da Igreja e todo o espaço exterior e interior do cemitério novo. E também o espaço interior do cemitério velho.
Todos os parques infantis dentro e fora das escolas são da inteira responsabilidade da Junta.
O canil municipal, que neste momento tem 10 animais, é diariamente limpo por um funcionário da Junta. Todos os animais são alimentados com ração comprada pela JFA e não saem dali sem serem vacinados ou possuidores de chip.
 As estufas existentes na Reserva Natural do Cavalo Sorraia pertencem à JFA e fornecem flores e plantas para a vila toda.
Aconselho vivamente todos os alpiarcenses a visitarem as nossas estufas que têm uma enorme variedade de flores e plantas produzidas por nós.  O excelente  trabalho que é lá desenvolvido é merecedor de uma visita.
Jardim D. Dion
  
Alpiarça é um concelho  com vida?
Claro que tem vida. Somos um concelho atento e consciente de todo o trabalho que se faz para o desenvolvimento da terra. Não nos deixamos levar por demagogias e falsas politicas.
Enfrentamos de cabeça erguida qualquer dificuldade que nos é imposta.
Somos um concelho com grandes tradições de luta e não baixamos os braços perante injustiças, venham elas de onde vierem.
Quais as obras/projectos levadas a efeito que considera mais relevantes enquanto presidente da Junta?
Não percebo o teor da questão. Se tiver a ver com obras levadas a cabo pela Junta estarei a repetir-me e isso será cansativo para os leitores.
Relativamente a outras obras do concelho, deverão ser os alpiarcenses a pronunciar-se.
 A “Feira do Melão” tem sido uma iniciativa da Junta de Freguesia no entanto nos momentos oportunos os “louros” vão para o Executivo da CDU. Aceita que assim seja ou há alguma estratégia política?

 Em 2010, toda a organização do Festival do Melão foi de inteira responsabilidade da Junta de Freguesia (Executivo e Funcionários) conforme consta no nosso programa eleitoral. Foi um sucesso do qual muito nos orgulhámos. O trabalho foi duro mas conseguimos concretizar o nosso objetivo e pôr de pé um digno Festival do Melão.
Ressuscitámos o Melão de Alpiarça e trouxemos à nossa terra muitas pessoas que se deslocaram só para o provar.
Demos valor ao que Alpiarça tem de mais genuíno. A nossa agricultura, quem trabalha nela e o fruto da mesma.
Talvez por ter corrido tão bem e ter tido tanto sucesso, nos anos seguintes deixámos de ter um peso tão importante na organização deste Festival. A organização deixou de ser da total responsabilidade da Junta de Freguesia e passou a ser da Câmara Municipal.
Quero acreditar que, tal foi feito, a pensar no bem estar dos nossos agricultores, deste fruto oriundo da nossa terra e da população em geral.
Acredito sempre que, todas as atitudes que se tomam, seja por parte de quem for, têm sempre um parte positiva e, neste caso, se o sucesso foi aproveitado para o bem da nossa população, eu congratulo-me.
 Concorda com a lei que limita o número de mandatos possíveis a um presidente de Junta?
Acho que devemos dar oportunidade a outras pessoas de mostrarem o valor do seu empenho e trabalho.
 Qual o sentimento que a invade por ser este o seu último mandato enquanto presidente da Junta de Freguesia de Alpiarça.
Quem sabe se é o último? Pode ser o primeiro de três...
Parque Infantil
 Admite candidatar-se de novo a presidir a Junta de Freguesia ou como já constou: deixará de ser uma candidata ao órgão a que preside para concorrer pelas listas da CDU na lista da Câmara nas próximas eleições autárquicas?
Esta pergunta, para mim, além de ser evasiva e polémica, não faz qualquer sentido.
Quais as suas relações com a oposição, nomeadamente com o PS e CDS?
Sempre tive boa relação com a oposição. Temos um membro do CDS no nosso Executivo e o trabalho tem sido bastante positivo.
Quando as pessoas trabalham para um bem comum, é fácil o entendimento.
 Sente-se acarinhada pela população?
Muito. Tenho conhecido, trabalhado e convivido com pessoas extraordinárias.
Antigo Cemitário

Tem sido acusada de pouco ou nada fazer pela Freguesia. Está de acordo?
Nunca podemos agradar a todas as pessoas e aceito as criticas que me têm sido feitas pelos eleitores.
A sua “celebre” entrevista que deu a um semanário da região fez ou não fissuras nas suas relações com o PCP?
Não considerando célebre a entrevista que dei, é evidente que, a partir daí, tudo se alterou.
 Como mulher sente-se realizada ou ambiciona “voar mais alto”.
Todo e qualquer ser humano deve ter como objectivo principal de vida evoluir sempre.
É o que pretendo para mim e para o meu futuro.

 António Centeio




terça-feira, 30 de outubro de 2012

83º Aniversário da Morte de José Relvas



O Município de Alpiarça em colaboração com a Associação dos Amigos da Casa dos Patudos irá assinalar o 83º Aniversário da Morte de José Relvas no próximo dia 31 de Outubro.

Programa das Comemorações (31 de Outubro )


das 10h às 12h30 e da
s 14h às 17h30 - Visitas guiadas gratuítas à Casa dos Patudos

10h30 – Homenagem a José Relvas no Cemitério Municipal


21h00 – Regresso Municipal a Alpiarça

“A Pianista, Compositora e Professora Leonor Leitão-Cadete, na Casa dos Patudos”
No Pólo Enoturístico da Casa dos Patudos
«CMA»

Detidos pela GNR/Alpiarça

Detenções levadas a efeito pela  GNR de Alpiarça: Dois detidos por condução de veículo automóvel sem habilitação legal; Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool; Um detido por desobediência.
 No Distrito de Santarém, zona de ação do Comando Territorial de Santarém, este Comando registou, entre outros, os seguintes dados na atividade operacional, desenvolvida durante o período de 23 a 29 de outubro de 2012.
Detenções:
42 Indivíduos detidos pelos seguintes motivos:
Quinze detidos em cumprimento de mandados judiciais; Doze detidos por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool; Nove detidos por condução de veículo automóvel sem habilitação legal; Três detidos por roubo e posse ilegal de arma; Um detido por detenção de arma proibida; Um detido por posse e tráfico de estupefacientes; Um detido por desobediência.
Abrantes: Três detidos por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool; Um detido por condução de veículo automóvel sem habilitação legal.
Mação: Um detido em cumprimento de mandado judicial.
Coruche: Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool; Um detido por condução de veículo automóvel sem habilitação legal; Um detido em cumprimento de mandado judicial.
Benavente: Quatro detidos em cumprimento de mandados judiciais; Três detidos por roubo e posse de arma ilegal; Um detido por posse e tráfico de estupefacientes; Um detido por detenção de arma proibida.
Salvaterra de Magos: Dois detidos por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool.
Santarém: Um detido em cumprimento de mandado judicial.
Almeirim: Dois detidos por condução de veículo automóvel sem habilitação legal; Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool; Um detido em cumprimento de mandado judicial.
Cartaxo: Um detido por condução de veículo automóvel sem habilitação legal; Um detido em cumprimento de mandado judicial.
Rio Maior: Dois detidos por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool; Um detido em cumprimento de mandado judicial.
Tomar: Dois detidos em cumprimento de mandados judiciais; Um detido por condução de veículo automóvel sem habilitação legal.
Ourém: Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool.
Torres Novas: Dois detidos em cumprimento de mandados judiciais; Um detido por condução de veículo automóvel sem habilitação legal.
Chamusca: Um detido em cumprimento de mandado judicial.
Alcanena: Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool.

2013: "Um ano dramático mas irão derreter-se milhões nas campanhas autárquicas"


O ANO 2013 será dramático. Mas irão derreter-se milhões nas campanhas autárquicas.
O ano de 2013 vai ser dramático no plano económico, haverá maior desemprego, fome e miséria. Mas, mesmo assim, irão derreter-se milhões nas campanhas eleitorais autárquicas.
Nestas despesas não se poupa. O sistema de financiamento partidário tem muitos actores, vida própria e sustenta interesses poderosos.
Os maiores beneficiados nem sequer são os candidatos. São, em primeiro lugar, os angariadores de fundos. Estes irão junto dos construtores, promotores imobiliários e, duma forma geral, dos maiores empresários de cada concelho; recolhem uns milhares e entregam uma parte aos partidos. Retêm cerca de quarenta por cento, o que é uma margem aliciante. O protótipo deste personagem é conhecido, tipo viscoso mas bem vestido que prolifera na política. Transporta milhares de euros em maços de notas, dentro de caras pastas de couro.
Os políticos, em geral, também não se queixam do sistema. Afinal, receber milhões em "cash" dá muito jeito. Não faltará dinheiro para as campanhas, poder--se-á pagar jantares a milhares de idosos devidamente angariados nos lares; as juventudes partidárias disporão de camionetas para transportar os rebanhos de apoiantes, não haverá restrições nas campanhas para presidentes de câmara.
As direcções nacionais dos partidos nada farão nem impedirão estas negociatas. Também elas se servem dos mesmos mecanismos. Quem transforma as suas sedes nacionais em autênticos "offshores", quem armazena milhões de euros em notas – não tem autoridade para moralizar as suas secções regionais e locais. Nem mesmo os financiadores querem mudar o sistema. São eles, aliás, os seus maiores beneficiários. Os que pagam são os que mais ganham, recebendo em favores do estado. Obras públicas serão pagas pelo dobro do seu valor, a gestão de água e saneamento será concessionada por rendas milionárias, projectos imobiliários irão ser ilegalmente aprovados, terrenos rurais serão reclassificados como urbanizáveis e gerarão margens de mil por cento. Os financiadores beneficiam dum retorno garantido e colossal. Reféns destes mecanismos perversos de financiamento partidário, os autarcas estão a soldo de quem lhes paga as campanhas. E o poder local, uma vez corrompido, já deixou de ser democrático.
Fonte.CM 

Enviado por um colaborador

O obeso amputado


Ninguém fora do Governo acredita nas previsões económicas inscritas no Orçamento do Estado para 2013.
É impossível apenas uma quebra de 1% na riqueza em ano de bomba atómica fiscal que retira pelo menos um salário a cada contribuinte, o que provoca uma hecatombe na procura interna, gerando mais desemprego e maior quebra do PIB. Passos Coelho tem razões para estar preocupado. O discurso sobre a refundação do memorando tem de ser lido neste contexto. Nenhum Governo conseguiu emagrecer o monstro da despesa pública com dieta. Agora, em desespero, já se pensa em cortar membros para o Estado ficar mais leve. Mas um obeso com as pernas amputadas não fica mais saudável.
Fonte:CM 
Enviado por um colaborador

LEITOR SUGERE: "PCP e PS é mais do mesmo restam"


2013 poderá ser o ano da mudança, só resta saber se para melhor ou para pior.
Já se percebeu que com PCP e PS é mais do mesmo restam, por isso, os tão proclamados independentes!
Mas será que o estatuto de independentes lhes garante, logo à partida, a competência, a honestidade e a criatividade, razoável e sensata, para tirar Alpiarça do retrocesso em que se encontra?
Deixo esta pergunta sem resposta ao critério de quem quiser responder.
A gestão da coisa publica em Alpiarça precisa agora não de criticas sem alternativa, de ataques de pessoais mas de uma estratégia concertada que transforme o presente e perspetive!
o futuro.
Proponho aqui a realização de jornadas Alpiarcenses com a participação da sociedade civil com esse objetivo.
Não tomo eu esta iniciativa porque não tenho qualquer influência em Alpiarça e não conheço as pessoas.
Fica a sugestão. 

Noticia relacionada:
"CRITICAS À CDU: "Já todos percebemos que Alpiarça ...": 

INAUGURAÇÃO DA NOVA SEDE DA ASAL




ABERTURA DO ANO LECTIVO 2012/13 NA ACADEMIA SÉNIOR DE ALPIARÇA
29 de Outubro de 2012

A abertura do ano lectivo 2012/12 da Academia Sénior de Alpiarça (ASAL) foi marcada pela inauguração das novas instalaçõe
s cedidas pelo Município de Alpiarça na Escola das Faias.
Nesta cerimónia, a par dos alunos, docentes e dos representantes dos diversos parceiros da ASAL, a Câmara Municipal de Alpiarça marcou presença através do Presidente, Mário Fernando Pereira, e do vereador João Pedro Arraiolos.
«CMA»

VINHOS DO TEJO CRESCERAM 7,5% NA EXPORTAÇÃO


A região dos Vinhos do Tejo, consolida a tendência de crescimento, verificada em 2011, ano em que teve um crescimento global de 27%, ao registar nos primeiros nove meses do ano, no mercado extra-comunitário o crescimento (+7,5%) de vendas de vinhos do Tejo, face ao mesmo período de 2011, revelou hoje Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo). 
EUA, China, Brasil e Rússia, considerados mercados estratégicos para a Comissão, ocupam os lugares cimeiros da lista dos países que mais apreciam os vinhos do Tejo. 
Destaque para o crescimento de 165% de vendas nos EUA e de 90% na Rússia, onde a CVR Tejo apostou fortemente este ano.
De acordo com os dados revelados, entre Janeiro e Setembro de 2012, as exportações para esses mercados receberam mais de 1,94 milhões de litros de vinho da região, superando assim os cerca de 1,8 milhões de litros registados em 2011. 
Angola continua a ser o maior importador fora do âmbito da União Europeia, totaliza mais de 53% do volume total de exportações da CVR Tejo nesse setor. 

Na Europa, a Alemanha é um dos principais protagonistas ao nível das exportações, registou um crescimento de 1461% face a 2011, mas Suécia, Reino Unido e França mantêm-se como os países que mais contribuíram para a venda de vinhos do Tejo no mercado europeu.  
“Os vinhos do Tejo apresentam-se cada vez mais competitivos e apetecíveis nos mercados externos, e, no cômputo geral, as exportações de vinhos do Tejo cresceram 1,3%, destaca José Pinto Gaspar, presidente da CVR Tejo. 

Dívida da Câmara de Alpiarça diminui devagarinho

A dívida da Câmara de Alpiarça diminuiu cerca de 3,5 por cento desde que foi implementado o Plano de Saneamento Financeiro (PSF), em Dezembro de 2009, passando dos cerca de 13 milhões de euros para os 12,5 milhões de euros em Outubro último. A informação foi avançada pelo presidente da autarquia, Mário Pereira (CDU), na última reunião de câmara durante a apresentação do terceiro relatório do PSF. 

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

FESTA DO TRIATLO DO CD "OS ÁGUIAS" - ENCERRAMENTO DA ÉPOCA 2012

O Município de Alpiarça esteve presente na Festa de Encerramento da Época 2012 da Secção de Natação e Triatlo do CD "Os Águias" que ocorreu no passado dia 27, na sede do clube.
Na sua intervenção, o Presidente da Câmara, Mário Pereira, referiu-se a este projecto como uma aposta ganha pelos Águias e pelo Município de Alpiarça, tendo vindo a concretizar-se os principais objectivos traçados inicialmente: por via dos excelentes resultados desportivos alcançados, com vários títulos nacionais alcançados e com dezenas de presenças nos pódios relativos aos diversos escalões e integração de muitos dos atletas nas selecções nacionais, pela dinamização da prática desportiva entre a juventude do concelho, mas também pela promoção e afirmação de Alpiarça no exterior. Salientou o papel dos atletas e das suas famílias, dos dirigentes e técnicos do clube e, acima de tudo, o trabalho do Prof. António Miguel Jourdan, figura maior deste projecto, para sempre ligada à sua dinamização e ao desporto alpiarcense.
O Presidente da Câmara desejou ainda os maiores sucessos ao Triatlo d´"Os Águias" para o futuro, reafirmando o total empenhamento da Câmara, enquanto parceiro fundamental, no apoio ao seu desenvolvimento.
«CMA»

PS DEBATE: A REFORMA DA PAC

Os agricultores precisam de uma estrutura mais forte, que aumente a capacidade negocial do sector. Sobretudo nesta fase de discussão da Reforma da Política Agrícola Comum, reforçaram Capoulas Santos e António Serrano no encontro dedicado ao setor agrícola que decorreu no sábado em Santarém.
Esta iniciativa foi organizada pelo Gabinete de Estudos e pelo Secretariado da Federação de Santarém do Partido Socialista, em articulação com a estrutura concelhia, e contou com a participação de diversos dirigentes ligados à agricultura. Neste encontro participaram cerca de 80 pessoas de diversos quadrantes políticos e foram debatidas as questões ligadas ao próximo Quadro Comunitário de Apoio.
O Eurodeputado Capoulas Santos, autor do relatório aprovado pelo Parlamento Europeu sobre a Reforma da PAC, está diretamente envolvido nas negociações e anunciou diversas propostas que têm como objetivo ajudar novos empresários agrícolas a instalarem-se, nomeadamente aqueles que o mercado laboral tem vindo a rejeitar e que estão no desemprego.
Para além destas medidas, que apoiam diretamente novos empresários, Capoulas Santos anunciou também que a União Europeia está preocupada com a postura das seguradoras que “estão de costas voltadas para os agricultores, pelo que os seguros acabam por se tornam ineficazes. Neste momento a questão que está em cima da mesa é se se deve continuar a financiar seguros, ou se se devem privilegiar os fundos mútuos”.
O deputado António Serrano sublinhou a necessidade de fortalecimento das estruturas representativas dos agricultores, nomeadamente através da sua profissionalização. Para o ex-Ministro da Agricultura, “não faz sentido termos uma pulverização de organizações, é preciso reforçar a capacidade negocial dos produtores através de estruturas fortes e dinâmicas”. António Serrano sublinhou que “só desta forma o sector conseguirá negociar com a distribuição em pé de igualdade”.
  Em termos de ajudas comunitárias, ficou o alerta de que vão ser reduzidas. Por um lado, há uma pressão de redução de 10% do orçamento comunitário, que se traduzirá num corte de cerca de 6 mil milhões de euros para o sector agrícola.
Por outro lado, há o fator “alargamento”, com novos países, em situação mais débil, a absorverem parte da fatia orçamental da PAC. Em termos líquidos, nesta altura, há 6 países que são contribuintes líquidos da PAC para 21 países que recebem ajuda. Portugal é um dos que recebem ajuda.
Esta iniciativa da Federação Socialista de Santarém insere-se num programa de iniciativas sectoriais que estão a ser levadas a cabo, como forma de identificar problemas, mas também de procurar soluções e de trazer respostas.
António Gameiro, Presidente da Federação, lembrou que “o sector agro-alimentar é um sector estratégico para o nosso país e o Ribatejo está no coração desse sector.
Além de produzir grande parte do que se consome em Portugal, o Ribatejo exporta, o que transforma a região num ponto igualmente estratégico para a economia.
Por todas estas razões, o PS está atento às necessidades dos empresários agrícolas, com a certeza de que está ao serviço dos interesses do país, a defender a economia nacional, os consumidores e os produtores.”

PS DEBATE: A REFORMA DA PAC Os agricultores precisam de uma estrutura mais forte, que aumente a capacidade negocial do sector. Sobretudo nesta fase de discussão da Reforma da Política Agrícola Comum, reforçaram Capoulas Santos e António Serrano no encontro dedicado ao setor agrícola que decorreu no sábado em Santarém. Esta iniciativa foi organizada pelo Gabinete de Estudos e pelo Secretariado da Federação de Santarém do Partido Socialista, em articulação com a estrutura concelhia, e contou com a participação de diversos dirigentes ligados à agricultura. Neste encontro participaram cerca de 80 pessoas de diversos quadrantes políticos e foram debatidas as questões ligadas ao próximo Quadro Comunitário de Apoio. O Eurodeputado Capoulas Santos, autor do relatório aprovado pelo Parlamento Europeu sobre a Reforma da PAC, está diretamente envolvido nas negociações e anunciou diversas propostas que têm como objetivo ajudar novos empresários agrícolas a instalarem-se, nomeadamente aqueles que o mercado laboral tem vindo a rejeitar e que estão no desemprego. Para além destas medidas, que apoiam diretamente novos empresários, Capoulas Santos anunciou também que a União Europeia está preocupada com a postura das seguradoras que “estão de costas voltadas para os agricultores, pelo que os seguros acabam por se tornam ineficazes. Neste momento a questão que está em cima da mesa é se se deve continuar a financiar seguros, ou se se devem privilegiar os fundos mútuos”. O deputado António Serrano sublinhou a necessidade de fortalecimento das estruturas representativas dos agricultores, nomeadamente através da sua profissionalização. Para o ex-Ministro da Agricultura, “não faz sentido termos uma pulverização de organizações, é preciso reforçar a capacidade negocial dos produtores através de estruturas fortes e dinâmicas”. António Serrano sublinhou que “só desta forma o sector conseguirá negociar com a distribuição em pé de igualdade”. Em termos de ajudas comunitárias, ficou o alerta de que vão ser reduzidas. Por um lado, há uma pressão de redução de 10% do orçamento comunitário, que se traduzirá num corte de cerca de 6 mil milhões de euros para o sector agrícola. Por outro lado, há o fator “alargamento”, com novos países, em situação mais débil, a absorverem parte da fatia orçamental da PAC. Em termos líquidos, nesta altura, há 6 países que são contribuintes líquidos da PAC para 21 países que recebem ajuda. Portugal é um dos que recebem ajuda. Esta iniciativa da Federação Socialista de Santarém insere-se num programa de iniciativas sectoriais que estão a ser levadas a cabo, como forma de identificar problemas, mas também de procurar soluções e de trazer respostas. António Gameiro, Presidente da Federação, lembrou que “o sector agro-alimentar é um sector estratégico para o nosso país e o Ribatejo está no coração desse sector. Além de produzir grande parte do que se consome em Portugal, o Ribatejo exporta, o que transforma a região num ponto igualmente estratégico para a economia. Por todas estas razões, o PS está atento às necessidades dos empresários agrícolas, com a certeza de que está ao serviço dos interesses do país, a defender a economia nacional, os consumidores e os produtores.” melhor hospedagem site
PS DEBATE: A REFORMA DA PAC Os agricultores precisam de uma estrutura mais forte, que aumente a capacidade negocial do sector. Sobretudo nesta fase de discussão da Reforma da Política Agrícola Comum, reforçaram Capoulas Santos e António Serrano no encontro dedicado ao setor agrícola que decorreu no sábado em Santarém. Esta iniciativa foi organizada pelo Gabinete de Estudos e pelo Secretariado da Federação de Santarém do Partido Socialista, em articulação com a estrutura concelhia, e contou com a participação de diversos dirigentes ligados à agricultura. Neste encontro participaram cerca de 80 pessoas de diversos quadrantes políticos e foram debatidas as questões ligadas ao próximo Quadro Comunitário de Apoio. O Eurodeputado Capoulas Santos, autor do relatório aprovado pelo Parlamento Europeu sobre a Reforma da PAC, está diretamente envolvido nas negociações e anunciou diversas propostas que têm como objetivo ajudar novos empresários agrícolas a instalarem-se, nomeadamente aqueles que o mercado laboral tem vindo a rejeitar e que estão no desemprego. Para além destas medidas, que apoiam diretamente novos empresários, Capoulas Santos anunciou também que a União Europeia está preocupada com a postura das seguradoras que “estão de costas voltadas para os agricultores, pelo que os seguros acabam por se tornam ineficazes. Neste momento a questão que está em cima da mesa é se se deve continuar a financiar seguros, ou se se devem privilegiar os fundos mútuos”. O deputado António Serrano sublinhou a necessidade de fortalecimento das estruturas representativas dos agricultores, nomeadamente através da sua profissionalização. Para o ex-Ministro da Agricultura, “não faz sentido termos uma pulverização de organizações, é preciso reforçar a capacidade negocial dos produtores através de estruturas fortes e dinâmicas”. António Serrano sublinhou que “só desta forma o sector conseguirá negociar com a distribuição em pé de igualdade”. Em termos de ajudas comunitárias, ficou o alerta de que vão ser reduzidas. Por um lado, há uma pressão de redução de 10% do orçamento comunitário, que se traduzirá num corte de cerca de 6 mil milhões de euros para o sector agrícola. Por outro lado, há o fator “alargamento”, com novos países, em situação mais débil, a absorverem parte da fatia orçamental da PAC. Em termos líquidos, nesta altura, há 6 países que são contribuintes líquidos da PAC para 21 países que recebem ajuda. Portugal é um dos que recebem ajuda. Esta iniciativa da Federação Socialista de Santarém insere-se num programa de iniciativas sectoriais que estão a ser levadas a cabo, como forma de identificar problemas, mas também de procurar soluções e de trazer respostas. António Gameiro, Presidente da Federação, lembrou que “o sector agro-alimentar é um sector estratégico para o nosso país e o Ribatejo está no coração desse sector. Além de produzir grande parte do que se consome em Portugal, o Ribatejo exporta, o que transforma a região num ponto igualmente estratégico para a economia. Por todas estas razões, o PS está atento às necessidades dos empresários agrícolas, com a certeza de que está ao serviço dos interesses do país, a defender a economia nacional, os consumidores e os produtores.” melhor hospedagem site

Selva em vez de País


Passos Coelho tem um novo desígnio: pretende "refundar o programa de ajustamento".
Preparou-se para brilhar nas jornadas parlamentares, leu apressadamente umas coisas de almanaque, trocou meia dúzia de larachas com os conselheiros do costume e saiu-se com esta da refundação – conceito tão vago quanto atroador. Trata-se de reformar o Estado, tirando-lhe as ‘gorduras’ desnecessárias que só consomem dinheiro? Ou quer o primeiro--ministro um Estado isento de funções sociais – sem Serviço Nacional de Saúde e sem Segurança Social? Passos Coelho, o ‘Refundador’, cisma com uma selva em vez de um País – onde só os ricos têm direito à saúde e à velhice.
Fonte.CM 

Enviado por um leitor

Portugal perde cerca de 650 mil postos de trabalho



 A economia portuguesa deve perder cerca de 650 mil postos de trabalho entre 2008 e 2013, estima o Conselho Económico e Social (CES).

De acordo com previsões do CES, Portugal vai perder, entre 2008 e 2013, cerca de 650 mil postos de trabalho, 428 mil dos quais desde que o país pediu ajuda externa.

OPINIÃO DE UM COMENTARISTA: “Ou não há sentido de responsabilidade ou são uns trapalhões”



Depois dos comunistas terem ganho as últimas eleições autárquicas e terem recebido como “prémio “ as “Obras de Restauração da Casa Museu dos Patudos” uma obra que consideram como “sua” porque tiveram de dar andamento às obras vindas do mandato de Vanda Nunes  acusaram a ex-presidente de irresponsável porque começou a fazer uma obra sem o visto do Tribunal de Contos.
Uma “guerra” que o executivo da CDU criou e declarou contra o mandato de Vanda Nunes.
De tal forma desprestigiante para a autarca que foi “culpada” pela interrupção do projecto onde os socialista foram acusados até de "irresponsáveis” porque não se compreendia como é que uma presidente de Câmara teve a ousadia de iniciar obras de valor avultado sem estar aprovado o projecto quando legalmente só o deveria fazer após ter recebido a confirmação do tal “visto” e da aprovação das respectivas verbas.
Leio ainda neste jornal se “a comparticipação do QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional) não for disponibilizada a tempo e horas a Câmara de Alpiarça pondera avançar com a obra dos arranjos exteriores do edifício dos Paços do concelho no início do próximo ano por conta própria” mesmo não havendo ainda  a concessão do visto (TC) para a empreitada, o que tem atrasado as datas inicialmente previstas.
Vamos lá compreender esta gente?
Como não chegasse:
Era Rosa do Céu presidente da Câmara quando entendeu retirar a concessão do pavilhão da Alpiagra ao Partido Comunista fazendo  com que este partido levasse a Câmara a Tribunal com o argumento de que o pavilhão era sua pertença causando até  uma manifestação com um abaixo-assinado.
O certo é que com esta "tempestade do PCP" nunca o pavilhão lhe  foi retirado como nunca entregou as chaves à Câmara.
Acusaram os socialistas de tudo e mais alguma coisa até de: quererem usurparem aos comunistas aquilo que foi construído pelos militantes, o pavilhão.
Agora surge o próprio executivo da CDU com uma proposta para retirar a concessão do pavilhão da feira à CDU.
É difícil compreender este tipo de gente que não tem ética nenhuma e muito menos quaisquer princípios. 
Meteram a autarquia (socialista) em Tribunal porque queriam que a Câmara não lhes retirasse aquilo que consideravam seu para agora ser o próprio executivo da CDU a pretender de volta o pavilhão para a Câmara.
 Isto não faz sentido nenhum e  não é compreensível a proposta apresentada pela CDU.
Ou esta gente não tem sentido de responsabilidade ou são uns trapalhões. Fincaram o pé contra o executivo socialista para agora fazerem o mesmo.
Mas quem compreende esta gente?
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