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LEIA O ÚLTIMO MEMORANDO DA CÂMARA E FIQUE A SABER TUDO SOBRE O ‘LEGADO ÁLVARO DA SILVA SIMÕES”

Memorando sobre a situação dos terrenos rústicos do Legado Engº Álvaro da Silva Simões

PROPOSTAS DO VEREADOR DO TPA ESPERAM POR MELHORES DIAS ‘DENTRO DA GAVETA’

Uma situação que não agrada ao representante do TPA já que o executivo da CDU não tem em consideração. A continuar esta ‘impasse’ o vereador pondera tomar “outras medidas” contra o executivo de forma a que nada fique no esquecimento e muito menos que possa a vir a ser acusado de não apresentar propostas. Propostas do Vereador do TPA à espera de 'melhores dias'

MÁRIO PEREIRA ACABA DE TRAMAR O PS

E da eventual oposição interna, pois aquilo que ele apelida de ’trocas e baldrocas’ feitas pelo PS, sem que ele depois tenha feito a afectação devida, MAIS UM GOLPE DE GÉNIO. "Memorando sobre a situação dos terrenos rústicos d...":

DELIBERAÇÕES DA ÚLTIMA SESSÃO ORDINÁRIA DA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA

Assembleia de Freguesia de Alpiarça

ESTOU MUITO DESILUDIDO E PREOCUPADO COM A MANEIRA COMO OS POLÍTICOS ESTÃO A CONDUZIR ALPIARÇA

Sou um leitor assíduo deste jornal e não assíduo nos actos eleitorais. Melhor dizendo, sou um abstencionista que não vota há muitos anos por ter perdido a confiança nos políticos. O que vou lendo por aqui só vem reforçar ainda mais a minha tomada de atitude. Vamos vendo e ouvindo os políticos e vamos chegando à conclusão que todos eles têm mais buracos que uma flauta alentejana e, no fundo, só querem é tacho. Tacho para eles e para os seus correligionários e amigos que vão enchendo a câmara e contornando a própria lei que impõe a contenção de funcionários públicos. A área do município é a mesma de há cem anos. A população diminuiu e os funcionários da autarquia aumentaram assustadoramente. A independência do Jornal Alpiarcense

PELOS VISTOS FOI MAIS UMA ARGOLADA DO PS

A questão que se põe é que não se trocou A por B, ou seja uma propriedade por outra propriedade. A permuta foi feita entre seis propriedades. A Câmara cedeu o Vale da Cigana mais dois prédios no Capitão-mor e recebeu três prédios: dois na quinta de S. João e um no alqueve. Portanto a troca não foi A por B. Não queiram atirar com areia para os olhos e sacudir a água do capote. Ora o problema é que as propriedades têm valores diferentes "ESCLARECIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALPIARÇA":

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ALPIARÇA, CONCELHO CENTENÁRIO 1914-2014
BIBLIOTECA MUNICIPAL DE ALPIARÇA
25º ANIVERSÁRIO

sábado, 19 de Abril de 2014

Propostas do Vereador do TPA à espera de 'melhores dias'


O vereador do TPA/PSD criticou na última reunião de Câmara o executivo da CDU por não ter em consideração os “requerimentos que apresenta”  visto que nem sequer são levados às reuniões da Cãmara  para discussão.
Mostrando interesse pelo desenvolvimento de Alpiarça, nomeadamente para com as hortas comunitárias que começam a surgir em muitos dos concelhos da região e que JA noticiou em devido tempo, Francisco Cunha também se mostrou desapontado com a falta de interesse quanto às suas propostas apresentadas ao longo de várias reuniões que nem sequer são trazidas para cima da mesa de forma a poderem ser  discutidas.
Uma situação que não agrada ao representante do TPA  porque o executivo da CDU não tem qualquer  consideração pelo seu trabalho.
A continuar esta ‘impasse’  o vereador pondera tomar “outras medidas” contra o executivo de forma a que nada fique no esquecimento e muito menos para que possa a vir a  ser acusado  futuramente de não  apresentar quaisquer  propostas ou requerimentos.
«Foto: CMA»

3.º ENCONTRO DE FOLCLORE ALBANDEIO

Dia 20 de Abril


15H00 na Praça José Pinhão
Actuação de 5 Grupos
«CMA»

25º Aniversário da Biblioteca

GRITOS MUDOS
Uma Banda de jovens de Alpiarça que merece ser escutada. Se gostas de música, vem partilhar o som dos "Gritos Mudos" connosco.
«CMA»

VIDEO: Reunião da Câmara Municipal de Alpiarça de 16-04-2014

«CMA»

Apresentação dos 'IV Jogos Florais de Alpiarça'

No dia 23 de abril serão as comemorações do 25º Aniversário da Biblioteca Municipal, do 7º Aniversário do Novo Espaço e também do Dia Mundial do Livro.

Como tal, serão realizadas diversas atividades na nossa Biblioteca, entre elas a Apresentação dos ‘IV Jogos Florais de Alpiarça’, pelas 18h00.
Esta atividade tem como objetivo criar e/ou consolidar hábitos de leitura e escrita, assim como estimular e incentivar a criatividade dos participantes. As modalidades para realização desta atividade são a fotografia, a pintura e a poesia e o tema das suas criações é livre (tendo em conta que as fotografias terão que ser ilustrativas do Concelho de Alpiarça).
«CMA»

PROVA DE TIRO COM ARCO


ALPIARÇA – CONCELHO CENTENÁRIO 1914-2014

PROVA DE TIRO COM ARCO


Integrado nas comemorações do centenário do concelho de alpiarça decorreu no passado dia 13 de Abril, no Estádio Municipal Dr. Raul José das Neves, a 2ª prova do Campeonato Nacional de campo de tiro com arco.


Esta prova contou com uma participação elevada: 96 arqueiros, representando clubes vindos de vários pontos do país de norte a sul, entre os quais os representantes do Clube Desportivo "Os Águias" de Alpiarça.


O CD Os Águias conseguiu vários resultados de relevo, sendo de destacar os resultados em Arco Recurvo com 2º lugar por equipas em Sénior Homens, com equipa composta por Marco Rosa, Carlos Resende e Filipe Augusto; 3º lugar individual em Cadetes Homens por Nuno Ribeiro; 4º lugar individual em Sénior Senhoras para Polina Gankina e o 2º lugar individual em Sénior Homens para Marco Rosa.


Esta prova veio engrandecer ainda mais as comemorações do centenário de Alpiarça, apostando na diversidade da prática desportiva e nas diferentes valências que a utilização das infraestruturas desportivas permitem. Recuperou ainda para o concelho a realização de provas de uma modalidade que tem tido expressão nas últimas três décadas em Alpiarça.

«CMA»

Conferência «A iconografia ligada à música e às memórias musicais»


No passado dia 16 Abril, no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, realizou-se mais uma conferência do Ciclo Uma Peça da Colecção Comentada por... desta feita as memórias musicais da Casa dos Patudos.

A Conferência foi dinamizada pela Professora Doutora Luzia Rocha, professora da Universidade Lusíada de Lisboa e Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Na Conferência «A iconografia ligada à música e às memórias musicais» foram apresentadas várias das partituras existentes no espólio do Arquivo Histórico da Casa dos Patudos, demonstrando o ambiente cultural que aqui se viveu no início do século XX.
José Relvas era um apaixonado pela música, tocou violino em publico em diversos concertos, coleccionou pautas musicais e rolos de pianola, apoiou músicos portugueses e patrocinou a vinda a Portugal de músicos estrangeiros, fez questão de dar à musica um lugar de destaque no seu quotidiano e um lugar de honra nos serões da sua casa.
«CMA»

TC multou partidos em 2,26 milhões de euros por irregularidades nas contas entre 2005 e 2009

O Tribunal Constitucional (TC) multou partidos em 2,26 milhões de euros por irregularidades nas contas entre 2005 e 2009, sendo o PSD quem tem a conta mais pesada, com coimas acumuladas de 420 mil euros. O PS chega aos 388 mil e o CDS a 344 mil, avança hoje o Público.
O jornal acrescenta que houve partidos que pediram ao TC para pagarem as multas em prestações. As coimas são decididas pelo Ministério Público (MP), depois de o Tribunal Constitucional (TC) identificar as prevaricações.
O problema é transversal à maioria dos partidos e as contas anuais e as contas das campanhas eleitorais entre 2005 e 2009 deram origem a coimas por ilegalidades e irregularidades.
As irregularidades detectadas pela Entidade das Contas e Financiamentos Políticos às contas dos partidos entre 2005 e 2008 levaram à aplicação de coimas num total de 1,48 milhões de euros. Já houve também decisão sobre a falta de entrega de contas dos anos de 2009 a 2011, que resultou num total de 88.500 euros.
A isso somam-se os cerca de 700 mil euros de coimas pelas campanhas das legislativas de 2005 e 2009, das europeias de 2009, das autárquicas de 2005, das autárquicas intercalares de 2006, 2007, 2008 e de Lisboa em 2007, assim como as eleições para as assembleias regionais da Madeira de 2007 e dos Açores de 2008, escreve o Público.
«Lusa»

sexta-feira, 18 de Abril de 2014

Assembleia de Freguesia de Alpiarça

Informação



A Assembleia de Freguesia de Alpiarça reuniu em Sessão Ordinária a 17 de Abril p.p., com início pelas 21H10, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

Ponto 1. – Apresentação escrita da presidente da Junta de Freguesia acerca da actividade da Junta e da sua situação financeira, nos termos da al. f) do nº 1 do artigo 2º do Regimento da Assembleia de Freguesia de Alpiarça;

Ponto 2. – Discussão e votação do regimento da Assembleia de Freguesia de Alpiarça;

Ponto 3. – Discussão e votação do Relatório de Actividades e Conta de Gerência do ano 2013;

Ponto 4. – Discussão e votação da proposta de contrato interadministrativo entre a Câmara Municipal de Alpiarça e a Junta de Freguesia de Alpiarça;

Ponto 5. – Discussão e votação da proposta de acordo de execução entre a Câmara Municipal de Alpiarça e a Junta de Freguesia de Alpiarça;

Ponto 6. – Autorização para abertura de concurso de admissão de um funcionário (coveiro) a termo certo, estando presentes os seus treze membros (7 pela CDU; 3 pelo PS e os restantes 3 pela coligação TPA)

Antes da Ordem do Dia

foram aprovadas por unanimidade saudações ao Município de Alpiarça pelo seu 1º centenário (proposto pelo Presidente da Assembleia de Freguesia) e ao 1º de Maio (proposto pela CDU – PCP/PEV) e moções sobre “o 25 de Abril e o 1º de Maio”, proposta pelo PS e sobre os “40 anos do 25 de Abril de 1974”, proposta pela CDU.

Já na Ordem do Dia, 

a proposta de “Regimento da Assembleia de Freguesia de Alpiarça”, foi aprovada por unanimidade;
o Relatório de Actividades e Conta de Gerência do ano 2013 foi aprovado por maioria, com a abstenção dos eleitos pela coligação TPA (PSD/MPT);
a proposta de contrato interadministrativo entre a Câmara Municipal de Alpiarça e a Junta de Freguesia de Alpiarça, foi aprovada por maioria, com a abstenção dos eleitos pela coligação TPA;
 a proposta de acordo de execução entre a Câmara Municipal de Alpiarça e a Junta de Freguesia de Alpiarça foi aprovada por maioria, com a abstenção dos eleitos pela coligação TPA e a autorização para abertura de concurso de admissão de um funcionário (coveiro) a termo certo foi aprovada por unanimidade.

O Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia

  (Ricardo Manuel A. Hipólito)

EXPOSIÇÃO "O TRABALHO"


ALPIARÇA, CONCELHO CENTENÁRIO 1914-2014
EXPOSIÇÃO "O TRABALHO"


Aumento dos descontos para a ADSE aprovado em votação final global pela maioria


A maioria PSD/CDS-PP aprovou ontem em votação final global a proposta de lei do Governo que mantém inalterado o aumento dos descontos para a ADSE de 2,5% para 3,5% e que foi vetada pelo Presidente da República.
Todas as bancadas da oposição - PS, PCP, BE e PEV - votaram contra o texto final do diploma.
O PCP tinha apresentado um requerimento de alocação para votação na especialidade em plenário de eliminação de dois artigos e aditamento de um outro, mas o pedido foi ´chumbado' pela maioria PSD/CDS-PP.
A proposta de lei do executivo tinha sido aprovada na generalidade a 21 de março, também só com os votos dos sociais-democratas e democratas-cristãos.
Uma semana antes, o Governo tinha aprovado, em Conselho de Ministros, o envio para a Assembleia da República do diploma que altera o valor dos descontos a efetuar para os subsistemas de proteção social no âmbito dos cuidados de saúde, concretamente da Direção-Geral de Proteção Social aos Trabalhadores em Funções Públicas (ADSE), dos Serviços de Assistência na Doença (SAD) e da Assistência na Doença aos Militares das Forças Armadas (ADM).
A devolução do diploma inicial do Governo sem promulgação, que foi feita a 11 de março, é justificada em nota então publicada na página da Presidência da República com o facto de terem existido "sérias dúvidas" relativamente à necessidade de "aumentar as contribuições dos 2,5% para 3,5%, para conseguir o objetivo pretendido".
O aumento dos descontos para estes subsistemas de saúde foi uma das medidas adotadas pelo Governo para fazer face ao chumbo do Tribunal Constitucional aos cortes nas pensões em pagamento pela Caixa Geral de Aposentações de forma a assegurar o cumprimento da meta do défice estabelecida para 2014: 4%.
Esta subida dos descontos poderá render aos cofres do Estado até 160 milhões de euros.
«Lusa»

HAJA festa, pois!

Quem diria que  Francisco Madeira Lopes (foto), o advogado da Câmara Municipal de Alpiarça é um grande guitarrista.  Foi visto a tocar na “Festa da Associação José Afonso de Santarém” noticia o semanário ‘O Ribatejo. AJA festa, pois!

Memorando sobre a situação dos terrenos rústicos do Legado Engº Álvaro da Silva Simões


Memorando sobre a situação dos terrenos rústicos do Legado Engº Álvaro da Silva Simões


- Em 11 de Abril de 2008, a Direcção da Agroalpiarça CIPRL, representada pelo Presidente José Carlos Ferreirinha (também vereador eleito pelo PS), apresentou um documento de proposta de permuta de terrenos, de forma a que a Agroalpiarça, CIPRL, pudesse satisfazer os seu compromissos junto de entidades bancárias e proceder à alienação de património.

- Em 18 de Abril de 2008, foi presente em reunião de Câmara a proposta de permuta de terrenos, agendada pelo Presidente da Câmara, Joaquim Rosa do Céu (PS), composto pelos seguintes terrenos:
- Da Agroalpiarça; que passaram para a Câmara Municipal:
- Alqueve com 10,52ha, com o valor de 189.360,00€
- Quinta de São João com 12,50ha, com o valor de 225.000,00€
- Quinta de São João 0,98ha, com o valor de 12.740,00€
com o valor total de 427.100,00€

- da Câmara que passaram para a Agroalpiarça
- Capitão Mor – 4,328ha, com o valor de 64.920,00€
- Capitão Mor – 5,92ha, com o valor de 88.800,00€
- Vale da Cigana – 22,77ha, com o valor de 273.240,00€
com um total de 426.960,00€.

Nota: Na sequência da Permuta, estes terrenos (Capitão Mor com 4,328ha e Capitão Mor com 5,392ha), foram vendidos pela Agroalpiarça CIPRL à Agro Raposos.
O Terreno do Vale da Cigana foi hipotecado ao BES.
OS TERRENOS QUE PASSARAM PARA A POSSE DA CÂMARA NA SEQUÊNCIA DA PERMUTA – ALQUEVE; QUINTA DE S. JOÃO – CONTINUAM A FAZER PARTE INTEGRANTE DO PATRIMÓNIO MUNICIPAL E ESTÃO A SER EXPLORADOS PELA AGROALPIARÇA CIPRL.

- Nessa reunião de Câmara de 18 de Abril de 2008, presidida por Joaquim Rosa do Céu, estiveram presentes os vereadores José Carlos Ferreirinha, Vanda Nunes (vereadores do PS), Mário Pereira e Mário Peixinho (vereadores da CDU). Foi aprovado a permuta, com os votos a favor do presidente e dos vereadores do PS, e 2 abstenções dos vereadores Mário Pereira e Mário Peixinho, da CDU.

- O assunto esteve presente na Assembleia Municipal de 29 de Abril de 2008, tendo a seguinte votação:
- Aprovado por maioria com os 8 votos a favor, do PS, 6 Abstenções da CDU e 1 voto contra de João de Brito .

Em 23 de Outubro de 2008, em virtude do terreno do Vale da Cigana não se encontrar registado, foi feita uma escritura de justificação.

Em 15 de Dezembro de 2008, foi publicitada a escritura de justificação e em 22 de Janeiro de 2009, foi feito o registo definitivo a favor do Município de Alpiarça.

Em trinta de Setembro de 2009, sendo Presidente do Município a Dr. Vanda Nunes (eleita pelo PS) é feita a escritura definitiva da Permuta dos terrenos.

Na consulta a todos os documentos e deliberações da Câmara e Assembleia Municipal, não consta a afectação de qualquer um dos prédios permutados, agora propriedade da Câmara, a qualquer legado, não havendo, por isso, sem uma expressa deliberação da Câmara Municipal aprovada pela Assembleia Municipal, possibilidade de os afectar.

Mais de 20 importadores estrangeiros do setor agro-alimentar em negócios no Ribatejo




O AgroCluster Ribatejo, com o apoio da NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém, organiza o primeiro AGRIBUSINESS, Encontro Internacional de Negócios do setor agro-alimentar. Vai decorrer entre 28 e 30 de abril em Santarém, no CNEMA. A iniciativa traz a Portugal mais de 20 importadores estrangeiros de oito países (Holanda, Dinamarca, Reino Unido, Luxemburgo, Alemanha, Polónia, Emirados Árabes Unidos e Brasil) e reúne 100 empresas nacionais e internacionais no Ribatejo. Estão previstas mais de 250 reuniões de negócios.
“A primeira edição do AGRIBUSINESS materializa um objetivo que o AgroCluster Ribatejo tem desde a sua criação: organizar um encontro internacional na região que proporcione efetivas oportunidades de negócios e que sente à mesma mesa empresas portuguesas e estrangeiras do setor agro-alimentar, vindas de vários pontos do mundo. Este evento enquadra-se numa das principais missões do cluster, que passa por promover a internacionalização das empresas e dos produtos da região, assim como a sua exportação. É também uma oportunidade para mostrar os resultados do trabalho realizado ao nível da inovação, investigação e desenvolvimento”, afirma Carlos Lopes de Sousa, Presidente do AgroCluster Ribatejo. 
O AGRIBUSINESS 2014 tem como objetivos principais a realização de negócios entre os empresários da fileira agro-alimentar da região do Ribatejo e os empresários estrangeiros presentes e promover a internacionalização das empresas e dos produtos da Região, assim como a sua exportação.
Entre os produtos mais procurados estão o azeite, vinagres, molhos e condimentos, frutas e vegetais frescos, conservas de vegetais, arroz, vinho, charcutaria e presunto, queijo e doces regionais.
Mais de 20 importadores estrangeiros já confirmaram presença, vindos da Holanda, Dinamarca, Reino Unido, Luxemburgo, Alemanha, Polónia, Emirados Árabes Unidos e Brasil. No total, mais de 100 empresas nacionais e internacionais vão participar no AGRIBUSINESS 2014, para o qual estão previstas mais de 250 reuniões de negócios.
O AGRIBUSINESS 2014 é um projeto co-financiado pelo INALENTEJO, União Europeia, Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional. É organizado pelo AgroCluster Ribatejo e conta com o apoio da NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém.
Sobre o Agrocluster Ribatejo
O Agrocluster Ribatejo foi criado e constituído em 2009 pela NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém. Conta com 108 empresas associadas (30 das quais são fundadoras), responsáveis por um volume de negócios de 1900 milhões de euros, dos quais 500 milhões em exportações, e emprega 9 mil pessoas. Depois de expandir a sua ação para a região do Oeste, abarca agora 63% da área agrícola de Portugal.
É reconhecido pelo Governo Português como Estratégia de Eficiência Coletiva e foi galardoado pela “European Cluster Managers’ Club” com o selo de bronze, num projeto criado pela Comissão Europeia para a promoção da gestão de excelência nos clusters.
Tem como objetivo promover a colaboração e a cooperação entre as empresas e entidades relacionadas com o setor agroindustrial, encorajando a reestruturação competitiva do setor e assegurando uma ampla participação nos circuitos comerciais, nacionais e internacionais.

EDITAL da Assembleia Municipal de Alpiarça


Assembleia Municipal de Alpiarça reúne ordinariamente no próximo dia 30 de Abril, pelas 20h30, no Auditório dos Paços do Município


EDITAL

--Fernando Rodrigues Louro, Presidente da Assembleia Municipal de Alpiarça, torna público de acordo com as disposições legais aplicáveis que, no próximo dia 30 de Abril de 2014, pelas 20H30, no auditório da Câmara Municipal de Alpiarça, terá lugar uma Sessão Ordinária deste Órgão Deliberativo, com a seguinte ordem de trabalhos: 

Ponto 1 - informação escrita do Sr. Presidente da Câmara Municipal, acerca da atividade do Município e da sua situação financeira, ao abrigo da alínea c) do n.º 2 do art.º 25 da lei n.º 75 de 2013 de 12 de setembro.

Ponto 2 - Apreciação, votacão e aprovação da Prestação de Contas do ano 2013, Relatório de Gestão, Anexo do Relatório de Contas do PSF. Relatório de execução anual de Prevenção de Riscos de Gestão, Incluindo os de Corrupção e infrações Conexas anexo ao Relatório de Contas

Ponto 3 - Apreciação e votação das alterações ao Regimento da Assembleia Municipal

Ponto 4 -Tomada de Posse das entidades e cidadãos de reconhecida idoneidade para o Conselho Municipal de Segurança

Ponto 5 - Apreciação, votação e autorização do Acordo de Execução para a Delegação Legal de Competências da Câmara Municipal de Alpiarça na Junta de Freguesia de Alpiarça ao abrigo da alínea e) e f) do n.º 1 do art.º 132º da lei n.º 75/2013 de 12 de Setembro

Ponto 6 - Apreciação, votação e autorização do Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências da Câmara Municipal de Alpiarça na Junta de Freguesa de Alpiarça, ao abrigo do art.º 131.º da Lei n.º 75/2013 de 12 de Setembro

Ponto 7 - Apreciação e votação da Nomeação do auditor externo responsável pela certificação legal de contas do Município de Alpiarça para os anos 2014, 2015 e 2016 nos termos da lei 73/2013, de 3 de Setembro

Tomada de posse do membro da bancada do PS na Assembleia de Freguesia

A tomada de posse do membro da bancada do PS na Assembleia de Freguesia de Alpiarça, Nilton Arsénio

Foto e texto de Miguel Sá Pereira

Portugal em primeiro lugar na execução dos fundos comunitários QREN


Portugal apresenta uma primeira posição bem destacada à escala europeia para o total de fundos comunitários, considerando a percentagem de pagamentos intermédios efetuados aos 27 Estados-membros, tendo recebido da Comissão Europeia 72,6% da dotação programada para o período 2007-2013 (cerca de 17 pontos percentuais acima da média da UE 27).

Segundo informação da DG Budget - Direção Geral do Orçamento da Comissão Europeia, reportada a 28 de fevereiro de 2014, do montante de 189.372 M€ de reembolsos de pedidos de pagamentos intermédios efetuados pela CE aos Estados-membros (exceto os Programas de Cooperação Territorial Europeia), 15.542 M€ destinaram-se a Portugal (8,2%), sendo 5.232 M€ de FSE – Fundo Social Europeu e 10.310 M€ de FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional e Fundo de Coesão.

Numa análise por Fundos a título de pagamentos intermédios no âmbito dos respetivos QREN – Quadros de Referência Estratégicos Nacionais, constata-se o destaque de Portugal a nível europeu:

Os pagamentos intermédios executados no FSE (5.232 M€) representam 76,3% da dotação FSE reprogramada no QREN para 2007-2013 (6.853,4 M€), bem acima da média europeia verificada no FSE de 59,7%;

Os pagamentos intermédios executados no FEDER e Fundo de Coesão (10.310 M€) representam 70,8% da dotação destes Fundos reprogramada no QREN (14.558,2 M€) acima da média europeia de 54,8% para o conjunto destes dois Fundos.

Em termos absolutos, Portugal continua no grupo dos 4 países com maiores volumes de transferências totais da CE, juntamente com a Polónia (40.933 M€), a Espanha (19.406 M€) e a Alemanha (16.983 M€).

«IFDR»

quinta-feira, 17 de Abril de 2014

A independência do Jornal Alpiarcense

Por: António Centeio
Acusar este jornal de estar ao serviço do PCP/CDU (VIDEO: Reunião de Câmara de 21-03-2014) só pode ser pura leviandade porque o que nos orgulha como a quem com o mesmo colabora é a liberdade de opinião que praticamos.
Está bem patente nas várias crónicas aqui publicadas ao longo da existência do Jornal Alpiarcense que não pertencemos a nenhum partido e que tanto elogiamos como criticamos quem faz parte do poder autárquico.
Dizer em reunião de Câmara que o JA é uma espécie da pombo-correio da CDU só desacredita quem faz tais afirmações.
E hoje, dia 17 de Abril, por causa das ‘trocas e baldrocas’ do TPA e do comunicado de autoria de João Pedro Céu como do esclarecimento prestado a este jornal por um responsável da Câmara o blogue anónimo  do ‘Todos Por Alpiarça’ cuja responsabilidade de gestão é do vereador Francisco Cunha, afirma o seguinte:  
…Lê-se num blog  que desempenha o papel de porta voz do PCP/CDU o seguinte….”
Claro que o TPA e respectivo vereador está a acusar que o Jornal Alpiarcense está ao serviço do PCP/CDU.
Estão totalmente enganados porquanto este jornal é tanto o porta voz do PCP-CDU como foi do TPA quando o então candidato Francisco Cunha nos pedia ajuda para ganhar as eleições e nunca o fizemos nem faremos porque a nossa independência não tem preço algum.
A única verdade que existe é que o executivo da CDU sabendo da nossa independência e por saber que este jornal é uma referência a nível de informação local   concede-nos  informação e noticias sempre em cima do acontecimento’ para que possamos estar actualizados e podermos informar os leitores a todo o momento.
Daqui a desempenharmos  o papel de porta voz do PCP/CDU há uma grande diferença porque não o somos e muito menos  serviremos de ‘trampolim’ para o TPA ou de quem quer que seja
Se não aceitássemos a colaboração que nos é enviada reconhecemos que teríamos dificuldades em arranjar notícias diárias sobre Alpiarça já que a nossa terra não é um manancial de acontecimentos e muito menos se parece com Lisboa onde a todo os segundos acontece algo que dá para sustentar diariamente os grandes órgãos de informação.
Mas daqui a desempenharmos o papel de porta voz do PCP/CDU há uma grande diferença porque não o somos como nunca o seremos e muito menos serviremos ‘trampolim’ para o TPA.
Se há alguma vaidade naquilo que fazemos é sermos independentes de quem quer que seja e não estarmos para agradar a quem não tem credibilidade politica  alguma.
No entanto reconhecemos que muitas crónicas aqui publicadas não são de agrado de quem é visado, neste caso do Vereador Francisco Cunha
É normal que assim seja!
Agora desculparem-se da sua inoperância e incapacidade politica com o argumento que estamos ao serviço da CDU apenas nos resta dizer que mais não passa do que um argumento esfarrapado porque não abdicamos da nossa independência e não nos vendemos, por preço algum, a quem quer que seja.
Quando os políticos falham nas suas directivas ou são colocados em causa gostam muito de culpar os outros.
Jornal Alpiarcense continuará a ser um órgão de informação independente a noticiar a verdade como a opinar a favor ou contra de quem quer que seja.
São estes os nossos princípios e deles não abdicamos a preço algum.
Como nota final, aconselhamos o TPA e o seu vereador a não nos incluir futuramente  nas suas trapalhadas politicas e muito menos nas suas guerras caso contrário poderão surgir alguns ‘amargos de boca’ porque em caso de não termos noticias locais podemos mudar a nossa estratégia em termos noticiosos e começarmos a ‘escarrapachar’ noticias que temos em carteira e que poderá incomodar muita gente.
Não o fazemos, por enquanto, porque nesta ‘casa’ respeitamos a vida pessoal de cada um e não misturamos assuntos pessoais com noticias o que não isenta que não sejam noticias.
Esperamos que nos tenhamos feito compreender e que este ‘escrito’ seja entendido como um ‘recado’ porque é precisamente um ‘recado’ que estamos a dar.
Guerras politicas e trapalhadas é com os partidos e com os vereadores da oposição.
Agora não usem o nome deste jornal e não o intitulem de porta voz de quem quer que seja porque não alimentamos tais coisas.
‘Cada macaco no seu galho’!
O TPA e seu vereador que faça o que quiser mas que não nos rotule daquilo que não somos nem seremos e se pensa que este jornal está ao serviço do PCP/CDU está muito enganado ou já se esqueceu de certas coisas?
Ficamos por aqui e que não volte a acontecer algo do género.
Que tal rotulagem não volte a ser usada e muito menos quem trabalha neste jornal seja acusado de estar ao serviço do PCP/CDU ou de quem quer que seja.
Se voltar a acontecer garantimos que iremos mexer no fundo do baú  e muita tinta vai correr para mostrar que aquilo que parece ser nem sempre é.
Se alguém precisa dos jornais são os políticos e não nós.
Como tal que cada um desempenhe o seu papel sem nenhum se imiscuir nos  campos opostos.
Que o TPA e Francisco Cunha caminhe pelas tortuosas encruzilhadas  da politica que escolheu mas que não se intrometa no nosso caminho porque não cedemos os nossos princípios por preço algum e muito menos quando nos ameaçam.
Assim seja e que não volte a acontecer!
Considere-se o assunto encerrado


Xadrez: Sorteio da 5ª Eliminatória (1/8) da Taça de Portugal


Ai está o sorteio da 5ª eliminatória (1/8) da Taça de Portugal !

A Casa do Xadrez de Alpiarça jogará com a equipa do Cine Clube de Torres Novas.

Será a segunda vez que nos defrontamos esta época. A primeira vez foi para o Camp. Nac. e empatámos. Está assim tudo em aberto ! 

Os 1/8 de final será disputado a 24 de Maio de 2014 numa sessão 'Concentrada' , com todas as equipas em prova.


5ª ELIMINATÓRIA (1/8) - Chess-Results


1CX Montemor-o-Velho/CTGA
-
GD Dias Ferreira 'A'1
1AAD-NXVSC
-
Profigaia / Esc. Profissional de Gaia1
1CX Colégio Português 'A'
-
Academia Xadrez Gaia 'A'1
1CR Estarreja
-
AA de Coimbra 'A'1
2FC Barreirense
-
Clube TAP2
2Clube EDP
-
Sporting Clube Portugal2
2Casa do Xadrez
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Cine Clube Torres Novas2
2C. Operário Desportivo
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ADRC Mata de Benfica2


Os 1/8 de Final realizam-se no dia 24 de maio, sendo que os 1/4 de Final disputam-se no dia imediatamente a seguir a 25 de maio, que serão realizados de forma concentrada em dois locais diferentes, Santo Tirso e Lisboa.
Os locais de jogo das duas Zonas ficam divididos da seguinte forma:
24 de maio de 2014
  • Santo Tirso (AX Porto) - Jogos 1 a 4
  • Lisboa (Sporting CP) - Jogos 5 a 8 
25 de maio de 2014
  • Santo Tirso (AX Porto) - Jogos 1 a 2
  • Lisboa (Sporting CP) - Jogos 3 a 4

Dados dos locais das Jornadas Concentradas:

Santo Tirso (AX Porto)
Junta Freguesia Santo Tirso
Avenida Sousa Cruz Nº 749
4780-365 Santo Tirso

Lisboa (Sporting CP)
Estádio José de Alvalade, Hall VIP, 2º piso
Rua Professor Fernando da Fonseca
1501-806 Lisboa



O sorteio foi realizado no dia 15 de Abril de 2014, às 19h00, no GX Alekhine.
No total são 8 jogos que farão parte destaronda de jogos para a Taça de Portugal por Equipas 2013/2014. 

No sorteio desta ronda já foram tidos em conta a ordenação dos jogos brancas/pretas nas eliminatórias anteriores.

O sorteio dos 1/4 de Final será realizado no final do dia 24 de maio após o final de todos os jogos.


Todos os detalhes dos 1/8s de final, no doc. da FPX:  Circular_CN_003-5_2013-2014 - Sorteio 1/8 - download

Por:Miguel Barriga
(Casa do Xadrez de Alpiarça) 

ESCLARECIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALPIARÇA


INFORMAÇÃO





Jornal Alpiarcense contactou um responsável da Câmara para que nos concedesse a informação sobre o ‘Legado Álvaro da Silva Simões’ levada à última reunião de Câmara (ontem).
De imediato foi-nos concedida a mesma como, segundo declarações  do mesmo responsável, ficamos também a  saber  o seguinte: “ quer a inclusão da propriedade no Centro Cívico, quer a permuta dos terrenos agrícolas com a Agroalpiarca, que esvaziaram o legado, foram decisões tomadas pelos executivos PS com a presidência de Joaquim Luís Rosa do  Ceu”.
Adiantou-nos ainda que toda esta polémica foi levantada, sem quaisquer argumentos, pelo vereador do TPA, Francisco Cunha e João Pedro Céu (filho do ex – presidente)  que “pegaram nisto para tentar atirar lama para cima da CDU” quando na verdade a CDU “não tem nada a haver com estas trocas e baldrocas”.
Mais uma vez, é este executivo (CDU) que terá de encontrar uma solução para um problema que outros causaram” finalizou o responsável.
Quanto à conclusão final caberá os cidadãos/municipes fazê-la já que as tais ‘trocas e baldrocas’ não são da responsabilidade da CDU.

Publicamos na íntegra a informação que nos foi disponibilizada:


O PATRIMÓNIO LEGADO PELO ENGº ÁLVARO DA SILVA SIMÕES ESTÁ NA POSSE DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALPIARÇA



1 – Em Março de 1939, fez testamento o Eng. Álvaro da Silva Simões tendo instituído legado a favor da Câmara Municipal de Alpiarça, transmitiu-lhe a propriedade dos seguintes bens:


a) “O casal do Carvalhal, com todos os seus fóros (sub-enfiteuses), e as propriedades anexas ditas do Telheiro e Cardigo”;


b) “O meu prazo da Rua José Relvas, nesta vila, e do qual é rendeiro Manuel José Coutinho e sub-rendeiro Adelino L. Martins”;

c) “as minhas duas vinhas das Cardeiras sitas no Campo desta vila”.

2 – Por consulta aos elementos que foram disponibilizados pelos serviços da autarquia, o legado em causa seria composto pelas seguintes propriedades:

a) PRÉDIO URBANO sito na Rua José Relvas, onde funcionaram (mediante contratos de arrendamento) os seguintes estabelecimentos comerciais: “PINHÃO & PINHÃO, Lda.” e antiga “CASA GARRIAPA”;

b) PROPRIEDADES AGRÍCOLAS:

i) Telheiro – 3 talhos de terra;
ii) Cardeira de Cima;
iii) Cardeira de Baixo;
iv) Vale da Cigana;

3 – No entanto, o Legado em causa encontra-se hoje “desfalcado” de duas dessas propriedades: o prédio urbano sito na Rua José Relvas e um prédio rústico designado Vale da Cigana.

4 – o referido PRÉDIO URBANO DO LEGADO FOI INTEGRADO NO PROJECTO DE REORDENAMENTO URBANÍSTICO DO CENTRO CÍVICO – é possível afirmá-lo com base nos estabelecimentos comerciais de que há notícia existirem nesse prédio urbano. Assim, as rendas que os mesmos produzissem a favor do Legado, perderam-se não tendo sido substituídas por outros rendimentos.

5 - O problema do “esvaziamento” parcial do legado do Eng. Álvaro Simões foi ainda causado pela PERMUTA DELIBERADA EM ABRIL DE 2008 DE PRÉDIOS RÚSTICOS ENTRE A CMA E A AGROALPIARÇA, por meio dos quais a autarquia cedeu 2 prédios sitos em “Capitão Mor” (artigos 9 – 88.800,00€ - e 10 – 64.920,00€ - da Secção 12) e um sito no “Vale da Cigana” (artigo 124 da Secção 32 – 273.240,00€) e recebeu da Cooperativa 2 prédios, sitos em “Quinta de São João” (artigo 12 da Secção 25 – 225.000,00€ - e artigo 1 da Secção 26 – 12.740,00€) e um sito em “Alqueve” (artigo 29 da Secção 26 – 189.360,00€).

6 - Pelo facto da escritura de permuta não ter estabelecido nenhuma correspectividade ou sinalagma entre os prédios permutados, por um lado, e pelo facto de todos os 6 prédios em causa na permuta apresentarem valores díspares, o que não ajudaria a eleger um novo prédio para assumir, no Legado em causa, o lugar do prédio sito no “Vale da Cigana”, verificou-se a retirada desse prédio do património afecto ao Legado;

7- Assim, TODO O PATRIMÓNIO DO LEGADO ÁLVARO DA SILVA SIMÕES CONTINUA A PERTENCER À CÂMARA MUNICIPAL DE ALPIARÇA; por via de decisões/deliberações dos órgãos do Município, tomadas em anteriores mandatos, o Legado não inclui, neste momento, propriedades afectas;

8 – Perante esta situação, a CMA está a preparar, do ponto de vista jurídico, uma proposta a apresentar à Assembleia Municipal, no sentido de encontrar um prédio equivalente (resultado da permuta de 2008) que seja incluído no Legado Álvaro da Silva Simões, substituindo os anteriormente existentes.

Alpiarça, 16 de Abril de 2014

OPINIÃO: Crescer muito cansa

Por:  Isabel Faria
Não cresci numa família católica. A minha mãe sempre foi católica, mas sempre foi a única lá em casa.

Não tenho, pois, muitas memórias desta semana…como não tivemos televisão até muito tarde nunca tive que ver as emissões continuas da Última Ceia e da Paixão de Cristo e só dávamos pela Páscoa lá em casa, antes do Domingo de Páscoa em que íamos almoçar a casa dos avós, porque a minha mãe não fazia carne na Sexta Feira Santa (ela não comia toda a semana…mas o meu pai e eu éramos demasiado ateus  e comilões  para tal sacrifício)  e porque a minha mãe não fazia limpezas, nem lavava roupa, nem ia à horta do nosso quintal, na Quinta feira à tarde e Sexta de manhã. E recordo ouvir histórias assustadoras sobre desgraças que tinham acontecido a quem pecara e apanhara uma couve ou caiara a parede de casa... Ouvia-as com um sorriso. …e o meu pai, perguntava, o que é que queres, coisas da tua mãe…Mas, pelo sim, pelo não, nunca ia apanhar couves naqueles dias…o que era óptimo para quem nunca teve muita queda para o trabalho do campo…

Lembro-me que um ano, não faço ideia quando mas deve ter sido já muito perto do 25 de Abril, talvez 72 ou 73, estavam os meus pais emigrados em França, entrei num coro da Igreja com amigas e colegas…mas, confesso que só me lembro dos rebuçados que o Padre nos dava para aclarar a voz, de ter estreado um macaco castanho de calções um bocado curto… e de me terem dito que aquilo não era próprio para cantar no coro da Igreja…apaixonadíssima pelo macaco, e um bocado teimosa, qualidade e defeito que mantive ao longo dos anos, decidi logo ali que ou ia com ele vestido ou acabava-se o meu momentos de participação em cerimónias religiosas…fui de macaco. A participação terminou na Segunda-feira a seguir à Páscoa…mas, ainda há muito pouco tempo, sabia cantar o Aleluia...com letra e tudo. E não era a do Leonard Cohen…era mesmo a que o padre nos tinha ensinado.

E da Páscoa ficaram cheiros. O cheiro ao frango corado e ao arroz de forno da avó Inês no Domingo (nunca mais houve nem haverá um arroz de forno assim!) e o cheiro às bolachinhas de manteiga da minha mãe. Ao Sábado já se podia trabalhar e eu sentava-me num banco de madeira com um buraquito ao meio, tinha que colocar os pés na trave de madeira porque não chegava ao chão e estava sempre a abanar os pés e a minha mãe dizia, nunca paras quieta rapariga, e enquanto falávamos da vida que, na altura, era a escola e mais as galinhas e os coelhos e o meu pai, fazia bolinhas que, cuidadosamente, colocava no tabuleiro…Não faço ideia porque tínhamos que comer bolachinhas de manteiga na Páscoa…mas tínhamos. Para mim foi sempre um dogma doce…e, por isso, inquestionável.

Até a minha mãe partir tivemos sempre as amêndoas e as bolachas de manteiga à nossa espera quando íamos a Alpiarça. Mas a vida há muito que me tinha tirado tempo para com ela fazer as bolinhas…Coisas parvas da vida. Quando, finalmente, crescemos para chegar com os pés ao chão e a nossa mãe não ralhar porque somos desinquietos…deixamos de ter tempo para com ela falar das galinhas e dos coelhos do quintal.

Depois, um dia, já não temos nem amêndoas nem bolachinhas de manteiga à nossa espera quando vamos à terra. E o frango corado sabe a tudo, menos  ao frango corado da nossa Páscoa de meninos.  Crescer muito cansa.