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Terraço para a lezíria ribatejana

Terraço para a lezíria ribatejana
CASA DOS PATUDOS - Museu de Alpiarça: Foto: CMA

SER “FACISTA” É AJUDAR O PAÍS A SAIR DA CRISE

Eu sofro-as, a minha mulher sofre-as de uma forma agravada.

Mas eram necessárias, nomeadamente privatizar muita porcaria de empresa pública que só dava prejuízo. Eram nossas? Há quem diga que sim, mas eu apenas tenho notado que os meus (nossos) impostos apenas tem servido para injectar o dinheiro que faz falta na educação ou na saúde e que alimentaram duas vertentes de "tachistas"; os ditos gestores políticos e as dezenas de dirigentes sindicais de costa direita. Ler mais em: Um "fascista de sete costados..."

O POVO ESTÁ FARTO DESTA “MALADRAGEM” SEM CARÁCTER QUE VENDE SONHOS E ILUSÕES HÁ MAIS DE QUARENTA ANOS, AO SOM DA CHULA BATIDA

Foram uma praga má, uma desgraça que se abateu sobre quem trabalha neste país secular, de gente honrada, chamado Portugal. O povo está farto desta gente! Desta “maladragem” sem carácter que vende sonhos e ilusões há mais de quarenta anos, ao som da chula batida " Ora agora viras tu, ora agora viro eu..." Quarenta anos depois de uma revolução que não foi cumprida, são muitos anos! É realmente tempo de termos juízo! E acreditem meus amigos, eu estive lá. Tenho por isso (ao contrário de muitos) toda a legitimidade de falar. Ler mais em: Realmente é tempo de termos juízo!

EXECUTIVO DA CDU AUMENTA O APOIO AOS ALUNOS E FAMÍLIAS COM MAIS NECESSIDADES

Num quadro financeiramente muito difícil para a autarquia, os valores aprovados traduzem uma opção clara em favor dos alunos e das famílias, sobretudo das que têm mais necessidade. Para o próximo ano lectivo, a Câmara de Alpiarça irá implementar a possibilidade de todos os alunos do Pré-escolar e 1º Ciclo do ensino básico, que pretendam, poderem usufruir de LANCHE – gratuito, para os alunos abrangidos pelo escalão A; 0,20€, para o escalão B; e 0,40€, para os restantes alunos. Ler: CÂMARA AUMENTOU LEQUE DE OFERTA AO NÍVEL DOS AUXÍLIOS ECONÓMICOS PARA A EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO PARA O ANO LECTIVO 2015/16

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sábado, 29 de agosto de 2015

Maioria das câmaras com impostos mais altos é socialista

Contas feitas aos impostos cobrados diretamente pelas câmaras, sobra uma conclusão: entre as que optam por cobrar as taxas de imposto mais altas, quer do IMI quer da derrama de IRC, a maioria é desde 2013 gerida por socialistas. Das câmaras que cobram IMI mais elevado (29), mais de metade (16) são do PS e, quanto à derrama do IRC, são 70 das 139 com derrama a 1,5%.
Neste lote de câmaras com impostos municipais mais elevados estão alguns dos bastiões socialistas: Portimão e Vila do Conde (nos dois impostos) ou Lisboa, Amadora, Guimarães, Leiria ou Odivelas (no caso da derrama do IRC). As taxas de imposto a aplicar são por norma decididas pelas autarquias na aprovação do Orçamento no final do ano e no ano passado houve eleições autárquicas, pelo que é necessário salientar que, apesar da maioria das câmaras com impostos mais elevados ser agora do PS, 31 mudaram de cor em Outubro (cinco no caso do IMI, 26 no caso do IRC). Acontece que o contrário também aconteceu: 12 câmaras que eram socialistas mudaram de cor e os atuais autarcas decidiram não mexer nas taxas que eram aplicadas pelos executivos anteriores.
De acordo com as contas feitas pelo Observador com base nos dados presentes no Portal de Transparência Municipal, o novo site com dados sobre autarquias que foi lançado esta semana pelo Governo, há também oito municípios PSD que optam pela taxa máxima de IMI, 0,5% do valor patrimonial do imóvel. Entre eles, Santarém e duas câmaras do Algarve com grande concentração de imóveis: Vila Real de Santo António e Albufeira. As restantes: duas coligação PSD/CDS, duas CDU e Porto Santo, coligação entre o PS e vários partidos.
Mais de um terço sem derrama
No que à derrama do IRC diz respeito, mais de um terço dos municípios (110) opta por usar este imposto para beneficiar a colocação de empresas. Ou seja, abdica da derrama de IRC, que mais não é do que uma taxa adicional de IRC que reverte na sua totalidade a favor do município onde está sedeada a empresa.
A grande maioria destes municípios que opta por não cobrar a derrama de IRC é do interior, zonas do país com poucas empresas onde a taxa adicional poderia afetar mais as pequenas e médias empresas e não levar muita receita para os cofres do município. Além disso, é usada como benefício fiscal em concorrência com município com caraterísticas semelhantes.
No extremo oposto, com derrama a 1,5%, estão 139 autarquias, a maioria em distritos como Lisboa, Coimbra, Aveiro, Porto e Braga. Destas, 70 são do PS, 40 PSD ou coligação e 24 das 34 câmaras do PCP e cinco independentes.
Estes dados contam ainda com as autarquias que, por estarem em dificuldades financeiras, tiveram de recorrer ao Programa de Apoio à Economia Local e como tal são obrigadas a não abdicar de qualquer receita com impostos fiscais.
Enviado por D.P.

Alpiarça nas jornadas de trabalho da Festa do Avante

 «CDU/Alpiarça»


Lista do PS em Santarém rejeitada por falta de paridade

Partido Socialista tem agora dois dias para refazer a lista, que o tribunal alega ter apenas 28,57% de candidatas femininas. PDR, PAN e PPV/CDC também tiveram problemas com a paridade
PSD/Alpiarça

Faltam mulheres na lista do PS por Santarém. O Tribunal Judicial de Santarém recusou a composição da lista do PS por aquele círculo, que é encabeçada pelo ex-ministro José Vieira da Silva. De acordo com um despacho daquela entidade de 26 de agosto, ao qual o DN teve acesso, "a lista apresentada [pelo PS] tem 28,57% de candidatas do sexo feminino, violando assim o artºnº2, nº1 da Lei Orgânica nº3/2006". O mesmo documento informa que os socialistas têm "no máximo dois dias" para "suprir essa ilegalidade".
O PDR de Marinho e Pinto também teve problemas de paridade no círculo de Santarém, sendo a lista travada por ter "quatro candidatos masculinos em lugares consecutivos (9º efetivo e 1º a 3º suplentes). Há ainda quem tenha problemas por excesso de candidatas do sexo feminino. O PAN, por exemplo, terá os mesmos dois dias para resolver um problema de paridade: "a lista apresentada tem 30,77% de candidatos do sexo masculino". Ou seja: também não chega a um terço, o exigido por lei. Já o PPV/CDC - Partido Cidadania e Democracia Cristão, viu a lista ser recusada por ter "três candidatas do sexo em lugar consecutivos (9º efetivo, 1º e 2º suplentes).

OS NÚMEROS DO BURACO ORÇAMENTAL QUE O PSD NÃO PUBLICITA

Por: E.C. 
O importante são as pessoas e não os números, mas já que tanto se gosta de mandar com números, para justificar políticas contra as pessoas, aqui ficam os mais recentes e de fonte credível (DGO-Direcção Geral do Orçamento).
Uma notícia terrível para a coligação PSD-CDS que presumo ter fugido ao controlo da informação e da Comunicação Social e que certamente apenas seria suposto saber-se depois das eleições.
O ‘buraco’ do agravar da dívida, antes previsto pelo executivo português, ascendia aos 5.078 milhões de euros, um valor que deverá ser largamente ultrapassado caso o ritmo de (des)consolidação orçamental se mantenha nos meses que faltam atá ao final de 2015. A diferença negativa entre receitas e despesas poderá chegar aos 7.126 milhões de euros, traduzindo um desvio extra superior a dois mil milhões de euros.
A diferença de números surge devido a um preocupante abrandamento das receitas, que registam um crescimento quase nulo de 0,1%, em vez dos 1,4% previstos anteriormente. A despesa também está acima do esperado, e a situação poderia ficar ainda pior caso se confirmasse a devolução da sobretaxa de IRS pretendida pelo governo, como medida pré-eleitoral.
Afinal o pretexto para não se cumprir a promessa eleitoral da devolução da sobretaxa de IRS, veio a publico antes das eleições.

Crise tirou 7,6 mil milhões a salários e deu 2,5 mil milhões ao capital

O ambiente de taxas de juro e as políticas de ajustamento aplicadas para, alegadamente, ajudar a superar a crise e lançar o país numa nova era de desenvolvimento tiveram uma consequência imediata no rendimento das famílias portuguesas. Desvalorizou o fator trabalho e deu gás aos rendimentos do capital.
Como? O desemprego aumentou e a pouca criação de emprego foi feita com base em salários tendencialmente mais baixos, concordam os economistas ouvidos.
Do lado do capital, a subida explosiva dos juros durante a crise também terá tido o seu papel. Quem tinha muito dinheiro para a aplicar, fê-lo a rendibilidades nunca vistas até então. Esse fator permanece de forma parcial e a ele acrescem os efeitos de retoma da economia (que impulsionam os lucros), mais o efeito das privatizações e subsequente distribuição de lucros aos novos acionistas. Problema: a maioria são estrangeiros, o dinheiro corre o risco de ser repatriado.
O fenómeno -- menos rendimento de salários, mais de capital -- "não é um exclusivo de Portugal, aparentemente acontece um pouco por toda a Europa, nos países que entraram em crise", observa Sandro Mendonça, professor de Economia do ISCTE.
Cá os contornos podem ser mesmo "algo problemáticos", uma vez que deve estar "ligado também ao agravamento das desigualdades sociais", tema que tem sido insistentemente revisitado nos últimos meses por instituições tão diversas como FMI e OCDE, por exemplo.
«DV»

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Quanto ao povo, que se lixe o povo!


O problema destas coisas é que nem toda a gente tem a tal "legitimidade" para falar. Quer dizer, quem tem rabos-de-palha; quem está atrelado a partidos que, como diz F.M, (ler:  "Realmente é tempo de termos juízo!": ) estão no poder há quatro décadas e o que fizeram está à vista de todos, não pode ter naturalmente a pretensão de nos continuar a enganar e a iludir com promessas de mentiroso. É altura, isso sim, de dar o lugar a outros que tenham condições de fazer mais e melhor pelos cidadãos e pelo país. Se desde 1974 houvesse uma lei que apontasse para a rotatividade de governos, em que os pequenos partidos fossem convidados a fazer parte da governação, hoje não teríamos dúvidas acerca das capacidades de todos os partidos com assento na Assembleia da República. Hoje estaríamos todos muito mais esclarecidos. O PCP e outros não teriam voz activa para dizer que a culpa é inteiramente dos que governam e eles nunca governaram. Bastaria dar-lhes também essa oportunidade e, agora, estariam todos ao nível da "macieira". Isto é, não haveria desculpa para uns serem os bons e outros os maus da fita, porque no fim de contas são todos iguais. É que, com esta desculpa da "inocência", em tempo de crise económica e identitária como a nossa, lá irão arrecadar mais uns votos que se irão traduzir em mais uns cobres para reforçar a estrutura partidária que, é o mais importante para eles.

Quanto ao povo, que se lixe o povo!

QUE GRANDE LIÇÃO DE CULTURA MORAL E DE HONESTIDADE INTELECTUAL E POLÍTICA

Não partilhando da ideologia deste Senhor, uma coisa deve ser dita. Homem inteligente, não arrogante, sério. Gostei de o ouvir. (*)


















É um SENHOR
(**) De M.T.P.

Um "fascista de sete costados..."

QUAL A ALTERNATIVA?


Não quero mamar na têta e em princípio vou votar nele por uma razão muito simples (ler: "A prioridade sempre foi o futuro dos portugueses": ) Foi o único governante com coragem para tomar algumas medidas que se impunham há décadas. Foram medidas duras? Foram! Eu sofro-as, a minha mulher sofre-as de uma forma agravada,mas eram necessárias, nomeadamente privatizar muita porcaria de empresa pública que só dava prejuízo. Eram nossas? Há quem diga que sim, mas eu apenas tenho notado que os meus(nossos) impostos apenas tem servido para injectar o dinheiro que faz falta na educação ou na saúde e que alimentaram duas vertentes de "tachistas"; os ditos gestores políticos e as dezenas de dirigentes sindicais de costa direita.
Eram tanto "minhas" como a propriedade do vizinho ...
Pode o ilustre comentador dizer que sou um fascista dos sete costados...
Sendo totalmente independente e ter votado desde o BE, PCP, PS, CDS conforme o que a circunstância no meu entender exigia, é ser fascista, então, sou.
Mas uma coisa penso saber analisar. Portugal desde a entrada para a CEE que não imprime ou fabrica moeda própria. Para garantir certos direitos ainda hoje consagrados na constituição é preciso uma coisa rara: dinheiro, money, carcanhol, arame e outras formas populares de se referir aquilo com que se compram os melões, melancias e umas belas pingas ...
Para o ter há três vias conhecidas e universalmente aceites. Ou se lançam mais impostos sobre os contribuintes ou se recorre a empréstimos externos, ou se corta em algum lado.
O que este governo tem feito é tentar reequilibrar as contas que derrapavam há décadas, ainda que tenha custado sangue, suor e lágrimas a muitos portugueses.
A questão é, e que ainda ninguém conseguiu explicar sem ser de uma forma demagógica e populista é: QUAL A ALTERNATIVA?
A da mais que falida Grécia? Taxar universalmente todos os portugueses mesmo os que já estão no limiar da pobreza? Ou continuar a exigir apenas direitos sem explicar como se arranjam as verbas necessárias para os cumprir?
Como as eleições não é votar para eleger a direcção de um clube de futebol, como não acredito em messias, o mais provável é permitir que quem governa há 4 anos prossiga as reformas necessárias no País

ANTÓNIO ARNAUT É O MANDATÁRIO NACIONAL DO PS


O Partido Socialista apresenta amanhã, em Coimbra, António Arnaut como Mandatário Nacional da campanha para as eleições legislativas. Considerado como o “Pai do Serviço Nacional de Saúde”, António Arnaut representa, nas palavras do Secretário-geral do PS, António Costa, “um símbolo da defesa dos serviços públicos, contra a ofensiva da direita para privatizar a Saúde, a Educação e a Segurança social”.
António Arnaut, advogado e escritor, foi membro da Acção Socialista Portuguesa e cofundador do Partido Socialista, de que é o militante nº 4. Deputado à Assembleia Constituinte, foi deputado e Vice-Presidente da Assembleia da República.Ministro dos Assuntos Sociais do 2º Governo Constitucional, é autor da lei que criou o Serviço Nacional de Saúde, em 1979.
Foi Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, Presidente da Liga Portuguesa dos Direitos do Homem e vogal do Conselho Superior de Magistratura e fundador da Associação Portuguesa de Escritores-Juristas. É Grande-Oficial da Ordem da Liberdade.
«PS/Alpiarça»

Rendimento declarado por cada agregado familiar no IRS

Não é fácil aceder aos dados da Autoridade Tributária, mas depois de se chegar lá é possível fazer muitas comparações interessantes. Por exemplo, olhar para o rendimento declarado por cada agregado e agrupá-los por escalão de rendimento. Uma curiosidade: cerca de metade dos agregados afirma receber menos de 10.000€ brutos por ano - ou seja, 833€/mês, dos quais ainda há que retirar os impostos. 

«Fonte: Pordata»

A prioridade sempre foi o futuro dos portugueses

«PSD/Alpiarça»

OS PORTUGUESES SÃO FIEIS A PORTUGAL E HOSTIS AOS TRAIDORES

Se as últimas sondagens controladas pelo Centrão, já atribuem pelo menos 3 deputados ao PDR, quando não há muito tempo diziam estar em tendência de baixa e apenas com 1% dos votos; imagine-se o que a realidade mostrará a 04 de Outubro.

«E.C.»

O CONHECIMENTO E A INOVAÇÃO SÃO A CHAVE DO DESENVOLVIMENTO


PS/Alpiarça
Nestas eleições, temos uma decisão de fundo a tomar sobre o nosso modelo de desenvolvimento: aceitamos, como a direita defende, que só com empobrecimento e precariedade seremos competitivos ou, em alternativa, batemo-nos por um modelo que investe no conhecimento e na inovação como a chave do desenvolvimento?
Os nossos setores económicos tradicionais são mesmo o bom exemplo do rumo certo para alcançarmos os resultados desejados. Quando foram considerados sem futuro, que fizeram? Prosseguiram a estratégia de reduzir custos com recurso à mão de obra infantil e à contrafação? Não, não fizeram isso. Pelo contrário! Apostaram na inovação, na qualificação da gestão, na diferenciação dos seus produtos, competindo pelo valor acrescentado. E assim se modernizaram importantes sectores no calçado, no têxtil, no agroalimentar ou na metalomecânica.
 A cultura, a ciência, a educação e a formação ao longo da vida são os pilares da sociedade do conhecimento, garantia de uma cidadania ativa, condição da capacidade para enfrentar as incertezas do futuro, habitat natural de uma economia empreendedora, criativa, inovadora e que se internacionaliza.
 Para crescer, temos de recuperar competitividade. A direita defende que é empobrecendo coletivamente, reduzindo salários, eliminando direitos laborais, privatizando o estado social, diminuindo os impostos sobre as empresas, que seremos competitivos. O resultado desta estratégia está à vista. Regredimos a 2002 no PIB, a 1990 no investimento… E mesmo as tão faladas exportações limitaram-se a evoluir em linha com o período 2005/2008 e graças a investimentos decididos antes de 2011.
 Não podemos prosseguir esta trajetória de retrocesso. O nosso caminho é o da inovação e inovar exige investimento no conhecimento. Esta é a primeira grande opção sobre o modelo de sociedade em que queremos viver. Porque esta opção tem consequências várias, por exemplo, na visão sobre o mercado de trabalho ou na fiscalidade. Não há empresas inovadoras assentes na precariedade. Inovação exige investir na qualificação e na formação ao longo da vida dos trabalhadores. A precariedade é o incentivo errado. A produtividade que precisamos não é a que resulta da redução do salário, mas do aumento do valor produzido. Temos de realinhar os incentivos: em alternativa à redução indiscriminada do IRC ou da TSU, devemos ser seletivos, concentrando os incentivos nos investimentos em inovação e no combate à precariedade laboral.
 Por isso, o que é prioritário? Promover a cultura e a ciência, combater o insucesso escolar e garantir os 12 anos de escolaridade, apostar na educação de adultos e na formação ao longo da vida, valorizar o ensino superior, investir em centros tecnológicos e no emprego massivo de jovens licenciados na modernização do tecido empresarial, apoiar a capitalização das empresas, o empreendedorismo, a internacionalização.
 Queremos travar o êxodo dos jovens mais qualificados? Queremos aumentar a natalidade? Apostemos na inovação, pois só assim teremos emprego de qualidade. Ao contrário do que a direita pensa, as reformas que precisamos no mercado de trabalho não são as que nos permitem competir pela pobreza, mas sim as que nos permitem travar o êxodo migratório dos jovens, com emprego digno, que atraia, fixe e dê confiança no futuro às novas gerações.
 Esta é a primeira opção de fundo que temos de fazer nestas eleições. A minha escolha é clara e é essa que vos proponho. Defendo um modelo de desenvolvimento assente no investimento no conhecimento e na inovação e no combate à precariedade e ao empobrecimento.
 António Costa

Número de emigrantes portugueses ultrapassa pela primeira vez os quatro milhões

Em 2014 foi ultrapassada, pela primeira vez, a barreira dos quatro milhões de portugueses a viverem e a trabalharem no estrangeiro, segundo os registos dos consulados. Os dados do Observatório da Emigração agora divulgados indicam que as 27 maiores comunidades espalhadas pelo Mundo agregam 4,022 milhões de cidadãos com direito a passaporte português.
Face a 2013, verifica-se um acréscimo de 101 mil cidadãos. De 2012 para 2013 tinha-se registado um acréscimo de 296 mil cidadãos inscritos nos consulados portugueses.
Os maiores acréscimos de emigrantes portugueses foram registados no Canadá, com mais 95 mil inscritos, no Brasil (63 mil), África do Sul (50 mil) e Reino Unido (41 mil). Também houve países que perderam emigrantes portugueses: Venezuela (com menos 130 mil), França (menos 127 mil) e Holanda (menos 24 mil) foram os principais.

O acréscimo de inscritos, ou a sua perda, não significa que os portugueses tenham chegado ou partido dos referidos países no ano em questão. Os consulados são os locais onde os portugueses emigrados podem tratar do passaporte e do cartão de cidadão. Contudo, há cidadãos nacionais que só vários anos após emigrarem é que contactam os serviços para tratar da documentação.
«CM»

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Futebol Juvenil "Os Águias" de Alpiarça

Com a Época Desportiva 2015/2016 praticamente a começar, a Secção de Futebol do Clube Desportivo "Os Águias" apresenta a todos os atletas, familiares e possíveis interessados, o calendário de treinos nos diversos escalões.
Para mais informações poderão contactar o 911057876 (Diogo André - Coordenador Técnico).

No PDR é assim...

Por: E. C. 
Enquanto os partidos do Centrão (PS e PSD) se degladiam com acusações mútuas mas escondendo os seus imensos "telhados de vidro" e a "Esquerda do Caviar" liderada pelo PCP se mantém comodamente num silêncio expectante como em Alpiarça, mas onde passou a utilizar INFOMAIL´s municipais, todos na ânsia do voto fácil; o PDR não tem vergonha de ser sério.

Uma pequena autarquia, como a de Alpiarça, dá-se ao luxo de possuir 2 veterinários


Já que convenientemente a Câmara passou só agora em período pré-eleitoral a difundir INFOMAIL´s com omissões que prejudicam a verdade, bem como, este tipo de informação social, seria conveniente que explicasse algumas questões, sobre a alimentação escolar da sua responsabilidade.
1. A CMA delegou na CIMLT (Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo), o concurso público (intermunicipal) da alimentação das nossas crianças, cujas cláusulas contratuais, à revelia do artº 88º nº1 e nº4 do CCP e com a cumplicidade autárquica, isentou a firma vencedora da prestação de caução, ficando assim a alimentação das nossas crianças à mercê dessa firma vencedora.
2. Nessas cláusula foi ainda delegado/autorizado que o presidente da CIMLT substituísse a autarquia, na verificação e fiscalização contratual, na qual não há ementas-tipo, suas capitações, nem parecer de nutricionista.
3. Se em 2014, o encargo com a alimentação foi de cerca de 44.000€ sendo o custo unitário por criança de 1,83€; não se compreende que agora o encargo total tenha duplicado para 88.671€ mas baixando o custo unitário por criança para 1.30€.
4. Por último, dando-se esta pequena autarquia ao luxo de possuir 2 veterinários, não se compreende que o Presidente desconhecesse que, das suas atribuições legais, faz parte inspecções periódicas de Segurança Alimentar, ou se algum deles, alguma vez as fez a nível escolar ou outro. 

Os poderes do presidente da Câmara

Na minha modesta opinião o Presidente da câmara tem poderes para aceitar ou não aceitar propostas quando está a presidir a uma reunião se câmara.
Sempre que qualquer elemento do executivo apresente proposta, o presidente da câmara tem poderes de a rejeitar ou aceitar de imediato.
O Presidente no caso de vir a considerar mais tarde, antes da próxima reunião de câmara, que determinada proposta não tinha razão de ser aceite para discussão, deverá devolvê-la ao signatário, informando os motivos da sua aceitação.
No caso de não devolver a proposta a mesma deve ser levada a reunião de câmara para discussão e votação.
Por outro lado não faz sentido que sejam entregues propostas de assuntos que façam parte dos programas eleitorais dos executivos que gerem as autarquias. 

O presidente e os trauliteiros fascistóides

O presidente da câmara foi de facto contido nos acentos e na pontuação, mas não se poupou nas criticas aos “trauliteiros fascistóides do costume” que “através dos seus blogs e facebook têm aproveitado para atacar uma instituição nobre como os BMA tentando atingir a câmara”. 
Um munícipe ainda o tentou questionar sobre o teor da mensagem, mas teve de se contentar com a explicação de que “o presidente da câmara usa os meios de comunicação como bem entender desde que não infrinja a lei”.
Leia mais em: 

Propostas do TPA sem interesse para serem discutidas em reunião de Câmara?

Nas redes sociais podemos ler que há duas dezenas de propostas do movimento TODOS POR ALPIARÇA para serem discutidas e votadas em reunião de câmara”.
Segundo decisão do executivo da CDU não há assuntos que justifiquem haver reunião de Câmara até final deste mês de Agosto.
Assim consta e depois de tornado público esta “anomalia” a conclusão só pode ser uma: estamos perante uma enorme anomalia não habitual pelas bandas do burgo.
No mínimo dos mínimos  que fossem discutidas as 20 propostas do movimento mesmo que depois fossem todas reprovadas.
Das duas uma: ou as propostas do TPA não tem qualquer credibilidade e muito menos interesse algum que se justifique discuti-las ou o executivo da CDU está-se a marimbar para o movimento que se calhar é o mais certo porquanto o vereador do TPA entende que as reuniões de Câmara só servem para “massacrar” a cabeça do presidente com “coisas sem nexo” segundo uma afirmação do autarca.
Há quem diga que a “vingança serve-se fria”.

‎NÂO QUEREMOS OS SOCIALISTAS CORRUPTOS NA GOVERNAÇÃO!

PSD/Alpiarça

"O PSD se calhar não fez tudo bem feito mas de qualquer forma dá para ver que o país melhorou muito, no entanto existem pessoas que não estão satisfeitas porque o governo não lhes deu nada e essas pessoas querem o PS por pensarem que eles lhe vão dar esmolas, esquecem-se que esta cambada de chulos não dão nada a ninguém. Acho que essas pessoas devem votar no PS sim, mas preparem-se para mais algumas subidas de impostos e mais um roubo descarado ao país, depois chorem."

Nota: Segundo Paulo Sardinheiro, este texto "não é da autoria do PSD de Alpiarça , mas sim de alguém que utilizou a  página do PSD/Alpiarça no Facebook para expressar uma opinião". Mas  "por liberdade de expressão" o PSD/Alpiarça  deixou ficar.

Realmente é tempo de termos juízo!

Por: F.M

A conclusão que iremos tirar em Outubro próximo é muito simples: a votação obtida pelo PDR vai ser uma surpresa para muitos, que mais não fazem do que mamar na teta dos nossos impostos desde Abril de 1974. Sem qualquer dúvida, são eles os responsáveis directos pelo facto de sermos o povo mais pobre da Europa. 
Foram uma praga má, uma desgraça que se abateu sobre quem trabalha neste país secular, de gente honrada, chamado Portugal. O povo está farto desta gente! Desta “maladragem” sem carácter que vende sonhos e ilusões há mais de quarenta anos, ao som da chula batida " Ora agora viras tu, ora agora viro eu..." Quarenta anos depois de uma revolução que não foi cumprida, são muitos anos! É realmente tempo de termos juízo! E acreditem meus amigos, eu estive lá. Tenho por isso (ao contrário de muitos) toda a legitimidade de falar.


Noticia relacionada: "No PDR é assim": 


Estado está a contratar mais do que despede. Não o fazia desde 2012


A destruição de emprego público conta com um alívio de 89%, principalmente entre professores contratados, mas na Administração Interna e na Defesa.
O número de novas contratações na administração pública ultrapassou o número de saídas, pela primeira vez pelo menos desde 2012 no primeiro semestre deste ano.
Segundo dados do governo, divulgados pela Direção- Geral da Administração e do Emprego Público e consultados pelo Diário de Notícias, no primeiro semestre foram recrutadas 13.519 pessoas, mais 49% face a igual período de 2014.
No que toca às saídas, houve 12.096 funcionários públicos a abandonar o seu cargo no primeiro semestre, sem contar com aposentações.
Com as saídas para a reforma, as saídas são mais do que as entradas, mas a diferença face ao ano passado é muito significativa, representando um alívio de 89%.
Enquanto a destruição de emprego público foi de quase 11 mil na primeira metade de 2014, até junho deste ano, a redução efetiva de empregos fixava-se em 1.220. 
«NM»

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Os políticos no seu melhor

António Costa diz, se for “Governo” que vai reduzir drasticamente o desemprego


Como?

Fazer obras no valor de mil milhões de euros.

Onde vai buscar o dinheiro?

Aos “Fundos” da Segurança Social.
Noutras palavras: no dinheiro destinado a garantir o pagamento das reformas de quem trabalhou dezenas de anos para ter uma velhice digna.

O que daqui pode acontecer?

Os idosos deixarem de receber as suas reformas porque não há dinheiro para as pagar já que o Sr. António Costa tirou o dinheiro de onde não deveria ter tirado

É este o país que temos e são estes os políticos que nos governam

Ação de sensibilização

O verão é tradicionalmente uma época de férias e de diversão, por vezes associada ao consumo de álcool.


A Guarda Nacional Republicana, lançou uma campanha “A Decisão de Quem o Leva a Casa é Sua”, com o objetivo de alertar os condutores para
 o perigo do exercício da condução sob o efeito do álcool. Os dados mais recentes, indicam que 1 em cada 3 condutores mortos em acidentes de viação, conduz com uma taxa ilegal de álcool no sangue.
O Comando Territorial em Santarém, irá realizar no próximo dia 27 de agosto de 2015, ações de sensibilização por todo o distrito, com entrega de panfletos, junto dos condutores. 

Onde encontrar o verdadeiro “Melão de Alpiarça”?



Por: V.R.V.
Onde podemos encontrar o verdadeiro melão de Alpiarça e como se apresenta este melão para que possamos saber se não estamos a comprar “gato por lebre”?
Será o “Manuel António” o “pele-de-sapo” ou melão vulgar que se pode comprar em qualquer lugar?
Ontem, vindo do Sul, parei próximo de Alcácer do Sal para comprar um melão numa das imensas barracas que por ali existem.
Em conversa com o vendedor, disse-me que a origem do melão que estava a comprar era o famoso “Melão de Almeirim” e que Alpiarça não tinha melão nenhum.
Informei o dito que o verdadeiro “Melão de Alpiarça” tem um selo a confirmar a origem.
O “Costa dos Melões” como o vendedor é conhecido na zona respondeu-me que a existir tal melão deve ser “lá para essas bandas” (entenda-se Alpiarça) pois aqui “na minha terra nunca nenhum vendedor me veio oferecer esse  melão”.
Pesado o melão e pago o mesmo no caminho conversei com quem me acompanhava para concluirmos que toda esta publicidade que a Câmara faz para com o “Melão de Alpiarça” em nada está a projectar o melão alpiarcense porquanto, como me disse o Costa: “o que não falta por aqui é melões”.
Quanto aos nomes, que “cada um lhes chame  os nomes que quiser” porque sempre ouvi falar foi  no “Melão de Almeirim”.
Em termos de conclusão: continuamos a apostar no “cavalo errado” pois o “Melão de Alpiarça só beneficia meia dúzia de produtores e todo o resto não passa de uma verdadeira “treta” que  não traz benefícios alguns para Alpiarça.
Que se acabe de um vez por toda com o falatório do “Melão de Alpiarça” e que o executivo se dedique a outras coisas com mais interesse para o concelho.
Noticia relacionada:  Leitor critica a "Alpiagra"