POR CAUSA DA “DESGRAÇA DA PRESTAÇÃO DO EXECUTIVO DA CDU” SAI UMA “ALFINETADA” PARA SÓNIA SANFONA

POR CAUSA DA “DESGRAÇA DA PRESTAÇÃO DO EXECUTIVO DA CDU” SAI UMA “ALFINETADA” PARA SÓNIA SANFONA

Já cá faltava uma "alfinetada" na Sónia para equilibrar a desgraça que tem sido a prestação deste executivo! A questão foi um bocado ao contrário, mas agora desculpam-se com esta! Já agora, podiam esclarecer quantas vezes a Sónia fez pressão junto do administrador do blog para publicar ou retirar notícias? Leia mais em: Uma "alfinetada" na Sónia Sanfona

O “TAL CAVALO ” TÃO CRITICADO PELA CDU QUANDO ERA OPOSIÇÃO

Basta vermos as fotografias que estão em destaque quando se abre o site da Câmara Municipal. Obviamente que é uma fotografia da maratona fotográfica organizada pela secção de fotografia da "Música", com o apoio da Câmara. Aqui não existe direitos de autor porque os concorrentes pagaram para dar os seus direitos há Câmara Municipal. Não existirá nenhuma fotografia de Património de Alpiarça para substituir o tal cavalo de uma raça tão criticada pela CDU quando era oposição? Leia mais em: Os bens públicos devem estar ao serviço de TODA a ...


SÓNIA SANFONA TAMBÉM SERIA MULHER PARA IMPÔR A “LEI DA ROLHA” ?

Sónia Sanfona aproveitou a “deixa” da colega de bancada para lembrar que esta “liberdade de expressão” está ao “abrigo dos direito de autor” como ainda lembrou que as fotos publicadas nos sites e blogues “não podem ser replicadas sem autorização”. No entendimento da advogada que não gosta de exercer a profissão porque gosta é de politica se fosse presidente da autarquia teríamos que pedir autorização à edilidade sempre que quiséssemos publicar uma foto de um acontecimento público. Estávamos bonitos e lá se ia o direito de informação se a Câmara entendesse começar a cobrar-nos os “Direitos de Autor”. Leia mais em: SÓNIA SANFONA NÃO GOSTA DE “REPLICAGENS”

Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012

João Leite reeleito Presidente da Comissão Política no I Congresso Regional da JSD de Santarém


Realizou-se no passado domingo dia 19 de Fevereiro o I Congresso Regional da JSD Santarém, no Cine Teatro de Mação.

Este congresso que reuniu os delegados eleitos de todas as concelhias do Distrito para eleger a Comissão Política Regional e a Mesa do Congresso para os próximos dois anos, bem como para votar a Moção de Estratégia Regional, que teve como primeiro Subscritor o reeleito presidente João Teixeira Leite.

Diogo Francisco Gomes, Presidente da Secção de Santarém, foi eleito Secretário-Geral Adj. da Comissão Política da JSD Regional de Santarém e Manuel Pedroso eleito vogal, como vogais suplentes da comissão política regional foram eleitos Alexandre Paulo coordenador do Gabinete de Apoio à Secção e Diogo Paulino. Para a Mesa do Congresso foi candidata a secretária suplente a vogal da Comissão Política de Secção Marta Mexia, como membro do Gabinete de Estudos o nosso Secretário-Geral Adjunto da Comissão Política da Secção de Santarém, Tiago Gameiro.

A moção sectorial apresentada pela Comissão Política de Santarém, foi apresentada exemplarmente pelo companheiro Tiago Gameiro, tendo sida aprovado pela maioria do congresso, contando apenas com uma abstenção.

No discurso inicial do Congresso o Presidente reeleito da Regional de Santarém João Teixeira Leite referiu-se ao Presidente da Concelhia de Santarém, Diogo Gomes como “um exemplo de militância para todo o distrito, uma pessoa dedicada e empenhado à causa pública” o Secretário-geral Gonçalo Gaspar que vinha a ser eleito neste mesmo congresso Vice-presidente referiu-se a Diogo Gomes como “um grande Presidente de secção, um homem honesto e fiel aos seus compromissos”.

A Secção de Santarém orgulha-se do seu mais distinto militante ter sido reeleito Presidente da Comissão Política Regional, é o reconhecimento da dedicação, empenho e trabalho ao longo de 6 anos, do companheiro João Teixeira Leite como dirigente da JSD.

Para Santarém é um orgulho ter um militante seu a liderar os destinos do órgão máximo da JSD na região, o prestigio que João Leite alcançou enquanto Deputado Municipal e Vereador do Município de Santarém continuará a ser uma mais valia para a estrutura.

A JSD Secção de Santarém deseja a todos um excelente mandato, com muita Juventude pelo Ribatejo!

Uma "alfinetada" na Sónia Sanfona


Já  cá faltava uma "alfinetada" na Sónia para equilibrar a desgraça que tem sido a prestação deste executivo!!!
Quem quis perceber percebeu que aquilo que o presidente disse foi que nada obsta a que várias pessoas estejam nos eventos e tirem as fotos que entenderem, mas o que não disse foi que uma boa parte das fotos que apareceram no site da câmara estavam publicadas antes no blog do partido e foram tiradas por pessoas do partido e depois colocadas no site da câmara. A questão foi um bocado ao contrário, mas agora desculpam-se com esta! Já agora, podiam esclarecer quantas vezes a Sónia fez pressão junto do administrador do blog para publicar ou retirar notícias? Só para ficarmos a saber!!!
De um leitor

Projeto Campo Seguro


O MAMAOT associou-se ao Ministério da Administração Interna (MAI), na divulgação do projeto “Campo Seguro”, cujo objetivo é responder com eficácia à criminalidade nas zonas rurais, no sentido de estabelecer um sistema de deteção de furtos em zonas rurais, pelo que a GNR, agendou ações em todo o país para o período de 1 de Fevereiro a 1 de Março sobre o Programa Campo Seguro.
Neste sentido a DRAPLVT informa os interessados que a reunião de esclarecimento e informação com a GNR sobre a possível adesão ao projeto “Campo Seguro”, se realizará no dia 24 de Fevereiro, às 15 horas, nas instalações da Escola Superior Agrária de Santarém.
Para mais esclarecimentos, contactar a DRAPLVT através do e-mail info@draplvt.min-agricultura.pt.




Os bens públicos devem estar ao serviço de TODA a população e não servir partidos

O que menos estará em causa são os direitos (legítimos) à propriedade das fotografias.
Penso que o que a mensagem passou é que o PCP/CDU confunde câmara, partido, blogs, amigos.
Ou seja, o que for da órbita do PCP/CDU serve para arremesso contra a oposição.
A sua confusão é que a coisa "pública" não serve para tudo.
Um meio de transporte da câmara não serve para manifestações partidárias, assim como uma foto camarária não pode servir de arremesso contra a oposição.
É essa a sua confusão!
Confundir bens públicos com clientelas partidárias.
Os bens públicos devem estar ao serviço de TODA a população e não servir partidos, sejam eles quais forem.
Basta o dinheiro que o erário público disponibiliza para a manutenção dos partidos e que é retirado ao bem-estar das populações.
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SÓNIA SANFONA NÃO GOSTA DE “REPLICAGENS”


Sónia Sanfona, Vereadora
do PS
A Vereadora Regina Ferreira (PS) questionou o presidente da Câmara pela “ estranheza” de quase em simultâneo aparecerem “fotografias dos eventos quer no site da Câmara quer noutros blogues. O presidente explicou-lhe então que nada de estranho existe porque “muitas vezes estão presente nas iniciativas da Câmara pessoas que tiram fotografias e que lhes dão posteriormente o destino que entendem, ou acontece ainda que as pessoas vão buscar as fotos ao site da Câmara e as utilizam nas suas páginas de internet” para também reconhecer que se trata de “contribuições importantes e suplementares para a divulgação da actividade da Câmara, razão de ser da sua publicação nos espaços online do Município”.
Um argumento sólido de Mário Pereira porquanto a transparência é muito bonita e até nem “acarreta especiais problemas” salvo quando uma ou outra noticia não lhe agrade.
Sónia Sanfona aproveitou a “deixa” da colega de bancada para lembrar que esta “liberdade de expressão” está ao “abrigo dos direito de autor” como ainda lembrou que as fotos publicadas nos sites e blogues “não podem ser replicadas sem autorização” coisa que desconhecíamos. Julgávamos que afinal a “coisa pública” neste caso as fotos, podiam ser noticiadas publica e gratuitamente já que a Câmara é uma “coisa pública”.
No entendimento da advogada que não gosta de exercer a profissão porque gosta é de politica se fosse presidente da autarquia teríamos que pedir autorização à edilidade sempre que quiséssemos publicar uma foto de um acontecimento público.
Estávamos bonitos e lá se ia o direito de informação se a Câmara entendesse começar a cobrar-nos os “Direitos de Autor”.
E nós a pensarmos que era apenas a CDU que não era apologista da liberdade de expressão e que até gostaria de nos impor a “Lei da Rolha”
Ficamos então a saber que esta “alergia” também existe noutros partidos e se Sónia Sanfona fosse a edil do burgo teríamos que andar sempre a pedir autorização para que não replicássemos o que não é permitido.
Se Mário Pereira nos apoquenta de vez em quando por noticias que não são de seu agrado estávamos “tramados” com Sónia Sanfona que nem fotografias nos deixava publicar.
Mal por mal então que possamos ficar como estamos porque assim sempre há a liberdade de publicarmos fotos que conseguimos obter no site da autarquia e sem termos que pagar “direitos de autor” caso contrário não haveria “boneco” para ninguém.
E são estes políticos defensores da transparência.
Uma Ova!

CGTP respeita propostas do PS, mas "é preciso ir mais longe"


O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, afirmou  que "é preciso ir mais longe" do que defender junto da 'troika', como o PS, que Portugal tenha "pelo menos mais um ano para consolidar as contas públicas".
"Respeitamos essa proposta, mas, na nossa opinião, é preciso ir mais longe, não podemos ficar por aqui", afirmou Arménio Carlos aos jornalistas, após uma reunião com o coordenador do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, na sede do partido, em Lisboa.
Durante o encontro que manteve  durante hora e meia com os responsáveis da 'troika', o secretário-geral do PS, António José Seguro, reafirmou que é desejável que Portugal "tenha pelo menos mais um ano para consolidar as contas públicas".
A CGTP vai reunir-se na quinta-feira com a 'troika' e levará, em primeiro lugar, uma avaliação negativa do programa, que "não foi bom para Portugal, não foi para os portugueses, embora possa ter sido bom para o Banco Central Europeu, para a União Europeia e o FMI, que não tem deixado de ganhar muito dinheiro e também para os especuladores".
Arménio Carlos defende a "renegociação da dívida em relação aos prazos, aos juros e aos montantes", bem como o "prolongamento do período da redução do défice".
"O país precisa de crescer economicamente. Esta questão de implementar em Portugal as mesmas regras que à Alemanha para reduzir défice para 3 por cento 2013, independentemente dos sacrifícios que possa trazer aos portugueses e ao país, parece-nos despropositada e disparatada", argumentou.
A CGTP levará à 'troika' a defesa do "investimento público" e de "um setor produtivo virado não só para as exportações", mas também para o mercado interno, de forma a "responder às necessidades internas e simultaneamente reduzir as importações e o endividamento".
A central sindical defenderá ainda a aposta num "emprego de qualidade, a par do aumento do poder de compra das famílias", realçando que "Portugal já é o país mais desigual da União Europeia e, porventura, se a alteração da legislação laboral viesse a ser um facto, Portugal acentuaria essas desigualdades nos próximos tempos".
A CGTP reuniu-se com o Bloco de Esquerda para "apresentar os documentos aprovados no congresso", e para "discutir a situação do país", referindo a "importância da greve geral" convocada para 22 de março e para qual Arménio Carlos apelou à "participação de todos sem exceção".
O coordenador nacional do Bloco prometeu empenhamento numa greve que será "um grande momento para que Portugal possa defender-se da destruição".
«Lusa»

Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012

"TSD repudiam a banalização do direito à greve pela CGTP"


Sem que já consiga surpreender alguém a CGTP convocou unilateralmente uma greve geral para o próximo dia 22 de março.
A data não parece ter sido escolhida por acaso. É aquela central agenda a paralisação, precisamente, para a véspera do XXXIV Congresso do PSD o que constitui uma inqualificável tentativa de condicionamento da reunião magna do principal partido da coligação governamental. Este fato é absolutamente inédito em Portugal e merece ser denunciado e repudiado por todos os verdadeiros democratas independente da sua matriz ideológica.
Numa altura em que seria necessário cerrar fileiras em Portugal para levar de vencida as enormes dificuldades com que o país se confronta surge, de novo, a CGTP a procurar na rua e pela agitação aquilo que os portugueses não sufragaram nas urnas.
Recorde-se que, num registo semelhante, esta central sindical já anteriormente e ao contrário do sentido de responsabilidade dos demais parceiros sociais, se havia recusado a discutir e subscrever o Acordo de Concertação Social
Não está em causa o direito constitucional e legal ao exercício da liberdade sindical, trata-se outro tanto, de condenar a banalização do direito à greve de que esta central usa e abusa com motivações de carácter político e que importa denunciar.
Os portugueses em geral e os trabalhadores em particular saberão de forma serena dar a resposta adequada e já demonstraram que rejeitam cenários de caos semelhantes aos que se assistem em outros países europeus em dificuldades uma vez que acreditam que, só através do diálogo e da negociação, é que o país poderá superar a difícil conjuntura que atravessa
(TSD- Trabalhadores Sociais Democratas)

Ex - Sindicalista reconhece que “sindicatos só servem para destabilizar o país”


 Realmente os sindicatos só servem para destabilizar o país, e eu que o diga, porque já fui sindicalista, felizmente por pouco tempo, mas deu para entender que os sindicatos estão comandados pelos partidos de esquerda e não pensam no país, pensam, isso sim, em manter as suas regalias à custa dos outros trabalhadores.
Trabalhei 40 anos e sempre trabalhei no dia de Carnaval, só os funcionários públicos tinham o privilégio de ter esse dia livre. Mas afinal não somos todos portugueses? Vamos todos trabalhar para que o país não vá à bancarrota e depois não há nada para ninguém.
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Desemprego: até onde estamos dispostos a ir?

14 em cada 100 trabalhadores portugueses estão, enquanto ouvem apelos para mais trabalho e produtividade, impedidos de contribuir para o futuro do País. Um em cada três jovens trabalhadores com menos de 25 anos está desempregado. No momento em que a sua energia, vontade de aprender e disponibilidade é maior do que alguma vez voltará a ser o País dispensa-os.

Todos os dias quase 900 portugueses perdem o emprego. E tanto desperdício não resulta de uma calamidade natural. Resulta de escolhas políticas. A austeridade, muitos avisaram, teria efeitos dramáticos no consumo interno. E esses efeitos resultariam em falências e em perdas de emprego. É uma espiral sem fim. Mais desempregados são mais despesas sociais e menos receitas fiscais para o Estado, agravando o problema que os austeritários prometiam resolver. Mais desemprego é menos consumo e mais crise. E quase todas as medidas com vista à redução dos custos em trabalho estão a ter os seus efeitos. Não os prometidos, claro está. É um clássico: quando mais os liberais aplicam a sua receita para criar emprego mais o desemprego aumenta. Há mais de dez anos que isto acontece e não há maneira de perceberem que não resulta. Nem aqui, nem em Espanha, nem em toda a Europa.

A ideologia dominante vê o desemprego como uma inevitabilidade transitória. Acredita que, através da pressão que ele provoca no mercado de trabalho, se conseguirá chegar a um ponto de equilíbrio nos custos deste "factor de produção". É por isso mesmo que defende leis laborais que promovam a precariedade, despedimentos baratos, subsídios de desemprego meramente caritativos, salários mínimos no limiar da sobrevivência (ou mesmo a sua abolição) e um sindicalismo sem qualquer força negocial. A crença nas virtudes do mercado de trabalho desregulado alimenta-se da ideia de que o desemprego resulta de entraves ao livre funcionamento do mercado e que só o fim desses entraves pode resolver o problema.

Os ideólogos da selva têm apenas de lidar com uma contrariedade: a frieza dos números. Às sucessivas reformas das leis laborais, à redução das prestações sociais e à eterna política de "moderação" salarial não tem correspondido um aumento dos empregos disponíveis. Pelo contrário. O aumento do emprego precário e mal pago tem sido sempre acompanhado por um galopante aumento do desemprego.

A questão que agora se põe é esta: a que nível de taxa de desemprego sucumbirá a paz social, a democracia e o crescimento que nos garantiram um modo de vida aceitável? Até que ponto estamos dispostos a ir para confirmar o fracasso das crenças ultraliberais? Quantas pessoas teremos de sacrificar até percebermos que este caminho não nos serve?
Fonte.(http://www.expresso.pt/)
Enviado por um leitor

Até a Rainha do dito Carnaval ia envergonhada de tão pouca participação"

O "iluminado" que escreveu este comentário( "Os "cérebros iluminados" cá da terra aos poucos ac...") elevado a post devia colocar uma mão na consciência.
O Carnaval junto da Barragem foi um fiasco. Para além de ter poucos participantes e em sintonia do que escreve, retirou o Carnaval do Centro da Vila, da mesma maneira que escreve em relação às Crianças, logo deu um tiro no pé.
O último cortejo de Carnaval junto da Barragem contou com pouco mais de 5 carros e comparados com apenas cinco dos 16 deste ano, a diferença é abismal, se estiver interessado pode confirmar junto de quem fotografou para ver que tenho razão.
Até a Rainha desse dito Carnaval ia envergonhada de tão pouca participação.
Mais, não sendo apoiante deste executivo, neste caso tenho da dar a mão à palmatória, mesmo em crise de ano para ano vai tendo mais gente a participar, só lamento que o Carnaval não parta da Rua da Escola e tenha uma passagem pela Rua Principal como outrora, mas aí, lá vinham os contrários ao corte de estrada principal.
Falar mal a pensar que o povo está esquecido é um erro. 
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O Amor - para todas as mulheres


Vi recentemente num documentário que os homens se apaixonam mais rapidamente que as mulheres. Aquela sensação de “amor à primeira vista” é, por eles, sentida com muito mais vigor e muito mais depressa.
Todos admiramos aqueles casais que ao fim de anos e anos juntos continuam a mostrar que se amam. Mas o amor é feito dia-a-dia, sem dramas. O amor aparece e mantém-se, e os problemas aparecem e solucionam-se. Um casal pode ter uma vida calma e ficar junto, ou pode ter alguns problemas e solucioná-los e permanecer junto (e, muitas vezes, fortalecido). Mas enquanto os problemas aparecem e se solucionam, os dramas criam-se e não têm solução porque, na verdade, um drama não existe é criação de uma cabeça e, não podemos, enquanto casal, solucionar um drama apontado como comum, mas que só existe numa das cabeças.
As mulheres são especialistas em criar dramas e os homens tornam-se especialistas em ignorá-los. E, em consequência disso, existem imensos casais constituídos por “drama queens” e “porcos insensíveis”...
A vida não é uma telenovela ou um filme romântico, e se nas telenovelas os dramas são o que lhes dá interesse, na vida real os dramas apenas chateiam. Que piada teria se na telenovela o casal principal se apaixonasse, fosse ao cinema, jantar juntos, ao fim de um tempo decidissem morar juntos e/ou casar, tivesse filhos e, ultrapassando pequenos problemas, se amassem a vida inteira sem nunca se verem envolvidos em triângulos amorosos ou vinganças terríveis de ex-amantes? Nenhuma, não era telenovela que durasse muito tempo ou tivesse muita audiência... Mas a vida real não é, nem tem de ser uma telenovela. Minhas amigas, entendam, de uma vez por todas, que os vossos dramas não interessam a ninguém, que ninguém está interessado na vossa crise de ciúmes e na vossa desconfiança, nem em dramas inventados para tornar a vossa vida tão interessante como uma telenovela. Ela não é! A vida não é uma telenovela e, para ser interessante, não precisa de dramas, antes pelo contrário, precisa de empenho e calma, os vossos dramas só servem para vos chatear e chatear todos os que vos rodeiam. Nenhum homem suporta desconfiança permanente, nenhum homem suporta joguinhos permanentes para que ele “entenda” aquilo que vocês sentem só porque ele se sentou no sofá a beber uma cerveja quando o que vocês queriam mesmo, mas não disseram, era que ele vos massajasse as costas, ou só porque ele saiu com os amigos, depois de vos perguntarem se vocês se importavam e vocês dizerem que não, num dia em que vocês queriam ficar enroscadas no sofá com ele, mas não disseram, ou por qualquer outra coisa insignificante à qual vocês deram o aval e nunca contrariaram... se não querem que ele faça alguma coisa, preferindo que faça outra digam, directamente! Não inventem dramas para ele “entender” porque o mais natural é que ao fim de meia dúzia desses dramas o homem, pura e simplesmente, deixe de lhes ligar e se torne num “porco insensível”. Podemos censurá-lo quando isso acontece?
Por:
Sara Jofre

Câmaras individadas dão "tolerância de ponto"

Entre as 116 câmaras municipais que decidiram dar tolerância de ponto aos seus funcionários estão algumas das mais endividadas do País. Só oito destes municípios têm uma dívida a fornecedores total que ascende aos 32,7 milhões de euros e um passivo financeiro, conjunto, que ultrapassa os 198,6 milhões de euros.
A câmara de Torres Vedras – terra com uma das mais famosas tradições carnavalescas do País – é uma das que decidiu dar tolerância aos funcionários amanhã e é, também, um dos municípios mais endividados. De acordo com a Direcção-geral da Administração Local, a dívida aos fornecedores estava, no final de 2010, em 11,1 milhões de euros, enquanto o passivo chegava aos 41,78 milhões para uma receita de 52,6 milhões de euros.
Sines é outra autarquia que comemora o Carnaval onde as dívidas são elevadas. Com uma receita de 31,19 milhões de euros, Sines deve 6,5 milhões a fornecedores e tem um passivo financeiro de 24,76 milhões.
Fonte:«CM»
Enviado por um leitor

Os "cérebros iluminados" cá da terra aos poucos acabam com tudo


Os cérebros iluminados cá da terra, primeiro, acabaram com o desfile de Carnaval que se realizava na Barragem e que, por sinal, chamava milhares de pessoas à nossa terra. Agora, para continuar, até o desfile das crianças das escolas foi limitado à zona das escolas. Mas, porquê? Acham que a nossa vila tem muita vida, não é? Porque é que se acabou com uma coisa que toda a gente gostava - ver passar as crianças mascaradas acompanhadas pelos seus professores ao longo de algumas ruas de Alpiarça?
Se foi por causa do chamado centro escolar ter algumas classes do 1º ciclo, então arranjavam um ponto de encontro no centro da Vila (por exemplo, a Praça José Pinhão) para todos os alunos e faziam o desfile pela vila, com o fim para brincadeiras e jogos de Carnaval na escola EB 2,3/S de José Relvas.
E, depois, o que eu acho ainda mais piada é que tudo muda sem as pessoas terem direito a uma única explicação. Muda-se, faz-se e pronto! Sim, porque as pessoas não servem só para ir ver, também podem saber coisas!
Ah, já para não falar do lanche que ontem não foi oferecido aos participantes após o desfile e que era hábito por parte da Câmara.
Era um importante momento de convívio entre todos os que colaboraram para haver um pouco de festa, alegria e música na nossa terra, mas... acabou, também!
E já agora por falar em lanche, porque é que nos lanches oferecidos às crianças nas escolas, em dias especiais, não é oferecido um sumo em vez de uma garrafa de água? Sim, eu sei bem que a água é mais saudável, mas é tão desagradável comer pão com água, não é?
E, eu sei, que aquela empresa ali de Almeirim até dá sumos para estes fins. E os senhores que organizam estas coisas também sabem, não sabem?
Então vamos lá, meus senhores, ponham algum carinho e paixão nas coisas que se vão fazendo na nossa terra, porque sem isso é tudo muito forçado - faz-se porque já é costume fazer e não é preciso ralarmo-nos muito! Quanto mais não seja, com as crianças, já que se apregoa todos os dias que é o melhor que temos no mundo!
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O PCP/CDU apenas condena as ditaduras que não sejam suas

 O PCP/CDU apenas condena as ditaduras que não sejam suas. Quando chega ao governo ou a cargos dirigentes, as ditaduras que impõem são em "nome do povo", contra os contra-revolucionários.
Cuba, Coreia do Norte ou o antigo bloco de Leste mostram ou mostraram que apenas mudaram uma ditadura por outra.
O principal problema das gentes ditas comunistas é a mesma que em qualquer outra ditadura.
Aparecem cheios de boa vontade, instalam-se e depois de tomarem o gosto à vida fácil e às mordomias usam o poder para se perpetuarem no "bem bom".
A maior parte perde a noção do que é correcto e do bom senso.
Ainda que alguém se lhes oponha de forma correcta e com ideias válidas, partem do princípio que não sendo dos "nossos" é contra nós.
Em Portugal basta ver o exemplo dos sindicalistas e de algumas comissões de trabalhadores a tempo inteiro.
Não trabalhando alguns há 20, 30 anos, que noção tem essa gente, a não ser teórica, do que é hoje em dia trabalhar numa empresa?
Quando existem negociações, a preocupação principal é o número de sindicalistas a tempo inteiro que são permitidos em algumas empresas, os cursos de formação subsidiados atribuídos ao sindicato, ou regalias sindicais.
De resto, o empregado deixar de ter hora de almoço, trabalhar horas e horas que não são pagas, ou fechar os olhos a autênticas tropelias que fazem aos trabalhadores, não é problema deles.
Veja-se algumas ditas "reuniões" sindicais feitas por alguns sindicatos.
Bons hotéis em sítios paradisíacos, ementas do bom e do melhor, digestivos a condizer...
E ainda temos; telemóveis a "gastar", viaturas de serviço, etc...
Normalmente, e como são muito prejudicados, a família acompanha-os porque o sol quando nasce é para todos.
Enquanto isso, promovem greves e paralisações, mas nunca se preocuparam em criar fundos de greve.
Os trabalhadores que se lixem. Eles que lutem e passem a receber ainda menos.
Não há dinheiro dizem eles...
Mas para mordomias dos sindicalistas há sempre. 
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De um leitor 

Ciclo de Conferências "Uma peça da coleção comentada por..."


No dia 5 de Março de 2012 às 21h00 vai ter lugar no Pólo Enoturístico da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça mais uma Conferência subordinada ao tema: "Uma peça de coleção comentada por...".
  Desta feita a A PINTURA DE SIVA PORTO NA CASA DOS PATUDOS será comentada pela Dr.ª Maria Emília Vaz Pacheco, Mestre/Doutoranda em História de Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e docente do Ensino Superior no Isla de Santarém.
 Informações e contactos: Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça, Rua José Relvas 2090-102 Alpiarça. Telefone: 243 558 321, Fax: 243 556 444, E-mail: museudospatudos@cm-alpiarca.pt
«CMA»

Mal vai é um País quando tudo fica impune e a lei só serve para engordar advogados, juízes e outros presumíveis agentes

Mal vai é um País quando tudo fica impune e a lei só serve para engordar advogados, juízes e outros presumíveis agentes que deveriam pugnar pelo cumprimento da lei.
Mais uma vez alguns tentam fazer passar a ideia de que a GNR está mal e os meninos, que NÃO RESPEITARAM A LEI são vítimas.
Repito: parassem à 1ª interpelação e nada disto acontecia.
Não pararam, não respeitaram os agentes da lei, devem ser tratados como criminosos vulgares.
Se isso implicou uns estalos, melhor.
Qual seria a punição depois de terem dado trabalho à GNR e que obrigaram a gastar o dinheiro dos contribuintes?
São menores e esses podem fazer o que quiserem que são considerados inimputáveis.
Se fossem a tribunal o que aconteceria?
O juíz apreenderia as motos? Ou ficavam sem dinheiro para os gelados? Ou sairiam a rir e a gozar com os guardas?
Certamente a sua "pena" seria esta última hipótese.
Pelos vistos, quem os deveria punir, não ficou preocupado e ainda os defende.
Ficaram a saber que quando infringem a lei, ainda que menores, podem levar um par de merecidos tabefes.
A lei proíbe-os é verdade, mas também proíbe que uns rapazolas gozem com toda uma comunidade.
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De um leitor 

Ilda Figueiredo: A eurodeputada do PCP recusou-se a criticar o governo cubano por impedir o dissidente Guillermo Fariñas de ir a Estrasburgo receber o Prémio Sakharov


 Sobre a defesa continuada do PCP aos regimes ditatoriais de Cuba e da China
“Ilda Figueiredo: A eurodeputada do PCP recusou-se a criticar o governo cubano por impedir o dissidente Guillermo Fariñas de ir a Estrasburgo receber o Prémio Sakharov. Mas não se coibiu de censurar o Parlamento Europeu por entregar pela terceira vez o prémio a um dissidente de Cuba. Eis o PCP no seu melhor em “defesa das liberdades”. Quando se fala nas inaceitáveis violações de direitos humanos na China, na Coreia do Norte ou em Cuba os representantes do PCP perdem a noção de dignidade e da decência políticas.”
Não compreendo porque é que um partido político com os insignes pergaminhos de luta contra a ditadura e a censura salazaristas persiste em manter esta atitude “solidária” para com regimes não democráticos como os de Cuba ou da China. São estas atitudes, convencionais, expectáveis e previsíveis no PCP que cristalizaram à muito o seu eleitorado que impedem o seu crescimento à custa do radicalismo de algum Bloco de Esquerda e do imenso descontentamento contra o Partido Socialista.
O PCP é necessário ao sistema político português e poderia fazer toda a diferença numa partidocracia enquistada e demasiado comprometida com Grupos de Interesses e os seus ricos (e dependentes) financiadores. Mas estas atitudes sistemáticas desprestigiam o Partido Comunista e reduzem ainda mais o seu horizonte eleitoral, contribuindo assim para o generalizado descrédito da Partidocracia e para a necessidade da renovação das formas como elegemos os nossos deputados, abrindo por exemplo, a possibilidade da eleição de deputados independentes, como sobre a defesa continuada do PCP aos regimes ditatoriais de Cuba e da China
Ilda Figueiredo

Publicado em 2011/01/05
Ilda Figueiredo (http://www.sines.pt)

“Ilda Figueiredo: A eurodeputada do PCP recusou-se a criticar o governo cubano por impedir o dissidente Guillermo Fariñas de ir a Estrasburgo receber o Prémio Sakharov. Mas não se coibiu de censurar o Parlamento Europeu por entregar pela terceira vez o prémio a um dissidente de Cuba. Eis o PCP no seu melhor em “defesa das liberdades”. Quando se fala nas inaceitáveis violações de direitos humanos na China, na Coreia do Norte ou em Cuba os representantes do PCP perdem a noção de dignidade e da decência políticas.”
Sol
17 de dezembro de 2010
Não compreendo porque é que um partido político com os insignes pergaminhos de luta contra a ditadura e a censura salazaristas persiste em manter esta atitude “solidária” para com regimes não democráticos como os de Cuba ou da China. São estas atitudes, convencionais, expectáveis e previsíveis no PCP que cristalizaram à muito o seu eleitorado que impedem o seu crescimento à custa do radicalismo de algum Bloco de Esquerda e do imenso descontentamento contra o Partido Socialista.
O PCP é necessário ao sistema político português e poderia fazer toda a diferença numa partidocracia enquistada e demasiado comprometida com Grupos de Interesses e os seus ricos (e dependentes) financiadores. Mas estas atitudes sistemáticas desprestigiam o Partido Comunista e reduzem ainda mais o seu horizonte eleitoral, contribuindo assim para o generalizado descrédito da Partidocracia e para a necessidade da renovação das formas como elegemos os nossos deputados, abrindo por exemplo, a possibilidade da eleição de deputados independentes, como AQUI defendemos.
Fonte.«sol/2010»
Noticia relacionada:
 "As greves, os protestos que os trabalhadores tem...
De um leitor

Domingo, 19 de Fevereiro de 2012

As greves, os protestos que os trabalhadores tem feito já resolveu alguma coisa?


Em Portugal podemos protestar, fazer greve e isto tem resolvido alguma coisa?
Resolveu o problema dos subsídios, dos impostos, do desemprego, da falta de qualidade das nossas escolas, reabriu os postos médicos encerrados pelos últimos governos, deixamos de pagar as portagens, resolveu o problemas do nosso mercado estar cheio de produtos agrícolas e hortícolas e de peixe espanhol ?
 NÄO! !
Veja-se o caso da Grécia: o que tem ganho a Grécia com as constantes tem greves?
 Nada, apenas tem perdido e muito por causa da destruição causada pelos manifestantes!
E depois se a policia intervêm, são uns assassinos ou são acusados de "heróis " como foi agora o caso que se passou na nossa terra.
Que eu me lembre e já cá ando a alguns anos, nunca ouvi ou li ninguém ligado ao PCP defender para Portugal um sistema de partido único, até pelo contrário, é dos partidos que mais fala em democracia em Portugal.
Mas como é hábito, as pessoas tem memoria curta, falam da China e da falta dos direitos humanos, e depois faz-se um negocio de milhões com a China, mas Cuba já sofre de um embargo comercial por parte dos Estados Unidos e dos seus comparsas há muito anos, o que torna ainda mais grave a situação do povo Cubano , que apesar disso , tem os serviços de saúde ou grátis ou quase ( onde muitos Portugueses se vão tratar) e com a educação é o mesmo sistema: e em Portugal? Até no público se tem que pagar e não é nada pouco e a qualidade é aquela que sabemos 
Como disse antes, isto é só mais do mesmo.
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Desfile de Carnaval Infantil em Alpiarça


No passado dia 17 de Fevereiro, aproximadamente 500 crianças participaram no desfile de Carnaval Infantil de Alpiarça, em torno das Escolas EB 1 Abel Avelino e EB 2,3/S de José Relvas, representando todas as escolas e jardins de infância do Concelho - Jardins de Infância da Fundação José Relvas, Frade de Baixo, Frade de Cima e Alpiarça; escolas EB1 de Alpiarça, EB1 do Casalinho, EB1 do Frade de Baixo, EB1 Abel Avelino e EB2,3/Secundária.
O Município colaborou com o Agrupamento de Escolas na realização do evento, disponibilizando o carro com música carnavalesca, os lanches para as crianças e contactando os Bombeiros e GNR, a fim de garantirem as melhores condições de segurança a todos os participantes.

«CMA»

Se possível bem remunerado, e com poucas chatices

Ainda há (por enquanto) leis neste País. Os trabalhadores do privado, e sei do que falo, têm legislação com direitos e deveres.
Na presente conjuntura parece que os trabalhadores deste País só têm DEVERES, e que trabalhar é um privilégio.
O próximo passo será pagar para trabalhar?
Essa é a ideia que andam a pretender passar duma forma hipócrita.
Curiosamente os mesmos trabalhadores emigram e passam a ser considerados dos melhores do Mundo.
A ideia que pretendem passar é a que os culpados de todos os males são os funcionários públicos.
Mas pergunto eu ingenuamente:
- Foram eles que por sua alta recreação encheram o Estado? Ou foram os políticos que para "martelar" os indicadores de desemprego admitiram 5 onde só era preciso 1?
- Quantas chefias artificiais (normalmente boys) se criaram por via do aumento dos quadros de pessoal?
- Foram eles que criaram leis, leizinhas e leizotas, que tornam inviável qualquer empresa laborar em Portugal?
- Foram eles que impuseram gastos de milhões com PPP's, Fundações da treta, Jobs for Boys e demais mordomias e esbanjamentos?
- Foi o funcionário público de base que criou 20 organismos para tratar do mesmo assunto?
Por último diria-lhe que a história dos jovens à procura de emprego é uma falácia.
Como em tudo, há os que querem trabalhar e os que procuram emprego.
Eu comecei a trabalhar a seguir ao 25 de Abril, e na altura com estudos acima da média fui para operário.
Mas já no meu tempo gente com menos habilitações que eu, só aceitava emprego se fossem para administrativos.
Há muitos anos que se conhece gente licenciada a conduzir táxis, a trabalhar nos macdonalds, em cafés e restaurantes.
Mais tarde ou mais cedo essa experiência é reconhecida e evoluem na carreira.
Outros, como diz o Passos Coelho, são piegas e acham que o caminho não é eles evoluírem, mas por intervenção divina (Estado) criarem-lhe um posto de trabalho. Se possível bem remunerado, e com poucas chatices...
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Sábado, 18 de Fevereiro de 2012

A cozinha conventual já não é o que era!

Manuel Monteiro de Castro é um dos 22 novos cardeais aos quais Bento XVI vai entregar, hoje, os anéis e os barretes cardinalícios. O clérigo português defende que o Governo deveria apoiar mais as famílias, para que a mulher pudesse ficar em casa e “aplicar-se naquilo em que a sua função é essencial, a educação dos filhos”.
Diz mais: “Mas se a mãe tem de trabalhar pela manhã e pela noite e depois chega a casa e o marido quer falar com ela e não tem com quem falar… Isto é, uma família bem organizada é uma base fundamental para um país.”
«A função essencial das mulheres é cuidar dos filhos» - e, como dizia a Biblia "o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja" (Ef 5:23) e, os maridos devem amar suas esposas "como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela" (Ef 5:25) ! - pelo que se presume que a função dos maridos seja cuidar delas! - isto é muito bonito!
"aplique-se na função ....", e quando o marido chegar a casa e ela não tiver tempo para falar .... que família feliz! o problema surgirá quando "outras" também se apliquem "na função" e até - imagine-se - tiverem tempo para falar com ele! Mas, como diz o povo, nada como uma boa amante para manter um mau casamento! Doutrinem-se todos! Acontece que, nos próximos dias, os media vão tentar convencer-nos de que somos uns privilegiados, de que é uma «honra nacional» a criatura ele ser nomeada «cardeal» pelo último ditador da Europa ocidental. Será uma «honra» que eu - que até posso falar porque tenho tempo para isso - dispensava! E que até dispensaria os "trocos" que o meu País vai gastar subsidiando a presença do ministro dos Negócios Estrangeiros na dita cerimónia! Enfim ... o protocolo exige - toque-se a pandeireta - mas a boa vontade só a dá quem quer! Nem a entrevista «A MULHER NA VIDA SOCIAL DO MUNDO E NA VIDA DA IGREJA» concedida por São Josemaria Escrivá (Fundador do Opus Dei), a Pilar Salcedo (Diretora da revista feminina Telva (Madri, Espanha)), a 1 de março de 1968 foi tão longe! Tinha eu 6 aninhos e eis-me impreparada para viver este "avanço" eclesiástico. A cozinha conventual já não é o que era!
Por:
Anabela Melão

ONDE ERRAMOS COM OS JOVENS

A atuação da GNR em Alpiarça no caso desses jovens (pseudo-delinqüentes) obriga-me e fazer uma análise superficial da sociedade em que vivemos.
Até inicio da década de oitenta, esses meninos de 15 e até mais idade, não tinham entrada na roda de pessoas mais velhas, tidas como mais sabias, e coerentes. Atualmente, temos o inverso. São esses jovens que presumem ter o estatuto de mais íntegros, inteligentes, com toda a tecnologia dominada na ponta do dedo, que não abrem a sua roda de amigos a pessoas mais velhas. No seio da Família existem os mesmos conflitos. Os jovens isolam-se muito dos seus progenitores. Todo o tipo de aparelhos eletro-eletrónicos no quarto, atiram os jovens para guetos auto consentidos. Mas por outro lado, também os pais entendem que quando os filhos estão no quarto, vendo TV, jogando , ou conversando através do PC, os deixam mais sossegados e livres de toda maldade que se encontra no mundo exterior.
Sabemos que hoje os jovens são bem mais ativos, agressivos e com personalidade bem mais vincada. Por vezes ultrapassam esses sentimentos, sem respeitar o seu semelhante.
Não são só os fatores acima , que provocaram mudanças radicais no comportamento dos jovens: conflitos sociais, (especialmente o radicalismo),desemprego, álcool, drogas, etc.
Voltando ao relacionamento dos jovens com a sociedade. Temos hoje leis que protegem os jovens, ou seja, a infância e a juventude. Talvez seja exagero certos contornos da lei. Foi aprovado há pouco uma lei aqui no Brasil, que um pai nem uma simples estalada pode dar no filho. Claro que reprovo que um pai agrida um filho. Há outras formas de educar. A tal estalada pode ser apenas para o acordar para o respeito.
Mas existem outras formas de se fazer respeitar: sendo pai por inteiro, camarada, companheiro, saber compreender as suas dificuldades. Criei um filho, hoje homem, e pai, e não me lembro de lhe ter batido, e ele tem todas as qualidade humanas.
O grande problema do relacionamento dos jovens com a sociedade são os vícios modernos: DROGAS. Em estado de abstinência fazem tudo com ou sem consciência. Maltratam matam, pessoas anônimas, vizinhos,amigos, irmãos, PAIS. Só para sustentar o terrível vicio.
No entanto, sabemos bem que a GNR, ou qualquer mortal, não pode fazer justiça pelas próprias mãos. ..... Por isso apenas, a minha reprovação pelo ato em si. Justiça, só mesmo a Justiça a pode fazer.
Por: Gabriel Tapadas Marques
(Brasil)

Principais medidas da lei


Serão colocados no quadro de excendentários os funcionários de serviços extintos, fundidos, reestruturados, ou alvo de racionalização de efectivos, que não sejam transferidos para outros organismos.
Os trabalhadores nesta situação mantêm vencimento base nos primeiros três meses, mas perdem subsídios de alimentação, deslocação ou risco. Entre os dois meses e os dez meses de permanência na bolsa perdem 1/6 do vencimento-base e o trabalhador terá de fazer "acções de requalificação". Ao final do ano, a redução salarial passa a ser de 1/3 do vencimento-base.
Atribuição de licença extraordinária, com mínimo de um ano de duração, permite acumulação de parte do vencimento da função pública com vencimento de emprego no sector privado, o funcionário pode acumular o seu ordenado no privado com 70 por cento do que recebia no quadro de supranumerários, por um período de cinco anos. Depois de cinco anos, o valor desce para 60 por cento. Ao fim de dez anos o funcionário só recebe metade do valor, perdendo os subsídios de férias e Natal.
O diploma prevê uma fase de "transição" e "requalificação", em que o funcionário no quadro de excedentários tem o dever de frequentar as acções de formação e requalificação profissionais que lhe forem indicadas e não pode exercer outras actividades.
A primeira recusa de reinício de funções leva a uma redução da remuneração de 25 por cento. Uma segunda recusa leva a uma licença sem vencimento de longa duração.
Fonte:(PÚBLICO)
Enviado por um leitor
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"Não sejamos hipócritas!":

Descobrindo Portugal à mesa com "Esses de Alpiarça" em terra do Brasil


Acaba de ser editado, em Portugal, o "Guia 564 Restaurantes". E já o pudemos ler, graças a generoso presente do grande médico e gourmet Tota Figueira. Um trabalho do crítico gastronômico português José Silva, que escolheu como critério de suas escolhas "a condição imprescindível de se comer bem ou muito bem". O livro é patrocinado pelo Jornal de Notícias e pelo Diário de Notícias, e nasceu do concurso "As 7 Maravilhas gastronômicas de Portugal". Ali estão, como o próprio título sugere, os 564 melhores restaurantes de Portugal - Lisboa, Porto e também cada região (Minho, Trás-os-Montes, Douro Litoral, Beira Interior e Litoral, Ribatejo, Estremadura, Alentejo, Algarve), além das ilhas (Madeira e Açores). Tudo a partir de categorias (sopas, entradas, carne, peixe, mariscos, caça e doces), preço, qualidade do serviço, instalação, decoração e carta de vinhos.
Ao fim de cada capítulo, vemos os principais ingredientes e receitas de cada região. E já que tudo vale a pena ('se a alma não é pequena', como dizia Pessoa), cumpre aqui lembrar deles. No Minho, lampreia seca, pudim do abade de Priscos, chouriça de cebola, salpicão, laranja do Ermelo, clarinhas de Fão, broa de milho. Da região de Trás-os-Montes, as famosas cascas (ou casulas), amêndoas cobertas de Môncorvo, butelo, queijo terrincho, azeite, presunto de Montalegre e alheira. Já no Douro Litoral, destaque para conservas de sardinhas em azeite, tripa enfarinhada, pão-de-ló de Margaride, fatias (cavacas) de Resende, jesuítas de Santo Tirso, castanhas doces de Arouca, broa de Avintes. Da Beira Interior, queijo da serra, maçã-bravo-de-Esmolfe, morcela da beira, farinheira, maranhos, requeijão, cerejas. Já na Beira Litoral, especialidades são enguias de barrica, flor de sal da Figueira da Foz, leitão assado à moda da Bairrada, queijo rabaçal, ovos moles, pão-de-ló de Ovar, pastéis de Tentúgal. Enquanto, no Ribatejo, a preferência é por enchidos de Almeirim, Esses de Alpiarça, arrepiados de Almoster, fatias de Tomar, pão-de-ló de rio maior, melão, tigelada de Abrantes. Em Estremadura, queijada de Sintra, queijo de Azeitão, pastel de Nata, pastel de Belém, morcela de arroz, pêra rocha, cantarelos (ou rapazinhos) dos Pinhais. Sabores do Alentejo são espargos bravos, túberas, ameixas de Elvas, queijo de Serpa, silarcas, túbaros (testículo de porco ou borrego), azeite. E os da região do Algarve, figo, polvo seco, estupeta de atum, alfarroba, laranja, amêndoa e romã. As ilhas têm, também, ingredientes e receitas próprias. Nos Açores, maracujá, queijo de são Jorge, conservas de barriga de atum, chá gorreana, inhame, queijadas de Vila Franca, ananás. E, na Madeira, banana, bolo do caco, poncha, anonas, lapas, batata doce, bolo de mel.
Para os que ainda não têm o guia (que recomendo), seguem algumas indicações de restaurantes. Em Lisboa: Adega da Tia Matilde, Clara Chiado, Confraria, Largo, Na ordem... com Luis Suspiro, Pap'Açorda e Solar dos Presuntos. E no Porto: A Cozinha do Manel, Dop, Foz Velha, Líder, O Rápido, Pedro Lemos, Rogério Redondo. Tudo bem, tudo muito bem, mas nessa história toda faltou só lembrar São Tomé. No papel, sem problemas. Papel aceita tudo. Até desaforo. Mas serão mesmo tão bons, no mundo real, esses sabores? Há só um jeito de tirar a prova. É ir até lá. Estamos indo, hoje. Na volta, conto como foi.
Leia mais em:
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI5619454-EI11364,00.html

ANAFRE rejeita proposta de agregação e agenda para 10 de março encontro nacional

A Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) decidiu  rejeitar a proposta de agregação de freguesias do Governo e agendar para 10 de março um encontro nacional de autarcas para debater a proposta de lei.

O conselho diretivo da ANAFRE reuniu em Lisboa deliberou «agendar um encontro nacional de autarcas de freguesia, para discussão da proposta de Lei, a realizar no dia 10 de março, em local a anunciar, para o qual deixa convidados todos os eleitos de freguesia, autarcas de município e deputados da assembleia da república», refere um comunicado da associação.
A associação decidiu ainda «solicitar, com caráter de urgência, audiências aos líderes partidários e aos grupos parlamentares». Isto porque, «comungando do sentimento generalizado manifestado pelas freguesias», a ANAFRE «rejeitou a proposta de lei n.º 44/XII por, na sua substância, impor a agregação de freguesias com caráter obrigatório, segundo o critério da aplicação de percentagens».
«Lusa»

Não sejamos hipócritas!

 Não sejamos hipócritas!
A lei que o governo quer criar obriga unilateralmente os funcionários a terem de se deslocar, mas sem qualquer benefício.
Imagino que muitos que apoiam a medida estão prontos a PAGAR do SEU BOLSO os custos da mudança.
Ou seja; está a pagar com dificuldades uma casa em Alpiarça e é mandado para Coimbra sem qualquer compensação monetária.
Diz ainda o projecto de lei que é obrigado a aceitar desde que não implique mais de 2 horas de viagem para cada lado.
Claro que se não comprar casa, apanha o comboio para Coimbra e suporta as despesas (que devem ser baratas) e vai trabalhar para aquecer.
É que a lei em discussão não prevê qualquer custo para o Estado.
Por favor, deixemos de ser fundamentalistas e cegos.
Se me disserem que alguém colocado em Alpiarça é obrigado a ir para a Chamusca, Almeirim ou Santarém, tudo bem, e concordo com isso.
Agora o que foi noticiado não é nada disso!
Acho que qualquer um estará receptivo se lhe forem aplicadas as mesmas condições que aos Srs. deputados ou aos Srs. ministros.
Ou se, como é do conhecimento público, vier um motorista buscar e trazer o funcionário como é comum fazer aos políticos.
Por acaso até gostaria de ver alguns comentadores, com família, ganharem 700 ou 800 euros e serem obrigados a deixar a actual situação e serem colocados em Freixo de Espada à Cinta.
Como dizem os brasileiros, "pimenta no cú dos outros é refresco" 
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"Daqui não saio!":

O preso Wilmar Villar morreu após 50 dias de greve de fome

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) pediu ontem ao governo cubano que faça reformas para garantir o respeito aos direitos humanos, após a morte do preso político Wilmar Villar, durante greve de fome. Na quinta-feira passada, o operador têxtil de 31 anos não resistiu a uma greve de fome de 50 dias — o jejum foi em protesto à própria condenação pelos crimes de desacato, resistência e atentado.
A entidade, vinculada à Organização dos Estados Americanos (OEA), condenou a morte e expressou solidariedade aos familiares do dissidente. “Há uma situação permanente de transgressão em Cuba dos direitos fundamentais de suas cidadãs e cidadãos”, afirmou a CIDH, ao citar as restrições aos direitos políticos, à liberdade de expressão, à falta de eleições e à ausência de independência do Poder Judiciário.
O organismo pediu ao Estado cubano “para fazer as reformas necessárias, conforme suas obrigações internacionais em matéria de direitos humanos”. Também lembrou que, em fevereiro de 2010, condenou a morte do dissidente Orlando Zapato Tamayo, após três meses de greve de fome. Em 2009, a OEA reverteu a resolução que excluiu Cuba, 47 anos antes. No entanto, Havana não demonstrou interesse em retornar à entidade.
Ataque
O comunicado da CIDH foi divulgado horas depois de o governo do presidente Raúl Castro atacar a União Europeia, em particular a Espanha, além de Estados Unidos e Chile, por suas críticas à morte do preso político. O editorial publicado pelo jornal Granma, lembra que o ministro e porta-voz do governo chileno, Andrés Chadwick, “deve manter vivas as lembranças de seus dias de líder estudantil ligado aos militares golpistas de Pinochet que massacraram seu povo e estenderam o desaparecimento e a tortura a todo o Cone Sul”.
“Algumas autoridades espanholas e da União Europeia se apressaram em condenar Cuba sem tentar sequer informar-se sobre o assunto, usando, sempre, a mentira quando se trata de Cuba”, emendou. “Como qualificariam eles a brutalidade policial manifestada na Espanha e na maior parte da ‘culta e civilizada Europa’, muito recentemente, contra o movimento dos ‘indignados’?”, questionou. “Não poderia faltar nesta campanha o governo dos EUA, principal instigador de qualquer esforço por tornar Cuba desacreditada, com o único propósito de justificar sua política de hostilidade, subversão e de bloqueio econômico, político e da mídia contra o povo cubano”, acrescentou o Granma.
Ao mesmo tempo, um grupo de direitos humanos pediu autorização ao regime para investigar o caso. Villar era membro da União Patriótica de Cuba, uma facção dirigida pelo ex-prisioneiro de consciência José Daniel Ferrer. “Sobre a morte, em 19 de janeiro, do recluso Wilmar Villar Mendoza, solicitamos as garantias para fazer uma investigação”, afirmou a Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional, dirigida pelo opositor Elizardo Sánchez, em carta ao ministro do Interior, general Abelardo Colomé. “Devem ser descartadas possíveis irregularidades na detenção de Villar, em 24 de novembro, assim como em seu julgamento sumaríssimo”, afirma a carta. 
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Abalo em Alpiarça (por causa do Sr. Abalada)

Recebemos uns oportunos comentários do sempre acutilante Cidadão Abt sobre o post aqui reproduzido ontem, acerca dum incidente em Alpiarça.

O Cidadão abt disse sobre não se deve bater em ciganos na Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012 às 21:39:

 Comentário oportunamente enviado para o blogue visado: (http://jornalalpiarcense.blogspot.com/)

O senhor D’Abalada não se esqueça onde vai...

Numa primeira impressão é-nos passada a idéia de quatro prepotentes géninhos que resolveram aplicar um valente par de murros e pontapés, em dois menores indefesos mas com mais de quarenta quilos que afinal acabaram por revelar que não eram apenas dois mas que havia mais na zona a praticar delinquência juvenil...

Neste seu post é-nos revelada uma forte emotividade sobre o assunto vertido.

15 anos é uma excelente idade para um jovem se iniciar na delinquência, senhor D’Abalada!

Em Abrantes havia três menores com mais de quarenta quilos que sob a demissão dos familiares e o abrigo da impunidade e inimputabilidade, se dedicavam a circular pelas ruas com umas aceleras em escape livre pondo em perigo os transeuntes e falta de respeito poer quem queria sossego, sem que alguém lhes fosse à mala.

Como terá conhecimento, esta prática na via publica de condução de veiculo sem habilitação legal incorre em infração às regras do código da estrada.

Os anos passaram e os putos cresceram num ambiente sem regras sociais, normas de civismo ou conduta.

Decerto o senhor D’Abalada não ignorará um chavão referindo de que “a nossa liberdade termina onde começa a dos outros.”

A partir de determinada altura estes menores passaram a admoestar as pessoas mais frágeis, nomeadamente crianças, mulheres e idosos, extorquindo-lhes dinheiro e bens materiais e mais tarde recorrendo a extrema violência gratuita.

Foram crescendo e como eram de famílias problemáticas, com eles foi crescendo o grau de violência ao ponto de passarem ao roubo sistemático de veículos e de habitações. 
Como eram menores, coitados, ninguém lhes podia tocar... 
Foram responsáveis por parte da enorme insegurança que se viveu no concelho de Abrantes e concelhos limítrofes.

Ao fim de umas centenas de assaltos, lá atingiram a maior idade e tantas fizeram até chegado o dia em que foram presos e julgados por roubarem um jipe, uma bicla e um computador à presidente da camara cá do sítio e responderam por um cadastro invejável. 
Dois estão a ver o sol aos quadradinhos, respetivamente com 11 e 7 anos de efetiva e o terceiro anda a monte até que seja agarrado!

Será isto que deseja como futuro para os jovens de Alpiarça?

Em Abrantes também havia um outro grupo de jovens a pesarem mais de 30 quilos que em idade menor se dedicavam a fugir à guarda e à polícia, encavalitados numa mota 125cc, em escape livre. 
Como eram menores, coitados, não se lhes podia fazer grande coisa. 
Vivendo no sentimento de impunidade, um de etnia cigana e os outros de famílias problemáticas, aumentaram o seu grau de modus-operandi passando à prática de extorsão pela violência e outro tipo de delinquência, e assim foram crescendo até chegar o dia em que numa madrugada de Julho de 2010 assassinaram à facada um camionista na área de serviço da A23, em Mouriscas.

Nesse dia o pai de um deles, tornando-se num VERDADEIRO HERÓI agrediu violentamente os agentes que procediam à detenção dos coitadinhos ex-menores...

Hoje um deles está de cana a cumprir 18 anos e outros dois vão regressar à barra do tribunal para se apurarem os factos... 

Histórias com tristes fins.
O que entende o senhor Abalada, que valerá mais?

Um par de açoites na altura certa que não deixem lesões físicas ou a capitulação da vida de um ser humano e passarem o resto das vidas atrás das grades?

Para si, naturalmente que o par de açoites em tempo oportuno será o mais grave das duas hipóteses.
     
Seis jovens que por não terem alguém que na adolescência lhes pregasse umas bordoadas nos lombo, e lhes fizesse mostra o rumo certo, técnica mais conhecida por terapia de psicologia aplicada e única entendível por aqueles que tendem a viver à margem da lei, e hoje seriam uns homenzinhos válidos, integrados na sociedade e não se teriam desperdiçado bens e vidas pelo caminho...

Alias cá o Cidadão abt lida diariamente com dezenas de jovens em que muitos se reconhecem terem mudado de vida graças a umas bordoadas dadas por alguém a tempo certo.

Questiona-se o senhor D’Abalada se de facto os pais ou tutores desses menores que de um passaram a dois e de dois a uma data deles, não estarão à altura de lhes incutirem educação suficiente de modo a evitar essas situações constrangedoras dos agentes de autoridade se terem que fazer substituir nesse papel de educadores?

Enfatiza a heroicidade desses quatro agentes da autoridade e em bom tempo o faz, tempo este em que professores, auxiliares e até agentes da autoridade são frequentemente sovados pelos pais de jovens corrécios, senão mesmo pelos próprios jovens.
Foram uns verdadeiros heróis na medida em que prestaram um excelente serviço público a bem da sociedade e da segurança das populações locais, poupando-as a uma possível escalada de delinquência juvenil.

Finalmente, o caso da viatura de ciganos sem cinto e fazendo óbvio, a presunção de falta de documentos, que fica por explicar como o senhor Abalada disso tem conhecimento também seriam motivo de sua manchete se a GNR os intercetasse?

Senhor D’Abalada:

Parece ter sido precipitada e um tanto emotiva sua decisão em publicar um post com este teor.

Passe bem, senhor Abalada.


Nota de Marcello de Noronha: a discussão no Jornal Alpiarcense foi animada e já vai em 22 comentários, naturalmente com a salutar indignação do Senhor Abalada contra os ''anónimos''.

Dei uma vista de olhos a este blogue (a malta tinha reproduzida a notícia a partir do ''Notícias do Ribatejo'', blogue que faz uma recolha da publicidade camarária da região e das bocas dalguns blogues mais correctos politicamente) e encontrei um genial post anti-comunista chamado

JOÃO OSÓRIO: Um plano bem ou mal delineado?



que nos elucida sobre os meandros da lutas internas do PCP naquela vila da Borda de Água, tradicional bastião bolchevique.

O post está assinado pelo sugestivo nome de ''Comuna Insider'' e teve direito a 20 comentários.

Naturalmente o ''insider'' é tão ''outsider'' como o Armando Fernandes era Edite.....


 


O blogue é do baril, vai já direito aos nossos links......


Marcello de Noronha

destaques a vermelhos, nossos,
retrato do armandinho made in Ribatejo 

Pode ler mais em:
http://porabrantes.blogs.sapo.pt/1150906.html


Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012

Roteiros para o Futuro


 Conferência “Nascer em Portugal” quer saber como vamos ser no futuro.
O Roteiro tem a sua primeira iniciativa na conferência "Nascer em Portugal", que tem por objetivo "abrir janelas e pontes ao confronto e ao diálogo" sobre demografia, fecundidade e natalidade.
A conferência, que vai juntar os melhores especialistas portugueses que têm estudado o tema e alguns convidados estrangeiros, realiza-se sexta-feira na cidadela de Cascais e terá como comissário João Lobo Antunes.
Especialistas das áreas da saúde, economia, sociologia ou atropologia vão apresentar e discutir diferentes visões do problema, de modo a “apresentar uma perspetiva multi-disciplinar", adiantou a fonte da Presidência da República.
Entre os conferencistas estrangeiros estarão personalidades como Olivier Thévenon, que participou num estudo da OCDE sobre o problema da fecundidade, Gunnar Andersson, da universidade de Estocolmo, e Massimo Livi Bacci, autor do primeiro estudo sobre fecundidade em Portugal – “A century of Portuguese Fertility” de 1971 - e que será distinguido pelo Presidente da República no final da conferência.
Entre os conferencistas portugueses estarão jovens investigadores, economistas e sociólogos, como Maria João Valente Rosa, António Barreto, Manuel Villaverde Cabral e Rui Vilar.
Recusando a pretensão do chefe de Estado se assumir como um "think-tank" ou como fonte de medidas, soluções ou leis, fonte da Presidência da República reconheceu que a primeira consequência que Belém gostaria de ter deste novo roteiro seria "o aumento da investigação sobre os temas da fecundidade, demografia e fertilidade". Seria útil, por exemplo, antecipar os problemas graves que estão prestes a bater à porta de Portugal, como a falência do sistema de Segurança Social.
A conferência é aberta a institutos, investigadores, Organizações Não Governamentais que foram convidados, assim como a representantes dos Partidos representados no Parlamento e do Governo, que também foram chamados a estarem presentes.
As apresentações e conclusões da conferência deverão ser publicadas mais tarde em livro.
Segundo dados fornecidos pela Presidência da República, em 2007, 2009 e 2010 o número de mortes em Portugal ultrapassou o número de nascimentos, uma situação inédita nos últimos 50 anos, e é um dos países europeus onde o número médio de filhos por mulher é mais baixo, não chegando a 1,5.
«Sapo»

Daqui não saio!

A crise corrente não é apenas económica. Começa por ser cultural. Basta ver as reacções indignadas ao novo regime de mobilidade geográfica para a função pública. Ideia do governo: quando não há trabalho aqui, o funcionário tem de ir para acolá.
Onde faz falta. Nada mais básico: entre o desemprego e a deslocação, em especial num país do tamanho de um penico, qualquer pessoa racional não hesita. Mesmo, ou sobretudo, pessoas com famílias para sustentar.
Mas Portugal tem uma particular visão das coisas: o sonho do lusitano médio é viver no 1º piso; trabalhar no 2º; fazer as suas férias no 3ª; viver a reforma no lar de idosos que fica no 4º; e, quando a hora chegar, ter o serviço fúnebre no 5º. E se alguém sugere, como o deputado João Almeida do CDS, que o trabalhador pode sempre recusar a proposta e ‘desvincular-se' (como acontece em qualquer empresa), o herege é logo queimado no Pelourinho.
Reformar o país é fácil. Difícil é reformar a cabeça dos nativos.
Fonte «CM»
Enviado por um leitor

Os trabalhadores Cubanos

Que culpa tenho eu viver num país democrata que apenas tem tido maus governantes e que nos levou á quase banca rota? Será que o facto de eu poder dizer mal dos governantes e poder ir para a rua me manifestar, vai voltar a dar trabalho aos mais de 770 mil desempregados existentes no nosso país pelas políticas erradas? Será que o facto de eu poder dizer o que me apetece dizer, me enche a barriga? Falou do pagamento aos trabalhadores Cubanos, e em Portugal? São todos ricos é? Os patrões pagam o preço justo por aquilo que produzimos? Ao longo de mais de 25 anos de trabalho, a diferença entre o que ganhava antes e o que ganho agora não chega a 200 euros, ao passo que os funcionários públicos eram quase todos os anos aumentados, tinham direito a todos os subsídios, a fazer pontes, etc. E agora por causa da situação de quase falência do estado, tenho que me privar de gozar os feriados? Porque não são só os funcionários públicos a terem essas regalias tiradas? Sim porque eles sempre as tiveram  e como este exemplo há muito mais ! Por isso, em cuba existem muitos problemas , mas aqui em Portugal também os há , por isso antes de atacar Cuba ou outro qualquer país , veja primeiro o que tem há sua porta . Tenho dito.
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Parece que a denuncia teve efeito contrário

 Parece que a denuncia teve efeito contrário.
As pessoas gostam de liberdade, e não de libertinagem.
Que fique claro que quando as forças da autoridade mandam parar, estão a exercer um direito legal.
Quem não obedecer, sujeita-se às consequências e terá de ser tratado como um criminoso vulgar.
Não faltaria!
Se sempre que fosse mandado parar, pudesse acelerar e com isso não sofrer a respectiva penalização, passaria a ser legítimo circular sem inspecção, sem seguro, sem carta, e até conduzir sob efeito do álcool ou de estupefacientes.
Andar a transportar drogas, armas, ou seja o que for que seja ilegal, também passaria a ser válido.
Tal como diziam os avisos nas antigas passagens de nível: Pare, escute e olhe.
Ou neste caso, Pare, escute, e apresente o que tiver a apresentar.