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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Desenganem-se profetas destros! A nossa direita vai entrar aí e em força, como "cão por vinha vindimada"

Artigo de Opinião
 Por: Sommer

As coisas estão a sair mesmo ao jeito a alguns que tudo têm feito para denegrir a imagem dos Bombeiros Municipais de Alpiarça. As novas Leis do trabalho que aí vêm, fruto da imposição e acordo assinado com a Troika, vão facilitar o fecho de serviços, nomeadamente serviços não rentáveis. Os serviços de saúde são um deles, Bombeiros incluídos.
Estamos a um passo de fechar os bombeiros municipais e abrir uns Bombeiros Privados e quem quiser um fogo apagado ou um transporte de ambulância paga, mas paga "a doer". Afinal as empresas nascem para dar lucro, não para darem prejuízo.
Já cheira a privatização por tudo o que é sítio. Tem de se privatizar a todo o custo porque os funcionários públicos não trabalham. É a palavra de ordem!
Privatizam-se as águas; privatizam-se as electricidades; privatizam-se os lixos; privatizam-se os esgotos.
Sociedades intermunicipais com capitais públicos como as Águas do Ribatejo vão ser uma miragem!
A água mesmo assim é muito barata, clamam os partidos do Governo temos de aumentar mais e mais, todos têm se contribuir para a crise! Mas principalmente quem ganha mais de 500 euros. Ricos não há como ficou demonstrado, os pobres não podem, então "roube-se" legalmente a classe média.
Irão arrepender-se aqueles que clamavam contra a Esquerda, contra os partidos de Esquerda e que defendiam acerrimamente a Direita. Pobres patetas.
Coitados andavam iludidos. Andavam enganados. Pensavam eles que a nossa Direita era uma Direita Moderada, progressista e defensora dos fracos, equitativa, progressista e equilibrada, fraterna, como o são as sociais-democracias nórdicas!
Desenganem-se profetas destros!
A nossa direita vai entrar aí e em força, como "cão por vinha vindimada".
Também pode ser liado em:
http://www.facebook.com/jornalalpiarcense

É vergonha trabalhar na agricultura?


O próprio empresário reconhece que só os tailandeses aceitam trabalhar sábados, domingos e feriados e fazem horas extras às carradas, estando alojados numa casa própria.
O jornalista que faz esta notícia no público deve gostar desta espécie de escravatura senão não escrevia uma reportagem destas.
Quem são as pessoas com uma vida familiar normal, com filhos que podem entrar num sistema de trabalho desta natureza?
Para que serviram as lutas das mulheres americanas pela jornada de 8 horas (que ganharam) vindo a instituir-se o 1.º de Maio como Dia do Trabalhador?
Afinal em Portugal a desculpa da crise e da imposição da Troika já não há direitos nem deveres?
Quantos meses aguentará um trabalhador fazer esse tipo de horário vergado horas e horas a apanhar fruta?
É vergonha trabalhar na agricultura?
Se calhar é!
Quem gritou aos 4 ventos que em Portugal teria de se reduzir os agricultores de 20% da população activa para apenas 8%?
Não foram os europeístas convictos?
Não queriam um país moderno, produtivo, com a agricultura mecanizada?
E então agora?
Será com este tipo de notícias que se vai cativar alguém para trabalhar para aquele empresário ou para outro da mesma estirpe?
Dois jovens fugiram durante o lanche...
E fizeram mal?
Mais valeu fugir do que ficar escravizado!
Opinião de um leitor
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 Os que dependem da ajuda do Estado e aqueles que “...

A vinda de uma Inspecção aos Bombeiros só pode acabar mal

Mas acaba mal para os Bombeiros, porque quem se vai sair bem na fotografia é a autarquia. Os bombeiros vão ser acusados daquilo que hoje já são nos blogues. Isto é: quererem ter dois empregos. Esta é a realidade nua e crua com que as sucessivas edilidades se vêm debatendo há largos anos. Os Bombeiros têm sido uma autêntica dor de cabeça para a autarquia e para os sucessivos comandantes, o já falecido Batata Correia incluído, que Deus tenha em descanso. Basta reparar quantos comandantes já os Bombeiros de Alpiarça tiveram desde a sua saída.
Agora alguns esfregam as mãos de contentes e apregoam "Ainda bem para desmascarar tanto aos bombeiros mas principalmente a Câmara", porque saíram, estão fora "estão de Cavalo" como se costuma dizer. É sempre a velha história de "quem vier atrás que feche a porta".
Aos olhos da população a actual Edilidade vai sair fortalecida. Vai-se entender que a Câmara tudo fez para dar condições aos bombeiros, mas que eles querem mais, querem ter dois empregos.
E vem-nos à lembrança aquela frase batida: Quanto mais se mexe na porcaria mais mal ela cheira!
De um comentarista
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Desempregados só trabalham se receberem “por fora” para que não perderem o subsídio de desemprego


João Paulo Duarte, para além de empresário no ramo rodoviário também é agricultor, tem 50 pessoas a trabalhar no campo, distribuídos entre a Quinta de Malpique e os 12 hectares que explora em A-dos-Cunhados. «Destes 50 empregados, uma dezena são tailandeses» mas precisa de muito mais.
Para garantir a colheita nos próximos meses recorreu ao Centro de Emprego. «Tínhamos 80 candidatos portugueses, mas só seis é que ficaram, Os restantes não quiseram assinar». Depois, contactou empresas de trabalho temporário. «Dois jovens desapareceram depois do lanche da manhã».
A solução está em contratar tailandeses que aceitam trabalhar aos sábados domingos e feriados.
Mas João Paulo Duarte não consegue esconder a sua irritação. Critica o subsídio de desemprego que considera «amarrar homens e mulheres ao conforto de casa, quando há trabalho (sazonal e temporário) para quem quiser». «Só aceitam se receberem (o salário) por fora para não perderem o subsídio. Das pessoas que estão na apanha neste momento no nosso país, 80 por cento estão a receber por fora».
O empresário paga a todos por igual e explica a falta de portugueses por causa da dependência do subsídio.
Para além disso, os portugueses «acham que é desprestigiante trabalhar na agricultura». Paga aos tailandeses o ordenado mínimo, horas extras, subsídio de alimentação e férias, e garante o alojamento numa casa equipada.
Em média, com a calma tailandesa (característica própria) apanham 40 por cento mais quilos (de fruta) do que um português e torna-se difícil para Duarte ter uns que apanham 1050 quilos e outros 600.
António Centeio
Fonte: “Público”

“Geração à Rasca” com nova luta marcada

A 15 de Outubro, o Movimento 12 de Março (M12M) com indicio de vir a tornar-se numa força politica, estará novamente nas ruas para contestar o endurecimento de austeridade, os cortes nos apoios sociais e a falta de oportunidades de participar nestas decisões.
Uma luta que promete porque esta “Geração á Rasca” está a organizar-se de tal forma, contando para o efeito com o apoio de alguns partidos de esquerda
http://www.facebook.com/jornal.alpiarcense

O desemprego de longa duração sénior

Os dados do Instituto Nacional de Estatística recentemente divulgados, e relativos ao segundo trimestre deste ano, dão conta de quem em Portugal mais de metade dos desempregados está sem trabalho há mais de um ano. Além do mais, e apesar de a taxa de desemprego ter recuado ligeiramente face ao primeiro trimestre, o número de pessoas afastadas do mercado laboral há mais de um ano está a aumentar. NO final de Junho, o desemprego de longa duração afectava mais de 370 mil pessoas, verificando-se em particular um aumento do número de desempregados com 45 anos ou mais, trabalhadores que, em geral, têm mais dificuldades em regressar ao mercado laboral após um despedimento.
A vivência da actual crise financeira internacional e de um ambiente económico especulativo novo, sujeito ao desconcerto que presentemente afecta os mercados financeiros, vêm deixando significativas sequelas sociais. Desde logo porque, para a maioria dos países europeus – ante as perspectivas de um novo abrandamento do crescimento económico induzido por politicas orçamentais restritivas – se estima a deterioração da conjuntura geral do emprego, em especial um recuo dos níveis do emprego por tempo indeterminado (isto é, dos contratos sem termo) em virtude de um aumento dos despedimentos por motivos de mercado ou estruturais.
A esta apreensão acresce a preocupação com o aumento do desemprego de longa duração sobretudo junto dos trabalhadores com 45 anos ou mais. De facto, estudos internacionais recentes apontam para um aumento progressivo (e significativo, desde 2008) do desemprego de longa duração junto da população sénior, grupo com redobradas dificuldades em encontrar novo emprego, situação que, a médio prazo, não deixará de Pesar significativamente sobre o crescimento potencial, de qualquer país, onerando de forma gravosa os sistemas públicos de Segurança Social e fazendo perigar a coesão social.
«DN»

O PODER LOCAL E A REFORMA ADMINISTRATIVA DO ESTADO


Os dois maiores Partidos Políticos portugueses irão iniciar em Setembro os primeiros contactos para avançar com a reforma da Lei Eleitoral Autárquica.
António José Seguro já deixou o desafio para um entendimento, quer em relação à Lei para as Autarquias, quer para a Assembleia da República.
Esta é uma derradeira oportunidade para elevar a eficiência do Modelo de Gestão do Poder Local e do Estado Central; sem pressões eleitoralistas; sem demagogias politiqueiras.

Uma Autarquia deverá ser sempre uma Instituição eficiente, sem luxos nem mordomias, socialmente eficiente e pragmática, saneada de pesos financeiros passados que podem condicionar de forma trágica as suas missões fundamentais. Será com este enquadramento institucional que se sentirão ainda os autênticos Servidores Públicos.
O Partido Socialista tem um Know-how político fundamental para que este processo tenha um fim bem diferente daquele que aconteceu no último "round" negocial, altura (2006) em que Luís Filipe Meneses resolveu, à última hora, atrasar este dossiê mais uns anos (para já cinco...).
Numa conjuntura em que as fortíssimas condicionantes financeiras tendem a restringir a capacidade política dos protagonistas da nossa "Soberania Nacional", esta reforma deve respeitar os compromissos internacionais que o nosso País assumiu mas, acima de tudo, não deve inviabilizar uma das maiores conquistas da Democracia Portuguesa: um Poder Local Democrático ao serviço do Desenvolvimento Sustentável de TODO o nosso País. Aquele Poder que está mais próximo das Pessoas e que resolve problemas concretos todos os dias do ano…
De uma forma ainda mais clara: O endividamento total do Poder Local representa menos de 5% da dívida pública global! A dívida pública da Madeira (tanto quanto nos é possível estimar!!!) é, só por si, sensivelmente idêntica ao endividamento da totalidade dos mais de 300 Municípios Continentais Portugueses!
Por isso proponho que deixemos de "brincar com coisas sérias" e que, de uma vez por todas, se inicie um processo de Regionalização; até pode ser apenas um tímido começo...
Comecemos apenas por uma descentralização política efectiva e um "emagrecimento" do Estado nas Regiões Plano. O grande desafio está na racionalização das centenas de cargos políticos, muitos deles pseudo-possuidores de "poder descentralizado do Estado", com máquinas burocráticas técnico-administrativas em redundância com as Comissões de Coordenação (CCDR) e que, elas próprias, acabam sempre por não ter delegada qualquer capacidade politica com significado.
Quanto não ganharia o País em ter apenas uma estrutura baseada nas CCDR das Regiões Plano e com um pensamento estratégico que as fizesse evoluir para ágeis Governos Regionais?
Sabemos que temos que reduzir o défice do Estado a um ritmo impar na história portuguesa recente; mas também estamos obrigados a repensar a organização política e territorial do Estado e do Poder Local incutindo fortes acréscimos de eficiência nos respectivos modelos de gestão e virando esses modelos mais para as pessoas e menos para os ciclos eleitorais. As 500 nomeações políticas já efetuadas por este Governo numa conjuntura dramáticas para as finanças públicas, não sendo um argumento inovador, é algo que nos deve voltar a deixar preocupados.
Ter um pensamento estratégico nas medidas conjunturais que seremos, muito em breve, obrigados a assumir nestes dossiês é, porventura, menos pragmático para os "interesses" da Troika (leia-se "credores internacionais"), mas considero que será a única forma de defender os supremos interesses dos Portugueses, principalmente os que farão parte daquelas gerações que, no futuro mais ou menos longínquo, também quererão ter orgulho no seu Portugal.
http://noticiasdoribatejo.blogs.sapo.pt/

Desfecho das notícias sobre os Bombeiros e a Associação Cultural, Desportiva e de Beneficência dos Bombeiros de Alpiarça

Podemos adiantar que as muitas noticias publicadas neste jornal sobre as anomalias e a falta de alguns requisitos legais quanto à atribuição de verbas para com o Corpo de Bombeiros como outras questões não caiaram em “saco roto” porquanto a curto prazo, vai haver por parte das entidades competentes uma fiscalização/inspecção a todas as questões levantadas pelos leitores neste jornal.
A divulgação das respectivas notícias e das questões mencionadas só poderia acabar neste desfecho.
Ficamos a aguardar

Constrangimentos no abastecimento de água em Frade de Baixo, Alpiarça - 1 de Setembro


Comunica-se às populações de Frade de Baixo, Município de Alpiarça, que devido à necessidade de realizar uma intervenção no sistema de abastecimento de água na Rua José do Vale, haverá constrangimentos, e eventuais cortes, no abastecimento na quinta-feira, 01 de Setembro entre as 09h00 e as 13h00, no seguinte local:
Rua José do Vale
Prevemos que a normalidade no abastecimento seja reposta cerca das 13h30.
A ÁGUAS DO RIBATEJO alerta que só deve consumir depois de retomada a normalidade no abastecimento, quando a água apresentar uma cor transparente.
Em caso de necessitar de esclarecimentos, deve contactar os nossos serviços pelos telefones: 808 20 20 11 – 263 509 400 ou 927 803 371
Pede-se a compreensão da população afectada. Lamentamos o incómodo que possamos causar com esta intervenção que visa melhorar a qualidade do serviço prestado.



Os que dependem da ajuda do Estado e aqueles que “recebem por fora”

A ideia perigosa de que: «pobre é malandro, vive se subsídio e tem que prestar trabalho gratuito» não é de agrado de Edmundo Martinho, ex-presidente do Instituto de Segurança Social.
Entende o mesmo que quem depende do sistema social deve sim: «trabalhar para a comunidade mas recebendo um salário, em parte pago pelo Estado e em parte pela instituição que acolhe a pessoa» o dependente.
Para o ex-responsável esta ideia é uma forma de travar a ociosidade, evitar que as pessoas fiquem em casa com o subsidio» quando podem trabalhar para a comunidade, não gratuitamente mas recebendo uma pequena ajuda pelo serviço prestado à comunidade.
A ideia é boa mas precisa de ser controlada de forma a acabar com o desvario de um desempregado receber subsídio de desemprego para ao mesmo tempo receber outros valores por causa de serviços paralelos que presta em proveito próprio - não declaráveis e muito menos de conhecimento das respectivas estruturas oficias.
Tudo porque não existe uma fiscalização cerrada para com os ociosos ou de quem se aproveita das falhas das leis para receberem do Estado (erário público) a respectiva ajuda de sobrevivência mas não declarando outros rendimentos extras que obtêm na “clandestinidade”.
Não sendo, eu, defensor da privatização, de forma alguma, da “Segurança Social” continuo a entender que o Estado continua ser bastante “generoso e tolerante” tornando-se necessário e urgente pôr um travão nesta situação, que todos sabemos e conhecemos existir para vem de todos senão qualquer dia não há dinheiro para nada nem para ninguém.
António Centeio

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Quem fez esta Lei devia pensar que os bombeiros são quartéis da tropa

Alguém ligado aos bombeiros ou à sua associação profissional está a "dar na cabeça" da câmara, nomeadamente no presidente e no vereador dos recursos humanos. É certo que todos nós trabalhadores por conta de outrem precisamos de sindicatos e de associações profissionais que nos defendam, mas atenção não queiram ser mais papistas do que o papa.
Há por aí casos concretos de empresas que foram à falência e mandaram centenas para o desemprego, muitas vezes pela inflexibilidade dos seus trabalhadores, muitas vezes mal aconselhados pelos seus sindicatos.
Aqui tem que predominar o bom senso e nem os profissionais podem trabalhar à borla, nem podem metade assegurar o serviço do todo.
As coisas têm de ser vistas, estudadas e resolvidas a contento de todos. A contento de bombeiros, a contento do município e a contento da população.
Imaginem que amanhã corre a notícia que os bombeiros terão de encerrar devido às exigências de altos ordenados que a câmara não pode pagar! Quem é que sai mal na fotografia? São com toda a certeza os profissionais.
É um caso bicudo, como outros casos bicudos em que o país está metido. Mas há uma realidade nua e crua. Nas câmaras ninguém paga as dívidas por ninguém e elas pelo que vamos lendo estão endividadas até ao pescoço.
Há que racionalizar meios. E racionalizar meios é gerir os bombeiros com legalidade mas reduzindo despesas.
Alguém da associação profissional já fez contas e apresentou à câmara quanto custa um quadro de pessoal devidamente apetrechado para os Bombeiros Municipais de Alpiarça?
Teremos mesmo capacidade de manter permanentemente um certo numero de bombeiros ociosos no quartuel mesmo fora da época de fogos?
Quem fez esta Lei devia pensar que isto aqui são quartéis da tropa. O pior é que as forças armadas estão falidas e qualquer dia não têm dinheiro para pagar aos militares.
Veremos se mais dia menos dia não se acabará o dinheiro para pagar aos bombeiros.
Por: Gargora
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Em Portugal não deve haver ricos

Depois de alguns países pretenderem criar um imposto especial para muitos milionários que por ai andam ao ponto de o segundo homem mais rico do mundo – o americano Warren Buffet – vir dizer publicamente que o governo (americano) «mima demais os milionários» reconhecendo que paga menos impostos que os seus empregados, descobrimos que este problema não se apresenta em Portugal pela simples razão de que não deve haver ricos.
Isto porque: aplicar um imposto especial para os “Amorins e outros Afins, S.A.” não é tarefa facial porquanto a principal dificuldade que se apresenta para o governo de Passos Coelho/PSD-CDS é «como definir um rico».
Com esta dificuldade tornada pública pelos nossos governantes, a conclusão só pode ser uma: não existem ricos em Portugal ou então que quem nos governa que convide Américo Amorim (possuidor de uma fortuna avaliada em mais de cinco mil milhões de dólares (não são euros) para explicar aos governantes, de forma bem clara, o que é um trabalhador e um rico já que Amorim se considera «um trabalhador». Talvez assim possamos deixar de considerar como “rico” o agricultor que ganha uns “trocos” porque na verdade o produtor, como trabalhador que é, ao lado da fortuna do Amorim não passa de um “pindérico”.
Até lá os pobres e trabalhadores que ajudem a pagarem a crise.
Os nossos governantes sempre foram e sempre serão uma pura e simples “farsa”
António Centeio
Também pode ler esta noticia em:
http://www.facebook.com/jornal.alpiarcense

ESTARÁ ALPIARÇA PREPARADA PARA SUPORTAR UMA CORPORAÇÃO DE BOMBEIROS COM ESTE PESO?

Pelos vistos o legislador pensou em 2002 que as câmaras estavam todas ricas e vai daí impõe uma legislação alegando que nos BOMBEIROS MUNICIPAIS só há profissionais e não há voluntários.
Pois bem já um leitor nos disse que o Serviço Municipal de Protecção Civil de Alpiarça custa a todos nós munícipes Alpiarcenses quase 1/2 MILHÃO DE EUROS anuais, o que significa para bom entendedor que se acabarem com os voluntários e puserem lá 6 homens dia e noite para fogos e mais 3 homens para serviço de doentes e outros 3 para fisioterapia e folgas, mais um telefonista e um administrativo para além do comandante, em 3 turnos de 8 horas arriscamo-nos a ter de suportar uma Corporação de Bombeiros que nos custará muito mais de UM MILHÃO de euros por ano!
ESTARÁ ALPIARÇA PREPARADA PARA SUPORTAR UMA CORPORAÇÃO DE BOMBEIROS COM ESTE PESO?
De um leitor
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 LEITOR DEFENDE E ESCLARECE ALGUMAS QUESTÕES SOBRE ...

Miguel Arraiolos em "Capa de Revista"

Interdição de trânsito devido a realização de Maratona de BTT

Trânsito interdito no Parque de Estacionamento junto ao paredão da Barragem dos Patudos no próximo Domingo dia 4 de Setembro, das 9h às 14 h
Condicionamento de trânsito devido a realização de Maratona de BTT
Haverá condicionamento de trânsito no próximo Domingo, dia 4 de Setembro, na Av.ª Manuel Lopes Vital (paralela à Albufeira dos Patudos) e respectivos parques de estacionamento no dia 4 de Setembro
«CMA»

Furtos de cobre assolam a região


Nos primeiros sete meses deste ano, o comando territorial de Santarém da GNR recebeu 542 queixas de furtos de cobre, um número que corresponde a um crescimento de 23 por cento em relação a igual período do ano passado (441).
Segundo dados fornecidos à agência Lusa, a grande maioria das queixas apresentadas à GNR são feitas pela EDP (287 em 2010 e 316 este ano), seguindo-se os furtos de cobre em pivôts de rega (44 em 2010 contra 58 este ano).
Os furtos em propriedades agrícolas, residências, obras e armazéns regista igualmente um crescimento (de 39 em 2010 para 64 este ano), o mesmo acontecendo com os furtos de cobre em telecomunicações (com as queixas a subirem de quatro para 24). Seguem-se os “outros” furtos com 80 queixas (contra as 67 do mesmo período , mas do ano passado).
Apesar da grandeza dos números, o comandante da GNR no distrito, Corte-Real Figueiredo, disse à Lusa que estes ficam muito aquém da realidade, porque muitos agricultores ou não chegam a apresentar queixa ou quando se apercebem dos furtos já passaram alguns dias.
O elevado número de furtos no campo – que, além do cobre, inclui furtos de cultura e gado – deixa os agricultores e as associações que representam “muito preocupados”.
No seu entender, só com penas mais pesadas é que o crime deixará de compensar, pelo que os agricultores querem que os tribunais passem a considerar não apenas o valor do produto furtado mas sim do prejuízo global causado.
Por outro lado, pedem ainda mais fiscalização, tanto policial como das Finanças, quer junto dos receptadores de cobre como junto dos vendedores de beira da estrada.
Segundo uma das organizações, os agricultores têm vindo a aderir ao sistema de vigilância que resultou de um protocolo entre o Governo Civil de Santarém e o Ministérios da Agricultura, com a colocação de alarmes nos pivots de rega, mas, frisou, a medida não será eficaz se não houver resposta imediata das forças de segurança.
Por outro lado, estão a inventariar os equipamentos para as rotas das patrulhas da GNR tenham em conta os locais de potencial risco.
Para o comandante territorial da GNR, é impossível pensar que pode existir um militar junta de cada pivot ou de cada poste da EDP, pelo que a instalação de alarmes nos pivots e nos barracões agrícolas, que dão o alerta na sala de situação da GNR, permite uma resposta mais rápida. “Este é o caminho” disse à Lusa.
CR

LEITOR DEFENDE E ESCLARECE ALGUMAS QUESTÕES SOBRE O “ BOM NOME” DO CORPO DE BOMBEIROS MUNICIPAIS DE ALPIARÇA


Meus caros, infelizmente uma vez mais, vejo o "Bom Nome" do Corpo de Bombeiros Municipais de Alpiarça envolvido em questões que podem ter a sua razão de ser, pelas dúvidas suscitadas mas que também têm a sua justificação.
Desde a sua criação em 1949 que, conforme registos na própria autarquia e no antigo Regulamento Interno do Corpo de Bombeiros foi previsto um valor "hora" como compensação pelo tempo perdido. Apesar do Corpo de Bombeiros ser detido por um Município e com a designação de Municipal, a sua componente era "voluntária" ou seja não "profissional" da Autarquia, facto que inclusivamente era praticado por todas as Câmaras Municipais do Distrito de Santarém que detinham Corpos de Bombeiros.
Também é um facto que no início este valor se baseava em alguns tostões/hora para que os bombeiros ao abandonarem os seus empregos e famílias pudessem ser compensados por esse tempo perdido.
Com o passar dos anos o valor de alguns tostões foi sofrendo actualizações pontuais com base no valor da inflação.
Acordado mutuamente entre Bombeiros e Câmara, foi também que os valores prestados em serviços de emergência, prevenções, piquetes nocturnos e outros seriam acumulados e pagos no início de cada ano pela Câmara Municipal aos Bombeiros através de transferência para uma conta existente do Corpo de Bombeiros, e estamos a falar de à décadas.
Ao longo dos tempos, a evolução da Sociedade e as exigências aumentaram, nomeadamente com o serviço de saúde, exigindo que a Autarquia destacasse funcionários para o Corpo de Bombeiros criando o chamado "Serviço Municipal de Protecção Civil" comportando no seu quadro alguns motoristas de pesados e operadores de máquinas especiais de entre outros, e estamos a reportar às décadas de setenta e oitenta.
Na década de noventa também a legislação sobre o transporte de doentes sofreu alterações exigindo tripulações mais qualificadas e compostas no mínimo por dois tripulantes (motorista e socorrista), pois quem quiser puxar pela memória, sabem que o serviço de saúde era realizado até ai, apenas pelos motoristas e a toque de sirene.
Ao cumprir com estas necessidades a Autarquia foi reforçando os recursos humanos, não por seu capricho, mas sim na tentativa de garantir um serviço mínimo de 24 horas 365 dias por ano, dando resposta às emergências do pré-hospitalar, transporte de doentes (consultas e tratamentos, muitas vezes bem fora de Alpiarça.
No inicio da década de dois mil foi sentida a necessidade de enquadrar um conjunto de pessoas que prestavam serviço no Corpo de Bombeiros em que os seus vínculos e carreiras eram estranhos no serviço que desempenhavam, como motoristas de pesados e ligeiros, pedreiros e outros que nem me atrevo a dizer.
A solução encontrada foi a criação de um Quadro de Bombeiros Municipais Profissionais composto por uma secção, mínimo exigido por lei para a sua criação, sem que nunca tenha existido a intenção de ocupar todas as suas vagas, até porque não era necessário para a dimensão e necessidades de Alpiarça.

Com o enquadramento dos elementos que efectivamente exerciam funções de bombeiro profissional, pois a sua principal actividade era a de bombeiro num Corpo de Bombeiros Municipal, foi entendimento e aceite por todos, e até para manter um equilíbrio entre a componente voluntária, que todos os elementos seriam compensados pelo tempo perdido da mesma forma anterior, mesmo os profissionais sem recorrerem a horas extraordinárias fora do seu horário de serviço conforme previsto na lei e tão apregoado pelas estruturas sindicais.
Relativamente à criação da Associação podemos dizer que foi uma solução encontrada para clarificar a existência de fundos num Departamento Municipal resultantes da gestão interna do bar, eventos desportivos e donativos de particulares pela festa anual.
Caso não saibam muitos de nós Alpiarcenses, sempre teve uma postura de dar aos "Bombeiros", mas sempre na certeza que não era para a Câmara. Venham agora falar e amedrontar com perdas de mandatos, os Autarcas nem sempre estiveram bem, e que algumas coisas têm de mudar é um facto sob pena de um dia se verem socorridos por outros de fora, agora não falem do que não sabem!!!
Ou então venham as investigações que nós cá estamos para explicar...
Já agora leiam a legislação antes de dispararem em todos os sentidos, mas como alguém disse "A IGNORÂNCIA É ATREVIDA!!!"
Um abraço a todos, não é desta forma que se constroi uma ALPIARÇA melhor!!!
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 BOMBEIROS: Na verdade é numa situação complicada ...

2.ª Maratona de BTT da Vila de Alpiarça

Assumam de uma vez se são bombeiros voluntários ou municipais

Infelizmente o que noutros tempos se fazia por carolice, por acreditar, por querer praticar o bem, agora só tem um nome: DINHEIRO!
"Voluntários", "amadores", "instituições de solidariedade social", "ecologia", etc, tudo não passa de uma grande treta.
Assumam de uma vez se são bombeiros voluntários ou municipais.
Os desportistas que assumam que são profissionais ou semi-profissionais e deixem-se de se denominarem amadores.
As IPSS que poupem em tudo e não esbanjem em vencimentos obscenos, viagens, mordomias.
Os defensores da ecologia que a pratiquem no dia a dia e que não dêem os "Amens" legislativos em troca de subsídios, de tachos, de comparticipações encapotadas.
Infelizmente hoje em dia quase tudo gira à volta do vil metal sob a capa da inocência e do humanitarismo.
E não venham justificar com perdas de vencimento. Como era antigamente? Não havia voluntários? Eram pagos por baixo da mesa?
Ou só ia quem sentia poder ajudar a comunidade desinteressadamente?
De um comentarista

A Câmara de Alpiarça e outras câmaras que têm bombeiros municipais com uma componente grande em voluntários

Opinião de um comentarista sobre a situação dos bombeiros

Vamos lá desmistificar este comentário promovido a post (BOMBEIROS: Na verdade é numa situação complicada ...) e para isso nada melhor do que citar as suas próprias frases

1º"Se o assunto for levado a "queixa" e o assunto seguir os trâmites legais."
Mas para o autor não deveria ser assim? e não deveria seguir os trâmites legais?
2º"Dá direito a perda de mandato do Prof. Mário Fernando, mas já dava direito a perda de mandato da Dr.ª Vanda e do Dr. Rosa do Céu." Bem para os últimos não acarreta agora de certeza, mas para o primeiro sim e cabe aqui perguntar o que os levou a todos a fazerem algo de tamanha ilegalidade a ponto de colocarem em perigo os seus mandatos e as suas carreiras politicas?
3º"A câmara de Alpiarça e outras câmaras que têm bombeiros municipais com uma componente grande em voluntários."
Aqui socorro-me de palavras ditas e por mim ouvidas, em local publico, a bombeiros, de que nos bombeiros de Alpiarça não existem voluntários e rejeitam tal designação porque são profissionais logo tudo o que se possa escrever sobre voluntariado nos bombeiros de Alpiarça não se aplica e está fora de contexto.
4º" A saída para o problema foi a criação de uma colectividade dentro dos bombeiros e pagar as horas perdidas em incêndios a esses soldados da paz."
Horas perdidas?
Mas que horas perdidas se ouvi aos mesmos que afirmaram não existirem voluntários que todas as horas que fizessem as meteriam para ganhar por causa da brasileira que os estava a lixar.
5º"Os bombeiros perdem dias de trabalho e não são compensados ou só acodem a fogos durante as suas horas de lazer."
Como perdem dias de trabalho se o seu trabalho é aquele?
Horas de lazer?
Como se pode falar em lazer a bombeiros que passam 24 sobre 24 horas de serviço como escreveu, e não publicamente desmentido, uma sua associação de classe?
6º"Os polícias são profissionais e podem receber gratificados para fazerem segurança, porque não podem os bombeiros receber uns míseros trocos para combater incêndios?"
Verdade os policias são profissionais e recebem gratificados, mas esses gratificados constam no recibo de vencimento e aqui volto de novo aos mesmos bombeiros que me servem de fonte para escrever que eles, no seu caso, o dinheiro entra "pela porta do cavalo", o que convenhamos num país em crise como o nosso não fica nada bem perante quem paga na integra os impostos devidos.

7º"Se os nossos bombeiros se recusarem a ir apagar fogos de borla? Quem se responsabiliza?
Vai perdoar-me o autor mas estas perguntas são totalmente descabidas porque já actualmente o fazem porque se não lhes pagarem as horas extras e o subsídio de disponibilidade pura e simplesmente não vão e isto dito pela boca de bombeiros chegando um afirmar que até 15 minutos punha para ganhar por causa da brasileira se estar a armar em esperta.
Por ultimo dizer que este assunto só está a tomar esta proporção porque não existe um esclarecimento cabal de como tudo isto funciona.
A Câmara, através do seu Presidente, e os bombeiros, através do seu Comandante, devem-no à população porque, no fim de contas o dinheiro com que se paga isto tudo não lhes pertence, mas à comunidade Alpiarcense

Imposto sobre ricos só tem efeito simbólico

Apenas 3.736 contribuintes ganham mais de 250 mil euros. Uma taxa ‘à francesa’ em 2011 faria com que Portugal ficasse com o 3.º imposto mais alto da UE para rendimentos elevados.
A possível criação de uma taxa adicional de IRS para os rendimentos mais elevados em Portugal – uma medida anunciada em França e que o Conselho de Ministros português deverá avaliar na próxima semana – teria um efeito marginal na receita do Estado. Segundo os fiscalistas contactados pelo SOL, um imposto igual ao francês deveria render aos cofres públicos 10 milhões a 15 milhões de euros, mas Portugal perderia ainda mais competitividade fiscal.
«DE»






segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Águias de Alpiarça presente no Europeu de Triatlo do escalão Youth


Andreia Ferrum, Luisa Condeço, Ricardo Calado e Ricardo Jorge representaram Portugal no Campeonato da Europa do escalão Youth em França.
Relizou-se dia 27 de Agosto, em Tours (França) o Campeonato da Europa do escalão Youth. Portugal esteve representado com duas equipas no sector masculino e com uma equipa no sector feminina. As equipas nacionais estiveram desde o passado dia 13 de Agosto a estagiar no Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho e viajaram de lá para França.
As provas internacionais para o escalão youth foram disputadas por equipas. Os atletas competiram em equipas de 3 elementos cumprindo cada atleta uma prova na distância super-sprint: 350m de natação, 9Km de ciclismo, 2.5km de corrida.
O escalão youth é adoptado a nível europeu e inclui o último ano do escalão Juvenil e o escalão de Cadete.
No estágio de Montemor-o-Velho participaram 10 masculinos e 4 femininos. Entre os quais estiveram 4 representes o Clube Desportivo Os Águias.
O elevado nível desportivo que, de um modo geral, os atletas de todas as equipas apresentaram foi o que mais impressionou quem assistiu à competição.
O melhor resultado nacional aconteceu na competição feminina em que Portugal se classificou na 5ª posição entre as 12 equipas. Já no sector masculino Portugal competiu com duas equipas, a melhor das quais foi 10ª e a segunda foi 13ª.
«O Ribatejo»

Alpiagra dedica atenção especial ao comércio tradicional


O lançamento de uma campanha de valorização do comércio tradicional é uma das principais novidades da próxima Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça (Alpiagra), que este ano se realiza entre os dias 10 e 18 de Setembro.
“Tendo em conta as graves dificuldades que atravessa, nomeadamente no concelho, vamos aproveitar o certame para lançar uma campanha de apelo ao consumo de produtos do comércio local”, explicou o presidente da Câmara de Alpiarça, Mário Pereira, durante a conferência de imprensa que serviu para apresentar a 29ª edição da Alpiagra, que decorreu na segunda-feira, 29 de Agosto.
Apesar de ainda estar a ser desenhada, esta campanha vai passar, em grande parte, pela realização de acções de sensibilização junto dos visitantes da feira, assim como pela distribuição de folhetos a apelar à preferência de produtos do comércio tradicional.
A autarquia, responsável pela organização da Alpiagra, decidiu ainda isentar este ano os comerciantes de Alpiarça do pagamento das taxas de ocupação dos espaços na feira, que desta forma vão ter oportunidade de divulgar a sua actividade de forma gratuita.
“Segundo os primeiros contactos que realizámos, percebemos que os agentes locais estão de facto a braços com graves constrangimentos financeiros, alguns até sem possibilidade de estarem presentes na feira. Este é um apoio suplementar que lhes podemos dar”, explicou Mário Pereira.
De resto, segundo a autarquia, a Alpiagra mantém a sua vocação original, ou seja, de ser a grande montra anual de promoção das empresas e da actividade económica no concelho.
“O grande objectivo é promover Alpiarça, a sua cultura, gastronomia, a agricultura, as empresas, colectividades e tudo o que de bom existe no concelho”, afirmou Mário Pereira, sublinhando que a organização conseguiu também envolver a grande maioria das instituições e colectividades locais, “que serão responsáveis pela dinamização de muitas das actividades, durante a feira”.
No entanto, o certame não escapou à crise e voltou a ver o seu orçamento reduzido pelo quarto ano consecutivo.
Em termos de despesa prevista, a Câmara de Alpiarça estima um orçamento na ordem dos 100 mil euros, sensivelmente menos 40 mil que na edição de 2010.
“Apesar de estarmos num contexto de grandes dificuldades para as famílias e mesmo para as autarquias, não temos dúvidas que a Alpiagra continuará a ser muito importante no apoio à actividade empresarial e para a divulgação e promoção do concelho”, acrescentou ainda Mário Pereira
«O Ribatejo»


PSD e CDS travam imposto do BE sobre as grandes fortunas

O PSD e o CDS são contra a proposta do Bloco de Esquerda de taxar o património dos mais ricos. Os dois partidos da coligação vão opor-se a esta iniciativa com o argumento de que é de difícil aplicação prática.
Em cima da mesa está o facto de os parceiros de coligação esperarem pela proposta de lei do governo que deve ser apresentada para a semana, mas que só entrará em vigor no próximo ano. A medida do executivo, que vai ser discutida em sede de Orçamento do Estado para 2012, vai em sentido contrário à do BE, taxando apenas o rendimento, como foi defendido pelo Presidente da República.
Isto porque o projecto de lei do BE, apresentado ontem pelo líder da bancada parlamentar, Luís Fazenda, visa os bens patrimoniais acima dos dois milhões de euros como valores mobiliários, quotas, acções ou obrigações, créditos, terrenos e imóveis, veículos, gado, ou ouro e prata.
O PSD diz não a uma taxa deste género. "O Bloco quer uma taxa sobre o património. Como é que o Estado sabe o ouro e prata que uma pessoa tem? Vamos analisar a questão com seriedade, ponderação", explica ao i o vice-presidente da bancada parlamentar, Luís Menezes. Sem avançar a posição final do partido, o deputado remete para a solução do executivo: "O governo já disse que está a estudar a situação. Não podemos fazer a lei mal feita, à pressa. É preciso ter cabeça, tronco e membros."
Uma posição que merece o apoio do CDS. "É um tipo de tributação que é quase impossível do ponto de vista operacional", diz João Almeida. O deputado acrescenta ainda que "o que faz sentido é discutir soluções que vão ao encontro daquilo que tem sido a reflexão internacional".
PSD e CDS vão, no entanto, ter de tomar uma posição em relação à proposta do PS. Os socialistas vão apresentar uma solução que dizem ser "o mais justa e eficaz possível e que não se resuma à perseguição dos ricos como quer o BE", diz ao i a vice-presidente da bancada do PS, Sónia Fertuzinhos. Para a socialista, a taxa sobre os altos rendimentos tem de ter "o melhor resultado possível em termos de receita, mas que seja equilibrada, quer para as pessoas quer nas repercussões que possa ter na economia".
Europa O debate sobre o contributo dos mais ricos para ultrapassar a crise voltou a estar em cima da mesa depois de França ter já apresentado um imposto sobre os rendimentos mais altos. E poderá ser um dos assuntos em cima da mesa no encontro que Passos Coelho vai ter na próxima semana com o presidente francês Nicolas Sarkozy. Passos vai ainda encontrar-se com a chanceler Angela Merkel e com o primeiro-ministro espanhol José Luis Zapatero, onde serão abordados temas em debate na Europa.
Espera-se que desses encontros saia a posição oficial do governo sobre a emissão de eurobonds e sobre a sugestão da Alemanha e França para que os países europeus inscrevam nas respectivas constituições um limite à dívida nacional, como resposta à crise das dívidas soberanas. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, já mostrou disponibilidade do governo para o debate, mas a proposta terá de partir obrigatoriamente do parlamento.
«i»

BOMBEIROS: Na verdade é numa situação complicada que se encontram os Bombeiros de Alpiarça onde nem tudo parece estar da melhor forma

Sobre esta “Associação de Bombeiros de Alpiarça” se o assunto for levado a "queixa" e o assunto seguir os trâmites legais dá direito a perda de mandato do Prof. Mário Fernando, mas já dava direito a perda de mandato da Dr.ª Vanda e do Dr. Rosa do Céu.
 Ou seja é um assunto que se vem a arrastar há anos e que se prende tão somente com o facto da câmara estar impossibilitada de pagar horas perdidas pelos "VOLUNTÁRIOS"em incêndios.
Ora a LEI diz que se são bombeiros voluntários devem fazer o trabalho de forma graciosa e não a receber horas. A câmara de Alpiarça e outras câmaras que têm bombeiros municipais com uma componente grande em voluntários não podem legalmente pagar "horas", "vencimento", "honorários" ou o que se queira chamar a este trabalho prestado pelos bombeiros.
A saída para o problema foi a criação de uma colectividade dentro dos bombeiros e pagar as horas perdidas em incêndios a esses soldados da paz.
Quem resolve este problema?
Os bombeiros perdem dias de trabalho e não são compensados ou só acodem a fogos durante as suas horas de lazer?
Os polícias são profissionais e podem receber gratificados para fazerem segurança, porque não podem os bombeiros receber uns míseros trocos para combater incêndios?
Se os nossos bombeiros se recusarem a ir apagar fogos de borla? Quem se responsabiliza?
Opinião de um leitor
http://www.facebook.com/jornal.alpiarcense

Ilha no rio Tejo à venda por 17 milhões de euros

A ilha Mouchão de Alhandra está à venda no site Private Islands Online por 25 milhões de dólares (cerca de 17 milhões de euros).
Não tem piscina nem uma esplanada para beber um cocktail enquanto aproveita o pôr-do-sol. A paisagem também é pouco deslumbrante e, as casas de luxo, típicas das ilhas paradisíacas também são uma miragem. Ou seja, em vez de um cenário deslumbrante, há estábulos e celeiros.
À primeira vista, o local é de fugir a sete pés. Mesmo assim, engane-se quem pensa que pode comprá-la por uma ninharia. A ilha Mouchão de Alhandra, em pleno Tejo, é mais cara do que uma ilha nas Seychelles, na Polinésia francesa ou nas Bahamas - custa 25 milhões de dólares (17 milhões de euros) e está à venda no site Private Islands.
Situada a seis quilómetros de distância do porto da capital, a ilha de Mouchão de Alhandra é a única representante portuguesa neste site que se dedica à venda e aluguer de ilhas em todo o mundo.
Apesar do terreno árido e da vegetação circundante, que podem ser vistos nas fotografias do site, a ilha tem elevadas potencialidades de negócio agrícola, o que faz inflacionar o seu preço: dispõe de apoio à exploração agrícola e instalações de recolha de gado.
Para cativar os potenciais interessados, os responsáveis do site anunciam que "há uma boa relação com as autoridades locais para o apoio e desenvolvimento de projectos imobiliários". No Private Islands são também referidas "as condições climatéricas amenas".
O dono da Virgin, Richard Branson, ou o vocalista dos Rolling Stones, Mick Jagger, são donos de ilhas privadas nas Caraíbas e passam por lá grandes temporadas. Por vezes, também se deslocam para outras ilhas em busca de descanso ou de bons investimentos. Publicitada num dos sites mais procurados por milionários, será que algum deles vai reparar na Mouchão de Alhandra?
«DE»

Mãos ao ar! Isto é um assalto fiscal


A conversa vai mesmo bonita entre os actores desta triste política que comanda a vidinha dos portugueses. Antes da campanha eleitoral, durante os 15 dias do arraial democrático e no período da formação do governo, a conversa central era o Estado, os mais de 14 mil organismos pagos pelos impostos, o gigantismo da administração central, os monstrozinhos regionais e locais e os sucessivos pacotes de redução de despesas estudados ao pormenor pelos gabinetes de estudos, comissões criadas para analisar à lupa tudo o que era público e promessas solenes e ruidosas de que nada seria igual ao triste fado não só do socratismo como de muitos e bons anos de gestão da coisa pública divididos entre o PS e o PSD. Para apimentar o debate aparecia o Presidente da República a garantir que havia limites para os sacríficios exigidos aos portugueses e as garantias do governo, na pessoa do primeiro-ministro, de que qualquer subida de impostos seria absolutamente excepcional. Perante este quadro, o natural seria que os agentes políticos, do governo à oposição socialista, passando pelos agentes sociais e acabando em Belém, andassem entretidos a esmiuçar as despesas do Estado e a propor cortes substanciais nos orçamentos de todas as instituições, eliminação de estruturas e despedimento de funcionários. As cabecinhas pensadoras deveriam queimar os fusíveis nesta matéria, noite e dia, sem direito a férias ou descanso semanal. Mas não. Fácil é aumentar os impostos, discutir os contornos de mais uns tantos e ressuscitar os que foram extintos. É nestas matérias que estão focados os pobres e os tristes indigentes representantes da inteligência nacional. Com o apoio indispensável de bloquistas e comunistas, dão largas à imaginação e congeminam as mais variadas formas de assaltarem os cidadãos. Pobres, remediados, ricos, enfim, tudo o que mexe não está a salvo neste país que anda dedicado a sacar tudo o que pode só para salvar o monstro estatal, pai de muitos ministros, das Finanças e não só, e de muitos dirigentes políticos. Baixar a TSU para as empresas é uma empreitada dolorosa, criar um imposto extraordinário para o Natal uma missão patriótica e imaginar taxar vacas, bois, carneiros, cabras e ovelhas um prazer inesgotável. Neste quadro de miséria, lá apareceu outra vez Cavaco Silva cheio de ideias a sugerir ao governo mais um roubo fiscal. Desta vez são as heranças e doacções que vieram à cabecinha presidencial. Um imposto extinto em 2004, por iniciativa do PSD e CDS, com Manuela Ferreira Leite nas Finanças, volta ao debate em 2011, sete anos depois. E, como não podia deixar de ser, o PS de António José Seguro, que aplaude tudo o que der mais receita ao Estado, já veio concordar com a proposta e prometer mesmo um estudo sobre a mesma e, quem sabe, um projectozinho parlamentar. Bem esteve o CDS, parceiro de coligação do PSD, que, pela voz do deputado João Almeida, disse que era um disparate ressuscitar o defunto. Os bens herdados e doados já pagaram o que tinham a pagar pelos seus detentores originais. E continuam a pagar na posse dos herdeiros, como é óbvio. Algo difícil de entender para quem só pensa em assaltos fiscais.
«i»

INCOMPETÊNCIA E CORRUPÇÃO NAS AUTARQUIAS LOCAIS: Para onde vai o dinheiro dos contribuintes

 O crescente poder das autarquias, sobretudo a partir de meados dos anos 80, tornou as câmaras municipais locais apetecíveis para todo o tipo de corruptos. Muitos autarcas, foram-se instalando no poder, criando à sua volta vastas clientelas de dependentes. As autarquias entraram num desnorte total

Uma das formas mais expedidas que encontraram para subirem os seus ordenados, darem empregos aos membros dos respectivos partidos que não foram eleitos, mas também para financiaram os próprios partidos, foi a de criarem empresas municipais. Em 2010 calculava-se que existissem em Portugal mais de 2.000 empresas municipais, a maioria das quais totalmente endividadas. Estamos perante verdadeiros antros de corrupção que os autarcas não largam mão.
O dinheiro atribuído às juntas serve para tudo, menos para o cumprimento das funções que lhes estão atribuídas. Atribuem prémios e subsídios para tudo o que se possa imaginar, realizam espectáculos, contratam cortes de assessores, pagam cursos, financiam e promovem viagens pelo país e estrangeiro, publicam luxuosos boletins, financiam clubes desportivos, etc, etc. Muitas possuem verdadeiras frotas de automóveis e autocarros. Estamos perante um sub-mundo da administração pública portuguesa onde tudo é possível.

C.F.

NR: Na próxima semana será publicado um artigo referente a este tema  com mais detalhes

Setembro traz mais austeridade. Governo quer adoptar mais de 75 medidas


Setembro promete ser um mês de austeridade. O Governo quer adoptar mais de 75 medidas no âmbito do empréstimo acordado com a troika, segundo o secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas, que na última semana prometeu cumprir à risca o calendário.
Na saúde, os utentes vão passar a pagar mais taxas moderadoras e os contribuintes vão recuperar menos dinheiro através do IRS. O Executivo quer reduzir em dois terços as isenções fiscais com consultas, medicamentos e seguros privados.
O Estado quer também poupar com o transporte de doentes, que vai ficar assim mais caro, e reduzir os custos operacionais dos hospitais, em 200 milhões de euros. Já os médicos, ficam proibidos de tirar licenças sem vencimento.
A nível fiscal, os benefícios e incentivos fiscais vão ser todos congelados, alguns podem desaparecer. Vai ainda ser divulgada a lista dos produtos que passam a pagar mais IVA, com a revisão das taxas reduzida e intermédia. Está também prevista a revisão do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). Além disso, ter carro ou fumar vai ficar também mais caro, com o agravamento do imposto sobre veículos e do Imposto sobre o tabaco.
Medidas que podem entrar em vigor já este ano, se forem incluídas no Orçamento Rectificativo.
No imobiliário, o Executivo quer alterar a lei do arrendamento, com a liberalização gradual das rendas antigas; facilitar os processos de despejo dos inquilinos que não pagam; eliminar burocracia na reabilitação das casas e rever a avaliação dos imóveis e terrenos.
Na defesa, entra em vigor o congelamento das progressões salariais para os militares.
Vai haver ainda limites para novas contratações, na administração pública, local e regional, além de novos limites ao endividamento. No próximo mês terá ainda de dar entrada no Parlamento a proposta para a reforma administrativa local.
Na justiça, o objectivo é reduzir os processos pendentes nos tribunais, preparar a reforma da gestão dos tribunais e rever as custas judiciais.
Já em Outubro, avança o agravamento do IVA na electricidade e gás natural, para 23%. Está também prevista uma decisão sobre a redução da Taxa Social Única (TSU), uma matéria ainda em estudo.
«RN»




Nobel vê 50% de hipóteses de recessão mundial

Michael Spence, Nobel da Economia em 2001, diz-se "muito preocupado" com o estado actual da economia global.
"Estou certo de que uma contracção na Europa e nos EUA vai atingir sobretudo o crescimento chinês para depois contagiar as restantes economias emergentes", disse o economista norte-americano à agência Bloomberg. Para Spence há 50% de hipóteses de a economia global entrar em recessão.
Para Michael Spence o ‘chairman' da Reserva Federal (Fed), que  discursou na conferência anual de Jackson Hole, tem pouco espaço de manobra. "O Fed está numa posição muito estranha por não poder fazer muito mais para proteger uma economia e um sistema financeiro frágeis", declarou o economista a poucas horas do discurso de Ben Bernanke, de quem se esperam mais estímulos para animar a economia norte-americana.
«DE»









domingo, 28 de agosto de 2011

PS vai apresentar propostas para reduzir diferenças entre pobres e ricos

O secretário-geral do PS, António José Seguro, pediu   à bancada que estude e apresente «novas formas de taxação sobre rendimentos de capital», declarando-se o partido «favorável a qualquer iniciativa» que diminua as diferenças entre ricos e pobres.
Fonte oficial do gabinete do primeiro-ministro disse  que a possibilidade de criar um imposto especial sobre os mais ricos deverá ser levantada durante a discussão do documento de estratégia orçamental, que acontecerá nos próximos dias. Assegurando que o Governo «não descarta qualquer possibilidade», a mesma fonte adiantou que «é provável que o assunto seja levantado durante a discussão do documento de enquadramento orçamental».
«Na sequência das notícias que dão conta da possibilidade de criação de um imposto especial sobre os rendimentos dos mais ricos, o Partido Socialista vem por este meio reafirmar a sua posição de princípio favorável a qualquer iniciativa que assegure justiça e equidade às contribuições fiscais dos portugueses, garantindo redistribuição da riqueza nacional e reduzindo sensivelmente a diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos mais ricos», lê-se num comunicado de imprensa do PS.
Por essa razão, explica o texto, «o Secretário-Geral do PS solicitou  ao grupo parlamentar que estudasse e apresentasse novas formas de taxação sobre rendimentos de capital que garantam uma repartição mais justa e equitativa dos sacrifícios que estão a ser pedidos aos portugueses, em linha com a proposta que o PS apresentou no Parlamento para aplicação da sobretaxa a rendimentos de capital (depósitos e dividendos) e que foi chumbada pela maioria de direita».



De acordo com o comunicado de imprensa, António José Seguro considera «profundamente injusto que o Governo tenha sido lesto a tributar extraordinariamente os rendimentos do trabalho dos portugueses, como no caso do subsídio de natal, e hesite tanto em acompanhar o PS nas propostas de taxação dos rendimentos de capital», sublinhando que esta é «apenas mais uma entre muitas hesitação do Governo».



A criação de um imposto especial sobre os mais ricos foi inicialmente sugerida pelo investidor norte-americano Warren Buffet que, num artigo de opinião publicado no dia 15 no jornal New York Times, propôs que o fisco parasse de «mimar os milionários».



Na terça-feira, 16 dos homens mais ricos de França pediram ao Governo para aplicar uma taxa especial sobre os seus rendimentos para ajudar a combater os problemas financeiros do país, medida que o Executivo francês aceitou, tendo já anunciado que o imposto extraordinário será de dois por cento sobre o rendimento anual e que espera arrecadar 300 milhões de euros.
A ideia alargou-se, entretanto, a outros países da Europa, como é o caso de Espanha, onde a ministra da Economia afirmou que o Conselho de Ministros poderá aprovar na sexta-feira a criação de uma taxa especial para os mais abastados.
«SOL»



A Banda não existe mesmo como muitos estão falando por ai.....


De um leitor, recebemos o seguinte comentário:

«Jornal Alpiarcense Atenção!!!

Cultura é o que abunda por estas BANDAS..... Não percebo...
S.F.A Sendo a Banda Filarmónica o ponto principal dessa Colectividade .. Porque razão nunca se fala dessa Banda?? Se alguém vem defender a actual Direcção da SFA dizendo.. "O dinamismo abunda a proveito da colectividade e dos Alpiarcenses. Que assim possa continuar por muito tempo que Alpiarça agradece". Porque se continua a dar uma maior importância á Secção do CORO dizendo: " Veja algumas imagens da actuação do Orfeão da Sociedade Filarmónica Alpiarcense 1º de Dezembro - 10 de Junho de 2011:" o proveito não é Democrático. Não seria lógico apresentar ou alguém tirar fotografias das actividades que essa Banda vai fazendo???? Seria mais lógico... Por curiosidade visitei o site da SFA. E reparei o que se comenta: Realmente a Banda com o seu Maestro não estão a ser nada bem representados no próprio site da Banda..
Ainda não se sabe quem é o actual Maestro da Banda...quase não existe nada sobre a Banda Filarmónica.
A sua História, Os seus Musicos,as suas saidas que, não há nenhum video. Musicas que tocam.. Saidas da Banda....
A Banda não existe mesmo como muitos estão falando por ai..... Realmente dizer que: "O dinamismo abunda a proveito da colectividade e dos Alpiarcenses. Que assim possa continuar por muito tempo que Alpiarça agradece" "abunda a proveito" não será o mais correcto realmente. "a proveito" é mais indicado para a classe politica não será??
 Sejam Felizes»
Noticia relacionada:
A Sociedade Filarmónica Alpiarcense 1.º de Dezembr...

Função Pública: Frente Comum critica novas regras de recrutamento do pessoal dirigente

A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública considerou  que as novas regras propostas pelo Governo para o recrutamento de dirigentes tem como objetivo fazer nomeações políticas apesar de envolvidas numa "capa democrática".
"Isto é um concurso que tem como objetivo nomear politicamente e que está logo à partida ferido com algumas coisas que consideramos más, nomeadamente achamos que há um incoerência muito grande neste projeto de lei porque a palavra final cabe ao ministro da tutela, que pode escolher se não concordar com os candidatos aprovados no concurso", disse a coordenadora da Frente Comum, Ana Avoila, aos jornalistas no final de uma reunião com o secretário de Estado da Administração Pública.
Apesar de o encontro ter terminado sem consenso entre Governo e sindicatos, Ana Avoila salientou que "o concurso seria importante se fosse transparente e não ficasse dependente da tutela".



A JUVENTUDE DE HOJE:capacete com um copo se cerveja numa mão e o cigarro noutra...

Os jovens de hoje são como os morcegos. Gostam de andar de noite. Depois não vêem o caminho. Ontem era um corrupio de carros para o lado do Patacão já depois da meia-noite! Pena que com as noitadas e correrias não aprendam a gostar da boa música. Para eles, basta abanar o capacete com um copo se cerveja numa mão e o cigarro noutra, escutar uma série de gritos misturados com acórdãos dissonantes e palavrões proferidos pelos elementos da Banda e é tudo uma maravilha. Ou será que é só por uma questão de irreverência e contestação aos hábitos ortodoxos?
De um comentarista
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Workshop “ Gestão de Armazéns ‐ Métodos e Tecnologias para a Melhoria de Eficiência e Competitividade na Agro ‐ Indústria”


A DRAPLVT apoiou o Workshop “Gestão de Armazéns ‐ Métodos e Tecnologiasc para a Melhoria de Eficiência e Competitividade na Agro‐ Indústria”, sobre o tema da organização do armazém com foco na Agro‐ Indústria, que decorreu no passado dia 27 de Julho.
O workshop realizou‐se em Abrantes com o objectivo de responder a necessidades práticas das Empresas do Sector.
Esta iniciativa foi co‐organizada pelo Cluster Agro‐Industrial do Ribatejo, Tagusvalley e Nersant, e contou com o apoio do Instituto Politécnico de Tomar para além da própria Direcção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo.
O tema escolhido para este seminário vem no seguimento do workshop já realizado no passado mês de Dezembro com o tema Normalização. A Normalização associada à Gestão e Aprovisionamento é uma ferramenta que facilita e agiliza o relacionamento com a cadeia de distribuição, fazendo por isso todo o sentido a associação de ambos para o desenvolvimento do Sector Agro‐Industrial
«JA»

PCP faz balanço negativo do Governo


O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, acusou o Governo PSD/CDS de concretizar politicas ambiciosas pela direita desde há 30 anos e fez um balanço negativo dos primeiros 100 dias de governação após o acordo com a troika. “Foi o anúncio do corte do 13.º mês, foi o aumento dos impostos e dos transportes, foi o congelamento dos salários, foi a exigência dos salários e de medidas de austeridade só para os trabalhadores e para o povo».

Américo Amorim com uma fortuna avaliada em 5,1 mil milhões de dólares não se considera rico mas sim um trabalhador


França anunciou um imposto sobre altos rendimentos. Espanha deverá também fazê-lo. Por cá, o Governo diz que é provável que a questão seja discutida.
Pedro Passos Coelho ainda pensa da hipótese de chamar os "ricos" portugueses a fazer um esforço fiscal maior para ajudar o País a ultrapassar a crise que atravessa. Numa altura em que França, e provavelmente Espanha, estão a enveredar por este caminho.
Segundo o “Jornal de Negócio” uma fonte oficial do gabinete do primeiro-ministro disse "é provável que a questão seja discutida para a semana".
Curiosamente Américo Amorim, a pessoa mais rica de Portugal, declarou (24/08/2011) ao Jornal de Negócios que não estaria disponível para aceitar um imposto especial sobre as grandes fortunas. "Eu não me considero rico; sou trabalhador". Recorde-se que, segundo a Forbes, Américo Amorim é a 200ª pessoa mais rica do mundo, com uma fortuna avaliada em cerca de 5,1 mil milhões de dólares

sábado, 27 de agosto de 2011

Jovens "perdidos" à procura do local do "Festival do Patacão"

De facto, é de lamentar que não tenham sido colocadas umas tabuletas a indicar o sítio do Festival do Patacão. A noite passada muita gente andou perdida pelos campos de Alpiarça e Vale de Cavalos à procura do Patacão Summer Party.
Tanta gente na Câmara Municipal e não houve um pouco de atenção para este pormenor de um evento que tantos visitantes traz ao Concelho.
E não custava assim tanto: Umas ripas,um bocado de platex e tinta e estava o assunto arrumado.
A menos que haja outros eventos com mais prioridade e o tempo seja escasso para este...
Como se costuma dizer: "Com um pouco de boa vontade tudo se faz".
E a malta nova agradece!

Nota-se que alguém está a cuidar do Aldeamento dos Pescadores

Esta manhã, quando passava frente ao Aldeamento dos Pescadores do Patacão (já assinalado em algumas brochuras como destino de interesse cultural e histórico) verifiquei com surpresa e agrado que, o aspecto exterior daquele lugar está realmente outro.
Há pouco mais de um mês quem passava pela estrada do campo, mal via as barracas que estavam cobertas por silvas, salgueiros e figueiras. Agora, o lugar está limpo e as casas descobertas. Nota-se que alguém está a cuidar daquele património da “borda d´agua”, abandonado há mais de 30 anos pelos pescadores que, entretanto se radicaram na Vila de Alpiarça, em busca de melhores condições de vida. O mesmo aconteceu noutros lugares a jusante de Abrantes, com toda a comunidade espalhada pelas margens do Tejo
Parabéns a todas as pessoas e Instituições que zelam por este legado histórico, pedaço da vida avieira que, merece ser cuidado e preservado, sobretudo para memória futura e, porque não, como destino turístico na mesma rota da Casa Museu José Relvas.
Continuem com essa força corajosa, de modo a preservar o que ainda nos resta do património avieiro que marcou, sem qualquer dúvida, a história de todas as cidades, vilas e aldeias do vale do Tejo, ao longo de várias gerações.
Por: J. Cardador
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 As antigas casas dos pescadores estão assentes em ...

Portugueses ricos ignoram proposta francesa de novo imposto


Milionários franceses propõem imposto especial para sair da crise. Alguns dos portugueses mais ricos não respondem ao desafio.
A lista das 25 famílias mais ricas de Portugal foi o ponto de partida para a pesquisa, mas praticamente nenhum dos nomes que constam da edição anual da revista Exame respondeu à questão sobre se devem ser os milionários a ajudar a pagar a crise, como propõem agora os detentores das maiores fortunas francesas.
Alexandre Soares dos Santos, dono da Jerónimo Martins, Américo Amorim, que controla o grupo com o mesmo nome, Belmiro de Azevedo, proprietário da Sonae ou Vasco de Mello, presidente do Grupo Mello, só para enumerar os cinco primeiros, não responderam ao desafio lançado pelo Diário Económico, uns por não quererem outros por estarem incontactáveis.
Foi preciso chegar ao 12º lugar do ‘ranking', onde está Joe Berardo, com uma fortuna avaliada em 542,1 milhões de euros para conseguir uma resposta: "Quem deve pagar mais é quem tem mais. Não se pode tirar a quem não tem ou tem pouco". Ainda assim, e apesar de se mostrar disponível para contribuir para a solução Berardo diz que isso "não resolve o problema".
«DE»


Protocolo entre a DRAPLVT e a Escola Superior Agrária de Santarém

A DRAPLVT celebrou um Protocolo com a Escola Superior Agrária de Santarém no passado dia 3 de Junho de 2011.
O presente protocolo visa proporcionar a ambos os interlocutores, actividades de cooperação que reforcem os interesses mútuos na perspectiva de valorização recíproca.
O objectivo primordial deste protocolo prende‐se com a mútua transferência de conhecimentos tecnológicos, científicos e culturais.
A Escola Superior Agrária de Santarém é uma unidade orgânica do Instituto Politécnico de Santarém, vocacionada para a criação, transmissão e difusão do saber de natureza profissional, para a investigação orientada e desenvolvimento experimental centrando‐se sempre no estudante e na comunidade envolvente.
Como tal faz todo o sentido a celebração deste Protocolo associando assim o saber com a experiência num contexto real, experiência esta proporcionada pela DRAPLVT.





Uma palavra para alguns ignorantes desta terra...

De um leitor recebemos o seguinte comentário:

«Agradeço ao Jornal Alpiarcense a publicação deste meu comentário
De um Sócio atento
Faço este comentário em relação á publicação de:
"As colectividades tem os dias contados".
Até que enfim...
Onde param as gentes desta terra.
Como sempre continua a imperar "o posso quero e mando" não se ouve mais ninguém...
Em Sociedade democratica não é assim...
Por este andar as colectividades Acabam mesmo.
Deixam de existir para o qual foram feitas.
É impressionante o que se passa nesta Sociedade...(MORTA)...(...) de oportunistas "Politicos" quando alguém segamente sem qualquer cultura e moral, se coloca á frente de uma situação que exige DINAMISMO e " ACREDITAR" isso mesmo,acreditar nas pessoas,
Dar-lhes força e animo é disso que se precisa.....se não sabem gerir a vossa casa não estraguem a do vizinho..
...é impressionante...
Os jovens desta terra chegam a ter razão..
"Alpiarça hoje quase nem para dormir serve"
trabalho não abunda, investimento não há,insentivo aos jovens não há...
Daqui a pouco nem no Mapa existe.
Faço aqui um apelo ao Jornal Alpiarcense..
Esteja atento a tudo o que se passa nesta terra..
Que seja critico...
Apesar de ser isento nas suas atitudes...
Pode ser critico juntando diversas ideias contrárias...
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de: Sócio atento
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Facturas não contabilizadas de mais de 6 milhões de euros no Instituto do Desporto

O ministro dos Assuntos Parlamentares, que tutela o Desporto, anunciou  que, nos últimos dois dias, descobriu facturas não contabilizadas no Instituto do Desporto de Portugal no valor de 6 milhões e 780 mil euros. O caso será averiguado pelo Tribunal de Contas e Ministério Público.
Em apenas cinco minutos e na sua primeira intervenção na Comissão de Educação, Ciência e Cultura (a sua presença tinha sido requerida pelo PS), Miguel Relvas admitiu ter ficado “surpreendido” por ter descoberto “nas últimas 48 horas” que o Instituto do Desporto de Portugal (IDP) não contabilizou um vasto conjunto de facturas desde 2004.
“São facturas que não existem na transição de pastas, nem na contabilidade. Só em 2010 são 45 facturas e em 2011 625 facturas. Não é normal, nem aceitável que um instituto público tenha facturas não contabilizadas no valor de 6 milhões e 780 mil euros”, explicou.
O conjunto de facturas foi encontrado numa “sala fechada” da sede do IDP pela nova direcção do organismo, presidida por Augusto Baganha.
Relvas anunciou ainda que “a receita que estava consignada” ao IDP e oriunda da Santa Casa da Misericórdia – dois milhões de euros – não serviu para “cumprir os objectivos assumidos”.
O ministro lamentou que as dívidas do IDP “que não estão contabilizadas e que vêm desde 2004” tenham de vir a ser assumidas pelo Governo. E questionou: “Como é que é possível chegar a esta situação quando existem entidades de fiscalização?”, acrescentando que “a matéria será investigada pelo Tribunal de Contas e pelo Ministério Público”.
Miguel Relvas disse ainda que pediu para que fosse averiguada a possibilidade de existir uma duplicação de facturas, mas o resultado foi negativo.
Cerca de duas horas depois do início da comissão parlamentar, Laurentino Dias, antigo secretário de Estado do Desporto e da Juventude, afirmou que não tinha “conhecimento desse facto”. E perguntou a Relvas se antes de divulgar a notícia das facturas no Parlamento, pediu esclarecimentos à direcção cessante do IDP, liderada por Luís Sardinha. “[O ministro] quis registar aqui os títulos dos jornais” com “notícias que se lançam e que não passam do efémero político”, disse.
Em resposta, Relvas sublinhou que não poderia “sonegar” ao Parlamento esta informação com a qual o Governo foi confrontado. “Ninguém anda aqui a tentar passar rasteiras, nem a ver o passado, mas todas as dívidas do IDP, assim como do Instituto da Juventude, terão de ser cumpridas” pelo actual Executivo.
Entretanto, Michel Seufert, deputado do CDS-PP, adiantou que a sua bancada irá requer ao ministro dos Assuntos Parlamentares mais esclarecimentos sobre as facturas não contabilizadas do IDP.
«Público»