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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Queremos trabalhar para comer pão de ‘roca-de-velha’, para alimentar uns quantos que comem pão-de-ló?

O caminho está a ser feito e os passos são dados subtilmente, ao propagandear que, afinal, o subsídio de desemprego não é mais do que um empréstimo a fundo perdido[i], como se o trabalhador não tivesse contribuído para o seu próprio subsídio de desemprego, e que mais valeria atribuir esse dinheiro às empresas, para que estas pudessem criar emprego. A onde chegámos?! Não tarda nada e os desempregados que recebem subsídio de desemprego deixarão de o receber, porque são uns malandros que estão a receber um empréstimo a fundo perdido.

Não tarda, e iniciarão um ataque, sem precedentes, ao próprio conceito de salário mínimo, porque a ‘direita’ quer um mercado de trabalho sem qualquer intervenção do Estado e dos representantes dos trabalhadores [ii] e anseia pelo dia em que as empresas negoceiem sem ter de obedecer a algo tão básico como o limite de um salário mínimo, porque afinal de contas, o salário mínimo é um entrave para colocar a trabalhar quem quiser, por um valor inferior.

Numa cultura que valoriza o trabalho pelo trabalho, em que ainda se cultiva o «pobre, mas honrado», porque quanto mais se trabalha e menos se ganha, mais se é valorizado, é perigoso acabar com o que são considerados patamares mínimos, como o RSI e o salário mínimo. Contudo, esse é o caminho que se tem vindo a trilhar, com o intuito de comprometer o valor e a dignidade do trabalho.

Este é um caminho que não se faz somente em Portugal, encontramos este mesmo caminho em outros países onde grassa o desemprego. As pessoas desesperadas por estarem desempregadas e sem qualquer apoio do Estado, sujeitam-se ao trabalho mal pago (valores inferiores ao mínimo) e à precariedade, porque precisam de comer e porque, ao contrário do que é dito, a maior parte das pessoas procura a sua realização pessoal através do trabalho.

Alguém desempregado, sem acesso ao subsídio de desemprego ou a alguma compensação do género do RSI, facilmente aceita trabalho a qualquer preço e é esse o lugar para onde caminhamos. É isso que queremos? Queremos trabalhar para comer pão de ‘roca-de-velha’, para alimentar uns quantos que comem pão-de-ló? Quando é que acordamos e aceitamos que é perfeitamente possível que todos nós podemos comer pão-de-ló? Bastará para tal, termos uma adequada divisão da riqueza. Não se trata de ‘nivelar por baixo’, mas de sermos capazes de lutar por patamares mínimos que assegurem a sobrevivência e que valorizem o trabalho.

"A falar é que a gente se entende".

Depois de chegar do trabalho, costumo dar uma olhadela pelas notícias locais que é como quem diz, visito os blogues locais em actividade.
Não terei dúvidas em afirmar de que este blogue ( Jornal Alpiarcense) ou como queiram chamar, para além de um ou outro colaborador ou comentador que por vezes ultrapassa os limites da notícia ou da opinião, tem gente muito séria e capaz, com grande nível cultural que facilmente identificamos através dos seus escritos.
É natural que a crítica não seja muito bem aceite pelos criticados mas, em democracia e quando se têm cargos públicos tem de se saber lidar com isso. Ninguém pode ter a pretensão de agradar a toda a gente ou satisfazer todas as necessidades.
Por isso penso que por vezes com um pouco de diálogo as coisas até se resolvem da melhor maneira sem ser preciso andar com ameaças e outras coisas que só desgastam e prejudicam quem as profere.
Como se diz em bom português, "A falar é que a gente se entende".
Esta é a minha modesta opinião.
E, apesar de se dizer que não visitamos que não lemos e tal, sempre se dá uma espreitadela para ver, quanto mais não seja, se dizem mal da gente. 
Por: Faustino
NR: Jornal Alpiarcense, agradece as suas palavras

NÃO a gente incompetente e corrupta?

 Estou em parte de acordo com o autor do texto. E digo em parte por que qualquer Sociedade organizada precisa de políticos. Claro que não necessita de gente incompetente e corrupta na política. Essa é outra história.
Dirão alguns que gente incompetente e corrupta existe em todos os sectores. Pois existe mas, há que acabar com ela agindo de modo firme e em tempo útil sem contemplações até à sua recuperação como gente de bem.
E como se faz? Educando. Educando de que maneira? Com os mecanismos legais que o cidadão tem ao seu alcance ou em última instância à maneira antiga, convincente (!) - digo eu.
Em suma, até lá os políticos estão aí bem ou mal nos seus pelouros (que ganharam democraticamente, como soa dizer-se) e, continuam a ser, em meu entender, um mal necessário.
De um leitor
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Estas pessoas devem sentir-se honradas e gratificadas


Muitos Parabéns aos organismos competentes nesta matéria, só com medidas destas, poderão dar novamente, alento e credibilidade à politica. Há muito trabalho comunitário que pode muito bem ser feito por desempregados, como já disse aqui alguém, muros por pintar, varrer ruas, ajardinar espaços, enfim conservar o patrimonio de todos nós é um trabalho gratificante, ainda mais quando se é beneficiario de subsidios estatais.

Estas pessoas devem sentir-se honradas e gratificadas,para além de prestarem serviços á comunidade, adquirem experiências e habitos de trabalho, de horários, de convivência, e principalmente de zelo pelo património público.

Seria pedir muito, mas estas medidas deviam ser alargadas a todos os beneficiarios (reformados e desempregados) da politica, aqueles que à custa dos lugares que ocupavam usufruem de pensões ou subsídios.
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A Câmara Municipal de Alpiarça está de parabéns

O País precisa de uma grande mexida a todos os níveis

 Parece que o estado de graça daqueles que acham que devem receber o dinheiro dos descontos de quem trabalha, sem nada dar em troca à comunidade, está a terminar.
Temos muito trabalho de interesse público a fazer. É só uma questão de coordenação.Temos milhões de Euros a sustentar gente que até gostaria de ter uma ocupação. Outros, como diz o meu vizinho Victor, sofrem de ergofobia. Nada como um emporrãozinho para lhes tirar esse horror ao trabalho.
Poupava-se na saúde pública, psicofármacos,estabilizadores da tensão arterial etc.
Muitas idas aos hospitais e centros de saúde causadas pela incerteza do amanhã e pelo drama de nada fazer,iriam decrescer acentuadamente e, ganhava-se em trabalho em prol da sociedade.
Há trabalhos que não matam ninguém e são lenitivos para muitos males.
É evidente, que o ideal seria a normalidade dentro de uma sociedade organizada com a lei da oferta e da procura mas, entre dois males, devemos escolher o menor até ultrapassar esta fase crítica.
A hora não é de cruzar os braços e dizer que tudo é culpa da crise.
O País precisa de uma grande mexida a todos os níveis. Há que fazer mexer as pessoas e instituições metendo também,como parece óbvio, alguns políticos a "mexer" - como diz o Povo. 
Por: Xico Frade

Não ao voto, enquanto não houver regras para os políticos

O que me preocupa é, ao fim de tantos anos a rodar ministros, as pessoas ainda pensarem que a culpa é dos que lá se metem.
A corrupção e despesismo exercida sempre por todos que lá passam, e não apenas pq são corruptos mas também pq o sistema não tem legislação capaz de fazer da corrupção politica um crime condenável.
Não interessa se é PS ou PPP ou WC interessa é que o "poleiro" não tem lei.
É cada vez mais visível que somos um país pobre com um estado rico, e nós, portugueses ainda vamos votar e dar o nosso aval para que assim continue.
Não ao voto, enquanto não houver regras para os políticos. Isso sim é um direito.
VOTAR É UM DIREITO, se o usarmos a favor do povo e não do estado. Eles dizem que votar é um direito? Direito a quê? A meter ratos no nosso celeiro? Um celeiro sem vigilância sem regras.
Vamos usar o voto a nosso favor... não devíamos votar... isso sim é que era

CORRUPÇÃO

O ex-vice-presidente da Câmara do Porto Paulo Morais afirmou sexta-feira à noite, no Porto, que "o centro de corrupção em Portugal tem sido a Assembleia da República, pela presença de deputados que são, simultaneamente, administradores de empresas".

"Felizmente, este parlamento vai-se embora. Dos 230 deputados, 30 por cento, 70, são administradores ou gestores de empresas que têm diretamente negócios com o Estado", denunciou Paulo Morais, num debate sobre corrupção organizado pelo grupo cívico-político Porto Laranja, afeto ao PSD.
Para o professor universitário, o parlamento português "parece mais um verdadeiro escritório de representações, com membros da comissão de obras públicas que trabalham para construtores e da comissão de saúde que trabalham para laboratórios médicos.
Paulo Morais acusou os políticos de criarem "legislação perfeitamente impercetível", com "muitas regras para ninguém perceber nada, muitas exceções para beneficiar os amigos e um ilimitado poder discricionário a quem aplica a lei".
"A legislação vem dos grandes escritórios de advogados, principalmente de Lisboa, que também ganham dinheiro com os pareceres que lhes pedem para interpretar essas mesmas leis e ainda ganham a vender às empresas os alçapões que deixaram na lei", criticou.
Para o vice-presidente da organização não governamental Transparência Internacional em Portugal, "os deputados estão ao serviço de quem os financiou e não de quem os elegeu", sendo a lei do financiamento dos partidos "a lei que mais envergonha Portugal".
 Lusa
Enviado por um leitor

Finalmente! O que advogava há muito começa a acontecer




Finalmente! O que advogava há muito começa a acontecer.

Espero que não fique por aqui. Haverá muros públicos, valas para serem limpas e muitas outras coisas que podem ser feitas por pessoal indiferenciado.
O próprio Patacão não precisaria de limpeza voluntária se:
- Os porcos que o sujam fossem fortemente penalizados e obrigados durante N meses a zelar que o Patacão estivesse limpo.
- Em vez de limpeza voluntária, aqueles que comem à mesa com os nossos impostos dessem um pouco do que recebem e tomassem a cargo essa tarefa.
Penso e defendo que os desempregados e beneficiários (com saúde) do RSI não devem ser explorados por se encontrarem nessa situação.
Mas como contrapartida deveriam ser obrigados a diariamente (manhã ou tarde) prestar serviço comunitário.
No tempo restante então poderiam procurar emprego (ou buscar os valiosos carimbos) ou utilizar o tempo como quisessem.
É uma afronta a quem trabalha e a quem paga impostos que se tenha permitido o surgimento deste modo de vida: a subsidio dependência.
Espero é que estas medidas não atinjam só os da "maioria". Espero ver, e como medida de integração, que esse trabalho seja também feito por ciganos portugueses, romenos ou outros.
Não podem continuar a queixar-se que são marginalizados, que ninguém lhes dá trabalho, e quando o mesmo aparece, "são gente muito doente".
Endereço os parabéns neste caso à CMA, à Seg. Social e que prossigam a integração de mais beneficiários de prestações sociais em funções produtivas de apoio à comunidade.
Quanto à varredora alugada, a CMA pode cancelar o contrato e poupar dinheiro. Só se justifica quando não houver desempregados...
De um leitor
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O poder corrompe, e cega os homens e as suas organizações; A forma como o PCP/CDU lida com este jornal é disso prova


"Camarada", e permita-me que o trate assim, ser ser no sentido depreciativo.
Relembro-lhe outras doutrinas que nasceram revolucionárias e com o passar dos anos se tornaram em algo muito diferente do inicial.
Pode começar com Cristianismo que foi uma doutrina e uma religião revolucionária no seu embrião, assente nos pobres, e que depois criou coisas sinistras como a inquisição ou essa exibição de riqueza e opulência chamada Vaticano.
A maçonaria também não lhe fica atrás. Criada como uma organização para a defesa da liberdade do homem contra a tirania e a opressão, hoje tornou-se (no meu entender, claro) uma força oculta de negociatas, de tramas, de lobbys, de manipulação do poder.
Em relação ao PCP, teve o mérito de organizar e congregar a maioria dos opositores ao regime.
No entanto, não confunda uma situação de oposição com a detenção do poder.
O poder corrompe, e cega os homens e as suas organizações.
Não pode, nem deve continuar a olhar para o PCP de 2012 como olhava para o dos anos 60 ou 70.
A forma como o PCP/CDU lida com este jornal é disso prova.
Em vez de utilizar o LEGAL direito de resposta e esclarecer os assuntos, ameaça com tribunais.
No maravilhoso reino da CDU/PCP tudo o que é dito em toda a imprensa, Avante incluído são tudo verdades.
Quantas calúnias terão sido lançadas contra gente inocente por orgãos e blogs afectos ao PCP?
Por isso meu caro "camarada", não queira cobrar a gente nascida depois de 74, ou que nessa altura eram miúdos, a história do PCP.
Repare que quem tivesse 10 anos em 1974 hoje é um homem de 48 anos e que se está marimbando para isso.
Esse cidadão tem apenas de ver o que os seus olhos lhe mostram no presente.O que é um facto é que o comportamento actual do PCP/CDU no que toca a liberdade de expressão, deixa muito a desejar.
Também eu digo: VIVA A LIBERDADE!
De um leitor
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A liberdade de opinião e de expressão do PCP/CDU

Bom Dia Grécia! E Por Cá Que tal um Referendo? (Eu te Saúdo João Chagas!)


Eu não vejo nenhum mal especial em se reforçar a disciplina das finanças europeias, vistas país a país.
 Não vejo especial mal em que os Estados membro da União Europeia, (mas todos eles note-se) não possam ultrapassar o deficit estrutural de 0,5% e  terem uma divida pública sempre abaixo dos 60% do PIB, se não virmos estes valores na bacoca forma anual.
 O que duvido que um alemão consiga entender o que significa, dadas as suas “limitações estruturais”, (estou verdadeiramente a brincar, claro).
 Hoje, por exemplo é o  dia 31 de Janeiro e, em Portugal, país de oito séculos de vida,  há tanta História para recordar, que se torna difícil fazer de cada um dos seus momentos importantes,  um Feriado, ( o que não perdoa à UGT pois algumas dessas datas são mais datas que outras e o 5 de Outubro é uma dessas datas!).
 Coisa que um neófito país não entende, claro, mesmo quando gosta, e ainda bem, de nos visitar e de nos conhecer, nesta nossa desestruturada forma de viver, que nos permitiu, país do canto da Europa, pequeno país note-se, fazer a primeira Globalização, e ter a triste ideia, (terá sido?), de dominar metade do mundo, com cerca de um milhão de almas para o fazer, (quanto militares mandaram os EUA para o Iraque?)…
 Acredito que esta forma de viver, desestruturada, confunda planeadores sistemáticos e teimosos, pois até confunde tantos portugueses “intelectuais” que por cá pululam, mas, por muito que eu deteste o salazarento, (e detesto sincera e convictamente), dá-me gozo interior constatar que, mesmo este burro ditador conseguiu o estupido feito de manter uma Guerra Colonial com 3 frentes militares e mais três espaços de manutenção sobre pressão durante 14 anos, e onde, a final,  nada estava assim tão definido quanto isso, sendo que as Independências, que deveriam ter acontecido num outro Abril, em 1961, não fosse a idiotice da extrema direita portuguesa e do salazarento, quando aconteceram, em 1975 e não entre 1961 e 1963,  doeram desnecessariamente a todos.
 E que, por um triz, ia dando o péssimo resultado de se ter morto o espaço de expressão portuguesa, que só se mantém não por responsabilidade portuguesa, mas por responsabilidade dos nacionais de cada um dos países de expressão portuguesa…repetindo-se um desígnio que se vira acontecer aquando da Conferencia de Berlim com o Tratado de Simulambuco!
 (Ah, Fernando Pessoa, Fernando Pessoa!)
 Lamento, mas acho que belgas, alemães, e até britânicos e franceses, (entre muitos outros), nunca entenderão esta forma desestruturada de viver no espaço de expressão portuguesa.
 Passa por aí, sobretudo, a dificuldade de aceitar cônsules, tenham sido eles romanos, ao que consta, sejam eles alemães, aqui por estas bandas sulanas, por muito que alguns das elites achem que “tudo bem desde que paguem”…
 Tiveram “eles”, lá para as bandas  da “UE”, o bom senso que não aceitarem uma proposta “inovadora”, a de criar um novo cargo na “UE”, o de “cônsul orçamentalista”, pois se tal tivesse acontecido tenho a certeza que a “UE” desapareceria no dia seguinte.
 Bom dia, pois, Grécia!
 Porque, ponhamos aqui, agora que se resolveu esta boutade, o que tem de ser posto – se tivesse acontecido  tamanha burrice, passaria a haver o direito à defesa, armada se necessário, do papel autónomo da Nação, lamento que o diga!
 Porque a Europa terá de ser reconstruída neste pressuposto – o de vir a ser uma Federação de Nações, todas elas ciosas da sua História e todas elas respeitando-se enquanto tal!
 Onde por exemplo Portugal não será nunca somente Portugal, será sempre um Portugal + onde o mais tende a ser cada vez mais, maior que Portugal e que se denomina CPLP, ou Expressão Portuguesa!
 Lá para as bandas do norte nunca entenderão estas “especificidades”, acredito, mas elas existem, assim mesmo, aqui para estes lados, onde todos nos orgulhamos das raízes Gregas desta Europa Sulana, com as suas Lendas, com os seus “deuses”, com os seus Mitos e Heróis, que até na Bíblia, na Tora e no Corão,  são relatados.
 (Lá estou eu a ser Maçon…).
 Por isso, vale recordar o 31 de Janeiro, dia de Revolta, Armada, contra a  arrogância do Império industrialista britânico, e o baixar as calças de uma corte vendida a esse Império, e claro, sempre, a favor da República que cantava Camões e a Portugueza, onde se escrevera “Contra os Bretões Marchar, Marchar”!
 Eis que é por estas razões, Históricas, estruturais e não conjunturais, que concordo com a proposta do Bloco de Esquerda,  de querer levar a “regra de ouro” a Referendo!
 Concordo e mais deixo ao Bloco de Esquerda a responsabilidade de lançar um forte movimento de opinião publica, com uma Petição em favor desse Referendo, que permita que pessoas a favor e pessoas contra a dita “regra de ouro” se manifestem a favor da realização deste Referendo!
 Porque entendo que não cabe ao Parlamento a decisão sobre a gestão colectiva dos orçamentos que já não serão nacionais mas sim da UE.
 O que, como disse acima, nem me parece mal, desde que a Autonomia Nacional, (das Nações na UE enfim), e a possibilidade deste Portugal+ que é a CPLP seja respeitada adequadamente!
 Caso contrário, a Democracia o exige, a Revolta será sempre um Direito que nunca nenhum ditador, nem o ditador dinheiro,  consegue anular.
 Lamento ter de recordar, homem de Paz que sou, ( nem sei dar um tiro certeiro a nada…), tal e desta forma, mas, na verdade, um bom aviso, dado  a tempo, vale mais que o que a seguir surge,  se  sem aviso.
 Enfim João Chagas eu te saúdo!
Por: Joffre Justino

O exército de reserva industrial

Marx disse que as economias capitalistas, para seu funcionamento dia após dia e ano após ano, necessitam de um "exército de reserva industrial", uma reserva de gente pobre que pode ser utilizada e desprezada à vontade do capitalista. O desenvolvimento econômico não se processa suavemente sob o capitalismo. Quando se abrem novos mercados produzem-se momentos de grande expansão: inclusive velhas indústrias em declínio prosperam de novo em época de auge econômico. Em tal situação, a economia necessita de mudança rápida de mão-de-obra; uma reserva de mão-de-obra faz-se necessária para convertê-la em força de trabalho quando se necessita e despedi-la rapidamente assim que diminua a demanda ou o exija a mecanização. A utilização da reserva de mão-de-obra em épocas de rápido desenvolvimento econômico impede que a mais-valia pare a mão-de-obra, em lugar da acumulação de capital.
Marx divide este exército de reserva industrial em três tipos: latente, flutuante e intermitente. Em primeiro lugar, a parte latente do exército de reserva industrial é gerada pela mecanização agrícola, que produz um excedente de população rural "constantemente em condições de ser absorvido pelo proletariado urbano ou manufatureiro, e na espreita de circunstâncias propícias para esta transformação". No Século XIX e princípios do XX, o camponês europeu formou uma reserva de trabalho latente para a indústria americana, e os negros do sul e outros grupos rurais minoritários desempenharam o mesmo papel durante os últimos cinqüenta anos." Em segundo lugar, a reserva flutuante está composta por trabalhadores, atraídos às vezes pela indústria moderna e rechaçados por outras, especialmente jovens e pessoas mais idosas nos tempos de Marx, mas agora em grande parte imigrantes recém chegados da cidade e antigos imigrantes marginalizados que, de outro modo, subsistem graças aos seguros sociais. Em terceiro lugar, a reserva de trabalho intermitente é uma parte do exército de mão-de-obra ativa, que tem um emprego sumamente irregular. Tem os mínimos salários (devido à competição premente das massas de trabalhadores latentes ou flutuantes) e as condições de vida desse grupo estão abaixo do padrão do resto da classe operária. Nos tempos de Marx, a força de trabalho intermitente era utilizada principalmente em indústrias domésticas pequenas e irregulares, se bem que se utilizasse também como reserva potencial de mão-de-obra barata nas indústrias regulares. Hoje se utiliza na "economia periférica" ou no "mercado de trabalho secundário", onde os trabalhadores têm uma produtividade baixa, uns salários abaixo do padrão e empregos instáveis. Uma vez mais, os grupos de minorias culturais e raciais constituem parte importante da reserva de trabalho intermitente.Assim, pois, o essencial do raciocínio marxista é que a desigualdade não é um "mal temporal" nem a pobreza um "paradoxo surpreendente" nas sociedades de capitalismo avançado; em vez disso, a desigualdade e a pobreza são vitais para o funcionamento normal das economias capitalistas. A desigualdade é necessária para produzir uma força de trabalho diversificada, por seu papel na produção de um excedente expropriável e por sua função como incentivo para trabalhar. A mecanização, a automatização e o ritmo desigual do desenvolvimento econômico produzem inevitavelmente desemprego, subemprego e pobreza. A desigualdade está na base de todo sistema econômico de vida.
As contradições quando os marxistas utilizam as aramas do capitalismo.
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 A Câmara Municipal de Alpiarça está de parabéns

ALPIARÇA COM O AR TODO POLUIDO

POLUIÇÃO: Algo de grave se esta a passar em Alpiarça.



De um leitor seguimos o seguinte texto, que publicamos na íntegra:

“Caro Jornal Alpiarcense.
Venho por este meio dar conhecimento do seguinte assunto:
Desde á um tempo para cá, se nota que o nosso ambiente está a ficar muito mau.
Passo a explicar:
Todos os dias de manhã e as vezes á noite na rua existe um forte cheiro a "Alcatrão" algo de prejudicial para a nossa respiração.
O cheiro é tão intenso que me provoca tosse e vomito de seguida.
Este cheiro começou a existir á pouco tempo, não sei qual a sua origem e se tem a ver com alguma actividade que se instalou em Alpiarça.
Estou a alertar para este novo problema que de facto é muito grave para a saúde pública.
Estou sim preocupado com o que pode vir a acontecer com os nossos jovens.
Os problemas respiratórios estão a aparecer mesmo que de forma ligeira, "Tosse seca" por isso estou a alertar este jornal para que possa alertar a nossa população, ou até pesquisar algo sobre a natureza deste assunto.
Será que não existe mais ninguém que sinta este cheiro tão intenso a Alcatrão?
Ou Tem medo???
Alpiarcenses não tenham medo pois está em causa a nossa saúde e bem-estar.
"Vila tranquila e de qualidade" ou será que isso já não existe?
Agradeço que possa publicar este alerta.
Agradeço a atenção do Jornal Alpiarcense
Cidadão a favor do bem-estar dos Alpiarcenses”.

A Câmara Municipal de Alpiarça está de parabéns

A Câmara Municipal de Alpiarça está de parabéns.
O concelho de Alpiarça, finalmente, está a ficar mais limpo.

Um batalhão de gente, vinda do desemprego, operação articulada entre Câmara Municipal de Alpiarça e Segurança Social, está a limpar ruas e cantos de Alpiarça bem como todos os lugares do concelho.
O batalhão de limpeza já passou pelo Frade de Baixo, Frade de Cima, Gouxaria encontrando-se neste momento a limpar ruas e jardins de toda a zona envolvente da Casa do Povo, Centro de Saúde e Agrupamento de Escolas José Relvas.
Os moradores mostram-se surpreendidos e ao mesmo tempo satisfeitos pelo facto de verem alguém a retomar as práticas de limpeza que existiram noutros tempos.
Esperam, no entanto, que este trabalho continue e não seja sol de pouca dura - como dizia um reformado, extasiado pela movimentação de gente, vassourase tractores.
Fica o registo, neste caso positivo para a autarquia e Segurança Social, com a promessa de continuarmos a olhar de modo crítico para o que se passa no nosso Concelho. 
Com a procura do rigor, isenção, objectividade e liberdade de informar quem nos lê.
Esse é o nosso propósito, independentemente de a notícia agradar mais a uns ou menos a outros.

Repórter Y

COMUNICADO DA GNR: “CAMPO SEGURO 2012”


O Comando Territorial da GNR de Santarém, no período de 01 de fevereiro a 01 de março de 2012 vai realizar, em todo o Distrito de Santarém, a operação “Campo Seguro 2012”, tendo em vista, sensibilizar os agricultores e a população em geral, sobre as medidas de prevenção contra o furto de metais não preciosos, nomeadamente de cobre, e ao mesmo tempo reprimir toda e qualquer atividade ilícita relacionada com este tipo de ilícitos, de forma a criar um maior sentimento de segurança junto da população.
O furto de metais, nomeadamente do cobre das redes de distribuição energética, operadoras telefónicas, rede de transportes ferroviária, fábricas, explorações agrícolas e residências particulares, causa, para além do valor do material furtado, grandes prejuízos aos seus proprietários, e à população em geral que se vê privada de bens e serviços considerados essenciais.
O combate a este fenómeno criminal poderá passar assim pela adoção de um conjunto de estratégias definidas de forma global, abrangendo não só as forças policiais mas também populações, empresários e lesado

Ministra manda investigar suspeitas de crime na Justiça

A ministra da Justiça disse esta terça-feira numa entrevista que enviou para a Procuradoria-Geral da República os contratos de arrendamento dos tribunais feitos nos moldes das parcerias público-privadas (PPP) que «pareciam indiciar ilicitudes», estabelecidos pelo anterior governo.
Em entrevista ao Diário de Notícias, Paula Teixeira da Cruz refere que as «responsabilidades [sobre o arrendamento dos tribunais] serão apuradas em sede própria», referindo também que a renegociação que fez de alguns contratos já permitiu ao ministério da Justiça poupar seis milhões de euros.
Em Novembro, Paula Teixeira da Cruz já tinha afirmado que no âmbito da reavaliação dos contratos de arrendamento dos tribunais, feitos nos moldes das parcerias público-privadas (PPP), tudo o que configurasse ilícito criminal seguiria o seu caminho rumo ao Ministério Público.
Na mesma altura, a ministra disse estar em condições de garantir ao País que todos os contratos seriam reavaliados e já tinha conseguido reduções substanciais nalgumas rendas. «Fazer uma gestão patrimonial adequada» foi uma das metas traçadas por Paula Teixeira da Cruz nas declarações que proferiu na altura.
A abertura do Ano Judicial junta hoje as principais figuras do sector, depois da Associação de Juízes alertar que a Lei Orçamental viola a Constituição e a ministra admitir que há uma justiça para ricos e outra para pobres.
«Fonte: TVI»
Enviado por um leitor

Um único tribunal por distrito é novo modelo proposto pelo Governo

Actualmente existem 308 tribunais judiciais, tendo a reforma de 2008 estabelecido que estes passariam a organizar-se em 39 comarcas, o que nunca aconteceu
Um único tribunal por distrito, com secções a funcionar em diversos pontos daquela área geográfica, é a base do novo modelo de organização judiciária proposto pelo Ministério da Justiça. 
A proposta, a que a Lusa teve acesso, define que tais secções serão de competência genérica ou especializada, de acordo com "o histórico da procura, as previsões de evolução e as condições de mobilidade do território, e funcionarão na dependência orgânica da estrutura de presidência do tribunal". 
O documento refere que esta nova organização terá reflexos na organização judicial e nas secretarias e secções de processos, estando orientada para uma maior mobilidade de recursos (humanos e materiais) e de processos. 
A proposta da ministra da Justiça pretende "melhorar o modelo da reorganização dos tribunais e adequá-lo às linhas estruturantes da reforma das leis do processo". Actualmente existem 308 tribunais judiciais, tendo a reforma de 2008 estabelecido que estes passariam a organizar-se em 39 comarcas. Porém, este modelo foi implementado numa área limitada, tendo sido criadas apenas três das 39 novas comarcas inicialmente previstas (Alentejo Litoral, Baixo Vouga e Grande Lisboa-Noroeste).

Treinadores de Futebol do "Águias" com ordenados em atraso


Os treinadores do Águias de Alpiarça (futebol) não recebem à mais de dois meses sendo que os seus ordenados (?)  não são elevados sendo apenas para os ajudar nas deslocações porque quase todos transportam jogadores para os treinos para que esta modalidade continue a ser uma modalidade para todos e não apenas para a elite.
O partido comunista assume-se como o partido do povo e para o povo não é? Então porque apoiam uma modalidade (acho bem que apoiem, mas não acho bem que as outras sejam prejudicadas) que só é praticada pela elite e não é aberta a todos? Não tem lógica (atenção refiro me ao presidente dos águias, já que esse "menino" intitula-se como deputado municipal pelo PCP sendo que o partido em geral não tem culpa de nada).
E não venham dizer que é aberta a todos porque não é, ou se tem dinheiro e não é pouco, ou então se tem muita qualidade (não oferecem as bicicletas pois não?).
Voltando ao futebol, segundo se diz a direcção é que não dá o apoio financeiro devido a secção de futebol.
Vamos lá abrir os olhos, porque isto não é para brincar, o futebol é o desporto com mais miúdos em Alpiarça e são de todas as qualidades e de todas as condições financeiras que existem pois no futebol aceita-se todos os miúdos.

De um adepto que já foi dirigente (identificado)


NR: JA contactou o "Águias" de Alpiarça para confirmar ou desmentir  a questão dos ordenados em atraso.

O que se paga por via administrativa


O pior é que muito do que se paga é para suportar mordomias de políticos, filhos, afilhados, boys and girls que se acoitam nessas empresas acessórias.
Coisas que podiam ser feitas por uma única identidade, com vários departamentos e assim poupar nas despesas.
Mas não! Vários directores, variadas secretárias, vários assessores, vários pópos de serviço, telemóveis e cartões para uso pessoal, etc...
O zé consumidor paga!É tão fácil gerir a coisa pública em Portugal.
Noticia relacionada:

País sem futuro este!

"Certificação" em Portugal é sinónimo de alguém a ganhar dinheiro sem fazer nada de útil. Foi nisto que Portugal se transformou. Uns trabalham, e os outros à boleia de legislação aprovada pelos amigos ganham dinheiro à custa de pesadas coimas.
Não é suposto que todos os programas estejam feitos de acordo com a lei?
Não seria também crível que alguns programas que eram "mafiados" de propósito os seus autores fossem parar com os costados à cadeia?
Não é isso que acontece num País com lei?
Por essas e por outras é que só investe um cêntimo neste País quem for burro.
O pior é que nos querem fazer crer que é por causa da legislação laboral.
País sem futuro este!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Agenda Desportiva

«CMA»

ESCLARECIMENTO SOBRE “CONTA DE TERCEIROS NA FATURA DA ÁGUAS DO RIBATEJO

 A ÁGUAS DO RIBATEJO tem recebido pedidos de esclarecimento dos seus clientes sobre o significado da expressão “Conta de Terceiros” que consta na fatura que recebem mensalmente.

A “Conta de Terceiros” reflecte valores que, apesar de serem cobrados pela ÁGUAS DO RIBATEJO,  revertem na totalidade a favor de outras entidades. Estes valores são incluídos na fatura da água para reduzir os custos administrativos e de cobrança e em total cumprimento da legislação em vigor.

Na “Conta de Terceiros” estão reflectidas a Taxa de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) e a Taxa de Resíduos Hídricos (TRH). A taxa de RSU, (vulgarmente conhecido por lixo), é fixada anualmente pelas câmaras e aprovada pelas assembleias municipais.  O valor cobrado reverte a favor do Município da área onde está domiciliado o cliente e serve para minimizar os custos que os municípios suportam com a recolha e tratamento dos Resíduos Sólidos Urbanos.

A taxa de recursos hídricos “visa compensar o benefício que resulta da utilização privativa do domínio público hídrico, o custo ambiental inerente às atividades susceptíveis de causar um impacte significativo nos recursos hídricos, bem como os custos administrativos inerentes ao planeamento, gestão, fiscalização e garantia da quantidade e qualidade das águas”.  A TRH reverte a favor da Administração da Região Hidrográfica  do Tejo (ARH-TEJO), entidade que tem como missão “proteger e valorizar as componentes ambientais da água e promover a gestão sustentável dos recursos hídricos” ao longo da região hidrográfica do Tejo.

Pelo exposto, esclarecemos que todos os valores incluídos na rubrica “Conta de Terceiros” não constituem receita da ÁGUAS DO RIBATEJO. A empresa integra sete municípios que são os únicos accionistas. Esta condição permite-lhe uma gestão com responsabilidade social e sem a preocupação de obtenção de lucro. Procuramos garantir um sistema que funcione com qualidade e seja sustentável, ou seja, onde as receitas sejam suficientes para cobrir as despesas.

As receitas que advém da prestação de serviços de abastecimento de água e tratamento de águas residuais (esgotos domésticos) refletidos na factura  são aplicadas na gestão corrente da empresa, na manutenção dos sistemas e nos investimentos que tem sido realizados. Desde 2009, já investimos na região cerca de 80 milhões de euros em obras co-financiadas pela União Europeia, mas onde foi necessário suportar uma parte significativa dos valores investidos.

Queremos continuar a construir o Futuro, com a sua colaboração, trabalhando diariamente para melhorar os serviços prestados e colocar a região onde intervimos, com uma área de 3280 km 2 e 150

Alunos de escola francesa estagiam em Alpiarça

Encontram-se a estagiar em Alpiarça oito alunos da Escola Profissional “Le Centre de Formation d'Apprentis Agricoles Départemental du Loiret“, de Bellegarde, França. Destes alunos, três estão a estagiar na empresa ADORAFLOR, na área da floricultura, e os restantes cinco, que frequentam a área do ambiente e jardinagem estão a estagiar no Município de Alpiarça.
Os alunos e a sua monitora, Beatrice Caillaut, estão hospedados no Restaurante “Os Arcos”, em Alpiarça e há já acordo no sentido de voltar a realizar outro estágio, em Novembro, na área da agricultura.
Do Programa do Estágio  constam diversas visitas ao Concelho, nomeadamente à Casa dos Patudos, Aldeia do Patacão, Triplanta, entre outras.
«CMA»



AS ABERRAÇÕES DESTE PAÍS EM QUE VIVEMOS E A INCAPACIDADE DO GOVERNO PSD/CDS

Posto GNR Armação de Pêra vigiado pela Prosegur
Está tudo doido ou sou eu que estou a bater mal???? 
SÓ FALTAVA ESTA ..... !
O Ministério de Administração Interna deste Governo manda instalar sistemas de segurança de empresas privadas para proteger instalações de forças policiais !!!
Isto passa-se em Portugal ; não numa República das Bananas !... mas na República dos Bananas!
NOTA:
Acto 1. Quando o Posto for alvo de intrusão, a Prosegur liga para GNR a comunicar a ocorrência: Allô!?? É da GNR ? Sim! (respondem do outro lado da linha);
Acto 2. É só para informar que o vosso posto está a ser assaltado.
Acto 3. Ah, muito obrigado, responde do Posto GNR. O agente que atendeu o telefonema da Prosegur vai informar: Meu comandante, recebemos um telefonema da Prosegur a dizer que o n/ posto está a ser assaltado.
Acto 4. Resposta do Comandante: Nosso Cabo, levante-se e vá ver o que se passa,... se for necessário chame os tipo da Prosegur
Acto 5. E nós contribuintes a pagar esta vergonha,...pelos vistos é prática corrente
«Foto: Posto da GNR de Armação de Pêra»

SINDICATOS: A luta continua

Em Portugal, regra geral, não se discute nada. Qualquer discussão, seja qual for o assunto, fica sempre inquinada por meia dúzia de bandeiras – ou, pior, por preconceitos.
A retórica sindical, salvo uma ou outra excepção, não passa de um rol de lugares-comuns, as mesmas bandeiras ao ar e palavras de ordem gastas pelo tempo: fala-se como se falava vai para 40 anos. A greve, a maior arma dos sindicatos, é hoje uma banalidade - e, de tão utilizada, perdeu toda a eficácia e, principalmente, a importância. É pena que seja assim. Precisamos de sindicatos inteligentes e corajosos contra este ultraliberalismo que esmaga quem trabalha. A luta continua, mas já não é a mesma.
«LA»

SOCIEDADE: Galinhas versus idosos

A Comissão Europeia decidiu multar Portugal (e mais 12 estados) por maltratar galinhas, confinando-as a gaiolas sem condições. Lemos isto e ficamos a pensar no absurdo desta preocupação com maus-tratos a galinhas destinadas à panela, numa altura em que a crise na Europa agrava drasticamente as condições de vida dos cidadãos, sobretudo os mais vulneráveis, perante a imperturbabilidade dos governos.
Vem isto a propósito das recentes notícias de idosos encontrados mortos, em completo abandono, nas suas casas em Lisboa. Só neste mês morreram na capital pelo menos 12, e o drama promete aumentar com a crise. Mas o problema do abandono é apenas um dos muitos com que se confrontam os idosos deste País, vistos pela sociedade como ‘excedentes’, e pelo Estado, e muitas vezes pelas próprias famílias, como um fardo que urge aliviar a qualquer custo.
Se, como já escrevemos, este País não é para jovens, muito menos é para velhos, que nem sequer podem emigrar… A quebra da qualidade de vida, que os atinge com particular dureza, desvalorizando o aumento da esperança de vida, é afinal reflexo do retrocesso civilizacional em curso numa Europa mergulhada numa crise que é também de valores.
«LA»

"Não faz sentido" acabar com os feriados


O antigo presidente da República considera que não faz "sentido nenhum" acabar com o feriado do 5 de Outubro e 1º de Dezembro.
"Como socialista, laico e republicano dos sete costados, custa-me um bocado a engolir", sublinhou Mário Soares, à entrada para uma conferência sobre "A crise europeia e Portugal", promovida pela Fundação Inês de Castro.
Apesar de admitir que pode haver muitos feriados e pontes, o fundador do Partido Socialista acha que "não é por aí [extinção dos feriados] que se vai resolver os problemas do País".
O Governo vai propor aos parceiros sociais a eliminação do 05 de Outubro e do 1.º de Dezembro, da lista de feriados obrigatórios, anunciou hoje o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira. Em conferência de imprensa, no final do Conselho de Ministros, Álvaro
Santos Pereira adiantou que o Governo vai propor aos parceiros sociais a eliminação de igual número de feriados religiosos.
No 5 de Outubro celebra-se a Implantação da República e no 1.º de Dezembro a Restauração da Independência.
«DE»

O "Águias" o grande vencedor

Bruno Pais, do Benfica e Luísa Condeço, do Alpiarça foram os grandes vencedores da 1.ª etapa da Taça de Portugal PORterra, intergada no Duatlo do Jamor Sport Life, que juntou mais de um milhar de atletas, num evento que contou com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.
Na competição masculina, o benfiquista Bruno Pais chegou-se à frente a partir do terceiro quilómetro de corrida para não mais perder a liderança da prova. Já na competição feminina o público assistiu a uma luta emocionante pela vitória, disputada entre as atletas Luísa Condeço e Patrícia Serafim, do Garmin Olímpico dColectivamente, o Garmin Olímpico de Oeiras em masculinos e os "Águias" de Alpiarça foram os vencedores assumindo a liderança da Taça de Portugal PORterra. No sector masculino, a fase inicial do segmento de corrida foi algo táctica. Os principais favoritos controlaram-se e mantiveram-se em grupo. À passagem pelo terceiro quilómetro o fundanense Hugo Alves acelerou e apenas se manteve com ele, Bruno Pais.
O duo destacou-se e chegou à transição com cerca de 15 segundos de vantagem sobre André Costa (Praças Armada), Hugo Ventura (Clube dos Galitos) e João Serrano (Garmin Olímpico de Oeiras). Por seu turno, Marco Sousa (Externato Cooperativo da Benedita) perdia cerca de 40 segundos para os líderes no final do primeiro segmento.
No segmento de BTT Bruno Pais isolou-se em definitivo e apenas o "betetista" Marco Sousa parecia andar ao nível do triatleta do Benfica. Sousa foi recuperando terreno para a frente aproximando-se de Hugo Alves e Hugo Ventura que fizeram parte do percurso juntos. Já no final dos 17 km de BTT totalmente desenhados nas matas do Jamor, Alves sofreu um furo ficou arredado da luta por um lugar do pódio.
Na fase final do segmento, Bruno Pais aumentou a vantagem para a concorrência, com o melhor registo no parcial do ciclismo e chegou à segunda transição com cerca de 50 segundos de vantagem sobre Hugo Ventura e Marcou Sousa. Estes dois discutiram o segundo lugar entre si, com o atleta dos Galitos a levar a melhor.
A luta colectiva, que resulta da soma dos tempos dos três primeiros atletas de cada equipa, foi igualmente muito animada, tendo o Garmin Olímpico de Oeiras triunfado, com apenas 25 segundos de vantagem sobre o Externato Cooperativo da Benedita. Na terceira posição ficou o Clube de Galitos.
No sector feminino, assistiu-se a uma prova extremamente renhida. Na primeira corrida todas as grandes candidatas ao triunfo se mantiveram muito próximas. À entrada para a primeira transição Cristiana Valente (Clube dos Galitos) surgia na frente com cerca de 10 segundos de vantagem sobre a vencedora 2011 da prova, Patrícia Serafim (Garmin Olímpico de Oeiras) e Luísa Condeço (CD "Águias" de Alpiarça).
No segmento de BTT rapidamente Patrícia Serafim se chegou à frente e procurou deixar para trás Luísa Condeço que insistia em se manter perto da atleta do Olímpico de Oeiras. Nesta fase da prova também Irina Coelho dava boa conta de si chegando mesmo a ultrapassar Cristiana Valente e a colocar-se na terceira posição.
A decisão da prova ficou adiada para os últimos 2.500 metros de corrida. Nesse segmento, Luísa Condeço conseguiu finalmente destacar-se da resistente Patrícia Serafim e vencer a sua primeira prova em termos absolutos. Na segunda posição, a apenas 33 segundos, ficava a atleta do Garmin Olímpico de Oeiras. Na terceira posição terminava Cristiana Valente, registando o melhor parcial de corrida final.
O triunfo colectivo foi para o Águias de Alpiarça. Na segunda posição classificou-se e equipa da Linha, o Garmin Olímpico de Oeiras enquanto o Louletano ocupou o terceiro lugar.
Escalões jovens e prova aberta
A anteceder a competição principal, no primeiro dia do evento, coube aos atletas dos escalões jovens de Benjamins, Infantis, Iniciados e Juvenis, disputarem uma animada etapa do Circuito Regional Centro, enquanto os mais velhos tiveram a oportunidade de participar na Prova Aberta.
Classificações escalões jovens:
Benjamins femininos
1. Beatriz Isabel Calixto (Núcleo Sportinguista da Golegã)
2. Ana Sofia Costa (Individual)
3. Carolina Campos (Núcleo Sportinguista da Golegã)
Benjamins masculinos
1. João Pedro Martins (Triatlo "os Belenenses")
2. Isaac Monteiro (Clube Triatlo Almada)
3. João Fragoso (Núcleo Sportinguista da Golegã)
Infantis femininos
1. Margarida Martins Lopes (GDR Manique de Cima)
2. Maria Inês Henriques (Clube Triatlo Almada)
3. Marta Fragoso (Núcleo Sportinguista da Golegã)
Infantis masculinos
1. Diogo Valente (Clube Oriental de Lisboa)
2. Julian Espinoza (Clube Natação de Torres Novas)
3. Tiago Henriques (Associação Naval Amorense)
Iniciados femininos
1. Joana Ogura (Garmin Olímpico Oeiras)
2. Ana Cláudia Ferreira (C.D. "Os Águias" de Alpiarça)
3. Joana Sofia Teixeira (Triatlo "os Belenenses")
Iniciados masculinos
1. Vasco Vilaça (Triatlo "os Belenenses")
2. Tiago Fonseca (Clube Triatlo Almada)
3. Guilherme Pires (CT Fundão)
Juvenis femininos
1. Mafalda Costa (Triatlo "os Belenenses")
2. Ana Alcaçarenho (Núcleo Sportinguista da Golegã)
3. Sara Ganchas (Triatlo "os Belenenses")
Juvenis masculinos
1. Miguel Cassiano (C.D. "Os Águias" de Alpiarça)
2. Rodrigo Ladeira (Clube 4 Estilos)
3. Daniel Viegas (Individual)
Classificação das equipas – top 5
1. Núcleo Sportinguista da Golegã
2. Clube de Triatlo de Almada
3. Associação Naval Amorense
4. Garmin Olímpico de Oeiras
5. ETri G.D. Santo António Évora
Classificações da Prova Aberta:
1. Ana Casteleiro (Sporting CP)
2. Christine Zeidel (Individual)
3. Georgeta Montiano (Ext. Cooperativo da Benedita)
1. Tiago Pires (Individual)
2. André Dias (Sporting CP)
3. Manuel Roque (Sporting CP)
O Sporting Clube de Portugal foi o vencedor masculino por equipas.e Oeiras.

domingo, 29 de janeiro de 2012

OPINIÃO DE UM LEITOR: A "Carta" de Mário Pereira, presidente da Câmara

 Esta carta foi escrita pelo Mário Pereira, Presidente da Câmara?!!!
 (ler: ESCLARECIMENTO DO PRESIDENTE DA CÂMARA QUANTO A UM...)
Como é que um Presidente da câmara se digna a escrever uma carta neste tom e teor, esquecendo-se da dignidade do cargo que ocupa? Perde toda a razão. É verdade que o senhor administrador do blogue deve ter cuidado com as noticias que publica, è verdade que não deve usar este meio de comunicação para lançar boatos difamatórios, È verdade que existe ( e percebe-se) que existe um litígio entre as partes, mas senhor presidente este não é o caminho certo.
Onde está o Gabinete de Comunicação da Autarquia que não soube nem sabe aconselhar o senhor presidente das posturas a ter nestas alturas? Senhor presidente o senhor está muito mal assessorado, é um facto!
Se o senhor continuar a se deixar influenciar pelos seus camaradas, mal formados (de valores, de respeito, de postura) acredite, que muitos dos que deram o seu voto à CDU, para o eleger, não sendo sequer comunistas, não o voltarão a fazer. Quer saber se tenho razão? Saia do seu gabinete e vá beber um cafezinho aos Águias de vez em quando, fale com as pessoas e logo tira as suas dilações. Lastimo que esteja a caminhar na estrada errada de mão dada com gente tão mal formada.

NR - Caro leitor: agradecemos e compreendemos o seu comentário como estamos de acordo com o seu conteúdo mas aproveitamos a oportunidade para informar de que este jornal não “lança boatos difamatórios” (se encontrar algum reenvio-nos que será de imediato apagado -mas não confunda critica com o dizer mal – ou se encontrar algo que seja mentira, acontecerá a mesma coisa) e muito menos está em “litígio” com quem quer que seja.
Se entende “litigio” com a livre liberdade de expressão e de comentar que existe neste jornal então não estamos de acordo de forma alguma por prezamos de ter e dar toda a liberdade de escrever aos leitores.
Disto não abdicamos e o “cerne da questão” que o seu comentário foca e muito bem  é que certas pessoas e alguns políticos cá do burgo que se julgam donos da verdade tem uma certa dificuldade em aceitar a liberdade que existe neste jornal para quando se sentem criticados fazerem cair o “Carmo e a Trindade” como se o que aqui é publicado seja mentira quando na verdade não são capazes de desmentir.
Para dizer bem existem os blogues do partido, que é a sua missão

A liberdade de opinião e de expressão do PCP/CDU

É claro que a liberdade de opinião e de expressão do PCP CDU é igual á de um cidadão normal. Não é é igual á de outros partidos. E foi por isso que mal a CDU ganhou as eleições deu total liberdade aos munícipes para na Assembleia Municipal falarem á vontade sobre os assuntos do concelho. Antes com o PS isso não acontecia. Lembra-se? Pois, a memória não pode ser assim tão curta. E já agora falando de liberdade, os comunistas foram os que mais lutaram por ela, por isso foram presos, torturados e mortos. Lembra-se? Já foi há uns anitos mas, bolas a memória mesmo assim não pode ser tão curta. Tem aqui em Alpiarça tantos exemplos de pessoas que lutaram pela liberdade. Que foram perseguidas, torturadas e mortas. Um pouquinho de respeito Exige-se. Falta de liberdade de opinião e de expressão? Onde? Na Assembleia Municipal, na Assembleia de Freguesia, nas reuniões de Câmara, que agora são todas públicas, o que antes não acontecia, se quiser dar a sua opinião é só aparecer e falar o que lhe vai na alma. Tenho a certeza que ninguém o proíbe de o fazer. À pois, o conforto do anonimato é muito melhor. Mas isso é cobardia não acha? Mas ainda há mais. A CDU é a única força representada na Assembleia Municipal que lhe disponibiliza um endereço de Email para dar a sua opinião. Ainda quer mais? Termino só com um VIVA A LIBERDADE.
De um leitor

1º PASSEIO FOTOGRÁFICO

Alcácer do Sal, 28 de janeiro de 2012

Foto de grupo dos participantes no 1º Passeio Fotográfico, organizado pela Secção de Fotografia da Sociedade Filarmónica Alpiarcense - 1º de dezembro.
( Relato do passeio actualizado)

Eram quase dez da manhã do passado 28 de janeiro quando o autocarro e viaturas particulares chegaram a Alcácer do Sal, perante um sol primaveril mas com uma temperatura bem invernosa. O mercúrio não ia para além dos 8° C.
Estava a começar o 1º Passeio Fotográfico Alcácer – Carrasqueira, promovido pela Secção de Fotografia da Sociedade Filarmónica Alpiarcense 1º de Dezembro. Compareceram à chamada 55 passeantes, não só de Alpiarça, mas também de Castelo Branco e de Lisboa, passando por Tomar, Abrantes, Almeirim, Santarém e Portalegre.
A receber este grupo de entusiastas da fotografia estavam elementos do Turismo de Alcácer do Sal, cuja autarquia apoiou a iniciativa, assim como uma pequena merenda oferecido por outro apoiante, o Pingo Doce.
Com o mais diverso tipo de máquinas, umas, autênticas bazucas (com camuflado e tudo), outras, a caber num bolso de umas apertadas calças de ganga (deixando envergonhado os das ... bazucas), ala, que eles aí vão. Pelas margens do Sado, pelas ruelas da parte velha de Alcácer, uns direito à igreja de Santiago, outros mais entretidos com pormenores de fachadas, outros ainda à procura da capela das onze mil virgens, quase todos até lá acima, à igreja de Santa Maria do Castelo, as máquinas disparavam a torto e a direito, a registarem olhares e emoções.
De permeio, para ver, conversar e fotografar uma velha senhora que, num lavadoiro, junto à Fonte Nova, datada de 1721, fazia aquilo que já raramente é observado nos dias que correm: lavar roupa à mão, num espaço público. Ou observar numa loja, na baixa de Alcácer, dezenas de antiquíssimas telefonias e transístores, capas de velhos discos de vinil e de muitas outras preciosidades ou ainda, mais adiante, meter conversa com vendedoras do mercado.
Após o almoço, o destino foi o porto palafítico da Carrasqueira, já na Reserva Natural do Estuário do Sado. Rezam os roteiros turísticos que é humanamente povoada desde há cinco mil anos.
E por aí se ficou, à espera da maré cheia e do pôr do Sol. Segundo a voz de um pescador, nunca se tinha visto tanta máquina fotográfica junta naquele emaranhado de passadiços, assentes em estacas, algumas mais para lá do que para cá.
As horas ali passadas foram de bela confaternização não só entre passeantes, mas também com pescadores que, aqui e ali, não se fizeram rogados em contar experiências de vida e ensinamentos sobre a faina e a fauna marítimas.
E como nem só da pesca vive a Carrasqueira, já lusco fusco, os fogachos de uma queimada de restolho nos canteiros de arroz, ali mesmo ao lado situados, foram outro motivo de registo fotográfico. E como as emoções não podem estar dissociadas do registo das imagens, mais uns quantos dedos de conversa com o agricultor.
A cada participante vai ser solicitado o envio de uma fotografia à organização do 1º Passeio uma vez que, segundo Vítor Lopes, da Secção de Fotografia, há a possibilidade de, com a Câmara de Alcácer, se efectuar nesta cidade sadina, uma exposição fotográfica.
Enquanto se espera pelo 2º Passeio, a Secção de Fotografia da “Música” tem já agendado para o próximo dia 25 de fevereiro um workshop intitulado “Para além da camera” e, tendo em conta o sucesso que foi a 1ª Maratona Fotográfica de Alpiarça, realizada no verão passado, a Secção foi convidada a organizar a Maratona de Santarém, a decorrer em Março.

Por: Ricardo Hipólito

«SFA»

Comerciantes que vendam mais de 125 mil euros obrigados a ter programas de faturação certificados


Os comerciantes que, em 2011, tenham vendido mais de 125 mil euros terão que usar programas certificados de faturação já a partir de abril, o que implicará a atualização de muitas das máquinas registadoras atualmente em operação.
Nos termos da portaria n.º 22-A/2012, de 24 de janeiro, a partir de janeiro de 2013 esta obrigação alarga-se a todos os comerciantes que faturem mais de 100 mil euros por ano.
A portaria, publicada na terça-feira em Diário da República, altera a portaria n.º 363/2010, de 23 de junho, e visa "reforçar o combate à fraude e evasão fiscal, alargando progressivamente o universo de contribuintes que, obrigatoriamente, devem utilizar programas certificados como meio de emissão de faturas ou documentos equivalentes e talões de venda".
"Com esta medida, os contribuintes abrangidos deixam de poder utilizar equipamentos que, não sendo certificáveis, oferecem menores garantias de inviolabilidade dos registos efetuados", lê-se na portaria.
A nova legislação define ainda novas regras a cumprir na emissão de documentos entregues aos clientes no caso de comerciantes não abrangidos pela obrigatoriedade de programas certificados de faturação.
Em 2011 eram apenas obrigados a ter programas de faturação certificados os comerciantes com volume de negócios acima dos 250 mil euros/ano, tendo este limite descido para os 150 mil euros em janeiro.

PD/Lusa

sábado, 28 de janeiro de 2012

O “Antes” e o “Depois”

O “Antes” e o “Depois”

Tenho a idade 67 anos, portanto em condições de "defender" não sendo saudosista, dos chamados tempos da outra senhora, pois se tinham coisas más, tinham, casos como a PIDE. Mas vamos ser honestos e dizer que o Sr. António Salazar, foi um politico HONESTO, nem casa fez para ele, as irmãs, coitadas, morreram pobres, assim como o caso de outros políticos de outrora, que não fizeram riqueza à custa da politica, Salazar, nunca teve a ajuda que esta cambada de políticos após 25 de Abril tiveram dos dinheiros de fora, hoje estamos a pagar a factura do que eles comeram e comem, pelo contrário Salazar, aguentou várias guerras (não discutindo, se seriam justas ou não, o caso ultramarino) deixou o OURO que deixou, e só passava fome, quem muitas vezes não queriam trabalhar, pois a vontade do povo português trabalhar, há os trabalhadores e os que gostam de não trabalhar, ainda pior nos dias que correm, antes preferem receber + ou - 350 euros e ficar em casa do que irem trabalhar, assim como há patrões que exploram, e hoje ainda pior, pois todos os governos, há anos a esta parte, estão cada vez mais a favorecer o patronato, com piores LEIS que o próprio Salazar as tinha, ou tem dúvidas?
È preciso que o povo Português CRESÇA, para que todo o politico o respeite, mas qualquer partido, veja o que se passa na A.R. se diminuem aos salários dos deputados, se se fala, em lhes tirar o 13º salário ou o salário de férias, ai... nem pensar, por que pensam que são o garante desta miséria de Democracia, falando em Segurança, desculpe a de hoje está uma BOSTA, por culpa de quem, não me levem a mal, mas só pela falta de respeito, da honestidade e da segurança (Hoje toda a gente, só pensa que tem direitos, a própria palavra DEVERES, nem se aplica, só por estas situações, preferia viver ainda no tempo de Salazar, e a verdade, é que no tempo "dele" nunca passei fome, e não éramos ricos, vivíamos honestamente do nosso trabalho, e hoje meu caro senhor, comemos uma sopinha, um pouco de broa, e mesmo assim não dá para os medicamentos que devia tomar.
Que País, que se diz Democrata, que há uns quantos senhores (e são bastantes) a ganhar para cima de 600 MIL €UROS, + reformas de terem estado em certos cargos > CGD -EDP-GALP-TELECOM e Afins, estão lá, 1,2, ou 3 anos, e já vem com reformas de cerca de 20 MIL mensais, é fazer pouco dos desgraçados, que trabalharam 40, 50 e mais anos, para receberem reformas de + ou - 200 euros.
Que País é este, onde nem a Justiça funciona, nem a Saúde, esquece-se que o Salazar, com o que tinha, construi Hospitais (hoje retirados ao povo) Escolas, assim como Estradas para povoações, vai-me dizer, hoje temos Auto-Estradas, lógico, até no tempo do Salazar era possível fazer o mesmo, mas quem beneficia delas, é os da Brisa, olhe o que aconteceu às chamadas SCUTS, construídas com dinheiros Comunitários, quem é que agora beneficia delas, é os Srs. da concessionária que tomaram cinta, quem são eles (políticos).
https://www.facebook.com/jornal.alpiarcense

Documento programático da CGTP para os próximos quatro anos foi hoje aprovado

O XII Congresso da CGTP aprovou hoje o documento programático para os próximos quatro anos, que defende a renegociação da dívida, a redução "progressiva" do défice do Estado e uma cooperação "efetiva" entre os vários Estados europeus.

O documento, dividido em sete capítulos, faz uma análise detalhada de vários temas que marcam a atualidade, nomeadamente, a questão da dívida pública, as negociações com a 'troika' e a crise política e económica que se vive, não só na Europa, mas no mundo.

A CGTP entende que "os problemas de Portugal não se resolvem com mais austeridade, com imposição de novos e mais pesados sacrifícios aos trabalhadores e às suas famílias e com a redução do nível de vida, que mergulha o país na recessão económica e social".

Por isso, advoga "uma efetiva cooperação entre Estados soberanos e iguais em direitos, a convergência real, a coesão económica e social" com vista a "uma mudança de rumo da Europa".

A necessidade de criar emprego de qualidade "para assegurar o futuro" que garanta a estabilidade e a melhoria dos salários, bem como a defesa do Estado Social são também temas fortes do programa de ação.

São mais de 180 páginas de reflexão que defendem também "o envolvimento e a participação dos trabalhadores em torno da defesa dos seus direitos", o fortalecimento das organizações sindicais através da "unidade na ação" e "a promoção da contratação coletiva como instrumento e defesa e conquista de direitos".

Ao longo dos dois dias de trabalhos do XII Congresso da central foram maioritariamente ocupados pela discussão deste documento, que define as linhas orientadoras da CGTP até 2016.

As sucessivas intervenções dos delegados ao congresso não divergiram muito do que está no documento, mas foram apenas assumidas algumas divergências relativamente à posição crítica que a CGTP assumiu relativamente à União Europeia e à opção pela não filiação na Confederação Sindical Internacional.

«Lusa»

Só falta o dinheiro para se avançar com as obras do Patacão


O projecto de candidatura da Cultura Avieira a Património Nacional desenvolvido pelo Instituto Politécnico de Santarém, Escola Superior de Educação de Santarém tem o projecto aprovado no âmbito do Prover mas para avançar com as obras falta o dinheiro.
O objectivo deste projecto é recuperar todas as aldeias avieiras e as suas casas tornando-as pontos turísticos.
Mas como não há dinheiro torna-se impossível reconstruir o que quer que seja e mais quando não existem ideias locais capazes de fazerem alguma coisa com a “prata da casa”.
Esta falta de imaginação dos políticos leva a que muita coisa não seja feita porquanto localmente tudo que seja organização ou entidade está completamente politizado. Como em Alpiarça a politica está à frente de tudo e de todos dificilmente nos próximos tempos o Patacão verá melhores dias.
Mal estavam muitos concelhos (ex: Óbidos, Abrantes…) se estivessem à espera de dinheiro para fazer o quer que fosse.
Conseguiram fazer alguma coisa porque os políticos responsáveis souberam usar da imaginação para colocarem os interesses dos respectivos concelhos acima dos interesses partidários.


Governo pretende mexer em quase metade das freguesias

No novo mapa autárquico, que será apresentado em Julho, devem desaparecer entre 1.300 e 1.500 freguesias. Entre fusões e extinções, as mudanças vão implicar mexidas em praticamente metade das freguesias do continente: 2.000 das 4.260 que actualmente existem.

Nas zonas urbanas, a discussão vai mais adiantada, como é o caso de Lisboa, que já tinha avançado com a reorganização, e do Porto, que deve ficar reduzido a seis freguesias. É nas zonas rurais que deve ser mais complicado o processo.

Para o Executivo, a redução das freguesias é um elemento-chave da reforma autárquica, sobretudo pelo sinal que irá dar. É também o ponto desta reforma que parece de mais difícil acordo com o PS, que tem defendido que só deve haver fusões voluntárias.

Apesar de a redução das freguesias ser a questão mais discutida da reforma autárquica, o ponto mais difícil será a nova lei de finanças locais. O Governo conseguiu um adiamento por parte da “troika” e pode apresentar a proposta só em Junho, para estar aprovada até ao fim do ano. Antes, já em Março, deve concluir o processo legislativo do sector empresarial local e a redução dos cargos dirigentes.

A Renascença sabe que para Maio fica a nova lei sobre os modelos de governação das comunidades intermunicipais e das áreas metropolitanas.

O Governo pretende valorizar as 23 comunidades intermunicipais existentes e torná-las mais eficientes. Por isso, vai dar-lhes o valor de lei e possibilitar a transferência de funcionários das câmaras para a estrutura destas comunidades, avançando assim para o que pode vir a ser considerado uma fase intermédia de regionalização

Ficou o PCP muito indignado pelo Rosa do Céu os ter posto em tribunal

 Ficou o PCP muito indignado pelo Rosa do Céu os ter posto em tribunal.
Na altura acharam que lhes estava a privar da liberdade de expressão.
Parece-me que mudam as moscas, mas no que respeita às atitudes prepotentes, a coisa continua.
Claro que a liberdade de opinião e de expressão do PCP/CDU não é igual à de um cidadão normal.
Eles podem caluniar, insinuar, levantar suspeitas, fazer juízos de valor à vontade. Ainda que nada provem.
Quando provam do próprio veneno, aqui del-rei que nós somos os herdeiros legais do Staline e connosco ninguém brinca.
Não vos mandamos para a Sibéria porque fica muito longe, mas temos sempre a possibilidade de vos chatear através dos tribunais.
Normalmente não dá em nada, mas como não nos custa meter um processo judicial (porque o dinheiro gasto não é nosso, é do povo), metemos, e enquanto vos fazemos caminhar 10 vezes para tribunal sob pena de vos obrigarem a pagar multas elevadas em caso de ausência, ficam caladinhos.
Com isso mostramos a outros que tenham essa veleidade que serão sujeitos ao mesmo.
Se no nosso partido silenciamos vozes incómodas, porque não o faremos aos de fora?
Não é assim Sr. presidente? Não foi isso que o anterior fez? Não era isso que o Zé Sócrates fazia aos jornalistas incómodos? Não é isso que algumas "virgens ofendidas" (alguns corruptos até à 5ª casa) fazem quando são acusados?
Não foi isso que o corruptor da Bragaparques fez a quem o acusava?
Fosse eu juiz, que as custas dos processos PERDIDOS por simples opiniões ou divergências políticas seriam pagos, não pelo erário público mas pelo responsável que resolveu avançar.
Quando passar a haver responsabilização individual e não corporativa a música passa a ser outra.
Já que está disposto a gastar o dinheiro dos contribuintes com tribunais, sugiro-lhe que inove, e gaste o dinheiro onde realmente deve ser gasto.
Crie um gabinete jurídico de apoio aos munícipes.
Trabalho não faltaria. A começar com as facturas obscenas apresentadas pela associada Aguas do Ribatejo, passando por clausulas e práticas abusivas dos bancos, seguros, TV's por cabo, telecomunicações, EDP, etc...
Lanço-lhe o desafio Sr. presidente;
Inove, crie com a "prata da casa" um gabinete de apoio e defesa do consumidor (residentes no município).
Até tem um sitio tão bom na Praça José Pinhão...
Mas isto é conversa que não interessa... não são directrizes partidárias.
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