Tudo caminhava no rumo certo, mas….

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Depois...foi o que se viu. Algo correu mal no processo. Mas uma coisa parece certa: Também não será este o melhor caminho para a maioria do Povo português. Será eventualmente para alguns um eldorado. Para outros será uma situação de mais aflição e carência do que o 23 de Abril de 1974. Leia mais em: OS FACTOS: estamos como estamos. Tecnicamente fali...

O mundo dos compadrios

A sensação que nos fica é a de que vivemos num país adiado desde há quase quarenta anos. Em que a liberdade não tem sido acompanhada pela responsabilidade. Em que a cultura não cresceu. Em que se incentivou demasiado o Direito em detrimento do Dever. As propostas foram apenas no sentido económico e todos pensaram viver à grande. Criou-se um mundo de compadrios e facilitismo calc...

PS não é alternativa à actual gestão camarária

Ou o PS arrepia caminho (coisa que não acredito) e apresenta candidatos a quem a população reconhece algum mérito e trabalho feito, ou estará a dar a vitória de mão beijada à CDU. Em relação À CDU, basta ver a sua convivência com a crítica, ou com meras opiniões para saber que a veia stalinista continua lá. Se uma câmara, por um artigo lido por centenas, ameaça com um processo-crime PAGO pelo ERÁRIO PÚBLICO, imaginemos o que faria se por exemplo fosse governo. Leia mais em: Algumas figuras do PS merecem confiança zero

Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012

A Voz da Razão

Monstrinhos

Existia em Portugal um reino encantado a que os trabalhadores se referiam como ‘o quadro’. Sempre que alguém começava a trabalhar, o objectivo não era fazer mais ou melhor. Era entrar no ‘quadro’. Quando se atingia esse reino, o trabalhador sabia que podia desligar os motores e apodrecer em paz. Só a morte, ou a reforma, o tiraria de lá.
Exagero? Admito. Mas a caricatura ajuda a explicar a realidade: a rigidez e a segmentação do mercado de trabalho não eram apenas um obstáculo ao crescimento económico. Eram uma clamorosa injustiça geracional, onde trabalhadores blindados e mancebos precários tinham um muro a separá-los.
O acordo celebrado entre o Governo e os parceiros sociais tem o efeito de acabar, na prática, com ‘o quadro’. Mas seria ingenuidade pensar que uma reforma liberal no trabalho se sustenta sem uma reforma liberal na economia e no Estado. Sem alterar a dimensão e a predação fiscal do nosso monstrinho, a reforma no trabalho servirá para nada.
Enviado por um leitor
Jornal Correio da Manhã

2 comentários:

Anónimo disse...

Tretas do costume! E para que serviram durante anos e anos os contratos a prazo e os recibos verdes indiscriminados?
Acharia piada, se não fosse trágico, às sucessivas remodelações da lei laboral.
Por cada uma lançada...aumenta o desemprego.
Mais uma vez nos tentam vender a ideia de que sem esta negociação o desemprego aumenta.
A prática vai provar que o desemprego continuará a aumentar, agravado ainda por serem despedidos os mais velhos e mais experientes.
Aos jovens restará o trabalho escravo, não remunerado.
Com a cenoura de poder vir a ter emprego, institucionalizou-se a moda de estágios não remunerados.
Como dizia um sketch: "Este País é um colosso, está tudo, grosso, está tudo grosso..."

Anónimo disse...

Mário Soares foi o pior ministro dos últimos 200 anos..., no tempo dele, o País esteve estagnado e provocou 2 bancarrotas, mas soube enriquecer à nossa custa, sacou 2,5 milhões de € para fundação narcisista.