Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Depois...foi o que se viu. Algo correu mal no processo. Mas uma coisa parece certa: Também não será este o melhor caminho para a maioria do Povo português. Será eventualmente para alguns um eldorado. Para outros será uma situação de mais aflição e carência do que o 23 de Abril de 1974. Leia mais em: OS FACTOS: estamos como estamos. Tecnicamente fali...

O mundo dos compadrios

A sensação que nos fica é a de que vivemos num país adiado desde há quase quarenta anos. Em que a liberdade não tem sido acompanhada pela responsabilidade. Em que a cultura não cresceu. Em que se incentivou demasiado o Direito em detrimento do Dever. As propostas foram apenas no sentido económico e todos pensaram viver à grande. Criou-se um mundo de compadrios e facilitismo calc...

PS não é alternativa à actual gestão camarária

Ou o PS arrepia caminho (coisa que não acredito) e apresenta candidatos a quem a população reconhece algum mérito e trabalho feito, ou estará a dar a vitória de mão beijada à CDU. Em relação À CDU, basta ver a sua convivência com a crítica, ou com meras opiniões para saber que a veia stalinista continua lá. Se uma câmara, por um artigo lido por centenas, ameaça com um processo-crime PAGO pelo ERÁRIO PÚBLICO, imaginemos o que faria se por exemplo fosse governo. Leia mais em: Algumas figuras do PS merecem confiança zero

Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012

Quem quiser festas, QUE AS PAGUE DO SEU BOLSO



A diferença é que o Sr do Pingo Doce ganhou o que ganhou vendendo e investindo. Só lá vai quem quer. Gaste o que gaste, o dinheiro é dele. Os políticos não só não criam riqueza, como a desbaratam em coisas fúteis. Foram eleitos para administrar o património colectivo e não para "comissão de festas".
Quem quiser festas, QUE AS PAGUE DO SEU BOLSO.
Claro que num país constituído por uma maioria de gente acéfala o que está a dar é o folclore.
Basta haver festa para esquecerem que não há empregos, que o ensino e a saúde estão em declínio, etc...
Não me esqueço das romarias à EXPO, da loucura do Euro, ou de qualquer outra porcaria organizada para parolo vêr.
Os poucos que criam empregos são vistos como tenebrosos capitalistas.
Ainda gostava de saber o que preconizam em termos de criação de emprego os camaradas.
Unidades colectivas de produção, cooperativas, tudo a trabalhar para o Estado (com os da cor nos poleiros)?
O 2º comentador não diz é que muitos que agora são ricos (ou os seus pais) foram empregados, passaram fome e privaram-se de muita coisa.
Enquanto isso, os colegas de trabalho iam assistir aos carnavais, ao futebol, às feiras.
Não será uma verdade?

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