Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Depois...foi o que se viu. Algo correu mal no processo. Mas uma coisa parece certa: Também não será este o melhor caminho para a maioria do Povo português. Será eventualmente para alguns um eldorado. Para outros será uma situação de mais aflição e carência do que o 23 de Abril de 1974. Leia mais em: OS FACTOS: estamos como estamos. Tecnicamente fali...

O mundo dos compadrios

A sensação que nos fica é a de que vivemos num país adiado desde há quase quarenta anos. Em que a liberdade não tem sido acompanhada pela responsabilidade. Em que a cultura não cresceu. Em que se incentivou demasiado o Direito em detrimento do Dever. As propostas foram apenas no sentido económico e todos pensaram viver à grande. Criou-se um mundo de compadrios e facilitismo calc...

PS não é alternativa à actual gestão camarária

Ou o PS arrepia caminho (coisa que não acredito) e apresenta candidatos a quem a população reconhece algum mérito e trabalho feito, ou estará a dar a vitória de mão beijada à CDU. Em relação À CDU, basta ver a sua convivência com a crítica, ou com meras opiniões para saber que a veia stalinista continua lá. Se uma câmara, por um artigo lido por centenas, ameaça com um processo-crime PAGO pelo ERÁRIO PÚBLICO, imaginemos o que faria se por exemplo fosse governo. Leia mais em: Algumas figuras do PS merecem confiança zero

Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

SINDICATOS: A luta continua

Em Portugal, regra geral, não se discute nada. Qualquer discussão, seja qual for o assunto, fica sempre inquinada por meia dúzia de bandeiras – ou, pior, por preconceitos.
A retórica sindical, salvo uma ou outra excepção, não passa de um rol de lugares-comuns, as mesmas bandeiras ao ar e palavras de ordem gastas pelo tempo: fala-se como se falava vai para 40 anos. A greve, a maior arma dos sindicatos, é hoje uma banalidade - e, de tão utilizada, perdeu toda a eficácia e, principalmente, a importância. É pena que seja assim. Precisamos de sindicatos inteligentes e corajosos contra este ultraliberalismo que esmaga quem trabalha. A luta continua, mas já não é a mesma.
«LA»

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