Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Depois...foi o que se viu. Algo correu mal no processo. Mas uma coisa parece certa: Também não será este o melhor caminho para a maioria do Povo português. Será eventualmente para alguns um eldorado. Para outros será uma situação de mais aflição e carência do que o 23 de Abril de 1974. Leia mais em: OS FACTOS: estamos como estamos. Tecnicamente fali...

O mundo dos compadrios

A sensação que nos fica é a de que vivemos num país adiado desde há quase quarenta anos. Em que a liberdade não tem sido acompanhada pela responsabilidade. Em que a cultura não cresceu. Em que se incentivou demasiado o Direito em detrimento do Dever. As propostas foram apenas no sentido económico e todos pensaram viver à grande. Criou-se um mundo de compadrios e facilitismo calc...

PS não é alternativa à actual gestão camarária

Ou o PS arrepia caminho (coisa que não acredito) e apresenta candidatos a quem a população reconhece algum mérito e trabalho feito, ou estará a dar a vitória de mão beijada à CDU. Em relação À CDU, basta ver a sua convivência com a crítica, ou com meras opiniões para saber que a veia stalinista continua lá. Se uma câmara, por um artigo lido por centenas, ameaça com um processo-crime PAGO pelo ERÁRIO PÚBLICO, imaginemos o que faria se por exemplo fosse governo. Leia mais em: Algumas figuras do PS merecem confiança zero

Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2012

Unicer fecha produção de cervejas em Santarém em 2013

A Unicer vai fechar a sua unidade de produção de cervejas em Santarém em Março de 2013, na sequência de um processo de reorganização industrial. Em cinco anos, o grupo reduziu mais de 700 postos de trabalho.
A Unicer, que convocou para esta tarde uma reunião de quadros para comunicar a decisão de encerrar a unidade que detém há 39 anos em Santarém, e que afecta 133 trabalhadores da fábrica, garantiu à Lusa que o objectivo é reintegrar funcionários noutros centros de produção, nomeadamente em Leça do Balio, onde serão centralizadas a produção e o enchimento de cerveja.

"A Unicer estima poder disponibilizar cerca de 60 lugares e considerará todas as candidaturas que surgirem neste sentido", adiantou a empresa num comunicado.

De acordo com o relatório e contas da Unicer relativo ao exercício de 2010, a fabricante da cerveja Super Bock tinha em 2006 um número médio de 2.330 trabalhadores, ano em que Pires de Lima substituiu Manuel Ferreira de Oliveira à frente da administração executiva da companhia.

Em 2010, tal média baixara para 1.625 colaboradores, até porque a Unicer encerrou a fábrica de Loulé em 2007. Ou seja, entre 2006 e 2010 a redução de postos de trabalho na companhia foi de 705 empregos.

Mas, agora, ainda de acordo com a notícia divulgada pela Lusa, a Unicer explica que haverá um investimento de 80 milhões de euros na consolidação da operação de cervejas em Leça do Balio, sem pormenorizar a quanto tempo e se implica outros encerramentos no grupo.

O plano visa optimizar "a infra-estrutural industrial da empresa na área das cervejas" e é "indispensável para a eficiência e competitividade" e para a manutenção de mais de 1.400 postos de trabalho directos. Ora, se foi com esse número que a Unicer terminou o ano de 2011, a redução de postos de trabalho na cervejeira aumenta para a casa dos 930 empregos desde 2006.

A Lusa adianta ainda que “para os trabalhadores que não se enquadrem neste âmbito” [da reestruturação industrial], o grupo Unicer vai ter um "programa de apoio que integra uma compensação acima da definida legalmente e contempla um programa de 'outplacement' e formação focados na empregabilidade".

A fábrica de Santarém vai manter a plataforma logística e a operação de refrigerantes. O grupo detém, segundo o relatório e contas de 2010, mais sete unidades de produção no País.

Até ao momento não foi possível obter dados adicionais de fonte oficial da Unicer. 
 http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=531247

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