Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Depois...foi o que se viu. Algo correu mal no processo. Mas uma coisa parece certa: Também não será este o melhor caminho para a maioria do Povo português. Será eventualmente para alguns um eldorado. Para outros será uma situação de mais aflição e carência do que o 23 de Abril de 1974. Leia mais em: OS FACTOS: estamos como estamos. Tecnicamente fali...

O mundo dos compadrios

A sensação que nos fica é a de que vivemos num país adiado desde há quase quarenta anos. Em que a liberdade não tem sido acompanhada pela responsabilidade. Em que a cultura não cresceu. Em que se incentivou demasiado o Direito em detrimento do Dever. As propostas foram apenas no sentido económico e todos pensaram viver à grande. Criou-se um mundo de compadrios e facilitismo calc...

PS não é alternativa à actual gestão camarária

Ou o PS arrepia caminho (coisa que não acredito) e apresenta candidatos a quem a população reconhece algum mérito e trabalho feito, ou estará a dar a vitória de mão beijada à CDU. Em relação À CDU, basta ver a sua convivência com a crítica, ou com meras opiniões para saber que a veia stalinista continua lá. Se uma câmara, por um artigo lido por centenas, ameaça com um processo-crime PAGO pelo ERÁRIO PÚBLICO, imaginemos o que faria se por exemplo fosse governo. Leia mais em: Algumas figuras do PS merecem confiança zero

Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012

Economia paralela vale mais de 40 mil milhões de euros


A economia paralela em Portugal valia 24,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010. São mais de 40 mil milhões de euros que não passam pelo fisco e que representam um crescimento de mil milhões de euros (2,5%) em relação a 2009, altura em que a economia subterrânea representava 24,2% do PIB.
A conclusão consta de um estudo da Faculdade de Economia da Universidade do Porto que será apresentado esta segunda-feira e que mostra que em Portugal a dimensão da economia paralela é superior à da média da Organização para a Cooperação eo Desenvolvimento Econômico (OCDE), que é inferior a 20%.
Por cada cem euros transacionados de forma legal, cerca de 25 aconteceram na economia paralela, aponta o estudo.
As razões para estes números estão no "aumento dos impostos indiretos", "aumento do consumo do Estado" e "aumento da taxa de desemprego", nota o autor do estudo, Óscar Afonso, ouvido pela TSF. As consequências são uma concorrência empresarial "distorcida e uma maior incerteza na estabilização da economia, uma vez que as políticas económicas estão fundadas em indicadores que, por via da economia não registada, estão enviesados, o que pode levar a efeitos económicos desajustados, afirma o autor.
Com a subida do IVA para 23% na restauração, a situação pode aumentar. "A menos que acontecem outras medidas que contrabalancem o aumento do IVA. "O negócio sem fatura torna-se mais rentável", considera.
«DN»

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