Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Depois...foi o que se viu. Algo correu mal no processo. Mas uma coisa parece certa: Também não será este o melhor caminho para a maioria do Povo português. Será eventualmente para alguns um eldorado. Para outros será uma situação de mais aflição e carência do que o 23 de Abril de 1974. Leia mais em: OS FACTOS: estamos como estamos. Tecnicamente fali...

O mundo dos compadrios

A sensação que nos fica é a de que vivemos num país adiado desde há quase quarenta anos. Em que a liberdade não tem sido acompanhada pela responsabilidade. Em que a cultura não cresceu. Em que se incentivou demasiado o Direito em detrimento do Dever. As propostas foram apenas no sentido económico e todos pensaram viver à grande. Criou-se um mundo de compadrios e facilitismo calc...

PS não é alternativa à actual gestão camarária

Ou o PS arrepia caminho (coisa que não acredito) e apresenta candidatos a quem a população reconhece algum mérito e trabalho feito, ou estará a dar a vitória de mão beijada à CDU. Em relação À CDU, basta ver a sua convivência com a crítica, ou com meras opiniões para saber que a veia stalinista continua lá. Se uma câmara, por um artigo lido por centenas, ameaça com um processo-crime PAGO pelo ERÁRIO PÚBLICO, imaginemos o que faria se por exemplo fosse governo. Leia mais em: Algumas figuras do PS merecem confiança zero

Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012

Administração pública

Funcionários vão para a mobilidade

Os funcionários públicos considerados a mais vão para a mobilidade especial em Maio. A lista de excedentários está a ser realizada a partir dos 146 organismos que serão alvo de fusão, reestruturação ou extinção.
O secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, garante ainda ser cedo para apontar quantos serão afectados, mas o universo dos institutos em causa põe em risco "nunca menos de cinquenta mil funcionários", avançou ao CM fonte sindical. José Abraão, do Sintap/Fesap, acredita que o número de pessoas na mobilidade será "residual". Os trabalhadores que forem colocados neste regime têm um corte salarial no terceiro mês de inactividade, passando a receber 66,7 por cento do salário durante dez meses. Depois, o salário cai para metade.
Fonte: Jornal CM
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