ESTE ESTADO LUSITANO EM QUE VIVEMOS

ESTE ESTADO LUSITANO EM QUE VIVEMOS
Na foto: Carlos Jorge, Vereador da CDU

ASNEIRAS E INCOMPETÊNCIA

Não será altura de pormos esta gente (os políticos) incompetente fora de política e criarmos condições para que pessoas sérias cuidem dos nossos interesses que é como quem diz, cuidem da nossa vida e do futuro dos nossos filhos e netos, com seriedade, transparência e competência? Então esta é a democracia que se apregoava aquando do 25 de Abril de 1974? Leia mais em: Quando é que vamos dizer: BASTA DE ASNEIRAS E INCOMPETÊNCIA?


Relativamente aos políticos, estamos governados por uma cambada de imbecis

Não obstante, nas próximas eleições, lá teremos os tais e os mesmos, os pretendentes ao poleiro e os botadores das cruzes que irão perpetuar este estado lusitano de alterne político, pedintes e caloteiros, até sermos quiçá anexados ou adoptados por qualquer potência estrangeira organizada, como por exemplo a China. Leia mais em: Enfim, valha-nos santo Eustáquio!....



Sábado, 28 de Janeiro de 2012

Documento programático da CGTP para os próximos quatro anos foi hoje aprovado

O XII Congresso da CGTP aprovou hoje o documento programático para os próximos quatro anos, que defende a renegociação da dívida, a redução "progressiva" do défice do Estado e uma cooperação "efetiva" entre os vários Estados europeus.

O documento, dividido em sete capítulos, faz uma análise detalhada de vários temas que marcam a atualidade, nomeadamente, a questão da dívida pública, as negociações com a 'troika' e a crise política e económica que se vive, não só na Europa, mas no mundo.

A CGTP entende que "os problemas de Portugal não se resolvem com mais austeridade, com imposição de novos e mais pesados sacrifícios aos trabalhadores e às suas famílias e com a redução do nível de vida, que mergulha o país na recessão económica e social".

Por isso, advoga "uma efetiva cooperação entre Estados soberanos e iguais em direitos, a convergência real, a coesão económica e social" com vista a "uma mudança de rumo da Europa".

A necessidade de criar emprego de qualidade "para assegurar o futuro" que garanta a estabilidade e a melhoria dos salários, bem como a defesa do Estado Social são também temas fortes do programa de ação.

São mais de 180 páginas de reflexão que defendem também "o envolvimento e a participação dos trabalhadores em torno da defesa dos seus direitos", o fortalecimento das organizações sindicais através da "unidade na ação" e "a promoção da contratação coletiva como instrumento e defesa e conquista de direitos".

Ao longo dos dois dias de trabalhos do XII Congresso da central foram maioritariamente ocupados pela discussão deste documento, que define as linhas orientadoras da CGTP até 2016.

As sucessivas intervenções dos delegados ao congresso não divergiram muito do que está no documento, mas foram apenas assumidas algumas divergências relativamente à posição crítica que a CGTP assumiu relativamente à União Europeia e à opção pela não filiação na Confederação Sindical Internacional.

«Lusa»

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