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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

CDU não tem confiança nas pessoas que constituíram a sua lista

Foi precisamente quando o Celestino Brasileiro foi nomeado para o gabinete do Presidente que esta situação promíscua e eticamente condenável passou a ocorrer. Antes disso, o Osório tinha pedido suspensão de mandato.
Então que conclusão podemos tirar?
Que, ainda que seja obrigado pelo partido e seu controleiro, o Celestino Brasileiro é conivente com esta situação e vende os seus princípios de homem, que era considerado honesto, por umas senhas de presença para oferecer ao partido.
Também mostra outra coisa - que a CDU não tem confiança nas restantes pessoas que constituíram a sua lista e não se arrisca a perder o seu líder de bancada.
Afinal, nas assembleias, o Presidente só se defende com o discurso já gasto dos coitadinhos da CDU e dos mausões dos sucessivos governos que os andam sempre a tramar.
Porque não tem trabalho realizado para mostrar ou defender e, quanto à restante bancada da CDU até se rebaixa ao Brito que agora, do partido do Governo, até canta de poleiro.
O Celestino é o único que ainda vai abrindo a boca, para elogiar o presidente (um secretário pode dizer mal do chefe? Promiscuidade!) porque os outros perderam o pio.
É uma vergonha!
De um leitor

Se os "fiscalizadores" da Assembleia Municipal são os mesmos que devem ser "fiscalizados", alguma coisa vai mal, e precisa ser mudado!

Daqui a cerca de 2 anos vou dar a resposta com o MEU VOTO às "questões internas da CDU".
Os candidatos, antes de deverem respeito aos partidos, devem respeito aos eleitores que os elegeram.
Durante os dois primeiros mandatos votei no "PS/Alpiarça é a Razão" porque estava farto do imobilismo, das "vistas curtas", do controlismo e centralismo do PCP.
Foi necessário, e continuo a pensar que os dois primeiros mandatos do PS impulsionaram Alpiarça na direcção do progresso.
Depois, com o afastamento de algumas pessoas válidas (Marques Pais, António Moreira, etc) a Câmara de Alpiarça tornou-se uma bandalheira igual ou pior do que nos tempos de antanho da CDU.
Como não vejo os partidos como clubes de futebol (onde impera o coração em vez da razão) mudei o meu voto e votei CDU.
Votei na CDU, não porque tivesse criado grandes expectativas, mas pelo facto de que tinha de penalizar a prepotência, o despesismo, o privilegiar o aparelho PS em lugar do povo.
Olhando para o actual executivo, e para o seu "trabalho" durante dois anos o meu sentimento é precisamente igual.
Nada fizeram, estão-se marimbando para as populações se isso colidir com as directivas emanadas pelo Octávio e pelas cúpulas da CDU.
Mantendo a coerência anterior de me marimbar para os partidos, dificilmente votarei novamente CDU nas próximas eleições.
Na A.R. (Assembleia da República) repudio que os deputados votem como carneiros, ou como cães de barro, com a cabeça sempre a dizer sim, embora lhes apeteça dizer não.
Se os eleitos não têm vontade própria, então que se eleja um de cada partido com direito a voto, e que cada um apresente os mandatos resultantes das eleições.
O País e os contribuintes agradecem a poupança...
Em Alpiarça o meu sentimento é igual!
Se os "fiscalizadores" da Assembleia Municipal são os mesmos que devem ser "fiscalizados", alguma coisa vai mal, e precisa ser mudado!
O PCP, o senhor Octávio, o Sr. Jerónimo de Sousa podem pensar que são os detentores da votação e que por isso são reis e senhores das decisões que tomarem.
Estão enganados!
Os votos de quem pensa pela sua própria cabeça são voláteis e não têm de prestar contas a ninguém
É por isso que não admito que me imponham gente em quem não votei.
Votei na A.M no Mário Santiago que me pareceu uma pessoa equilibrada e sensata.
Votei no Marques Pais porque considerei que estava a fazer um bom trabalho na J.F.
Votei no Mário Pereira porque me parecia uma pessoa sensata e séria em contraponto à candidata P.S. que branqueou a roubalheira no BPN (não me esquecerei nunca!!!) e quem deveria fiscalizar.
A vida é feita de opções e essas têm de ser SEMPRE tomadas em consciência.
Nas próximas eleições espero que apareça uma lista de gente válida e que entre a população e a estrutura partidária prefira os primeiros.
Se for uma lista encabeçada por cidadãos apartidários melhor!
É tempo de votar na competência, no bom senso, na honestidade, na defesa dos cidadãos contribuintes e nas suas necessidades.
Todos esses predicados há muito tempo andam arredados da prática partidária e da política.
Restam dois anos para mudar!
De um Leitor
Também pode ser lido em:
http://www.facebook.com/jornal.alpiarcense

ENTIDADE REGULADORA DIZ QUE ÁGUA DA TORNEIRA É DE EXCELENTE QUALIDADE


A água das torneiras continua a apresentar "excelente" qualidade e em 2010 foram cumpridos 97,71% dos parâmetros estipulados, podendo os portugueses consumi-la sem problemas em todo o país, disse hoje o presidente da entidade reguladora. Nos sistemas da responsabilidade da ÁGUAS DO RIBATEJO EM, S.A, o grau de cumprimento foi superior à média nacional, cerca de 99 %, num universo de 8500 análises, no ano de 2010.A nossa região está ao nível dos melhores países europeus nesta área. Segundo o responsável pela Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos (ERSAR), Jaime Melo Baptista, "hoje as exigências de controlo de qualidade da água são maiores que no ano passado", acrescentou.
O presidente da ERSAR salientou que “toda a água da torneira em Portugal é objecto de controlo, feito de acordo com padrões europeus exigentes".
Cerca de 650 mil análises realizadas por ano, de 50 parâmetros, revelam "um cumprimento, que é, em termos internacionais, considerado muito bom", realçou Jaime Melo Baptista. A meta definida para 2013 é de 99 por cento.
A percentagem de incumprimento dos critérios de qualidade da água para consumo humano na ÁGUAS DO RIBATEJO rondou 1,05 %, num universo de 8500 análises, no ano de 2010. Uma melhoria significativa em relação ao ano anterior (1,52 %). O objectivo para 2011 é colocar os índices de incumprimento abaixo de 1%, traduzindo parâmetros de excelência em relação à água que distribuímos para abastecer 140 mil consumidores dos Municípios de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Chamusca, Coruche, Salvaterra de Magos e Torres Novas.
De acordo com a legislação, os resultados das análises da qualidade da água são disponibilizadas à Autoridade de Saúde, não se tendo registado nenhuma situação que pudesse colocar em risco a saúde pública.
A ÁGUAS DO RIBATEJO disponibiliza os relatórios trimestrais com os resultados do controlo da qualidade da água a todas as entidades e aos seus consumidores no sítio www.aguasdoribatejo.com, no item QUALIDADE. A apresentação é feita em cada um dos seis municípios que integram a empresa intermunicipal.

Abonos de família pagos indevidamente devem ser devolvidos


A Segurança Social refere que os abonos de família que foram atribuídos de forma indevida terão de ser devolvidos ao Estado, noticiou a TSF.
A Segurança Social explica que as famílias que receberam de forma indevida abonos de família têm 30 dias para devolver o dinheiro ao Estado. Em algumas situações, os montantes reavidos ultrapassam os milhares de euros.
 

Ou será que o Sr. Osório e o Sr. Octávio mandam mais do que o PCP de Alpiarça?

Posso lançar um desafio aos comentadores ? posso ? posso ?
Porreiro!
Então cá vai:

Já alguém se questionou porque é que o PCP não volta com a palavra atrás e obriga os dois membros (Celestino e Osório) a renunciarem à Assembleia Municipal de Alpiarça ?

Se é de senso comum que esta decisão só lhes tem feito mal do ponto de vista eleitoral e da imagem que as pessoas tinham do PCP de Alpiarça, seria normal que para acabarem com o falatório, acabassem com a polémica.

Ou será que o Sr. Osório e o Sr. Octávio mandam mais do que o PCP de Alpiarça e da sua concelhia e não querem agora dar o braço a torcer porque era um sinal de fragilidade?

Não sei se é o Presidente da Assembleia que está a fazer um braço de ferro com eles ou se é o contrário, mas a verdade é que quem tem perdido com isto tem sido a CDU porque os tais senhores que acumulam os dois cargos e os dois ordenados se acham importantes demais para agora cederem.

Não lembra a Jesus Cristo que alguém não perceba que só há uma saída para este processo morrer de uma vez por todas. Ou se querem continuar com a teimosia, então vão arrastar este fantasma até às próximas eleições de 2013 e podem ter a certeza que nessa altura o PS vai agarrar-se a este caso com unhas e dentes para deitar por terra os tais princípios comunistas e a diferença que tanto andaram a apregoar em 2009.
De um leitor

A CDU APENAS LHE INTERESSA O PODER E APENAS O PODER!

OPINIÃO


 Mário Pereira, Presidente da Câmara de Alpiarça (está registado em acta própria de uma reunião de câmara – de 01.07.2011/Número 13) disse que a razão principal do problema (Celestino Brasileiro e João Osório) que já fez correr “rios de tinta” e que serve de tema para os “falatórios”, que a causa principal mais não é do que “uma questão interna da CDU” como se a CDU tenha que interferir nas decisões internas da Câmara ou naquilo que mais preocupa a população.
População esta que votou e deu a maioria a Mário Pereira para presidente da Câmara e não à CDU.
Os eleitores não deram a maioria à CDU mas sim a quem esta propôs como “cabeça de lista” porque o “sistema” assim determina e quando votou não foi para Mário Pereira tomar decisões nos princípios “internos da CDU”.
Votou para um “Presidente” e num homem em que acreditavam cujos “princípios se devem nortear pela ideologia comunista” mas nunca para a CDU interferir nas decisões da Câmara.
Foram e são estes os princípios do eleitorado.
Este acredita no candidato e dá-lhe a “confiança total” partindo do principio, assim deve ser, de que: foi eleito para dirigir os destinos e não depender do partido que lhe permitiu ganhar como aceita ( o eleitorado) como verdade que: jamais o presidente dependerá do partido e todas as decisões que tomar serão sempre de sua autoria e responsabilidade mas nunca com assento nas  Questões internas” do Partido.
O contrário não faz sentido mas a ser verdade: então a “candidatura e as promessas foram uma autêntica farsa” e esta paga-se cara.
Face ao que tanto se fala ultimamente como noticiado tem sido, deduzimos assim, no nosso entender, como na nossa opinião, até “prova em contrário” que muitas das decisões tomadas na autarquia tem assento nas “questões internas da CDU” e sempre que seja necessário tomar uma decisão importante é  “anotação” as “ questões internas da CDU” e nada se fará que seja contrário ao “aparelho interno da CDU”. 

 Noutras palavra e na nossa opinião, o que Mário Pereira disse quando afirmou (está registado em acta de Câmara): “ se trata de uma questão interna da CDU” queria dizer que não tem independência total ou pouca autonomia para decidir seja o que for porquanto se o fizer pode contrariar as “questões internas da CDU”, noutras palavras: não toma decisão nenhuma sem saber a opinião/parecer da própria CDU não vá, sem querer, interferir nas “questões internas da CDU”.
Como atrás dissemos e, em conformidade com a nossa dedução, assim o entendemos das afirmações de Mário Pereira, é que o presidente não tem total autonomia para tomar iniciativas porque está dependente do aparelho partidário.
Então quando o eleitorado votou na pessoa de Mário Pereira para presidente da Câmara Municipal de Alpiarça foi “enganado” porque pensava que estava a votar na “pessoa” quando na verdade estava a votar num “militante do Partido Comunista Português” que em vez de servir os interesses da população (eleitorado) está  preocupado em cumprir as “questões internas da CDU” como se esta tenha que interferir na Câmara
Daqui, talvez a razão, quando lhe apresentaram a questão dos dois deputados (Celestino Brasileiro e João Osório) que “acumulam cargos não compatíveis dado que as decisões que acabam por tomar no exercício das suas funções executivas podem vir a ser objecto de apreciação no órgão deliberativo, sendo que nesse caso os deputados não reúnem condições para a emissão de juízos isentos, uma vez que estão implicados” o senhor presidente não tenha tomado uma decisão porque é uma “decisão interna da CDU”.
Como já foi publicado nestas páginas a “Assembleia é sobretudo um órgão fiscalizador da actividade do Executivo e porque os colaboradores em questão intervêm de uma forma directa no trabalho do Executivo, considera que, não havendo impedimento legal, haverá porventura impedimento ético, já que é natural que surja alguma parcialidade na hora de apreciar as propostas para as quais o próprio terá contribuído”
Ficamos a saber e, deduzo também, que todas as decisões que tomar, como o restante executivo comunista, de forma alguma poderão contrariar as “linhas mestras” das “questões internas da CDU” porque a CDU tem sempre uma “palavra final” nas questões da Câmara.
Talvez, daqui a razão, porque Alpiarça continua a ser um “marasmo”.
Se o meu raciocínio estiver errado como a minha opinião, peço desculpa aos visados, mas peço-lhes que me esclareçam (aos leitores e eleitores também) para que não me reste duvidas ou deduções erradas sobre a minha interferência e ”palpites” nas “questões internas da CDU” onde de forma alguma que intervir.
http://www.facebook.com/antoniocenteio
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Vereadores do PS, acusam a Câmara de falta de “éti...

As mentiras de Passos Coelho

Segue uma recolha de posts colocados no Tweeter por Pedro Passos Coelho, de Março de 2010 até, precisamente, ao dia em que foi eleito (5/6/2011).

Passos a passo por FERNANDA CÂNCIO:
"Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução."
"Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa."
"Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias."
"Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou."
"Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas."
"O pior que pode acontecer a Portugal neste momento é que todas as situações financeiras não venham para cima da mesa."
"Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos."
"Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos."
"Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos."
"Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado."
"Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal."
"O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando."
"Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa."
"Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas."
"Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português."
"A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento."
"A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos."
"Não aceitaremos chantagens de estabilidade, não aceitamos o clima emocional de que quem não está caladinho não é patriota."
"O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento."
"Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate."
"Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?"


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Osório e o Celestino primam pelo cinismo

O Mário Santiago foi eleito por uma coligação, ocupa o mais alto cargo do concelho, se o ocupa é porque lhe reconheceram capacidades para o efeito, sentiu-se enganado por dois dos elementos da sua bancada, e é o cumulo não ter confiança politica? è o Cumulo é fazer de conta que nada tenha acontecido! Como fizeram os dois elementos Celestino e Osório!
È verdade que o facto de um Presidente da Assembleia dizer que não tem confiança politica não tem qualquer valor administrativo, mas tem valor moral e ético.
A verdade é que muitos dos que se candidatam a lugares públicos não conhecem o seu funcionamento, são candidatos por variadíssimas razões, de interesse pessoal ou de interesse partidário. È verdade que muitos não conhecem a Lei, é verdade que muitos não têm qualquer preparação, vão para os lugares por puro protagonismo ou por razões que só a razão conhece.
Assim como não tem qualquer valor administrativo a tomada de posição do Mário Santiago, como não teria valor administrativo caso do Osório e o Celestino afirmarem que não têm confiança politica no Mário Santiago, só com uma diferença o Mário Santiago não “ leva desaforo para casa” enquanto o Osório e o Celestino primam pelo cinismo.
Quantos de nós tem confiança politica nestes dois elementos? Mesmo não havendo (que não há) eles continuam a ocupar os lugares. Só que o Presidente da Assembleia é diferente! Então se é diferente deve este assunto ser analisado dentro das cúpulas da CDU, analisado com carácter urgente, transparente e sem intrigas e raivas.
De um leitor
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Concordar ou não?


Mas o autor não leu o texto do memorando de entendimento entre a Troika e o Governo Português liderado por José Sócrates?
Se não leu sugiro que vá ao site do Ministério das Finanças e encontra!
A respeito dos municípios e freguesias o acordo é taxativo quando diz" redução significativa do numero destas entidades, municípios e freguesias" que deve estar pronta em 2012 porque em 2013 ocorrerão eleições para estes órgãos e o Governo tem que cumprir senão não haverá o tão ansiado cheque que nos vai permitindo sobreviver.
Mas voltemos ao texto e vale a pena comentar alguns excertos a saber
"Alpiarça não vai perder nenhum freguesia porque só tem uma mas está sujeita a passar para freguesia de outro concelho vizinho" mas qual é a duvida isto está há muito " escrito nas estrelas" e já foi ventilado há algum tempo atrás, senão vejamos um só concelho, uma só freguesia situada a poucos quilómetros de 2 cidades sendo uma apenas a capital de distrito!
Com a sua extinção evitavam-se duplicação de órgãos autárquicos e de serviços o que em época de contenção fala muito alto.
2º Uma "reforma que valha a pena e que não resulte de uma imposição às populações" ora bem que candura, parecida com o Cândido de Voltaire, mas quem advoga uma posição de ingenuidade porque dizer que valha a pena quando se sabe que o valer a pena é o critério de gastar menos e dar disso sinal a quem nos empresta o dinheiro e depois senão for por imposição nada se fará!
3º Para Madeira Lopes a reforma não pode ser feita de régua e esquadro em gabinetes, completamente de acordo mas é o que vai acontecer se gastarmos o tempo em negociações infrutíferas e depois quando estivermos entre a espada e a parede vai ser sem régua nem esquadro, de qualquer maneira porque o ordenado do funcionalismo publico se vai sobrepor ao municipalismo!
"Todo este contexto é bem revelador de que o objectivo é atacar a democracia local", mas o Presidente da Câmara de Benavente não vive em Portugal?
Não sabe que assim que Portugal pediu assistência financeira a democracia tanto a nível nacional como local ficou hipotecada aos cheques da Troika e que quando se trata de dinheiro a democracia é algo que não interessa.
De um leitor
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 Concordar ou não com a extinção/fusão de freguesia...

Na construção dos Centros Escolares houve interesses supra municipais e supra regionais que se sobrepuseram ao interesse das populações

Entendo que a entrada na Assembleia Municipal ainda é livre e parece que o direito de falar, para além do direito de ouvir também, coisa que não acontecia nos tempos de Rosa do Céu e seus acólitos, em que os munícipes foram proibidas de usar da palavra, além disso as actas da assembleia municipal são claras e estão publicadas para quem as quiser ler, logo é bastante fácil saber o que se passa na assembleia.
Por outro lado todos os "grupos parlamentares" foram contactados por este jornal e todos estavam sabedores dos assuntos que ali mais iam ser debatidos, era uma assembleia muito previsível.
Mas sempre lhe digo que na minha opinião acho que as bancadas PS e PSD (mais que na hora de reatarem o namoro, já que têm andado de costas voltadas e há que deitar abaixo os "camaradas") está a desempenhar bem o seu papel, fazem oposição e ao mesmo tempo tentam apresentar soluções, o que é excelente e acabam por aprovar ou abster-se nas matérias em discussão o que é óptimo e prova que o PS e PSD faz críticas construtivas, o que é de louvar, também só se espera é que não caiam em saco roto, senão então é que o outro namoro se acaba mesmo.
Uma oposição como o PS e o PSD estão a fazer é tão importante como a que a CDU fazia nos mandatos anteriores o que era ainda mais importante era que as pessoas respeitassem mais os tempos de intervenção que cabem a cada um e nessa questão o PS está a querer monopolizar a Assembleia, coisa que acontecia também noutros tempos atrasados e nem sequer é novidade.
Quanto a obras novas sinceramente não acredito que Alpiarça tivesse capacidade financeira para fazer uma escola com 16 salas de aulas e fazer simultaneamente a obra que está ser feita no Museu, mas isso sou eu a pensar e sei que há pessoas do PS cuja amizade prezo que assim pensam também.
Acho que não vale a pena falar mais de Centros Escolares,quando as notícias que se ouvem e lêem dão conta de como os projectos e as obras foram adjudicadas. Houve interesses supra municipais e supra regionais que se sobrepuseram ao interesse das populações e que estou certo nem a Dr.ª Vanda Nunes, nem o Dr. Mário Pereira conseguiriam controlar.
Os lobos da construção civil são demasiado fortes para alguém lhes resistir, as grandes empresas até se canibalizam umas às outras.
De um leitor
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Um independente deixa de ter confiança politica nos elementos do partido pelo qual foi eleito é o CÚMULO e uma inversão total dos procedimentos políticos!

Isto é o cúmulo, é uma inversão total dos procedimentos políticos!
Um independente deixa de ter confiança politica nos elementos do partido pelo qual foi eleito!
Mas o Mário Santiago desconhecia a práxis da CDU?
Mário Santiago pensava que podia mudar um internamente um partido que recusa a mudança?
Em 1997 Alpiarça mudou de governo autárquico, 12 anos depois o eleitorado teve um revivalismo e voltou a dar a maioria a um partido, com esperança de uma visão moderna da sociedade, que mantém uma concepção retrógrada da sociedade.
Mário Santiago, como independente dos partidos dos quais não necessita para viver, começou a analisar as questões com os olhos abertos do sectarismo partidário.
Por isso mesmo para ele, como para o comum dos mortais, ser chefe de gabinete e secretário do Presidente da Câmara é incompatível com o cargo de Deputado Municipal, porque se trata de ser Juiz em causa própria!
Que diria o PCP se assessores, chefes de gabinete, secretários do 1º Ministro e Ministros fossem em simultâneo deputados?
Mas o mais grave disto tudo é que Mário Santiago não é apenas mais um Deputado Municipal, é o Presidente da Assembleia!
Mais uma razão para a comparência de toda a população na manifestação que sugeri para o dia 5 de Outubro à porta dos Paços do Concelho, pode ser que assim os políticos ganhem um pouco de vergonha na cara e mudem de atitude ou então saiam para que o povo possa decidir de novo o seu destino.
Aproveito para sugerir aos que forem à referida manifestação, e como não directório de enquadramento, não está prevista a existência de qualquer palco, aparelhagem sonora sugiro que cada um leve uma folha de papel escrita com os reparos que entendam fazer aos políticos e se algum estiver presente entregar-lho e se não estiver metam-no por debaixo da porta.
E se não resultar no dia 5 de Outubro, pimba dia 1 de Novembro lá outra vez à mesma hora!
De um leitor

Desempenham funções remuneradas na Câmara mas em termos de competência deixam muito a desejar

Não admira que as pessoas sérias e competentes deixem de ter confiança, quer politica quer pessoal, em pessoas ignorantes, egoístas e sem caracter.
Tornar esta questão pública parece-me uma prova de caráter e personalidade do Presidente da Assembleia Municipal, que, não tolera os tão populares tachos e lugares arranjados e oferecidos a qualquer custo a quem lhes é querido.
É importante ressalvar a falta de competência de certas pessoas que estão a desempenhar funções remuneradas no executivo, melhor dizendo na Câmara, pois, se forem curiosos vejam onde anda o Aviso de um concurso público que já aconteceu na nossa Câmara para um lugar para Técnico Superior de Comunicação Social e Educação Multimédia, e vejam também a lista de candidatos, analisem e revejam.
Talvez consigam constatar que a maioria dos candidatos nem sequer detentor da licenciatura no curso pedido ou semelhante tem, e mesmo assim ao invés de serem excluídos continuam avaliados.
Revejam novamente e percebam quem foi o "felizardo" que ficou colocado em tal posto e ponderem bem a questão...
De um leitor

O caminho de Santiago

Na última sessão da Assembleia Municipal de Alpiarça, o presidente deste órgão, Mário Santiago (independente eleito pela CDU), afirmou que “deixou de ter confiança política” nos membros da sua bancada e militantes comunistas João Osório e Celestino Brasileiro, que integram também o gabinete de apoio ao presidente da câmara Mário Pereira.
Leia mais em:

Em Portugal não custa nada ser gestor


Não há dinheiro?
Simples!

O consumidor que pague que o Estado está falido, o País está falido, tudo está falido, mas o consumidor e contribuinte terá sempre de ter dinheiro.
Ainda assim, é rara a empresa de capital público que não é deficitária.
Gostaria de ver estes senhores a vender a abundante frota automóvel que foi notícia pública.
Teria imenso prazer em ver estes senhores reduzir os seus orgãos dirigentes, os seus lautos vencimentos, entregarem os cartões de crédito, pagarem o combustível e deslocações como qualquer mortal.
Esta "legitimidade" de usar de empresas monopolistas fornecedoras de bens essenciais para aplicar verdadeiros IMPOSTOS só deve ter paralelo neste País.
Talvez agora alguns entendam a preocupação que havia com os particulares que tinham poços e furos.
Infelizmente actualmente não tenho agua própria, mas garanto que se ainda tivesse, eu e os meus vizinhos passariam a ter uma rede de agua privada para consumo normal.
Para beber, com garrafões de 5 litros nos supermercados a 40 e 50 cêntimos, por muita água que bebesse, seria incomparavelmente mais barato.
Recomendo a quem tenha essa facilidade que faça contas.
O investimento em material de bombagem num ano ou pouco mais estará pago.
E considerem que estes "senhores" não vão ficar por aqui. Haverá aumentos brutais em todos os serviços básicos que não tenham concorrência.
A lei da oferta e da procura passa ao lado desta gente.
De um leitor
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Traição das elites

Nos tempos em que a direita mandava no Brasil, o escritor brasileiro Luís Fernando Veríssimo acordou com uma má disposição redentora e entregou a sua coluna em inglês num diário de São Paulo. Garantiu que quem mandava no país era a gente de Washington e do FMI e ele tinha a ambição de escrever directamente para as pessoas que contavam. Jurou que a partir daquele dia se exprimiria sempre em inglês, salvo nas palavras portuguesas intraduzíveis, como “marketing”e “cash-flow”.
Lamentavelmente, o meu alemão é inexistente. Aquilo que vou expressar dirige-se apenas àquele grupo de escuteiros da Merkel que tem como função traduzir para os nativos as ordens externas.
Não vale a penas cortar milhares de milhões de euros às despesas sociais, destruir o tecido económico, mandar para o desemprego centenas de milhares de pessoas, quando é claro que esta política europeia está a levar o continente ao desastre. O remédio que nos aplicaram é o mesmo da Grécia, e dá para ver, por esse país que está há mais tempo a sofrer da cura, qual vai ser o resultado final. No dia em que Atenas cair, tudo vai desabar como um baralho de cartas. Precisamos de um governo que lute por uma outra política europeia e não de um grupo de pessoas que têm como ambição cimeira lamber a mão da chanceler alemã. Se o governo não percebe isso, é preciso que a rua lho diga. A saída da crise não está nos carneiros que a tudo dizem que sim, mas nas pessoas que têm a coragem de se manifestar contra.
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Aumentos no preço da água para ajudar os investimentos da “Águas do Ribatejo”


Segundo Moura de Campos, Director-geral da empresa intermunicipal ‘Águas do Ribatejo’ a empresa tem previsto um plano de investimentos de 131 milhões de euros até 2015 no saneamento básico e abastecimento de água dos 7 concelhos que integram esta empresa intermunicipal. Já se encontram concluídos em fase de execução projectos no valor de mais de 60 milhões de euros.
Valores este que a empresa não possui no seu próprio capital social como nas respectivas reservas legais sendo então apenas possível obter o capital necessário para estas obras de elevados custos na aprovação de projectos que são subsidiados com fundos comunitários.
Caberá então ao consumidor final pagar a sua parte ajudando assim a reduzir os encargos nas despesas dos planos de investimentos. Ajuda esta que irá aparecer na factura de consumos de água nos próximos anos, ou seja: o preço por metro cúbico não irá ser nada barato.
Quem fica a ganhar com toda esta “engenharia, são as Câmaras que integram a ‘Águas do Ribatejo’; deixam de gastar dinheiro na manutenção das suas redes de água para ao mesmo tempo ficarem sem receitas próprias que eram importantes nas autarquias mais pobre ou de fracos recursos como a de Alpiarça

Concordar ou não com a extinção/fusão de freguesia e concelhos


Só Santarém está em risco de perder 18 das 28 freguesias. Alpiarça não vai perder nenhum freguesia porque só tem uma mas está sujeita a passar para freguesia de outro concelho vizinho.
Alguns políticos entendem que o projecto de Miguel Relvas quer levar por diante deve ser uma “reforma que valha a pena e que não resulte de uma imposição às populações” como tudo indica que assim venha a ser. Até um autarca, de Benavente, considera que “todo este contexto é bem revelador de que o objectivo é atacar a democracia local”. Já para o advogado da autarquia alpiarcense, Madeira Lopes, a reforma pretendida pelo Governo não pode ser feita de “régua e esquadra em gabinetes” para propor ao mesmo tempo um “agrupamento de freguesias” de forma a poder haver uma melhor “coordenação”
Mas cientes podemos ficar que toda esta reorganização das freguesia e de alguns concelhos deixou de ser um “estudo na gaveta” para passar a ser um “projecto” que brevemente será posto em prática como outros que o Governo pensa levar por diante e com toda a brevidade nos quais estão incluídos as empresas públicas e intermunicipais.
Resta-nos esperar pela divulgação da proposta que Miguel Relvas pretende executar com a maior brevidade.
http://www.facebook.com/antoniocenteio
Fonte: ‘O Ribatejo’

"Se cair a Grécia, Europa vai ao charco"


Se a Grécia não evitar a bancarrota, "é a Europa toda que vai ao charco", avisa Mário Soares.
"Se deixarem cair a Grécia, deixam cair o euro e é a Europa toda que vai ao charco", declarou Mário Soares à margem da entrega do Prémio Prémio Houphouët-Boigny para a Paz, que foi entregue na quarta-feira na sede da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura.
Mário Soares sublinhou que "agora vale ainda mais a pena lutar pela
Europa, para evitar que entre numa grande decadência".
O ex-Presidente acusou também a chanceler alemã, Angela Merkel, e o chefe de estado francês, Nicolas Sarkozy, de "quererem mandar na Europa", pelo que é preciso "acordar" os europeus.
"A Europa é uma entidade colectiva, com 27 estados membros. Merkel e Sarkozy esqueceram-se da solidariedade", acusou Mário Soares. Mário Soares salientou também: "Os franceses não falam da crise europeia, só falam das suas eleições. A Europa pode cair e isso é uma desgraça para todos nós, incluindo para a França e a Alemanha, que se julgam impunes". "Julgam que têm dinheiro, mas não têm. A França vai a seguir à Espanha, toda a gente sabe disso", acrescentou.
"Falam mal dos gregos como se eles fossem qualquer coisa. Foram os gregos que fundaram a civilização europeia e inventaram a democracia", sublinhou também o ex-Presidente.
Mário Soares criticou igualmente o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, que na quarta-feira alertou para o momento crítico que vive não apenas a Grécia mas a Europa.
"Realmente, antes tarde que nunca e (Durão Barroso) disse umas coisas interessantes no último dia. Mas ele já está naquele cargo há muito tempo e esqueceu-se de dizer muita coisa. Se já tivesse dito, teria sido melhor", criticou o ex-Presidente.
Mário Soares afirmou ainda que "o Governo de Passos Coelho está a fazer aquilo que foi acompanhado em matéria de 'troika', mas a 'troika', só por si, não resolve nada". Mário Soares avisou mesmo que, se não houver luta contra a recessão, "Portugal estará ainda pior daqui a três anos".
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Alpiarça, uma terra “barulhenta” onde parece não haver nenhuma autoridade que consiga acabar com o barulho excessivo

 Não bastasse o barulho dos bares do “Centro Cívico” como as várias reclamações que já causaram por causa do “barulho excessivo” que por ali é usual para  agora aparecer o Café ‘Os Arcos” também a incomodar quem habita nas proximidades do estabelecimento.
Um munícipe queixou-se à Câmara sobre o “ruído na Zona do Café ‘Os Arcos’”.
O cidadão reclamou sobre o barulho excessivo no espaço do referido Café ‘Os Arcos’ para além de acusar ainda o “não cumprimento, por parte do estabelecimento, dos horários a que este está obrigado, e ao ruído fora dos horários autorizados” perturbando assim o descanso dos moradores”.
De pouco lhe valeu a reclamação porque a resposta que obteve por parte do Presidente da Câmara foi que “cabe às autoridades fazer os respectivos autos de participação” que só “desta forma a autarquia poderá ter alguma intervenção”.
Assim os cidadãos que se sintam incomodados com o excesso de barulho ou o não cumprimento dos horários em vez de se queixarem na Câmara devem ir primeiro à GNR, caso contrário a Câmara não pode actuar para os residentes ter que “gramar” com o barulho e problema este que já começa a “ganhar barbas” porque parece que ninguém é capaz de fazer cumprir as normas estipuladas.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Qualquer dia nem o “Santo Octávio” vai valer ao Presidente

 Ismer, que tão bem informado está sobre o que se passa na Assembleia, deveria saber que a Dr.ª Graciete Brito tem toda a legitimidade para, no local próprio, expressar a sua opinião e que não traz nem leva recados de ninguém, contrariamente aos membros da CDU, Presidente da Câmara incluído que, quando se sente acossado puxa da cassete riscada e repete o discurso do proletariado.
 O executivo PS que apresentou o projecto do Centro escolar e respectiva candidatura, certamente o considerou uma obra necessária e válida, mas nem todos podem ter a mesma opinião (isso só na CDU!).
 Mudar crianças pequenas de uma escola para outra a meio de um percurso não é pedagogicamente muito acertado e manter umas numa escola velha e desadaptada e outras num edifício recente e bem equipado, não é muito democrático.
Deixar de fazer a obra dos Patudos para melhorar o centro escolar?
Mas querem deitar poeira para os olhos de quem?
O que tem um obra a ver com a outra?
 Os fundos comunitários não se transferem de um projecto para outro (é verdade, no reinado do Eng. Raúl Figueiredo, os fundos dos esgotos do Frade foram pelo esgoto...). O que o Presidente e seus acólitos tão competentes não alcançam é que com trabalho e inteligência se mudam as soluções.
Está à espera, apenas com a bandeja estendida.
Pois é, Sr. ou Sra. Ismer, tenha também um pouco de inteligência e não ouça só a cassete que está velha e riscada.
O Presidente qualquer dia deixa que a roubem, como parece que já aconteceu com outras coisas da sua responsabilidade e, depois, nem o santo Octávio lhe vale.
De um leitor

Como se a cúpula do PCP fosse constituída por operários na verdadeira acessão da palavra!

Fala-se na" vanguarda da classe operária" como se a cúpula do PCP fosse constituída por operários na verdadeira acessão da palavra! Pessoas que têm no seu dia a dia um trabalho e que depois do seu horário trabalho se reunissem para reflectir sobre o estado do país e, sobre ele, apresentar soluções alternativas.
Mas não, vemos apenas operários, que de operários só têm o nome, são funcionários do partido, deputados e toda uma estrutura que os apoia. Não é preciso referir mais nenhum exemplo que não seja o próprio Secretário-geral, Jerónimo que oficialmente é operário mas há muitos anos funcionário do partido. Um caso de exploração de mão-de-obra infantil.
De um leitor
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‎"A verdade"


Por: Anabela Melão
É o título do Handelsblatt, que baseando-se em números espantosos, põe termo ao mito da alegada parcimónia do Estado alemão. Oficialmente, a dívida alemã, em 2011, é de 2 biliões de euros. Mas isso é apenas uma meia verdade, porque a maior parte das despesas previstas com reformados, doentes e pessoas dependentes não foram incluídas nesse cálculo. De acordo com os novos números, a dívida real ascende a mais 5 biliões de euros. Por conseguinte, a dívida da Alemanha atingiria 185% do seu produto interno bruto e não os 83% oficialmente anunciados. Como termo de comparação, a dívida grega em 2012 deverá ascender a 186% do PIB da Grécia e a dívida italiana é atualmente de 120%. O limitar crítico a partir do qual a dívida esmaga o crescimento é de 90%. Desde que chegou ao poder, em 2005, Angela Merkel "criou tantas novas dívidas como todos os Chanceleres das quatro últimas décadas juntos", refere o economista principal deste diário económico. "Estes 7 biliões de euros são um cheque sem provisão que nós assinámos e que os nossos filhos e netos terão que pagar."

O problema é que as religiões transformaram-se num negócio de milhões

As doutrinas, sejam elas politicas ou religiosas deixaram de ter como base o idealismo.
Tanto as doutrinas políticas, como as religiosas (e outras) hoje não passam de formas apoiadas no colectivo de angariar (muito) dinheiro.
Ao longo da história vão adaptando a(s) doutrina(s) para servir os seus dirigentes.
Exemplos não faltam!
Hoje o Vaticano nada tem a ver com as ideias que Jesus Cristo lançou, assim como as ideias iniciais do comunismo tinham a ver com o que os dirigentes do antigo bloco de leste praticavam.
Ao longo da história foram adaptando as doutrinas aos seus interesses...
A confissão é um dos maiores exemplos!(a autocrítica nos partidos comunistas)
Deter a informação valia e vale mais do que ter uma prática correcta e democrática.
Antecipar problemas e saber as ideias dos opositores é valioso!
Hoje o praticar o bem e ser solidário não é sinónimo de ser católico.
Quantos católicos praticantes conhecemos que todas as semanas vão "papar" missas e durante a semana exploram e humilham os seus semelhantes?
Entendem alguns que papando a hóstia, 3 Avé Marias e 2 Pais Nossos apagam as pulharias que fizeram durante a semana...
De um leitor
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 Presunção sem Água Benta

A questão fulcral do problema(João Osório e Celestino Brasileiro) é mesmo este: não existe impedimento legal

Mas se formos a ver, existem muitas leis feitas à medida durante quase 40 anos das maiorias PS-PSD que não têm nada a ver com o senso-comum e com o sentimento do povo.
Serviram única e exclusivamente para SE SERVIREM e para ESPOLIAREM o erário público.
Reformas de 18.000 € da CGD por 18 meses de trabalho são legais.
Moralmente é que não é minimamente aceitável.
Certamente que o PCP não concorda que a reforma "LEGAL" do Dr. Mira Amaral ou da Drª Celeste Cardona não possam ser questionadas no plano ético e moral...
Ora o PCP/CDU sempre tão disposto a criticar (enquanto oposição) esses partidos, aproveita agora uma lei feita à medida das clientelas dos partidos do círculo dos governos que apelidam de direita.
Bem prega Frei Tomás...
Não sendo puro oportunismo legislativo só vejo outra opção...
O Celestino e o Osório são os seus melhores quadros.
Mal vai um partido, e especialmente por ter a maioria absoluta na Câmara, quando os seus melhores quadros são as pessoas em causa.
Foram referidos alguns nomes de antigos simpatizantes/militantes que viam a CDU com outros olhos.
A questão é saber porque se afastaram ou foram afastados?
Abriram os olhos, ou a sua visão do que deveria ser um PCP moderno e adaptado ao século XXI colidiu com a ortodoxia dos militantes "vanguarda da classe operária" que dominam a Silvestre Bernardo Lima?
Esses ainda não evoluíram e continuam a não admitir que haja pessoas que embora tenham posições coincidentes, prezem a sua liberdade individual.
O Mário Santiago deve ser uma pessoa dessas.
Coincide em alguns pontos ideológicos mas tem suficiente inteligência para não aceitar ser mais um carneiro no rebanho.
A ortodoxia chama a isso "colectivo". Outros chamam a isso carneirismo!
Tivemos o exemplo da Presidente da Junta, temos o do M.S., teremos certamente o de outros comunistas que apenas se revêm parcialmente nas directivas das cúpulas.
Inevitavelmente as pessoas inteligentes e que acedem à vasta informação que hoje existe, vão questionar o que lhes é impingido pelas cúpulas.
Como sabemos, as cúpulas de TODOS os partidos nada têm a ver com a forma como as populações vêm a política.
É recomendável que a CDU/PCP de Alpiarça arrepie caminho e aproveite os 2 anos que faltam, para inverter a queda para o abismo que se tem verificado.
Olhe para o futuro e para a juventude que nasceu e vive em Alpiarça! A sua actual base de apoio; velhotes/as contemporâneos do Dr. Álvaro Cunhal todos os dias dá trabalho às Agências Funerárias.
Cada vez serão menos, e as novas gerações não vão em cantigas nem nas odes aos tempos gloriosos dos sovietes.
Ou mudam, ou ficarão reduzidos à expressão eleitoral de outros concelhos CDU.
A não ser que, como o Dr.Cavaco, pensem que "nunca se enganam e raramente tenham dúvidas..."
De um leitor 

Presunção sem Água Benta


Artigo de Opinião
Por: Sara Jofre

Vivemos hoje uma crise económica mas acima de tudo de valores. Ora ontem estava eu numa loja e entrou uma senhora idosa que disse boa tarde. Respondi. Depois balbuciou algo e eu apercebi-me que seria um queixume de quem pedia. Disse-lhe, no egoísmo e desconfiança que esta sociedade me incutiu, que não. Assim fizeram todos os clientes da loja. A senhora saiu, cabisbaixa. Depois fiquei a pensar e se ela estivesse, de facto, em desespero. Quão desumanos fomos todos nós.
Portugal é um país laico, sem religião oficial, para que, oficialmente, seja respeitada a liberdade religiosa, sejam aceites todas as religiões. Mas o que observamos é que na tentativa de se respeitarem todas as religiões, não se respeita na verdade nenhuma e deixa de existir qualquer liberdade religiosa. Hoje um médico não pode ter símbolos religiosos no seu gabinete porque pode ofender os doentes. As escolas não podem ostentar símbolos religiosos porque podem ofender os alunos. Antigamente, quando Portugal era oficialmente católico, não se pensava na religião, fosse ela qual fosse, como algo ofensivo. As escolas tinham crucifixos, ao Domingo ia-se à missa e, tudo isso, era encarado como normal. Quem não tinha a mesma religião, não tendo os símbolos da sua religião expostos em edifícios públicos, teria a liberdade de os ter em casa e não era, de todo, ofendido por pensar diferente, por acreditar em coisas diferentes. Podia não concordar-se mas ninguém achava que quem acreditava no Buda ou não acreditava na santidade de Cristo era estúpido. Hoje em dia olha-se de lado quem vai à missa ao Domingo, goza-se com quem acredita na Torah e teme-se o islamismo, não o associando à religião mas ao terrorismo.
O laicismo não trouxe, assim, qualquer liberdade religiosa, antes pelo contrário. Esta nossa sociedade laica foi moldada na crença que não existem crenças. Foi moldada no ensinamento que acreditar e ter fé é ser obtuso e esse facto tornou-a preconceituosa e presunçosa.
Eu, que não sou religiosa, considero que é negativo para um país não ter uma religião oficial, seja ela qual for. A religião, quando não levada ao extremo (porque a crença levada ao extremo é tão prejudicial como o ateísmo levado ao extremo), é algo muito positivo. A religião ensina-nos a ser bons, a respeitar os outros, a não sermos egoístas e a partilhar. E, mesmo que sejamos egoístas, por temor a Deus, acabamos por tentar controlar esse egoísmo.
O episódio que vivi ontem com a senhora que pedia na loja obtendo um não como resposta de todos os presentes, numa sociedade religiosa certamente não sucederia e a crise tornava-se mais fácil de ultrapassar porque havia caridade e solidariedade. E se pensar que essa senhora pode tentar ir à paróquia, que ficava ali perto, para pedir ajuda, apercebo-me que de pouco lhe serve porque como pode uma paróquia ajudar se já ninguém coloca nada nas caixas de esmola, se já quase ninguém vai à missa dar no peditório? Esta crise seria muito menos dolorosa se a sociedade não se tivesse afastado da religião e as "paróquias continuassem a ter o poder de nos educar na caridade, solidariedade e partilha. " ?

Empresas vão poder negociar com credores fora do tribunal

O Governo anunciou as linhas gerais do novo mecanismo que vai permitir as empresas em dificuldades negociar com os credores fora dos tribunais.
Sempre que uma empresa em dificuldades tiver o apoio de "uma percentagem significativa" dos credores numa recuperação da companhia, o processo vai poder ficar fora dos tribunais. A ministra da Justiça apresentou esta quarta-feira o memorando que avança com os pontos principais de uma das medidas para o sector do memorando de entendimento.
No primeiro ponto fica expresso que o acordo extra-judicial só fica garantido nos casos em que existe um acordo com uma percentagem significativa. No segundo ponto, o Governo sublinha que as negociações só devem ocorrer se a empresa mostrar capacidade de ser recuperada. Assim será possível "assegurar que tal procedimento não é utilizado como forma delatora de retardar a declaração de insolvência dos devedores", explica o memorando.

Este acordo entre empresas a recuperar e os credores não necessita de "qualquer homologação judicial" nos casos em que todos os credores concordem com o plano. No caso de apenas haver consenso com uma parte significativa, então o Governo admite que o "devedor pode recorrer ao procedimento especial de homologação de acordo de recuperação de devedor em situação difícil".

O esboço da lei diz que o acordo deve ter o consenso dos credores que representem pelo menos 50% dos créditos devidos.
«DE»

Brincamos com a "Tropa" ou quê?


Afinal o PS lançou o novo Centro Escolar mas não está de acordo com a obra!
A Escola das Faias também conhecida por Escola Nova fechou. As crianças que ali frequentavam o Jardim-Escola foram transferidas para a Escola Básica José Relvas, que por sua vez transferiu alunos para a nova Escola Abel Avelino, situada no novo Centro Escolar. O PS pela voz de Graciete de Brito depois de acusar o presidente da câmara de ter feito um mau discurso na inauguração da nova escola Abel Avelino, tendo-se esquecido da ex-presidenta Vanda Nunes que lançou a obra e dos membros da Assembleia Municipal, sugeriu transformar a Escola das Faias em Museu Escolar, alegando que ali estudaram várias gerações. Mário Fernando (MF) opôs-se vivamente dizendo que só converterá a escola das Faias em Museu se houver voluntários do PS para abrirem o Museu Escolar e o manterem limpo.
MF acrescentou ainda que está a prever que o PS de Alpiarça vá fazer mais um cavalo de batalha com esta ideia, mas esquece-se dos milhares de Escolas que o governo PS mandou encerrar por esse país fora, umas vendendo-as e outras dando-lhes destinos pouco consentâneos com aquilo que significaram para as populações. Mário Fernando ficou visivelmente irritado com as palavras da deputada e disse olhos nos olhos à Graciete de Brito que na "Câmara de Alpiarça não andamos a brincar", assim como não devem "andar a brincar os outros 307 municípios deste país", numa clara referência à falta de verbas com que se debatem as câmaras municipais, dados os sucessivos cortes de verbas.
O que também se ficou a saber é que afinal o PS lançou este Novo centro escolar com 8 salas de aulas quando o que eram necessárias eram 16 e estavam à espera que o Executivo CDU remodelasse a obra durante a sua construção, uma vez que os alunos agora ficam "espalhados" por 2 escolas, metade (1.º e 2.º ano) fica na Avenida Carlos Relvas e a outra metade (3.º 3 4.º ano) na rua dos Lusíadas.
Mário Fernando terá explicado que o dinheiro não é de borracha e caso se tivesse conseguido mandar fazer um Centro Escolar como afinal o PS queria mas não mandou fazer, com 16 salas de aulas, seriam necessários ir buscar mais 1,2 milhões de euros à obra do Museu e por consequência as obras do Museu não se poderiam fazer.
Afinal como já tínhamos percebido o último mandado PS foi um completo Desastre. Para além de milhões em dívida a fornecedores, lançaram obras incompletas. É assim meus senhores que se gasta o dinheiro dos contribuintes.
Por: ISMER

Vereadores do PS, acusam a Câmara de falta de “ética” por permitir que Celestino Brasileiro e João Osório continuem a acumular os cargos que ocupam


Para Mário Pereira deixar de prescindir das funções de Celestino Brasileiro (Secretário do Presidente) e de João Osório (Chefe de Gabinete de Apoio à Presidência) está fora de causa pela simples razão de que “se trata de uma questão interna da CDU” e tudo o que possa ser dito ou as criticas que possam ser feitas pouca ou nenhuma importância tem porquanto: ninguém se deve opor às “questões internas da CDU” porque em nome da CDU tudo é permitido mesmo que muitos considerem estas questões como uma “tremenda falta de ética”.
Vereador Luís Garrotes
 “O Vereador Luís Garrotes manifestou a sua apreensão pelo regresso do actual Chefe de Gabinete do Gabinete de Apoio à Presidência, João Osório, ao seu lugar na Assembleia Municipal, bem como pela decisão de não prescindir das suas funções no mesmo órgão por parte do recém-nomeado Secretário do Presidente, Celestino Brasileiro.
Entende o Vereador que as funções que estes deputados acumulam não são compatíveis, dado que as decisões que acabam por tomar no exercício das suas funções executivas podem vir a ser objecto de apreciação no órgão deliberativo, sendo que nesse caso os deputados não reúnem condições para a emissão de juízos isentos, uma vez que estão implicados.
O bom senso apela pois a que o Chefe de Gabinete não tenha assento na Assembleia, opção que, aliás, foi inicialmente tomada pela Bancada da CDU, tendo sido agora inadvertidamente revogada.
 Em alternativa o Chefe de Gabinete poderá também renunciar a esse cargo, dado que a opção é dele e de facto ele foi eleito pela população de Alpiarça para a Assembleia.
 O Vereador acrescentou que se por um lado é verdade que não existe impedimento legal para a acumulação de cargos, que em último lugar cabe ao Presidente resolver, uma vez que foi ele que fez a nomeação do referido Gabinete.
 A resposta que levou do presidente foi que se “trata de uma questão interna da CDU” como se os eleitores não tenham nada a haver com esta “embrulhada”que eticamente não faz sentido algum para ao mesmo tempo ser legal, quando na verdade as “questões internas da CDU” não deveriam interferir nos assuntos internos da Câmara a bem da transparência.
Vereadora Regina Ferreira
 Quem também não gostou da “satisfação” foi a vereadora Regina Ferreira que questionou o presidente sobre o assunto.
Disse a vereadora do PS: «a Assembleia é sobretudo um órgão fiscalizador da actividade do Executivo e porque os colaboradores em questão intervêm de uma forma directa no trabalho do Executivo, considera que, não havendo impedimento legal, haverá porventura impedimento ético, já que é natural que surja alguma parcialidade na hora de apreciar as propostas para as quais o próprio terá contribuído. Esclareceu ainda que esta posição nada tem que ver com as pessoas em causa, mas com a situação».
Mário Pereira, o presidente da Câmara que não deve gostar de “Fóruns” arrematou-lhe com o argumento: «quanto à questão de discutir um assunto do domínio da ética e da moral, dado que este é um fórum político destinado a discutir assuntos gerais do interesse da população. Esta questão diz respeito às pessoas que estão em causa e o problema ético ou moral colocar-se-á a elas e à força política que representam. Seria assunto para a Câmara se se levantasse o problema ao nível da legalidade; pelo contrário, os colaboradores em causa estão a exercer um direito que lhes assiste, e assim sendo o Presidente não pode ter outra posição a não ser esta».
Acabou-se o debate para tudo continuar na mesma.
Assim, João Osório e Celestino Brasileiro continuam nas “horas de expediente” a ser “funcionários” da autarquia competindo-lhes desempenhar o cargo da melhor forma para depois no Órgão Fiscalizador, a Assembleia Municipal, já poderem criticar, ou elogiar, de uma forma directa ou indirecta o trabalho do Executivo, a Câmara, onde eles próprios exercem os respectivos cargos.
Querem melhor transparência do que esta?

TEJO VAI BATER RECORDE PARA 5 MILHÕES DE GARRAFAS EM 2011

1º SEMESTRE DE 2011 JÁ IGUALOU REGISTO TOTAL DE 2010

Os vinhos do Tejo estimam exportar mais de cinco milhões de garrafas em 2011 e, com 3,8 milhões de garrafas vendidas aos mercados internacionais no primeiro semestre deste ano, já igualaram o registo de exportações alcançado durante todo o ano de 2010.
Para José Pinto Gaspar, presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo), o crescimento de 175% nas exportações dos vinhos da região na primeira metade do ano é um reflexo do aumento do prestígio que estes produtos têm conquistado além-fronteiras .
“Ano após ano temos vindo a quebrar o recorde de vendas para o estrangeiro, o que é um claro indicador de que os mercados internacionais já reconhecem os vinhos da nossa região pela sua excelente relação qualidade/preço”, refere.
De acordo com dados da CVR Tejo, os países europeus compraram, nos primeiros seis meses deste ano, mais de 2,7 milhões de garrafas de vinhos do Tejo, número que equivale a um crescimento de 288% comparativamente ao período homólogo de 2010.
No ranking dos melhores clientes europeus dos vinhos do Tejo, a Suécia lidera destacada. Entre os restantes mercados europeus, Inglaterra , França e Polónia foram os que mais vinhos da região consumiram.
Fora da União Europeia, as exportações de vinhos do Tejo aumentaram 91% face ao primeiro semestre do ano passado, o que equivale à venda de mais de 1,4 milhões de garrafas.
As vendas para Angola continuaram em crescendo, com aquele país a adquirir, entre Janeiro e Junho, perto de um milhão de garrafas, o que permitiu aos vinhos do Tejo aumentar em 200% o desempenho neste mercado.
Na China as exportações aumentaram quase 30%, para os 212 mil garrafas, ao passo que o Brasil foi o terceiro país fora da União Europeia que mais aderiu aos vinhos do Tejo, com 181 mil garrafas compradas.

Dia Internacional do Idoso


«CMA»

Zangam-se as comadres e rebentam-lhes os foguetes nas mãos


O que está a suceder ao Santiago, é parecido com o que aconteceu com a Vera Noronha quando era Presidente da Assembleia. Como não era militante do PS foi marginalizada tal como o Santiago tem sido até agora.
Enquanto que antigamente existiam os Rosas do Céu, agora existem os Osórios e os Octávios.
Mário Pereira pouco importa porque toda a gente sabe que nem sempre tem a decisão final para além de estar dependente das linhas orientadoras do partido.
Até o próprio Osório se “serve” do presidente para ser aquilo que sempre gostaria de ter sido. um Presidente da Câmara sem ter recebido os votos para isso.
Ele sabia que se fosse apresentado como cabeça de lista à Câmara, ainda teria menos votos do que a América Cravo teve pelo PSD.
Fiquei também a saber que o Octávio é um funcionário do PCP nacional e que tem questões antigas por posições politicas dentro do PCP e que quis recuperar a credibilidade com a vitória história em Alpiarça.
Mas como alguém aqui já disse, não foi apenas o elenco da CDU que esteve por detrás da vitória, mas muito principalmente o cansaço de 12 anos de PS e com uma cabeça-de-lista do PS (Sanfona) desgastada e agastada com as historias do BPN e com muito pouco carisma em Alpiarça.
Este problema recente com o Presidente da Assembleia é apenas um de muitos sintomas de fortes convulsões dentro do Edifício da Silvestre Bernardo Lima, com muita gente descontente com o trabalho do actual executivo liderado por Mário Pereira mas com poucas vozes com coragem para o criticar com receio de serem vistos como críticos e assim serem alvos a abater como muitos outros foram no passado (houve uma lavagem cerebral e uma borracha passada por cima de militantes de referencia do passado, tais como Armindo Pinhão, Henrique Arraiolos ou Emidio Sardinheiro).
A história do Osório e do Celestino veio a ser a gota de água neste processo.
Foi um tremendo erro politico, do qual os protagonistas não se limitam a essas duas pessoas. Houve cobertura por parte de algumas pessoas, embora nada tivesse ficado decidido sobre o assunto no colectivo do PCP. E pelo que parece, esqueceram-se que o PCP é apenas uma das partes do todo que se chama CDU e devia ter sido na CDU que o assunto deveria ter sido discutido e não foi. Têm como único atenuante que a CDU em Alpiarça, resume-se ao PCP e a pouco mais do que isso.
Mas foi um erro muito grande e o impacto que esta história da acumulação de cargos e vencimentos está a ter na população - basta passar pelos Águias e ouvir as conversas, é muito negativa para a CDU de Alpiarça. Osório e Celestino nunca deveriam ter tido aquela atitude e se o Presidente da Assembleia até pode ser teimoso como uma porta, neste caso, tem a razão toda do lado dele e teve uma coragem invulgar ao enfrentar a dificuldade de frente em plena Assembleia Municipal.
Foi a bomba atómica e fala-se inclusive que a reacção do Osório demonstrou uma raiva e agressividade nada adequada à posição que ocupava naquela sala.
Vamos a ver o desenrolar de toda esta história.
De uma coisa tenho a certeza, a continuarem assim, dificilmente a vitória escapará ao PS nas próximas eleições, até porque o trabalho feito pela CDU ao nível da CMA tem sido muito pobre e muito provavelmente é também esse marasmo que está a azedar as relações dos eleitos dentro das estruturas locais do PCP.
Por: F.S.

Nova avaliação. Um mau professor vai ficar o dobro do tempo a dar aulas

Nuno Crato foi menos severo: os professores dos quadros com insuficiente podem ser retirados das aulas ao fim de oito anos. No caso dos contratados são dois anos

Retirar um mau professor da sala de aula vai demorar mais tempo. O dobro do tempo, para sermos exactos. Uma das diferenças entre este e o próximo modelo de avaliação é a benesse que se dá a um docente avaliado com insuficiente, que vai poder permanecer mais tempo a ensinar. No caso dos contratados são dois anos, mas entre os docentes integrados na função pública esse período prolonga-se por oito anos.

No sistema que vai entrar em vigor após o acordo que o Ministério da Educação alcançou com sete dos 13 sindicatos, um docente dos quadros que obtenha a nota mais baixa em duas avaliações consecutivas ou três intercaladas fica sujeito a um processo de averiguações instaurado no seu agrupamento ou escola, esperando o seu desfecho para saber qual a sentença.

No modelo antigo também seriam precisas duas classificações negativas para questionar a competência de um professor, mas agora, ao estender em média os ciclos avaliativos de dois para quatro anos, só ao fim de oito é que um mau docente pode vir a ser afastado do ensino. O velho sistema era mais severo com os docentes insuficientes em duas avaliações consecutivas: ao fim de quatro anos, se o seu desempenho não melhorasse só existia uma saída: deixar de dar aulas e receber formação para reconverter a carreira. Significa isto que o docente seria impedido de leccionar, passando a desempenhar outras funções na sua escola ou em qualquer outra.

Os contratados, que são avaliados todos os anos, têm esse período quatro vezes mais reduzido. Antes ficavam impossibilitados de renovar contrato ou de celebrar um novo e ainda de concorrer ao concurso nacional com uma nota insuficiente; agora são necessárias duas classificações negativas (ou três intercaladas), mas apenas são afastados do ensino três anos lectivos.

Não é só neste ponto, aliás, que o modelo diferencia um professor dos quadros e um contratado. Quem tem um vínculo laboral precário continua a ter efeitos da avaliação no concurso nacional - bom e muito bom tem uma bonificação de um ponto (antes o excelente valia dois pontos e o muito bom valia um). Para a colocação dos docentes do quadro nas escolas esses efeitos desaparecem, respondendo a uma das principais reivindicações dos sindicatos.

Os contratados estão também impedidos de solicitar aulas observadas. Não havendo quem lhes assista as aulas, será impossível candidatarem-se à nota excelente. A avaliação de mérito não tem consequências no concurso nacional nem na promoção profissional, uma vez que estes professores não estão integrados na carreira docente. Para a Associação Sindical dos Professores Licenciados (que está entre os seis sindicatos ou federações que não assinaram), uma das principais razões para não ter chegado a um acordo com o ministério reside "também no facto de a tutela não tratar com equidade e justiça os professores contratados", esclarece a dirigente Fátima Ferreira.
«DN»