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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

' Mais Alpiarça':OBRIGADO A TODOS




Em nome do Secretariado do Partido Socialista endereço os parabéns aos vencedores. Ao Dr. Mário Pereira desejo-lho um bom mandato para os próximos quatro anos e a todos os eleitos pelas cores politicas que os eleitores de Alpiarça elegeram para os representar.

À GRANDE EQUIPA “MAIS ALPIARÇA” quero prestar publicamente o meu sentido agradecimento. Foi um prazer trabalhar com todos, gratificamente é a palavra que tenho dentro de mim para expressar o quanto orgulho sinto em ter ficado com a vossa amizade para sempre, porque em todos nós temos grandes valores em comum. Liberdade, Seriedade, Igualdade e Solidariedade são estes os valores que pautam a nossa vida e a maneira de estar na sociedade na qual vivemos. Foram quilómetros os que percorremos sem complexos e com muito orgulho do que somos a transmitir o que defendemos e todas as ideias e planos pensados e ponderados, perdemos, mas a quem acreditou e acredita temos o nosso compromisso de honra em os fazer ouvir no local certo na hora certa. E é com espirito que estaremos lá na Assembleia Municipal lugar da voz do povo, onde os interesses do povo de Alpiarça serão bem representados e defendidos.

É com o sentido de dever cumprido que abraçamos os próximos quatro anos. PARTIDO SOCIALISTA, “MAIS ALPIARÇA”, “ALPIARÇA É A RAZÃO” E TODOS OS ALPIARCENSES quero vos dizer, hoje dia 30 de Setembro de 2013 começa um novo caminho, um novo ciclo e as pilares bases e sustentáveis para que em 2017 dizermos PRESENTE.

Antes de terminar quero publicamente dar um abraço especial ao João Céu, por tudo o que passamos e transportamos só tenho uma palavra a dizer: ORGULHO

OBRIGADO A TODOS

De: Miguel Sá Pereira/Mais Alpiarça

Opinião de Fernando Louro


CDU reforça ataque ao Governo com mais votos e conquista de grandes cidades

No centro de trabalho Vitória, edifício na Avenida da Liberdade que a CDU escolheu para acompanhar os resultados eleitorais, ninguém da coligação sabia bem qual era a primeira câmara municipal que tinham ganho. "Talvez Alpiarça...", era a resposta mais comum. Na realidade, pouco importava. Ontem, a CDU não estava interessada no simbolismo da primeira autarquia, mas antes nos grandes números (maior expressão eleitoral e mais câmaras) e em alguns pontos vitais, como Beja, Évora e Loures. O ambiente entre os militantes no interior do edifício Vitória não era efusivo, mas os resultados até permitiriam um tom mais festivo.

PS, PSD e CDS perderam 1 milhão de votos

Os partidos do arco da troika - PS, PSD e CDS - perderam juntos cerca de um milhão de votos entre as eleições autárquicas de 2009 (a 13 de Outubro)  e as que se realizaram ontem em todo o país.
Segundo dos dados publicados na página do Ministério da Justiça reservada às autárquicas, e quando ainda faltam duas freguesias por apurar, só as listas de coligações em que entram o PSD e o CDS perderam 721.137 votos de 2009 para 2013.
Na mesma linha, o PS de António José Seguro perdeu desde as autárquicas realizadas há quatro anos, quando José Sócrates ainda era líder dos socialistas e primeiro-ministro, 278 mil votos.
Os votos brancos e nulos tambem aumentaram: só este ano foram considerados 140 mil votos brancos ou nulos, mais 176 mil votos do que nas autárquicas de 2009.
«Sol»

CNE: Resultados oficiais



EMBAIXADORA DE ALPIARÇA: 'hoje sinto-me assim...fadista...feliz!'


Rui Costa campeão do Mundo de ciclismo


O ciclista português Rui Costa sagrou-se hoje campeão mundial de ciclismo, ao vencer a prova de fundo nos Mundiais de Florença, em Itália.
O luso da Movistar cumpriu os 272,26 quilómetros, em 7:25,43 horas, à frente dos espanhóis Joaquin Rodriguez e Alejandro Valverde.
«Lusa»

CDU: São pessoas sérias

De: José João Pais
A CDU ganhou, sem margem para dúvidas. As minhas opções foram outras, mas aceito inteiramente os resultados. Por isso, parabéns ao Presidente Mário, ao Prof. Fernando Louro , novo Presidente da Assembleia Municipal e a Fernanda Cardigo, nova Presidente da Junta de Freguesia. A partir de agora são, também, os meus presidentes. É assim a Democracia (isso mesmo, com um D grande). Que façam o melhor pela nossa terra, que para isso foram eleitos. Farão, com certeza. São pessoas sérias

CDU: O momento da vitória



«Fotos: Vitor Lopes»

TPA: Agradecimento



Em nome e também do movimento TODOS POR ALPIARÇA, queremos agradecer a todos aqueles que acreditaram em nós.
Não é fácil começar do zero, sem estruturas, sem experiência, sem sabermos o que poderia sair desta grande jornada.
O FRANCISCO CUNHA não ganha as eleições, mas é eleito VEREADOR. 
Sabemos que ele colocará ALPIARÇA à frente de quaisquer interesses pessoais, partidários e terá um papel de oposição e não deixará mal ficar todos os que acreditaram em nós.
O Mário Santiago estará com uma espectacular equipa na Assembleia Municipal e o Jorge Costa terá ao seu lado pessoas que transmitirão a verdadeira essência deste movimento.
Foi incrível em todos os aspectos. Partilhámos momentos de alegria, companheirismo, haviam pessoas que não nos diziam nada e que agora tornaram-se grandes amigos. Isso ninguém nos pode retirar.
Por um lado, ficamos triste, porque a vitória dos nossos principais adversários não trará desenvolvimento, visão estratégica ou outras características fundamentais para que ALPIARÇA possa efectivamente evoluir. Mas os eleitores terão uma palavra a dizer daqui a 4 anos em relação a isso mesmo.
Pessoalmente, nenhum de nós perde o que quer que seja. Continuamos com as nossas actividades profissionais e se é coisa que podemos reafirmar é que esta equipa não necessita da politica na sua vida pessoal. Outros já não poderão dizer o mesmo...
Não foi agora que tudo acabou. Pelo contrário, é agora que tudo começa. Hoje começamos um novo ciclo, do lado da oposição. Será uma experiência diferente, mas Alpiarça nunca teve uma oposição desta qualidade. O tempo o dirá...
Orgulhamo-nos desta fabulosa equipa e só por termos percorrido este caminho lado a lado, foi uma sensação de recompensa emocional que ninguém conseguirá reproduzir.
Neste momento, não existem lágrimas na nossa sede. Existe um sentimento de elevação fora-de-série.
Obrigado a TODOS
TODOS POR ALPIARÇA
«De: TPA»

RESCALDO DAS ELEIÇÕES: PS ganha ANMP e o PSD tem um dos piores resultados de sempre

O PSD perdeu a Associação Nacional de Municípios que detinha desde 2001 e ficou com menos de 20%. O PS não ultrapassou a percentagem de há quatro anos, mas é o ganhador claro da noite.
As eleições autárquicas deste domingo caracterizaram-se por um imenso terramoto no poder local, cuja característica mais marcante é a derrota do PSD, que perde a presidência da Associação Nacional dos Municípios Portugueses. O próprio primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, assumiu a derrota eleitoral do PSD e foi claro a afirmar que este era um dos piores resultados eleitorais do partido. Com 71 freguesias por apurar, às 4h, o PSD sozinho obtinha apenas 16,59% dos votos.
Em termos de percentagens eleitorais nacionais, a vitória do PS é clara, estando nos 36,34%. A situação do PSD e da maioria governamental melhora, quando à percentagem do PSD isolado se junta a das coligações que uniram este partido ao CDS, ao PPM e ao MPT. E ao valor isolado do PSD pode juntar-se cerca de 15%. Já o CDS sozinho ficou nos 3,04%. Por sua vez, o PCP e o PEV vêem a sua percentagem global subir para 11,09%. E o BE desaparece eleitoralmente, ficando pelos 2,42%.
Olhando para os resultados dos partidos do actual Governo, é clara a leitura do desgaste eleitoral que a maioria governamental obtém. Nas últimas autárquicas, em 2009, o PSD e o CDS individualmente ou em coligação, somavam 43,11% e tinham 140 câmaras. O PSD sozinho teve então 23,67% e 117 câmaras. O CDS só teve 3,18% e 1 câmara. Já nas legislativas de 2011, o PSD e CDS tiveram 50,37% e 132 deputados, tendo o PSD sozinho 38,66% e o CDS 11,71%.
É certo que não é expectável que esta derrota autárquica da maioria venha a provocar grandes consequências imediatas sobre o Governo. O próprio primeiro-ministro tem afastado a hipótese de se vir a demitir na sequência desta derrota. E embora neste domingo de manhã tenha sustentado que “há sempre leituras nacionais a fazer das eleições autárquicas”, não pôs em causa a sua legitimidade enquanto primeiro-ministro. Já o Presidente da República, Cavaco Silva, fez questão de afirmar, quando questionado sobre a eventual demissão de Passos: “Penso que é claro que não depende, são eleições autárquicas, dizem respeito a cada junta de freguesia do nosso país, a cada concelho do nosso país”.
A derrota do PSD é ensombrada pela análise de alguns dos centros urbanos mais relevantes. Perde o Porto e Sintra e perde também em Lisboa e Oeiras. Só na Madeira, o PSD perde sete das 11 câmaras.
Mas a leitura dos resultados da maioria governamental mostra uma clara dissonância entre a forma como os dois partidos do Governo saem destas autárquicas. Isto porque o CDS viveu uma vitória autárquica significativa, ultrapassando a realidade com que se debatia há mais de uma década, com apenas uma câmara. Antes das urnas fecharem, Paulo Portas anunciou que o CDS ficaria com sete câmaras, e festejou também a vitória do independente Rui Moreira no Porto, que o seu partido apoiou.
PS com ANMP
O PS ganha claramente estas autárquicas ao atingir a maioria das câmaras e assim conquistar a presidência da Associação Nacional de Municípios Portugueses, que não detinha desde a derrota autárquica de António Guterres, em 2001.
Esta vitória foi proclamada ainda antes do fecho das urnas pelo líder socialista António José Seguro, que avançou mesmo com a certeza de que o PS já então tinha eleito 143 presidentes de câmara, embora este dado não seja ainda oficial. A vitória do PS é aumentada do ponto de vista político pelo facto de António Costa ter reforçado a sua posição em Lisboa, assim como pela forma como os socialistas recuperam, por exemplo, Coimbra. Mas o PS perde também algumas cidades emblemáticas, como Braga para o PSD e Évora, Beja e Loures para o PCP.
«Público»

OPINIÃO: A política continua a ser uma arte complicada

Por: Almeirante

Quem disse que o TPA ia ter não mais que 50 votos, deve estar a esta hora a chuchar no dedo e a fazer contas de cabeça! O movimento surpreendeu tudo e todos, conforme alguns colaboradores deste jornal a seu tempo afirmaram. E não falharam por muito. Aliás, alguém apontou até para cerca de 800 votos para o movimento e o ganho de um vereador. Quanto a muitas outras afirmações aqui produzidas, penso que devem ser trazidas de novo a terreiro para um debate sério e para que se retirem as devidas ilações e ensinamentos para o futuro.

É preciso não esquecer que a CDU, embora vencedora, baixou a votação em relação às últimas eleições de 2009 que foram de 2185 votos contra 2139 votos destas eleições de 2013. A diferença não é muita mas, pelas suas circunstâncias e características atípicas, deve o facto ser tomado também como um aviso sério para esta força política bem implantada no concelho de Alpiarça. Beneficiou como é de resto claro, do desaire do PS que perdeu 1001 votos (!), 54% do seu eleitorado em relação a 2009. Aqui sim, o desastre foi estrondoso. As razões serão naturalmente discutidas e dissecadas nos próximos 4 anos pelos analistas políticos e, sobretudo, pelos responsáveis do PS. Os avisos de perigo, subentendidos é certo, foram lançados aqui dezenas de vezes por alguns colaboradores do Jornal Alpiarcense que não mereceram a devida atenção. . E mais complicada se torna quando um amador lida (joga) com um profissional. Dissemo-lo aqui de modo insistente. Fastidioso até. Mas, como diz o outro: “ No fim de casa roubada, trancas à porta!”
A grande vitória nestas eleições foi sem qualquer dúvida do movimento TPA (Todos Por Alpiarça) que, apesar da campanha negra levada a efeito pelos seus opositores contra os seus jovens candidatos, conseguiu a votação histórica de 754 votos!
Um movimento com futuro e pernas para andar. É a leitura que podemos daqui retirar.
Os nossos parabéns aos vencedores destas autárquicas de 2013 e, uma palavra de conforto e esperança para quem perdeu.
A nossa gratidão vai também para todos aqueles que estiveram envolvidos no bom funcionamento das mesas de voto nos vários pontos de Alpiarça. Também um trabalho cívico importante de louvar.
Daqui a quatro anos, cá estaremos para mais um “round”. Esperemos que nessa altura haja um pouco mais de civismo e respeito entre todos os intervenientes da nossa política local.
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domingo, 29 de setembro de 2013

Alpiarça é uma terra de gente de trabalho, mas uma terra de gente que também pensa e que sabe separar o trigo do joio

Por: M. Vicente

 Alpiarça é uma terra de gente de trabalho, mas uma terra de gente que também pensa e que sabe separar o trigo do joio.
Como diz e bem o director deste jornal, as coisas poderiam ser diferentes se o candidato independente fosse verdadeiramente independente e não carregasse às suas costas uma série de acusações que se vieram a provar como verdadeiras em documentação tornada pública nos últimos dias. Se encararmos a vitória do PSD, será bom para este partido pois desde a AD nunca mais teve um vereador em Alpiarça. Mas o TPA nunca se assumiu como PSD e como tal não se deve assumir como representante desse partido.
Quanto à derrota do PS e do seu candidato é uma derrota que tem de ser assumida pelo 'dono' do PS de Alpiarça que todos sabemos bem quem é. É uma derrota pesada em que o PS perde +/- 1000 votos e que vai fazer uma travessia no deserto não só na câmara como na junta e na assembleia municipal e obtém resultados pré-históricos que a mim não me surpreenderam minimamente.
Quanto à CDU todos sabemos que apostou tudo no seu candidato à câmara, e que até há bem poucos dias era só a foto de Mário Pereira que aparecia nos outdoor's, porque a CDU sabe que há vereadores e membros do gabinete de apoio que têm passado uma má imagem cá para fora. A sua postura nas assembleias municipais e na sua relação com o exterior e com os munícipes terá de ser revista. Não é com vinagre que se apanham moscas e a imagem e funcionamento da autarquia tem de ser modernizada, já não se trabalha hoje nem se pode trabalhar à 'Raul Figueiredo' os tempos são outros.
De qualquer modo os meus parabéns à CDU e principalmente ao prof. Mário Pereira. 

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MÁRIO PEREIRA (CDU) REELEITO PRESIDENTE POR MAIS QUATRO ANOS

MÁRIO PEREIRA (CDU)
CDU ESMAGA TPA E PS


Francisco Cunha (TPA) eleito Vereador

Pedro Gaspar (PS) eleito Vereador


Mário Pereira foi reeleito por mais quatro anos; o Partido Socialista apenas conseguiu eleger Pedro Gaspar perdendo  um vereador e o TPA conseguiu eleger Francisco Cunha para vereador

RESULTADOS (*)

A  CDU voltou a ganhar com maioria absoluta a CMA, a Assembleia Municipal  e (agora) também a Assembleia de Freguesia/JFA.


. CDU - 2139 votos  54%  - 3 mandatos
. PS    -    848 votos  21%  - 1 mandato
. PSD/MPT 754 votos  19% - 1 mandato



CDU. Uma vitória justa

A vitória da CDU não nos surpreendeu de forma alguma porquanto tudo indicava que assim seria.

A campanha que a CDU levou a efeito foi levada a efeito dentro dos princípios da verdade e da tolerância e nunca tentou entrou no campo da ofensa e da agressão como outras candidaturas fizerem.

Apresentou um programa eleitoral em ‘cima da hora’ por uma questão de estratégia e até a entrevista de Mário Pereira concedida a este jornal foi também pelas mesmas razões.

Tudo foi planeado ao pormenor deixando as ofensas e acusações para quem estava no lado contrário, isto é: para as outras candidaturas que atacaram duramente todo o executivo da CDU como a própria CDU mas  os leitores souberam ver de que lado estava a verdade e a seriedade.

Diga-se em abono da verdade que a campanha eleitoral finda em nada contribuiu para fazer mudar o eleitorado pela simples razão de que este já há muito sabia em quem votar.

O mesmo na ‘hora da verdade’ sabe quem merece confiança e sabe quem quer ganhar a todo o custo.

A ‘cegueira’ e os meios utilizados para que ganhassem as eleições em nada beneficiou os adversários da CDU.

Os ataques dirigidos à CDU como as ofensas pessoais dirigidas a alguns elementos da CDU acabaram por penalizar quem queria o poder quase pela força.

O problema de alguns candidatos é que não souberam destrinçar a seriedade das falsas promessas e este jornal por via dos seus leitores e comentaristas serviu para que diariamente parte do eleitorado estivesse de parte a assistir e a acompanhar de perto a ‘telenovela’ que decorria em Alpiarça enquanto ao mesmo tempo algumas ‘cenas’ da mesma servissem de alimento ao quotidiano e daqui se encontrasse a verdade.

Assim foi!

Mário Pereira foi um justo vencedor porque durante toda a campanha soube separar-se das trapalhadas e de cenas rocambolescas que decorreram nas mais variadas formas e soube sempre não envolver-se em falsas promessas e muito menos ‘vender gato por lebre’ ao eleitorado.

Resta assim a Francisco Cunha e Pedro Gaspar serem modestos vereadores e cumprirem o mandato para que foram eleitos nas melhores condições porque os alpiarcenses estarão atentos ao que fizerem e disserem.

Talvez em 2017 as coisas possam mudar para a oposição caso os ‘independentes’ pensem mesmo em ser ‘independentes’ porque uma das grandes penalizações que o ‘TPA’ sofreu foi precisamente ser tudo menos independente.

Acreditamos que Mário Pereira irá cumprir o seu mandato e o ‘Programa Eleitoral’ da CDU porque este, ao contrário de 2009, é fácil levar por diante já que não promete ‘este e o outro mundo’.

Pela nossa parte, pensamos que cumprimos a nossa missão: informar os leitores do desenrolar da campanha com imparcialidade sem nunca interferirmos nas candidaturas.

Aos nossos leitores, colaboradores e comentaristas os nossos agradecimentos por nos acompanharem diariamente.

Como nos disse um leitor amigo: chegou a altura de “ metermos férias por alguns dias para um local algures bem distante” porque toda a campanha eleitoral foi bastante desgastante para quem a acompanhou e lhe deu cobertura desde o primeiro dia.


Por: António Centeio






(*) resultados sujeitos a pequenas correcções mas que praticamente em nada alteram os resultados publicados

Delegada em mesa de voto de Alpiarça tenta impedir trabalho de jornalista

A delegada do PS na mesa de voto número 2 em Alpiarça tentou impedir o jornalista de O MIRANTE de fotografar o candidato independente apoiado pelo PSD, Francisco Cunha. Apesar de a presidente da mesa de voto, instalada na junta de freguesia da vila ter autorizado a fotografia na altura em que o candidato colocava o boletim na urna e de mais nenhum elemento da mesa se ter oposto, a delegada afirmou que o jornalista não estava autorizado a tirar fotografias. Esta referiu ainda que vai fazer um protesto na acta do processo eleitora.

Miguel Arraiolos o melhor português na Taça do Mundo de triatlo de Alicante

Miguel Arraiolos foi o melhor português, este domingo, na Taça do Mundo de triatlo de Alicante, terminando em quinto lugar a prova, cujo vencedor foi o suíço Sven.
O atleta do Benfica fez o percurso em 1.54,10 horas, mais 26 segundos que o vencedor, com o espanhol Vicente Hernandez e o britânico Grant Sheldon a ocuparem os restantes lugares do pódio, a dois e quatro segundos, respetivamente, do vencedor Sven.
Pedro Mendes (Benfica) foi 30.º, Filipe Azevedo (Sporting) 38.º e Rafael Ribeiro (Águias de Alpiarça) 45.º, enquanto Pedro Palma (Galitos) não terminou.
«A Bola»

Cavaco quer novas leis eleitorais

O Presidente da República pediu, no seu discurso de apelo ao voto, que sejam revistas as leis de limitação de mandatos e de cobertura mediática das eleições, já que estas duas questões “prejudicaram o esclarecimento do público” nas autárquicas deste ano, conta o Diário de Notícias.
No discurso de apelo ao voto que antecedeu as eleições autárquicas, Cavaco Silva frisou a necessidade de se procederem a alterações da lei da limitação de mandatos, que, nestas eleições, “prejudicou o esclarecimento do público”.
Já em Fevereiro, o Presidente da República tinha manifestado a opinião de que a lei, que levantava dúvidas sobre a possibilidade de um candidato concorrer a uma Câmara depois de já ter cumprido três mandatos em outra, deveria ser esclarecida, mas os partidos não chegaram a um entendimento.
Outra das questões salientadas por Cavaco no seu discurso ao País foi a pouca cobertura feita pelos principais canais de televisão às eleições autárquicas, no seguimento de uma regra imposta pela Comissão Nacional de Eleições (CNE).
A imposição da CNE de que a comunicação social seria obrigada a tratar todas as candidaturas em pé de igualdade levou, nas palavras do Presidente, a uma nacionalização dos temas de campanha.

UMA INFORMAÇÃO NECESSÁRIA

 Concluído o período de campanha eleitoral para as autárquicas os portugueses vão este domingo às urnas eleger os seus representantes nas câmaras, assembleias municipais e juntas de freguesias.

Este processo eleitoral contempla o novo mapa administrativo, que como se sabe, determina a agregação de algumas freguesias e mudança da área geográfica de outras. Um destes exemplos é o caso do Parque de Nações, que passa a pertencer ao concelho de Lisboa e agrega agora uma parte que pertencia ao município vizinho de Loures e outra da antiga freguesia de Santa Maria dos Olivais.
Isto significa que estas eleições visam eleger os novos órgãos administrativos mas a votação será feita na freguesia antiga.
Quais são as mudanças, afinal?
A maioria dos eleitores vai votar no mesmo sítio onde exerceu o direito de voto, nas últimas eleições. Em alguns casos o novo número de eleitor fica quase igual, sendo apenas acrescentada uma letra, explicou o Direcção Geral da Administração Interna numa carta enviada aos eleitores.
Para quem vota pela primeira vez numa freguesia que passa a integrar o novo mapa, fá-lo-á na mesa de voto da freguesia «antiga», ainda que vá votar tendo em conta o novo mapa de freguesias, segundo o jornal i, que cita dados do site do Comissão Nacional de Eleições: «Nos termos da lei eleitoral, a cada freguesia corresponde uma assembleia de voto, pelo que no ato eleitoral de 29 de setembro deve constituir-se uma assembleia de voto em cada uma das freguesias atualmente existentes.»
Onde votar
Em caso de dúvida o eleitor pode consultar o Portal do Recenseamento, em www.recenseamento.mai.gov.pt, ou enviar uma SMS – sem custos – para o número 3838 para saber em que freguesia vai votar.
No que diz respeito à mesa de voto tem duas opções: entrar em contacto telefónico para a linha de apoio disponibilizada pelo Ministério da Administração Interna, através do número 808206206, ou tirar a dúvida na sua junta de freguesia.
Texto enviado pelo leitor 
VFPF

Quanto recebem os governantes em subsídios de alojamento?

São quatro os secretários de Estado do actual Executivo que usufruem de subsídios de alojamento, uma vez que estão deslocados da sua área de residência. E só em retroactivos, as ajudas de custo que vão entrar nas carteiras destes governantes fixam-se em 27.300 euros, escreve a edição dE quinta-feira do jornal i.
Os membros do Governo que residam fora de Lisboa gozam de um apoio do Estado, estabelecido em 31 euros por dia, o que equivale a 941 euros por mês.
Ora, neste momento, são quatro os secretários de Estado abrangidos por este subsídio de alojamento, a saber, João Grancho, Berta Cabral, Fernando Alexandre e Nuno Vieira Brito, adianta o jornal i.
E só em retroactivos, uma vez que o despacho do primeiro-ministro, ainda que só publicado em Diário da República a 10 de Setembro, tem efeitos à data da tomada de posse dos governantes, os cofres públicos vão desembolsar 27.300 euros destinados, pois, a ajudas de custo.
«nm»

"Portugal vai precisar de segundo resgate e até acho que é bom"

O economista João César das Neves manifesta, em entrevista ao Dinheiro Vivo e à TSF, a sua sua convicção quanto à inevitabilidade de um segundo resgate financeiro no País. Porém, na opinião do docente universitário, esse cenário não é necessariamente mau, pelo contrário.
“Portugal vai precisar de um segundo resgate e até acho que é bom”, tendo em conta que "é a única maneira de conseguirmos finalmente combater alguns poderes empedernidos que estão à volta do Estado".
A antevisão é feita pelo economista João César das Neves, que, numa entrevista ao Dinheiro Vivo e à TSF, observa a este propósito: "Metemo-nos num grande buraco, agora só há más soluções".
E prossegue o professor universitário, "de facto as coisas correram mal, algumas coisas correram bem, mas outras bastante mal. E estamos a poucos meses do fim do prazo, pelo que o mais provável é que precisemos de outro resgate".
No entanto, salvaguarda o economista, "não é ainda a falência, não é a reestruturação da dívida, é pagar com a ajuda dos amigos".
Para César das Neves, “existe [no País] um grupinho de elite, que todos conhecemos que está a fazer birra, como se isto fosse uma coisa imposta pela Europa”. "Não são os portugueses, que a maioria dos portugueses até está a apertar o cinto e a dar a volta", assinala.
"Há dois grupos claríssimos, uns mais visíveis, outros menos. O primeiro é feito de interesses e à volta do Estado (...)", reportando-se aqui, a título de exemplo, a médicos e professores. "Depois há um lado mais oculto que tem a ver com empresas, que estão próximas do Estado, as que têm no Estado um grande cliente, como bancos, construtoras... e outras, como a EDP", concretiza o docente.
O economista destaca ainda o facto de que o antigo ministro das Finanças, Vítor Gaspar, "deveria ter continuado [no Governo] pelo menos até ao fim do [presente] resgate".
«DV»

sábado, 28 de setembro de 2013

4.º Paseeio de BTT dos Bombeiros


Falta de matéria-prima deixa indústria do tomate aquém da capacidade

A falta de matéria-prima para a indústria da transformação de tomate está a condicionar as fábricas, penalizando o rendimento dos agricultores e dos industriais, lamentou o secretário-geral da associação do setor, Miguel Cambezes.
A “culpa” foi da chuva tardia deste ano, que impediu as plantações na sua época habitual (final de março).
“Começámos com um atraso de três semanas e as temperaturas, que não foram as habituais, não ajudaram na maturação do fruto”, explicou o responsável da Associação dos Industriais de Tomate (AIT), caracterizando a campanha deste ano como “atípica e difícil”.
As fábricas ressentiram-se e estão a trabalhar abaixo da sua capacidade máxima de laboração, que seria, em condições normais, de sete dias por semana, 24 horas por dia.
Segundo Miguel Cambezes, Portugal devia estar a transformar, nesta época, entre 170 a 180 mil toneladas de tomate, mas não vai além das 115 a 120 mil toneladas por semana.
“Estamos claramente abaixo das nossas capacidades”, reforçou, estimando que o rendimento dos agricultores esteja 10% abaixo do que era expectável.
A quebra vai também refletir-se na indústria, embora o impacto dependa da duração da campanha.
“Nós desejamos que [a campanha] se prolongue até 10 de outubro, caso o tempo e a maturação do fruto o permitam”, sublinhou o secretário-geral da AIT, admitindo que as fábricas fiquem nesta campanha entre 10 a 15% aquém do seu plano de trabalho.
Miguel Cambezes acredita, no entanto, que esta redução não irá causar “uma mossa significativa” na imagem de credibilidade externa da indústria nacional de tomate transformado, que exporta 95% da sua produção.
“Claro que ficar abaixo do que se contratou não é agradável, mas (…) as condições climatéricas são comuns em toda a Europa, com exceção da Grécia e os nossos compradores estão cientes desta realidade”, justificou.
Portugal é o segundo maior exportador de tomate transformado, a seguir a Itália, processando anualmente 1.290.000 toneladas que representam um volume de negócios de 265 milhões de euros.
A Europa é o principal destino da produção nacional, seguindo-se o Japão, que representa 10% do total exportado.
«Lusa»

Autárquicas: MAI admite «atraso» na divulgação de resultados eleitorais

O ministro da Administração Interna admitiu hoje que possa haver um «atraso» na divulgação dos resultados eleitorais de domingo por causa da forma como será feita a transmissão de dados na sequência do fim dos governos civis.
Miguel Macedo falava aos jornalistas durante uma visita ao Centro de Recolha de Resultados Eleitorais, da Direção-Geral da Administração Interna, em Oeiras.
O ministro visitou a sala onde serão monitorizados os resultados das eleições autárquicas de domingo.
Diário Digital / Lusa

Acolhimento Estrangeiros escolhem Portugal para adoptarem filhos (*)


O número de adopções portuguesas por parte de estrangeiros está aumentar, em média, todos os meses duas crianças são encaminhadas para o estrangeiro, publica o Diário de Notícias.
PAÍS Estrangeiros escolhem Portugal para adoptarem filhos 
Segundo a publicação do Diário de Notícias (DN), em média, duas crianças são adoptadas por estrangeiros, sendo que quase metade, 35, das cerca de 80 adopções feitas desde 2003, aconteceram nestes últimos dois anos. 
Segundo dados do Instituto de Segurança Social, no ano passado 21 crianças foram adoptadas por famílias residentes em países como França, Itália, Bélgica, Países Baixos, Espanha e Suiça.
A maior disponibilidade financeira das famílias estrangeiras e os apoios disponibilizados por outros países, por exemplo, no que diz respeito a filhos com deficiência, são dos principais motivos para o crescente número destas adopções.
Segundo noticia o DN, os casais em causa foram recrutados e seleccionados nos seus países de origem e depois aceites pelas autoridades portuguesas. Este processo corre depois nos tribunais portugueses e estrageiros e resulta na cooperação entre as autoridades centrais de dois países.
Apesar de haver muitos candidatos nacionais, em 2012 encontravam-se 487 crianças em espera.
“As crianças que nós temos não são as que os nossos candidatos desejam. Têm problemas de saúde e quase sempre mais de sete anos”, afirmou Ana Rita Alfaiate, do Observatório Permanente da Adopção.
A especialista em assuntos da família sublinha que, apesar de muitos casais candidatos se queixarem de estar anos em lista de espera, “é preciso perceber que a adopção internacional não lhes está a ‘retirar’ oportunidades”.


(*) Texto enviado pelo leitor Fernão Pires

Economia paralela em Portugal já vale mais de metade do empréstimo pedido à troika

O peso da economia paralela em Portugal voltou a aumentar em 2012 para 26,74% do PIB, equivalentes a 44,183 milhões de euros, mais de metade do valor do empréstimo da 'troika' a Portugal, segundo um estudo hoje divulgado.
Relativamente a 2011, este valor representa uma subida de 1,25 pontos percentuais, ou 992 milhões de euros, suficientes para pagar um mês de salários a todos os funcionários públicos portugueses, conforme notou o vice-presidente do Observatório de Economia e Gestão de Fraude (OBEGEF) da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP), Óscar Afonso, que apresentou o Índice da Economia Não Registada relativo a 2012.
De acordo com o professor da FEP, este aumento do peso da economia não registada na economia resultou quer do crescimento em volume da fuga ao fisco, quer do decréscimo do Produto Interno Bruto (PIB) oficial.
Segundo os cálculos do OBEGEF, bastaria que os níveis de economia paralela em Portugal caíssem para a média da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) -- 16,4% do PIB, contra os 26,74% portugueses -- para, aplicando-se uma taxa média de impostos de 20% ao rendimento adicional considerado, o défice público descer dos 6,443% de 2012 para os 3,77%.
Já num cenário de total inexistência de economia não registada no país, Portugal passaria a ter um défice de 0,85%, "um valor próximo do equilíbrio", conforme salientou Óscar Afonso.
Analisando a evolução da economia paralela em Portugal, verifica-se que o seu peso no PIB praticamente triplicou relativamente aos 9,23% estimados pelo OBEGEF para o ano de 1970, enquanto, em termos absolutos, o seu valor aumentou mais de 300 vezes face aos 135 milhões de euros do início da década de 70.
A carga de impostos directos e indirectos, de contribuições para a Segurança Social e de regulação e ainda a taxa de desemprego são apontadas pelo OBEGEF como as "principais variáveis motivadoras" do aumento da economia não registada, sendo que o observatório antecipa que, "se nada mais for feito", haverá uma nova subida em 2013.
"Têm sido tomadas algumas medidas que vão no sentido positivo - é melhor fazer alguma coisa do que nada fazer -, mas entendemos que existem muitas outras medidas que podiam ser implementadas", disse.
Entre estas, destacou "uma justiça mais rápida e eficaz, com a criminalização do enriquecimento ilícito e o combate a empresas fantasma, aos relatórios fraudulentos de empresas, ao aproveitamento de situações de dupla tributação e ao branqueamento de capitais", defendeu Óscar Afonso.
Também, defende o vice-presidente do observatório, deve haver "uma gestão mais transparente dos recursos públicos".
"Acredito que seja difícil [implementar estas medidas], mas, também, alguma falta de vontade política tem de existir, na minha opinião [para que tal não seja feito]", sustentou.
Outra dos aspectos apontados pelo OBEGEF é o facto de as medidas de combate à fraude fiscal tomadas pelo Governo estarem "mais vocacionadas para a economia informal, ou alguma economia subterrânea mais marginal [o vulgo 'biscate'], e não tanto para a economia subterrânea mais grossa, mais qualificada e de montantes mais significativos, que tem a ver com a fraude empresarial".
E, alerta: "Se nada mais for feito a tendência é que sempre que exista um aumento do desemprego, da carga fiscal e das contribuições para a Segurança Social" - fatores considerados como incentivadores da economia paralela - "seja para aumentar" o peso desta na economia.
Lusa/SOL

Divulgação do 'Alpiarça Sessenta Três'


Imagens da actuação do orfeão alpiarcense na Alpiagra




sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Um dia especial Reflectir é fundamental


Um dia especial
Reflectir é fundamental

Termina hoje a campanha eleitoral.
Ficaremos, todos os que se apresentam a estas eleições, nas mãos do bom povo de Alpiarça. E ainda bem que assim é. Estas são as eleições mais genuínas da nossa democracia. Votamos mais nas pessoas do que nos Partidos porque conhecemos os candidatos e as suas famílias, as suas raízes e as formas de estar e de ser de cada um. Como costumo dizer, estamos em campanha desde que nascemos até ao dia em que nos apresentamos a eleições.
Nestas eleições, onde a proximidade com as nossas gentes e com a nossa terra é muito forte, sentimos de forma muito clara quando precisamos ou não de mudar de rumo. E Alpiarça precisa, de forma urgente, de mudar de rumo.
Nós sabemos, e as centenas de Alpiarcenses com quem falámos sabem, que Alpiarça não está no rumo certo. 
Mudar em 4 anos
Nos últimos 4 anos, Alpiarça voltou à estaca zero. A nuvem pesada do Partido Comunista, que todos pensávamos ser parte do passado, voltou a pairar e trouxe consigo aquele marasmo que pensávamos não voltar mais.
Voltámos ao antigamente quando precisamos hoje de ter sempre os olhos postos no futuro.
Não se pode falar de rumo certo sabendo que a Alpiarça se atrasa a cada dia que passa. Não podemos ter confiança em quem não cumpriu o seu programa eleitoral de 2009 e que em 2013 se apresenta aos eleitores com um programa eleitoral escondido e envergonhado. Quem quer ter a confiança do povo não pode lançar um Programa Eleitoral a escassos 10 dias das eleições, de forma a evitar ser discutido e debatido e com promessas avulsas de campos de futebol que, todos sabemos, não serão cumpridas novamente.
Se a CDU voltar a ganhar, serão mais 4 anos a marcar passo, de forma pouco séria e sem deixar confiança nenhuma de futuro para Alpiarça e para os Alpiarcenses. 
Voto útil 
Nestas eleições apresentam-se 3 candidaturas muito distintas. A CDU que, tendo afugentado todos os bons quadros por sentir que as pessoas com ideias são um problema e não uma solução para o Partido Comunista, aposta tudo na figura simpática do seu candidato.
A candidatura do TPA que, financiada pelo PPD/PSD e MPT, renega esses mesmo Partidos comprometendo o bom nome dos seus legítimos representantes locais e que aposta tudo numa aventura sem credibilidade com um líder sem créditos, desfasada da realidade e assente em princípios da ética politica e social, no mínimo, duvidosos.
O Partido Socialista apresenta não um líder isolado mas uma equipa genuína e completa, com um projecto sólido, onde as classes profissionais, as sensibilidades sociais e as diferentes faixas etárias estão efetivamente representadas.
A candidatura do Partido Socialista aposta tudo em Alpiarça e em todos os Alpiarcenses, sem execpções.  
A candidatura do Partido Socialista é a única que se apresenta com todas as condições reunidas para se constituir como alternativa de mudança, desenvolvimento e futuro para Alpiarça.
Alpiarça vai MUDAR – O PS vai GANHAR
Foram dezenas de quilómetros percorridos a pé por todas as estradas, ruas, vielas e becos da nossa terra. Foram centenas as pessoas que nos receberam com alegria, esperança e um brilho no olhar. Foram 5 meses de intensos contactos, porta a porta, pessoa a pessoa, ouvindo os anseios do nosso povo. Apresentámos o nosso programa eleitoral no dia 2 de Junho. As nossas listas de candidatos foram concluídas e apresentadas e 23 de Junho.
Estivemos sempre na linha da frente porque apenas na linha da frente se pode olhar o futuro mais de perto.
Estamos mais preparados, com mais determinação e com mais empenho nesta vontade inabalável de servir a nossa terra e colocá-la num rumo de desenvolvimento, emprego e crescimento.
Este sim, é o Rumo Certo.
Foi uma campanha intensa e rica em emoções positivas e sentimos que o carinho dos Alpiarcenses é a força que alimenta este povo de trabalho e dedicação.
A consciência do trabalho intenso mas honesto, de uma campanha dura mas justa, onde o respeito pelos nossos adversários foi a nossa bandeira, faz com que sintamos que os Alpiarcenses confiam em nós para governar a nossa terra. 
Temos vindo a receber muitas centenas de mensagens de apoio e confiança de que ganharemos estas eleições porque os Alpiarcenses assim o desejam.
Estamos nas mãos dos Alpiarcenses que decidirão, no dia 29, o melhor para Alpiarça. Ainda bem que assim é.

Pedro Miguel Gaspar

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REFLEXÃO: Política, uma simples reflexão

Por: L.N.
Quero deixar aqui uma reflexão sobre o que é política, como simples a palavra é, mas como muitos a subjetivizam para argumentarem o inexplicável. A nossa recente democracia mostrou-nos infinitas vezes que a decisão é política, para inúmeros actos que usurparam dinheiro e património público, com interesses individuais e cooperativos, que camuflaram influencias, que guiaram este lindo país, para uma mão estendida que suplica esmola, com cada vez menos para oferecer aos cidadãos. Responsáveis pelo Freeport, BPN, Submarinos, Partex, entre centenas de outros casos, passeiam-se entre os nossos inqualificáveis impostos, bajulados por pessoas com uma ambição desmedida, que justificam tudo com política e que encaram como incompetente quem não tem esperteza para alinhar no sistema.
Enquadrando a parte simples da política a Alpiarça, gostaria de deixar algumas reflexões sobre as três candidaturas, respeitando a ordem do boletim de voto:
- O movimento Mais Alpiarça, do PS, originou-se depois de um combate interno de vaidades em que o Rosa do Céu levou a melhor, dividindo o partido, com muitos militantes/simpatizantes a afastarem-se para uma posição mais defensiva ou mesmo integrando outra lista. Daqui resultou uma equipa muito jovem, dentro do que se podia arranjar, com pouca experiência e muitas incertezas. Tem demonstrado respeito pela campanha eleitoral;
- A candidatura independente do TPA, do PSD/MPT, surgiu pela necessidade de afirmação de uma pessoa com um grande ego, levando consigo a sua família, um grupo de dissidentes de outras forças políticas e alguns jovens havidos de protagonismo, através de uma hábil conversa de promessas e sonhos que muitas vezes ditos criam uma ilusão de verdade. Tem realizado uma campanha eleitoral de baixo nível. O Francisco Cunha é conhecido em toda Alpiarça, levará quem se identificar com o estilo;
- A CDU representa uma continuação dos últimos quatro anos, suportada por um vasto conjunto de pessoas de Alpiarça, liderada por elementos que conduziram a autarquia de uma forma realista tendo em conta o panorama micro e macro económico. Apesar de algumas imperfeições, mostraram humildade e seriedade na forma como abordaram estes últimos anos, através de um controlo da divida, de completa disponibilidade para interagir com os agentes económicos e associativistas, de pequenas e grandes obras feitas, de procurarem responder aos anseios dos alpiarcenses. Tem demonstrado respeito pela campanha eleitoral.
Sou apartidário, no panorama nacional não consigo identificar-me totalmente com um partido, por todos os motivos identificados, revejo-me numa esquerda moderada.

A política não tem nada que inventar, é tempo de fazer escolhas. Eu fiz a minha, Voto CDU.


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OPINIÃO: Uma campanha bastante exigente

Por: João Miguel Alcobia
Curvacho
Antes de mais o meu muito obrigado ao Jornal Alpiarcense pelo convite que me foi endereçado a título pessoal para escrever umas palavras à população de todo o Concelho de Alpiarça.
Escrevo estas palavras com um sentimento de que vale sempre a pena lutar pelo que acreditamos e pelo que é melhor para a nossa população, pois os Alpiarcenses merecem mais e melhor, sendo que esta foi a minha primeira vez em que participei ativamente numa campanha política, pois, até há meses atrás tencionava manter-me afastado, visto os resultados alcançados pelos políticos que têm gerido a nossa terra, não terem criado mais-valias, proporcionalmente aos elevados montantes gastos e depois, porque até ao momento, tem faltado o mais importante, a criação de VALOR para a população em geral.
Esta tem sido uma campanha bastante exigente, em que muitas mentiras têm sido ditas e que nos têm colocado à prova dia após dia, tendo esses dias a particularidade de se tornarem uma “batalha”. No entanto, a minha perspetiva é que na esmagadora maioria dos dias, a nossa campanha tem evoluído positivamente, as demonstrações de carinho por parte da população são uma constante, o que comprova que o movimento TODOS POR ALPIARÇA – TPA veio para ficar e para trabalhar em prol de todos os Alpiarcenses.
Demonstramos que somos uma candidatura abrangente, isenta de sectarismos, composta por gente capaz e não por militantes ressabiados, cuja inveja do trabalho realizado até ao momento esteve à vista de todos.
Por uma questão  ética não irei referir nenhumas palavras referentes às restantes candidaturas, pois se cada uma delas fizesse o seu trabalho com mais dedicação e com menos jogos políticos que em nada favorecem o Alpiarcense comum, a campanha seria muito mais condigna e a política sairia manifestamente favorecida.
É imperativo relembrar que nós TPA partimos do zero e que a cada dia fomos encorpando as nossas fileiras com pessoas com elevada capacidade crítica, pessoas de valor, trabalhadoras e que na sua grande maioria vivem o seu quotidiano em Alpiarça. Muito possivelmente, a única exceção serei eu!
Tal como a exceção atrás transcrita, tenho a particularidade de ser uma pessoa livre de pensamento, pois ao contrário de muitos, tive uma educação que me permitiu fazer as minhas escolhas, escolhas essas que assentam naquilo que eu acredito ser o melhor para a sociedade em que vivemos.
Sei que vivemos tempos complicados, em que o dinheiro não abunda nas nossas casas e muitas das regalias que tínhamos foram-nos temporariamente retiradas. Como Funcionário Público de carreira, sinto todos os dias essas dificuldades, no entanto tenho a consciência que muitos dos cortes que temos sido alvo, são um mal menor, pois o “abismo” estava mesmo à frente de todos nós.
Quero que as pessoas neste momento tenham a sua consciência livre e que saibam que as oportunidades só batem uma vez à nossa porta. A sorte não vem até nós… Temos de a procurar, temos de andar constantemente em busca de novos desafios, alicerçá-los, consolidá-los e, de seguida, procurar novamente mais e melhores desafios, pois não podemos ficar “agarrados” a doutrinas e lugares que não são nossos para todo o sempre.
Assim sendo, e em jeito de conclusão, apelo para que as pessoas analisem bem o que foi a campanha até hoje, as mentiras que foram sendo escritas e que, acima de tudo, tenham a hombridade de perceber que a melhor equipa de todos os tempos em Alpiarça é, sem dúvida alguma, a do TPA.
 Como nota de rodapé, deixo no ar um pensamento…. No final deste frenesim e de todo este folclore, gostava que quem saísse vencedor destas eleições homenageasse quem de facto fez alguma coisa por Alpiarça e pelos Alpiarcenses, pois tenho a sensação que os membros duma certa força política se têm esquecido de quem, por exemplo, emprestou dinheiro para comprar o edifício dos Paços do Concelho e quem doou o terreno onde está instalado o Quartel dos Bombeiros.

É triste quando nos esquecemos quem somos, como chegámos aqui e para onde vamos…
Muito obrigado a todos,

João Miguel Alcobia Curvacho


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