.

.

.

.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

RELAÇÕES GELADAS: entre Mário Pereira e o Vereador do TPA

A ideia que circula no meio alpiarcense de que Mário Pereira e Francisco Cunha são amigos mesmo havendo algumas trocas de 'mimos' na “blogoesfera e nas redes sociais” está errada porque na verdade a relação politica entre os dois é  simplesmente ‘gelada’ e se fora dos bastidores da politica há a aparência dos dois  “serem amigos há muitos anos” também  não corresponde à verdade porquanto sempre houve e haverá  um enorme  distanciamento entre quem é politico - vai para muitos anos - e quem agora começa a despertar  para uma “vereda cheia incertezas”.
O presidente da Câmara sabe muito bem com quem pode contar e sabe pela experiência politica que tem porque com a “malta do PSD” todos os cuidados são poucos.
A divergência politica entre os dois está no vereador do TPA ter ideias individuais enquanto Mário Pereira trabalha no e para o  colectivo.
Diferenças abismais que jamais os juntará por melhores ideias que o TPA possa ter porque será mais fácil achar uma “agulha no palheiro” do que ver um verdadeiro comunista  apoiar as ideias de quem defende e depende da ‘direita’.
Se Mário Pereira já não gostava da “malta do PSD” agora com os ‘mimos’ que o eleito do TPA lhe dirige nas ‘costas’ , onde até a seriedade de Mário Pereira é colocada em causa,  nem vê-lo por perto. 
Mário Pereira nunca permitirá ao eleito pelo TPA/PSD que caminhe a seu lado nas encruzilhadas da politica.

Fundos Estruturais e de investimento

Promover o papel dos parceiros na programação e na utilização das verbas

A Comissão Europeia adoptou um conjunto de medidas destinadas a melhorar a consulta, a participação e o diálogo com os vários parceiros (designadamente as autoridades regionais, locais e urbanas, bem como outras autoridades públicas, sindicatos, entidades patronais, organizações não governamentais e organismos responsáveis pela promoção da inclusão social, da igualdade entre homens e mulheres e da não discriminação) nas fases de programação, implementação, acompanhamento e avaliação dos projectos financiados pelos fundos estruturais e de investimento europeus (ESIF).
Estes fundos incluem o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), o Fundo Social Europeu (FSE), o Fundo de Coesão (FC), o Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER), bem como o Fundo Europeu para os Assuntos Marítimos e das Pescas (FEAMP).
Este Código de Conduta Europeu sobre Parcerias obriga os Estados-membros a reforçar a cooperação entre as autoridades nacionais responsáveis pela utilização dos fundos estruturais e de investimento da UE e os parceiros dos projectos, a fim de facilitar a partilha de informação, experiência, resultados e boas práticas no período de programação de 2014-2020, ajudando assim a garantir que o dinheiro é gasto de forma eficaz.
O Código de Conduta, que reveste a forma de um regulamento da Comissão, um acto juridicamente vinculativo, estabelece os objectivos e os critérios para garantir que os Estados-membros aplicam o princípio da parceria. Significa isto que os Estados-membros devem:
- assegurar a transparência na selecção dos parceiros representativos das autoridades regionais, locais e outras autoridades públicas, parceiros sociais e económicos e organismos da sociedade civil para integrarem, enquanto membros de pleno direito, os comités de monitorização dos programas
- dar aos parceiros as informações adequadas e o tempo suficiente para que o processo de consulta decorra devidamente
- garantir que os parceiros sejam efectivamente envolvidos em todas as fases do processo, desde a preparação à avaliação, passando pela implementação e a monitorização de todos os programas
- apoiar o desenvolvimento de capacidades dos parceiros para que possam melhorar as respectivas aptidões e competências, tendo em vista uma participação activa no processo
- criar plataformas de aprendizagem mútua e intercâmbio de boas práticas e abordagens inovadoras
O regulamento em questão estabelece os princípios que os Estados-membros devem aplicar, mas deixa-lhes margem para organizarem as medidas concretas para assegurar o envolvimento dos parceiros relevantes nas diferentes fases da programação.
Contexto
A parceria, um dos princípios-chave na gestão dos fundos europeus da União Europeia, implica uma estreita cooperação entre autoridades públicas aos níveis nacional, regional e local dos Estados-membros e com o sector privado e outras partes interessadas. Até à data, não obstante tratar-se de um elemento constitutivo da política de coesão, os intervenientes dão conta de uma implementação muito desigual entre os vários Estados-membros, em função das culturas institucionais e políticas próprias e de diferentes graus de abertura à consulta, à participação e ao diálogo com os parceiros relevantes.
As novas regras, consubstanciadas num regulamento da Comissão, que constitui um acto legislativo vinculativo e directamente aplicável reforçam o requisito de parceria, que estabelece disposições comuns para o FEDER, FSE, FC, FEADER e FEAMP.

Jornal Alpiarcense com ip/santarem/europedirect

TIAGO LEITE: “Irrefletida e desastrada” a sua afirmação

“No distrito de Santarém, só passa fome quem quer”


A irrefletida e desastrada afirmação é da autoria do director do Centro Distrital de Segurança Social de Santarém, Tiago Leite, e foi proferida num encontro sobre  as cantinas sociais do Ribatejo.
Claro que imediatamente se tornou viral nas redes sociais, tal como as manifestações de justa indignação por ter sido proferida por um responsável da segurança social. Este deslize de Tiago Leite acontece na pior altura, a precisamente quando estava a decorrer o concurso para o lugar de director geral da segurança social, lugar que agora ocupa por nomeação e a que ele próprio concorreu, assim como mais uma meia dúzia de outros concorrentes. E deve ser disputa difícil, já que entre eles também há antigos dirigentes da segurança social”.

«O Ribatejo»

Afinal existem outras omissões nas facturas da ‘Aguas do Ribatejo’

O aumento dos 75% que vão ser aplicados na ‘taxa de recursos hídricos’  começa a ter efeitos colaterais nos concelhos servidos no abastecimento de água pela ‘Águas do Ribatejo’.
Concelhos há que já estão a exigir a “justificação dos 75%” e alguns partidos querem saber com que base legal é que a revisão da ‘ Taxa de Recursos Hídricos’ foi feita.
O ‘Bloco de Esquerda’  vai mais longe e promete pedir a intervenção da ‘Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos’  tal é a confusão que começa a existir no aumento que está a ser divulgado pelos jornais da região.
Como se não bastasse este aumento, agora  começou a ser exigido à ‘Águas do Ribatejo” e respectivos municípios associados,  que expliquem aos consumidores qual a “calibragem dos contadores” porque esta calibragem é “determinante para estabelecer a tarifa fixa” levando a que este desconhecimento  faça com   que os consumidores não tem tenham qualquer informação na factura sobre o calibre do seu contador.
Salientamos que há facturas com o item ‘calibre’ mas em branco e outras que nem sequer tem o item.
Não deixamos de recordar que é um direito do consumidor ter acesso de forma transparente à informação e tudo indica que a ‘Aguas do Ribatejo’ parece querer ser  mais ‘papista do que o próprio papa’ com a permissão dos respectivos  municípios associados.
Com a polémica dos 75% começa-se a 'descobrir' outras ‘omissões’ que estão e mexer nos bolsos dos consumidores.
Curiosamente a 'Águas do Ribatejo’ publicitou em devido tempo o desenvolvimento de  um “novo formato de factura mais simples, mais legível e com mais informação. A factura passou a ter 2 páginas, em que na primeira estará exposto o resumo da factura, bem como a identificação do cliente e dados do contrato e na 2ª página o detalhe da facturação tendo também  um novo espaço para mensagens”. (ver mais abaixo)
No entanto a ‘omissão' do calibre continua a existir.


MODELO DA NOVA FACTURA



1ª PÁGINA

 
LEGENDA
  

1

Identificação da factura e data de emissão


2

Identificação do cliente para envio de factura


3

Ultimas facturas emitidas com a informação se estão ou não liquidadas


4

Identificação do cliente e do local de abastecimento


5

Resumo dos valores facturados por grupos :

Contas de Água, inclui a Água consumida e a Quota de serviço;

Contas de Saneamento, inclui o Saneamento e a Quota de serviço de Saneamento;

Contas de Terceiros, ou seja, Valores a favor de outras Entidades que não a Águas do Ribatejo, tais como, as Câmaras Municipais, ARH Tejo, etc. Nesta conta incluem-se os Resíduos Sólidos Urbanos e as Taxas de Recursos Hídricos

Apresenta-se também o detalhe do período de facturação e a data limite de pagamento


6

Informação sobre a conta cliente


7

Informação sobre como fornecer a leitura


8

Identificação de dados bancários


9

Espaço para mensagens


10

Dados para pagamento via Multibanco


11

Dados para pagamento via Payshop e CTT


Nota:  No caso de pagar a sua factura através de Débito Directo 
os espaços 10 e 11 darão lugar à sua informação bancária
 2.ª Página

LEGENDA

1

Informação sobre os valores de leitura recolhidos e do consumo calculado


2

Detalhe dos valores e quantidades facturados ou a descontar por tipo de tarifário (Água, Quota de Serviço, Saneamento, Resíduos Sólidos, etc)


3

Valor total da factura a pagar


4

Espaço de mensagens, que permitirá colocar mais informação





Mais uma iniciativa da SFA 1º Dezembro



Estradas de Portugal investe quase 13 milhões em vias do distrito de Santarém

A empresa Estradas de Portugal (EP) anunciou esta semana que vai investir cerca de 13 milhões na conservação e manutenção de estradas e obras de arte na região. A administração da empresa esteve em Santarém, esta quinta-feira, e o presidente, António Ramalho frisou que, nos próximos anos, a prioridade da empresa vai ser a manutenção das vias já existentes mais do que a construção de novas vias.
O investimento anunciado prolonga-se até 2016 e engloba um contrato de conservação corrente de estradas no valor de 7,65 milhões de euros, aos quais se somam mais 2,99 milhões de euros na empreitada de reabilitação da ponte que liga Abrantes ao Rossio ao Sul do Tejo, mais 1,17 milhões para a correção do tabuleiro da Ponte Salgueiro Maia e mais 998 mil euros em marcações nas estradas.
A Estradas de Portugal vai ainda investir 1,02 milhões de euros na Ponte do Reguengo sobre a Vala da Azambuja.
O contrato de conservação corrente engloba 941 km de estradas no distrito e foi adjudicado em janeiro deste ano. Os restantes projetos referidos tiveram já contratos adjudicados no ano passado.
“A qualidade da rede viária na região é ímpar”, frisou o presidente da EPN, salientando que o distrito de Santarém tem um índice de quilómetros de estrada por habitante superior à média nacional. Por isso, o responsável sublinhou que “a prioridade é pagar o que devemos e conservar o que temos”. De fora das prioridades imediatas da empresa estão obras como a continuação do IC9 por Abrantes com a construção de uma nova ponte sobre o rio Tejo, a continuidade do IC10 a partir de Almeirim até Montemor-o-Novo com passagem por Coruche ou ainda o IC3 na ligação entre Almeirim e Barquinha, que permitia servir como variante a Almeirim, Alpiarça e Chamusca. Estes projetos, que estão incluídos no Plano Nacional Rodoviário, são investimentos “em estudo”, como classificou António Ramalho, assim como o é a ponte rodoferroviária de Constância, para a qual a Estradas de Portugal está a avaliar a possibilidade de travessia de pesados, apesar de o presidente da empresa considerar “difícil” que tal venha a acontecer com a estrutura tal como está. Mais adiantado está o projeto de instalação de semáforos na Ponte da Chamusca.
«O Ribatejo»

Noite de Fados no Parque de Campismo


Leitores gostaram do esclarecimento de Mário Pereira sobre o Parque de Campismo

A situação contratual do Parque de Campismo de Alpiarça talvez por nunca ter bem explicada publicamente e em especial ao vereador do TPA e depois do JA ter questionado Mário Pereira, presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, continua a ser a notícia mais procurada neste jornal.
Os esclarecimentos de forma clara e explícita que Mário Pereira nos concedeu não deixam margens para dúvidas da legalidade e transparência da actividade da empresa que explora o Parque de Campismo de Alpiarça.
Outra noticia que está a ser também bastante procurada é a: VIDEO: Reunião da Câmara Municipal de Alpiarça de 24-01-2014  para de seguida a  Mas como é que uma terra tão pequenina tem tantos "problemas", figuras e situações politicas? continuar a ter interesse por parte dos leitores

Campeonato Nacional por Equipas 2013/ 2014


No Sábado dia 1 de Fevereiro, realiza-se a 2ª ronda do Campeonato Nacional por Equipas 2013/ 2014.

 Depois de uma 1ª ronda cheia de surpresas (ver AQUI) , onde talvez a única que não foi surpresa terá sido a nossa vitória contra a C.P. Bombarral, vamos a ver como vai correr esta ronda 2 no Sábado. 
A pressão aumentou para muitas das equipas que eram suposto terem ganho na 1ª ronda - isso é certo !

Na 2ª ronda a Casa do Xadrez de Alpiarça desloca-se a Alverca, para jogar com a equipa dos 'Peões de Alverca 'A' '.

Todos os encontros desta 2ª ronda:

Round 2 on 2014/02/01 at 15h00
No.
Team
Team
Res.
:
Res.
1
  Cine Clube Torres Novas_A
  AX PedroHispano-Soure_A
:
2
  Sport O. Marinhense_A
  Assembleia Figueirense_A
:
3
  Casa Povo Bombarral_A
  AX Bombarral/CCMB_A
:
4
  GX Peões de Alverca_A
  Casa do Xadrez_A
:


Passem por Alverca para verem este nosso encontro !   

Será realizado na seguinte morada:  
RUA BRIGº FERNANDO A. OLIVEIRA,

PARQUE DESPORTIVO 25 DE ABRIL, SALA  2

SÁBADOS A CONTAR - "HISTÓRIAS DE SONHO"




E foram muitas as histórias com que a contadora convidada, Sofia Vieira, preencheu o imaginário de pais e filhos presentes, muito obrigado!
«CMA»

Fim do papel e estruturas digitais pequenas são as tendências para o futuro

Os jornais em papel têm os dias contados, defende um dos fundadores do Jornal de Negócios Diogo Madeira, enquanto Luís Delgado, criador do Diário Digital, considera que os projetos exclusivamente digitais só sobrevivem se tiverem estruturas pequenas.
Num ano em que se aguardam novidades sobre os media na Internet em Portugal, com o reforço do Expresso nos conteúdos 'online' e o lançamento do Observador, a Lusa falou com dois fundadores de projetos digitais lançados há mais de uma década sobre os desafios do setor.
Para Diogo Madeira, um dos fundadores do Jornal de Negócios, os jornais em papel têm os dias contados.
"Acho que os jornais em papel têm uma tendência para desaparecer. A curva de vendas continua a descer, além disso têm um custo adicional fixo que o digital não tem".
Já para Luís Delgado, fundador do Diário Digital, os media exlusivamente 'online' portugueses só poderão sobreviver com estruturas pequenas.
"A publicidade na Internet é residual, nunca se compara com a televisão ou com os órgãos em papel", disse, acrescentando que a sua perceção aponta para que os projetos exclusivamente digitais sejam "pequenos e com poucos custos", já que "não conseguem concorrer com grandes jornais com equipas 'online".
Além disso, acrescentou, "Portugal não tem escala" para conteúdos em português, já que o Brasil "não tem interesse" e os restantes países de língua oficial portuguesa "ainda não têm escala", justificou.
"Somos 10 milhões [em Portugal], dos quais cinco milhões com idade elevada, que não acedem ou não têm Internet", a outra metade "tem [Internet], acede e consulta, mas "tradicionalmente não quer pagar", salientou Luís Delgado, sublinhando que a "Net permitiu canibalizar todo o tipo de informação".
Luís Delgado disse acreditar que dentro de alguns anos o papel seja "um nicho de alto valor".
Criado em novembro de 1997, primeiro na Internet e dois meses depois em papel, o Jornal de Negócios foi um projeto pioneiro na área da informação económica.
"Avançámos primeiro na Internet porque foi mais fácil montar", disse Diogo Madeira, que lembrou que "o 'core' eram as cotações" da bolsa em tempo real, o que ajudou a captar leitores.
"Na altura fizemos a primeira campanha de publicidade 'online' do Banco7", do grupo BCP, recordou Diogo Madeira, apontando que nos primeiros anos de vida a publicidade na Internet correu bem porque era dividida "por quatro a cinco meios 'online'".
Também para Luís Delgado, os primeiros anos do Diário Digital, lançado em 1999 e pioneiro enquanto jornal generalista exclusivamente 'online', foram positivos em termos de publicidade.
"Depois começaram a surgir outros projetos, os órgãos de comunicação tradicionais começaram a olhar para a Net, a investir e o Diário Digital começou a ressentir-se", já que a publicidade 'online' começou a ser dividida.
Igual situação aconteceu no Jornal de Negócios, com o título a avançar para as assinaturas digitais, "onde até foi pioneiro", acrescentou.
Diogo Madeira destacou quatro desafios para os media: as assinaturas digitais, o micropagamento, as parcerias com empresas de descontos e a nova tendência internacional de sítios 'online' de 'brokers'.
Sobre as assinaturas digitais, Diogo Madeira sublinhou que em Portugal "as pessoas não querem pagar mensalidades": primeiro porque estão a cortar nas despesas e, por outro, o mercado português é pequeno.
A alternativa, disse, pode passar pelo micropagamento, que permite ao leitor pagar apenas os artigos lidos. Aqui, um dos constrangimentos assenta no valor das taxas cobradas pelos cartões de crédito na intermediação. Contudo, o pagamento por cada artigo "tem estado a crescer e é uma tendência", sublinhou.
Outro dos fenómenos detetados, apontou Diogo Madeira, são as parcerias dos meios de comunicação social com sítios de descontos, em que os media ganham uma percentagem sobre o negócio gerado.
"A media 'online' está a usar bem a parceria com empresas de descontos", disse.
O quarto desafio, identificado a nível internacional, são os sítios de informação criados por 'brokers', ou seja, intermediários entre quem escreve os artigos e o público.
Neste caso, os projetos 'online' têm um número reduzidos de jornalistas e apostam em colunistas, resultando em plataformas de intermediação entre produtores e consumidores. Os colunistas são renumerados mediante uma percentagem sobre o número de visualizações dos seus textos.
"O mundo da Internet muda a forma de consumo. Esta tendência subverte o negócio dos media, mas está a acontecer e implica um modelo flexível", acrescentou Diogo Madeira, apontando que "as novas gerações estão mais confortáveis com o digital do que com o papel".
Se tivesse de lançar hoje o Jornal de Negócios, Diogo Madeira é perentório: "Seria só na Net, com versão mobile [para dispositivos móveis]".
«Lusa»

Turismo do Alentejo e Ribatejo apresenta “Alentejo/Ribatejo 4 All”

A Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo está a apresentar o projecto “Alentejo/Ribatejo 4 All” aos parceiros regionais, com o objectivo de operacionalizar um projecto que tem por base o turismo de saúde e o turismo acessível.
Em comunicado, o Turismo do Alentejo e Ribatejo explica que o projecto foi primeiro apresentado e discutido com as instituições ligadas ao sector da saúde, nomeadamente as Administrações Regionais de Saúde do Alentejo e de Lisboa e Vale do Tejo e as Unidades Locais.
Posteriormente, o Turismo do Alentejo e Ribatejo promoveu um encontro de trabalho para apresentar o projecto aos parceiros regionais, que decorreu a 27 de Janeiro, em Évora, no qual foram definidos os moldes de concretização de uma plataforma Web, que garanta a interacção entre os turistas (em particular os oriundos do estrangeiro) e o seu médico assistente durante a visita aos destinos, sensibilizando os parceiros para a importância de integrarem esta plataforma nas suas empresas e serviços.
Ontem, o Turismo do Alentejo e Ribatejo promoveu mais um encontro para apresentar o projecto, desta vez aos responsáveis de 58 autarquias do território, com quem foi também analisada a elaboração de um Guia de Acessibilidades dos Destinos.
“Consciente da emergência de uma nova geração de turistas, designados por “idosos com saúde”, e de que, até 2050, se prevê que o número de idosos represente cerca de 22 % da população mundial, a Turismo do Alentejo e Ribatejo pretende assim tornar os destinos acessíveis, garantindo que os serviços e produtos turísticos correspondem às necessidades deste segmento”, refere a Entidade Regional de Turismo.
O projecto “Alentejo / Ribatejo 4 All” prevê a utilização de tecnologias inovadoras que garantem aos referidos turistas total segurança, apoio, informações e acessibilidade durante a estadia nos territórios.

«I.M./T»

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A história dos trabalhadores Rurais de Alpiarça

Não pondo em causa a qualidade da fotografia que foi tirada no dia 5 de Maio de 2013 no evento: Caminhar um dia pela vida à descoberta do Paul da Gouxa.
Passo a transcrever um excerto do referido programa:
Poderão contar com almoço, confeccionado por uma equipa de amigos, recreando a forma como as nossas gentes cozinhavam, enquanto trabalhavam arduamente nos afazeres do campo: “couves com carnes”, cozidas nas panelas de barro!
http://sfafotografia.blogspot.pt/2013_03_01_archive.html
Obviamente que os trabalhadores rurais não utilizavam panelas de barro,mas sim em Caldeiras penduradas em burras de ferro, como também pouca carne comiam.
Não é necessário ser historiador para saber como era e muito menos para alterar a história dos trabalhadores Rurais de Alpiarça. 
Noticia relacionada:
"Paisagens rurais de Alpiarça": 
«Foto: CMA»

SAIBA UM POUCO MAIS SOBRE A HISTÓRIA DOS TRABALHADORES RURAIS DE ALPIARÇA

ENTRE A PROPRIEDADE E O SALÁRIO. 
MEMÓRIAS DOS TRABALHOS AGRÍCOLAS EM ALPIARÇA (ANOS 50/80)

Carregue aqui:

PS em máximos históricos. Paulo Portas bate no fundo no mês em que é reeleito

Socialistas sobem nas sondagens há sete meses e começam o novo ano mais próximos dos 40% das intenções de voto
O PS consegue em Janeiro o seu melhor resultado de sempre, quase dez pontos acima da sua pior marca, registada em Abril do ano passado. Os socialistas recolhem 37,8% das intenções de voto neste barómetro i/Pitagórica. Dos partidos com assento parlamentar, o CDS regista a maior queda, com o Bloco de Esquerda a partilhar a tendência de descida face ao último barómetro. Em sentido inverso, PSD e PCP, além do PS, ganham pontos este mês.
A subir pela sexta vez em sete meses, o PS volta a elevar a fasquia - desta vez em 1,1% - ficando agora com uma vantagem exacta de 12 pontos sobre os sociais-democratas. Os eleitores respondem às críticas de "falta de alternativa" que a maioria dirige aos socialistas com um novo reforço de confiança.
Apesar de ver aumentar a diferença face ao PS nas intenções de voto, o PSD regista também uma ligeiríssima subida. Se as eleições se realizassem hoje, o partido de Passos Coelho conseguiria 25,8% dos votos, recolhendo mais 0,1% que em Dezembro. Com estes números, os dois maiores partidos trocam de posições face aos resultados das últimas eleições legislativas, em Junho de 2011. Nessa altura, o PSD obteve 38,7% dos votos dos portugueses contra 28,1% dos socialistas.
O PCP completa o clube das boas notícias. Depois da quebra de Dezembro - em que perdeu dois pontos em relação ao último resultado no barómetro - o partido recupera agora algumas décimas, chegando aos 11,4% das intenções. Ainda assim, os comunistas permanecem um pouco abaixo daquele que foi o seu melhor resultado: 13,2%, em Junho do ano passado. 
Em sentido inverso ao parceiro de coligação no governo, o CDS protagoniza a descida mais acentuada, perdendo mais de um ponto percentual este mês e começando o novo ano com 7,8% dos votos - menos quatro pontos que o resultado com que chegou ao poder, em 2011. Na verdade, os centristas arrancam 2014 com o seu pior resultado de sempre no barómetro i/Pitagórica, e isto no mês em que Paulo Portas foi reeleito líder do partido. As explicações sobre a origem da crise política de Julho passado que o presidente do CDS apresentou aos congressistas de Oliveira do Bairro - "o que tem de ser teve muita força" - não foram suficientes para evitar um novo marco negro eleitoral para o partido.
«i»

CARLOS COUTINHO: ‘Trai’ Deputado do PSD

A Comissão Politica da Secção de Santarém ficou dividida na eleição dos delegados ao Congresso Nacional do PSD. Inicialmente, a Comissão Politica de Santarém reunida na segunda-feira, dia 14, declarou por unanimidade o seu apoio à candidatura de Pedro Passos Coelho para voltar a liderar o PSD. Na mesma reunião, a Comissão Politica aprovou, também por unanimidade, a apresentação de uma lista de delegados ao congresso do PSD e de total apoio à candidatura de Pedro Passos Coelho, encabeçada por Gonçalo Ribeiro, membro da Comissão Politica de Santarém. Só que passados dois dias, num ‘golpe palaciano’, dois dos elementos desta comissão politica apresentaram uma segunda lista concorrente, encabeçada por Cristina Martins e Carlos Coutinho, administrador da empresa municipal de desportos de Rio Maior e marido da secretária  de Ricardo Gonçalves (presidente da Câmara de Santarém). Num universo de 1.200 militantes, esta lista, apoiada por Ricardo Gonçalves e Ramiro Matos, ganhou 86 votos e derrotou a lista de Nuno Serra (deputado na Assembleia da República pelo PSD) que, apanhado de surpresa, apenas conseguiu 57 votos.
«O Ribatejo»

ALPIARTE

Mostra de Artesanato Urbano
Mercado Municipal de Alpiarça

8 de Fevereiro de 2014 das 9h às 18h
15h00 - Espectáculo musical com André Azevedo e Maria Miguel
16h00 - Animação Infantil // Pinturas Faciais // Escultura de Balões com Tânia Santiago

Contrastes da Natureza ou...do homem

Uma amendoeira linda em flor lembrando a Primavera que se aproxima.

Ao lado uma árvore caída há vários meses e não há vagar para ser retirada. Não custava nada e acreditem ficava muito bem.
«Foto e texto de António Moreira»

As contradições dos Vereadores Francisco Cunha (TPA) e Pedro Gaspar (PS)


  "Uma opinião (de um leitor)  construtiva e não destrutiva"  que mais não do que  um 'apelo'"



Não sou (actualmente) simpatizante de nenhuma das forças politicas mas falaram-me neste artigo e não pude deixar de vir dar uma espreitadela ao Jornal Alpiarcense.

Acho que a CDU num geral tem feito até um bom trabalho, ao contrário do que possam dizer. 
É importante dar vida ao parque de campismo, e à Bruna, que é jovem e com certeza corajosa para se meter num projecto destes é uma lufada de ar fresco nesta terra.

O projecto parece-me à primeira vista ser bastante interessante e, a concretizar-se, merece o apoio de todos, pois esta zona de Alpiarça é talvez a mais importante a nível turístico, pois a barragem chama muita gente à nossa terra. 

Acho que seria extremamente importante realizar uma reunião com a população, quando possível claro, para se dar a conhecer este projecto pela boca desta jovem à população, para que haja um esclarecimento do que se pode ser feito, vai ser feito e o mais importante de tudo, puxar à população do nosso município o interesse pelo projecto.

Hoje em dia é raro os espaços onde se possa encontrar tantas infra-estruturas como as que se "falam" neste projecto. Pode ser mesmo muito rentável a todos os níveis para Alpiarça se este se concretizar.

Boa sorte Bruna e bom trabalho, pode ser que todos juntos andemos para a frente.

(Sr. Francisco Cunha e sr. Pedro Gaspar, não caiam no erro de ir contra isto, vocês próprios enalteceram que precisamos de puxar pelo turismo, e podiam aliar-se à câmara e tornar isto possível, é nestes casos que podem mostrar trabalho e interesse, não é a necessidade da terra, mas é uma das).
Noticia relacionada:


A CDU à frente das autarquias em Alpiarça e em todas as frentes de trabalho!

 A CDU assumiu, em 2009, uma Câmara em excesso de endividamento e em desequilíbrio financeiro estrutural (situação mais grave à luz da Lei das Finanças Locais), praticamente paralisada na resposta às inúmeras necessidades da população do concelho, totalmente descredibilizada no relacionamento com fornecedores e outras entidades com as quais não cumpria os compromissos assumidos. Hoje, com a gestão CDU, passados mais de 4 anos de sucessivos cortes nas verbas transferidas para as autarquias pelo Estado central, no meio de uma profunda crise económica e social em que o nosso País foi mergulhado pelos governos PSD/CDS e PS, após ter realizado importantes obras para o futuro do concelho aproveitando todos os fundos comunitários (QREN), o Município de Alpiarça organizou os seus serviços e responde com uma eficácia muito superior às suas obrigações enquanto autarquia ao serviço de toda a população. Com a CDU.
«CDU/Alpiarça»

Paisagens rurais de Alpiarça

potes de barro ao lume

«CMA»

Presidente da Câmara deve convidar o vereador do TPA/PSD/MPT a dar um passeio de automóvel para ver aquilo que não conhece

Bruna Véstia
Concessionária do Parque de
Campismo de Alpiarça
Mário Pereira, presidente da Câmara de Alpiarça deve convidar o vereador do TPA/PSD/MPT a dar um passeio de carro e depois levá-lo e ver o interior do Parque de Campismo já que quer saber e ver tudo que diga respeito a este espaço alpiarcense de lazer de forma a que veja com os seus próprios olhos e converse um pouco com quem o explora o parque de campismo
É esta a conclusão que se pode tirar das opiniões dos nossos  leitores Fátima Amante Ferreira e Artur Matos.
Diz-nos  a leitora que “ tudo foi feito dentro da legalidade e por pessoas honestas como a Dra. Bruna Véstia” que se esforçou para que o parque de campismo esteja hoje como está.
O espaço estava todo “abandonado e com um aspecto horrível” onde havia  “ “ervas por todo o parque” e até havia  “caravanas abandonadas”.
Foi a Bruna Véstia que “pôs mãos à obra” para acabar com este estado e onde tem feito um “trabalho de qualidade recuperando o que estava mal tratado”
Já o leitor Artur Matos considera o vereador do TPA/PSD/MPT como “gente mesquinha” porque este tipo de gente é que tem dúvidas” visto que foi o vereador que exigiu do presidente da Câmara toda a documentação e outras informações sobre a legalidade do parque.
 Mas o leitor não se fica por aqui: reconhece o valor e a capacidade empresarial de quem explora o Parque de Campismo de Alpiarça.
Foi a actual concessionária que tem recuperado  “aquele espaço maravilhoso, desde a limpeza do espaço, recuperação dos balneários, painéis solares e o espaço da piscina” para além dos “eventos realizados, festas temáticas no verão no espaço da piscina, noites de fados e de magia” que já levou a efeito.
Termina dizendo que esta “vereação da oposição (entenda-se o vereador do TPA) deveria deslocar-se ao” Parque de Campismo para ver o trabalho feito” porque uma oposição para ser mais útil deve tentar “ajudar em vez de andar com dúvidas mesquinhas”.
Sugestões que o presidente da Câmara deveria aproveitar para levar o vereador em questão numa das viaturas da Câmara de forma que possa ver com os seus próprios olhos aquilo que não sabe e talvez nunca tenha visto, o interior do Parque de Campismo.