A “Garrido - Artes Gráficas” vai comemorar em Agosto o seu 25.º Aniversário, ao serviço dos livros e da cultura.
Uma empresa instalada na Zona Industrial de Alpiarça dedicada às artes gráficas onde são imprimidos os livros dos maiores autores portugueses e estrangeiros que periodicamente visitam as instalações da empresa para verem os esboços dos livros que após concluídos tem como destino o mercado livreiro.
Uma empresa que deve orgulhar os alpiarcenses já que 80% do que faz se destina à exportação sendo o restante dos órgãos institucionais e clientes privados.
Uma “quebra” que em nada prejudicou a rentabilidade da firma como a sua credibilidade mas que não deixa de ser lamentável quando a autarquia deveria apoiar e acarinhar as melhores empresas instaladas no concelho, neste caso a mais antiga.
Se o Pelouro da Cultura da Câmara de Alpiarça mantivesse boas relações e soubesse aproveitar a presença dos muitos escritores que visitam constantemente a “Garrido” poderia obter muitos dividendos e benefícios para a cultura local.
Bastava para o efeito manter a melhor relação com a “Gráfica” de forma a que esta sugerisse aos autores que fizessem também em Alpiarça os seus lançamentos literários. Projectava-se assim o nome de Alpiarça e da cultura alpiarcense para atrair ao mesmo tempo visitantes ao concelho por causa dos nomes e dos respectivos lançamentos de livros.
Mas infelizmente os políticos locais em vez de se preocuparem com o desenvolvimento local continuam a estar de “costas voltadas” ou a ignorar quem está disposto a ajudá-los.



2 comentários:
Luis Pires Um bem haja a esta empresa que tanto tem dignificado alpiarça e não só,abraço amigo Garrido.
(Da nossa página do Facebook)
A CDU fartou-s de criticar o filho do Garrido por ir ganhar um balurdio nesse projecto da treta, mas foi só até meterem os boys deles a trabalhar no Gabinete de Apoio. Aí calaram-se bem caladinhos, porque o boy Garrido ainda teria alguma competência, mas o boy Celestino e boy Osório, ninguém lhes reconhece grandes capacidades para ganharem o ordenado que ganham sem saberem ler nem escrever
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