Tudo caminhava no rumo certo, mas….

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Depois...foi o que se viu. Algo correu mal no processo. Mas uma coisa parece certa: Também não será este o melhor caminho para a maioria do Povo português. Será eventualmente para alguns um eldorado. Para outros será uma situação de mais aflição e carência do que o 23 de Abril de 1974. Leia mais em: OS FACTOS: estamos como estamos. Tecnicamente fali...

O mundo dos compadrios

A sensação que nos fica é a de que vivemos num país adiado desde há quase quarenta anos. Em que a liberdade não tem sido acompanhada pela responsabilidade. Em que a cultura não cresceu. Em que se incentivou demasiado o Direito em detrimento do Dever. As propostas foram apenas no sentido económico e todos pensaram viver à grande. Criou-se um mundo de compadrios e facilitismo calc...

PS não é alternativa à actual gestão camarária

Ou o PS arrepia caminho (coisa que não acredito) e apresenta candidatos a quem a população reconhece algum mérito e trabalho feito, ou estará a dar a vitória de mão beijada à CDU. Em relação À CDU, basta ver a sua convivência com a crítica, ou com meras opiniões para saber que a veia stalinista continua lá. Se uma câmara, por um artigo lido por centenas, ameaça com um processo-crime PAGO pelo ERÁRIO PÚBLICO, imaginemos o que faria se por exemplo fosse governo. Leia mais em: Algumas figuras do PS merecem confiança zero

Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012

O silêncio é regra de ouro para os eleitos que se resguardam das críticas do "politicamente incorrecto" e das complicações que lhes possa acarretar


A situação dos imigrantes (falamos como é evidente só dos energúmenos) que apenas vieram, não para trabalhar mas, para que os sustentássemos a troco de nada, já para não falar daquilo que nos roubam violando as nossas próprias casas, é um assunto que já foi bastante discutido no Jornal Alpiarcense sem que alguém responsável pelo governo, forças da ordem ou autarquia tenha dado qualquer explicação.
Outros órgãos de comunicação o fizeram e tiveram igual sorte.
O silêncio sobre o tema parece ser regra de ouro para os eleitos que se resguardam das críticas do "politicamente incorrecto" e das complicações que isso lhes possa acarretar. Enfim, puro instinto de sobrevivência pessoal e estratégia política, num país tão parco em oportunidades de emprego e, muito menos de emprego bem remunerado.
Convenhamos que ser político ou gestor contínua a dar um certo jeito para orientar a vida a qualquer mortal.
Alguns dizem em surdina que a culpa é da CEE. Qualquer cidadão da Comunidade Europeia, pode viver onde lhe aprouver dentro do espaço comunitário.
Bom, e será que isto inclui: cama mesa e roupa lavada, assim sem mais nada? Sem trabalhar? Vivendo à custa dos poucos que ainda trabalham?
Calma aí senhores políticos!
A hospitalidade tem limites!
Ser hospitaleiro não é ser burro!
Por que não começam os políticos tão preocupados com estas pessoas, vindas sabe-se lá de onde, a descontar 20 ou 30% dos seus chorudos ordenados e outros rendimentos, para ajudar esta gente?
Então? Mostrem aí a vossa solidariedade. Não façam figura de grandes humanistas só a contar com o esforço dos outros...
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3 comentários:

Anónimo disse...

Sem qualquer hesitação, assino por baixo deste artigo.
Este pais está cheio de sacripantas engravatados.
Basta uma simples reflexão para chegarmos facilmente a essa conclusão.
São necessários sacrifícios sim, mas não podem atingir com o mesmo impacto quem os decreta.
Faz-me lembrar aquela máxima " Quem parte e reparte e não fica com a maior parte, ou é tolo ou não tem arte."

A.Cardador

Anónimo disse...

Fio de Prumo
Sem honra nem glória
Na maioria das câmaras, vive-se um estranho vazio de poder. Os presidentes já pouco ou nada mandam.
Por:Paulo Morais, Professor Universitário
Na maioria das câmaras portuguesas, vive-se um estranho vazio de poder. Os presidentes já pouco ou nada mandam. E isto porque quase dois terços estão de saída, por força da lei que limita os mandatos.
Nos últimos tempos, com a perspectiva do abandono, os poderes clientelares que os autarcas criaram ao longo de anos começam a rebelar-se contra eles. Multiplicam-se já as lutas fratricidas pela sucessão.
São muitos os jogos de sombras e as manobras de bastidores.
Os presidentes cessantes, salvo honrosas e raras excepções, ficaram embriagados por anos de poder e combatem agora ferozmente pela sua sobrevivência política.
Alguns anseiam por um posto na administração pública ou disputam um cargo numa qualquer empresa pública.
Este caminho é uma tentação sobretudo para os social-democratas, que assim aproveitam a boleia das recentes mudanças governativas. Mas os "tachos" são hoje menos e mais pequenos. E ainda bem!
Há ainda quem tente a sua sobrevivência na política autárquica, anunciando a sua eventual candidatura a um concelho vizinho, cujos eleitores se renderiam aos seus encantos.
Tentam desta forma manter o seu grupo de apoiantes coeso e os seus negócios intactos. Mas sabem que não vão poder candidatar-se.
A lei de limitação de mandatos determina que "o presidente de câmara municipal só pode ser eleito para três mandatos consecutivos". E afirma ainda que "um presidente de câmara municipal, depois de concluídos os mandatos referidos, não pode assumir aquelas funções (de presidente "de" câmara) durante o quadriénio imediatamente subsequente ao último mandato consecutivo permitido". Claro como água.
A limitação de mandatos veio pois condenar os caciques, os presidentes plenipotenciários de outrora, a uma angústia sem solução.
Um lugar na administração pública, pouco provável, não lhes confere o poder nem os negócios a que estão habituados. E uma nova candidatura é uma miragem.
Em desespero e agarrados ao poder, arrastam-se agora até ao final do mandato, sem honra nem glória.

(jornal CM)

Anónimo disse...

Na realidade as medidas de austeridade impostas por este governo parecem não afectar os portugueses em geral.Ainda há gente que continua a viver à grande e à portuguesa ( sim, pq os franceses tb estão pelas ruas da amargura devido à crise) e faça grandes vidas. Basta olhar para o número de casas e carros de luxo que têm sido vendidos em plena "crise".
Ontem como hoje, assim vai Portugal: "Uns vão bem e outros mal."