Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Depois...foi o que se viu. Algo correu mal no processo. Mas uma coisa parece certa: Também não será este o melhor caminho para a maioria do Povo português. Será eventualmente para alguns um eldorado. Para outros será uma situação de mais aflição e carência do que o 23 de Abril de 1974. Leia mais em: OS FACTOS: estamos como estamos. Tecnicamente fali...

O mundo dos compadrios

A sensação que nos fica é a de que vivemos num país adiado desde há quase quarenta anos. Em que a liberdade não tem sido acompanhada pela responsabilidade. Em que a cultura não cresceu. Em que se incentivou demasiado o Direito em detrimento do Dever. As propostas foram apenas no sentido económico e todos pensaram viver à grande. Criou-se um mundo de compadrios e facilitismo calc...

PS não é alternativa à actual gestão camarária

Ou o PS arrepia caminho (coisa que não acredito) e apresenta candidatos a quem a população reconhece algum mérito e trabalho feito, ou estará a dar a vitória de mão beijada à CDU. Em relação À CDU, basta ver a sua convivência com a crítica, ou com meras opiniões para saber que a veia stalinista continua lá. Se uma câmara, por um artigo lido por centenas, ameaça com um processo-crime PAGO pelo ERÁRIO PÚBLICO, imaginemos o que faria se por exemplo fosse governo. Leia mais em: Algumas figuras do PS merecem confiança zero

Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012

ASSIM VAI A NOSSA DEMOCRACIA


Ministério Público abre inquérito a Otelo por sugerir golpe militar
Otelo Saraiva de Carvalho falou recentemente na possibilidade de haver um golpe militar, caso fossem "ultrapassados os limites". 

Fonte ligada ao processo disse à Lusa que a abertura de um inquérito, que corre no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, foi determinada após um grupo de cidadãos ter apresentado queixa sobre o que o "Capitão de Abril" proferiu na entrevista.
Em declarações à agência Lusa, a propósito de uma manifestação de militares que estava marcada para dia 12 de novembro, Otelo Saraiva de Carvalho afirmou ser contra essas manifestações, mas defendeu que, se fossem ultrapassados os limites, com perda de mais direitos, a resposta poderia ser um golpe militar, que a concretizar-se seria mais fácil do que em 1974.
"Para mim, a manifestação dos militares deve ser, ultrapassados os limites, fazer uma operação militar e derrubar o Governo", defendeu Otelo num comentário à "manifestação da família militar". "Não gosto de militares fardados a manifestarem-se na rua. Os militares têm um poder e uma força e não é em manifestações coletivas que devem pedir e exigir coisas", disse. Mas disse compreender as suas razões e que considerava que as mesmas poderiam conduzir a "um novo 25 de Abril".
"Os militares têm a tendência para estabelecer um determinado limite à ac
tuação da classe política". Esse limite, considerou, foi ultrapassado em 1974 e culminou com a "revolução dos cravos". Actualmente, defendeu Otelo, Portugal está "a atingir o limite", corroborando o que anteriormente dissera: "Se soubesse o que sei hoje não teria possivelmente feito o 25 de abril". O coronel na reserva acredita que há condições para os militares tomarem o poder e vai mais longe: "bastam 800 homens".
Em comparação com o golpe de 1974 - do qual afirma ser um "orgulhoso protagonista" -, Otelo considera que um próximo seria até mais fácil, pois "há menos quartéis, logo menos hipóteses de existirem inimigos" da revolução. Questionado sobre a real possibilidade dos militares tomarem o poder, como há 37 anos, Otelo responde perentório: "Não tenho dúvida nenhuma que sim". "Os militares têm sempre essa capacidade, porque têm armas. É o último bastião do poder instituído", afirmou. "Estou convicto que, em qualquer altura, se os militares estiverem dispostos a isso, podem avançar sempre para uma tomada de poder", adiantou.



1 comentários:

Anónimo disse...

Afinal tanto criticaram a Vanda Nunes por ter feito um boletim municipal com muitas fotografias dela e agora publicam um boletim com 4 paginas acerca da homenagem a Lima Fernandes em que o Presidente da Camara é referido mais vezes do que o proprio homenageado. As fotografias são mais que muitas, estupidamente identicas e em quase todas elas aparece o Presidente da Camara. A familia aparece numa ou duas fotografias e a propria imagem de Lima Fernandes raramente aparece.
Afinal são ainda piores do que a outra.