Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Depois...foi o que se viu. Algo correu mal no processo. Mas uma coisa parece certa: Também não será este o melhor caminho para a maioria do Povo português. Será eventualmente para alguns um eldorado. Para outros será uma situação de mais aflição e carência do que o 23 de Abril de 1974. Leia mais em: OS FACTOS: estamos como estamos. Tecnicamente fali...

O mundo dos compadrios

A sensação que nos fica é a de que vivemos num país adiado desde há quase quarenta anos. Em que a liberdade não tem sido acompanhada pela responsabilidade. Em que a cultura não cresceu. Em que se incentivou demasiado o Direito em detrimento do Dever. As propostas foram apenas no sentido económico e todos pensaram viver à grande. Criou-se um mundo de compadrios e facilitismo calc...

PS não é alternativa à actual gestão camarária

Ou o PS arrepia caminho (coisa que não acredito) e apresenta candidatos a quem a população reconhece algum mérito e trabalho feito, ou estará a dar a vitória de mão beijada à CDU. Em relação À CDU, basta ver a sua convivência com a crítica, ou com meras opiniões para saber que a veia stalinista continua lá. Se uma câmara, por um artigo lido por centenas, ameaça com um processo-crime PAGO pelo ERÁRIO PÚBLICO, imaginemos o que faria se por exemplo fosse governo. Leia mais em: Algumas figuras do PS merecem confiança zero

Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012

Provedor de Justiça estuda inconstitucionalidade do corte de subsídios


O Provedor de Justiça diz que já existem várias queixas a pedir a inconstitucionalidade dos cortes nos subsídios de férias e Natal.
O Provedor de Justiça revela, em entrevista ao Jornal de Notícias, que já recebeu várias queixas de funcionários públicos a “pedir a declaração de inconstitucionalidade das normas que cortam o 13º e o 14º mês”. Alfredo de Sousa explica que essas queixas “ficaram congeladas à espera de promulgação” do Orçamento do Estado, porque “só a partir de agora se pode dizer que há uma lei eventualmente inconstitucional”. “Mas [o assunto] já está a ser estudado”, garante.
O Provedor acrescenta que se os juristas da provedoria entenderem que pode haver dúvidas de constitucionalidade sobre s cortes nos subsídios “o provedor pode ir ao Tribunal Constitucional pedir a inconstitucionalidade daquela norma”.
«DE»

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