Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Depois...foi o que se viu. Algo correu mal no processo. Mas uma coisa parece certa: Também não será este o melhor caminho para a maioria do Povo português. Será eventualmente para alguns um eldorado. Para outros será uma situação de mais aflição e carência do que o 23 de Abril de 1974. Leia mais em: OS FACTOS: estamos como estamos. Tecnicamente fali...

O mundo dos compadrios

A sensação que nos fica é a de que vivemos num país adiado desde há quase quarenta anos. Em que a liberdade não tem sido acompanhada pela responsabilidade. Em que a cultura não cresceu. Em que se incentivou demasiado o Direito em detrimento do Dever. As propostas foram apenas no sentido económico e todos pensaram viver à grande. Criou-se um mundo de compadrios e facilitismo calc...

PS não é alternativa à actual gestão camarária

Ou o PS arrepia caminho (coisa que não acredito) e apresenta candidatos a quem a população reconhece algum mérito e trabalho feito, ou estará a dar a vitória de mão beijada à CDU. Em relação À CDU, basta ver a sua convivência com a crítica, ou com meras opiniões para saber que a veia stalinista continua lá. Se uma câmara, por um artigo lido por centenas, ameaça com um processo-crime PAGO pelo ERÁRIO PÚBLICO, imaginemos o que faria se por exemplo fosse governo. Leia mais em: Algumas figuras do PS merecem confiança zero

Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012

Governo vai avançar com extinção de regiões de turismo e pólos turísticos


“ O modelo das regiões de turismo está desadequado. Quem tem que gerir o turismo são os empresários do sector. O Estado tem que acompanhar. Quem faz o turismo não são as organizações onde estão ex-autarcas. A acção do Turismo de Lisboa e Vale do Tejo, por exemplo, é risível e nós em Portugal temos obrigação de apostar mais no turismo. O modelo em que me revejo é o do Turismo de Lisboa em que está o público e o privado”, afirma o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares na referida entrevista.

Actualmente estão em funcionamento cinco regiões de turismo (Porto e Norte, Centro, Vale do Tejo, Alentejo e Algarve) e seis pólos turísticos (Douro, Serra da Estrela, Leiria, Fátima, Oeste, Litoral Alentejano e Alqueva).

São precisamente estas 11 entidades que Miguel Relvas considera ter um modelo caduco e que precisa de ser reformulado. Como alternativa, o governante – que foi presidente da Região de Turismo dos Templários entre 2001 e 2002 – aponta o exemplo do Turismo de Lisboa, onde já funciona um regime de parceria público-privada.

Miguel Relvas vai mais longe do que a secretária de Estado do Turismo, que esta quarta-feira havia anunciado em Lisboa, durante um almoço na Associação de Hotelaria de Portugal, alterações na “promoção interna e externa dos pólos de desenvolvimento turístico”. Segundo o “Publituris”, Cecília Meireles, comprometeu-se a apresentar no próximo dia 16 de Janeiro a nova organizacional territorial do turismo português.
«JN»

2 comentários:

Anónimo disse...

E lá vai o tacho de Rosa do Céu

Anónimo disse...

"A acção do Turismo de Lisboa e Vale do Tejo, por exemplo, é risível". Nunca se percebeu como é que um homem avesso a férias e a todas as formas de lazer foi mandar na maior região de turismo do país. Mas essas e outras coisas talvez a maçonaria saiba responder...