Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Depois...foi o que se viu. Algo correu mal no processo. Mas uma coisa parece certa: Também não será este o melhor caminho para a maioria do Povo português. Será eventualmente para alguns um eldorado. Para outros será uma situação de mais aflição e carência do que o 23 de Abril de 1974. Leia mais em: OS FACTOS: estamos como estamos. Tecnicamente fali...

O mundo dos compadrios

A sensação que nos fica é a de que vivemos num país adiado desde há quase quarenta anos. Em que a liberdade não tem sido acompanhada pela responsabilidade. Em que a cultura não cresceu. Em que se incentivou demasiado o Direito em detrimento do Dever. As propostas foram apenas no sentido económico e todos pensaram viver à grande. Criou-se um mundo de compadrios e facilitismo calc...

PS não é alternativa à actual gestão camarária

Ou o PS arrepia caminho (coisa que não acredito) e apresenta candidatos a quem a população reconhece algum mérito e trabalho feito, ou estará a dar a vitória de mão beijada à CDU. Em relação À CDU, basta ver a sua convivência com a crítica, ou com meras opiniões para saber que a veia stalinista continua lá. Se uma câmara, por um artigo lido por centenas, ameaça com um processo-crime PAGO pelo ERÁRIO PÚBLICO, imaginemos o que faria se por exemplo fosse governo. Leia mais em: Algumas figuras do PS merecem confiança zero

Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012

Funcionária acusada de agredir alunos em escola do Frade de Baixo transferida de escola


A funcionária da escola primária do Frade de Baixo, concelho de Alpiarça, que alguns pais acusam de agredir os seus educandos durante a hora de almoço, foi transferida no reinício das aulas, a 3 de Janeiro, para a EB1/Jardim-de-Infância, em Alpiarça, estando a desempenhar as mesmas funções.
A decisão foi tomada, segundo o presidente da autarquia, Mário Pereira (CDU), para precaver qualquer "incidente" ou atitude "menos correcta". Ainda segundo o autarca, o inquérito disciplinar à funcionária está concluído e vai ser discutido na próxima reunião do executivo camarário.
As crianças, que têm entre três e oito anos, queixaram-se em casa que a "senhora da cantina" dava estalos à hora da refeição. De início os pais não se preocuparam, pensando que era um estalo correctivo, sem maldade ou violência. Quando se aperceberam que os estalos eram frequentes decidiram queixar-se às professoras do primeiro ciclo e do jardim-de-infância.

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