Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Depois...foi o que se viu. Algo correu mal no processo. Mas uma coisa parece certa: Também não será este o melhor caminho para a maioria do Povo português. Será eventualmente para alguns um eldorado. Para outros será uma situação de mais aflição e carência do que o 23 de Abril de 1974. Leia mais em: OS FACTOS: estamos como estamos. Tecnicamente fali...

O mundo dos compadrios

A sensação que nos fica é a de que vivemos num país adiado desde há quase quarenta anos. Em que a liberdade não tem sido acompanhada pela responsabilidade. Em que a cultura não cresceu. Em que se incentivou demasiado o Direito em detrimento do Dever. As propostas foram apenas no sentido económico e todos pensaram viver à grande. Criou-se um mundo de compadrios e facilitismo calc...

PS não é alternativa à actual gestão camarária

Ou o PS arrepia caminho (coisa que não acredito) e apresenta candidatos a quem a população reconhece algum mérito e trabalho feito, ou estará a dar a vitória de mão beijada à CDU. Em relação À CDU, basta ver a sua convivência com a crítica, ou com meras opiniões para saber que a veia stalinista continua lá. Se uma câmara, por um artigo lido por centenas, ameaça com um processo-crime PAGO pelo ERÁRIO PÚBLICO, imaginemos o que faria se por exemplo fosse governo. Leia mais em: Algumas figuras do PS merecem confiança zero

Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012

Apanhar o emprego

Mobilidade. A palavra está na moda e mais não significa do que correr atrás do emprego. O pior é que, na actual conjuntura, os empregos correm mais do que nós. É preciso correr mais depressa.
O Estado nunca pensou em termos de empresa. Não precisava dar lucro e pouco se importava com a produtividade. Esta filosofia criou uma profunda injustiça em relação aos funcionários públicos.
Manuela Ferreira Leite colocou o dedo na ferida ao falar no "patrão falido", que acordou agora para a realidade. Tem empregados a mais, pouco dinheiro e não consegue movimentar a sua mão-de-obra para onde é precisa.
Um exemplo. A repartição de Finanças de Cascais tem menos 50 funcionários do que a lei estipula para um serviço com aquela cobertura geográfica. É preciso mais gente. Se um funcionário da Direcção-geral de Florestas de Palmela, que está no quadro de excedentários, receber formação adequada, porque é que não pode ajudar a repartição de Cascais? Porque mora longe. Respondem os sindicatos. Porque não tem incentivos. Dizem os partidos. É verdade. O emprego está lá. Se calhar a mais de trinta quilómetros de casa… mas demos demasiado avanço. O centro de emprego está mais perto.
Fonte«CM»
Enviado por um leitor

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