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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Mistérios financeiros


Ninguém compreende como é que o Estado intervém num banco e gasta mais do que o dinheiro dos depósitos que era suposto salvaguardar. Convinha que o Ministério das Finanças nos explicasse, como se fôssemos crianças de 4 anos, como é possível tal proeza. Se cada cêntimo de dinheiro dos impostos aplicado no BPN, que custa muito a todos os contribuintes, não for devidamente explicado, fica a suspeita de dois escandalosos casos de polícia no banco.
O primeiro crime é a gestão danosa de Oliveira e Costa & companhia, que deu milhões à família do próprio banqueiro, a Dias Loureiro, Duarte Lima e muitos outros ilustres associados.
O segundo crime pode ser a manobra de engorda de activos tóxicos à conta da intervenção do Estado na Banca.
Outro escândalo é o dos milionários falidos com dívidas incobráveis. Berardo surge nesta novela como o único bode expiatório, mas é apenas a ponta do icebergue. E os banqueiros que ofereceram crédito de milhões para especulação bolsista e ganharam prémios com essas operações ficam impunes. Isto acontece no mesmo país em que um sem-abrigo é severamente punido por uma tentativa de furto de mercadorias com o valor de 25,6 euros.
Fonte:  «Jornal CM»
Enviado por um leitor

4 comentários:

Anónimo disse...

Cem por cento de acordo. O BPN é o maior cancro desta república das bananas...e dos bananas que somos todos nós, a começar pela justiça que temos.

Anónimo disse...

Os responsáveis por esta situação não deveriam se obrigados a trabalho comunitário. Mas sim presos!

Anónimo disse...

eu pago tudo!

pago a expo!
o euro2004!
os submarinos!
o BPN! e bpp e reformas dessa crja toda que se reformou para cabo verde!
pago o tacho aos 250 salvadores na AR e regalias luxuosas!
pago TUDO!
ate dou os meus subsidios todos! ate me podem levar o ordenado que trabalho de borla!

quero é vinhu e futebol!

Anónimo disse...

isto é vergonhoso, anda o povo na miséria para andar a pagar estas reformas milionarias a estes incompetentes que apenas souberam enriquecer à custa do dinheiro dos contribuintes