Tudo caminhava no rumo certo, mas….

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O mundo dos compadrios

A sensação que nos fica é a de que vivemos num país adiado desde há quase quarenta anos. Em que a liberdade não tem sido acompanhada pela responsabilidade. Em que a cultura não cresceu. Em que se incentivou demasiado o Direito em detrimento do Dever. As propostas foram apenas no sentido económico e todos pensaram viver à grande. Criou-se um mundo de compadrios e facilitismo calc...

PS não é alternativa à actual gestão camarária

Ou o PS arrepia caminho (coisa que não acredito) e apresenta candidatos a quem a população reconhece algum mérito e trabalho feito, ou estará a dar a vitória de mão beijada à CDU. Em relação À CDU, basta ver a sua convivência com a crítica, ou com meras opiniões para saber que a veia stalinista continua lá. Se uma câmara, por um artigo lido por centenas, ameaça com um processo-crime PAGO pelo ERÁRIO PÚBLICO, imaginemos o que faria se por exemplo fosse governo. Leia mais em: Algumas figuras do PS merecem confiança zero

Sábado, 11 de Fevereiro de 2012

Assistir à saída de uma reunião da Bernardo Lima lembra a saída de uma missa


 Não vale a pena lançar ideias neste blog porque o executivo CDU "não o lê" (???).
Se há coisa que os comunistas não conseguem é ter abertura a ideias fora das reuniões e das directivas do partido.
Mesmo essas, quando interessam são subvertidas como aconteceu na Assembleia Municipal.
Um dos problemas deste PCP é que só ouvem os "cãezinhos de barro", que na sua grande maioria por falta de abertura e de visão confiam cegamente nas directivas impostas superiormente.
Quem não se lembra na década de 60 e 70 desses objectos decorativos que nas chapeleiras dos carros iam sempre a mover a cabeça com um SIM, SIM, SIM?
É por isso que a politica interna da CDU lembra em certos aspectos uma seita religiosa.
Observar a organização da IURD e comparar com a prática do PCP, encontram-se muitas semelhanças.
Tal como essa seita, o dízimo faz parte das formas de financiamento do partido.

 Assistir à saída de uma reunião da Bernardo Lima lembra a saída de uma missa.
O "pastor" transmitiu os seus superiores conhecimentos, e os fiéis, ainda que não percebendo, confiam cegamente no que lhes é dito e retiram-se com a alma confortada.
No que toca a esta ideia da evolução da Alpiagra, não conseguem dizer que esteja errada.
Mas admitir que a feira local está de ano para ano a definhar, é assumir que falharam no entendimento do que hoje em dia é necessário para atrair a população, especialmente os forasteiros.
Não conseguem perceber os motivos que levam as famílias a deslocar-se de Lisboa a Óbidos, ou a ir comer a sopa de pedra a Almeirim.
Não conseguem interiorizar a forma como as famílias pensam quando aderem a alguma iniciativa.
Por essas e por outras, outros municípios partiram do nível de Alpiarça e hoje estão muito à frente em desenvolvimento.
A única diferença são as iniciativas em relação ao progresso dos homens e mulheres que tomaram as rédeas do concelho.
Por cá, sempre se pensou que o centro do Mundo era Alpiarça, e não que a vila fazia parte de um mundo global.
Os resultados estão à vista de todos...
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