A presidente da Assembleia da República anunciou esta quarta-feira que
este órgão de soberania não terá tolerância de ponto na terça-feira de
Carnaval, uma decisão tomada em conferência de líderes que mereceu a
contestação do PCP e do BE.
«Há um grande universo de funcionários a trabalhar na terça e, em razão de um princípio de equidade, o Parlamento vai também trabalhar na terça», afirmou Assunção Esteves aos jornalistas no final da conferência de líderes.
A presidente do Parlamento notou que, «perante o facto consumado de uma decisão do Governo, sobre um grande universo de funcionários públicos, de trabalhar no Carnaval, independentemente da valoração que o Parlamento faça sobre essa decisão, tem que fazer uma avaliação sobre as consequências dela».
«Não houve unanimidade, mas houve um larguíssimo consenso, que ultrapassou a maioria clássica do Parlamento», acrescentou citada pela Lusa.
O PS, pelo vice-presidente da bancada António Braga, disse «acompanhar os pressupostos» do requerimento apresentado pelo PCP para que houvesse tolerância de ponto e sublinhou que essa foi sempre a sua posição, mas «dado que a administração pública não tem tolerância de ponto, o Parlamento também não» deve tê-la.
«Nós desde o início nos manifestámos contra impedir a tolerância de ponto, mas enunciámos justamente que, dado que a administração pública não tem tolerância de ponto, entendemos que o Parlamento também não devia tê-la e nesse sentido acompanhámos a decisão da senhora presidente», referiu António Braga.
O líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, disse aos jornalistas, no final da conferência de líderes, que a sua bancada não acompanha a decisão da presidente.
Na opinião do PCP, «se a Assembleia não tiver tolerância de ponto pode ficar bem perante o Governo, mas vai ficar mal perante o país».
Já Luís Fazenda, líder da bancada do BE, adiantou ter secundado o requerimento do PCP e defendeu que houvesse tolerância de ponto, cumprindo-se «aquilo que tem sido a praxe e tradição do Parlamento não funcionar na terça-feira de Entrudo».
«Não pensou assim a presidente da Assembleia nem a maioria dos partidos e, como tal, acompanharemos mal uma decisão infundada e insensata do Governo e do primeiro-ministro», declarou.
«Há um grande universo de funcionários a trabalhar na terça e, em razão de um princípio de equidade, o Parlamento vai também trabalhar na terça», afirmou Assunção Esteves aos jornalistas no final da conferência de líderes.
A presidente do Parlamento notou que, «perante o facto consumado de uma decisão do Governo, sobre um grande universo de funcionários públicos, de trabalhar no Carnaval, independentemente da valoração que o Parlamento faça sobre essa decisão, tem que fazer uma avaliação sobre as consequências dela».
«Não houve unanimidade, mas houve um larguíssimo consenso, que ultrapassou a maioria clássica do Parlamento», acrescentou citada pela Lusa.
O PS, pelo vice-presidente da bancada António Braga, disse «acompanhar os pressupostos» do requerimento apresentado pelo PCP para que houvesse tolerância de ponto e sublinhou que essa foi sempre a sua posição, mas «dado que a administração pública não tem tolerância de ponto, o Parlamento também não» deve tê-la.
«Nós desde o início nos manifestámos contra impedir a tolerância de ponto, mas enunciámos justamente que, dado que a administração pública não tem tolerância de ponto, entendemos que o Parlamento também não devia tê-la e nesse sentido acompanhámos a decisão da senhora presidente», referiu António Braga.
O líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, disse aos jornalistas, no final da conferência de líderes, que a sua bancada não acompanha a decisão da presidente.
Na opinião do PCP, «se a Assembleia não tiver tolerância de ponto pode ficar bem perante o Governo, mas vai ficar mal perante o país».
Já Luís Fazenda, líder da bancada do BE, adiantou ter secundado o requerimento do PCP e defendeu que houvesse tolerância de ponto, cumprindo-se «aquilo que tem sido a praxe e tradição do Parlamento não funcionar na terça-feira de Entrudo».
«Não pensou assim a presidente da Assembleia nem a maioria dos partidos e, como tal, acompanharemos mal uma decisão infundada e insensata do Governo e do primeiro-ministro», declarou.
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