Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Tudo caminhava no rumo certo, mas….

Depois...foi o que se viu. Algo correu mal no processo. Mas uma coisa parece certa: Também não será este o melhor caminho para a maioria do Povo português. Será eventualmente para alguns um eldorado. Para outros será uma situação de mais aflição e carência do que o 23 de Abril de 1974. Leia mais em: OS FACTOS: estamos como estamos. Tecnicamente fali...

O mundo dos compadrios

A sensação que nos fica é a de que vivemos num país adiado desde há quase quarenta anos. Em que a liberdade não tem sido acompanhada pela responsabilidade. Em que a cultura não cresceu. Em que se incentivou demasiado o Direito em detrimento do Dever. As propostas foram apenas no sentido económico e todos pensaram viver à grande. Criou-se um mundo de compadrios e facilitismo calc...

PS não é alternativa à actual gestão camarária

Ou o PS arrepia caminho (coisa que não acredito) e apresenta candidatos a quem a população reconhece algum mérito e trabalho feito, ou estará a dar a vitória de mão beijada à CDU. Em relação À CDU, basta ver a sua convivência com a crítica, ou com meras opiniões para saber que a veia stalinista continua lá. Se uma câmara, por um artigo lido por centenas, ameaça com um processo-crime PAGO pelo ERÁRIO PÚBLICO, imaginemos o que faria se por exemplo fosse governo. Leia mais em: Algumas figuras do PS merecem confiança zero

Domingo, 8 de Janeiro de 2012

SERÁ ESTA A LEI DO SALVE-SE QUEM PUDER?

«Holanda é o país que oferece melhores garantias»
Soares dos Santos diz que ida para a Holanda não se deveu a impostos mas haverá vantagens fiscais
«A Holanda é o país que melhores garantias oferece à iniciativa privada». Estas são palavras de Alexandre Soares dos Santos, que, apesar de admitir as vantagens fiscais de que a Jerónimo Martins - dona do Pingo Doce - tem naquele país, nega que a decisão da transferência de 56% do capital da JM, para a subsidiária na Holanda, tenha tido por base questões ligadas a impostos.
Em entrevista ao jornal «Expresso», o presidente do Conselho de Administração da dona do Pingo Doce abre o jogo e explica que o plano teve a ver com a «falta de estabilidade fiscal em Portugal» e «muito por causa dos acordos que tem ao nível da dupla tributação». 
Sobre as críticas de que esta decisão tem sido alvo, como por exemplo a criação de páginas na rede social Facebook que apelam ao «Boicote ao Pingo Doce».
Enviado por um leitor

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