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sábado, 8 de setembro de 2012

OPINIÃO: Salazar sempre procurou ter o domínio da nação

 "...A pseudo democracia em que vivemos é hoje um regime mais autoritário do que o anterior. Enquanto o anterior regime governava em função do rumo que entendiam que o País devia tomar (certo ou errado), hoje governa-se em função dos interesses dos grandes grupos económicos, da alta finança internacional e de interesses particulares dos políticos e dos seus amigos..."

 Caro comentador (""A democracia Portuguesa dos Esquerdelhos Falhados...":) mantendo o nível da conversa elevada, seria útil haver uma discussão sem dogmas e sem ideias pré- formadas.
Antes de 1974 havia um responsável. Salazar (foto) até à queda da cadeira e depois Marcelo Caetano. Havia ainda um "Cavaco" nesses tempos que se chamava Américo Tomaz.
O que não pode negar é que Salazar sempre procurou ter o domínio da nação.
Multinacionais poderosas, grandes grupos económicos e outros colossos que punham em causa o Estado e a soberania, não eram bem vindos.
A que assistimos agora?
Manda a Troika, manda a Banca, manda a Galp, manda a EDP, manda a PT, Zon, etc...
Por exemplo, o BES está envolvido em todos os crimes e nunca foi condenado.
Os governos, fingem que governam, mas não tomam nenhuma medida sem consultar todas essas empresas.
Fala o meu caro em liberdade?
Que liberdade pode haver quando não há pão, nem forma do arranjar?
O que é indesmentível no artigo é que acabamos com todo o tecido empresarial que gerava empregos, PIB, e independência nacional.
Estar "orgulhosamente sós", quanto a mim não é defeito, é virtude!
Nunca gostei de fazer parte da manada e que me formatassem as ideias.
Prova disso é a CEE, que estamos "orgulhosamente juntos", mas que, uns dominam os outros em nome da união, da comunidade, ou daquilo que lhe quiser chamar.
Não podemos desvalorizar a moeda para implementar as exportações, nem podemos sequer dizer que determinada obra tem de ser feita por uma empresa portuguesa.
A globalização é isso!
 Deixamos de ser um País, para sermos um ponto no Mundo.
A esquerda tem tanta culpa como a direita.
Exigindo leis e benefícios absurdos, compactuando com a distribuição de "tachos", apoiando a criação de inúmeros organismos que de fiscalizadores ou de úteis, só têm o nome levaram à multiplicação de despesas públicas.
Veja por exemplo qual a posição do BE e do PCP em relação à nacionalização do BPN e à construção do TGV...
É preciso ser politicamente incompetente para apoiar medidas que transferem o dinheiro do povo para os grandes consórcios internacionais, ou no caso do BPN, para encobrir os crimes de ladroagem.
Empregos artificiais, sem garantir que a maior parte das obras é atribuída a produção nacional só enche os bolsos dos capitalistas e da finança.
A pseudo democracia em que vivemos é hoje um regime mais autoritário do que o anterior.
Enquanto o anterior regime governava em função do rumo que entendiam que o País devia tomar (certo ou errado), hoje governa-se em função dos interesses dos grandes grupos económicos, da alta finança internacional e de interesses particulares dos políticos e dos seus amigos.
As obras faziam-se em nome do interesse nacional e eram PAGAS, e desde 1974 fazem-se para que os "amigos" enriqueçam e depois a factura é diluída pelos tempos, e no fim, pagam sempre os mesmos.
Quando o comentador diz "Veio o 25 de Abril e os vigaristas que estavam escondidos em França, Rússia e Argélia voltaram e as consequências foram 3 bancarrotas", tem toda a razão.
Ninguém se pode esquecer que aconteceu o ROUBO ao Banco de Portugal da Figueira da Foz e nunca ninguém prestou contas para que esse dinheiro serviu.
Se a justificação para o roubo fosse a compra de armas para derrubar o regime, admitia.
Mas não foi! Os LADRÕES, apareceram passados uns anos como "grandes lutadores", mas nunca justificaram onde tinham investido o dinheiro, nem se lhes conheceu grande actividade opositora.
Fez mais Humberto Delgado, ou Henrique Galvão (sem militarem em qualquer partido) contra o regime do que todos os "pseudo antifascistas" juntos.
Enquanto o anterior regime governava em função do rumo que entendiam que o País devia tomar (certo ou errado), hoje governa-se em função dos interesses dos grandes grupos económicos, da alta finança internacional e de interesses particulares dos políticos e dos seus amigos.

  
De um comentarista

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