Os "abutres" como sempre, já sobrevoam a zona à espera de cadáver. São uma espécie que sobrevive à custa da desgraça alheia.
Calma! As coisas são como elas são e nem sempre são como nós julgamos.
Se há prova da falta do dinheiro, há que apurar os factos e os responsáveis por esses factos.
Que cada um assuma as suas responsabilidades. Por outro lado, ninguém pode ser condenado sem prévio julgamento judicial que reunirá as provas de incriminação (ou não) julgadas necessárias. Até lá, qualquer cidadão na situação de acusado, deverá ser considerado inocente.
É o que diz a nossa Lei.
Por isso, não façam julgamentos sumários para os quais não estão habilitados.
Deixem que as coisas sejam investigadas e analisadas por quem tem competência para o fazer.
"Cada macaco no seu galho"!
É que pensando bem, quando estas coisas acontecem, e repare-se que a causa pode ser intencional ou negligente, nem sempre a culpa é apenas dos apontados como autores materiais dos factos. É também daqueles que permitiram que isso tivesse acontecido.
Como é normal, nestas instituições existem vários orgãos, a saber: Assembleia-Geral, Direcção e Conselho Fiscal. Ao Conselho Fiscal "compete fiscalizar os actos administrativos e financeiros da Direcção, verificar as suas contas e relatórios e dar parecer sobre os actos que impliquem aumento de despesas e diminuição de receitas sociais."
Por isso defendemos, se todos tivessem consciência dos seus deveres e obrigações e do pleno significado das suas funções, as coisas não atingiriam muitas vezes as proporções constatadas.
Por muita seriedade que haja, em momento de fraqueza, ninguém está imune à cobiça e ao desejo. E muito particularmente, quando se trata de algo ligado ao produto genético do capitalismo: o dinheiro.
Faz parte da essência humana. Não há nada a fazer.
Ou melhor, o que se poderá fazer, é estar atento e cada um desempenhar cabalmente o seu papel.
Se há prova da falta do dinheiro, há que apurar os factos e os responsáveis por esses factos.
Que cada um assuma as suas responsabilidades. Por outro lado, ninguém pode ser condenado sem prévio julgamento judicial que reunirá as provas de incriminação (ou não) julgadas necessárias. Até lá, qualquer cidadão na situação de acusado, deverá ser considerado inocente.
É o que diz a nossa Lei.
Por isso, não façam julgamentos sumários para os quais não estão habilitados.
Deixem que as coisas sejam investigadas e analisadas por quem tem competência para o fazer.
"Cada macaco no seu galho"!
É que pensando bem, quando estas coisas acontecem, e repare-se que a causa pode ser intencional ou negligente, nem sempre a culpa é apenas dos apontados como autores materiais dos factos. É também daqueles que permitiram que isso tivesse acontecido.
Como é normal, nestas instituições existem vários orgãos, a saber: Assembleia-Geral, Direcção e Conselho Fiscal. Ao Conselho Fiscal "compete fiscalizar os actos administrativos e financeiros da Direcção, verificar as suas contas e relatórios e dar parecer sobre os actos que impliquem aumento de despesas e diminuição de receitas sociais."
Por isso defendemos, se todos tivessem consciência dos seus deveres e obrigações e do pleno significado das suas funções, as coisas não atingiriam muitas vezes as proporções constatadas.
Por muita seriedade que haja, em momento de fraqueza, ninguém está imune à cobiça e ao desejo. E muito particularmente, quando se trata de algo ligado ao produto genético do capitalismo: o dinheiro.
Faz parte da essência humana. Não há nada a fazer.
Ou melhor, o que se poderá fazer, é estar atento e cada um desempenhar cabalmente o seu papel.
Por: Xico Frade
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3 comentários:
Congratulo o blogue Jornal Alpiarcense por este artigo do "galho e do macaco" que quanto a mim merece figurar em qualquer manual de preceitos sociais, nomeadamente deste país mais ou menos organizado por gente desorganizada.
Também penso que esta situação poderia ser evitada se houvesse um pouco mais de controlo e atenção da parte dirigente e conselho fiscal.
À partida somos todos pessoas honestas, confiáveis etc. mas os estatutos de qualquer associação e os órgãos designados existem.
Se existem é por alguma razão, não acham?
Os Lares de idosos parecem andar em maré de azar. Há uns tempos sucedeu o mesmo noutro Lar de uma terra vizinha.
Por que será? Se calhar há aqui pano para mangas.
Alguns funcionários terão ficado com a fama de ter praticado os "desvios". Será que tiveram o proveito? Será que as coisas se passaram mesmo assim?
Uma coisa é certa, a imagem que fica não é abonatória para ninguém.
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