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terça-feira, 22 de setembro de 2015

Amizades Secretas

Por: Gabriel Tapadas Marques
Foi um trocadilho (ler em: "Tudo uma questão de "linguagem secreta"":) com muita intenção, para as pessoas pensarem bem em quem vão entregar o seu mais valioso bem (o seu voto). Como não se identificou, não sei a sua idade, e como deixei aí amigos até de tenra idade, quem sabe se você não é um deles, que não chegou a conhecer, um D. Sebastião que tinha por nome ( PRD. partido renovador democrático) que teve a curta duração duma gestação.
Quanto á sua observação de MINDERICO, o meu conhecimento, indica que Minderico são os naturais de Minde . E mindrico, tem a baixo uma fonte oficial onde prova que não escrevi errado. Mas como a língua portuguesa é tão rica em sinónimos, até talvez tenhamos os dois razão. Mas não vou mais discutir esse assunto. Só lhe quero chamar atenção para a sua parábola, que embora me encontre há mais de 10 anos no Brasil, preservo muito a minha língua pátria. Não troco batatas por bananas. Se um dia aí for e nos encontramos e numa conversa usar termos diferentes, não é por vaidade. Mas sim pelo habito que vamos adquirindo ao conviver com pessoas que usam termos diferentes, do Português de Portugal
Se se quiser identificar para mim, fica autorizado a pedir o meu e-mail ao Diretor deste jornal, terei muito prazer em (bater um papo ou ter uma prosa agradável com este amigo, por agora secreto).
PS: Já pensei em um dia pedir ao Diretor deste jornal, para ilustrar algumas das diferentes expressões, que os nossos irmãos usam, assim como nome de coisas. Fica aqui uma de exemplo (fita métrica, se chama de TRENA)
Notas:
ATUALIDAE
Mindrico: A fala secreta dos têxteis de Minde e Mira de Aire
O calão mindrico, falado nas zonas de Minde e Mira de Aire, é um falar secreto sem características para ser considerado língua como o mirandês, defendem estudiosos. 

8 comentários:

Anónimo disse...

Caro Gabriel Tapadas, como é hábito dizer-se "devemos seguir os bons exemplos e não os maus" e também "quando cometemos um erro este deve ser imediatamente corrigido e não repetido". O meu amigo entende que não é bem assim e toca de repetir e defender o indefensável. Na política também há quem defenda que mais vale quebrar que torcer. O importante é confiar cegamente, ser fiel devoto até ao fim da vida mesmo que a vida nos ensine e nos demonstre o contrário. Enfim, são modos de estar na própria vida.
Quanto ao MINDRICO, o senhor cita o jornal "Expresso" como "fonte oficial" e "prova de que não está errado". Ora o "Expresso" não é fonte oficial da língua portuguesa coisa nenhuma. O "Expresso" embora seja um periódico profissional respeitável tem colaboradores que também cometem "gafes" e a redação e supervisão nem sempre dão por isso. Aliás, se usarmos o Google como motor de busca poderemos ver que esse seu link aparece uma vez, mas primeiro encontramos nomes próprios, e outras referências de origem não oficial. Poderemos até encontrar muitas outras referências do próprio “Expresso” em que a grafia é “Minderico” e não “Mindrico”. Nós no Ribatejo e Alentejo também dizemos “na sê” e todos temos consciência que devemos escrever “não sei”, não é verdade? Pelo contrário, se procurarmos por Minderico, então aí sim, surgem de facto as fontes oficiais credíveis da língua portuguesa e até do "calão" Minderico ou "Piação do Ninhou".
Agora se o meu amigo é daqueles que "antes quebrar que torcer" mesmo perante as evidências, já não é da minha lavra.

Um abraço e mande sempre.

M. Ramos

Anónimo disse...

Então sr. Gabriel será que tem palheta bastante para contrariar a imagem aqui reproduzida pelo sr. Ramos acerca do Minderico de modo tão eloquente e categórico? Ou é preciso mais "explicadura" na piação? Reparei também que levou um toque de calcanhar relativamente à política que defende e que caiu em desuso, tal como o Xarales do Ninhou.
Pois é, às vezes mais vale ficar caladinho como eu. Como diz o outro: "quem te mandou a ti sapateiro quereres tocar rabecão..."

Anónimo disse...

Quando entramos em pontos de vista tão importantes como a nossa posição social e politica, não podemos vir para um jornal dizer o que bem nos apetece e não se idenficar.
Assim eu estou em desvantagem.
Já lhe disse que esta autorizado a pedir o meu correio eletrónico ao Sr Centeio.
Mas não se esconda cobardemente a traz do anonimato. Fica muito mal para quem quer ser tão elequente.
Identifique-se e fale comigo. Caso coso contrário, fique na sua . Não necessito de avalição do meu conhecimento e muito menos da minha conduta social e politica.
Gabriel Tapadas Marques
Gabriel Tapadas Marques

Jornal Alpiarcense disse...

Visto o comentarista das 16:27 não querer identificar-se o assunto fica encerrado para evitar futuros diálogos do género

Antonio Pedro de Silva-Chora Barrôso disse...

copios charais
mas marjavantes samoucais

a piação da terruja das menizas jorda-se há tantos planetas ou camila de planetas anchos q nem engenho tarear neto de tal patente
sou um penetra palhoto que jorda a piação e escarmunco didis quadrilheiros q piam no de belem sem chaveca nem carranchice pela piação
para ambrosio fica didi e rõe

lince ancho
pedro barroso

Anónimo disse...

Claro que Pedro barroso com o tal debate em mindrico, que propôs aos outros candidatos do Ribatejo, ganharia de 10-0
Não ponho em causa um calão popular, que respeito muito. Mas quantos Mindericos, sabem o significado das suas palavras em mindrico?.
Gabriel Tapadas Marques

Anónimo disse...

O António Centeio tinha razão ao dar este assunto do "minderico" por terminado. Não seria certamente pelo facto de um despretensioso comentarista anónimo botar aqui a sua opinião e não se identificar...É que há pessoas mais teimosas que um burro que teima em não andar!
O nosso amigo Pedro Barroso colocou aqui isso mesmo em "piação" mas, pelos vistos, não vale a pena pregar aos peixes. É tempo perdido!

Anónimo disse...

Completamente de acordo. Todos nós temos olhos na cara para ver as coisas, não é meus amigos? E não é preciso ser mestre na arte de escrever ou ter uma cultura por aí além. Isso deixamos a quem sabe. Mais, estar em "desvantagem" em relação a um anónimo que escreve BEM é simplesmente escrever MAL.