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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Futuro líder da UGT quer rasgar acordo assinado com o Governo

 O futuro secretário-geral da UGT quer romper com o acordo de concertação social assinado com o Governo e as confederações patronais. É a proposta que pretende levar, esta terça-feira, ao Secretariado Nacional da UGT que se reúne para analisar as novas medidas de austeridade.

Numa mensagem publicada na sua página na rede social Facebook, Carlos Silva critica as medidas anunciadas pelo primeiro-ministro e exorta à mobilização dos trabalhadores.

Em reacção ao aumento dos descontos e consequente corte de salários, o futuro líder da UGT considera que o Governo ultrapassou todos os limites e, por isso, quer que a central “denuncie” de imediato o contrato tripartido assinado em Janeiro. Argumenta que é o mínimo que pode fazer face à atitude do Governo que considera um “traição sem perdão, a quem de boa-fé assinou o acordo”.

Para ao sindicalista indigitado para liderar os destinos da UGT a partir d 2013 é tempo de dizer basta exorta à mobilização nas ruas e nas empresas.

Questiona como é que é possível que o Governo venha espoliar mais 7% aos parcos rendimentos de quem trabalha ao mesmo tempo que alivia as empresas em 5,75%.

A CGTP decidiu realizar uma acção de luta nacional ainda este mês. Deve ser uma manifestação, a realizar em Lisboa dia 29,mas a confirmação deve ser feita em conselho geral extraordinário da intersindical. 
«RR»

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