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sábado, 29 de maio de 2010

Magalhães com dívida de 110 milhões

As conclusões da Comissão de Inquérito ao Magalhães revelam que TMN, Optimus, Vodafone e Zon reclamam uma dívida de 109,1 milhões de euros à Fundação para as Comunicações Móveis (FCM), um valor que poderá ser pago pelo Governo, já que as empresas equiparam os compromissos da FCM à Dívida da República.
O relatório, elaborado pela deputada do PSD Carina João Oliveira, e colaboradora deste jornal, adianta que a FCM tinha uma disponibilidade de 501,7 milhões em fundos públicos para aplicar no programa “Iniciativas”, no qual se inclui o Magalhães. No entanto, a deputada diz ter sido impossível calcular o valor específico do custo do Magalhães.
O relatório conclui ainda que o Governo "obrigou" os operadores a entrar neste projecto, tendo utilizado a FCM como "intermediário", o que criou "uma situação de monopólio" para a empresa JP Sá Couto. A deputada pede também que este relatório, que vai ser discutido e votado na próxima semana, seja enviado para o Tribunal de Contas e para a Comissão Europeia.
«CM»

2 comentários:

Anónimo disse...

Segundo consta na imprensa de hoje, Hugo Chavez terá encomendado uns milhares de Magalhães para o seu país (Venezuela) nesta visita rápida do 1º ministro Sócrates e alguns (poucos) empresários àquele país.
O estadista deve ter ficado bastante impressionado com a resistência do Magalhães (comercializado para a América Latina com outro nome) quando atirou o "minorca" ao chão e este resistiu ao impacto da queda, durante a sua última visita a alguns países europeus nos quais esteve incluído Portugal.


Repórter Y

Anónimo disse...

(Texto Rectificado)

Segundo consta na imprensa de hoje, Hugo Chavez terá reiterado a encomenda de uns milhares de Magalhães para o seu país (Venezuela) nesta visita rápida do 1º ministro Sócrates e alguns (poucos) empresários àquele país. Com a condição de 500.000 unidades serem produzidas na Venezuela.
O estadista deve ter ficado bastante impressionado com a resistência do Magalhães (comercializado para a América Latina com outro nome) quando atirou o "minorca" ao chão e este resistiu ao impacto da queda. O contrato teria sido formalizado durante a sua última visita a alguns países europeus nos quais esteve incluído Portugal.

Nota: Afinal o presidente venezuelano fez mesmo uma demonstração da resistência do Magalhães, para quem quis ver, num seu programa de televisão naquele país.

Repórter Y