A directora do almanaque Borda d’Água, Célia Cadete, reage numa
entrevista ao Diário de Notícias à comparação feita pelo deputado do
PCP, Bruno Dias, entre a publicação pela qual é responsável e a
estratégia do Governo, referindo que achou “um piadão” à analogia.
“Achei um piadão e considero que foi óptimo para a promoção do
almanaque, até porque ficou ali claro que o Borda d’Água acerta muito
mais do que o Governo”, comenta a directora do almanaque, Célia Cadete,
em relação à analogia estabelecida pelo deputado do PCP, Bruno Dias,
entre o Borda d’Água e a estratégia governamental.
E, prossegue a
responsável em entrevista ao Diário de Notícias, “as nossas previsões
não costumam falhar” enquanto “as do Governo quase nunca batem certo.
Agora até dizem que a culpa é do tempo”.
Célia Cadete vai mais
longe e assinala que recomendaria mesmo a consulta do almanaque aos
membros do Executivo, “porque se o ministro das Finanças [Vítor Gaspar],
que se queixou do tempo, lesse o Borda d’Água ficaria a perceber que há
previsões que acertam”.
“Nós utilizamos alguma informação do
senso comum e alguma informação científica. Já o Governo é só palavreado
que nada tem de credível”, destaca ainda a directora do Borda d’Água.
Quanto
ao estado de tempo para os próximos meses, Célia Cadete adianta que “os
dias de Verão podem ser só quatro ou cinco em Julho” e que “o Outono
começa em Agosto e deverá ser muito ventoso e com muita chuva”.
«NM»

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