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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Primo Primaz,estou de acordo com quase tudo o que escreveu.

Mas acha normal que se ande a achincalhar certas pessoas quando as regras que lhes permitem ter certas posições são feitas por outros?

Acha normal que se discuta com as pessoas erradas? Se as leis estão mal, reclamem junto de quem as fez.

Acha normal que, nesta terra, qualquer coisa que se faça dê tanto brado. Com toda a gente a querer o seu lugarzinho, com acusações mutuas, e depois nada é concretizado?

Acha normal que se tenha andado a exigir uma solução à Sónia Sanfona e, quando ela a apresenta, com cunhas ou sem cunhas, vêm dizer que é tudo uma aldrabice?

Acha normal que, só por ter mudado a direcção de uma colectividade os seus frequentadores mudem também?

Acha normal que, passados 35 anos sobre o 25 de Abril, se fale do tempo do Estado Novo, como tivesse sido ontem?

«Palavras dos nossos leitores»

Mais uma vez, é bom relembrar a historia do concelho no pos-Abril.


As pessoas por vezes esquecem-se que naqueles tempos conturbados, existiram aproveitamentos que na maior parte das situações nem tinham a ver com ideologias politicas.

Havia quem se intitulasse como comunista ou se filiasse no partido apenas para tirar aproveitamento pessoal das expropriações, muitas delas com a conivência dos proprietarios que viram isso como uma oportunidade de ouro para resolver a situação de ruptura financeira das suas explorações.

Só é pena que agora em tempo de eleições exista quem tente fazer uma colagem das pessoas do projecto da CDU para Alpiarça aos muitos oportunistas que de comunistas tinham apenas um cartão de filiação e que nos anos seguintes, com o fim da 'teta' se aventuraram nos partidos que viriam a comandar os destinos de Portugal porque eram aqueles que lhes garantiam o bem estar económico.

Quando vejo as caras desta Lista:

- Mario Fernando, militante de há longa data do PCP, com um passado sem qualquer rabo-de-palha, um homem do povo, humilde, com ideias validas sobre aquilo que deveria ser Alpiarça.

- O Carlos Jorge, desde sempre com uma vida ligada à terra e ao ciclismo, nomeadamente nas camadas mais jovens, com experiencia autárquica como vereador.

- O Mário Peixinho, agricultor, um dos mais activos intervenientes na vida autárquica como Vereador do concelho onde reside.

- O Henrique Santana, presidente dos Águias e bem conhecido de toda a gente.

- o Mário Santiago, dos Águias e Presidente dos Dadores de Sangue

- O Celestino Brasileiro, filho do Álvaro, que já foi Presidente da Junta

- A Inês, que faz parte das listas para a Assembleia da Republica

- O Amaral, quem não o conhece ?

- O Jota, que esteve também na Câmara e ligado ao Futebol Juvenil

- O Jorge Atela, mais um que toda a gente conhece

- O Chico Zé

- O Lima Fernandes, outro que dispensa apresentações

- Até o Orlando e o Nuno Prates lá estão, entre tantos outros que são bem conhecidos em Alpiarça

É por isso que acredito ainda mais neste projecto da CDU. Se o objectivo destes fosse o aproveitamento pessoal de uma candidatura, já andavam a militar desde há muito noutras forças politicas como o PS ou o PSD. Ainda por cima, com tantos independentes, só lá estão porque querem, porque da parte do PS e do PSD, qualquer um seria desejado nem que fosse para dar visibilidade e credibilizar as Listas.

Ou será que alguém tem a coragem de dizer que não os queria no PS ou PSD ?
«Palavras dos leitores»

Turismo de Lisboa e Vale do Tejo no Norteshopping

Nos dias 4, 5 e 6 de Setembro, a promoção da TLVT muda-se de armas e bagagens para o grande Porto, para divulgar produtos e marcas turísticas de Lisboa e Vale do Tejo. Hoteleiros, empresas de animação, artesãos, adegas e doçarias estarão presentes com os seus melhores produtos e com os seus melhores preços, para que o norte tenha uma oportunidade única de Descobrir o Portugal Maior, que fica mais ao sul.

Vão marcar presença o Grupo Hoteleiro José Cristóvão, a Coudelaria Henrique Abecassis, a Tróia Cruse, a Descaminho, a Associação de Campos de Golfe da Região de Lisboa, a Adega Cooperativa do Cartaxo, a Quinta da Alorna de Almeirim, a Casa Paciência de Alpiarça, o Solar dos Loendros, o Casal das Freiras, a Quinta do Cavalinho, de Tomar e a Casa Mãe da Rota dos Vinhos da Península de Setúbal. Passarão por lá o Grupo de Gaiteiros da Carregueira, Palmela, o Rancho Folclórico os Camponeses de Riachos, o Grupo de Teatro Poeta Artes e os Tabuleiros de Tomar.
A doçaria regional está no seu máximo, com celestes, pampilhos, tortas de Azeitão, beija-me depressa e bolos de cama. Os queijos de cabra, ovelha ou de mistura podem ser degustados e apaladados com os vinhos da região. Saliência, ainda, para a olaria conventual de Margarida Evaristo, as bonecas de cana de Conceição Bento, os trabalhos em escama de peixe e trabalhos em fio de ouro e prata de Margarida Alface e Adalberta Marques.
«Rádio Hertz»

Somos todos um pouco testemunhas e réus do que se vai passando em Alpiarça

Fico feliz por ter sido contada esta história da Cooperativa Unidade, não a conhecia, mas sei perfeitamente quem foi o empregado de confiança.

Há 2 ou 3 anos num almoço de um casamento e de lágrima ao canto do olho esse homem contou-me porque foi despedido há uns anos da AgroAlpiarça. Teve o arrojo de enfrentar quem quis esconder o roubo da vaca, depois de ele próprio se ter certificado como tinha sido roubada a vaca, como tinha sido arrastada por um tractor, esfolada e a pele enterrada numa courela, que foi passada à grade de discos para apagar vestígios.

Não me quero fazer de vítima, mas eu bem sei também porque fui afastado da autarquia, há coisas que não de podem saber.

Todos somos um pouco testemunhas e réus do que se vai passando cá pela Parvónia.
« De um Leitor do Jornal Alpiarcense»

A extinta Cooperativa “Unidade” foi ocupada pacificamente e com o acordo dos donos

Escrever sobre as “cooperativas alpiarcenses” é uma proeza insólita, se tivermos em atenção a quantidade enorme de cooperativas que foram criadas após o “25 de Abril” e as histórias que as rodeiam.

As histórias contadas por pessoas envolvidas nos processos revolucionários da altura são de tal forma rocambolescas e cheias de enredos que na verdade dava matéria para uma autêntica “novela”. Do que nos contaram e daquilo que o tempo apagou, ficamos a saber coisas do arco-da-velha que não passa pela cabeça de ninguém.

Actos de heroísmo e de cobardia, traições e oportunismo, sacanices, de tudo um pouco se ouviu no deambular de porta-a-porta para termos a certeza daquilo que queríamos saber e escrever. Tantas contradições que chegamos à conclusão que o melhor a fazer é esquecer o assunto porque grande parte dos intervenientes já não está no “mundo dos vivos”. Aqueles que nos contaram algumas “historietas” recusaram-se a “dar a cara” ou a assinar um “termo de responsabilidade” para publicarmos aquilo que nos disseram. Como tal “Jornal Alpiarcense” pouco pode adiantar porque os testemunhos e provas não podem ser de conhecimento público.

Assim, a “página principal do enredo” fica na memória do autor deste texto porque impedido foi na publicação em virtude da recusa dos poucos protagonistas existentes.

A desculpa de que a «época era de efervescência» não é razão para desculpar os maiores disparates individuais oriundos da política então vigente, porque os intervenientes, eram pessoas com plena consciência do que estavam a fazer.

Podemos adiantar que todos os actos praticados na época mais não foram do que os reflexos da vingança para com a opressão. As pessoas envolvidas nas situações e no «acabar com os patrões» levaram-nas quase à loucura, permitindo que «vale tudo menos tirar olhos». Até as autoridades fechavam os olhos ao que se fazia e tudo era permitido.

Mas as «coisas que se falam por Alpiarça quanto ao oportunismo de algumas pessoas, correspondem à verdade» assim nos confirmou quem nos quis ouvir mas que se recusou a prestar declarações escritas para que não fossem tornadas públicas.

Temos pena de não o poder fazer, mas as circunstâncias e as consequências que daqui poderiam advir para os nossos entrevistados levam-nos a ter que encerrar aquilo que nem sequer começou.

A todos aqueles que agora possam dizer por outras palavras o que aconteceu, falta-lhes a veracidade e autenticidade da afirmação porque os verdadeiros protagonistas não o fazem por causa das sequelas, logo: o que for dito «serão apenas vozes do povo que nada sabe» porque situações como o «emigrante que deixou o pais onde trabalhava já a quase vinte anos para vir para a sua terra natal (Alpiarça) passando de empregado a patrão, ganhando mais em meia dúzia de anos em Alpiarça do que aquilo que nunca conseguiu na sua “Amada França”.
São páginas que temos que omitir ou não relembrar como alguns “patrões” que espezinharam e exploraram os seus empregados, após a confusão das “cooperativas” dando a «volta ao texto» para passarem a “cooperantes” conseguindo assim que as suas empresas não fossem “ocupadas” como não pagassem indemnizações a quem lhes iria fazer frente. Foi nesta altura que tudo que «era empreiteiro» passou a ser «director cooperante». De pouco valeu.

Que o passado fique na memória de cada um e que as “ocupações em Alpiarça” continuem a ser «coisas do povo» como nos disse um interveniente directo nestas “embrulhadas”.

Resta-nos a mais ruinosa cooperativa existente em Alpiarça, a “AgroAlpiarça”. O texto que segue foi-nos retransmitido fielmente por quem estava dentro da situação e participou nas mudanças todas. O seu nome é omitido porque assim nos foi exigido, caso contrário o texto que se segue não seria publicado.


***

A antiga Cooperativa “Unidade” foi a única na época de 1974/1975 que foi ocupada com os portões fechados e com a combinação de todos os empregados porque foi o próprio proprietário (Jacinto Falcão) que pediu ao então “feitor e empregado de confiança” que ocupassem simbolicamente todos os terrenos da família “Duarte” porque a situação financeira estava de rastos.

Preferiu o principal “Duarte” que os seus terrenos fossem ocupados pelos seus próprios trabalhadores caso contrário passariam para a posse da banca já que se encontravam quase todos hipotecados.

Para que nada disto acontecesse, como não aconteceu, os herdeiros pediram ao “funcionário de confiança (proposto e nomeado para o efeito) que os trabalhadores ocupassem pacificamente todos os bens porque Jacinto Duarte sabia por informações obtidas, de pessoas influentes na altura, que todas as dívidas para com os proprietários das «terras ocupadas» ficavam livres de todos os pagamentos de dívidas que existissem sobre os seus bens.

Fio assim, que simbolicamente e com o portão fechado foram ocupados tudo que era pertença da “família Duarte” e respectivos herdeiros de João Duarte”.

Depois da tomada da posse destes bens, dinheiro existente em tesouraria praticamente não existia. Foi adiantado uma determinada quantia pelo novo gestor, que tinha sido aconselhado pelo Jacinto Duarte (filho de João Duarte) nas formas de conseguir a restituição da quantia adiantada e ainda conseguir a obtenção de subsídios por parte do Ministério da Agricultura que não altura foram colocados à disposição dos novos ocupadores.

Para que estes pudessem ser concedidos tornava-se necessário a existência de uma Cooperativa que por sua vez poderia então candidatar-se aos subsídios.

Foi assim que nasceram «como cogumelos» novas cooperativas em Alpiarça incluindo a “Unidade” que sem pernas para andar a Câmara envolveu-se no processo, talvez por conveniência politica.

Foi assim que a Câmara interveio e reestruturou a “Cooperativa Unidade” cujo maior cooperante era a própria autarquia.

Consequentemente todos os bens da cooperativa passaram a ser propriedade da Câmara para ao fim de alguns anos a “Unidade” ser transformada juridicamente em “AgroAlpiarça” (AgroAlpiarça, Produção Agrícola, Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade, Lda.)

Hoje a “AgroAlpiarça” é uma empresa sustentada a “balões de oxigénio” pelo seu principal cooperante, a Câmara, que também gere o pouco património existente e que ano após ano vê os prejuízos aumentaram.

A sua dissolução não está prevista e quase impossível de levar a efeito, pela simples razão que seria considerada uma “insolvência politica” e com consequência penalizáveis para quem tome esta iniciativa politica.

Daqui as suas necessidades de sobrevivência continuarem a ser alimentadas pela Câmara porque a decisão final do encerramento não é a mais aconselhável.

A estratégia que continua a existir é o arrendamento e terceiros que por sua vez suaviza os prejuízos para com o maior cooperante e mantêm a existência jurídica da “Agroalpiarça”.

De salientar que a “AgroAlpiarça” tem sido nos últimos anos um autêntico trampolim para a existência dos mais variados gestores, feitores, administradores e outros afins que num sumário: nenhum conseguiu diminuir a crise que atravessa esta entidade, último símbolo alpiarcense da resistência cooperativista.

Como curiosidade historial:

As dificuldades financeiras e as hipotecas existentes para com os herdeiros que originou no pedido da “ocupação dos terrenos” para com o “feitor” na altura, pessoa de confiança para com a “Família Duarte” eram oriundas de despesas e empréstimos por causa das consequências da “geada negra” que «queimou praticamente todas as vinhas» exigindo assim a renovação da plantação.

No entanto, quando da “ocupação simbólica” e pacifica dos terrenos dos “Duarte” os herdeiros deixaram «vinho na adega, no valor de trinta mil contos» cujas receitas, vindas da venda do vinho deu para sustentar a “Unidade” durante alguns anos como ainda para comprar um “Secador de Milho” e substituir o quadro de pessoal, cujos trabalhadores, vindos dos «antigos patrões» impediam o rejuvenescimento da “Unidade”.

Finda a venda deste vinho e gasto o lucro obtido, desde daí até aos dias correntes a “Unidade ” continuou em “queda livre” para continuar na “AgroAlpiarça”.
Afinal as “Cooperativas de Alpiarça” fazem parte da história alpiarcense.

NR: “Jornal Alpiarcense” agradece ao antigo fundador e gestor da “Unidade” a compilação e cedência destas informações.
António Centeio


Acusados de dispararem contra o posto da GNR vão ser julgados por um juri

Dois dos três arguidos acusados de dispararem contra o posto da GNR de Alpiarça vão ser julgados por um tribunal de júri. A primeira sessão está marcada para 4 de Setembro no Tribunal de Almeirim. António T. e Filipe M. estão acusados de terem cometido crimes de homicídio na forma tentada como represália contra os elementos do posto com os quais já tinham tido desentendimentos. O terceiro elemento vai começar a ser julgado num processo separado no dia 15 de Setembro.
O tribunal de júri é composto por três juízes e quatro jurados que intervém no julgamento dos processos e só pode ser requerido em casos em que os crimes em causa sejam puníveis com pena de prisão superior a 8 anos. Este tribunal pode ser requisitado pelo Ministério Público, pelo arguido ou pelas vítimas do crime ou pessoas que se constituam assistentes.
Inicialmente são notificados 100 cidadãos entre os recenseados inscritos na área da comarca que têm de informar o tribunal se reúnem os requisitos para desempenhar a função. Depois são escolhidos oito cidadãos, os primeiros quatro são efectivos e os outros suplentes. Durante o julgamento os jurados podem questionar os arguidos e as testemunhas e têm direito a voto na aprovação do acórdão.
A acusação sustenta que os homens combinaram previamente executar os crimes, considerando que ao dispararem contra portas e janelas do posto pretendiam matar os militares que se encontrassem dentro das instalações. Nas duas vezes em que o posto foi atingido foram provocados estragos no valor de 823 euros. Segundo o Ministério Público além dos disparos contra as instalações da Guarda, os homens atingiram ainda as residências do cabo da GNR de Alpiarça e de um guarda-florestal de Vale de Cavalos (Chamusca).
«O Mirante»

GNR recupera material roubado e plantas de cannabis em Alpiarça

No âmbito de uma busca domiciliária a GNR apreendeu numa residência em Alpiarça vários materiais de construção civil roubados e 10 plantas de cannabis com 3,6 quilos de peso. Os militares da Guarda detectaram ainda, no âmbito da investigação de um crime de furto em interior de estabelecimento que estavam a desenvolver, quatro monitores de computador, um vídeo projector, uma mesa de mistura, um computador portátil, um router e um disco externo. Foram constituídos arguidos dois indivíduos, uma mulher e um homem, com 28 e 26 anos de idade respectivamente, e que residem no concelho de Alpiarça.
«O Mirante»

Se os deputados e outros querem dar o excesso dos seus ganhos ao Partido onde militam...

Já foi nessas condições que aceitaram candidatar-se. Quem não estiver de acordo com as regras do jogo não milita em partidos, não aceita jogos partidários e vota em consciência em quem achar que melhor defende os interesses de Portugal ou da sua terra, é o que eu faço.

Se alguma vez me enganar posso sempre corrigir nas eleições seguintes.Esta é aliás uma das principais virtudes da democracia.O que não acontece nos regimes onde não há eleições.

Pode sempre dizer-me que em Portugal vivemos numa democracia do Capital. Claro que é verdade. Nestes 30 anos já poderíamos ter ido muito mais longe.

Considero-me de esquerda por isso brindo com um texto de Moita Flores:

"Imputar ao 25 de Abril, e aos princípios éticos e morais que nele se fundaram, esta atmosfera poluída, é não reconhecer que a culpa, essa culpa que a nossa memória inquisitorial deseja sempre imputar-lhe, é nossa. Fomos nós os homens que criaram esta situação. A crise internacional, é certo, mas todos nós. Que fizemos ou calámos. Que nos acomodámos e distraímos. Que não quisemos saber o essencial e ficámos atentos ao efémero. Que rejeitámos as profundezas do saber e escolhemos a superficialidade de conhecer a futilidade. Que nos rendemos sem ameaça. Que elegemos a ambição, o egoísmo e a soberba. A vaidade e a ignorância como comodidades de bem-estar. E assim, somos culpados. E por isso, nem merecemos o que Abril fundou! (Moita Flores, Abril/2009)

Quem diz que a Vala Real não está a ser limpa?

Reparem, se deixarem trabalhar quem quer cuidar das coisas, verão que tudo será mais fácil e eficaz.
Deixem trabalhar!
Para quê chamar a imprensa para registar imagens da erva pinheirinha e dos peixes mortos? Deixem descarregar o "material" à vontade da zona industrial! Até podiam carregar um pouco mais a mão com os químicos e assim limpava-se tudo! Peixe, enguias, trutas, jacintos de água, espadana, nenúfares, pinheirinha, tudo!
Ficava tudo limpinho!
E até se podia dar uma coloração à água de acordo com o gosto do freguês a partir da fonte “despoluidora” de Zona. Podia até criar-se no carril um miradouro para turistas apreciarem o fenómeno camaleónico das águas da nossa Vala Real.
Espaço para autocarros, não falta.Já que a Universidade do Vinho parece não ter surtido grande resultado, porque não experimentar mais esta ideia genial, igual a tantas outras dos nossos políticos, levando-a à prática?Alguém já estará a pensar: então e os Municípios a jusante?
Esses seriam até beneficiados com esta ideia. Pelo menos no que toca aos trabalhos de limpeza que deixariam de efectuar.
Estão a rir? È preciso usar a massa cinzenta.Aprendam e tomem boa nota na táctica usada, até há bem pouco tempo, pela nossa Câmara Municipal:
A Câmara tem conhecimento e permite que os sucateiros vão recolher o ferro velho e outros trastes que os Munícipes deixam à porta em cada última quinta-feira do mês, depois da participação a esta entidade para a recolha dos mesmos. Porque assim poupa uma pipa de massa! Não gasta combustível.
O pessoal pode ser dispensado para outros trabalhos. Evita o pagamento ao Ecocentro da Raposa pelo tratamento de umas toneladas de resíduos (embora o munícipe pague esse serviço na factura da água à entidade responsável por esta recolha).
Quer dizer, é tudo lucro!No fundo, o curioso é que o munícipe paga para que os inertes vão para bem longe de suas casas e estes acabam por ficar um quarteirão mais à frente.Como vêem, existem alguns génios em economia (e outras coisas) na nossa Câmara Municipal.

Nota: Agora temos uma nova entidade, Águas do Ribatejo, envolvida nestas cobranças e responsabilidade de gestão mas, para o munícipe é igual; quer se pague a A ou a B está sempre lixado.

O Guarda - Valas

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Quando se pretende fazer alguma coisa há sempre alguém a levantar problemas

O que é lamentável é que em Alpiarça tudo fique parado porque há sempre alguém a levantar problemas. Certamente o programa de financiamento em causa está devidamente legislado e também as tabelas salariais de quem o dirige em cada concelho. Não conheço a pessoa indigitada para tal e quais as provas dadas no seu trabalho na Fundação e provavelmente os candidatos também não. Então porque é que se devem pronunciar sobre algo que não lhes diz respeito? Os candidatos têm de se pronunciar sobre o que querem para o futuro de Alpiarça e não colocar obstáculos ao que de momento é da competência da Câmara e da entidade que apresentou o projecto. Se o mesmo não for aprovado, pior para os carenciados do concelho, porque só os que se candidatam são contemplados com ajudas.

Caro Primo Primaz e demais comentadores.....

A minha posição é mesmo essa, reclamar o que vem do Governo, que por acaso até é PS.

Mas, digo-lhe que se fosse PSD, CDU, PP ou BE, para mim seria rigorosamente igual.

Esta resposta serve também para quem acha que estar a exigir concursos públicos é ser CDU.

Se ser pela transparência e igualdade de oportunidades é ser da CDU, então sou, como posso ser do BE, do PP ou de qualquer partido que defenda isso.

Voltando às nomeações politicas...

Se um empresário, com o SEU DINHEIRO admitir o filho de um amigo, não tenho nada rigorosamente a ver com isso.

Posso, eventualmente comentar que a gerência da empresa não se baseia em critérios de admitir sempre os melhores profissionais, e que isso no médio/longo prazo vai originar problemas.

Diferente é a admissão de pessoas pela cor do cartão partidário.

Num artigo mais à frente alguém dizia que a CDU usa da mesma politica.

Pois se usa, para mim é rigorosamente igual ao PS ou PSD.

O que não admito como cidadão e contribuinte é que pague os meus impostos e depois veja que os políticos (alguns deles arguidos com a justiça, e outros a caminho...) usam o poder a seu belo prazer para tirar dividendos para eles, família e amigos.

Nunca em Portugal a "CUNHA" e o COMPADRIO foram tão fortes como agora.

Hoje, assistimos a jovens técnicos, com imenso valor, irem enriquecer outros países porque os lugares que lhes caberiam pelo MÉRITO, estão ocupados por filhos de famílias influentes da politíca.

Estude-se a relação "meninos"/ famílias em todos os organismos públicos e empresas públicas e veremos que os apelidos SÃO SEMPRE OS MESMOS!

Curiosamente passa-se mais agora esse fenómeno do que durante o regime fascista.

Foi para acabar com o futuro das gerações vindouras que se fez o 25 de Abril?

Por isso meu caro, não me interessa se a lei é local, se vem da Assembleia, se vem do Governo.

Para mim, é tudo lesivo dos interesses dos Portugueses
«Correio dos leitores»

A POLEMICA ESTÁ AÍ MAS PARECE QUE OS CANDIDATOS À CÂMARA POUCO SE IMPORTAM

Muito se está a falar da Fundação José Relvas, dos ordenados chorudos, de outros que estão em vias de ser pagos a alguns funcionários, dos compadrios entre o “Garrido” e os favores de alguns socialistas.
Mas o curioso de tudo isto é que nenhum candidato à autarquia se pronuncia oficialmente sobre o assunto o que me leva a crer que não o fazem porque não sabem o dia de amanhã.

De uma outra forma: não se pronunciam porque amanhã, quando eleitos, também podem fazer as mesmas coisas e logo não tem moral alguma para agora se pronunciarem.

Curioso também, quando da contratação dos médicos cubanos e da forma que os mesmos foram angariados para o Centro de Saúde, foi logo publicado um comunicado dando conta das medidas tomadas como ainda inquiriram o Ministério da Saúde.

Comunicados estes que foram publicados nos blogues de maior expansão de Alpiarça e com o logótipo do respectivo partido.

Agora nenhum candidato nem nenhum partido a nível local, fala sobre estas questões como os seus responsáveis não são capazes de emitir comunicados dando a sua opinião ou outros alvitres.

Só posso concluir aquilo que penso dos políticos: todos os políticos e candidatos autárquicos estão envolvidos nestas engrenagem ,que nenhum tem moral ou estofo para dar as suas opiniões.

Para mim, começando pela CDU, passando pelo “PS/Alpiarça é a Razão” e acabando na coligação PSD/PP todos são iguais e todos aprenderam as mesmas malandrices.
Como não sabem quem vai ganhar, todos tem receio de dar a cara, publicitando ou lançando comunicados oficias como fizeram para outras coisas que menos interesse tinha para os alpiarcense do que se está a passar na Fundação José Relvas.

Como todos comem da mesma panela e não são capazes de dar a cara, mandam recados por via de comentários para nunca se identificarem nem assumirem responsabilidades politicas em seu nome ou em representação dos partidos que representam.

Depois admiram-se que a abstenção está a subir. Os políticos e a sua falta de transparência e de responsabilidade contribuem para tal.

S. Madureira

Em Alpiarça tudo se faz com trocas de favores.

Todos sabemos que licenciado de fresco e sem qualquer experiência o filho de Joaquim Rosa do Céu foi para assessor do amigo Zé Magalhães, um ex-comunista, que agora é Secretário de Estado do Governo de José Sócrates.

Mas como uma mão lava a outra e como favores com favores se pagam, a jurista da autarquia deixou de Ser Sónia Sanfona e passou a ser Ana Merelo, nem mais nem menos que a companheira de Zé Magalhães.

Por sinal até foi feito uma consulta de mercado a 3 advogados lisboetas e ganhou a Dr.ª Ana Merelo, até parece que em Alpiarça, Almeirim ou Santarém ou arredores já não há juristas.

ESTAMOS A LIMPAR A VALA......

Ena... acabadinho de chegar de ferias e deparo-me com esta deliciosa historia sobre a Fundação e dos favores pagos pelo PS ao Garrido.
Ao que isto chegou...Esta treta da Internet é lixada. Antigamente faziam-se as negociatas e poucos eram aqueles que sabiam e raramente os assuntos chegavam ao Grande Publico.Grande trabalho que estão a fazer os orgãos de comunicação social: o Mirante, o Jornal Alpiarcense e o Rotundas, estes dois ultimos a nível local.
Estamos a assistir a uma nova revolução na transmissão das mensagens politicas, em que a atenuar o 'ruido' que os outdoors fazem, temos opiniões, factos, e muita matéria para formarmos uma opinião sobre os politicos da nossa terra.
Já nao bastava toda esta triste historia dos medicos em que uma candidata se aproveita se informações que se encontravam a meio da cozedura para vir beneficiar a sua campanha, e agora vem toda esta trapalhada do PS/Garrido é a Razão para nos revoltar ainda mais e fazer-nos pensar mais uma vez se os politicos merecem a nossa confiança.
Belos exemplos que damos aos nossos filhos ao transmitirmos-lhes a mensagem que se não forem nenhuns génios ou trabalhadores, não têm outra hipotese de ser alguem na vida a não ser politicos.
Esta nossa sociedade em que vivemos deu um tremendo passo atrás com todo este jogo de interesses e jogadas sujas nos bastidores da politica.Só espero que estas denuncias e informações não acabem depois das eleições autarquicas e nos vão mantendo informados sobre as jogadas dos nossos(as) politicos(as).
Ainda há pouco passei pela Ponte de Alpiarça e eis que me deparo com um enorme cartaz que deve ter custado uma pipa de massa (do nosso bolso) a dizer «ESTAMOS A LIMPAR A VALA». Vou comprar um melão e não é que me deparo com uma vala completamente poluida e coberta de erva pinheirinha ?
Mas estão a limpar qual Vala ?
Estes politicos julgam que somos todos parvos e que vamos nas historias de fadas que nos contam.O que vale é que ainda temos a ultima e derradeira arma que é o exercício do Voto. Já me abstive no passado durante varias vezes mas desta vez vou dar a minha opinião e esta vai ser expressa em forma de revolta.

Parece que muitos dos comentários são oriundos de simpatizante da CDU

A questão dos concursos de admissão e a sua relação com o poder é transversal a todos os partidos, sejam eles de direita, sejam eles de esquerda, quando se trata de dar abrigo a algum dos seus "desempregados".
Foi sempre assim, não há que iludir esta questão, nem tapar o sol com a peneira. Pode-se falar assim do PSD, do PS ou da CDU. Parece-me que muitos dos últimos comentários são oriundos de simpatizantes da CDU que se manifestam contra a falta de concursos, ou mesmo a sua inexistência em diversos casos. Se é em empresas privadas, isso é da responsabilidade das suas gerências.
No caso público a coisa é diferente, porque é o nosso dinheiro que está em causa. Concordo inteiramente com o principio de que para qualquer cargo público deveria sempre ser feito um concurso.
Sou frontalmente contra as indicações politicas e a divisão dos tachos pelos habituais comilões. É assim no PS, no PSD e no PC. Falemos de Alpiarça, que é o que vem ao caso.Foi, por exemplo,o que aconteceu com dois elementos do PC que estiveram na Câmara. Raúl Figueiredo, depois de ter ficado "desempregado" da Câmara em 1997, foi colocado sem qualquer concurso numa empresa pública em Almeirim (resíduos sólidos). Armindo Pinhão, quando saíu da Camara, foi colocado noutra empresa pública (turismo) em Santarém, sem qualquer concurso público.Aconteceu assim ou estarei enganado?
Corrijam se isso não aconteceu.
Foram ambas colocações políticas em empresas públicas, pagas por todos nós,sem qualquer concurso.Portanto fazem todos o mesmo.Uns numas alturas, outros noutras, é quando podem. Quem tem telhados de vidro não pode atirar pedras ao telhado dos vizinhos.
"Um contribuinte"

Vinda de médicos cubanos tem o "maior simbolismo"


A vinda de 44 médicos cubanos para Portugal reveste-se do "maior simbolismo" e aquele país pode mesmo vir a disponibilizar mais clínicos, caso o Governo esteja interessado, garantiu hoje o embaixador de Cuba em Portugal.
A vinda dos médicos para Portugal "tem um maior simbolismo porque é o primeiro país da Europa" com o qual Cuba, "como excepção e não como política", aceitou um acordo a este nível, realçou Jorge Benitez.
Cuba "aceitou o pedido de Portugal para contribuir para a solução" da falta de médicos, mas, na verdade, os médicos cubanos "estão principalmente nos países do mundo pobre", explicou o embaixador, adiantando que existem "cerca de 30 mil médicos cubanos" em África e na América Latina, as regiões do mundo onde Cuba "presta maior colaboração".
Jorge Benitez falava aos jornalistas depois de uma cerimónia na Câmara Municipal de Santiago do Cacém, no Litoral Alentejano, para receber informalmente os quatro médicos cubanos que vão reforçar o centro de saúde local.
O Ministério da Saúde anunciou sexta-feira a contratação de 44 clínicos cubanos para reforçar os quadros clínicos dos centros de saúde de algumas zonas do Alentejo, do Algarve e da região de Lisboa e Vale do Tejo.
Destes, 24 estão a ser distribuídos pelo Alentejo, sendo que 16 deles vão reforçar o Litoral Alentejano, enquanto que outros 18 vão ficar no Algarve e dois no centro de saúde de Alpiarça (Lisboa e Vale do Tejo).
O representante de Cuba assegurou ainda que Havana não vai receber qualquer contrapartida por ceder estes profissionais, sublinhando que "há uma reciprocidade das câmaras municipais de Portugal" que, "há muitos anos atrás", quando Cuba "estava num momento mais difícil", ajudaram o país.
"Portugal não impôs condições. Disse que precisava de médicos e estudámos e confirmámos que realmente há uma situação complicada", explicou, lembrando que alguns municípios lusos também já "enviaram para Cuba doentes com problemas de oftalmologia".
O único pedido que o governo cubano fez, frisou, foi o de que os médicos viessem "atender portugueses que têm dificuldade" no acesso à saúde "por falta de médicos" e não para os "substituir".
O embaixador adiantou também que há a "possibilidade" de Cuba enviar mais médicos, dependendo "da necessidade e do interesse do Governo" português.
O director do Agrupamento de Centros de Saúde do Alentejo Litoral, Paulo Espiga, disse que este recurso é uma "almofada temporal" para Portugal e que estes profissionais de saúde vão contribuir para que os doentes sem médico de família desapareçam.
Aos cerca de 54 médicos a exercer nos centros de saúde do Litoral Alentejano somam-se agora mais 16 cubanos, que "vão dar resposta aos cerca de 35 mil utentes sem médico de família" nesta região, disse.
Quanto ao coordenador dos médicos cubanos que se encontram em Portugal, Rosell Diaz, assegurou que a adaptação está a correr bem, até porque "as culturas não são muito diferentes".
"E o idioma também não é problema, porque tivemos alguma preparação em Cuba. Eu compreendo o português sem nenhum problema", assegurou, recordando que foi em português que realizaram "quatro ou cinco exames para a Ordem dos Médicos".
O médico cubano, que vai ficar a trabalhar em Santiago do Cacém, apontou ainda semelhanças entre os sistemas de saúde dos dois países.
"Penso que o resultado do contrato será o melhor possível, não do ponto de vista do Governo, mas do ponto de vista de ajudar a melhorar a situação de saúde e a qualidade de vida da população", concluiu.
«Lusa»

Homem acusado de disparar contra posto da GNR passeia por Almeirim

O menino que está de pulseira electrónica foi visto a passear na Zona Norte de Almeirim. A empresa que gere as pulseiras electrónicas deve ter aquilo avariado. Não informou a GNR que o mesmo tinha ausentado da residência. O tribunal já foi informado que o arguido costuma ausentar-se. É o país que temos... O arguido estava hoje por volta das 21H35 em calções sem a dita pulseira na perna, acompanhado por uma mulher e uma criança. Foi tomar café para descontrair. Assim está bem. Ganda país.
É inteligente o moço. Dias antes tirou uma grande foto num jornal local, com pulseira na perna. E agora tirou a pulseira para passear. O tribunal está de férias judiciais, por conseguinte isto é uma anarquia. Cada vez gosto mais disto.
Miguel

"Primo Primaz" continua a contornar a questão.

As receitas do Totoloto, Totobola e outros jogos de azar servirão para pagar JOBS (neste caso for the boy do Garrido) ou deveriam ser utilizadas na ajuda aos desfavorecidos?
Será que essas receitas é "dinheiro PS" ?Se um dia estivesse na situação de beneficiário destas ajudas e lhe dissessem que de 100 euros a que tinha direito, 70 era para pagar JOBS como reagiria?O seu estômago aceitaria comer só 3/10 do necessário?
Acho que não! O mal de muita gente é não conseguir por-se na pele das outras pessoas. Faça-se esse exercício e se calhar deixa-se de aceitar que as receitas dos jogos de azar sirvam para com o dinheiro da comunidade pagar as mordomias de alguns.
Já que parece estar bem informado, repito a pergunta:
Existiu algum concurso público de admissão?
Onde foi publicado e em que data?
Qual o curriculum dos concorrentes?
Que requisitos e qualificações profissionais eram pedidas?
O que está em causa é a forma como estas coisas são feitas.
No entanto, sei por experiência própria que a maioria de concursos públicos são sempre viciados (seja o PS ou PSD a governar).
A Camorra para assassinar pessoas reunia as Famílias e decidia. Quer-me parecer que nestas coisas a mecânica é a mesma, só que por enquanto ainda não se mandam assassinar fisicamente as pessoas.
«Correio dos leitores»

Sónia Sanfona é mulher de palavra e podemos confiar nela

Ainda sem saber se vencerá as eleições autárquicas teve o desplante de prometer aquilo que parecia impossível. O suficiente para levou o PCP/CDU a pedir satisfações ao Ministério da Saúde pela vinda de médicos para Alpiarça. O certo é que a sua promessa foi cumprida. Os médicos já estão em Alpiarça.

Todos os argumentos em contrário não têm qualquer significado pela simples razão de que contra factos não há argumentos.

O que muita gente tem inveja é da capacidade negociável de Sónia Sanfona e os seus argumentos para atingir os objectivos em benefício da sua terra.

Sónia Sanfona é filha de gente honesta e trabalhadora e sabe mais do que ninguém o que são as necessidades do seu povo.

Está mais que visto ser Sónia Sanfona uma mulher de armas e que luta para defender com unhas e dentes aquilo em que acredita sabendo que com a sua decisão ajuda a melhorar as condições de vida dos seus conterrâneos.

Nem PCP’s nem PSD’s ainda conseguiram prometer qualquer coisa e mostrar que os conseguiu realizar.

Prometem….prometem mas Sónia Sanfona passou-lhes a perna.

Sónia Sanfona é daquelas pessoas que não gostam dar nas vistas mas mostrar trabalho feito.

Depois deste feito e apresentado então que as pessoas tirem as suas conclusões. Os opositores que só prometem façam como ela. Trabalhem, mexam os cordelinhos e mostrem o que conseguiram.

Chamem-lhe nomes e digam mal dela e do seu trabalho, mas o certo é que ainda ninguém conseguiu fazer o que ela fez.

Agora imaginem Sónia Sanfona a dirigir os destinos da nossa terra?

Iremos longe e ganharemos todos.

Acreditem em Sónia Sanfona e votem nela porque é a pessoa indicada para presidente da Câmara de Alpiarça.

Deixem-se de acusações e de queixinhas aos ministérios porque só os fracos e incapazes é que costumam fazer isso.
É como quando andávamos na escola, os mais fracos faziam queixas dos mais fortes ao professor.

Viva Sónia Sanfona e o “PS/Alpiarça é a Razão”.
«Correio dos leitores»

Não é preciso fazer comícios para saber os problemas das pessoas

As visitas de porta-a-porta que o movimento cívico “PS/Alpiarça é a Razão” tem levado a efeito por todo o concelho tem tido óptimos resultados.

Em vez de escutarem os problemas em grupo, cujo resultados nem sempre são os melhores, os socialistas nas suas visitas pelas artérias alpiarcenses vão ouvindo a apontado os principais problemas e anseios de quem os descrimina, sendo depois feito os devidos apontamentos para serem anotados e discutidos em sumário onde os mais prementes serão analisados para uma possível colocação no programa eleitoral como encontrar a maneira de resolver os problemas apresentados.

Em Alpiarça nem sempre se aproveitam as melhores oportunidades

Se as pessoas se dessem ao trabalho de pesquisar antes de escrever ou falar, como eu me dei, é que faziam bem. No fim de se esclarecerem, as suas opiniões, aí sim, são válidas. Mas como diz o poeta: "A ignorância é atrevida".
O programa a que se referem, segundo consegui apurar chama-se, "Contratos Locais de Desenvolvimento Social" e tem como objectivo principal combater a pobreza e a exclusão social nas suas várias vertentes.

O autor deste comentário se ler a Portaria nº 396/2007, de 2 de Abril, do Ministério da Segurança Social, vê algumas das suas dúvidas esclarecidas. Existem mais diplomas legais a enquadrar tudo isto, que esclarecem todas dúvidas, é só procurar. A conclusão a que chego é que, quanto aos ordenados, nada é pago pela Fundação e que existe uma tabela.

O que me admira é que noutras localidades já os programas estão a funcionar e a ajudar as pessoas, que é para isso que servem. Cá em Alpiarça é sempre a porcaria da política, do interesse pessoal e da maledicência a meter-se em tudo.
Há-de terminar o tempo de execução e ainda se anda a discutir ordenados e lugares. Quanto a quem deveria ser ajudado, fica na mesma, à espera de boca aberta, a ver se lhe calha alguma coisinha. Parece-me que esta foi das poucas coisas de jeito que este governo promoveu, mas, mesmo assim, em Alpiarça não se aproveita.

Continue-se assim que vamos algremente a caminho do abismo. E estou a ver que, ganhe quem ganhar as eleições, vai ser mais do mesmo.

Por: Primo Primaz
Para os leitores interessados em saber o conteudo da legislação mencionada, basta carregar em:

Quem é do governo come, quem não é do governo cheira

Há 12 anos atrás foi passada a mensagem em surdina que Rosa do Céu como tinha sido Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PS, era amicíssimo da família Soares, tratava Jorge Lacão e outros Secretários de Estado ou Ministros e Parlamentares por tu e João Soares até vem com regularidade a sua casa, seria o Candidato Ideal.

Tudo baseado na célebre máxima do candidato de uma câmara ex-CDS, que disse alto e bom ir recandidatar-se pelo PS, porque quem é do governo come, quem não é do governo cheira.

É lamentável que assim seja, mas afinal vivemos em Portugal, onde alguns são mais iguais que outros. E o certo é que se de algum modo as coisas funcionaram assim durante o Governo de Guterres, quando Durão Barroso, ganhou as eleições após o abandono de Guterres por ter medo de morrer afogado no Pantanal, a relação do Governo com a câmara de Alpiarça passou a ser tão vulgar como outra qualquer.

É caso para perguntar, então se quem é do Governo come e quem não é do Governo cheira, caso a Nelita Leite ganhe a Eleições Legislativas, forçosamente teremos de votar massivamente na Méquinha Cravo

Por: Sommer

Contratação externa de clínicos é possibilidade "sempre em cima da mesa"

O Ministério da Saúde tem feito "vários contactos em vários países" para colmatar as principais falhas de médicos de família, sendo a contratação externa de clínicos "sempre uma possibilidade em cima da mesa", disse a ministra da Saúde.
Falando no final de uma "tertúlia" sobre saúde promovida pelos candidatos do PS às eleições legislativas pelo círculo de Santarém, realizada segunda-feira à noite, Ana Jorge disse esperar que a contratação recente de 44 médicos cubanos responda às necessidades mais prementes do país.
"Têm formação, são profissionais, dominam a língua portuguesa o suficiente para se entenderem com os doentes", disse, sublinhando que, além destes clínicos, já há médicos uruguaios a trabalhar no Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
Segundo afirmou, quando terminarem os contratos de três anos celebrados com os médicos estrangeiros, será feita uma avaliação das necessidades, "dependendo do aumento do número de médicos portugueses".
Dos 44 médicos cubanos contratados, 18 foram colocados em cinco centros de saúde do Algarve, 24 em nove centros de saúde do Alentejo e dois no centro de saúde de Alpiarça (distrito de Santarém), locais onde não se conseguia colocar médicos portugueses, disse.
Já quanto à denúncia feita pelas comissões de utentes da saúde, Ordem e Sindicato dos Enfermeiros, da necessidade de contratação de mais 30 por cento de enfermeiros, a ministra afirmou que esse número não coincide com a avaliação feita pelos seus serviços.
Frisando que actualmente não existe falta de enfermeiros no país, ao contrário do que sucedeu há uns anos, em que houve necessidade de contratar profissionais espanhóis, Ana Jorge afirmou que o "apuramento das necessidades" está "permanentemente em actualização".
«Lusa»

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Esclarecimentos prestados pela candidata do PS em relação a um artigo publicado neste jornal

Bem eu não vou discutir a pessoa nem o Ordenado.

1º - Não conheço a função que iria desempenhar...

2º - Qual a tabela salarial para o cargo que o Técnico vai desempenhar ?

3º - Se ganha mais que a presidente ou não!!! isso não é desculpa, nem argumento.
4º - Ser filho de A ou de B a mim não me aflige, até porque não podemos cuspir para o ar... a Lei da gravidade prega partidas...

5 - O projecto é financiado por quem? e comparticipado por quem?

Alguém sabe explicar?


Para se analisar um caso temos de ter dados... e não só os dados que nos querem dar...!!!!

Esclarecimentos prestados ao artigo:
QUAL A OPINIÃO DE SÓNIA SANFONA E DO “PS/ALPIARÇA É A RAZÃO ” SOBRE OS CHORUDOS ORDENADOS QUE SÃO PAGOS NA FUNDAÇÃO JOSÉ RELVAS? pela candidata mencionada

NR: O nosso agradecimento pelos esclarecimentos prestados

Estarão os leitores a esquecer-se que o Garrido até tem uma gráfica.

Durante anos de governação PS a Câmara de Alpiarça encomendou "de cruz" milhares de euros à gráfica Garrido, depois de ter criticado alto e bom som a encomenda de um livro sobre a História de Alpiarça À mesma gráfica, efectuada por Raúl Figueiredo e Alice Palão.

Algo se passou e agora é A Persistente que é a gráfica que faz quase todos os trabalhos para a câmara de Alpiarça.

Até aqui nada de estranho, só que A Persistente por sinal é propriedade de uns primos do Dr. Rosa do Céu.

Serão que são feitas consultas de mercado? Como são feitas as adjudicações?

Que Outubro venha depressa!!!

QUAL A OPINIÃO DE SÓNIA SANFONA E DO “PS/ALPIARÇA É A RAZÃO ” SOBRE OS CHORUDOS ORDENADOS QUE SÃO PAGOS NA FUNDAÇÃO JOSÉ RELVAS?

Ai está um acontecimento que pode demarcar a seriedade dos próximos candidatos à autarquia, nomeadamente a Sónia Sanfona.

E Sónia Sanfona, porquê?

Porque Sónia Sanfona é deputada, socialista e candidata a presidente da Câmara de Alpiarça, cuja entidade é proprietária da Fundação José Relvas, onde tem um papel ponderante e activo.

Uma boa oportunidade para Sónia Sanfona tornar público a sua opinião ou parecer sobre a questão levantada recentemente sobre a admissão de novos contratados para a Fundação como os interesses interligados que possam existir, porquanto tudo está ligado à política e gerência socialista.

O respeito que as pessoas merecem como o respeito que os mais carenciados nos devem merecer, também gostaria de saber a opinião dos socialistas de Alpiarça sobre esta matéria como a opinião do movimento cívico “PS”Alpiarça é a Razão” mas especialmente de Sónia Sanfona, que na qualidade de candidata deverá ter alguma coisa a dizer sobre o exposto ou dar o seu “ponto de vista” a fim de que todos possamos saber se o sucedido não passa de um compadrio ou se há transparência no acontecido.

Preocupar-se-á Sónia Sanfona com estes chorudos ordenados na "Fundação José Relvas" (onde residem os mais carenciados e rejeitados da sociedade) como se preocupou com a vinda dos médicos?
Como leitor deste jornal ficaria grato que publicassem estas minhas palavras porque é o momento certo e uma questão muito importante para poder ser tudo esquecido.
A não ser que Sónia Sanfona saiba desta trapalhada e não se queira pronunciar, o que aliás é um direito dela mas que em nada a beneficia.
Ou beneficiará?

AINDA BEM QUE JOSÉ RELVAS JÁ FALECEU PORQUE AO MENOS JÁ NÃO PODE ASSISTIR A CERTOS ACTOS DA POLITICA VIGENTE EM QUE TUDO É PERMITIDO

Ainda bem José Relvas faleceu há muitos anos. Assim, nunca saberá como decorre o cumprimento do seu testamento quando deixou a sua fortuna para os pobres de Alpiarça

Deixar a sua fortuna para os mais carenciados e na sua fundação poder haver empregados a ganhar dois mil e tal euros por mês mais não é do que uma afronta ao homem que tudo deixou aos pobres de Alpiarça.

Mesmo que estes especialistas pudessem vir a ser subsidiados por outras entidades o respeito e consideração para quem deixou os seus bens ao povo alpiarcense,só pode ser considerado uma ofensa aos bons princípios por causa dos elevados vencimentos de certos empregados da fundação quando nesta casa residem os mais carenciados.
Um direito que assiste a quem manda mas uma ofensa moral aos princípios da benemerência, salvo se os internados da Instituição forem todos ricos ou paguem o suficiente para poder haver "ordenados de príncipe" nos dias em que a crise e a desigualdade aumenta dia após dia.

Num compadrio de interesses políticos e uma gerência familiar o cidadão está no direito de pensar tudo e mais alguma coisa destes socialistas que apenas fazem as coisas por conveniência ou interesse.

Não bastasse a família Rosa do Céu, quanto mais agora aparecer a família “Garrido” a ocupar lugares de destaque e pretendente a ordenados chorudos como se em Alpiarça não houvesse pessoas competentes e merecedoras de desempenhar o cargo qpara aparecer mais um “Garrido”, cujo pai é empresário em Alpiarça e por acaso vai concorrer a presidente da Câmara da Chamusca pelo Partido Socialista, onde foi apadrinhado por Rosa Do Céu cuja esposa é directora da Fundação José Relvas.

Estes socialistas não revestem transparência em nada. Colocam as pessoas nos lugares em profundo silêncio e depois é que surgem as notícias.

Segundo a noticia publicada neste jornal em que diz: « o projecto tem um orçamento de 525 mil euros financiados na totalidade pela Segurança Social e prevê gastar 363 mil euros em ordenados de quatro pessoas. Uma delas, que foi proposta pela fundação para ser o coordenador do projecto, é o filho do candidato à presidência da Câmara da Chamusca pelo PS, Joaquim Garrido.
Segundo a proposta, Miguel Garrido teria um ordenado base de 2.437 euros mensais durante três anos. Quase tanto quanto ganha a presidente da câmara, que tem uma remuneração de três mil euros» ( ver mais detalhes em: Câmara de Alpiarça chumba plano de combate à pobreza por causa dos ordenados )

Mas afinal se a Fundação José Relvas tem tanta possibilidade de arranjar financiamentos e pagar ordenados chorudos a empregados com contratos de médio prazo porque recebe dos pobres idosos o pagamento de mensalidades caras aos seus utilizadores?
Seria este o desejo de José Relvas?
(Voltaremos ao assunto nos próximos dias com mais informações )

Câmara de Alpiarça chumba plano de combate à pobreza por causa dos ordenados

O executivo da Câmara de Alpiarça recusou por unanimidade o plano de apoio social no concelho no âmbito de uma rede da qual é parceira por não concordar com o orçamento proposto que é quase destinado a ordenados de técnicos que a Fundação José Relvas pretende contratar.
O projecto tem um orçamento de 525 mil euros financiados na totalidade pela Segurança Social e prevê gastar 363 mil euros em ordenados de quatro pessoas. Uma delas, que foi proposta pela fundação para ser o coordenador do projecto, é o filho do candidato à presidência da Câmara da Chamusca pelo PS, Joaquim Garrido.

Segundo a proposta, Miguel Garrido teria um ordenado base de 2.437 euros mensais durante três anos. Quase tanto quanto ganha a presidente da câmara, que tem uma remuneração de três mil euros.

O estranho neste caso é que a fundação que propõe a sua contratação é dirigida pela mulher do ex-presidente da Câmara de Alpiarça, actual presidente da Entidade Regional de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo, Joaquim Rosa do Céu, que também é o coordenador da distrital do PS para as eleições autárquicas e esteve envolvido na escolha de Joaquim Garrido para cabeça de lista do partido na Chamusca.

Além disso, o conselho de administração da fundação é presidido por Manuel Miranda do Céu, pai de Joaquim Rosa do Céu, e dele faz parte também Joaquim Garrido, que é empresário no concelho.

A câmara devolveu o plano ao núcleo executivo do projecto para que este seja reformulado, também por entender que algumas soluções propostas para o combate à pobreza já existem no concelho.

«O Mirante»

Onde está António Moreira na politica alpiarcense?

Um homem dinâmico e activo da politica alpiarcense que a ele se ficou toda a modernização do embelezamento de Alpiarça, da contratação da melhor especialista em jardinagem e a cuidada atenção para que Alpiarça fosse uma "Terra Florida".

Um homem activo enquanto presidente da Junta de Freguesia de Alpiarça que não faltava a encontro nenhum levado a efeito pela Associação Nacional de Juntas de Freguesia para que os seus conhecimento estivessem sempre actualizados e depois os aplicar na terra que o recebeu de braços abertos.

Um homem que todos os dias se levantava cedo para que a gestão diária do órgão a que presidia funcionasse da melhor forma.

Um homem que viveu de corpo e alma para o “PS/Alpiarça e a Razão” e que quase não permitia que alguém dissesse mal deste seu movimento politico que ajudou a fundar.

Na verdade António Moreira foi um homem em destaque e com poder em todo o Concelho de Alpiarça.
Dificilmente se poderá encontrar alguma pessoa que dele possa dizer mal ou criticá-lo.

Acima da sua categoria de “Ajudante de Farmácia” apenas estava a sua “Junta” onde recebia os munícipes de forma igual e que tantas vezes andou de braço dado com Rosa do Céu dizendo “sim” a tudo que o presidente da câmara dissesse ou fizesse para que nunca este o acusasse de “opositor”.

António Moreira dedicou-se de corpo e alma a Alpiarça. Se os “jardins” e espaços de lazer hoje existem a ele se pode agradecer.

Mas, afinal que é feito de António Moreira na politica alpiarcense que nunca mais deu sinal de vida?

Sei muito bem o seu local de emprego e onde o posso encontrar. Aliás todos sabem!

Mas não sei o que é feito de António Moreira em termos políticos para com Alpiarça e na sua entrega ao movimento que ajudou a fundar, o “PS/Alpiarça é a Razão” mais o seu querido amigo Rosa do Céu.

Que mal lhe fizeram os alpiarcenses ou o seu fiel amigo Rosa do Céu, que António Moreira nunca mais abriu a boca nem se pronuncia a quem lhe pergunte pela causa socialista?

Alguma coisa de grave lhe deve ter acontecido!

Conte-nos “Sr. Moreira”, conte-nos!...
Foi alguma trapalhada que Rosa do Céu lhe arranjou ou vossemecê perdeu toda razão de se poder pronunciar e dar as suas opiniões que eram tão sábias e esclarecedoras no tempo de Rosa do Céu?

Não deve ter sido coisa boa….que até os seus próprios camaradas se esqueceram de si.

Quando alguns desses seus “queridos amigos e camaradas” (que tanto estimava como estiveram ao seu lado enquanto presidente da Junta de Freguesia de Alpiarça, que tanto os defendia, se os criticássemos, o "Moreira" logo os defendia) lhes aparecerem na farmácia a pedir algum comprimido, dê-lhes "bicarbonato de sódio" ou algum "relaxante" para que se borrem todos e depois você sepossa rir deles pelo mal que lhe fizeram?

Ou não lhe fizeram mal algum?

Sabe Senhor Moreira, os políticos e os seus amigos socialistas são uns ingratos.

Abra-nos esse livro e não se deixe consumir interiormente porque “eles” e o seu dedicadíssimo amigo Rosa do Céu não merecem tal sofrimento.

Por: Samuel Madureira

Candidata do PS em Alpiarça teve acesso a informação do Governo que a beneficiou

É assim que se afastam as pessoas da política. A Sónia Sanfona anunciou, na qualidade de candidata à câmara de Alpiarça pelo Partido Socialista, que tinha assegurado a contratação de médicos junto do governo. Utilizou informação privilegiada que lhe foi dada por alguém do Governo para ganhar vantagem sobre outros candidatos à mesma autarquia. Deixou mal vista a directora do Agrupamento de Centros de Saúde que não sabia de nada. Meteu-se onde não era chamada porque não compete a candidatos a câmaras municipais a contratação de médicos ou a negociação com governos para que tal aconteça.
Ninguém do Governo desmentiu a informação dada por Sónia Sanfona no início de Agosto. Bastava dizer que o Governo contrataria os médicos independentemente do que a senhora candidata queria ou pensava. O que vai dizer agora a senhora candidata do Partido do Governo à Câmara de Alpiarça? Para os eleitores votarem nela porque sabe as coisas primeiro que toda a gente? Isso pode ser verdade mas serve para alguma coisa? E se muda o governo a senhora vai saber alguma coisa antecipadamente? Que tristeza este Portugal politiqueiro. Que tristeza haver candidatos assim. Que tristeza não haver quem faça cumprir a lei que proíbe tais truques baixos.
Regina Mendes

Os médicos cubanos apalpam o terreno

Afinal os dois médicos, chegados ao Centro de Saúde de Alpiarça, ainda continuam a apalpar o terreno.
Hoje, segunda-feira, 24 de Agosto, segundo nos diz um utente, apenas se encontrava um médico de serviço no Centro de Saúde local. Ainda de acordo com este utente, foi-lhe dito por uma funcionária, que os novos médicos, vindos de Cuba, só começarão a dar consulta na próxima sexta-feira, 28/8/09.
Há quem faça fé nos serviços destes profissionais dizendo: "Se eles são bons nas operações à vista e outros casos complicados da medicina, também o devem ser em clínica geral. Que comecem com empenho a tratar os nossos doentes. Pode ser até que os médicos "residentes" aprendam mais alguma coisa.
Esperamos contudo que estes profissionais "não residentes"tenham no seu contrato a cláusula de não poder exercer medicina fora dos locais públicos para os quais foram contratados. Senão entram também no ciclo vicioso da pressa. Do atendimento à la minuta. Do enviar os doentes para o particular onde têm interesses que, toda a gente já conhece mas ninguém denuncia.
Que estes médicos tragam ao nosso serviço de saúde, para além do seu profissionalismo, o exemplo também no cumprimento de horários e no atendimento dos utentes.

O olheiro

Ao que isto chegou!!!...

SILVA LOPES, com 77 ( setenta e sete ) anos de idade, ex-Administrador do Montepio Geral, onde saiu há pouco tempo com um aindemnização de mais de 400.000 euros, acrescidos de varias reformas que tem, uma das quais do Banco de Portugal como ex-governador. Logo que saiu do Montepio foi nomeado Administrador da EDP RENOVÁVEIS, empresa do Grupo EDP.

Com mais este tacho dourado, lá vai sacar mais umas centenas de milhar de euros num emprego dado pela escumalha politica do governo, que continua a distribuir milhões pela cambada afecta ao PS.

Entretanto o Zé vai empobrecendo cada vez mais, num pais com 20% depobres, onde o desemprego caminha para níveis assustadores, onde ossalários da maioria dos portugueses estão cada vez mais ao nível da subsistência.

Silva Lopes foi o tal que afirmou ser necessário o congelamento de salários e o não aumento do salário mínimo nacional, por causa da competitividade da economia portuguesa. Claro que para este senhor, o congelamento dos salários deve ser uma atitude a tomar, (desde que não congelem o dele, claro). Ou será que este senhor acha que nos esquecemos das suas posições no passado ?

Quanto a FERNANDO GOMES, mais um comissário politico do PS, recebeu em 2008, como administrador da GALP, mais de 4 milhões de euros de remunerações. Acresce a isto um PPR de 90.000 euros anuais, para quando o "comissário PS " for para a reforma.
Claro que isto não vai acontecer pois, tal como Silva Lopes, este senhor vai andar de tacho em tacho, tal como esta cambada de ex-políticos que perante a crise "assobia para o ar", sempre com os bolsos cheios com os milhões de euros que vão recebendo anualmente.

Estes senhores não tem vergonha na cara?

E ainda vem a corte do PS de Alpiarça para aqui com historias da carochinha sobre os comunistas.

O grande problema destes socialistas, como toda a gente já percebeu, é que quando os seus tachos estão comprometidos (a Sonia tinha-os garantido no inicio - Assembleia Republica ou Camara Municipal), é o vale tudo, nem que seja descobrir se o WC dos candidatos da CDU se encontram higienizados ou se na realidade são uns grandes porcalhões.

quanto aos restantes leitores nao sei. Eu já decidi!
«Leitor do Jornal Alpiarcense»

O vinho e produtos do Ribatejo estão muito mal divulgados

Enquanto Rosa do Céu foi presidente da Câmara criticou sempre o presidente da Região de Turismo do Ribatejo acusando da sua incapacidade quanto à divulgação dos produtos da região, nomeadamente o vinho como pela sua incapacidade de saber gerir o turismo a nível regional.
Acusava-o ainda Carlos Abreu de não saber nem ser capaz de projectar o nome dos “Vinhos do Ribatejo” para além fronteiras.
A seu lado, nestas fortes criticas contava com o presidente da Câmara da Golegã, Veiga Maltez porque este também defendia a mesma tese.
Hoje nem sequer existe a Região de Turismo do Ribatejo porque foi englobada na Entidade de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo, cujo presidente é Rosa do Céu.
Afinal tudo continua na mesma e os vinhos ribatejanos praticamente não tem nenhuma projecção como pouco se ouve falar dos mesmos ou se vê publicidade aos mesmos.
De pouco valeram as acusações a Carlos Abreu porque se este não divulgava os nossos produtos pouco mais tem feito a entidade presidida por Rosa do Céu como publicitado os vinhos do Ribatejo.
Para Rosa do Céu a “Rota do Vinho” é algo para esquecer, talvez por a iniciativa não ser sua.
Até um simples roteiro turístico do Ribatejo temos dificuldade em encontrar para sabermos as actividades culturais da região, algo que Carlos Abreu ainda soube fazer. Roteiro este que existiu, na gestão de Carlos Abreu oferecido pela Região de Turismo do Ribatejo às autarquias para que por intermédio destas se desse a conhecer tudo o que acontecia no Ribatejo.
Hoje dificilmente se encontram informações detalhadas e actualizadas quando a entidade coordenadora e responsável pelo turismo da região se encontra em pleno Ribatejo.

domingo, 23 de agosto de 2009

Sónia Sanfona obedeceu sempre à sua direcção parlamentar

Sónia Sanfona obedeceu sempre à sua direcção parlamentar, e claro isso é um pecado imperdoavel...tornando-se por isso, segundo o que se escreve neste post 'uma seguidista'
Tirando a bancada do PS onde amiudes vezes se não obedeceu à direcção, por obra e graça de Manuel Alegre e seus companheiros, por motivos que talvez daqui a uns anos aquando das eleições presidenciais o iremos perceber, em mais nehuma bancada parlamentar isso aconteceu.
Logo nas outras bancadas 'foi um ver se te avias de deputados a desobedecerem' pelo que os deputadosdo PSD,BE,CDU e CDS se devem chamar de...?
A campanha de conta-informação continua...não entendo sinceramente porque as forças politicas que normalmente não se fazem ouvir neste blog/jornal, não se manifestam contra este tipo de campanha, ou então...os seus comentários não são publicados, como provavelmente este tb o não será...
A bem de uma campanha democrática...

Por: Simplesmente EU
NR: Como diz o leitor e muito bem »as forças politicas não se manifestam» porque JA tem as suas páginas disponiveis para todos. Ao contrário do que diz, neste jornal há toda a liberdade de expressão.

Eles não sabem nem sonham o que por lá passamos

Artigo bem elaborado e oportuno, na medida em que os que nos governam cada vez mais se esquecem daqueles que serviram de carne para canhão durante 13 longos anos.Dizer que se esquecem talvez não seja correcto. Eles não sabem nem sonham o que nós por lá passámos e o que estão a passar muitos dos nossos antigos camaradas de armas. Mas se não sabem nem sonham, perguntem e estudem. Se o regime ditatorial nos obrigou a dar o coirão ao manifesto, o regime democrático ostraciza-nos. E não me venham dizer que é com 200 e tal euros por ano que reconhecem o nosso esforço e o nosso trabalho. Estudem, perguntem e ponham a mão na consciência, se a tiverem.
Opinião de um leitor sobre:
Avivar a memória da guerra tabu

Ainda bem que acabaram com as mordomias...

Ainda bem que o Sócrates teve a sensatez e a coragem de acabar com estas mordomias, como contagens de tempo a dobrar e subsídios de reintegração de 2 meses por ano.Foi um autêntico maná, depois admiramo-nos porque é que não saímos da cauda da Europa.Como já escrevi várias vezes nós todos somos testemunhas e aos mesmo tempo culpados de impávidos e serenos termos assistido a tudo isto.E quando há jornalistas ou bloguistas que chamam a atenção para estes exageros e estas mordomias, ainda vamos na cantiga do bandido e acusamos os jornalistas de todos os males do mundo.
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas..." (Guerra Junqueiro escrito em 1886)

Avivar a memória da guerra tabu

Na década de 60 do século passado, o destino da maioria dos jovens do nosso país, quando na idade de cumprir o serviço militar, era serem mobilizados para a guerra colonial. Assim aconteceu comigo. Fui mobilizado para a Guiné em 1969. Fui de rendição individual, o mesmo é dizer que fui render um jovem soldado que sucumbiu em combate.

Naturalmente, muitos dos que viveram esta guerra têm carregado consigo, durante estes anos, o resultado de determinados traumas, em consequência de uma relação de causa e efeito, que é difícil de descrever em toda a sua extensão, apesar de registada na memória de cada um. Na minha perspectiva, acho absolutamente redutor resumir todas as causas ao suposto "stress de guerra", como às vezes se quer fazer crer.

Em outros momentos senti vontade de intervir e opinar sobre a guerra colonial, mas tenho de confessar que mesmo sentindo esse desejo como ex-combatente, nunca me foi fácil abordar essa temática, até porque, em meu entender, o pouco que se debateu sobre ela raramente foi às questões de fundo. A discussão foi sempre ineficaz e insuficiente.

Basta recordar alguns programas que se fizeram na comunicação social, mais concretamente o Prós e Contras da RTP, onde se notou a ausência dos que mais sentiram na pele a guerra. São os mesmos que ainda hoje mais sentem os seus efeitos, sobretudo os de menores recursos para fazerem face a um conjunto de despesas medicamentosas, específicas e inerentes à sua presença na guerra.

É hoje notório que a ausência durante estes anos de um debate mais adequado possível e de medidas justas para os ex-combatentes levou à falta de uma melhor consciencialização do país sobre a guerra colonial e desta forma conseguir que a cada momento se pudesse lidar melhor com a situação que se colocava, sobretudo aos que mais directamente a viveram. Daí termos hoje entre os sem-abrigo um número significativo de ex-combatentes a viverem nas piores condições humanas.

Acontece, porém, devido à avançada faixa etária de alguns ex-combatentes, que o número de problemas seria em maior quantidade para muitas famílias portuguesas se alguns daqueles que foram no início da guerra não tivessem já falecido. Pelas razões óbvias e conhecidas, durante o antigo regime de ditadura era de toda a conveniência esconder dos portugueses toda a verdade sobre a guerra colonial, assim como todos os seus efeitos nefastos.

Também não se compreende que, com o fim da guerra e a conquista da democracia e de um Estado de direito, presentemente o meu sentimento, apesar de algumas medidas e de alguns passos dados, é que ficamos aquém do que era desejável para minorar os efeitos nocivos que ainda hoje pairam na sociedade.

Quando comparados com outros povos europeus, é habitual colocar os portugueses como os que mais sofrem com os sintomas de depressão e é por vezes costume associá-los a vários factores, nomeadamente de ordem política, económica, social e cultural. No entanto, é pouco referido o facto de termos vivido, num determinado período da nossa história, uma guerra colonial.

E evidente que não me considero a pessoa mais indicada para abordar um tema desta índole, tão delicado e de tamanha importância. Não obstante, como ex-combatente, julgo-me com algum conhecimento de causa. Se o faço, é nessa qualidade e como testemunho de um cidadão preocupado por constatar que, nos tempos que correm, isso é cada vez mais um tabu para os responsáveis políticos.

Ao abordar a problemática da guerra colonial e do que daí poderá advir, mesmo para as novas gerações, devemos ter em conta que ainda hoje subsistem muitas dúvidas quanto ao stress de guerra poder ou não supostamente ser transmissível. Naturalmente, todos temos interesse em ser esclarecidos por quem de direito.

Mau seria que, por motivos economicistas, déssemos o dossier da guerra colonial por encerrado. Aliás, continuam a ser contraproducentes as dificuldades encontradas pelos sucessivos governos na melhoria e pagamento do miserabilíssimo subsídio anual aos ex-combatentes.

Francisco Ferreira Martins

Meia volta

Faz-me pena ver o nosso ciclismo reduzido a meia volta a Portugal. Não sou tão antigo que tenha vivido a épica aventura de Nicolau e Trindade. Mas Alves Barbosa, Ribeiro da Silva e Joaquim Agostinho atraíram milhões de miúdos como eu para o desporto, primeiro para a berma das estradas, depois para os velódromos de Alvalade, Alpiarça, Loulé, onde me lembro bem de ver estádios cheios para assistirem a emocionantes corridas de pista. Agora só há campos de futebol…A emoção dos relatos radiofónicos da nossa Volta, os arrebatadores Prémios de Montanha dos Alpes, no “Tour” e no “Giro”, a rudeza e o calor da “Vuelta”, o drama das quedas. Nem a NBA na SportTV…O “frisson” dos jornais de actualidades nos cinemas, as etapas a cores no “Paris-Match”, as festas, as meninas, os “maillots”, Louison Bobet, séculos mais tarde Eddie Mercx, as entradas em Paris de Barbosa e Agostinho, as quedas dramáticas, o imponderável do doping, a cocaína no selim dos primeiros colombianos, os “cachets”, o anonimato feroz do pelotão, as pernas que escaldam, a raiva de vencer, o protagonismo das fugas, a glória das camisolas amarela ou rosa e o podium!Também não é aqui que vou cair no fadinho de “no meu tempo é que era bom”! Mas meia volta a Portugal?! Tenham paciência!
Joaquim Letria (24 Horas)

DEITARAM A SÓNIA SANFONA FORA!

A partir do momento que foi enganada ou ficou entre a espada e a parede e aceitou ser candidata a presidente da Câmara de Alpiarça, a Deputada Sónia Sanfona deixou de ter hipóteses de voltar a ser Deputada da Nação, porque o Sócrates à ultima da hora e repentinamente deliberou que os candidatos a Presidente de Câmara não poderiam integrar as listas a deputados.
Estão neste rol a Sónia Sanfona, o Paulo Fonseca e outros mais socialistas,como a candidata à câmara de Alcanena, isto foi amplamente divulgado e a Sónia alto e bom som insurgiu-se contra a traição felina e oportunista de Sócrates.
Eu também me insurgiria. Afinal a Sónia pode não ter sido uma excelente Deputada da Nação, mas foi uma excelente Deputada do Sócrates e esteve sempre em consonância com as orientações do Primeiro-Ministro sobre o seu grupo parlamentar, que lhe obedeceu cegamente neste 4 anos.
Porque continuam a bater na tecla que foi a Sónia que não aceitou ser deputada e veio candidatar-se a Presidente da Câmara de Alpiarça, ganhando menos?
A Sónia sabe muito bem que lhe tiraram o tapete, deitaram-a fora como se diz na gíria.

As coisas que a gente vem a saber...

As coisas que a gente vem a saber. Apesar de ser chamusquense de gema não sabia dessa história do Fernando Pratas. Também só lá vou aos fins de semana visitar a família. O que me disseram dele, há dois ou três anos foi que depois de estar alguns (poucos) anos como vereador um dia resolveu sair e a Câmara da Chamusca teve de lhe dar uma quantidade de milhares de Euros. Pelo menos comentava-se por lá isso.
E nestas coisas o povo não vai ao mato sem corda. Não estou a dizer que não tenha por lei direito a isso. O contraste está em que um homem trabalha uma vida inteira para um patrão e se sair de livre vontade, traz o quê? Quem é que lhe dá a indemnização?Os políticos hão-de fazer sempre as coisas primeiramente a pensar neles próprios.
Depois virão os outros mas sem pressas que a vida não está para correr muito.Ah e tal, é porque deixam os empregos para prestar um serviço público e depois quando voltam têm de se adaptar de novo ao trabalho que tinham e perdem muito com isso.Uma ova. Isto é uma mina de ouro para eles. Tanto que depois não querem outra coisa.Tomara eu que me venham a dar a pensãozita e já estou com muita sorte.Olhem aquela da lagartixa assenta que nem uma luva cá para a gente. Pelo menos para mim.

Por: José C.Galrinho

XVI Aniversário do Grupo de Dadores de Sangue

Informam-se todos os Associados que as comemorações do Aniversário do Grupo de Dadores de Sangue de Alpiarça, terá lugar no Pavilhão de Espectáculos no Recinto da Alpiagra no próximo dia 4 de Outubro de 2009.

sábado, 22 de agosto de 2009

Não tentem iludir a questão

Penso que em circunstâncias normais, ninguém repararia, antes pelo contrário, ficaría agradecido pelo facto de a Dra Sónia Sanfona interceder junto de quem pode, para que viessem os ditos médicos.
O problema é que, acontecer o que aconteceu e a forma como aconteceu, logo em altura de Eleições, parece não ser de todo um acto inocente para qualquer ser pensante.

E aqui é que bate o ponto.
Não tentem iludir a questão.

Por: Jorge Frazão

Uma pérola do pensamento do PS de Alpiarça

Ora cá está mais uma pérola do pensamento do PS de Alpiarça, baseada primarismo, no erro, no engano e na manipulação: "Alpiarça não poderá ser entregue a jovens inexperientes, mandados por um partido que usa métodos pidescos e vingativos.", diz em defensor do PS.
Segundo este raciocínio, Sónia Sanfona nunca poderia ser Presidente da Câmara: em 1º lugar, porque é a mais jovem dos 3 candidatos (América Cravo-43 anos, Mário Pereira-40, Sónia Sanfona-37); em 2º, porque o mais experiente nos assuntos da autarquia é o Mário Pereira, o único com experiência como vereador da câmara; em 3º, porque "o partido que usa métodos pidescos e vingativos", mente, ataca quem trabalha e que produz, retira direitos e liberdade, vigia, escuta, corrompe, é o PS, métodos que a CDU e os seus apoiantes sempre combateu e combate.
Sejamos rigorosos com as palavras e com as ideias. O Sr. assessor de comunicação não percebe nada disto e só diz bacoradas nestes textos todos que manda de enxurrada para este blog.
O Mário Pereira, por várias dessas razões e por ser a pessoa que mais próxima está do povo de Alpiarça deverá o próximo Presidente.

Sónia Sanfona deveria saber que não se pode cavar na vinha e no bacelo ao mesmo tempo

Sem querer contrariar o título que encima (ver noticia abaixo publicada) este pequeno comentário, elevado a post, quero dizer ao comentarista que a sua questão é tão inocente e primária que nem lhe vou responder.
A pergunta que se deve colocar é:
- Se a Dra. Sónia Sanfona soubesse que não podia cavar na vinha e no bacelo ao mesmo tempo. Isto é, se soubesse que concorrendo à Câmara Municipal de Alpiarça não poderia candidatar-se ao lugar da Assembleia da República, teria prescindido deste último assento onde tem um ordenado significativamente maior e com menos dores de cabeça? A menos que, por uma questão de estratégia (mesmo sem o conhecimento da interessada) o processo já estivesse delineado a nível superior para ser assim.
Como explicar o seu nervosismo e a sua tomada de posição pública quando foi conhecida a decisão do Governo nesta matéria (Parlamento ou Câmara) pressionado pelo PSD? Não teria feito o mesmo que fez o Dr. Fernando Pratas que se teve nas tintas para a presidência da Câmara da Chamusca continuando a auferir o "taco" na sua querida Assembleia, empurrando o Joaquim Garrido para a esperada derrota? É o próprio Dr. Fernando Pratas que o diz! “ Concorrer contra Sérgio Carrinho (CDU) para a liderança da Câmara da Chamusca, não faz qualquer sentido”.Pudera! Sempre que concorreu pelo PS, perdeu! E em Lisboa sempre tem o tacho assegurado, com perto de Mil Brasas mensais! (na moeda antiga).
Isto é tudo muito bonito, mas é visto de avião.

Por: Zé Munícipe

Esquecem-se de que Sónia Sanfona ainda é deputada e tem acesso a informação privilegiada?

Sónia Sanfona será Presidente da Câmara porque é honesta e inteligente e chamou para as suas listas pessoas sérias e com provas dadas.
Alpiarça não poderá ser entregue a jovens inexperientes, mandados por um partido que usa métodos pidescos e vingativos.
Nesta questão dos médicos, foi a Sónia Sanfona que procedeu mal ao lembrar a quem de direito que não se esquecesse de Alpiarça ou foi quem apresentou uma queixa por virem médicos para Alpiarça, para servirem todos os alpiarcenses, só por vingança?
Ela tinha informação privilegiada...claro, ela ainda é deputada da nação, esqueceram-se?

Sónia Sanfona não será deputada nem presidente

A Sónia foi empurrada para o cargo e não será deputada nem será presidente por que o PS vai perder e esta história dos médicos

A Sónia não é a culpada mas sim quem a acompanha e aconselha (muito mal por sinal). Apelo a que a Sónia seja ela própria e venha ao Povo de onde ela descende e deixe-se de burguesismos e apoios de famílias ricas falidas.

O Paulo Fonseca jovem Governador Civil de Santarém também caiu no conto do vigário e deixou-se enganar, agora nem é governador civil nem será presidente de câmara.

Os portugueses estão tão fartos de José Sócrates que devia haver um estudo da percentagem de portugueses que muda de canal quando ele aparece na televisão.
«Opinião de um leitor do "Jornal Alpiarcense"

Ninguém tem nada a apontar a Sónia Sanfona ou a Mário Pereira

Não há nada a apontar a Sónia Sanfona enquanto pessoa.
Mas agora faço outra pergunta:

"Mas alguém tem alguma coisa para apontar ao candidato Mário Pereira?"

"Mário Pereira é um Homem com "H" grande e ninguém tem nada a apontar-lhe."

Estamos de acordo?

Isto não se trata de ter algo a apontar aos candidatos ou deixar de ter.

Trata-se escolher ideias, projectos e pessoas para gerir Alpiarça, de fazer justiça à CDU e aos seus apoiantes que estão sempre a defender os interesses das pessoas e que vão governar a câmara com políticas mais viradas para resolver os problemas e não para fazer favores a quem quer que seja.
«Opinião de um leitor deste jornal»

O Governo ajuda quem queira deixar de produzir leite

O Ministro da Agricultura, Jaime Silva, afirmou que o Governo pretende «dar 250 euros de ajuda por hectare aos (produtores de leite) que abandonem a produção» mas a federação que agrega o sector diz desconhecer os apoios.
«CM»

Mas alguém tem alguma coisa para apontar à candidata Sónia Sanfona?

Sónia Sanfona e uma Mulher com "M" grande e ninguém tem nada a apontar-lhe.
Se fosse ambiciosa, como dizem ser, não deixaria a possibilidade de ser Deputada para ser p´Presidente de uma câmara com uma oposição de comunas enraivecidos e onde ainda por cima, se for eleita, vê uma parte substancial do seu vencimento ser cortado.
Alpiarça tem umas das câmaras do país, onde os presidentes e vereadores têm o mais baixo vencimento.

O desejo frustrado é o início da fantasia ( mentira).

Todo o candidato deseja ser grande e todos os factores de seu ambiente dizem-lhe que é pequena. A candidata conquista o seu ambiente fugindo dele: eleva-se em asas e vive o sonho da sua fantasia. A ambição de ser maquinista tem por motivo o poder:controlar um trem que corre a grande velocidade é uma das melhores ilustrações de poder. Daí a MENTIRA NA POLÍTICA DO "NOVO CICLO" !

Por: Luís

Realmente entre Armindo Pinhão e Rosa do Céu há imensas parecenças

Ambos são licenciados em áreas muito semelhantes, na área da economia e finanças;

Ambos foram professores de profissão;

Ambos fizeram 11 anos de mandato, o Armindo fez 3+4+4 e o Rosa do Céu fez 4+4+3;

Ambos se reformaram por inteiro e antecipadamente;

Ambos foram para o Turismo para Santarém depois da reforma;

O Armindo iniciou a Zona Industrial e o Rosa do Céu terminou-a;

O Armindo inaugurou a Barragem e o Rosa do Céu melhorou-a;

O Armindo fez a Reserva Zoológica e o Rosa do Céu melhorou-a mandando lá construir um restaurante para a esposa dirigir;

O Armindo lançou as piscinas o Rosa do Céu terminou-as e inaugurou-as;

O Armindo inaugurou o Centro cívico o Rosa do Céu terminou-o;

Só que o Armindo ganhou sempre ao Rosa do Céu e se ambos concorrerem um dias às autárquicas o Armindo volta a ganhar ao Rosa do Céu.

Jornal Alpiarcense, tem um bom lote de colaboradores

Já tinha falado em comentário anterior na figura de Português Pt e sua arte de contar. Confirma-se aqui mais uma vez.
Parabéns!
Com isto não retiro o valor de muitos outros colaboradores deste blogue. Jornal Alpiarcense está naturalmente de parabéns pelo lote de colaboradores de que dispõe a custo zero. Apenas por pura carolice.
Não posso também esquecer o seu administrador que, deverá passar muitas e muitas horas diariamente frente ao monitor, na sua coordenação e actualização.
Parabéns a todos.

Por: Almeirante
NR: Caro "Almeirante" obrigado pelas suas palavras que dizem apenas a verdade

SÓNIA Sanfona teve acesso a informação privilegiada que beneficiou a sua candidatura

A candidata à presidência da Câmara de Alpiarça pelo PS, Sónia Sanfona, teve acesso a informação privilegiada no caso da contratação de médicos para o centro de saúde local. E utilizou essa informação em benefício da sua candidatura quando anunciou no dia 1 de Agosto que conseguiu “assegurar a contratação de médicos para reforçar os efectivos do Centro de Saúde local”, garantindo que os mesmos iniciavam funções este mês. Uma situação que configura uma violação da Lei Eleitoral dos Órgãos das Autarquias Locais, que no seu artigo 41º diz que os órgãos de Estado e entidades públicas não podem praticar actos que de algum modo favoreçam ou prejudiquem uma candidatura.
Sabe-se agora que dois médicos cubanos dos 40 que o Ministério da Saúde contratou para reforçarem vários centros de saúde do país vão para a unidade de Alpiarça. Recorde-se que Sónia Sanfona, que também é deputada na Assembleia da República, tinha dito que a colocação de médicos na vila resultava de contactos estabelecidos com o Governo.
O PCP apresentou entretanto um requerimento dirigido ao Ministério da Saúde no qual pergunta se foi estabelecido algum acordo entre o Governo e a candidata do PS à Câmara de Alpiarça. E considera que tal situação, a ser verdadeira, “configura uma violação grosseira dos deveres de neutralidade e imparcialidade das entidades públicas”, que não podem intervir directa ou indirectamente na campanha eleitoral. Os comunistas realçavam no requerimento, ao qual ainda não foi dada resposta, que nos termos da lei este procedimento constitui um ilícito criminal punível com prisão até dois anos ou multa até 240 dias.
A directora do Agrupamento de Centros de Saúde, Luisa Portugal, disse a O MIRANTE que os médicos já estão há dias em Alpiarça a contactar com os outros profissionais e a inteirarem-se do funcionamento do centro de saúde. Devem começar a trabalhar esta semana depois de resolvidas algumas questões administrativas como a impressão de vinhetas com a identificação dos profissionais que são colocadas nas receitas.
«O Mirante»