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| Grupo de Milícias Populares |
Em último recurso que os alpiarcenses criem um “Corpo de Melícias Populares” já que ninguém lhes resolve o problema da segurançaA questão principal e subjacente ao tema ALPIARÇA ESTÁ A SAQUE!, acontece por várias questões que sendo importantes passam ao lado, talvez por conveniência ou ineficácia, de quem tem responsabilidades na área da segurança.
Vejamos alguns pontos que poderiam ajudar a diminuir os roubos que vão surgindo dia após dia por todo o concelho:
1- Um maior e constante patrulhamento a pé e deixar de ser feitos patrulhamentos com viaturas de forma a que os cidadãos possam sentir-se mais seguros para além de terem plena consciência que a GNR anda nas ruas, desconhecendo assim onde o mesmo pode surgir como os assaltantes não terem oportunidade de ouvir o barulhos das viaturas ou então as viaturas andarem permanentemente a circular por todo o concelho e não só quando é necessário ou são precisas para ir com os militares comprarem as suas refeições aos respectivos estabelecimentos. Se não há verbas para gastos de combustível também para este tipo de necessidades não deve porque para o efeito os militares podem ir a pé, evitando assim gastos supérfluos no consumo;
2- Aumentar o contingente de efectivos no Posto da GNR para se acabar com as “vergonhas” de alguns cidadãos (?) se darem ao luxo de mandarem tiros para as paredes do posto ou de não haver elementos suficientes para comparecerem numa agressão a um cidadão, como foi o caso do “segurança” de um bar alpiarcense ou podermos ler que os mesmos tiveram de pedir reforços ao posto de Almeirim como se em Alpiarça não houvesse um Posto da GNR;
3- Que haja uma maior pressão politica por parte dos eleitos locais ou uma inter-ajuda de quem é a representante do governo no distrito já que a sua influência tem poderes de decisão.
Neste caso que se deixe de parte as sequelas partidárias porque o que está em
causa é a segurança da população onde os interesses ou ideologias politicas
devem ficar de parte, caso contrário podemos deduzir que existe
conveniência ou ineficácia de quem tem responsabilidade na área de segurança;
4- Os alpiarcenses começam a ter motivos suficientes para pensarem que todos os assaltos e roubos que tem vindo a acontecer em Alpiarça nos últimos tempos se deve à inoperância dos vários organismos e entidades que estão envolvidos na segurança que teoricamente mostram estar interessados nas resoluções do problema para na prática tudo continuar na mesma;
5- O «fenómeno das migrações no nosso Concelho é conhecedor da maioria da população local que a leva a estar preocupada com toda esta gente (centenas?) que não se sabe do que vivem.
Não se sabe de onde vêm, nem tão pouco o que fazem em Alpiarça»; a permissão das várias nacionalidades e etnias que “poisaram” em Alpiarça não serem controladas nas devidas condições quer pelos agentes locais de autoridade quer pelo próprio SEF (Serviços de Estrangeiros e Fronteiras) e até pelo SIS, leva a que aconteça o que está a acontecer porque já residem no Concelho dezenas de cidadãos estrangeiros que não são controlados por ninguém.
6- Não bastasse, não podem ser “incomodados” na sua residência porque a lei os protege e para a autoridade poder entrar na residência dos mesmos necessita de um «mandato de busca».
Então deixamos aqui uma pergunta para quem saiba responder ou esclarecer:
«Se um vizinho de uma vitima se apercebeu do acto (o assalto) quando os larápios já estavam de saída» que até conseguiu registar a matrícula da viatura em que se faziam transportar» para depois de imediato ser «denunciado à GNR que identificou a viatura como sendo de um grupo destes migrantes que se encontram a viver em Alpiarça»; quando os «proprietários pediram à GNR para revistar a casa dos presumíveis autores do assalto, que o produto do roubo: computadores, ouro etc. estaria possivelmente ainda em sua posse» a GNR informou o jovem casal de que, só com mandato judicial poderia fazer essa busca» é para perguntar aos agentes que tiveram conhecimento do acontecimento, que foram eles próprios que verificaram o «registo de matricula» comprovando este que os meliantes ali residiam, por qual a razão que não ficou a casa dos assaltantes vigiada temporariamente pela GNR e impedida a saída dos moradores para simultaneamente o comando do Posto da GNR tomar de imediato as medidas necessárias e urgentes para requerer ao Juiz de Turno no Tribunal de Almeirim a passagem de um «mandato de busca» a fim de poderem fazer um busca?
Falta de capacidade ou falta de uma rápida actuação?
7 – Mais do que nunca torna-se necessário um maior vigilância sobre os emigrantes a residir
em Alpiarça, quer policial e porque não até pelos cidadãos. Se este tipo de gente não
trabalha, não tem rendimentos nenhuns como podem viver?
A resposta só pode ser uma: quem cabritos vende e cabras não tem, de…algum lado vêm» e… só pode vir do «gamanço».
8 – Se o problema dos assaltos continua a aumentar em Alpiarça, se as entidades envolvidas
nada fazem e muito menos resolvem, porque o problema continua a arrastar-se ou a
piorar, então que se tome uma medida drástica: a criação de um “Corpo de Milícias Populares”
Saiba mais em: ALPIARÇA ESTÁ A SAQUE!
NR: Jornal Alpiarcense contactou o Comando Territorial da GNR a fim de nos prestar o devido esclarecimento. Logo recebido será publicado
NR: Jornal Alpiarcense contactou o Comando Territorial da GNR a fim de nos prestar o devido esclarecimento. Logo recebido será publicado























