.

.

.

.

sábado, 10 de janeiro de 2015

2015 já chegou e trouxe novos Ateliês de Convívio - "Velhos São os Trapos!"


No ano passado tivemos o prazer de conviver com mais de 30 jovens de Alpiarça, Frade de Baixo e Frade de Cima. 
Este ano contamos com estes e outros tantos convivas, por isso pedimos que divulguem estas atividades para que mais pessoas possam partilhar, distrair e conviver através da realização de dinâmicas divertidas e trabalhos manuais.
«CMA»

António Guterres não fecha a porta a Belém


É em 2015 que, obrigatoriamente, se perfilam os candidatos às eleições presidenciais de 2016, que devem ocorrer, como tradicionalmente, no final de janeiro. Ontem, o jornal Soldava como certo que António Guterres, atualmente no cargo de Alto Comissário para os Refugiados da Organização das Nações Unidas (ACNUR), estava fora da corrida: o candidato preferido da esquerda teria dado luz verde ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, para o prolongamento do seu mandato, que deveria acabar no próximo mês de junho, terminando funções apenas no final do ano. Ficaria assim afastado de uma eventual candidatura, para continuar ao serviço das Nações Unidas.
Guterres tomou posse em junho de 2005 - está atualmente a cumprir o segundo mandato de cinco anos à frente do ACNUR - devido à demissão do anterior Comissário, o primeiro-ministro holandês Ruud Lubbers, envolvido num escândalo de assédio sexual. Se tudo tivesse decorrido dentro do calendário, Guterres teria tomado posse apenas no final do ano, daí que, segundo o jornal Expresso, a ONU esteja agora a decidir se o antigo governante português sai no final do mandato ou fica até dezembro, final do ano civil, altura em que a ONU substitui os titulares dos altos cargos.
Em declarações ao semanário, Guterres foi claro: "Sou sempre livre de decidir a minha vida". Ou seja, não exclui uma candidatura ao lugar de Cavaco Silva, ainda que também não a admita. Conforme explicou ao Expresso, "é uma simples questão técnica que Nova Iorque está a analisar, dado que excecionalmente eu comecei em junho por causa do problema do meu predecessor e não é claro se devo acabar em junho ou, como é normal, no fim do ano". E sublinhou: "Independentemente da interpretação que vingar, eu sou sempre livre de decidir a minha vida. Tudo isto é, portanto, muita parra e pouca uva".
Os socialistas veem em António Guterres o candidato ideal para as presidenciais, ainda que outros nomes tenham vindo a público perante a não confirmação da disponibilidade de Guterres, como Sampaio da Nóvoa ou Jaime Gama. Uma desistência do antigo primeiro-ministro colocaria o PS numa situação difícil, já que em todas as sondagens, Guterres tem surgido como o preferido dos eleitores da esquerda.
Já o jornal Público, cita uma fonte próxima do ex-primeiro-ministro para dizer que, quando questionado sobre a hipótese de prolongar o mandato por mais seis meses, Guterres respondeu que "tanto lhe fazia". Até porque um eventual acertar do calendário da ONU que lhe prolongue o mandato até ao final de 2015 não o impede de se candidatar à Presidência da República: a lei não prevê qualquer obstáculo a Guterres na corrida a Belém.
«DN»

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

CONSTRANGIMENTOS NA RECOLHA DE LIXO

A Câmara Municipal de Alpiarça informa a população que, devido a avarias nos carros de recolha de lixo, poderá haver algum atraso nessa mesma recolha, principalmente na zona da Casa do Povo, zona do Cravo, rua Queirós Vaz Guedes, rua Ricardo Durão, rua António da Silva Barroso e respetivas transversais.
A Câmara Municipal, para evitar incómodos, contratou já serviços externos para, a partir de amanhã, dia 10, efetuar a recolha de lixo nos locais mais afetados e conta no início da próxima semana com a normalização dos serviços.
A Câmara Municipal apela a todos os munícipes para a sua melhor compreensão e que acondicionem bem os seus resíduos, colocando-os para remoção apenas quando os contentores forem recolhidos.

CARLOS COUTINHO: último dia de funções na Desmor

Carlos Coutinho
Cara(o)s amiga(o)s,
No último dia de funções na Desmor, não posso deixar de me dirigir a vós, em jeito de agradecimento pessoal. Agradecimento por terem partilhado comigo intensos momentos pautados pelo desenvolvimento de uma atividade muito rica. Rica em alegrias, rica em trabalho, sucessos e, acima de tudo, rica na valorização do concelho de Rio Maior, da região e do desporto. 
Hoje encerro um ciclo pessoal e profissional. Deixo a Presidência executiva do Conselho de Administração da Desmor. Faço-o com o sentido de dever cumprido. Todo o sucesso tem de ser obrigatoriamente partilhado por toda a equipa que me acompanhou ao longo dos últimos 5 anos. Uma equipa composta por excelentes profissionais que sempre deram o melhor de si em prol de Rio Maior e dos seus cidadãos. Em conjunto, mostrámos ao país que uma empresa municipal pode, e deve, ser sinónimo de desenvolvimento regional, rigor, brio e amor à camisola. A todos muito obrigado pela confiança e amizade. 
A vida é feita de mudanças e escolhas. Neste momento escolho agarrar um novo desafio profissional, aceitando um convite que me foi dirigido e muito me honra. Sinto que a Desmor é agora uma instituição mais preparada e capacitada para enfrentar o futuro, continuando a trilhar um caminho de sucesso para si e para Rio Maior. E só esta perceção e segurança me permitiram fazer esta mudança. Sinto, sem qualquer dúvida, que todos os quadrantes da sociedade riomaiorense reconhecem na Desmor uma das principais âncoras do concelho. E isso deixa-me orgulhoso. 
Neste momento queria, igualmente, deixar uma palavra especial e direta de apreço à Dr.ª Isaura Morais e à Câmara Municipal de Rio Maior. O seu apoio, visão e sentido estratégico para a Desmor foram, e serão, uma marca distintiva da sua governação. A Câmara Municipal de Rio Maior é o acionista e principal parceiro da nossa instituição e de Rio Maior. E neste campo, impõe-se outro agradecimento, desta feita ao vereador Eng. Lopes Candoso, companheiro de jornada na administração da empresa desde o meu primeiro dia. Outra palavra de incentivo e desejos de uma boa caminhada para a minha sucessora, a Dr.ª Diva Cobra, uma excelente profissional que saberá continuar e melhorar o trabalho feito até aqui. Não queria, também, deixar de agradecer a todos os parceiros institucionais que ajudaram a transformar a Desmor numa referência nacional e internacional. O trabalho em parceria, feito com total dedicação, é sempre sinónimo de progresso. 
As despedidas e mudanças nunca são fáceis, especialmente quando são criados grandes laços de afeto, amizade e solidariedade. E foram esses sentimentos que marcaram o meu percurso na Desmor, servindo sempre o concelho e a instituição com todas as minhas melhores capacidades, coordenando uma vasta equipa que sempre mostrou o melhor do ser humano. Conseguimos ser uma família, que partilhou sucessos e alegrias, percalços e dificuldades. 
Continuarei sempre disponível para servir o interesse público. Levo todos no meu coração, fazendo votos para que o futuro da Desmor e de Rio Maior continue próspero e profícuo. E sempre que me seja possível, voltarei para vos dar um outro abraço,
À família Desmor, 
Até já,
«Facebook»

“Região de Turismo do Ribatejo” e as suas sucursais

Estamos assim “feitos” e entregues a quem não nos conhece nem sabe do que somos capazes de fazer porque deixámos de ser ribatejanos para passarmos  a ser alentejanos


Não me surpreende saber que Ceia da Silva, presidente da Entidade de Turismo do Alentejo/Ribatejo está nomeado para os “Amadeus Brighter Awards”. 
Não é a primeira vez nem será a última.  Outros prémios virão e “365 Dias de Emoção” surgirão.
O que me apoquenta é como Ceia da Silva está para ser considerado o “Empreendedor do Ano” pelo que está a fazer pelo turismo (talvez o do Alentejo) e não vejo: nem apoio nem desenvolvimento e muito menos publicidade ao turismo do interior do Ribatejo.
Criticavam os antigos responsáveis do turismo ribatejano, nomeadamente, Carlos Abreu, Armindo Pinhão (foto), Joaquim Rosa do Céu, entre outros, de nada fazerem pelo turismo da região. 
O certo é que: de tempos a tempos davam uma da sua graça e sempre íamos ouvindo, ou lendo, que afinal o “Ribatejo também tinha o seu turismo” e no interior até se faziam algumas festas com “Emoção” não durante os 365 dias do anos mas nalguns dias da semana.


Agora, fala-se do Turismo do Alentejo/Ribatejo mas no interior ribatejano quase é desconhecido tal nome e muito menos que o “Ribatejo“ deixou de ser dos ribatejanos para ser alentejano.
Coisas da política e dos políticos que nos governam porque enquanto não acabaram com a Região do Ribatejo (turisticamente falando) não descansaram para beneficiar quem dá a sua graça ao partido que nos governa.
Com a mudança do “Turismo do Ribatejo” para a “Entidade de Turismo do Alentejo/Ribatejo” só posso chegar à conclusão que no Ribatejo já não se pegam os “bois pelos cornos” porque os homens do Ribatejo passaram a ser mandados por quem, nem sequer, conhece os nossos hábitos e muitos menos o turismo do interior do Ribatejo.


Estamos assim “feitos” e entregues a quem não nos conhece nem sabe do que somos capazes de fazer porque deixamos de ser ribatejanos para passarmos a ser  alentejanos.
Claro que como ribatejano que sou, nada tenho contra os alentejanos, mas nestas coisas nada como “separar o trigo do joio”. 
Lamento nada ter conseguido fazer para impedir esta “trapalhada” como milhares de ribatejanos que não foram “ouvidos nem achados” salvo centenas de políticos da região que tudo fizeram para abafar  esta “globalização provincial”.
Resta-me então dizer, (como disse um comentarista neste jornal) com todo o respeito: "Eu quero é que vão todos bardamerda!..."
Por: A.C.

Mais de 50 empresários integram Bolsa de Mentores da NERSANT para apoiar novos empreendedores da região


Só os empresários detêm o verdadeiro conhecimento de como se gere um negócio. É com base nesta convicção que a NERSANT decidiu criar, no âmbito do seu programa de apoio ao empreendedorismo, o Sítio do Empreendedor, uma Bolsa de Mentores, onde mais de 50 empresários estão já inscritos para ajudar os novos empreendedores a conduzir os seus projetos.
De forma a dar maior possibilidade de sucesso às iniciativas de novos empreendedores e proporcionar aos empresários já no terreno, o conhecimento de novos projetos, a NERSANT - Associação Empresarial da Região de Santarém, criou e está a dinamizar uma Bolsa de Mentores, constituída já por mais de 50 empresários da região com know-how na área da gestão e desenvolvimento de negócios que podem, com a sua experiência, aconselhar e vir a contribuir para o desenvolvimento das ideias e novos projetos no Ribatejo.
A bolsa permite à NERSANT estabelecer relações de mentoria entre empresários e empreendedores, facilitando, desta forma, a organização de sessões de networking, onde serão apresentados novos projetos, que deverão merecer a análise dos mentores, através da apresentação de contributos e sugestões que potenciem o conhecimento dos empreendedores e dos seus próprios negócios. Estas sessões são ainda um espaço privilegiado para o encontro de possíveis parceiros, sócios ou investidores nos novos negócios apresentados.
Para os novos empreendedores, a partilha de conhecimentos e experiência por parte dos empresários, bem como as indicações, avisos e sugestões que estas sessões lhes podem proporcionar, pode revelar-se um contributo fundamental para a maturação dos seus modelos de negócio e para o desenvolvimento das suas atividades.
A Bolsa de Mentores da NERSANT é um dos apoios disponibilizados no âmbito do Sítio do Empreendedor, programa de apoio à criação e desenvolvimento de novas empresas que acompanha os empreendedores desde a fase de maturação da ideia até ao primeiro ano pós-início de atividade, passando pela definição do modelo de negócio, elaboração do plano de negócio, procura de sistemas de incentivos e financiamento, e ainda consultoria jurídica e fiscal para constituição e início de atividade.
Todos os interessados poderão inscrever-se neste programa, cuja participação é gratuita, acedendo a ao portal deste projeto da NERSANT, em http://sitiodoempreendedor.nersant.pt/.

Portugal com mais pobres do que em 1974

Um em cada quatro portugueses está em risco de pobreza e quem recebe o salário mínimo ganha menos 12 euros do que em 1974 (descontando a inflação), indicam dados atuais divulgados pela base de dados Pordata.


Quando se assinala o Dia Mundial para a Erradicação da Pobreza lembra também a organização não-governamental Oikos que mais de mil milhões de pessoas passam fome em todo o mundo e há 200 milhões de desempregados.
 Portugal, ainda de acordo com a Pordata, era em 2011 o nono país da União Europeia com uma taxa de risco de pobreza mais elevada, havendo no ano passado 360 mil pessoas a receber o Rendimento Social de Inserção, quase metade delas com menos de 25 anos.
 Lembra-se também no portal que o país é o 6.º da União Europeia com maiores desigualdades de rendimentos entre os mais ricos e os mais pobres.
 A propósito da efeméride que hoje se comemora outros números (Instituto Nacional de Estatística) são também pouco abonatórios para Portugal, como os que indicam que 29,3 por cento da população infantil encontrava-se em privação material no ano passado (privação material é quando um agregado não tem acesso a três bens de uma lista de nove considerados importantes).
 São os números que indicam que o risco de pobreza das famílias com crianças dependentes se tem vindo a agravar, como se tem agravado a taxa de intensidade de pobreza, como se tem ainda agravado a diferença entre Portugal e a média da União Europeia, sendo que essa diferença é a de que enquanto na Europa o risco de pobreza se mantém estável em Portugal vai aumentando.
 O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza foi criado pela ONU em 1992.  Acabar com esse flagelo é um dos objetivos de desenvolvimento do milénio.
«Lusa»

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Quem disse que António Costa é uma “homem de esquerda”?

Os pobres continuarão a ser “pobres” ou a viver “miserávelmente” e os ‘ ricos’ continuarão a pertencer à “Casta dos Intocáveis


Câmara de Lisboa desactivou ajuda aos sem-abrigo. A Câmara Municipal de Lisboa anunciou que desactivou às 08:00 de hoje o plano de contingência para os sem-abrigo perante o frio, devido às previsões que apontam para uma melhoria das condições climatéricas nos próximos dias. (*)

Com esta decisão, de António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, ficamos todos a saber se: Costa for  “Governo” os pobres continuarão a ser “pobres” ou a viver “miseravelmente” e os ‘ ricos’ continuarão a pertencer à “Casta dos Intocáveis” já que a estes  não lhe será desactivado o “plano de contingência”.
Temos assim   "O socialialismo em todo o seu esplendor"
Por: AC/JA
( *) Texto e foto: ‘SOL’

ORDEM DE TRABALHOS DA REUNIÃO ORDINÁRIA DE 9-01-2015


Ponto 1- Parecer do Conselho Municipal de Segurança Conselho Municipal de Seguranç. Para conhecimento.

Ponto 2 - Agradecimento pela cedência do Pólo Enoturistico Fundação José Relvas. Para conhecimento.
Ponto 3 - Moção contra o processo de Municipalização das Escolas, enviado pela Câmara de Salvaterra de Magos Câmara Municipal de Salvaterra de Magos. Para conhecimento.
Ponto 4 - Moção - Recusa do Processo em curso de Municipalização da Educação e de outras competências do Estado em matérias de Saúde, Segurança Social e Cultura. Para deliberação.
Ponto 5 - Constituição de Fundo de Maneio para o ano de 2015, no montante global de 2.000,00€ para fazer face às despesas urgentes e inadiáveis. Informação interna n.2 1/2015/DMAF. Para deliberação.
Ponto 6 - Atribuição de subsidio no valor de 5.300€ à Sociedade Filarmónica Alpiarcense 19 de Dezembro, para o Corso Carnavalesco de 2015. Informação interna ntl 1/2015— Gabinete de Cultura. Para deliberação.
Ponto 7 - Normas de Participação no Corso Carnavalesco de 2015 Proposta n.2 1/2015/VCP. Para deliberação.
Ponto 8 - Solicitação da alteração da licença de operação de loteamento ne 4/1999, referente ao alvará de loteamento 8/2001 sito na Rua 25 de Abril, em Casalinho. Gracinda Maria de Oliveira Pereira Costa. Para deliberação.
Ponto 9 - Solicitação da alteração da licença de operação de loteamento nil 3/1993, referente ao alvará de Icteamento 3/1993, sito na Rua Manuel Paciência Gaspar. Agência Funerária João Teodoro, Unipessoal, Ida. Para deliberação.

Nunca é demais lembrar o Homem que foi José Relvas

«CMA»

Nunca o governo gastou tanto com os seus gabinetes: mais 864 mil euros que no último Orçamento do Estado

Gastos previstos no OE/2015 prevê um acréscimo de 864,3 mil euros em relação a 2014. O aumento em relação a 2012 é de 4,3 milhões


As despesas dos gabinetes dos 56 membros que compõem o actual governo totalizam os 51,5 milhões de euros, de acordo com os mapas que acompanham a proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2015. Este montante representa um aumento de 864,3 mil euros em relação às verbas inscritas no OE de 2014. Se compararmos com o OE/2012, o primeiro elaborado pelo executivo de Pedro Passos Coelho, o acréscimo é muito mais significativo: 4,3 milhões de euros.
Em causa estão todas as despesas com pessoal, designadamente as remunerações de ministros, secretários de Estado e seus colaboradores, as despesas de representação, ajudas de custo, suplementos e prémios, subsídio de refeição, férias e Natal e contribuições para a Segurança Social ou a Caixa Geral de Aposentações; e os gastos na aquisição de bens e serviços, nomeadamente em telemóveis, combustíveis, alimentação, deslocações e estadas, estudos e consultadoria, entre muitas outras rubricas.
De acordo com a última síntese estatística do emprego público, os gabinetes dos membros do governo eram compostos por 1030 pessoas a 30 de Junho de 2014, ou seja, mais 34 do que um ano antes e mais 79 do que no final de 2011.
Recorde-se que Passos Coelho foi precisamente um dos que criticaram a dimensão dos governos socialistas. Em 2011, em vésperas das eleições legislativas, o então líder do PSD chegou a afirmar: "Não podemos ter um governo com 16 ministros mais dezenas de secretários de Estado. Temos de ter um governo que se possa sentar à volta da mesa e que, com o primeiro-ministro, possa responder pelas decisões que são tomadas. E isto pode fazer-se com um governo muito mais pequeno e com um número de ministros não superior a 10".
Confrontado pelo i com esta informação, o gabinete da ministra das Finanças, em nome do gabinete do primeiro-ministro e de outros ministérios cujos gastos aumentaram, respondeu que "as despesas com pessoal dos gabinetes ministeriais previstas no OE para 2015, reflectem o correspondente aumento de despesa", tendo em conta que "a partir de 1 de Janeiro de 2015 entrará em vigor a reversão da redução remuneratória temporária no montante de 20%". Apesar desta justificação há quatro ministérios que conseguiram cortar nos gastos dos respectivos gabinetes (ver página ao lado).
Apesar do aumento global dos gastos dos gabinetes ministeriais, as despesas previstas para o próximo ano estão ainda assim muito abaixo dos encargos inscritos nos dois últimos anos do governo de José Sócrates. Em 2011, as despesas dos gabinetes dos 55 membros do executivo socialista ascenderam a 62,4 milhões. Um ano antes ainda tinham sido maiores: 67,3 milhões de euros. Em termos médios, cada membro do actual governo prevê gastar cerca de 919,8 mil euros, mais 15,5 euros do que no ano anterior. Em 2013, a despesa média dos 48 membros do executivo da coligação chegou a ultrapassar o milhão de euros.
CRISTAS FOI A QUE MAIS AUMENTOU A análise do i aos mapas por área de governação permitiu concluir que o Ministério da Agricultura e do Mar foi o que registou a maior subida no ano em análise, com um aumento dos gastos em 708,9 mil euros para 3,9 milhões em 2015.

Questionado pelo i, o gabinete da ministra explicou que "o Orçamento inicial não contemplava a decisão do Tribunal Constitucional (cerca de 200 mil euros), o que aparece logicamente reflectido no OE para 2015" e, por outro lado, o Orçamento "prevê ainda a verba com a ex Secretaria de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, no valor de 723 mil euros. Valor este que logicamente não será gasto". Recorde-se que a ministra do CDS, pouco tempo depois de assumir a pasta, decidiu, entre outras medidas de racionalização dos gastos, dispensar o uso de gravatas em todos os edifícios do ministério para poupar no ar condicionado e com isso reduzir as despesas em electricidade.
«i»

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Leitor saúda e elogia o Vereador António Moreira


Ao António Moreira, desejo um bom trabalho de oposição


Saúdo daqui o António Moreira (foto) e só desejo que ele cumpra eficazmente, como é seu timbre, o papel que lhe compete enquanto representante do TPA. O António Moreira tem vivência, sabe escutar, sabe analisar e, como político com tarimba, saberá apontar o que está bem e o que está mal e deve ser corrigido, representando condignamente os seus eleitores e todos aqueles que gostam de Alpiarça e pugnam pelo seu progresso e bem-estar.
Por mim, tem o meu voto de confiança ao preencher temporariamente o lugar do vereador Francisco Cunha, outro digno representante do TPA que também nunca defraudou quem nele votou para o lugar que ocupa na autarquia.
Em Democracia é assim que devemos viver: com o direito à indignação, direito ao contraditório, direito de discordar, direito de criticar etc. Nos regimes totalitários e ditatoriais não teríamos sequer direito a escrever estas linhas.
Ao António Moreira, desejo um bom trabalho de oposição.
Um amigo de Alpiarça

Noticia relacionada:
 "Vereador António Moreira (TPA)": 

Crianças cantaram-nos as Janeiras

As crianças , educadoras e pessoal auxiliar do Jardim de Infância da Fundação José Relvas cantaram-nos as Janeiras



No Dia de Reis a equipa da Biblioteca Municipal foi presenteada com o Cantar das Janeiras por dois grupos de utilizadores regulares do nosso espaço e serviços, para  com os quais temos um especial carinho: as crianças do Jardim de Infância da Fundação José Relvas.
«BMA»

OPINIÃO: " Não está escrito em lado algum que a Água é mais cara em Alpiarça e mais barata na Chamusca"

Como simples cidadão, morador em Alpiarça e obviamente aqui a pagar taxas e impostos, também gostaria de saber a razão. Não sei é se os políticos estão interessados em explicar

Por: PT

Parece haver aqui alguma confusão por aquilo que me apercebo. Eu estive a ver os comentários aqui publicados e o respetivo artigo que lhes deu origem ( "OPINIÃO: A Chamusca sempre teve gente com iniciati...": ) e. Pois não faria sentido, quanto a mim, praticar preços diferentes sendo a empresa fornecedora a mesma. O que aqui é afirmado e realçado é que com os mesmos gastos de água, o consumidor de Alpiarça paga mais no FINAL da fatura. E parece que isso oferece poucas dúvidas. Aliás, se lermos com atenção o artigo, o autor (que parece bem informado) questiona: " Por que é que os alpiarcenses pagam os resíduos sólidos (receita exclusiva da câmara) sobre 28 ou 31 dias em cada fatura e os consumidores da Chamusca pagam os resíduos sólidos apenas sobre a água que consomem?" Ora se fizermos as contas, logo aqui há uma diferença de um valor considerável no final da fatura a favor do consumidor da Chamusca. Por vezes é preciso colocar a cabeça a pensar em vez de lançar atoardas ou fazer defesas sem sentido.
Parece-me ainda, salvo melhor opinião, que alguém aqui de forma engenhosa, quis colocar os políticos a falar no sentido de explicarem o porquê da grande diferença da taxa de resíduos sólidos (que é uma receita da própria, Câmara cobrada na faturada água) entre Alpiarça e a Chamusca.
Eu, como simples cidadão, morador em Alpiarça e obviamente aqui a pagar taxas e impostos, também gostaria de saber a razão. Não sei é se os políticos estão interessados em explicar.




Grupo Dadores de Sangue de Alpiarça


Eletricidade em Portugal custa 40% mais do que em França

A electricidade é mais cara em Portugal do que em França. Quem o diz é Carlos Tavares,  presidente da PSA Peugeot Citroën. Carlos Tavares reuniu-se  com o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, para debater a energia e a logística em Portugal.

Em debate estará o desnível verificado entre os preços da electricidade praticados em Portugal e na França. Algo que Carlos Tavares, 55 anos, realçou numa mesa redonda com jornalistas portugueses, alertando para os preços praticados em Portugal serem "40% superiores aos de França". Mas também a possível construção de uma linha ferroviária que permita escoar os automóveis do grupo, desde a fábrica em Mangualde, até ao Porto de Vigo – de onde seguem para exportação.
Recorde-se que é precisamente a fábrica de Mangualde que está neste momento responsável pela produção dos modelos comerciais Berlingo e Partner.
«NM»

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Haja Misericórdia!

Por: Anabela Melão

Santana Lopes sente-se preparado para ser Presidente da República. Em resposta a uma pergunta do i sobre se "reconhece estar hoje mais preparado para ser Presidente da República do que há cinco ou dez anos", o ex-primeiro-ministro é claro: "Sim, isso sem qualquer dúvida. São duas coisas juntas. Por um lado, o passar dos anos. Por outro, a experiência aqui, na Misericórdia. ... As luzes da ribalta não me fascinam, nem pouco mais ou menos. Gosto muito de estar sozinho comigo mesmo. Nesse sentido, sim. Estou preparado."
Santana Lopes sente-se preparado para ser Presidente da República. Falta saber se os portugueses se sentem preparados para o ter como tal. Haja Misericórdia!

Vereador António Moreira (TPA)

António da Conceição Moreira, vai ser durante este mês de Janeiro, o vereador que vai representar o movimento “Todos Por Alpiarça” nas reuniões de Câmara


António Moreira substitui assim Francisco Cunha que pediu a suspensão por um mês (ler: FRANCISCO CUNHA suspende mandato de vereador).
Segundo conseguimos apurar o pedido de suspensão do vereador Francisco Cunha está previsto na lei e não se deve a outras quaisquer razões, porquanto o ambiente interno nas estruturas internas do movimento é “do melhor” conforme nos afirmou um destacado militante do TPA, de tal forma que mensalmente se reúnem numa “almoçarada” que para além do “convívio” permite ainda a “troca de ideias e a discussão dos vários problemas que afectam os alpiarcenses

As "vergonhas" escondidas do Complexo Turistico dos Patudos

Porque não “esconder-se” de quem nos visita a vergonha em que se encontra os “Trilhos dos Patudos” e o “Parque de Campismo”?

Por: M.F.
Um dia destes, em conversa com um amigo, falávamos das vantagens e desvantagens de termos um espaço como o Complexo Turísticos os Patudos  no qual está englobada a respectiva Barragem.
Uma barragem que durante a semana tem pouco movimento mas aos fins-de-semana traz a Alpiarça centenas e centenas de visitantes circundando todo o espaço da albufeira.
Muitos dos visitantes perdem algum do seu tempo de lazer  no ‘Bar da Barragem’ consumindo algo que lhes dê prazer para depois seguirem a  viagem de regresso mas  cujo beneficiário do que foi consumido é apenas o concessionário do respectivo bar, Sr. Helder Lagarto porque no que toca aos que se localizam no centro da vila nem um “cheirinho” e muito menos podem contar com a presença dos visitantes da barragem.
Perguntamo-nos um ao outro: “valerá o investimento que aqui foi quando em termos económicos nada beneficia o comércio local e muito menos os poucos empresários alpiarcenses?”
Lembrámo-nos também dos tempos em que a loucura dos inícios e fins de etapas da “Volta a Portugal em Bicicleta” trazia a este espaço milhares e milhares de visitantes que pouco ou nada gastavam no centro da vila pela simples razão que nem aqui vinham.
Por mais ideias que apresentássemos um ao outro para encontrar uma solução que invertesse esta situação a conclusão a que chegamos foi só uma:
A Câmara deveria criar estruturas de forma a que trouxesse as pessoas a visitar o interior de Alpiarça e aqui gastassem “algum” mas como?
Fácil, disse o meu amigo: “criar um meio de transporte (ex. mini bus) gratuito que trouxesse os visitantes a conhecer o que de melhor Alpiarça tem para mostrar e oferecer/vender porque assim   ficaríamos todos a ganhar  e justificando-se  o investimento da barragem e porque não esconder-se de quem nos visita a vergonha em que se encontra os 'Trilhos dos Patudos' o 'Parque de Campismo'?"


Idade da reforma sobe para 66 anos e 2 meses em 2016

A idade da reforma vai subir para os 66 anos e dois meses em 2016, segundo uma portaria  publicada que aplica o novo fator de sustentabilidade, que reflete a evolução demográfica e a esperança média de vida.


No início deste ano, o Governo mudou as regras de cálculo desse fator de sustentabilidade, que passou a ser calculado com base na relação entre a esperança média de vida aos 65 anos em 2000 (até então a referência era o ano de 2006) e a esperança média de vida no ano anterior ao pedido da reforma.
Esta alteração fez disparar o fator de sustentabilidade e a penalização aplicada às pensões antecipadas, e fez subir a idade da reforma para os 66 anos este ano e em 2015.
Para os beneficiários que acedam à pensão antes dos 66 anos de idade, o diploma hoje publicado em Diário da República estabelece que o fator de sustentabilidade das pensões de velhice do regime geral de segurança social atribuídas em 2015 é de 0,8698.
O diploma fixa ainda em 0,9383 o fator de sustentabilidade das pensões de invalidez relativa e de invalidez absoluta atribuídas por um período igual ou inferior a 20 anos, transformadas em pensão de velhice em 2015.
«NM»

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

OPINIÃO: A Chamusca sempre teve gente com iniciativa e com know how a gerir os seus destinos

De qualquer modo, são questões que muitos alpiarcenses gostariam de ver respondidas por alguém com responsabilidades autárquicas no município de Alpiarça


Há alguns anos ficámos a ser parceiros da Chamusca e de outros municípios por via da empresa intermunicipal “Águas do Ribatejo”. E, parceiros de uma empresa intermunicipal de águas, não significa parceiros em atitudes e procedimentos municipais noutras áreas de gestão política ou económica. Comparar por exemplo, a nossa vizinha Chamusca com Alpiarça não vale de todo a pena. E não interessa se agora a Chamusca está a ser governada pelo Partido Socialista ou outro qualquer. No tempo de Sérgio Carrinho (CDU) a diferença era igualmente notória relativamente a Alpiarça. Dirão alguns, mas a Chamusca é um concelho maior que Alpiarça. Pois é, mas há coisas que se podem fazer sem ter nada que ver com o tamanho. A proporcionalidade é sempre relativa.
A Chamusca sempre teve gente com iniciativa e com know how a gerir os seus destinos. E isso é o mais importante!
Há alpiarcenses que se perguntam: Por que é que em Alpiarça não existe um local para colocar monos, mobiliário e electrodomésticos fora de uso, entulhos provenientes de obras e outras coisas que depois aparecem espalhadas pelas lixeiras clandestinas? A Chamusca há anos que tem esse entreposto. Sérgio Carrinho, um autarca que deixou obra feita no concelho da Chamusca com a ajuda de (entre outros) um grande vereador de nome, José Joaquim Pardal Melão (um alpiarcense a viver há muitos anos em Vale de Cavalos) entendeu que isso era fundamental para resolver o problema das lixeiras clandestinas. Também, por que razão a água é contada mensalmente no concelho da Chamusca e não em Alpiarça, onde é contada de dois em dois meses, que só serve para baralhar a cabeça do consumidor alpiarcense ? Por que é que os alpiarcenses pagam os resíduos sólidos (receita exclusiva da câmara) sobre 28 ou 31 dias em cada factura e os consumidores da Chamusca pagam os resíduos sólidos apenas sobre a água que consomem? Em Alpiarça um consumidor que trabalhe fora e venha a casa só ao fim de semana tem de pagar como se estivesse a produzir lixo todos os dias do mês. Acresce ainda dizer que, o preço unitário dos resíduos sólidos é mais barato na Chamusca. Assim como o escalão dos Resíduos Sólidos é único e vai de 1 a 40 m3. O IMI está há anos nos 0,3%, valor mínimo.
Isto para dizer, que não vale a pena comparar o que por alguma razão não é comparável.
De qualquer modo, são questões que muitos alpiarcenses gostariam de ver respondidas por alguém com responsabilidades autárquicas no município de Alpiarça.

Noticia relacionada:
"Alpiarça é de todos os alpiarcenses e não apenas d...": 

Desde quando é que os Antónios Guterres e Vitorino são de esquerda?

Presidenciais: a esquerda e a direita em frente-a-frente
Enviao por: Victor Fernandes
O Jornal de Notícias colocou quatro candidatos da esquerda – António Guterres, António Vitorino, Carvalho da Silva e Sampaio da Nóvoa – e quatro candidatos da direita – Marcelo Rebelo de Sousa, Rui Rio, Santana Lopes e Durão Barroso – num frente-a-frente, na expectativa de perceber quem vencerá as eleições presidenciais, que se realizam em janeiro de 2016.
 Uma sondagem feita pelo Jornal de Notícias permitiu concluir que Marcelo Rebelo de Sousa é, na ala da direita, o melhor candidato às eleições presidenciais de janeiro de 2016. Já na fação da esquerda, o destaque vai para António Guterres e António Vitorino.
http://bs.serving-sys.com/BurstingPipe/adServer.bs?cn=tf&c=19&mc=imp&pli=12001379&PluID=0&ord=89a5568ad4&rtu=-1Ainda que o Guterres revele uma pequena vantagem, estes são os dois candidatos socialistas capazes de bater qualquer adversário que se atravesse no seu caminho. São, assim, preferidos quando colocados em frente-a-frente com Marcelo Rebelo de Sousa, Rui Rio, Santana Lopes e Durão Barroso.
Os resultados mostram que o Partido Socialista tem maiores probabilidades de ganhar a corrida a Belém. Contudo, Sampaio da Nóvoa não será, de todo, uma boa opção, assim como Carvalho da Silva (independente de esquerda), que não venceria quando colocado ao lado de qualquer um dos quatro candidatos de direita.
Na fação da direita, Durão Barroso revela-se perdedor, mas não fica muito abaixo de Santana Lopes. É de referir que todos os candidatos sociais-democratas bateriam Carvalho da Silva e Sampaio da Nóvoa, mas não conseguiriam mais votos do que Guterres e António Vitorino.
Fonte do nosso colaborador: NM

Barragem / Albufeira dos Patudos

Parte integrante do complexo dos Patudos, a Albufeira dos Patudos proporciona óptimas condições para a prática de desportos náuticos (canoagem, remo) e pesca desportiva.
Recebe, regularmente, provas do campeonato de triatlo, e concursos de pesca de nível competitivo e de lazer.
Nos jardins que circundam a Albufeira, realizam-se frequentemente torneios de petanca, um jogo muito popular na Região, semelhante ao tradicional jogo da malha.
É o local ideal para passar uns dias num ambiente puro, descontraído e em contacto privilegiado com a natureza.
«CMA»

Pingo Doce volta a permitir pagamentos com multibanco sem limites

Já é possível pagar por multibanco no Pingo Doce sem qualquer montante mínimo, avança o Correio da Manhã.
Desde 2 de janeiro que a Jerónimo Martins, que detém a cadeia de supermercados, levantou a proibição de usar o multibanco para pagamentos inferiores a 20 euros.
O Pingo Doce começou a limitar as transações através de multibanco em 2012, ano em que as taxas de operações com cartões de débito ou crédito em Portugal eram duas vezes superiores à média europeia. Com este limite, a Jerónimo Martins dizia conseguir poupar 5 milhões de euros por ano e, assim, conseguia diminuir os preços.
Mas, segundo disse ao Correio da Manhã fonte oficial do grupo, "a medida teve sempre um caráter transitório". A mudança nas regras de pagamento deveu-se "a uma revisão e baixa dos custos associados à utilização de cartão", negociadas com a SIBS, disse ainda a fonte ao mesmo jornal.
A União Europeia já baixou, entretanto, as taxas aplicadas aos pagamentos com multibanco. Agora, os bancos só estão autorizados a cobrar até 0,2% por movimento.
«DV»

O BELO SOLAR DOS PATUDOS


A escolha do Arquitecto para a Casa dos Patudos não terá sido difícil. José Relvas percebeu que Raul Lino, dotado de uma cultura europeia marcada pela robustez dos seus critérios e competências, representava o triunfo de um novo paradigma arquitectónico e de que a Casa dos Patudos haveria de ser o seu primeiro exemplar.
Os Patudos assinalam uma nova linguagem de Arquitectura Conceptual. Apropriada de referências nacionais, afirma-se com um certo despojamento decorativo exterior, mas esplendorosa e funcional nos seus espaços interiores, com um mobiliário, criado também pelo referido arquitecto.
O contínuo crescimento das colecções, levou José Relvas à remodelação da Casa. Em 1904 encomendou a Raul Lino, o projecto assente numa linha revivalista e nacionalista, fiel às constantes históricas da nossa tradição construtiva.
A Casa dos Patudos foi inaugurada, como Museu, em 15 de maio de 1960.
Aqui, encontra-se uma requintada sensibilidade artística, desde o mobiliário, às porcelanas, pinturas e tapeçarias que constituem o núcleo principal das obras de arte da colecção de José Relvas.
Na Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça, encontra-se uma rica e vasta coleção composta por pintura, escultura e artes decorativas. Na pintura portuguesa destacam-se: Silva Porto, José Malhoa, Columbano Bordalo Pinheiro e Constantino Fernandes, além de notáveis artistas de escolas estrangeiras.
Podem, ainda, ser apreciadas porcelanas de Sèvres e de Saxe, azulejaria, peças da Companhia das Índias, cerâmicas da Fábrica das Caldas da Rainha (Rafael Bordalo Pinheiro), Rato, Bica do Sapato e Vista Alegre (primitiva) e bronzes de Chapu, de Mercié e de Frémiet.
«CMA»

Alberto Castro vai ser o presidente do banco de fomento

O economista Alberto Castro será o presidente da Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD), entidade através da qual o Governo pretende "colmatar as insuficiências" no financiamento das pequenas e médias empresas, anunciou o Ministério das Finanças.


Segundo o comunicado do Ministério das Finanças, o conselho de administração da IFD, mais conhecida como banco de fomento, será presidido pelo docente da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica do Porto e terá como vice-presidente José Fernando Figueiredo.
São ainda nomeados, como administradores executivos, Ricardo Luz, Elísio Brandão e Maria João Nunes e, como administradores não executivos, Richard Pelly, Eduardo Cardadeiro, Estela Barbot e Altina Gonzalez.
A IFD vai assumir "a gestão de instrumentos financeiros com recurso a financiamento de fundos europeus estruturais e de investimento e a gestão dos fundos resultantes do reembolso de incentivos reembolsáveis dos diferentes períodos de programação no âmbito dos fundos europeus", salienta o mesmo comunicado.
Com esta nomeação cessam funções os membros da Comissão Instaladora, Paulo Azevedo, Carla Chousal e Nuno Soares.
«NM»