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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

E faltando um mês para as Eleições, o que temos?

PSD – Esta é fácil. Ainda não fizeram nada! Comentários para quê?

Passemos à frente!

CDU – Estes fartam-se de trabalhar e até já mostraram bastantes iniciativas, tendo estado praticamente sempre na frente desta campanha com acções, algumas delas bastante vanguardistas, como a Noite dos Fados no inicio da campanha e agora com o esclarecimento e colaboração directa nos blogues.
Terão, no entanto, um grave problema na ponta final da campanha uma vez que vêm cansados e ressacados da Festa do Avante, além de terem gasto o dinheiro todo no concelho do Seixal, não tendo agora capacidades sequer de fazer uma campanha gastronómica no concelho de Alpiarça, tal como anda a fazer diariamente a comitiva do PS e a quadrilha do ‘Alpiarça foi a Razão’ com jantares ‘à lá pato’ na tasca dos arcos da Alpiagra.
PS – No início era Adão e Eva, tiveram 2 filhos, Abel e Caim. Após a morte de Abel, Caim casou. Ora bem, a pergunta é «Quem era seu sogro ?» E a resposta certa é… Vitor Constancio. E porquê Vitor Constancio ? Porque antes dele não existia Sonia Sanfona nem ninguem sabia que ela existia, tendo sido umas das mais apagadas deputadas da nação que há memória.
Há quem diga até que nem conhecia Alpiarça, uma vez que o computador de bordo do seu Mercedes a conduzia de ida e volta para Lisboa, sem sequer ser necessário pegar no volante de couro.
Esta rapaziada vai ter um final em beleza, até porque têm uma alimentação muito mais saudável e variada do que os CDU’s.

Por: AZ

“Mercados do Tejo” anunciam projectos de 190 milhões de euros para a região

Até final de 2011 devem ficar concluídos cerca de 70 projectos, a maioria fruto de investimento privado, pensados para a região do Médio e Lezíria do Tejo em redor de um elemento dominante: o Rio Tejo. O projecto “Mercados do Tejo”, que preconiza investimentos de 190 milhões de euros, foi oficialmente apresentado na passada quinta-feira, 3 de Setembro, no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha, cerimónia que contou com a presença do secretário de Estado do Desenvolvimento Regional Rui Baleiras.
São parceiras nesta iniciativa 49 entidades públicas e privadas, unidas num consórcio dinamizado pela Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant), que apresentou, no passado dia 19 de Maio, uma candidatura ao Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos (PROVERE), um programa de intervenção para dinamização económica de regiões portuguesas com baixa densidade populacional, que está inserido no Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). Participam no consórcio oito municípios, entre os quais Abrantes, Chamusca, Constância e Vila Nova da Barquinha e ainda diversos agentes privados de toda a região. Ao integrarem uma candidatura PROVERE, os empresários podem vir a recolher benefícios ao nível da taxa de incentivo do investimento feito e ainda candidatar-se a programas de apoio no âmbito do Quadro Referência Estratégico Nacional (QREN) criados especificamente para quem integra este programa, vendo os seus projectos concretizados mais rapidamente.
Para o presidente da Nersant, José Eduardo Carvalho, esta iniciativa representa um projecto de “eficiência colectiva” determinante para a economia do distrito. “Estamos a falar de projectos de grande volume e alguns que já se encontram em fase de execução”, salientou o responsável. Na sessão foram apresentados exemplos de alguns projectos, tais como a musealização dos Castelos de Almourol (Vila Nova da Barquinha) e Belver (Gavião), a construção de duas novas unidades hoteleiras, em Abrantes e Constância, a criação de um Centro de Investigação e desenvolvimento da Gastronomia Ribatejana, a implementar na Escola Profissional de Salvaterra de Magos, a promoção do “Parque Almourol”, a implementação de sinalética dos percursos, rotas e eventos do Tejo. Em curso estão já alguns projectos como é o caso do empreendimento Vale d’Algares, no concelho do Cartaxo, e o La Várzea Pólo & Golf Resort, no concelho de Benavente.
«O Mirante»
Conclue-se fácilmente de que destes 190 milhões de euros a aplicar na leziria do Tejo, os projectos existentes a as consultas levadas a efeito para a reconstrução da "Aldeia dos Pescadores" do Patacão de Cima foram excluidos, deixandode beneficiar toda a zona ribeirinha alpiarcense.
Um bom motivo e uma boa razão para os responsáveis pelas várias candidaturas e projectos apresentados aos mais diversos organismo, justifiquem agora a razão da não inclusão da Aldeia dos Pescadores" neste projecto.
João Serrano com defensor que é da requalificação do "Patacão" talvez seja um dos poucos responsáveis que poderá ter uma palavra a dizer.
Para mais detalhes consultar neste jornal : A Aldeia Palafítica do Patacão não é só Património de Alpiarça ou outras noticias referentes ao tema.

Qualquer cidadão pode apresentar queixa se sentir-se lesado

Porquê um abaixo-assinado, se qualquer cidadão pode apresentar queixa se se sentir lesado com as decisões dos órgãos que deliberam?
O que quer que a CDU explique, que não está nada claro em nenhum destes escritos?
Que eu saiba os vereadores da CDU não tomaram decisões contraditórias quanto a multas.Que eu saiba as decisões sobre multas são discutidas e votadas pela Câmara, que agora neste mandato tem 3 elementos do PS e 2 da CDU.
As deliberações são resultado da votação do órgão CMA, são públicas e ficam gravadas em CD (não, já não é em cassete) e estão nas actas do site da CMA, onde podem ser consultadas por todos.
Agora queriam que a CDU fizesse comunicados sobre as multas que um qualquer munícipe tivesse ou não que pagar?

De um leitor deste jornal sobre a noticia:Aplicação de coimas para uns e arquivamento para outros

Passeio Santarém-Alpiarça-Almeirim

Setembro é o mês do regresso às voltinhas de bike aos domingos de manhã. E no primeiro domingo do mês, os ponteiros tiraram o pó às suas bicicletas e fizeram-se à estrada. O primeiro passeio, entre Santarém, Alpiarça e Almeirim, apenas em estrada, rolou-se a um bom ritmo embora nesta altura a maior preocupação seja a recuperação da forma fisica, com vista à preparação do passeio a realizar dia 26 de Setembro, que levará os ponteiros, pela 2ªvez, ao Santuário de Fátima. Parabens para os ponteiros que se fizeram à estrada e que largaram a cama mais cedo só para andar de bicicleta.
«Ponteiro»

Aplicação de coimas para uns e arquivamento para outros

Aqui está um bom mote para que a CDU se justifique perante a população de Alpiarça sobre a sua tomada de posição face ao exposto neste post.
É que nem todos os munícipes terão tempo para assistir às Reuniões Camarárias bimensais e estarão naturalmente fora destas "guerrinhas" intestinas.

Comentário de um leitor sobre a noticia; GRUPO DE CIDADÃOS QUER FAZER UM “ABAIXO ASSINADO” PARA APRESENTAR QUEIXA NO MINIS. PÚBLICO CONTRA A CÂMARA PELA DESIGUALDADE NA APLICAÇÃO DE COIMAS

A brincar diz-se alguma verdades...

M. Serra dos Candeeiros a brincar a brincar diz aqui algumas verdades preocupantes já referidas até em grupos de discussão onde se tem aflorado este assunto. Enquadra-se precisamente naquela situação que alguém descrevia no blogue como " o sacudir a água do capote" por quem devia dar a cara e chamar a si as responsabilidades.
E como que num golpe de sorte, aparece sempre um peão de brega. Um bode expiatório descaracterizado que a troco de qualquer coisa que alimente o seu ego, se presta a este tipo de figuras, é naturalmente fácil para o verdadeiro e impoluto responsável sair, a coberto do otário, pela porta grande sem uma beliscadura da trapalhada a caminho de mais um desafio e a respirar de alívio: “Bolas desta já eu me safei!”.
E é vê-los a galopar imparáveis pelos caminhos do sucesso…
Já dizia o meu avô: “A sorte de um homem é escapar!”

Por: O olheiro

Aniversário do Grupo de Dadores de Sangue de Alpiarça

Informam-se todos os Associados que as comemorações do Aniversário do Grupo de Dadores de Sangue de Alpiarça, terão lugar no Pavilhão de Espectáculos no Recinto da Alpiagra no próximo dia 4 de Outubro de 2009

Todos temos direito ao bom nome e à nossa imagem

Todos temos direito ao bom nome e à nossa imagem. Por este princípio essencial, aconselho a que não se utilize este espaço privilegiado de discussão da nossa vida comunitária para ataques pessoais, porque, para além de muito injusto para quem é deles vítima (e não se pode defender de anónimos), essa é a melhor maneira de descredibilizar o blog e os assuntos sérios que normalmente aqui são discutidos.
Discutamos apenas com base em argumentação racional e fundamentada; ok?
Julgo que, em grande parte, este blog tem cumprido um importante papel de discussão dos assuntos de interesse colectivo, muito por efeito de um esforço de auto-controlo de quem nele participa; com algumas excepções, é claro, mas não muito graves.
Mesmo sem moderação prévia activada, os comentários mais ofensivos têm sido residuais; em maior número têm sido os posts e comentários baseados em mentiras e/ou pressupostos errados, mas isso já é parte integrante da argumentação política preconceituosa, muitas vezes orientada por um certa tentação de anticomunismo primário que sempre vai dando algum jeito, à falta de outras (e melhores) premissas.
A democracia não tem outro "remédio" que não seja um certo grau de tolerância para com a má-fé e o desconhecimento.
Mas a censura - como arma de condicionamento da intervenção política, de exclusão das ideias dos outros, como degrau primeiro para a repressão - é abominável e deve ser combatida com determinação; no entanto, e pelo contrário, a injúria e o ataque à dignidade pessoal e ao carácter de qualquer indivíduo é um acto que os Administradores do RE devem tentar evitar a todo o custo.

Um apoiante da CDU
NR: O caro leitor tem toda a razão. Proibir “Comentários” é tirar a palavra aos leitores; moderar os mesmos poderá ser considerado “Censura” Acredite o leitor que á uma escolha espinhosa para este jornal a opção a tomar.
De qualquer maneira e como o leitor já reparou, tentamos a todo o custo que não sejam publicados comentários ofensivos. Podemos dizer que nesta área temos conseguido, porque na moderação preferimos não publicar comentários ofensivos ao bom-nome das pessoas como a sua imagem.
Costumamos receber ainda comentários que não tem qualquer nexo, cujos autores se escondem no anonimato para dizerem as maiores parvoíces. Estes comentários não são publicados porque como “comentário” nem merecem ser classificado. Descanse o leitor que dificilmente verá publicado no “Jornal Alpiarcense” comentários ofensivos.

Defendemos o principio de «ter poucos leitores que muitos e maus ». Somos uma referência na informação alpiarcense e pretendemos continuar a sê-lo, Os leitores que nos enviam comentários ofensivos e sem qualquer nexo, desenganem-se que não os publicamos pela simples razão de que: este jornal não é uma jornal qualquer e muito menos de lavar roupa suja.
“Jornal Alpiarcense” pratica e rigidez e seriedade nas notícias e nos comentários. Por sermos um modesto blogue, a nossa maneira de trabalhar é como se “Jornal Alpiarcense” impresso se tratasse, como tal: quem pense o contrário poderá mudar de rumo porque pela nossa parte os seus “escritos”nunca serão publicados.
Ao contrário de muitos blogues que por este país existem, nós não nos escondemos no anonimato. Estamos identificados e localizados. É esta a diferença do “Jornal Alpiarcense” para com outros blogues porque assumimos toda a nossa responsabilidade perante a publicação de notícias e comentários
Ao autor e leitor desta comentário o nosso obrigado e a nossa promessa que a sua opinião será tida em conta porque o seu desejo é o nosso objectivo.

António Centeio

Construção de um condomínio cujo licenciamento deixa muito a desejar

Há um caso lá para os lados da Casa do Povo, num lote vendido pela Câmara Municipal há cerca de dez anos (conhecido por metade da população de Alpiarça) que deve caber neste cenário (Obras ilegais). Tem alguns anos e envolve três proprietários de um condomínio, protagonistas de uma novela que nunca mais tem fim.
A Câmara Municipal que poderia ter posto fim ao conflito, uma vez que se tratam de obras clandestinas para as quais foi chamada a intervir por um condómino lesado, não o fez preferindo ir adiando para as calendas gregas a decisão que parece ser coisa non grata para alguns responsáveis camarários.
Um dos proprietários prejudicados com aquela "trafulhice"instado várias vezes a contar a bizarra história à imprensa não o tem feito parecendo proteger de algum modo o executivo ou alguém da própria câmara. Não percebemos bem porquê mas, ele lá terá as suas razões e um dia irá explicar-nos.
A verdade é que o tempo passa, os responsáveis vão dando à sola e os "mamarrachos" vão ficando.

Talvez um dia saibamos toda a verdade deste caso e de outros que andam por aí "abafados".

Por: O olheiro

É de elogiar a iniciativa da Junta de Freguesia

É um verdadeiro exemplo democrático esta de convidar para uma reunião todos os partidos que irão concorrer às próximas eleições legislativas, sejam partidos com nome, sejam outros que ainda nem tinha ouvido falar.
Quando todos se enxovalham uns aos outros nos blogues, num espectáculo deprimente e que não abona a favor de ninguém, verifico, quase com espanto porque é uma atitude cada vez mais rara em Alpiarça,que ainda existe uma ilha verdadeiramente democrática na nossa terra.
Sim senhor. Dou os meus parabéns às pessoas que estão na Junta pelo exemplo positivo que estão a dar aos restantes políticos do concelho. Assim fossem todos.


Por: NICOLAU
Para mais detalhes, consultar: (Eleições Legislativas)

domingo, 6 de setembro de 2009

Sónia Sanfona quer mudar Alpiarça

Uma das suas preocupações é mudar a estrutura comercial em Alpiarça. Faz parte do seu projecto. Se ganhar, vai levar a efeito vários encontros com os poucos comerciantes de Alpiarça para que nos próximos tempos comecem a haver muitos.
Reconhece Sónia Sanfona que o comércio local está num marasmo como reconhece que Rosa do Céu e Vanda Nunes pouco ou nada fizeram para que a situação mudasse. Tudo se manteve e tudo se mantêm na mesma .
Mas o diálogo com todos os participantes muita coisa pode mudar e contribuir para que o comércio local se possa expandir. São ideias destas que Alpiarça precisa. Para as realizar não é preciso muito dinheiro, mas sim ideias e imaginação.

AMBIENTE EXPLOSIVO ENTRE A CMA E AGRUPAMENTO DE ESCOLAS.

A poucos dias do início do ano lectivo, o ambiente de perseguição e intimidação nas Escolas é total.

A Câmara dá o tudo por tudo para afastar a Dra. Isabel Coelho, servindo-se das mais asquerosas acções de intimidação.

Não será de esquecer que a Dra. Sónia Sanfona sabe perfeitamente do que se passa, mas que preferiu nunca intervir, porque sabe que dentro das suas Listas e Apoiantes existem muitos que estão contra a Dra. Isabel Coelho e a favor da Dra. Vanda Nunes.

Na prática, a visão que têm sobre este problema em que os maiores prejudicados são os alunos, é exactamente a mesma.

A Dra. Isabel Coelho é um alvo a abater, custe o que custar e se não for com a Dra. Vanda Nunes, será com a Dra. Sónia Sanfona.

A única esperança reside no Prof. Mário Fernando como a única força apaziguadora deste conflito interminável, até pelo excelente relacionamento que este tem com a Directora do Agrupamento.

Os nossos filhos é que sofrem com tudo isto.

GRUPO DE CIDADÃOS QUER FAZER UM “ABAIXO ASSINADO” PARA APRESENTAR QUEIXA NO MINIS. PÚBLICO CONTRA A CÂMARA PELA DESIGUALDADE NA APLICAÇÃO DE COIMAS

Pelo que me contaram e eu tenho vindo a acompanhar pelos blogues, querem dizer que nem todos pagam as coimas quando fazem obras clandestinas?
Esperem aí!
Um familiar meu do Frade pagou uma valente multa por uma coisita que fez no quintal. Outro tio meu aqui em Alpiarça pagou outra multa de quinhentos e tal Euros só por levantar um murozito e há cidadãos que cometem ilegalidades até mais graves e não pagam nada?
Há que tirar isso a limpo e chamar os responsáveis da Câmara à responsabilidade!
Onde é que já se viu isso?
Haver munícipes que pagam e outros com a mesma infracção ou mais grave ainda e não pagam?
Isto é caso para participar rapidamente ao Ministério Público e outros órgãos que acharão um piadão a isto.
Quer dizer que esta história acontece ao longo do mandato PS, certo?
Então porque é que os vereadores da CDU na Reunião de Câmara têm votado contra?
Será por qualquer protesto?
Porque sabem que uns pagam e outros não?
Isto realmente seja como for é uma falta de respeito para quem pagou coimas tendo feito a mesma transgressão que outros que foram poupados a este pagamento.Assim sendo há que investigar porque é que uns cidadãos são filhos e outros enteados.
Apelo às pessoas que foi multadas por obras ilegais pela Câmara Municipal, façam o favor de passar pelo Clube Desportivo Águias e colocar o vosso contacto em lista criada para o efeito que irá ser afixada oportunamente no placard com a devida autorização.
Esta será a primeira fase.
Em seguida dar-lhe-emos indicações para a fase seguinte. Isto não pode acontecer num País membro da Comunidade Europeia.
Onde está a igualdade de tratamento de todos os cidadãos pela parte da Administração Pública?

Por: J. Pires

O que pensam os candidatos da CDU a propósito das obras ilegais sem hipótese de legalização existentes no concelho?

De facto o executivo que vier a seguir (e tudo indica que será de uma força diferente da actual) vai ter uma grande dor de cabeça para conseguir fundos que permitam gerir a Autarquia.
A dívida é muito alta, as despesas aumentam e as receitas não se vislumbram.
Até a receita proveniente da água paga pelos consumidores passou a ir directamente para a empresa Águas do Ribatejo.
Seria interessante também, alguém explicar, como foi feito este negócio que envolve um valor significativo em infra-estruturas já existentes e facturação.
Explicar quais as contrapartidas deste negócio para a Autarquia, de modo a que todos pudéssemos entender. Afinal é um negócio em que todos fomos envolvidos: consumidores e fornecedores.
Dizem os seus promotores que o negócio só traz vantagens para o consumidor.
Até agora ainda não vimos qualquer benefício, confrontando os valores pagos antes à autarquia com estes últimos pagos à empresa Águas do Ribatejo.
No futuro veremos.
A transparência dos actos públicos é uma coisa bonita e, é no fundo, um sinal de seriedade.
Ainda quanto a receitas, deixou a Câmara Municipal de receber muitos licenciamentos de obras de pequena monta, ao abrigo da “Lei Simplex” que, prevê apenas uma comunicação prévia, sendo que noutros casos nem comunicação é necessária.
A responsabilidade da gestão das escolas pela Autarquia é outro factor que neste momento pode ter um peso negativo no Orçamento Camarário, pese embora os dinheiros recebidos para o efeito dos organismos competentes do Estado, que são sempre escassos, como é sabido.
Em resumo, quem dirigir a Câmara Municipal de Alpiarça nos próximos quatro anos, deve conseguir captar receitas para cobrir as despesas, incluindo a amortização da dívida contraída à banca. Se não conseguir, a coisa ficará mesmo preta, como se compreenderá.
Nota: Caso seja a CDU a gerir a CM nos próximos quatro anos terá a receita diminuída uma vez que tem votado contra a aplicação de coimas aplicadas por obras ilegais a munícipes infractores, nestes últimos tempos e, certamente, não irá dar o dito por não dito no futuro.
E já que calha em conversa, gostaríamos de saber o que pensam os candidatos da CDU à Câmara Municipal de Alpiarça, a propósito das obras ilegais, sem hipótese de legalização, existentes no Concelho, uma vez que elas existem e, na opinião dos vereadores da CDU, nem multas merecem

sábado, 5 de setembro de 2009

Sector do milho reage aos efeitos da crise mundial

Demonstrar a vitalidade e as perspectivas de futuro do sector e organizar um certame completamente diferente dos habituais com extensas áreas de apresentação de técnicas e equipamentos são os grandes objectivos da Feira do Milho 2009, o primeiro evento do género realizado em Portugal.
O certame pretende, de acordo com os seus organizadores, afirmar que os produtores estão motivados para ultrapassar as dificuldades que a crise mundial e a quebra dos preços do petróleo trouxeram ao sector, tendo em conta que Portugal tem boas condições e bons níveis de produtividade de milho e não deverá continuar a importar mais de 500 milhões de euros de cereais por ano.
A Feira do Milho, promovida pelos dois maiores produtores nacionais, a Valinveste e a Agroterra, em parceria com o L-INIA Fonte Boa, terá um núcleo central de 4 hectares com expositores que vão dos equipamentos à distribuição, passando pelas sementes, pelos fertilizantes, pelos sistemas de rega e pela energia. Inclui, também, sessões contínuas de reflexão e debate.
Pedro Torres, director-geral da Valinveste, sublinha que o sector do milho "desempenhou, nos últimos anos, em Portugal, um papel decisivo na modernização e desenvolvimento da produção cerealífera". Um impacto que se fez sentir sobretudo nos sistemas de rega e na consolidação das áreas de regadio.
Para além destas expectativas goradas, o sector do milho não deixa de sofrer os reflexos da crise económica mundial. Mantém-se, no entanto, numa posição de destaque no contexto da produção cerealífera em Portugal, ocupando cerca de 100 mil hectares e muitos milhares de postos de trabalho directos e indirectos. "É dos sectores com mais condições de produtividade em Portugal e toda a fileira do milho entendeu que seria importante e interessante dar um sinal de que existe motivação e de que estamos preparados para o futuro", salientou Pedro Torres, frisando que, com alguns custos acrescidos pela necessidade de regar, Portugal "pode atingir e atinge já níveis de produção de milho por hectare iguais aos dos países mais evoluídos".
Sem o etanol, boa parte da produção segue para transformação em rações e para a cadeia de produção de leite. Novas subidas do preço do petróleo deverão relançar a opção pelo etanol e Pedro Torres sublinha que, se é importante exportar mais, também o é produzir mais para reduzir as importações portuguesas de cereais.
A Feira do Milho vai realizar-se na zona de Valada (Cartaxo), nos dias 11 e 12 de Setembro, numa extensa área de 170 hectares do Mouchão da Fonte Boa, onde os visitantes poderão observar as mais diversas máquinas em laboração e soluções de produção

A população pouco se importa com as dividas da autarquia, quer é obras

Como nos grandes clubes, pouco interessa aos sócios que o seu clube esteja endividado de dívidas, que lhes interessa é que obtenham vitórias. Quanto mais melhor. As dividas que os responsáveis as paguem ou que encontrem forma de as solucionarem.

Na política autárquica, pouco importa aos eleitores que a “sua “ Câmara” esteja sufocada de dívidas. O que querem é que façam obras e que o nome da sua terra seja falado e conhecido nos confins do mundo.

Vanda Nunes deixou o tempo amainar e escolher o seu “timing” adequado para mostrar a quem lhe tirou o tapete que era a pessoa certa para o lugar certo porque só ela soube fazer num curto espaço de tempo as obras que os outros não conseguiram fazer durante mandatos inteiros.

Ao inverso dos sócios ou dos eleitores, teve conhecimento prévio do saldo negativo que a autarquia gerida pela sua pessoa possuía mas pouco se importou mesmo com a plena consciência que o seu seguidor vai encontrar milhões de euros em dividas, cabendo a este a fórmula de encontrar a maneira de angariar receitas para diminuir o passivo.

Problema dele ou dela, porque quem vier a seguir que feche a porta.

É com este suposto argumento que Vanda Nunes vai acabar o seu mandato fazendo obras que em termos percentuais nenhum presidente cumpridor do mandato inteiro conseguiu fazer.

Ou seja: em curto espaço de tempo como presidente da autarquia conseguiu fazer mais obras que outro qualquer presidente, mesmo não tendo dinheiro para as fazer. Utilizou a inteligência e a astúcia para mostrar politicamente a quem renegou a sua candidatura, considerando-a assim incapaz de fazer alguma coisa.

Mostrou que: «ignorada e rejeitada para uma nova candidatura» impedindo assim indirectamente o desenvolvimento em Alpiarça para que este fique adormecido a médio prazo porque difícil será para quem se seguir de encontrar preceitos de obter receitas porquanto a autarquia está endividada «até ao pescoço.

O pouco que fez e está a fazer até o fim do seu mandato há muito era desejado pela população alpiarcense.

Há muito tempo que os alpiarcenses queriam o espaço envolvente da Barragem dos Patudos electrificado como defendiam uma melhor harmonia arquitectónica para o espaço do Largo Vasco da Gama, também conhecido pela “Praça Velha” como queriam um melhor atendimento autárquico e a diversificação dos respectivos serviços de atendimento aos munícipes.

Sem ninguém lhe exigir soube mais do que ninguém quais eram os anseios da população alpiarcense.

Sem grandes alaridos realizou-os de uma só penada.

Para não se altarerem as regras e aos hábitos de Alpiarça a localidade acabou de perder quem sabia fazer aquilo que as pessoas queriam.

Sónia Sanfona quer desenvolver de forma agressiva o turismo em Alpiarça

Porque Alpiarça possui todas as condições e mais algumas para que o turismo se possa desenvolver.
A Casa Museus dos Patudos, o Complexo Turísticos dos Patudos, a Zona Alta da Vila, O Patacão, a zona da Vala de Alpiarça, o Pólo Desportivo envolvente ao Complexo, o Parque Municipal de Campismo é tudo uma coisa só que nunca foi explorada da melhor forma.
É esta situação que Sónia Sanfona, a ser eleita, pretende discutir para que haja um consenso na renovação destes espaços para que sejam aproveitados todos num conjunto único, de maneira que seja rentabilizado e iniciada a nova fase turística de Alpiarça, projectando assim o nome da localidade cujos efeitos será uma maior afluência de visitantes ao concelho.

Para ser um bom político é preciso trabalhar no duro

Não ter vocação de ídolo, nem de herói, nem de mártir e não ter a mania que se vai ficar na história. Não inventar problemas, procurar solucionar os que há, dominar os números e não meter a mão na «caixa», não rodear-se de servilismo e procurar ter uma vida normal. Não querer constantemente, a todas as horas, aparecer na televisão e nos jornais, falar pouco, de vez em quando contar uma piada, não insultar, não gritar, não mentir e dizer sempre a verdade.
Poucos o fizeram e fazem, daí a diferença entre bons políticos e medíocres. Mas a situação actual, que é excepcional, requer pessoas excepcionais.
A política tem de ser reduzida ao que deve ser: a arte de darmos uma vida boa ao maior número de pessoas. E se a oligarquia dos partidos não cede nos seus princípios por bem, um dia o povo obrigá-los-á a fazer por mal.

Por: Joaquim Jorge

Esclarecimentos prestados por Mário Santiago aos leitores

(1)
Olá Rosa,
Para melhor visualização permita-me transcrever cada uma das suas questões e de seguida a minha resposta:

« (…) não acha que para o lugar que aceitou encabeçar a sua lista devia ser uma pessoa mais experiente?»

Resposta: O que define experiência para o exercício de um cargo num órgão das Autarquias? Se formos pela idade, então não me parece que os meus quase 40 anos, sejam sinónimo de inexperiência. Se a idade fosse um factor condicionador, então relativamente ao órgão executivo (Câmara Municipal) em que se exige uma entrega e disponibilidade total, além de uma grande capacidade de gestão, liderança e visão estratégica, teríamos de escolher a candidata do PSD que seria a mais experiente e todos sabemos que se existe alguém com experiência no Executivo é o Mário Fernando, já que é o único dos três candidatos que tem experiência de Vereador.

«Uma vez que escolheu a carreira politica e foi escolhido pela CDU para as Autarquias, não acha que devia de estar num outro lugar de menos relevo?»

Resposta:Nunca referi que escolhi a carreira politica como profissão. Desde 1993 que exerço a minha profissão na área financeira, e actualmente como Director Administrativo e Financeiro num Grupo Empresarial. O desempenho de funções como eleito na Assembleia Municipal não é exclusivo nem incompatível com o desempenho de uma profissão. Relativamente ao lugar que represento, foi esse que me foi proposto pela Coligação Democrática Unitária e eu aceitei o desafio, consciente ue estaria capacitado para tal.

«Como cabeça de Lista à Assembleia Municipal de Alpiarça, como vê uma Assembleia Municipal onde não haja maioria CDU, e uma Camara Municipal de maioria CDU?»

Resposta:Pelo que percebi, presumo que se refira à situação de simultaneamente existir uma heterogeneidade na composição dos eleitos em diferentes órgãos. Uma situação destas resultaria sempre da vontade dos Eleitores e os eleitos como seus representantes teriam obviamente de fazer o seu melhor, conscientes que estariam a representar o eleitorado.
***
(2)
Caro ABF,

Claro que existem Independentes. Relativamente à possibilidade de um dia eu votar noutra força politica além da CDU, é sempre uma possibilidade em aberto. Se a CDU se afastar dos seus ideais e fizer o que outros fizeram (o exemplo do PS que ‘colocou o socialismo na gaveta’), cá estarei, à semelhança de outros eleitores para demonstrar o meu descontentamento. A democracia é isso mesmo.

Em relação à suposição de que na CDU prevalecem as decisões do colectivo em detrimento da opinião individual, não sou concordante com o comentário. É suficiente consultar as Actas da Assembleia Municipal e concluir que nem sempre prevaleceu o voto colectivo.

Obrigado pela intervenção,
Mário Santiago

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

O dinheiro gasto na propaganda

Coitado do homem (Rosa do Céu, presidente da Entidade Regional de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo). Deixá-lo tratar da vidinha. Mesmo não estando já na câmara ainda continuamos a ver vestígios da sua prática. Veja-se o (nosso) dinheiro que se gasta em Alpiarça, em cartazes, por exemplo, a fazer propaganda à construção duma ponte insignificante. “Estamos a construir uma nova ponte, a ponte dos Alpiarçolhos”. Mas a falta de pudor é tão grande que a Câmara de Alpiarça faz a propaganda, mas a ponte é paga em partes iguais pelos municípios de Alpiarça e Chamusca, porque liga os dois concelhos. Mas isso o cartaz não diz.
Afonso Costa/Mirante

Eleições Legislativas

A Junta de Freguesia de Alpiarça convidou todos os partidos concorrentes, pelo distrito de Santarém, às eleições legislativas de 27 de Setembro a fazerem-se representar na reunião a realizar na sede da Junta no próximo dia 7 de Setembro pelas 21 horas, para indicarem os membros para formação das mesas de voto no concelho de Alpiarça.
É nosso entendimento que a democracia saírá mais enriquecida com a participação de todos os partidos que se apresentam ao eleitorado.
Partidos ou movimentos convidados a estarem presentes:
PPV - Portugal Pro Vida
MEP - Movimento Esperança Portugal
PCP-PEV - CDU - Coligação Democrática Eleitoral
CDS-PP - CDS-Partido Popular
PPD/PSD - Partido Social Democrata
PCTP/MRPP - Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses
PS - Partido Socialista
MMS - Movimento Mérito e Sociedade
MPT-PH - FEH - Frente Ecologia e Humanismo
PND - Nova Democracia
PPM - Partido Popular Monárquico
POUS - Partido Operário de Unidade Socialista
PNR - Partido Nacional Renovador
BE - Bloco de Esquerda
PTP - Partido Trabalhista Português

A jovem Huxley não viu meloeiros na iniciativa da CDU ??????.....

Se o ou a Jovem Huxley, não viu meloeiros na iniciativa da CDU, só prova uma coisa, não conhece as pessoas de Alpiarça, nem sabe quem elas são. A CDU não se porta como se já tenha ganho as eleições, a CDU apresenta soluções para vários problemas desta terra como sempre apresentou estando no poder ou em oposição. Até tenho pena daqueles que só sabem ofender a cabeça de Lista da CDU para a Junta de Freguesia, mas isto demonstra uma coisa, é que não têm argumentos válidos para a críticarem, portanto partem para o insulto. É tipico de certas pessoas da comunidade Alpiarcense. Mas como se costuma dizer: a vida são 2 dias, um para nascer outro para morrer, o resto é uma passagem.
«De um leitor deste jornal»

Passeio de abertura Alpiagra 2009

Carregue em cima da foto para ampliar

Herman José em concerto na Alpiagra

O humorista e apresentador de televisão, Herman José, traz o seu concerto de apresentação do álbum “Vou ali e já venho”, ao certame Alpiagra, em Alpiarça, este sábado, dia 5, a partir das 22h.Na próxima quarta-feira, dia 9, a é a vez de Quim Barreiros contagiar o público com a sua boa disposição e música alegre, num concerto marcado para as 22h. Na quinta-feira, é o grupo Charruas
que vai subir mais uma vez ao palco da Alpiagra, também pelas 22h.
«O Ribatejo»

Sociedade Filarmónica Alpiarcense 1º Dezembro actuou pela primeira vez em 1895

Banda da Sociedade Filarmónica actua mais uma vez na abertura da Alpiagra e renova o convite para a inscrição de crianças na escola de música.

A Sociedade Filarmónica Alpiarcense 1º Dezembro (SFAD) foi fundada no dia 1 de Dezembro de 1931, mas existem registos de actuações da banda em 1895. Depois desta data foi mudando de nome até ser registada, há 77 anos, com o nome actual. A banda da SFAD conta actualmente com cerca de três dezenas de elementos. O seu reportório é variado. Vai de temas pop a cha-cha-cha, música religiosa, marchas e passodobles.

É no Verão que tem mais actuações um pouco por todo o país. Participa em arraiais, concertos, touradas e procissões, desde o Algarve ao Minho passando pelos Açores. Uma das últimas saídas para longe foi a Cabeceiras de Basto (Trás-os-Montes), há duas semanas, onde actuou numa corrida de toiros. O MIRANTE encontrou-a no último domingo a acompanhar a procissão em honra de Nossa Senhora dos Remédios, nas festas de Vale de Cavalos, concelho da Chamusca.

Fernando Sardinheiro, 77 anos, Mário Favas, 75 anos, e João Sardinheiro, 74 anos, são músicos da velha guarda. A família Sardinheiro é uma família de músicos tendo chegado a juntar quatro irmãos na banda. Fernando Sardinheiro, o mais velho dos três músicos, conta que começou aos 15 anos.

“Decidi aprender solfejo mas o meu pai não achou graça porque precisava de gente para o trabalho. Na altura era a vindima e a pisa da uva para fazer vinho. Mas levei a minha avante e fui com o meu irmão, o João. Se não tocássemos na banda o porteiro não nos deixava entrar nos bailes. E nós queríamos era dançar com as moças novas”, conta.

Mário Favas entrou na banda por influência do pai que assistia com frequência aos ensaios. “Quando chegava a casa assobiava-me todo o reportório das marchas do Maestro Dores ao ouvido. O meu irmão mais velho ainda tentou aprender mas não conseguiu. Eu fui para lhe fazer a vontade e acabei por me apaixonar”, recorda o músico que começou por tocar trombone e contra-baixo e há mais de meio século que toca saxofone alto.

O interesse dos jovens pelas bandas já não é como antigamente. O músico lamenta. “Hoje em dia, existem muitas diversões e distracções que nós não tínhamos. Os mais novos preferem ficar em casa na internet ou a jogar computador. Por isso, não os conseguimos convencer a aprenderem a tocar um instrumento”, desabafa.
João Peixinho é uma excepção. Tem 13 anos e toca na Filarmónica 1º Dezembro há sete, desde que decidiu seguir as pisadas do avô, saxofonista na banda. Escolheu tocar clarinete e tudo o que sabe de música aprendeu na Sociedade Alpiarcense. O estudante confessa que às vezes ainda se engana mas disfarça com o truque que lhe ensinaram. “Mexo os dedos e finjo que toco até voltar a acertar com as notas”. João Peixinho quer seguir desporto e garante ir dar o máximo para conseguir conciliar o curso com a música. Sempre na Filarmónica onde deu os primeiros passos.

O momento alto da SFAD é a actuação da banda na inauguração da Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça, certame conhecido como Alpiagra. “É um grande orgulho para a nossa Sociedade actuar todos os anos na abertura da Alpiagra e dar alguns concertos ao longo da semana. Não podia haver maior reconhecimento da nossa terra”, explica o tesoureiro da Sociedade Filarmónica, António Barbosa.

Escola de Música avança durante mês de Setembro
Além da banda, a Sociedade Filarmónica Alpiarcense 1º Dezembro vai arrancar no início de Setembro com a Escola de Música. Neste momento decorrem as inscrições. Uma classe para as crianças que frequentam o pré-escolar e outra para mais velhinhos, dos 9 aos 10 anos.

O objectivo é incutir nos jovens o gosto pela música, dar-lhes outra alternativa às diversas ofertas de lazer que têm ao seu dispor. Bruno Ramiro, 32 anos, é o professor e director pedagógico da Escola. Além de professor, Bruno Ramiro abraçou, há pouco mais de um mês, o convite feito pela Filarmónica, em conjunto com a autarquia, para ser o Maestro da Banda.

Ao tornar-se maestro da Sociedade Alpiarcense, Bruno Ramiro concretizou um sonho de criança. “Dei os primeiros passos como músico nesta banda aos 9 anos. Tocava requinta – instrumento parecido com um clarinete mas mais pequeno. Observava o maestro e sonhava que um dia queria estar a dar aos braços como ele”, conta entre risos.

Entretanto estudou no Conservatório e desenvolveu actividades paralelas com outros músicos. Agora concretizou o sonho.
«O Mirante»

Resposta/esclarecimento de Mário Santiago a um comentário de uma leitora deste jornal

Olá Patrícia,

Relativamente à minha condição de Independente pela CDU na candidatura à Assembleia Municipal, posso referir-lhe desde já o que tal significa para mim:

I – Politicamente, quer dizer que não me identifico com a linha ideológica representada por um qualquer Partido em toda a sua amplitude nem estou inscrito como militante no mesmo. Tenho no entanto uma consciência política de esquerda, principalmente no que respeita à primazia do bem-estar social e ao papel do Estado no mesmo, identificando-me assim em alguns aspectos ideológicos. No entanto e mesmo reconhecendo algumas das virtudes associadas a determinadas ideologias, não me sinto preparado para aceitar determinadas doutrinas e dogmas sem qualquer tipo de reservas.

II – Ser Independente, para um eleito na Assembleia Municipal, e embora não sendo condição obrigatória para o desempenho de um bom trabalho, tem a vantagem de poder garantir com maior à vontade e menor constrangimento a função fiscalizadora que a Assembleia Municipal deve ter em relação ao Orgão Executivo, ou seja, em relação à Câmara Municipal. Penso que a transparência na Assembleia Municipal sairá também valorizada, ao contrário do que muitas vezes parece quando nos órgãos de fiscalização estão pessoas que não se conseguem libertar (esses sim) de alguns fantasmas do passado, em relação aos fiscalizados. Veja o caso da comissão de Inquérito ao BPN. Não houve ninguém do PS que tivesse a isenção e capacidade para se libertar da condição de militância partidária para de uma forma objectiva e isenta para relatar aquilo que foi óbvio para o mais comum e distraído dos cidadãos. Que o Banco de Portugal errou escandalosamente na sua acção fiscalizadora. E qual foi o resultado dessa Comissão? O Governador lá continua a exercer o seu cargo, e segundo os órgãos de comunicação social, é o 3º Governador do Banco Central mais bem pago do mundo. Deve ser pelo seu ‘desempenho exemplar’…

Esteja à vontade para apresentar as questões que entender.

Obrigado,
Mário Santiago

Opinião pessoal de um apoiante da CDU

Por vezes há alguns comentários anónimos que são escritos por pessoas que apoiam a CDU que avançam com ideias e análises da situação do concelho que acabam por não ajudar muito à campanha eleitoral e à tendência acentuada que se verifica de vitória do Mário Fernando e da CDU em Alpiarça.

Também acontece o mesmo com os apoiantes do PS que surgem a dizer mal de tudo o que surge do lado da CDU e a endeusar a sua candidata Sónia Sanfona.

Eu ainda não vi nem ouvi os principais candidatos de um lado ou do outro a ofenderem-se e a caluniarem-se. Muito pelo contrário, até sei que há alguma cordialidade.

O que eu já li foram algumas críticas políticas da CDU à gestão PS na nossa autarquia e ao governo, assim como ao alinhamento completo da candidata Sónia Sanfona com o seu governo; são críticas perfeitamente legítimas, feitas em intervenções públicas, pelo Mário Fernando, Joana Serrano e Mário Santiago: estão assumidas, escritas e gravadas em vídeo para chegarem a toda a gente em democracia e não são ataques pessoais.

Do PS/Alpiarça é a Razão não tive oportunidade de ver críticas directas assumidas pelos seus candidatos, mas sei que são feitas por apoiantes; hoje li partes da intervenção de Sónia Sanfona num folheto que me chegou e estão lá algumas críticas à CDU, algumas que podem ser consideradas ofensivas e que são desajustadas, com um toque de vitimização, que me parecem ter sido inspiradas directamente por Rosa do Céu (um mestre nesta arte) e que Sónia Sanfona reabilita.

Sou da opinião que não devemos confundir estas posturas com alguns comentários ou posts mais ofensivos que, por vezes, e contra a linha adoptada, surgem nos blogues ou em conversas particulares, ou então a discussão de ideias não vai a lado nenhum.

Como diz o Gandalf (de cujas ideias discordo quase sempre) o que interessa são as ideias e as propostas que os candidatos apresentem e o trabalho junto das pessoas.

A CDU e o Mário Pereira têm acompanhado de perto toda a vida no nosso concelho e foram apresentando ideias e propostas, algumas que o PS se calhar irá agarrar; se forem ao site da CDU na internet, se lerem os vários folhetos distribuídos e notícias das iniciativas vão ver, ler e ouvir muitas ideias e linhas orientadoras.
Em vez de andarem com bocas, os comentadores deverão estar bem informados e procurar contribuir para o futuro de Alpiarça.

Como apoiante da CDU estou convicto que é isso que fazemos agora e sempre em ligação ao povo de Alpiarça.

Nota: Este texto revela a opinião pessoal de um apoiante da CDU (ou então, segundo outras insinuações, que são sempre mais credíveis junto de qualquer anti-comunista encartado: é escrito pelo "aparelho do Partido"; este aparelho é uma verdadeira "máquina" e está à venda na antiga loja do Fernando Jorge, em frente à sede do PCP)

Gulbenkian apoia Casa dos Patudos

A candidatura que o município de Alpiarça apresentou com a Casa-Museu dos Patudos foi uma das 11 aprovadas pela Gulbenkian no concurso que a Fundação criou para Apoio a Projectos de Recuperação, Tratamento e Organização de Acervos Documentais. A Gulbenkian atribuiu 11.500 euros à candidatura de Alpiarça, cujo programa vai ter a duração de dois anos. A presidente do município, Vanda Nunes, destaca a ajuda do historiador João Serra na elaboração do processo.
«O Mirante»

Resposta/esclarecimento de Mário Santiago a um comentário de um leitor enviado a este jornal

Não me identifico com a opinião expressa nesse comentário. Não sei a que fantasmas do passado se refere, mas se os mesmos alguma vez existiram, não fazem parte da memória colectiva desta Lista da CDU para a Autarquia.
Quanto à conversa dos 'tachos', é um discurso que considero despropositado, considerando que no caso dos militantes do PCP (que eu nem sou, já que concorro como Independente nas Listas), existe um princípio de que nenhum eleito pode ser prejudicado ou beneficiado economicamente pelo exercício desses cargos.
Sucintamente e passo a transcrever o compromisso assumido entre os candidatos e o partido, segundo a interpretação que é efectuada à alínea c) do art. 54º das normas estatutárias do Partido Comunista Português:
a) O valor das senhas de presença, por participação nas sessões do orgão autárquico respectivo, deverá ser entregue na organização de que faz parte o eleito, fazendo esta a transferência a favor da AECOD e do Partido de acordo com as condições definidas.
b) Os eleitos comunistas que exerçam o respectivo cargo em regime de ocupação parcial de tempo ou a tempo inteiro receberão remuneração semelhante à que ganhariam se permanecessem no exercício da sua actividade profissional, revertendo o remanescente de acordo com o estipulado na alínea a).
c) Os encargos decorrentes do exercício do mandato do eleito deverão ser apreciados e acordados com o próprio e na Direcção Regional respectiva, que os comunicará ao Secretariado do Comité Central.
d) O princípio de que o eleito comunista não deve ser prejudicado tem um limite. Não poderá, em princípio, receber mais do que o vencimento ou senha de presença processado pela respectiva autarquia.
e) Os encargos fiscais ou outros de idêntica natureza, decorrentes da diferença entre o vencimento oficial (ou o valor das senhas de presença e abonos) e aquele que o eleito auferiria na sua vida profissional, serão objecto de encontro de contas entre o eleito e a respectiva organização.
f) O subsídio de reintegração por cessação de funções a tempo inteiro deverá ser avaliado, caso a caso, entre a DOR e o eleito comunista, tendo em conta os reais prejuízos profissionais verificados, revertendo o remanescente de acordo com o estipulado na alínea a). O acordo será comunicado ao Secretariado do Comité Central.
g) No caso de um eleito comunista vir a beneficiar de uma reforma da respectiva autarquia, o montante em seu benefício deverá ser acordado com a Direcção Regional respectiva, que comunicará ao Secretariado do Comité Central, tendo presente o espírito e a formulação destas disposições.
Face ao exposto, penso que fica bem claro a diferença subjacente numa candidatura da CDU e das restantes forças políticas, no que respeita a esse assunto. No meu caso, e não sendo militante da CDU, faço questão na mesma de honrar o principio de não ser beneficiado economicamente pelo exercício desse cargo, reservando-me no entanto ao direito de escolher o destino desses abonos para as causas sociais (leia-se organizações sem fins lucrativos) que considerar mais adequadas.
Nem poderia tomar outra atitude, sabendo que os outros eleitos do órgão que encabeço, a Assembleia Municipal, farão questão de honrar o compromisso da sua condição de militantes. E também um princípio subjacente ao exemplo que deve ser dado por uma liderança. Já em relação às outras duas forças politicas em disputa nestas eleições, não tenho conhecimento de compromissos desta natureza. Se existirem, então que o expressem, para todos ficarmos devidamente esclarecidos.
Para finalizar, permita-me discordar da sua referência relativamente a quem deve responder às questões apresentadas pelos eleitores. Ao contrário de outras Listas, existe uma tremenda diferença na Lista da CDU relativamente às restantes. Somos uma Equipa em que as opiniões de cada um valem bastante.
Na CDU não existe uma pessoa a encabeçar o projecto, secundada por sessenta e tal pessoas ‘para fazerem número’. Existe obviamente uma linha orientadora, que tem a sua maior expressão no Prof. Mário Fernando, mas o projecto vale pelo seu todo. E esse é provavelmente o maior valor acrescentado que a CDU tem para oferecer. Espero ter respondido de forma clara às suas questões e obrigado pela sua intervenção.

Mário Santiago

ALPIARÇA - Esta sexta-feira arranca a Alpiagra

Arranca esta sexta-feira a 27ª edição da Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça - a Alpiagra - evento que irá estender-se até dia 13 de Setembro. Nomes como Herman José, Quim Barreiros, Kátia Guerreiro e Angélico são os cabeças de cartaz.
O pontapé de saída será dado pelas 16 horas, sendo que a sessão oficial de abertura propriamente dita só será a partir das 18h30, com a presença da Banda Filarmónica Alpiarcense 1º de Dezembro e do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpiarça. Pelas 21h30, lugar a um festival de sevilhanas. Este Sábado, o destaque vai para a actuação de Herman José, pelas 22 horas, enquanto, Domingo, no mesmo horário, irá actuar o grupo Formas de Fado. Quim Barreiros é destaque a 9 de Setembro. Importa referir que as entradas são livres.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Presidente da câmara diz que seria interessante tirar a Alpiagra da zona urbana

A presidente da Câmara de Alpiarça, Vanda Nunes, fala nas alterações no sector da agricultura para justificar alterações introduzidas na Alpiagra e sugerir outras.

O que é que a Alpiagra tem de diferente este ano?


Temos procurado ao longo dos anos, com imaginação e persistência, melhorar aquilo que a Alpiagra tem para oferecer a quem nos visita. A feira, os espectáculos, os espaços mais agradáveis, mais bonitos. Este ano dá-se mais um passo nesse sentido. Além do espaço do picadeiro, do espaço jovem, vamos ter um espaço dedicado ao desporto com várias actividades dinamizadas pelas colectividades do concelho. Vamos ter também um espaço maior dedicado às crianças.

E em relação ao sector agrícola?

A Alpiagra começou por ser uma feira agrícola e comercial mas a realidade hoje é outra. Sabemos a evolução que a agricultura teve. É difícil hoje ter uma grande exposição de máquinas agrícolas, por exemplo.

Porque é que não se promove por exemplo o melão de Alpiarça na feira?

Nós tivemos alguns contactos com alguns produtores. Acontece que neste período em que a feira decorre a venda de melão já está a decrescer. Tentámos depois isso com a agricultura biológica.
Não seria de equacionar uma alteração na data da feira para no futuro poder ter também o melão?

A venda que existe de melão em Alpiarça justificaria uma feira do melão autónoma que fosse muito bem divulgada. Não quer dizer que na Alpiagra não existisse também alguma representatividade do sector. Parece-me também importante e já fiz alguns contactos nesse sentido, que os produtores no próximo ano possam ser ajudados para colocarem os seus produtos nas grandes superfícies. O que falta é união, congregação e planificação da actividade, porque sem isso não conseguem vender os seus produtos.

A Alpiagra foi de alguma forma afectada pela crise?

O programa da feira não é muito diferente dos outros anos, e estamos em período eleitoral. Temos tido uma preocupação em tentar que o certame se rentabilize. Que consiga ter rendimentos para cobrir os seus custos. A feira tem muito de produção caseira, muito do trabalho dos nossos funcionários. Gastamos dinheiro na publicidade, nos espectáculos…

Quer dizer que no futuro devem ser cobradas entradas?

Não. O que temos procurado fazer é conseguir pagar os espectáculos na totalidade através de patrocínios.

Este ano foi possível trabalhar desse modo?

Confesso que temos tido mais dificuldade. Alguns dos patrocinadores que tínhamos noutros anos baixaram o valor dos seus patrocínios.

E ao nível de expositores?

A crise faz com que os pequenos empresários procurem este tipo de feiras onde o custo é mínimo em vez de certames de maiores dimensões e é isso que tenho sentido. Nos últimos oito anos este foi o primeiro ano em que tivemos de dizer não a quatro restaurantes, por exemplo.

Este modelo da feira ainda faz sentido?

Há oito anos que participo na organização. Aprendi com pessoas que sempre estiveram ligadas a esta área. No futuro tem que se desenvolver a ideia de aproveitar a festa para promover o concelho, o seu património, a sua cultura, a sua economia.

A ideia de mudar a feira para outro local ainda é válida?

Neste momento o espaço da feira não pode estender-se. Estamos num espaço urbano e temos muito a ganhar se mudar para fora da malha urbana, porque o barulho incomoda as pessoas, sobretudo para uma zona de passagem em que as pessoas ao verem a feira parem para a visitar. Não quer dizer que isto seja uma prioridade, mas é aceitável que a feira se possa realizar num espaço mais alargado com pavilhões e espaços de exposição mais adequados.

Alpiarça tem capacidade para ter duas feiras, a Alpiagra e a Feira do Vinho, em dois períodos diferentes?

São duas iniciativas diferentes. A Feira do Vinho do Ribatejo tem uma vocação mais regional. Existe espaço para as duas feiras, mas incrementando o mais possível a Feira do Vinho, ligando-a ao seu objectivo principal que é a promoção do vinho do Ribatejo. Na vigência do meu mandato procurei que as feiras evoluíssem, agora no futuro caberá aos que vierem decidirem.

Tem havido uma abertura à presença de empresas e entidades de outros concelhos, como Almeirim.

Temos tido a presença de outras câmaras municipais. É importante diversificar. Esta coisa de funcionarmos por capelinhas não deve existir. Este ano vamos ter nas tasquinhas, além da gastronomia ribatejana, a do Alentejo, do Algarve e das Beiras.
«O Mirante»

A opinião de cada vale o que vale

Propostas da CDU já existem e muitas, e podem ter a certeza que vão haver muitas mais.
Da parte das outras candidaturas é que ainda não vi propostas concretas. Por enquanto só cartazes.
Agora dizerem que o candidato á Presidência da Câmara não tem uma palavra a dizer, apenas demonstra a má fé com que o texto foi escrito. Se repararem toda a primeira página e parte da segunda é composta com extractos da intervenção do candidato á presidência da câmara aquando da apresentação pública dos candidatos da CDU.
Quanto á opinião do autor de os discursos serem fracos é apenas a sua opinião e vale o que vale. Tenho a certeza que muitos alpiarcenses não pensarão assim.

De um leitor deste jornal sobra o comunicado da CDU

MÁRIO SANTIAGO ESTÁ DISPONÍVEL PARA O DEBATE REFERENTE ÁS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS

Estamos a um mês e pouco das Eleições Autárquicas, e já todos percebemos que o conceito de pré-campanha ou campanha eleitoral se confundem num só, existindo por parte das três forças politicas em disputa pelos vários orgãos autárquicos inúmeras iniciativas realizadas, sejam estas a simples colocação de cartazes ou a realização de debates, encontros, recolha de ideias, etc.

Entendo, e não só na qualidade de candidato à Assembleia Municipal, mas também como cidadão, que uma Campanha Eleitoral deve ser algo que aproxime os candidatos aos eleitores promovendo uma continuidade dessa relação além da própria campanha, ao contrário do que muitas vezes observamos em que os candidatos surgem de 4 em 4 anos para desaparecerem logo após as eleições para o conforto dos seus gabinetes, ignorando as sugestões, queixas ou necessidades dos eleitores, individualmente ou na comunidade em geral.

Também entendo que o surgimento das novas tecnologias de comunicação, desde as primeiras e simples páginas Web das candidaturas até às novas ferramentas da revolução Web 2.0, onde se incluem os blogues, irão ter um papel fundamental na aproximação dos eleitores aos eleitos ou candidatos, devendo ser estes últimos a promover um debate aberto e sério para com a população.

Que este e outros blogues possam promover esse mesmo debate, esclarecimentos e troca de ideias, garantindo uma linha editorial isenta e não permitindo que estes espaços de informação tão úteis nos dias de hoje (afinal nunca antes tinha sido possível uma informação tão actualizada e ao dispor de todos) se transformem em espaços de contra-informação ou de descredibilização das candidaturas a coberto do anonimato gratuito e desmesurado, muito embora entenda como aceitável que alguns comentadores não se sintam confortáveis na critica, mesmo que construtiva, que expõem perante um número de leitores tão amplo. Não concordo, no entanto, quando o anonimato serve exclusivamente para lançar boatos, suspeitas, ou criticas injustas às candidaturas. A seriedade acima de tudo!

Por tudo aquilo que já referi, aproveito também para anunciar que estarei a partir de hoje, disponível para promover a troca de ideias relacionada com as Eleições Autárquicas de 2009, assim como presumo que também por parte de outros candidatos da CDU existirá disponibilidade para participar, e sempre numa perspectiva de esclarecimento e seriedade, neste blogue, e desde que o painel de leitores e comentadores o interpretem como positivo.

No entanto, espero que compreendam que não alinharei nem responderei a provocações gratuitas sem qualquer fundamento e desde que as mesmas não se enquadrem no espírito acima referido, ou seja, desde que os intervenientes estejam identificados, ou se não o estiverem, que mantenham o nível da discussão num patamar de contribuição positivo perante a comunidade.

Para finalizar, antecipadamente lamento eventuais demoras nas respostas a algumas questões que possam colocar, uma vez que nem sempre estou on-line, sendo muito provável que a minha intervenção não exista em períodos nos quais as minhas responsabilidades profissionais sejam prioritárias. Agradeço assim, a vossa compreensão para o facto.

Até breve,
Mário Santiago
Cabeça-de-Lista à Assembleia Municipal de Alpiarça

Empresa funciona há cinco anos e realiza todo o género de trabalhos

José Castelo é aquilo a que podemos chamar um homem dos sete ofícios. Depois de vários anos a trabalhar por conta de outrem abriu a sua própria empresa há cinco anos. Chama-se José Dias Castelo, Prestação de Serviços. Com a ajuda de um funcionário, José Castelo presta serviços de pintura, carpintaria, electricidade, canalização, pedreiro, bricolage e aplicação de ladrilho e pladur.
José Castelo começou por trabalhar apenas em Santarém, mas aos poucos foi alargando a sua carteira de clientes. Tem actualmente cerca de três centenas e presta serviços nos concelhos vizinhos de Almeirim, Cartaxo, Alpiarça e Torres Novas. O seu objectivo é consolidar os clientes que já têm e aos poucos continuar a expandir a sua área de actuação. Leiria e as zonas de Azambuja e Vila Franca de Xira são locais onde pretende chegar a médio prazo.
«O Mirante»

Organizações e cidadãos juntam-se sábado em movimento que quer colocar rio Tejo na agenda

Quinze organizações e alguns particulares aderiram já ao Protejo - Movimento pelo Tejo, que realiza sábado, em Vila Nova da Barquinha, a primeira reunião deste "movimento de cidadania" que se propõe colocar na agenda os problemas deste rio internacional.
Paulo Constantino, autarca socialista de Vila Nova da Barquinha e membro da Assembleia da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, ligado também ao clube náutico local e dinamizador do blogue Cá Por Causas, é um dos rostos de um movimento que congrega já autarquias (Barquinha, PS, e Chamusca, CDU), associações regionais, locais e nacionais, nomeadamente as ambientalistas Quercus, Geota e Liga para a Protecção da Natureza (LPN), entre outras."
A preocupação é criar um movimento abrangente, que envolve associações locais mas também os ambientalistas e grupos espanhóis, uma vez que alguns dos problemas do Tejo têm origem lá, e que reflicta o facto de as preocupações ambientais terem repercussões mais vastas, ao nível da qualidade de vida das populações e das suas actividades económicas", disse à Agência Lusa Carla Graça, da direcção nacional da Quercus.
O Protejo, que criou as suas "bases" na reunião que, em 18 de Julho último, juntou na Barquinha uma centena de pessoas e uma vintena de associações portuguesas e espanholas, quer consolidar-se, estando agendada para sábado a eleição de um conselho consultivo, de outro deliberativo e ainda de porta-vozes e grupos de trabalho, disse Paulo Constantino à Lusa.
Em discussão vai estar ainda um plano de actividades para 2009/2010, que prevê o envio de uma "carta aberta" aos candidatos às legislativas de 27 de Setembro e às autárquicas de 11 de Outubro.Para Outubro é proposta a realização de uma acção de contestação aos transvazes no Tejo-Segura, através da divulgação da cultura avieira, passando pelo que resta das aldeias (desde a Póvoa de Santo Adrião até Alpiarça) que acolheram as comunidades piscatórias que, no início do século XX, migravam para as zonas ribeirinhas do Tejo.
O movimento está preocupado com a quantidade e a qualidade da água do Tejo, querendo que os Governos português e espanhol adoptem políticas de preservação de um rio que é internacional, disse."Quando as leis espanholas nos afectam, temos que remeter para as instituições quer nacionais quer europeias, nomeadamente no âmbito da Directiva Quadro da Água (DQA)", disse Paulo Constantino, frisando a importância da mobilização dos cidadãos para esta causa.O movimento que está a nascer em Vila Nova da Barquinha - município que fez questão de estar presente na manifestação que decorreu no passado dia 20 de Junho em Talavera de La Reina, em defesa do Tejo e de uma nova cultura da água - propõe-se mobilizar as populações "na defesa e promoção da bacia hidrográfica do Tejo, nas vertentes ambiental, científica, cultural, social e patrimonial", adiantou.
Lusa

Obviamente que as despesas com as campanhas eleitorais são enquadradas legalmente.

Tudo tem enquadramento legal.
- As off-shores têm enquadramento legal
- Os contratos de obras para as Câmaras têm enquadramento legal
- A adjudicação directa tem enquadramento legal
- Os concursos públicos têm enquadramento legal
- Os ordenados para os filhos dos candidatos às Autárquicas têm enquadramento legal
- Os concursos públicos de admissão de pessoal nas autarquias têm enquadramento legal
- A fixação de preços em material de campanha e sua impressão em Tipografias tem enquadramento legal.
Todos sabemos que enquanto existir enquadramento legal, estamos bem e tudo é efectuado com a máxima transparência

«Opinião de um leitor sobre os gastos com a campanha eleitoral de Sónia Sanfona»

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

O animal de estimação…

Pois é… não é especulação, não é o horror, muito menos o drama e ainda menos a tragédia, mas o “Vencedor” das próximas eleições autárquicas deverá (à semelhança do Obama) escolher um animal para os Paços do Concelho…

Duvido que seja um Cão de Água Português, pois todos têm orgulho no nosso país e na produção nacional… menos nós (portuguesezzzz). Então que tal ajudar os Candidatos nesta árdua tarefa e deixar algumas sugestões???? Vamos lá então… Para a Candidata Drª Sónia parece-me pertinente a escolha de um peixinho no aquário (pois ela está que nem peixe na agua nestas eleições) como o Nemo, que é esperto e poderá sempre falar mal da Drª Vanda e do Dr. Rosa do céu com ela. Para o Dr. Mário Fernando eu deixo a sugestão de um dinossauro (pois deve de adorar a Pré-história) ou então um animal muito pequenino e despenteado que saiba mexer com projectos de gestão que penso não ter problemas em arranjar… Para a Drª América Cravo juro que me é mais difícil, mas vou tentar… que tal um porquinho??? Eles costumam comer os restos e sobras… Enfim… Aceito sugestões para cada um dos candidatos… Até já…
Por:Jovem Huxley

Vanda Nunes deixa a autarquia com “obra feita”

Se Vanda Nunes tivesse a possibilidade de desempenhar o cargo de presidente da câmara durante um mandato completo a crença que deixa é que mudaria pela positiva muita coisa em Alpiarça.
No seu curto mandato muito fez e muito mais obras poderia fazer se tal possibilidade lhe fosse concedida. Vai terminar com algumas pequenas obras mas de muito valor e que ficarão com a marca da sua pessoa.
Destacam-se as obras de remodelação que a Casa Museu dos Patudos está a levar a efeito, nomeadamente as Obras feitas durante as Comemorações do Centenário da República, a Requalificação do Largo Vasco da Gama em Alpiarça e ainda a electrificação de todo o espaço envolvente da Barragem dos Patudos.
Pequenas obras que após concluídas beneficiarão grandemente o concelho. As suficientes para existir a dúvida se o movimento cívico “PS/Alpiarça é a Razão” tomou a melhor decisão substituindo Vanda Nunes por Sónia Sanfona.

Maria Gabriela Coutinho (MGG) é uma senhora que nos merece todo o respeito e consideração.

No entanto de vez em quando gosta de dar a sua “bicada” neste ou naquele, com saliência para Rosa do Céu.
Mas MGG como politica sempre foi um fiasco que nunca conseguiu levar o seu cântaro à fonte e como vereadora foi um desencanto, talvez daqui um certo rancor para com Rosa do Céu, no meu entender, claro.
Aconselharia MGG, para não degenerar a imagem que tenho dela e a não decepcionar outras pessoas a não meter-se nestas coisas de politica nem dar palpites que em nada a beneficiam. Antes pelo contrário.
Claro que tem todo o direito a opinar mas os seus poucos escritos são um descalabro, porquanto encaminham-se todos para a politica ou políticos, quando na verdade MGG em termos de politica deixa muito a desejar, porque o seu passado de activista politico foi sempre de “derrotada” nunca conseguindo atingir os patamares que só os grandes lutadores conseguem.
Pela sua qualidade humana que é e de professora que foi, aconselharia MGG a escrever de tempos a tempos algumas crónicas ou algum livro, já que o sabe fazer muito bem ou dedicar-se a escrever sobre alguma coluna de culinária, porque na área politica MGG não foi longe nem o seu próprio partido (PSD) sempre esteve ao seu lado e, se não esteve, por alguma razão foi.
Para nos surpreender, às vezes lembra-se de confundir social-democracia com comunismo para depois apregoar o socialismo, ficando nós na dúvida de que lado da barricada está MGG.
Tanto apoia Mário Pereira como Sónia Sanfona ou América Cravo. Ora quem defendeu e lutou por uma causa politica, a social-democracia, defender pessoas com pensamentos opostos ao seu, algo não vai bem.
Se não tivesse consideração e respeito pela mulher MGG a quem eu retiro a palavra “mulher” para lhe chamar “SENHORA” porque é na verdade uma senhora, dizer-lhe-ia que “MGG” é uma “vira casacas” porque não sabemos de que lado está.
Para que não perca a consideração que tenho pela sua pessoa, aconselho-a a comentar sobre tudo menos temas políticos porque aqui MGG foi apenas mais um fiasco (entenda-se no bom sentido) porque pouco ou nada fez em termos autárquicos por Alpiarça e, se alguma pouca coisa fez, foi porque o seu infiel Rosa do Céu assim o permitiu.
Por: O Pensador

Família de militar morto num exercício espera há sete anos pela responsabilização do Estado

Há sete anos o Ministério da Defesa não assumiu a responsabilidade pela morte de um pára-quedista de Alpiarça num exercício militar. Desde essa altura que os pais de Alexandre Branco lutam para que o Estado os indemnize pela perda do filho, que tinha 19 anos de idade. O advogado da família, João Martins Leitão, chegou a escrever para o então ministro da Defesa, Paulo Portas, no sentido de se chegar a um acordo. Mas a resposta foi lacónica e aconselhava o causídico a recorrer aos tribunais comuns. A acção judicial contra o Estado entrou em Novembro de 2003 e desde essa altura que se espera por uma decisão.
O caso já passou de tribunal para tribunal. O processo foi intentado primeiro no Tribunal Judicial de Beja, que veio a declarar-se, quase dois anos depois, sem competência para julgar o caso, remetendo-o para o Tribunal Administrativo da mesma cidade. Este, desde Julho de 2005 que está para tomar uma decisão. E não tem sido por falta de insistência de João Martins Leitão, que por várias vezes já escreveu para o tribunal a pedir celeridade no caso.
Em causa está uma indemnização de 255 mil euros por danos patrimoniais e morais que é exigida solidariamente ao Estado e ao militar que foi condenado a seis meses de prisão por homicídio por negligência por ter espetado uma faca que entrou cerca de 12 centímetros no peito de Alexandre. Que estava há apenas dois meses a cumprir o serviço militar obrigatório.
Na acção o advogado da família justifica que o Estado é culpado por três razões. A primeira porque não cuidou da vigilância do exercício, já que a situação ocorreu sem que alguém a impedisse. Depois por ausência de fiscalização do depósito da arma, que na altura devia estar guardada em local apropriado. A terceira razão prende-se com a omissão de critério no recrutamento de jovens para a actividade militar justificando-se que o agressor não tinha condições para estar na tropa. O acórdão do Tribunal Militar de Elvas (já extinto) considera que Pedro Martins revelava “lentidão e dificuldades de concentração”.
O mesmo tribunal considerou que a morte resultou de uma “infeliz brincadeira”no dia 4 de Março de 2002 durante o exercício Moliço 021, no Monte da Cabeça de Ferro na zona de Beja. A decisão foi proferida no dia 20 de Dezembro de 2002 e condenava Pedro Martins a sete meses de prisão. Mas esta pena viria a ser alterada oito dias depois com a justificação de que tinha havido um lapso e é aplicada a pena de seis meses, que coincidia com o tempo que o réu esteve em prisão preventiva. E assim já não teve que ficar mais nenhum dia em reclusão.
O colectivo de juízes, composto por dois militares de alta patente e um civil, considerou provado que Pedro Martins não teve intenção de matar. E que foi Alexandre Branco, de uma forma inesperada, quem avançou para a faca que Pedro segurava com o cabo encostado ao peito. Isto numa altura em que ambos discutiam sobre as características da arma que se destinava a ser usada nas operações nos Balcãs.
«O Mirante»

Escola de hotelaria e região de turismo “marcham” para o antigo quartel da Cavalaria

O complexo da antiga Escola Prática de Cavalaria (EPC), em Santarém, deve ser o novo destino da escola de hotelaria e da sede da Entidade de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo, actualmente a funcionarem na Casa do Campino. Há um ano foi anunciado pelo presidente da Câmara de Santarém, Francisco Moita Flores (PSD), que essas entidades ocupariam instalações do antigo presídio militar - outro imóvel do Estado que passou para a posse da autarquia, no âmbito das contrapartidas pela deslocalização do novo aeroporto de Lisboa da Ota para Alcochete. Mas essa hipótese foi descartada por não haver espaço disponível para albergar essas estruturas. Até porque existe a intenção de destinar parte do complexo do antigo presídio para construir um hotel de charme, anunciou Moita Flores na reunião do executivo de segunda-feira.
A revelação foi feita quando se discutia a elaboração de um plano de pormenor para os terrenos da antiga EPC. O assunto não chegou a ser votado por sugestão do vereador socialista Rui Barreiro, que pediu uma reflexão mais aprofundada sobre o tema e alegou não haver condições para o PS aprovar já esse ponto se fosse colocado à votação nessa reunião. Para a semana deve realizar-se uma reunião entre vereadores das forças políticas representadas no executivo e o arquitecto da câmara António Duarte.
O plano de pormenor deve voltar à ordem do dia na reunião de câmara de 14 de Setembro e prevê uma mudança radical nos cerca de 26 hectares em causa. Parte dos terrenos poderá ser urbanizada e destinada a habitação, comércio e serviços. A área que se encontra em Reserva Ecológica Nacional (10,6 hectares) poderá incluir a construção de equipamentos turísticos. Já o antigo quartel vai acolher a Fundação da Liberdade e serviços municipais dispersos pela cidade. Para além da escola de hotelaria e da região de turismo, está na mesa também a hipótese de ali instalar o centro de saúde e a delegação do IDT (Instituto da Droga e da Toxicodependência).
A elaboração do plano de pormenor permite que a área em causa deixe ter fins militares. E é um dos pré-requisitos necessários para se processar formalmente a transferência da tutela daqueles terrenos do Estado para a autarquia. Outra das condições já está cumprida: o não exercício do direito de preferência por parte do IGESPAR.
«O Mirante»
Salientamos de que Joaquim Luís Rosa do Céu, ex - presidente da Câmara de Alpiarça é o presidente da Entidade de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo

Ao que isto chegou!

A CDU pediu a publicação de um texto da sua coordenadora…Alguém acha estranho esse pedido.?
Porquê? Os outros não pedem? Exigem?A CDU tem uma coordenadora. Qual é o mal? As outras candidaturas que estrutura têm? Alguém se incomoda com isso?A CDU publicou um jornal. Na primeira página em corpo superior ao do texto, diz-se “extractos da intervenção de Mário Fernando Pereira”…
Entretanto há comentadores que dizem que não vem lá nada escrito pelo Mário Fernando porque é o aparelho que fala por ele…A CDU não apresenta as suas propostas (talvez fosse aconselhável quem assim pensa, ler novamente o jornal…), penso que se está a referir ao programa/compromisso eleitoral.
É verdade a CDU ainda não apresentou mas, no texto que tanto incómodo causou, também pode ler-se que brevemente o fará.
Mas, porquê esta obsessão relativamente ás propostas da CDU por parte de pessoas que visivelmente não as irão analisar com isenção quando, não se ouve uma palavra e não se escreve uma linha sobre a ausência de propostas das outras candidaturas?
E já que falamos de propostas, porque será que aquelas que foram apresentadas publicamente pela CDU em defesa do melão da nossa terra, não tiveram qualquer referência dos analistas da nossa praça?

Um apoiante da CDU

Requalificação do Largo Vasco da Gama em Alpiarça

Aproximadamente 100 mil euros é quanto vai custar a requalificação do Largo Vasco da Gama, mais conhecido como Largo da Feira, em Alpiarça. A empreitada foi adjudicada à empresa Tecnitejo e tem um prazo de execução de 60 dias. A obra está prevista começar durante este mês de Setembro e a estátua alusiva ao trabalhador rural vai ser colocada no centro do largo.
«O Mirante»

Mário Pereira, futuro Presidente da Câmara

Quando faltam argumentos ou quando nos sentimos amedrontados, surgem afirmações como esta que não tem razão nenhuma de ser! Caro Sr. ou Sra.: se reparar bem (eu reparei!), o documento que menciona começa exactamente com um excerto (sim, excerto, porque o discurso foi bem mais longo e pleno de conteúdo: eu estive no largo dos Águias e ouvi) do dr. Mário Pereira, candidato à Presidência da Câmara Municipal de Alpiarça e, penso que não me engano ao dizê-lo, futuro Presidente da autarquia. Assim seja! Alpiarça merece!

Opinião de um leitor sobre o artigo:Estranho pedido

Ainda a Fundação José Relvas

Não existe uma Fundação José Relvas, mas sim uma Fundação sob a responsabilidade da ”Família Rosa do Céu”:
- Manuel Miranda do Céu (Presidente)
- Fernanda Vences Céu (Directora, nora do Manuel Miranda do Céu e esposa do Joaquim Rosa do Céu)
- Joaquim Luís Rosa do Céu (filho do Manuel Miranda do Céu, membro dos 40 maiores contribuintes , ex-presidente da CM Alpiarça e marido da Fernanda Vences Céu)
O vencimento da Directora, segundo dizem, faz inveja a qualquer director de Lares da região e até de Lisboa.
Quem é pobre não tem prioridade na entrada.
Inscrevem-se e de acordo com os critérios da Directora, designadamente o conhecimento pessoal (factor Cunha), o que podem pagar, etc., lá vão sendo admitidos.
É por isso que enquanto muitos pobres de Alpiarça esperam eternamente por uma vaga no Lar, outros forasteiros sem estarem em nenhuma Lista de Espera vão entrando, ocupando o lugar daqueles que segundo o testamento deveriam ter prioridade.
Se os pobres tivessem prioridade na entrada, então não seria pagar os vencimentos milionários, o que não convinha...
Ainda um dia gostava de perceber como foi possível que o homem estivesse 3 mandatos no poder.

Estranho pedido

Estranho este pedido de publicação da CDU! Hoje caiu-me na caixa do correio um panfleto (ou jornal de campanha? Muito pobre, se pretende sê-lo...) que vai precisamente em sentido contrário ao que é aqui dito. Logo na primeira página mais não é feito do que denegrir a imagem dos adversários políticos, sem terem a ombridade de considerar todos os que se candidatam a estas eleições.E as tão apregoadas propostas eleitorais, onde estão? Não é com esta fala de ética e de ideias que conquistarão o eleitorado que definitivamente perderam. Além disso, apresentam apenas dois fracos extractos de discursos dos candidatos à Junta e Assembleia. E o candidato à Presidência, não tem uma palavra a dizer? Claro, o partido, o "aparelho" fala por ele!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Publicação feita a pedido da CDU/Alpiarça

Em jeito de balanço
No mês de Agosto o país quase que pára para férias. Mesmo os que não podem gozar desse direito que agora quase se transformou em privilégio, aproveitam também para descontrair.
Talvez seja essa uma das razões que tem feito com que o debate nos blogs da nossa terra tenha diminuído. Refiro-me a debate de ideias e não ajustes de contas e a manobras de diversão.
Está pois na altura de nos concentrarmos no que verdadeiramente interessa.


A actividade política é acto de cidadania que não se deve reduzir ao período das campanhas eleitorais.

É isso que tem sido feito pela CDU ao longo de todo o mandato e particularmente durante todo o ano de 2009:
- Apresentação dos primeiros candidatos em Março, precedida de um amplo e alargado debate interno;

- Abertura do espaço CDU e realização de diversas iniciativas de debate e de convívio;

- Realização de diversos contactos com o movimento associativo nas suas diferentes expressões;

- Noite de Fados;

- Promoção de festas populares no Frade de Baixo e no Frade de Cima;

- Contacto com produtores de melão no Parque do Carril;

- Almoço-convívio no pavilhão do partido;
- Comício no largo dos Águias;

- Apresentação dos candidatos da CDU no Largo dos Águias;

- Debate sobre desporto, com Miguel Arraiolos, promovido pela juventude CDU;

- Festival de bandas RIBAVANTE, promovido pela juventude CDU, onde foi apurada uma banda do Ribatejo que irá actuar no Palco dos Novos Valores, na Festa do Avante;

- Apresentação de propostas da CDU em defesa do melão de Alpiarça;

- Dezenas de acções de contacto a população, porta a porta, com distribuição do jornal CDU;

No que respeita à propaganda visual, foram afixados 2 cartazes e montada uma estrutura no largo dos Águias, cujo impacto nos escusamos de comentar.

A CDU foi ainda a única força política que se envolveu na campanha para as eleições do Parlamento Europeu e, ao que parece, será a única a fazer campanha para as eleições da Assembleia da República.

O esforço que tem vindo a ser desenvolvido deve ser ainda mais valorizado se levarmos em linha de conta que tudo isto foi, é e será feito com base no voluntariado dos candidatos e apoiantes da CDU, sem recurso a nenhuma empresa de publicidade.

Nas próximas semanas os Alpiarcenses irão conhecer o Programa da CDU.

Os dados estão lançados, as pessoas conhecem-nos.

Temos um projecto, temos uma equipa e estamos convictos de que com a CDU Alpiarça fica a ganhar!

A Coordenadora da CDU - Alpiarça

Está tudo legalmente enquadrado

Obviamente que são enquadradas legalmente.
Tudo tem enquadramento legal.
- As off-shores têm enquadramento legal
- Os contratos de obras para as Camaras têm enquadramento legal- A adjudicação directa tem enquadramento legal
- Os concursos publicos têm enquadramento legal
- Os ordenados para os filhos dos candidatos às Autarquicas têm enquadramento legal
- Os concursos publicos de admissao de pessoal nas autarquias têm enquadramento legal
- A fixação de preços em material de campanha e sua impressao em Tipografias tem enquadramento legal.
Todos sabemos que enquanto existir enquadramento legal, estamos bem e tudo é efectuado com a maxima transparencia

Uma imoralidade que quase 80 por cento das verbas do projecto possam ser consumidas com ordenados

A Fundação José Relvas não está disponível para rever os valores dos ordenados dos técnicos que pretende contratar para o projecto de luta contra a pobreza no concelho de Alpiarça.
A resposta foi enviada para o município, que não concorda com o orçamento, na tarde de segunda-feira, quando decorria a reunião do executivo municipal. A presidente da câmara, Vanda Nunes (PS), vai pedir a intervenção da Segurança Social e admite a possibilidade de afastar a instituição da gestão do projecto.
“Vamos resolver esta situação o mais rápido possível para que Alpiarça tenha o plano de apoio social implementado com a fundação ou com outra entidade qualquer”, declarou na reunião.

Presente na reunião esteve a presidente da Assembleia Municipal de Alpiarça, Vera Noronha, que interveio no final na qualidade de munícipe, para dizer que considera “ uma imoralidade que quase 80 por cento das verbas do projecto possam ser consumidas com ordenados”.
Vera Noronha apelou ainda ao executivo municipal para que “independentemente de algumas tentações mais obscuras que possam existir nalguns sectores não percam a finalidade que está subjacente ao protocolo que foi assinado nesta autarquia e que eu presenciei”.

A câmara, que é parceira no projecto e que concordou que fosse a fundação a assumir a gestão do projecto, continua a não admitir que dos 525 mil euros de orçamento do projecto, ao abrigo do Contrato Local de Desenvolvimento Social, 363 mil euros sejam gastos em ordenados de quatro pessoas. E reitera que as verbas devem adequar-se às necessidades do concelho em termos de iniciativas para reduzir a pobreza.
«O Mirante»

Na Instituição José Relvas os idosos são todos bem tratados

Exmo Director do Jornal/Blog 'Jornal Alpiarcense'
Não sei quem escreveu, nem me interessa muito, pois o texto pelo que se me afigura não se trata mais do que a procura de argumentos para serem esgrimidos politicamente nesta(s) campanha(s) eleitoral(ais), mas o que não posso deixar passar é uma passagem do texto em que se diz.... ...Nem sempre os mais necessitados tem prioridade no “internamento”.
Mas, se alguém tiver rendimentos ou doar parte do património pessoal já pode entrar ou: se algum filho estiver farto de aturar aos pais idosos e tiverem rendimentos para pagar a mensalidade...(sic)
Não sei qual a situação de relacionamento do autor do texto com familiares seus, espero que não seja a que ele(a) escreve, mas não admito ao autor do texto ou ao próprio Director do Jornal que coloquem este tipo de texto como a frase que termina o paragrafo.
Tenho um familiar na INSTITUIÇÃO JOSÉ RELVAS (onde é extremamente bem cuidado), e assim como eu muitas pessoas nas mesmas condições, não porque estivesse farto de o aturar, mas tão somente porque não existem outras condições objectivas de o mesmo continuar na sua habitação, uma vez que resido fora de Alpiarça.
A luta politica devia resumir-se ao seu espaço e não na utilização , estúpida e parva, de expressões que ferem as outras pessoas
Cumprimentos
Ilidio Ramos