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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

“Alpiarça é a Razão/PS”: acusa o executivo da CDU de “deitar dinheiro ao vento”

 O Movimento cívico “Apiarça é a Razão/PS” diz que o executivo da CDU deita dinheiro ao vento porque gastou desde Junho de 2011 “150.000 Euros em projectos”.
E porque o dinheiro dos contribuintes não deve ser deitado ao vento, o que noutras palavras quer dizer que: o dinheiro dos contribuintes não é para esbanjar, pergunta ainda o movimento ao executivo se “o anterior executivo do PS não tivesse deixado os projetos de requalificação da Casa dos Patudos e do Centro Escolar” o que é que os comunistas teriam feito até hoje?
Se não fossem os “investimentos realizados pela empresa Águas do Ribatejo (essa empresa “malvada” deixada pelo executivo socialista, que afinal garante a água mais barata da região) o que faziam? Substituíam 100 metros de conduta?” acrescenta ainda o mesmo no seu jornal.
A questão deixada no ar pelos socialistas é que: “ já lá vão 3 (três) anos. Estão à espera de quê?” isto é: mas quando fazem qualquer coisa?
Segundo parece, o “Alpiarça é a Razão/PS” ainda não obteve qualquer esclarecimento e muito menos sabe quando os eleitos da CDU apresentam algum projecto, porque os últimos quem os fez foram os socialistas e a “Águas do Ribatejo”

6 comentários:

Anónimo disse...

O PS quase triplicou a dicida e os Alpiarçenses o que ganharam com isso? Alguém ganhou e disso ninguém tem duvidas.

Anónimo disse...

deve ser para isto que querem o dinheiro do IMI.

Anónimo disse...

há bem poucos anos atrás não se conseguia fazer obra sem contrair dívida, e havia disponível financiamento ao investimento

há muitos anos atrás não se faziam obras porque não havia possibilidade de contrair dívida, os bancos praticavam juros altíssimos e não existiam fundos comunitários de apoio ao desenvolvimento

Pergunta: Os investimentos que foram feitos à custa da dívida eram necessários?

A minha resposta: Uns mais do que outros naturalmente.

Pergunta: estamos a usufruir dos investimentos realizados?

resposta: Sim, maioritariamente sim, e os que não foram fundamentais tais como a praça velha, o parque subterrâneo e algumas estátuas, não deixam de representar Alpiarça como uma terra bonita, de cariz cultural e preparada para o futuro.

Se houver possibilidade de se realizarem mais obras à custa de financiamento bancário, acha que o actual executivo recuaria?

De facto hoje estamos mal pela má gestão do país, pelos gastos excessivos da autarquia. Mas não foram eles todos praticamente canalizados para investimento que estamos agora a usufruir?

Talvez a estratégia deveria ter sido outra, a de capacitar Alpiarça com industrias ligadas ao sector agrícola para criar mais emprego e mais riqueza..

... mas não é isso que a moliz e a fabrica do leite são ?

Afinal fez-se qualquer coisa e também houve uma aposta certa neste sector.

Mas deixai o passado e focai-vos no presente. O que temos nós para fazer em Alpiarça?

Se fosse presidente da autarquia por um mês quais eram as medidas fundamentais que tomaria ?





Anónimo disse...

moeyst 23Boa questão a do último parágrafo.
"Se fosse presidente da autarquia por um mês quais eram as medidas fundamentais que tomaria ?"
A 1ª seria colocar a câmara a funcionar como uma empresa privada.
Com o número de funcionários que a câmara tem é possível fazer muito mais.
Há duas vias: a redução do número de funcionários, ou a câmara fazer com os actuais muito mais.
Ninguém é obrigado a estar lá, e estão lá apenas para servir os munícipes.
Quando o não fazem, não justificam a sua contratação.
Qualquer câmara não é um asilo, e, para não despedir ninguém é preciso justificar o posto de trabalho.
Com direitos, mas também com (muitos) deveres!
Dentro do nosso pequeno concelho podem ser úteis em muitas outras valências que justifiquem os salário que recebem.
Com um departamento informático (com vedetas importadas) forte, a câmara devia ter metade dos recursos humanos. Todos os excedentes deveriam ser canalizados para promover, e fazer de Alpiarça um concelho de referência.
Se trabalhasse na Câmara, seria com todo o gosto que abraçaria novos projectos que saíssem da rotina.
É uma questão de quem manda, saber mandar e motivar equipas.
Será que sabem?

Anónimo disse...

Essa pergunta deve ser feita aos candidatos a presidente de Câmara.

Anónimo disse...

Sr Comentador das 15:13

Você é amississimo do Passos Coelho não é? É precisamente esse o grande dilema que já o fez perder alguns quilos e muitos milhares de cabelos.

Como emagracer o estado sem ter de matar ninguém?

Não é facil digo-lhe já!

Vamos transformar a autarquia numa empresa privada, epá porque ninguém se lembrou disso antes ....??

Vamos reduzir a estrutura da empresa privada ao nível das suas receitas, pelo menos tem de ter custo zero ou é falência na certa.

Como a ordem das receitas de impostos para custos é de 1 para 20, e como não se pode matar toda a gente só resta uma coisa, que o amigo Gaspar já está a fazer, que é aumentar os impostos e tudo o que é taxas.

Algumas miseras sugestoes: Fotocopias a 20 euros, agua e café a 5 euros e porque não uma portagem á entrada e à saida do concelho?

Bom, esta brincadeira aqui traçada serve apenas para exemplificar que o estado tem de continuar a ser social , que as camaras nunca puderão ser geridas como empresas privadas embora devam caminhar para níveis de eficiencia superiores aos actuais como é obvio e que , tendo em conta a situação actual do concelho e da região, é uma pena que não hajam condições para ajudar mais pessoas que atravessam uma fase dificil nas suas vidas.

Penso que o PS/MAR tem-se esforçardo alertando para um determinado nível de despesismo, principalmente com os ditos estudos de consultores para fabricar ideias que não sairão do papel assim como todo o programa eleitoral da CDU que ficou na gaveta

Se eu fosse presidente por um dia? Obrigava todos que assumem responsalidades na autarquia a sair à rua e a falar com as pessoas para melhor compreenderem o seu dia a dia e os seus problemas