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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Saiba quais as autarquias mais transparentes

Alpiarça obteve a 185.ª posição no Ranking/2014 com a nota de “ Insuficiente” no “Desempenho"


A Câmara de Alfândega da Fé, no distrito de Bragança, é a mais transparente do país. Já Belmonte, no distrito de Castelo Branco, fecha a lista do Índice de Transparência Municipal deste ano divulgado esta sexta-feira.
Os autarcas das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, segundo este documento, investem pouco na prestação de contas das suas actividades. De resto, mais de metade das autarquias chumba na segunda edição: um saldo negativo como reconhece àRenascença o director executivo da Associação Cívica Transparência e Integridade. 
“No bom sentido, podemos dizer que temos cinco autarquias que chegam a um nível bom. Poucas é certo, mas no ano passado não nenhuma delas chegava a este patamar”, contabiliza João Paulo Batalha, acrescentando que nas autarquias que fizeram “este esforço, de disponibilização de dados e transparência, têm resultados. Contudo, o nível médio continua a ser insuficiente”. 
Para este saldo negativo em muito contribui a falta de transparência financeira, um parâmetro que regrediu este ano. “É preocupante, porque as questões de transparência económico-financeira são obrigações legais, por isso não seria descabido termos uma média de 100%. Na área de contratação pública houve um recuo ligeiro”, revela. 
Outros dos temas analisados, que também obtiveram piores resultados do que no ano passado, foram: a divulgação de informações sobre impostos, taxas, tarifas, preços e regulamentos. 
Na lista dos 308 municípios, 119 obtiveram classificação aceitável ou boa, tendo os restantes obtido uma classificação insuficiente. O Porto ocupa o lugar 28 no ranking (foi 26º no ano passado), Lisboa está em 113º (115º em 2013), Cascais em 31º (21º em 2013) e Vila Nova de Gaia em 86.º (194º em 2013). 
O Índice de Transparência Municipal, divulgado pela primeira vez no ano passado, analisa a divulgação de informação pelos municípios através da análise de 76 parâmetros presentes em websites de Câmaras.«RR»

INFORMAÇÃO


Informam-se todos os utilizadores da Ponte Salgueiro Maia - Santarém que, a partir de hoje inclusive, o tráfego rodoviário no sentido Almeirim - Santarém já se faz dentro da normalidade, após terem sido concluídas as obras de repavimentação da ponte.

Ministério do Ambiente sem dinheiro


 “Ministro do Ambiente diz que está à procura de financiamento para as barreiras de Santarém. Foi esta a resposta que deu ao deputado Duarte Mendes, do PSD, numa audição que deu na Comissão do Ambiente, Ordenamento do Território e do Poder Local” anuncia o semanário “O Ribatejo”.
Se está à procura, logo não tem verbas disponíveis, obrigando assim o responsável ministerial a procurar algum mecenas ou um qualquer variado empréstimo.
Um ministro dar uma resposta destas então “ algo vai mal no nosso reino”.
Se um ministro, o do ambiente, diz que vai “procurar financiamento” como pode um secretário de Estado ajudar ou prometer o quer que seja para a solução dos problemas da Barragem dos Patudos se para tal é preciso dinheiro e este não existe nos cofres do ministério?
Realmente estamos tão bem servidos de Governo como estamos de dinheiro.
Resta-nos  a esperança de haver uns “trocos” para serem aplicados na Barragem

Tudo se extingue neste pobre País

Por:Anabela Melão

Uma séria tristeza: o fim das oficinas gerais. Tudo se extingue neste pobre País. Acaba-se com tudo. Nada se renova ou se reconstrói. Podemos sempre esperar sentados à espera que um destes dias se acabe com as Forças Armadas! Para que raio serve servem? Umas liçõezinhas sobre o tema é que vinham mesmo a calhar. (a)guiar branquinho saberá alguma coisa sobre o que (guia)?! Consta-se por aí que não e que o assume sem pudores. Haja coragem! E este membro do desmembrado (des)governo sempre a guiar mais branco assim lav(r)ou uma instituição que já durava em Portugal há mais 800 anos. 
Militarzinhos bem verdinhos vestidinhos de fardas chinezinhas a evidenciarem que nada percebem sobre o que é o Exército(zinho).
E assim cá temos o famigerado esperado à náusea DECRETO-LEI N.º 167/2014, daquela espécie de Ministério que é o Ministério da Defesa Nacional, que «Define os termos da extinção dos estabelecimentos fabris do Exército denominados Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento e Oficinas Gerais de Material de Engenharia».

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE ALPIARÇA

no Agrupamento de Escolas de José Relvas


«CMA»

ACÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO DA PROTECÇÃO CIVIL MUNICIPAL NA ESCOLA




O serviço de Protecção Civil do Município de Alpiarça realizou uma acção de sensibilização sobre os sismos e os comportamentos de segurança a ter na Escola.
Esta acção decorreu com crianças das turmas do 4º ano da Escola Prof. Abel Avelino; foram abordadas temáticas sobre comportamentos a ter com os sismos e com a evacuação da escola em casos de emergência.
A referida acção foi promovida pela autarquia de acordo com o plano de actividades da escola.

«CMA»

MAIS Lezíria 2014 termina com Caminhada Inclusiva


A edição de 2014 do MAIS Lezíria terminou no passado domingo, dia 2 de Novembro, com uma Caminhada Inclusiva, que teve lugar em Almeirim. Na atividade estiveram presentes várias instituições de reabilitação e integração da região, que salientaram a importância da existência deste tipo de iniciativas, não só pela promoção da vida saudável, mas também pela promoção da integração social.
Recorde-se que o MAIS Lezíria 2014 arrancou no passado mês de janeiro e incluiu, ao todo, 16 atividades totalmente gratuitas, distribuídas pelos onze Municípios da Lezíria do Tejo, entre elas provas de natação, petanca, sueca, caminhadas, trail, BTT, atletismo, canoagem, futebol e boccia.
O MAIS Lezíria é um projeto da CIMLT e dos seus Municípios associados - Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Benavente, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Golegã, Rio Maior, Salvaterra de Magos e Santarém - e tem como principais objetivos promover convívio desportivo entre as gentes da Lezíria do Tejo, a integração social, a promoção da saúde e a melhoria da qualidade de vida, incentivando a participação de todos, incluindo as crianças, idosos e pessoas com deficiência.
O MAIS Lezíria 2015 já está a ser preparado e vai trazer algumas novidades, com novas datas e atividades que serão divulgadas em breve.
Porque a Lezíria é MAIS!
M, de Movimento!
A, de Ativa!
I, de Inclusiva!
S, de Saudável!

Portugal está "a caminho de uma crise financeira pública"

O antigo ministro das Finanças Medina Carreira afirmou  que Portugal está "a caminho de uma grande crise financeira pública" que deverá instalar-se em "poucos anos", porque não atrai investimento e não fez o ajustamento orçamental necessário.


"Com este panorama europeu, com a incapacidade para executar aqueles mínimos essenciais para atrair investimento e com incapacidade para reduzir despesa pública, diria que estamos a caminho de uma grande crise financeira pública em Portugal dentro de poucos anos", afirmou o economista em declarações transmitidas numa conferência da sociedade de advogados Rogério Fernandes Ferreira e Associados, hoje em Lisboa, sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2015.
Medina Carreira antecipa que "é muito provável que, num prazo ainda relativamente curto", Portugal tenha "uns soberanos financeiros mandatados pelos credores".
O ex-ministro do governo de Mário Soares fez um retrato da evolução da despesa e da receita do Estado nos últimos anos, sublinhando que a recomendação da troika de que o ajustamento fosse feito em dois terços por via da redução da despesa e em um terço pelo aumento da receita não se verificou.
"Como isso não aconteceu -- porque as despesas que estavam para cair 66% vão cair 22% e os impostos que estavam para subir 30% vão crescer 78% -, tudo aquilo que eram as previsões financeiras ficaram bastante abaladas", disse.
Medina Carreira destacou que "a primeira necessidade que tem de se satisfazer é o crescimento económico", o que é particularmente difícil porque também "a Europa não tem crescimento que se veja", concluindo que "se a economia não crescer terão de ser desenvolvidas políticas de controlo e restrição das despesas que não têm sido aplicadas também por causa do Tribunal Constitucional".
No que se refere à melhoria da atratividade do investimento nacional e internacional, o advogado considera que "aqui o Governo não cumpriu", referindo-se, entre outros aspetos, ao sistema judicial que é pouco amigo do investimento.
«NM»

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

6 de Novembro - Feriado Municipal. Flash´s de de um dia de homenagem a concelho de Rio Maior e aos que nele vivem!

Isaura Morais, presidente da Câmara de Rio Maior e o alpiarcense Carlos Coutinho, Administrador da Desmor/Rio Maior





“TPA/PSD + PS/Alpiarça”: Uma oposição “cega” e desorientada, ou talvez não?

“DISSIDENTES” DA "SILVESTRE BERNARDO LIMA" QUEREM QUE FRANCISCO CUNHA MUDE A SUA FORMA DE TRABALHAR


JA fez uma viagem pelas centenas de comentários e Post’s que já publicou e que falam ou criticam a actual oposição (TPA/PSD e PS /Alpiarça) e chegou à seguinte conclusão:
Falta aos vereadores do TPA/PSD e PS/Alpiarça, uma estratégia bem delineada e um plano de acção que os poderia beneficiar para o próximo mandato.
Mas o tempo decorrido no actual mandato e os recados enviados aos vereadores da oposição - essencialmente a Francisco Cunha do TPA/PSD, já que Pedro Gaspar (PS) será uma carta fora do baralho, sem qualquer valor para as eleições autárquicas de 2017, porquanto já não se candidatará – não tem obtido grandes resultados.
Nas horas que perdemos - na recolha de informação e por causa das últimas criticas aqui publicadas -  acabamos por encontrar algo de curioso:
As criticas feitas a estes dois vereadores pelos comentaristas (centenas) como a publicação de alguns post’s aqui publicados mais não são do que simples “recados” para que um dos vereadores mude de estratégia, concretamente do TPA/PSD de forma a poder beneficiar da situação.
Os ataques que lhe são dirigidos, de forma directa e objectiva, devem estar a desorientá-lo que anda alheio e distante do apoio indirecto vindo de alguns “dissidentes da Silvestre Bernardo Lima” que o que pretendem é que mude a “sua forma de trabalho e de actuação”.
Noutras palavras:
Que deixe de criticar as decisões do executivo da CDU e deixe de estar contra o que quer seja, vindo das hostes comunistas, limitando-se a “votar contra ou a abster-se mas que não abra a boca quando deve estar fechada”.
Objectivo:
Para que digam que todas as propostas da CDU são aprovadas por maioria sem a oposição argumentar o quer que seja.
O que Francisco Cunha deve fazer:
Em vez de criticar e de dizer mal dos comunistas e de quem elegeu o executivo, deve começar por:
Apresentar – por escrito – sugestões, ideias, propostas, projectos e outros afins.
Resultado:
Não interessa se as ideias ou propostas apresentadas pelo vereador Francisco Cunha  foram ou não aprovadas (todos sabemos que dificilmente o serão) o que interessa é que em 2017 Francisco Cunha relembre a população e os eleitores que a situação em que se encontra Alpiarça se deve aos comunistas que estão na Câmara porque nada fizeram para que Alpiarça mudasse.
E como culpados que são pelo marasmo, o vereador do TPA/PSD apresentou ao longo do actual mandato os seguintes projectos que poderiam mudar o futuro de Alpiarça:
Pedro Gaspar
Projectos apresentados:
……
….
Todos reprovados (ou nem sequer levados a discussão).
Estás nas mãos dos alpiarcenses mudar o rumo de Alpiarça
Os “recados” publicados no JA por muitos comentaristas e colaboradores resumem-se unicamente ao exposto mas que os vereadores da oposição têm alguma dificuldade em enxergar.

Nota: JA agradece o apoio na recolha de dados aos dois colaboradores que se disponibilizaram de imediato, quando os convidamos e da sua  contribuíção  para a feitura deste texto



Mais um ano em que a Lagoalva vai estar presente na Golegã!

Mais um ano em que a Lagoalva vai estar presente na Golegã! E este ano temos novidades! Vamos ter à venda vinho a copo, água pé, gin, abafado... Vamos divulgar o mapa do nosso stand em breve. Esperamos por si!


Actividades no Frade de Baixo

«cma»

CRIANÇAS DOS JARDINS DE INFÂNCIA DO CONCELHO VISITAM MUSEU VISITA À CASA DOS PATUDOS - MUSEU DE ALPIARÇA

«cma»

Abandono de automóveis vai voltar: Orçamento de Estado vai premiar quem abandonar o seu automóvel



A proposta de Orçamento do Estado para 2015 contém uma alteração ao Código do IUC que visa isentar do pagamento deste imposto os veículos que forem abandonados, o que é um enorme retrocesso na política ambiental do país. 

Atualmente, o IUC é devido até a matrícula ser cancelada, o que só deve acontecer em situações facilmente comprováveis, como por exemplo quando é entregue num centro de abate licenciado. Assim, as pessoas sabem que se abandonarem o seu carro continuarão a pagar o IUC, o que é um fator dissuasor muito importante, tendo permitido reduzir drasticamente este problema no país. 

A medida agora proposta é incompreensível porque desresponsabiliza as pessoas pelo abandono dos seus carros, fazendo disparar os custos que os municípios têm com a remoção destes veículos da via pública, diminuir o número de locais disponíveis para estacionamento nas nossas cidades e aumentar os focos de poluição e marginalidade. 

Por outro lado, vai também agravar a gestão ilegal de veículos em fim de vida (VFV) em locais não licenciados (vulgo sucateiras). Sem IUC deixa, pois, de existir qualquer entrave para que estas viaturas sejam removidas da via pública (como sendo um VFV) por qualquer interessado e desmanteladas em sucateiras ilegais, sem respeito pelo ambiente, não pagando impostos e não criando postos de trabalho sustentáveis. 

Hoje em dia já existem muitos centros de abate de veículos espalhados pelo país, entre os quais 85 da REDE VALORCAR, onde qualquer cidadão pode entregar o seu veículo gratuitamente, com a garantia que todo o processo administrativo de cancelamento de matricula vai ser feito e que o veículo será adequadamente reciclado.
«naturlink»

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Encontro Concelhio da CDU


CÂMARA DE ALPIARÇA REUNIU COM SECRETÁRIO DE ESTADO DO AMBIENTE



O Presidente e o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça reuniram com o Secretário de Estado do Ambiente, Dr. Paulo Lemos, no Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, em Lisboa.

Solicitada pela CMA, a reunião teve como objectivo a discussão do problema de eutrofização da Barragem dos Patudos, de forma a ser encontrada uma solução que passe também pelo envolvimento do Governo e das entidades tuteladas pelo Ministério do Ambiente, quer ao nível da intervenção necessária quer quanto às formas de financiamento.
Foram ainda abordadas questões relacionadas com a Vala de Alpiarça, nomeadamente quanto à limpeza e prevenção contra fontes poluidoras.
«CMA»

Carlos Coutinho, Presidente do Conselho de Administração da Desmor

CONSTITUIÇÃO DA COMISSÃO DE GESTÃO LOCAL DO CAR DE RIO MAIOR – NATAÇÃO

Carlos Coutinho - segundo a contar da direita
A Desmor, empresa pública municipal com objetivos definidos na promoção e gestão do fenómeno desportivo em Rio Maior, e a Câmara Municipal de Rio Maior, receberam hoje, dia 5 de novembro, a cerimónia de constituição da Comissão de Gestão Local do Centro de Alto Rendimento de Rio Maior – Natação. Presentes, nesta sessão, estiveram o Exmo. Sr. Secretário de Estado do Desporto e Juventude, Emídio Guerreiro, a Exma. Sra. Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, Isaura Morais, o Exmo. Sr. Presidente da Federação Portuguesa de Natação, António José Silva, a Exma. Sra. Diretora da Escola Superior de Desporto de Rio Maior, Rita Santos Rocha, o Exmo. Sr. Presidente da Fundação do Desporto, Carlos Marta, e o Exmo. Sr. Presidente do Conselho de Administração da Desmor, Carlos Coutinho.
Durante toda a cerimónia, foram tecidos rasgados elogios ao papel do CAR de Rio Maior na promoção do desporto e dos atletas de alta competição. Emídio Guerreiro afirmou que “o papel da Desmor e do Centro de Alto Rendimento de Rio Maior tem sido fundamental para potenciar a promoção de Portugal enquanto destino de eleição para atletas e equipas internacionais”, acrescentando que “o CAR de Rio Maior é um local de excelência para a prática desportiva”.
Também António José Silva, Presidente da Federação Portuguesa de Natação, aludiu à forte aposta feita pela Desmor na prática da modalidade: “o CAR de Rio Maior possui condições que vieram revolucionar o treino da natação em Portugal”. Isaura Morais, Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, destacou o papel desta nova Comissão de Gestão Local, aludindo à sua “estratégica visão de trabalho em rede com toda a comunidade e parceiros privilegiados, dando continuidade ao grande trabalho aqui feito”.
Carlos Coutinho referiu que “Rio Maior necessita do apoio da Fundação do Desporto nesta nova fase. Se até aqui foi determinante, a Fundação do Desporto terá, neste futuro, um papel fundamental. Seja por via do financiamento, seja por via da promoção integrada, fundamental para a nossa sustentabilidade”.
Esta Comissão, que será constituída pela Federação Portuguesa de Natação, pela Câmara Municipal de Rio Maior, pela Desmor e pela Escola Superior de Desporto de Rio Maior, terá como desígnio principal proceder a uma diferenciação positiva para o trabalho e resultados de excelência, visando a possível inclusão de atletas formados em processos de especialização tendentes à participação em ambiente olímpico, no campo da natação, e vigorará durante quatro anos. 

ÁGUIAS DE ALPIARÇA

ÁGUIAS DE ALPIARÇA VICE-CAMPEÃO NACIONAL DE CLUBES DE TRIATLO 2014 EM MASCULINOS

O Campeão Nacional em 2013, Águias de Alpiarça, é Vice-Campeão em 2014, logo atrás do Benfica e à frente do Olímpico de Oeiras. 

Miguel Arraiolos, atleta alpiarcense, é campeão nacional de clubes 2014 pelo SL Benfica.

1º Sport Lisboa e BENFICA

2º Clube Desportivo "OS ÁGUIAS" - ALPIARÇA
3º Olímpico de OEIRAS / Garmin


ÁGUIAS DE ALPIARÇA CAMPEÃO NACIONAL DE CLUBES DE TRIATLO 2014 EM FEMININOS
Águias de Alpiarça renova o título nacional, à frente do Sporting e do Alhandra

1º Clube Desportivo "OS ÁGUIAS" - ALPIARÇA
2º SPORTING Clube de Portugal 
3º Sporting Clube de ALHANDRA

«CMA»

A oposição que temos (ou que merecemos)

Os vereadores da oposição infelizmente continuam a ter dificuldades em enxergar que a mensagem que conseguiram fazer passar para o exterior é exactamente a de que: não conseguem apresentar soluções para o quer que seja


Por: M.C. (*)



1 - Quando da discussão/aprovação do Orçamento de Estado/2015 (OE) na Assembleia da República (AR) os deputados da oposição criticaram fortemente o partido que mais deputados tem na AR.
Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças, ouviu serenamente os deputados da oposição; tomou apontamentos, fez recolhas aos documentos na sua posse mas acima de tudo escutou atentamente os deputados que criticavam o orçamento em causa.
No final de falarem, disse-lhes mais ou menos isto: “este foi o Orçamento de Estado que melhor se conseguiu fazer. Os senhores deputados que estão aí nas bancadas só a criticar tem ideias ou soluções melhores? Então apresentem-nas que terei muito gosto e prazer em analisá-las de forma que as possa englobar no presente OE!”
Claro que os partidos da oposição não apresentaram soluções nenhumas.
Continuarão a ser simplesmente “partidos de oposição” minoritários como dificilmente alguma vez serão “Governo” porquanto só sabem criticar e incapazes de apresentar o quer que seja para mudar o que a maioria faz.
Os eleitores não acreditam neles porque os conhecem de “ginjeira”. Sabe muito bem que não merecem credibilidade e jamais serão Governo.
Apenas incomodam com o barulho que fazem ou quando se colocam nos bicos-dos-pés para darem nas vistas

2O executivo comunista que governa a Câmara Municipal de Alpiarça também é criticado pela oposição (Vereador Francisco Cunha do TPA/PSD -Pedro Gaspar/PS) por ir gastar milhares de euros no “Complexo Desportivo do Casalinho”; de não ser capaz de resolver o problema da Barragem dos Patudos; de não apresentar os documentos pedidos pelos vereadores; de não entregar a comparticipação devida à Fundação José Relvas ou de permitir que Alpiarça continue a ser um autêntico marasmo” porque não consegue fazer nada, salvo: tapar alguns buracos ou caiar algumas paredes entre outros “mimos”.
Mas, que saibamos, esta oposição ainda não conseguiu apresentar solução alguma (no papel) para resolver os problemas que dizem existir no Concelho e muito menos foi capaz de apresentar projectos viáveis de forma que possam ser discutidos e aprovados em reunião de Câmara.
Claro que não o fazem pela simples razão de que (como os partidos em minoria na AR) só sabem dizer mal ou criticar o que os outros fazem porque não são capazes de fazer melhor.
Como os partidos da oposição, na Assembleia da República, também os eleitores (alpiarcenses) conhecem de “ginjeira” este tipo de oposição - e os seus vereadores - pela simples razão de que não presta para nada e muito menos consegue fazer melhor do que aqueles que lá estão.
Os vereadores da oposição continuam, infelizmente, a ter dificuldades em enxergar que a mensagem que conseguiram fazer passar para o exterior é exactamente que “não conseguem apresentar soluções para o quer que seja” excepto: fazerem barulho e às vezes… até conseguem colocar-se nos bicos-dos-pés para darem nas vistas.
Como os pequenos partidos da oposição na Assembleia da República dificilmente governarão os destinos da autarquia alpiarcense.
(*) Colaborador do JA

5º Aniversário do JARDIM DE TANGO


O JARDIM DE TANGO celebra o seu 5º aniversário no fim-de-semana de 15 e 16 de Novembro, convidando todos os maestros, tangueiros, amigos e população em geral a estarem mais uma vez presente neste nosso momento especial!


Este ano celebramos no PALÁCIO LANDAL
Largo Padre Francisco Nunes da Silva - Santarém
em parceria com a Sro Sociedade Recreativa Operária

Programa: 
15/11 22:00 - Milonga de Gala com Exibições pelas 23:30
16/11 13:00 - Tertúlia "Conversas de Tango"
16/11 17:00 - Workshop e Prática

Convidados especiais já confirmados:
Eliseu Beja Santos & Maria João Branco
Silueta Porteña
Dj The STIG

O Tango em festa, abraça SANTARÉM!

Informações e reservas:

página do evento no facebook, jardimdetango@gmail.com ou 917 534 400


Crianças do Jardim de Infância visitam o Museu dos Patudos



«CMA»

Mais de 35% dos casais criam conflitos em torno de questões financeiras


Um questionário realizado por um projeto de investigação do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra mostra que mais de 35% dos casais com filhos criam conflitos em torno de questões financeiras.
Cerca de 80% referem que a crise afetou "significativamente" o orçamento familiar, tendo quase dois terços dos inquiridos referido que "deixaram de sair ou de se divertir" e mais de 25% "procura mais vezes o médico por problemas emocionais, de ansiedade ou insónias", disse à agência Lusa Lina Coelho, coordenadora do projeto "FINFAM - Finanças, Género e Poder: como estão as famílias portuguesas a gerir as suas finanças no contexto da crise?".
O projeto, que apenas se centra em casais com filhos, conclui também que 50% das famílias "tiveram que recorrer às poupanças para despesa corrente", tendo 27,5% dos inquiridos referido que "a crise os levou a endividarem-se".
Dos que se endividaram, cerca de metade recorreu ao banco e metade à família, tendo havido também o recurso de famílias aos dois meios, explica Lina Coelho.
Nesta "radiografia dos impactos da crise nas famílias", mostra-se que mais de 50% das famílias reduziram a despesa no vestuário, viagens, restaurantes e aparelhos eletrónicos e eletrodomésticos e cerca de 10% cortaram na saúde e na educação.
Um dado "preocupante" é também a redução de gastos nos serviços de apoio a dependentes, idosos e pessoas com deficiência.
Segundo o questionário do projeto, dos mais de 200 inquiridos (de 1.001) que tinham a seu cargo pessoas com deficiência ou idosos, 40% "afirmam que reduziram nos serviços de apoio, o que significa que estes cidadãos terão sido muito penalizados pela crise", frisa a investigadora.
Também na alimentação, 20% dos casais referiram que reduziram a despesa, tendo também um terço das famílias registado uma diminuição nos transportes e em comunicações.
No plano laboral, cerca de 24% dos casais passaram a trabalhar mais horas e um terço viu o seu salário ser reduzido, aponta ainda o projeto de investigação.
Das 1.001 famílias questionadas, 73% pagam prestação de empréstimos, sendo 87% dos mesmos para crédito à habitação, avança Lina Coelho, sublinhando que mais de metade dos inquiridos declara que a prestação é "um fardo pesado ou muito pesado".
Os 20% que referem que a crise não afetou o seu orçamento "são de baixa escolaridade" e a grande maioria está empregada, sendo "pessoas que já viviam num limiar de sobrevivência e que no contexto da crise não são muito afetadas".
Contudo, "há um impacto enorme de crise", observa a economista, sublinhando que as famílias com filhos - o objeto de estudo do projeto - "têm sofrido bastante" nos últimos três anos.
Numa altura em que se fala de políticas de promoção de natalidade, "tudo leva a crer que ter filhos tem um custo muito elevado" no atual contexto, sendo "arriscadíssimo ter filhos" por "pôr a qualidade de vida dos casais e dos filhos em risco", afirmou.
«Lusa»

terça-feira, 4 de novembro de 2014

CLDS+ ALPIARÇA



No dia de hoje deu-se início à II Edição da Formação Mais Competências - Formação em competências pessoais, sociais e parentais. Esta formação tem como objetivo a partilha de estratégias, preocupações e práticas educativas.
«CMA»

DESLEIXOS….

Não custava nada meter um pouco de alcatrão depois de concluído o serviço

Assim…só demonstra desleixo.
Não é por nada, mas "cortes" como este já é coisa que começa a ser habitual  nas ruas de Alpiarça.
Culpados ou responsáveis: "NÃO HÁ"
(Local: Rua Joaquim Nunes Ferreira)

Constrangimentos no Abastecimento de Água na Zona Alta e Zona Industrial de Alpiarça

Constrangimentos no Abastecimento de Água na Zona Alta e Zona Industrial de Alpiarça

A Águas do Ribatejo informa que devido às condições atmosféricas com elevada pluviosidade verificadas durante a noite e madrugada, a intervenção prevista no âmbito da obra em curso, em Alpiarça, para 4 de novembro, será realizada na na quinta-feira, 6 de novembro.
São previsíveis constrangimentos e cortes, no abastecimento de água, em Alpiarça, no seguinte horário e locais:

  • quinta-feira 6 de novembro, entre as 09h00 e as 13h00
  • Zona Alta de Alpiarça

Rua Joaquim Nunes Ferreira
Rua Silvestre Bernardo Lima
Rua Manuel Paciência Gaspar

  • Zona Industrial de Alpiarça
  • Rua João Maria da Costa

A divida, o Euro e os Interesses Nacionais

(De:CDU)

"Homem da gaita"




O "Homem da gaita" continua a fazer chegar a sua música e palavras através do livro, por todo o lado. Desta vez na escola Secundária Marquesa de Alorna em Almeirim, onde apresentamos o workshop "Mediação da Leitura através de Realidade Aumentada" e a performance. Ouvimos também a excelente atuação dos alunos do Clube de Expressão de Artes Dramáticas do Agrupamento de Escolas de Almeirim.

Obrigado pelo convite e toda atenção e carinho com que fomos recebidos por colegas de trabalho, professores, alunos e diretor da Escola e demais entidades. Gratos por tudo o que nos proporcionaram.
«cma»

OCDE quer menos polícias, menos professores e turmas com mais alunos

O Estado reduziu em 8% o número de funcionários públicos desde 2012, mas para a OCDE ainda é pouco. No Economic survey, apresentado ontem, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico diz que há margem para apertar mais nas forças de segurança e na educação.
Depois de todo o aperto nas admissões, do corte nos contratados, das rescisões por mútuo acordo e das passagens à mobilidade especial, a organização insiste em dizer que "existem evidências de emprego em excesso em áreas específicas". Uma delas é a das forças de segurança, onde a OCDE contabiliza "mais de 450 polícias por 100 mil habitantes" - o segundo valor mais elevado da Europa.
O Ministério da Administração Interna responde que os países do sul têm um rácio mais elevado, mas registam igualmente um índice de criminalidade reportada inferior. Salientando que muitas vezes os dados não são diretamente comparáveis, o Governo nota que "o número dos efetivos das forças de segurança está a diminuir desde 2008", adiando ainda que "não está planeado qualquer programa de requalificação".
Os dados mais recentes apontam para que no final de junho existissem 437 forças de segurança (incluindo PSP, GNR, Polícia Municipal e outras forças de segurança) por 100 mil habitantes. No final de 2011, este rácio era de 461.
Turmas maiores
Angel Gurría aponta ainda baterias ao tamanho das turmas. "A média de alunos por turma é pequena", afirma, acrescentando que este é um fator menos relevante para a qualidade do ensino do que a preparação do professor. Em Portugal, a legislação permite que as turmas tenham até 30 alunos, número que, segundo relatórios anteriores, apenas é suplantado pelo Japão e Coreia do Sul (32 alunos). No estudo Education Indicators in Focus, a organização refere o esforço feito por vários países e que "turmas de dimensão mais pequena são muitas vezes um critério dos pais para a escolha da escola" porque "permitem aos professores passarem mais tempo com cada aluno". Argumento semelhante é o do presidente da Federação Nacional da Educação: "A qualidade dos processos de ensino e de aprendizagem é maior com turmas por exemplo de 20 alunos do que com 30 alunos".
Economia desilude
A OCDE é a organização mais pessimista sobre as perspetivas para a economia portuguesa em 2014 e 2015, apontado para crescimentos de 0,8% e 1,3% - afastando-se assim da meta de 1% do Governo para 2014 e de 1,5% para o ano que vem. Além disto prevê que o défice e a dívida se comportem de forma mais negativa do que espera o Executivo. Boas notícias só mesmo do lado do consumo privado e das exportações. Ainda assim, Gurría não poupou elogios às reformas adotadas nos últimos três anos e diz mesmo que até 2020 ajudarão o PIB a crescer 3%.
IVA mantém-se a 13%
O relatório sugere também a eliminação da taxa intermédia do IVA (13%) e a redução dos bens abrangidos pela taxa de 6%. Mas na conferência de imprensa conjunta de apresentação deste Economic survey, a ministra das Finanças foi clara: "Neste momento não tencionamos fazer mais reformas fiscais".
Teto para apoios
Nas prestações sociais, a OCDE vai ao encontro do OE 2015, sugerindo a adoção de um patamar máximo para os apoios sociais. Este mecanismo, refere, permite "reforçar a monitorização", impedir a sua duplicação e limitar a fraude.
Este redirecionamento dos apoios deverá resultar na libertação de verbas para os mais pobres. Neste contexto defende a subida do limiar de valor do rendimento social de inserção, "a última linha de apoio" num país onde 40% dos desempregados vivem abaixo do limiar de pobreza. No subsídio de desemprego defende que a sua duração deixe de estar indexada à idade do beneficiário.

À semelhança do aviso que já tinha partido de Bruxelas, também a OCDE levanta dúvidas quanto aos efeitos do anunciado aumento do salário mínimo nacional (SMN) para os 505 euros. A organização presidida por Angel Gurría alerta que "com baixo crescimento da produtividade em Portugal há o risco de o SMN poder vir a aumentar a desigualdade em vez de a diminuir". E alerta que a medida pode mesmo "levar a perdas de emprego significativas".
«Lusa»

ÁGUIAS DE ALPIARÇA CAMPEÃO NACIONAL DE CLUBES DE TRIATLO 2014 EM FEMININOS ÁGUIAS DE ALPIARÇA 2º CLASSIFICADO EM MASCULINOS ATRÁS DO CAMPEÃO SL BENFICA

«CMA»