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sábado, 28 de maio de 2011

Deu-se luz à rotunda

Deu-se luz à Rotunda da “Árvore da Vida” na Rua Queiroz Vaz Guedes, a suficiente para já estar iluminada e água não lhe faltar.
Ainda bem.
A rotunda já parece outra e quem por ali passa pode ver os reflexos e embelezamento da mesma.
Custou mas foi!

Os vereadores do PS, Regina Ferreira e Luís Garrotes louvam Vitória Brito

Afinal nunca é tarde demais para um bom profissional ser louvado
Os vereadores do PS, Regina Ferreira e Luís Garrotes (fotos) depois de terem tomado conhecimento da demissão da ex-secretária Vitória Brito fizeram questão de louvar a ex-secretária de Mário Pereira, presidente da Câmara de Alpiarça, porque «sempre foi prestável e sempre colaborou» para facilitar o «acesso à informação que a ela solicitavam».
«Uma palavra de apreço» para com Vitória Brito pelas suas qualidades profissionais foi o “louvor” destes dos vereadores socialistas
Uma atribuição mais que justa.

Menos sal no pão porque faz mal à saude

A alteração aos valores de sal no pão foi aprovada em Março de 2009, na Assembleia da República, sendo que o documento estipula que o teor máximo de sal no pão passa a ser de 1,4 gramas de sal por cada 100 gramas de pão. As coimas, para quem não cumprir a lei, variam entre os 500 e os cinco mil euros.

Mas nem sempre a lei é cumprida e a fiscalização nem sempre é a melhor.

A «padaria que produzir o pão com menos sal habilita-se a vencer o Prémio «Pão São 2011», promovido pelo Museu Nacional do Pão (MNP), e que tem um valor monetário de 10 mil euros. O objectivo é estimular os estabelecimentos que produzem pão a reduzir o sal na sua confecção»

Santarém recebe II Congresso da Cultura Avieira


 A 17 e 18 de Junho realiza-se, em Santarém, a segunda edição do Congresso Nacional da Cultura Avieira. Uma iniciativa que decorre do desenvolvimento do projecto de candidatura «A Cultura Avieira a Património Nacional».

 De acordo com a organização, o evento irá ocorrer num «contexto de desenvolvimento económico regional que se perspectiva, proporcionado pela aprovação oficial do nosso projecto na criação de um novo destino turístico em Portugal» com base no rio Tejo, e num consórcio que envolve 39 instituições, aprovado e apoiado financeiramente no âmbito do QREN/Provere, da CCDR do Alentejo.

Este II Congresso, que se realiza novamente na capital do Ribatejo, vai contemplar outros eventos que irão ocorrer durante 2011 e 2012, como é o caso de uma sessão temática de investigação científica dedicada ao Tejo Internacional, com a participação de universidades portuguesas e espanholas, na qual «se analisarão as perspectivas de desenvolvimento regional, com base no potencial do rio Tejo e dos seus ecossistemas».

Realizar-se-á ainda um painel temático, de âmbito cultural, dedicado ao centenário de Alves Redol, autor do romance «Avieiros» e, um seminário sobre cinema dedicado aos rios e às populações ribeirinhas, na perspectiva da sustentabilidade, com o lema «Povos&Rios».

«À semelhança de anos anteriores, trata-se de concretizar um sério esforço de valorização da cultura Avieira, de promoção de valores que estiveram na base da nossa identidade - quer enquanto região, quer enquanto Nação - e de contribuir para o desenvolvimento regional integrado, de que a região de Santarém e da lezíria do Tejo tanto carecem», defende a organização, em comunicado.

«Oportunidades no Turismo Regional», «Ambiente, Ordenamento do Território e Inovação», «Dimensões da Cultura Avieira: Contributos Relevantes para a Candidatura a Património Nacional» e «Políticas Locais de Desenvolvimento» são os temas que ocuparão os dois dias de Congresso da Cultura Avieira.

No dia 18 de Junho realiza-se um passeio no rio Tejo e um almoço, com gastronomia típica ribeirinha, acompanhado de uma exibição etnográfica e folclórica dos pescadores Avieiros.

O II Congresso Nacional da Cultura Avieira é uma iniciativa Instituto Politécnico de Santarém, organizador do projecto «Candidatura da Cultura Avieira a Património Nacional», no âmbito do Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos.
Não compreendemos a razão porque esta «segunda edição» mais uma vez vai ser realizada em Santarém, quando na verdade no «projecto» estão incluídos quase todos os concelhos banhados pelo Tejo.
Deveria sim, ser anualmente levado a efeito o evento por cada concelho que faz parte da «Cultura Avieira».
Se são os concelhos que servem para apoiar e servir o «projecto financeiro» e a entidade responsável pelo projecto porque não serem beneficiados todos os concelhos?

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Eu Participo! (29 de Maio)


NOTA . Houve uma pequena alteração na agenda do Ministro da Agricultura. em vez das 10 horas como estava programado , passou para as 11:30. O local mantém-se.

“INACREDITÁVEL E CARICATO” MAS É A VERDADE! O MUSEU DOS PATUDOS NEM UMA REVISTA TEM PARA VENDER AOS VISITANTES

“INACREDITÁVEL E CARICATO” MAS É A VERDADE! O MUSEU DOS PATUDOS NEM UMA REVISTA TEM PARA VENDER AOS VISITANTES

Um grupo de pessoas visitou recentemente o Museu dos Patudos (ler http://choosearoyal.blogspot.com/2011/05/snapshots-da-casa-dos-patudos.html) e supostamente, gostaram do que viram, tanto que quiserem tirar algumas fotografias no interior mas não puderam porque é proibido.
No entanto pretenderam comprar uma “ilustração” para “ recordar mais tarde” ou para ser mostrada “ imagens do interior”  aos amigos a “riqueza” que existe na Casa Museu dos Patudos, em Alpiarça
Não o puderam fazer porque simplesmente não lhe foi possível comprar «uma publicação que ilustre» aquilo que gostaram porque não existe para vender.
Um “recado” bem escarrapachado em: 
 

É caso para perguntar: para que serve a Casa Museu dos Patudos ter um conservador onde o mesmo não toma as medidas para que haja “publicações” para vender ou até para oferecer a tais ilustres visitantes?
Nem existe um pouco de imaginação para tirar fotocópias em qualidade, daquilo que os visitantes querem.
Lamentável!



 

No interior não se pode fotografar, mas também não se PODE COMPRAR um publicação que o ilustre


É em passeio que passamos pela Casa dos Patudos, designação exigida pelo seu proprietário - José Relvas - quando a deixa em testamento ao Município de Alpiarça com o intuito de a tornarem num museu, da sua vida e da sua colecção de arte.




Na casa de projectada por Raul Lino, e construída entre 1905 e 1909, pudemos passear-nos por entre uma excursão de t-shirts "Vida Saudável", patrocinada pelo Intermarché já não nos lembramos de onde, e pelo acervo de obras de Rafael Bordallo Pinheiro, seu irmão Bordallo, Silva Porto ou Malhoa.
Uma viagem ao passado no passado.
O Portugal rural engrandecido nas obras dos nossos mestres.



Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça
(imagens: do exterior da Casa dos Patudos, visto que no interior não se pode fotografar, mas também não se pode comprar um publicação que o ilustre)


It was on a ride that we passed by the Casa dos Patudos, designation required by the owner - José Relvas - in his will to the city of Alpiarça, aiming to become a museum of his life and his art collection.

In the house designed by Raul Lino, and built between 1905 and 1909, we were able to walk through a tour of t-shirts "Healthy Life", sponsored by Intermarché supermarket (from I do not remember where), and the collection of works of Raphael Bordallo Pinheiro, his brother Bordallo, Silva Porto or Malhoa.

A trip to the past in the past.

The rural Portugal magnified in the works of our masters.

Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça


(images: the exterior of the Casa dos Patudos, whereas inside you can not shoot, but you can not also buy an edition about it)

NR: Infelizmente nem uma pequena publicação existe para se vender (ou oferecer).

 Lastimávelmente é esta a verdade e é isto que temos.

Nem publicitar aquilo que é nosso sabemos.

Pobre Alpiarça!.......



Nem sempre os negócios feitos com as Câmaras são “bons negócios”

Se fosse hoje, de certeza absoluta que a proprietária do “Lote 18” do “Loteamento do Fino” não faria negócio algum com a Câmara.

A proprietária do “Lote 18” não «pode construir nele nem vendê-lo, dado que o lote não foi aprovado pela CCDR aquando da aprovação do PDM em vigor».
Uma “trapalhada” que já vem do anterior executivo (PS) e que está para durar, ou a complicar-se, porque a pessoa em questão «é proprietária de um bem do qual não pode usufruir nem livrar-se dele».
Caricato mas é a verdade!
Com toda esta “trapalhada” não lhe chegasse já teve que pagar o “IMI” (Imposto Municipal sobre Imóveis) como se gozasse do bem que é seu.
A burocracia tem destas coisas que são bem aberrantes!
Por norma a “lei é cega”mas o homem continua a ter dois olhos para ver e pensar aquilo que a “lei” não vê.
Por causa disto, a proprietária, representada pelo marido, requereu à Câmara o «pedido de devolução do valor de IMI que pagou».
A resposta que recebeu foi: «existe um ponto de vista legal» que teoricamente impede a «devolução do IMI».
Porque nem tudo são más noticias foi também informada do contacto que a Câmara levou a efeito «consultor Jurídico da Câmara para emitir parecer».
Resta saber se o «parecer» não demora muito ou se a «proprietária do bem» – que não é bem nenhum – não terá que pagar novamente o imposto.
JA

Caça ao melro já é permitida por lei e choca associações

Os caçadores vão poder matar, por dia, 40 melros, aves emblemáticas e até agora protegidas por lei. A medida está a chocar as associações do sector, que garantem que tal não foi negociado na definição do calendário venatório para os próximos três anos.
«Abrir caça ao melro não faz sentido, nem do ponto de vista da caça, nem do ponto de vista gastronómico. Nenhum caçador se sentirá bem ao abater este ‘pássaro de jardim’», defende Helder Ramos, da Federação Portuguesa de Caçadores (APC), acusando a Autoridade Florestal Nacional (AFN), que elabora o calendário e define as espécies que podem ser abatidas, de ter agido à revelia das negociações com as associações: «Esta inclusão nunca foi colocada em cima da mesa».
Por outro lado, o dirigente avisa que está em causa uma caça perigosa, pois «o melro tem um voo baixo, ao nível do tórax do caçador, e costuma andar em zonas arborizadas, o que leva a um aumento de tiros com poucas condições de segurança».
Os ambientalistas, por seu lado, acreditam que a inclusão do melro como espécie cinegética (definida numa portaria publicada a 7 de Abril) só pode ser engano. «Não faz qualquer sentido, do ponto de vista técnico, considerar o melro uma espécie cinegética. Só admitimos que seja um erro, uma gralha», reage Samuel Infante, da Quercus, esperando que o assunto seja «rapidamente resolvido».
A opinião é partilhada por Carlos Cruz, da Liga de Protecção da Natureza, (LPN). «Só pode ser incompetência grave de alguém», considera o ornitólogo, e questiona: «Como é que alguém vai disparar contra um melro? A seguir serão os pardais?»
Mas, para Jacinto Amaro, presidente da Fencaça, há uma explicação: a tutela quer usar os caçadores para acabar com a praga de melros que existe no país desde 1986, e que, entre muitos outros problemas, destrói produções frutícolas: «Isto é a AFN a tentar livrar-se de um problema – o de ter de passar milhares de autorizações especiais aos agricultores para que possam espantar os melros das suas produções».
Esta ideia é, no entanto, liminarmente rejeitada pelos especialistas que lembram não existir dados conclusivos sobre a quantidades de melros em território nacional.
«Em primeiro lugar, não é aos caçadores que cabe o controlo sanitário; em segundo, os melros são uma espécie comum, sim, estão bem distribuídos por todo o território, mas nenhum dado científico aponta para o seu aumento ou diminuição», responde Helder Costa, autor do único estudo sobre este pássaro feito nos últimos anos em Portugal (publicado no Atlas das Aves, de 2008, pelo Instituto de Conservação da Natureza).
O ornitólogo e antigo presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) sublinha que «apenas daqui a alguns anos serão conhecidos quais dados estatísticos relativos aos melros», uma vez que o comportamento destes pássaros está agora a ser estudado por aquela entidade. Por isso, também critica a inclusão do melro no calendário, considerando a decisão «estranhíssima». «Os fundamentos técnicos, a existir, estão no segredo dos deuses», conclui. A medida começa a ser aplicada já na próxima época de caça, no caso dos melros, de Novembro a Fevereiro.
«Sol»

Desemprego já estaria em 13% sem os Censos

Com o fim dos inquéritos à população, cerca de 30 mil pessoas voltaram ao desemprego. Deve haver novos recordes este ano.

A taxa de desemprego em Portugal atingiu um novo máximo histórico no primeiro trimestre deste ano, atingindo 12,4%, segundo dados revelados esta semana pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Mas as notícias podiam ter sido piores.

Os inquéritos do organismo de estatística coincidiram com o período de realização dos Censos 2011, em que cerca de 30 mil pessoas recrutadas temporariamente pelo INE estavam a receber formação ou a percorrer o país para recolher os questionários à população. São cerca de 0,54% da população activa actual, que só vão entrar nas próximas estatísticas, e que levariam a taxa para perto de 13%.

Antes da recolha dos questionários dos Censos, o INE explicou ao SOL que iriam ser recrutadas temporariamente cerca de 30 mil pessoas para toda a estrutura de trabalhos de campo, sendo que os recenseadores eram «o número mais significativo». As respostas aos Censos começaram a 21 de Março e a distribuição de questionários iniciou-se duas semanas antes. Os profissionais envolvidos tiveram formação desde o início do ano, segundo o cronograma dos Censos, pelo que este grupo profissional teve influência nos resultados do desemprego do primeiro trimestre. Com o fim dos trabalhos de campo, é expectável que as próximas estatísticas de desemprego já reflictam a saída destes trabalhadores.

Mas há mais factores que devem contribuir para a subida da taxa de desemprego. Em termos históricos, o número de desempregados tende a subir no fim do Verão, com o término dos empregos sazonais no turismo e na restauração. E este ano as previsões apontam para que a economia continue em recessão, com as medidas de austeridade. Várias organizações (Banco de Portugal, FMI e OCDE e Comissão Europeia) antecipam mais destruição de postos de trabalho.

Os dados divulgados esta semana mostram que o desemprego já atinge 689 mil pessoas, mas o INE justificou a subida com a nova metodologia de recolha de dados, usada pela primeira vez no primeiro trimestre deste ano. Segundo o organismo, os mais jovens estão a ser mais afectados pela falta de trabalho: a taxa de desemprego jovem atingiu 28%
«Sol»

Soares diz que coligação entre PS e CDS "é concretizável"

Soares diz que coligação entre PS e CDS "é concretizável"
Mário Soares defendeu que o cenário de uma coligação entre PS e CDS pode ser "concretizável" depois das legislativas.
Soares falou à imprensa à margem das comemorações do Dia de África, realizado na Reitoria da Universidade de Lisboa.
Questionado se poderia haver coligações, após as eleições legislativas de 5 de Junho, concretamente entre o PS e o CDS-PP, Mário Soares disse que "é concretizável." "Concretizável é, evidente que é, as sondagens o dizem. Parecer ser, pelo menos",indicou.
"Sobre este aspecto, em matéria de previsões, gosto de ver as coisas mais depois delas acontecerem e falar sobre elas. Não tenho nenhum dom de previsão para dizer se é este ou aquele, vamos ver", sublinhou ainda.
O ex-presidente disse que tem acompanhado as sondagens para a eleição de 05 de Junho.
"É normal, as sondagens estão a suceder-se. Há uma grande imprecisão, visto que tanto o PS está à frente como depois está o outro (PSD), mas isto vai andando. É imprevisibilidade de uma situação difícil", referiu ainda, acrescentando desejar a vitória dos socialistas.
«Lusa»

Vereador Luís Garrotes (PS) quer ajudar a desenvolver o turismo local mas os “entraves” e as demoras “vão andando” até um dia… se resolverem

O Vereador do PS, Luís Garrotes (foto) deve ser o único autarca eleito que se preocupa com o turismo e o património local.
Recentemente questionou o executivo da CDU para saber «novidades relativamente ao Parque de Campismo» como ainda da possibilidade do lançamento de um «concurso para a concessão do espaço» e até propôs o englobamento do «Parque de Campismo num projecto mais global de desenvolvimento turístico».
A resposta que obteve mais não foi que «o espaço já está numa fase avançada de acabamento» para além de existir um «trabalho paralelo que o Executivo tem tido com entidades com quem se têm reunido no sentido de encontrar algumas propostas de solução para aquele espaço».
Para se conformar com o que não há meio de estar resolvido foi informado de que a conclusão «estará para breve».

Acidente com tractor provoca um morto

Um agricultor que estava a lavrar um terreno perto da Adega Cooperativa da Gouxa, concelho de Alpiarça, morreu esta quinta-feira à hora de almoço, num acidente com o tractor que conduzia. O homem com cerca de 70 anos estava a trabalhar quando por razões desconhecidas o veículo capotou e caiu em cima do agricultor. O acidente ocorreu por volta das 12h00 e a vítima ainda chegou a ser assistida pelos Bombeiros Municipais de Alpiarça e equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Hospital de Santarém, mas acabaria por morrer no local.
http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=45464&idSeccao=479&Action=noticia

Passos dá por encerrado caso da "ocultações das nomeações" e promete não nomear "boys" do PSD

O líder do PSD deu hoje por encerrado o caso da "ocultação das nomeações", que chegaram às "dezenas", mas fez questão de prometer que não andará a nomear "boys" sociais-democratas caso vença as eleições.

Nem iremos ocultar as nomeações que vamos fazer, porque não vamos andar a nomear os 'boys' do PSD, vamos nomear aqueles que são capazes e competentes em Portugal", afirmou o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, durante um almoço em Portalegre.

Logo pela manhã, Passos Coelho já tinha falado à comunicação social sobre este 'caso' que dominou o segundo dia da campanha eleitoral, na segunda-feira, considerando que "o país entendeu bem o que se passou".

Recordando que depois de ter revelado que tinha recebido denúncias sobre a existência de nomeações para cargos intermédios da Administração Pública que estavam a ser "ocultados pelo Governo", Passos Coelho vincou a forma como a questão foi tratada pelo Governo ao longo do dia.

Primeiro, lembrou, o secretário-geral do PS disse que "não era assim", mas depois o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros veio admitir que afinal "eram só seis" nomeações.

"Se eram [nomeações] tão importantes e naturais, porque foi dada instrução à Imprensa Nacional Casa da Moeda para não informar o país dessas nomeações? Isso deixa-nos suspeitas", referiu, adiantando que o PSD sabe que "houve mais nomeações".

Aliás, acrescentou o líder social-democrata, nos próximos dias a comunicação social irá aperceber-se "das dezenas de nomeações que foram feitas e que foram ocultadas" pelo Governo.

"Eu, por mim, dou o caso por encerrado, porque já se percebeu que o Governo faz uma coisa e diz outra", salientou.
«JN»

Se o PSD ganhasse ainda chamava Oliveira e Costa para a pasta das Finanças

João Soares disse que os sociais-democratas calaram o ex-ministro das Finanças Eduardo Catroga, substituído pelo ex-conselheiro de Estado Dias Loureiro, que esteve ligado ao BPN.
O dirigente socialista João Soares afirmou hoje que, pelo caminho que leva o PSD, consultando Dias Loureiro, ainda coloca o ex-presidente do Banco Português de Negócios (BPN) Oliveira e Costa como candidato a ministro das Finanças.

João Soares, cabeça de lista do PS por Faro, falava no comício algarvio dos socialistas, antes das intervenções do director de campanha, Vieira da Silva, e do secretário-geral do PS, José Sócrates.

Num discurso em que acusou o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, de “falta de carácter” e de “inconsistência absolutamente inenarrável”, João Soares disse que os sociais-democratas calaram o ex-ministro das Finanças Eduardo Catroga, substituído pelo ex-conselheiro de Estado Dias Loureiro, que esteve ligado ao BPN e à Sociedade Lusa de Negócios (SLN).

“O país não pode ser gerido como foi gerido o BPN por esse senhores. Se eles ganhassem, o que não me passa pela cabeça, ainda chamavam o Oliveira e Costa para responsável pelas Finanças de Portugal, mas isso nunca, nunca permitiremos ainda nome das nossas convicções”, declarou João Soares
«JN»

Portugueses são dos mais insatisfeitos com a vida que levam

 As políticas públicas devem estar ao serviço do bem-estar das suas populações. Mas medir "bem-estar" é tarefa difícil. A OCDE acaba de lançar um índice pioneiro. Na satisfação com a vida, Portugal pontua mal. Quase tão mal como se fosse o velho PIB o único critério para aferir felicidade

Há largos anos que vários economistas e organizações internacionais se debruçam sobre a necessidade de criar um índice de indicadores comparável nos diversos países e capaz de captar uma "fotografia panorâmica" de bem-estar, mais alargada do que a fornecida pela mera evolução do que produz um povo: o Produto Interno Bruto (PIB).

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) acaba de lançar publicamente o primeiro resultado de anos de pesquisa, no âmbito de uma iniciativa – a que chamou “Viver Melhor” – que visa melhorar os instrumentos de análise socio-económico para, através deles, melhorar também o aconselhamento que a organização faz regularmente aos Governos dos seus mais de 30 países-membros.

Ao contrário de outros indicadores compósitos, o “Viver Melhor” não se resume num único número. Antes agrega 11 tópicos, cada um sintetizado a partir de dois ou três indicadores estatísticos, oferecendo a possibilidade a cada individuo – e sociedade – de os ponderar diferentemente, consoante as suas preferências. “Este índice tem o potencial para que se conheça o que as pessoas querem e o que os Governos lhes estão a oferecer”, diz Angél Gurria, secretário-geral da OCDE.

Os 11 tópicos escolhidos aferem as condições materiais de vida (rendimento, habitação, emprego), mas também a qualidade de vida (sentimento de pertença à comunidade, qualidade do ambiente, da governação, educação, saúde, segurança, equilíbrio trabalho-vida familiar). Ainda nesta avaliação qualitativa, a OCDE integra um outro indicador, abertamente subjectivo, mas que vai directo ao “assunto”: grau de satisfação com a vida.

É aqui que Portugal pontua especialmente mal. Questionados sobre se estão satisfeitos com a vida que levam, apenas 36% dos portugueses responde que sim. A média na OCDE é de 59%. Só húngaros, estónios, eslovacos, turcos e polacos se mostram mais insatisfeitos. Mesmo em crise, 43% dos gregos diz estar de bem com a vida, percentagem que sobe para 49% em Espanha e para 73% na Irlanda, numa tabela que é destacadamente liderada pela Holanda (91%).

“Nos últimos anos, Portugal realizou progressos significativos na modernização da sua economia e na melhoria dos padrões de vida dos seus cidadãos. Contudo a crise financeira global enfraqueceu claramente o seu crescimento”, resume a OCDE, que atribui uma nota “razoável” ao desempenho global de um país onde se ganha muito menos (cerca de menos 9.800 euros por ano) e se trabalha um pouco menos (20 horas por ano) do que na média dos países desenvolvidos
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«jn»

Declarações de António Serrano (áudios)

Acompanhe todos os relatos e curtas declarações de António Serrano, cabeça de lista do Partido Socialista no Distrito de Santarém, feitos na primeira pessoa, no seguinte link:


Enviado por: «Juventude Socialista do Ribatejo»







Não se pode proibir e ignorar o descontentamento das pessoas, nem fechar-lhe os olhos!

Tudo isto aqui relatado (Grande parte da população alpiarcense começa a pen...) a ser verdade, não é mais que censura! Quem vai para o poder não gosta nem nunca gostou da crítica, principalmente quando esta vai contra as suas vontades.
 O que mais me indigna é à dois anos atrás ver, ler e ouvir a critica dos que hoje são poder ao poder de então!
Ora nessa altura era sabido o descontentamento da população sobre o poder autárquico PS, não foi esse descontentamento aproveitado e muito bem aproveitado pela CDU?
Os comentários aqui escritos não eram eles muitas vezes ofensivos?
A CDU não está acima da razão, pode proibir aqui ou aliciar o administrador do blogue a fazê-lo, mas não pode proibir o descontentamento das pessoas, nem fechar-lhe os olhos!
Como diz o velho ditado, "quem não quer ser lobo não lhe vista a pele"
De um comentarista
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Não queremos uma escola para pobres e uma escola para ricos

O secretário-geral do PS acusa o PSD de ter um projecto em que pretende diferenciar escolas para ricos e escolas para pobres ao defender que o dinheiro estatal sirva também para financiar o ensino privado.
José Sócrates falava num almoço comício em Bragança, num pavilhão desportivo, em que voltou a evidenciar as alegadas diferenças entre o PS e PSD na saúde, segurança social, investimentos públicos e educação.

Segundo o secretário-geral do PS, no programa do PSD consta que se devem privatizar alguns sectores do nosso sistema educativo.

"Essa ideia de privatizar algumas escolas públicas leva-me a dizer o seguinte: O que esses senhores querem é que os dinheiros públicos não sirvam apenas para financiar as escolas públicas; o que eles querem é que esses dinheiros sirvam para financiar tanto as públicas como também os privados", disse.

A seguir, Sócrates lançou um ataque ao PSD, em jeito de conclusão.

"Isso significa colocar em causa a igualdade de oportunidades. Isso significaria uma escola para uns e para outros - e nós queremos que isso acabe. Não queremos uma escola para ricos e uma escola para pobres, uma escola para o litoral e uma escola para o interior", disse.
«Lusa»

quinta-feira, 26 de maio de 2011

ADEUS, LIMA FERNANDES!

Anos 60, Alpiarça e a sua equipa sensacional de ciclismo , "Os Águias de Alpiarça". Eu era um miúdo e vibrava com aqueles heróis do pedal.
Alpiarça tinha uma das poucas pistas de ciclismo do país. Ali assisti a duelos memoráveis entre Os Águias e equipas como o Sporting ( com Américo Raposo), o Sangalhos ( com Alves Barbosa), o Porto (com Sousa Cardoso) ou o Académico ( com Ribeiro da Silva).
Um dos meus heróis era o Lima Fernandes, um portento de força muscular, ao jeito do que viria a ser o nosso Joaquim Agostinho.
Mais tarde encontrei o filho aqui em Torres Vedras, num Grande Prémio de Ciclismo. Falei-lhe, perguntei pelo pai.
Estávamos longe de imaginar que, um ano depois, este Lima Fernandes júnior viria a morrer no Grande Prémio de T Vedras, vítima de ataque cardíaco, a que não terá sido alheio o uso de doping.
Deste jovem podemos ver AQUI um emocionante relato dos seus feitos de ciclista, em provas no Brasil.
Seu pai, o velho campeão dos anos 6o, ficou destroçado de dor. Proibiu o outro filho de se tornar corredor de ciclismo. Mas - ironias da vida: também este viria a morrer sobre duas rodas, num desatre de moto.
O pai sobreviveu, na dor e na saudade. Homem íntegro, era conhecido em Alpiarça pelo seu carácter franco, solidário, corajoso.
A morte veio agora buscá-lo, aos 76 anos.
Adeus meu velho campeão!
Por: Méon,

Voto Antecipado por motivos profissionais

O Ministério da Administração Interna informa:

Os cidadãos que, por motivos profissionais, não possam deslocar-se à sua Assembleia de Voto, no dia das eleições, podem votar antecipadamente, entre os dias 26 e 31 de Maio, na Câmara Municipal da área do seu recenseamento.

Estão abrangidos por este regime todos os trabalhadores dependentes, os independentes ou profissionais liberais; os militares ou agentes de forças e serviços que exerçam funções de segurança interna, bombeiros ou agentes de protecção civil; os trabalhadores marítimos, aeronáuticos, ferroviários ou rodoviários de longo curso; membros que representem oficialmente selecções nacionais e se encontrem deslocados no estrangeiro; representantes de qualquer pessoa colectiva dos sectores públicos, privado ou cooperativo; e ainda os representantes das organizações representativas dos trabalhadores ou das actividades económicas.

Os cidadãos que reúnam estas condições podem dirigir-se à Câmara Municipal em cuja área estejam recenseados, entre os dias 26 e 31 de Maio, munidos do cartão de eleitor (ou de certidão de eleitor, obtida na Junta de Freguesia), do seu Bilhete de Identidade ou Cartão de Cidadão (ou outro cartão identificativo, como carta de condução, passaporte) e de documento comprovativo do impedimento de deslocação à assembleia de voto, no dia da eleição, assinado pelo superior hierárquico, pela entidade patronal, ou outro que comprove a existência do impedimento.

O direito de voto é exercido na Câmara Municipal, na presença do Presidente da Câmara ou do seu representante que, entrega ao eleitor o boletim de voto e dois envelopes onde serão colocados o boletim de voto e a declaração do impedimento e, posteriormente, enviados à respectiva freguesia. O cidadão receberá ainda um recibo comprovativo do exercício do direito de voto.

Abrangendo o período de votação um fim-de-semana (de 26 a 31 de Maio) informa-se, ainda, que as Câmaras Municipais poderão estar abertas para o efeito, em horários que publicitarão de forma adequada.
«GI/GCS»



LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DOS RESERVATÓRIOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA


Operação irá provocar constrangimentos esporádicos do abastecimento nos concelhos de Almeirim, Alpiarça, Chamusca e Coruche

A empresa municipal ÁGUAS DO RIBATEJO promove na semana de 30 de Maio a 3 de Junho uma operação de limpeza e higienização de reservatórios nos concelhos de Almeirim, Alpiarça, Chamusca e Coruche. Estas intervenções estão inseridas numa operação que envolve 70 reservatórios e mais de 300 km de condutas nos seis municípios que integram o sistema.
As intervenções vão obrigar a alguns constrangimentos no abastecimento de água, com eventualidade de cortes pontuais, em várias localidades como se destaca:
MUNICÍPIO DE ALMEIRIM
Marianos, dia 30 de Maio, das 13h00 às 18h00
Raposa, Foros de Biscais e Vale de Biscais, dia 30 de Maio, das 17h00 às 22h00
Benfica do Ribatejo, Azeitada, Cortiçóis e Foros de Benfica dia 31 de Maio, das 13h00 às 18h00
Foros de Benfica, dia 31 de Maio das 17h00 às 22h00
Almeirim e Tapada, dia 1 de Junho das 21h00 às 02h00
MUNICÍPIO DE ALPIARÇA
Frade de Cima, dia 31 de Maio, das 07h00 às 13h00
Casalinho, dia 1 de Junho das 07h00 às 13h00
Frade de Baixo e Gouxaria dia 1 de Junho das 13h00 às 18h00
Zona Industrial de Alpiarça, dia 3 de Junho das 13h00 às 18h00
MUNICÍPIO DE CORUCHE
Zona Intermédia da Vila de Coruche, dia 30 de Maio, das 21h00 às 02h00
Vale Verde, Paul e Vale Mansos, dia 31 de Maio das 21h00 às 02h00
MUNICÍPIO DA CHAMUSCA
Murta, dia 30 de Maio, das 13h00 às 18h00
Caniceira, dia 3 de Junho das 07h00 às 13h00
Informamos que os períodos mencionados são dilatados, prevendo a possibilidade de situações imponderáveis. Em circunstâncias normais os constrangimentos serão mínimos e será possível manter o abastecimento, ainda que condicionado das populações.
A ÁGUAS DO RIBATEJO sugere que os consumidores domésticos, comerciais e industriais e as instituições públicas providenciem reservas de água para utilização em caso de necessidade. Contamos com a colaboração das autarquias e dos bombeiros para situações em que seja necessário providenciar abastecimentos alternativos.
A ÁGUAS DO RIBATEJO alerta que a utilização da água imediatamente após a reposição do abastecimento pode causar danos na rede predial e nas máquinas e equipamentos domésticos e industriais, pelos quais não nos responsabilizamos.
Só deve consumir depois de retomada a normalidade no abastecimento, quando a água apresentar uma cor transparente.
Em caso de necessitar de esclarecimentos, deve contactar os nossos serviços pelos telefones: 808 20 20 11
ou 927 803 370 (MUNICÍPIO DE ALMEIRIM), 927 803 371 (MUNICÍPIO DE ALPIARÇA), 927 803 373 (MUNICÍPIO DA CHAMUSCA) e
927 803 374 (MUNICÍPIO DE CORUCHE).
Esta operação visa melhorar a qualidade do abastecimento de água e garantir a segurança do mesmo. Pedimos desculpa pelo incómodo.
Mais se informa que para cada localidade foi emitido um aviso que foi publicado no sítio da ÁGUAS DO RIBATEJO em www.aguasdoribatejo.com, divulgado na comunicação social e distribuído nos locais, eventualmente, afectados pelos constrangimentos.





Miguel Arraiolos no próximo domingo na Bélgica

Maria Areosa, Anaïs Moniz e Miguel Arraiolos disputam no próximo domingo, em Braaschaat (Bélgica), a 3.ª etapa da Taça da Europa, numa busca por pontos que permita a qualificação para os Jogos Olímpicos de Londres'2012.
Os três triatletas partem amanhã para a localidade situada nos arredores de Antuérpia. À data, Miguel Arraiolos está no lugar 191 (com 259 pontos) do ranking mundial. Por seu turno, Anaïs Moniz está no lugar 235 (com 119 pontos) e Maria Areosa no lugar 149 (com 287 pontos). Recorde-se que, para serem elegíveis para os JO de Londres, os atletas terão de ocupar um lugar acima do 140.

A equipa de Carlos Coutinho (Administrador da Desmor) perdeu por 6-3 na “Futebolada de Rio Maior”

O encontro da futebolada amigável levada a efeito em Rio Maior entre vários destacáveis do PSD onde participaram o secretário-geral do PSD, Miguel Relvas, os deputados Vasco Cunha e Carina João que faziam parte da equipa vencedora e a  derrotada  constituída entre outros por Isaura Morais, presidente da Câmara de Rio Maior, Fernando Seara, presidente da Câmara de Sintra, o fadista Nuno Pereira da Câmara e o alpiarcense Carlos Coutinho acabou numa paródia onde as “regras de jogo” e o convívio foram o ponto importante desta futebolada.

Mais de 9,6 milhões de pessoas podem votar nas legislativas


Um total de 9.626.305 cidadãos estão inscritos para votar nas eleições legislativas antecipadas de 5 de Junho, segundo dados oficiais da Direcção-Geral da Administração Interna.
Numa resposta por escrito a questões colocadas pela agência Lusa, a DGAI informa que no território nacional estão inscritos 9.431.197 eleitores, aos quais se somam 195.108 inscritos pelos círculos da Europa e Fora da Europa.
Para as eleições presidenciais de 23 de Janeiro estavam inscritos 9.656.476 eleitores.
"A diferença entre os dois valores totais de inscritos justifica-se pela diferença entre os dois universos eleitorais abrangidos (relativamente aos cidadãos nacionais residentes no estrangeiro, as condições para o direito de voto são diferentes nas duas eleições) e com a actualização permanente e automática do recenseamento eleitoral", explica a DGAI.
Por outro lado, nos inscritos dos círculos da Europa e Fora da Europa não foram incluídos 41.083 inscritos que apresentam devolução por duas vezes consecutivas dos sobrescritos contendo os boletins de voto.
No total, dezassete forças políticas apresentaram listas às legislativas, mas apenas nove partidos e uma coligação concorrem a todos os círculos eleitorais.
«JN»

Governo Civil custa 1,3 milhões de euros por ano, o que não é muito

Após Sónia Sanfona (foto) ter divulgado os custos anuais do Governo Civil de Santarém ficamos a saber, ao contrário do que alguns políticos da região afirmaram, não serem tão elevados como se julgava.

Em termos de custos, o «Governo Civil de Santarém, que é um dos maiores distritos do País, tem um orçamento anual de um milhão e 300 mil euros, dos quais 300 mil euros provêm do Orçamento de Estado e o restante é suportado por receitas próprias, como os passaportes, as coimas e a parte da prevenção rodoviária».
Fonte: «O Ribatejo»

Associação reúne mulheres ligadas à «terra-mãe»

O sector agrícola é, tradicionalmente, dominado por homens. Mas estes estão, cada vez mais, a abandonar a terra. As mulheres, por sua vez, estão a traçar um caminho na agricultura. Quem o diz é Mónica Silva, membro da Associação das Mulheres Agricultoras e Rurais Portuguesas (MARP), que lembra que a «feminização» do sector começou na década de 1980. Na altura a actividade agrícola assumia um cariz «marginal e desprestigiante». As mulheres têm assumido um papel ascendente no mundo rural. Mónica Silva, responsável de projectos da MARP, explica que a associação que integra nasceu da necessidade «sentida pela generalidade das mulheres - agricultoras, técnicas ou com qualquer outra ligação ao Mundo Rural - de se organizarem para intervirem na defesa dos seus direitos».
Defender os interesses das mulheres agricultoras e rurais e promover actividades que visem a transformação do sector «numa área mais vasta de trabalho» são alguns dos objectivos.
«É importante perceber que o sector rural é a base da economia e que, por isso, é premente a necessidade de o estimular de forma a permitir o seu adequado desenvolvimento e competitividade», explica.
Ao longo de vários anos, recorda a responsável, a MARP colaborou em acções de sensibilização nas áreas da Educação Ambiental, Agricultura Biológica, Produção e Transformação de Plantas Aromáticas, Medicinais e Condimentares. «Ainda hoje existem actividades associadas que produzem licores, azeites aromatizados, compotas. A maioria dos destinatários era mulheres», salienta Mónica Silva.
«Mulheres com uma forte ligação à terra-mãe, com fortes laços maternais, defensoras do património cultural e imaterial das suas freguesias, mas com uma vontade de se tornaram mais autónomas e independentes, de forma a também contribuírem para o orçamento familiar», acrescenta.
A crescente importância das mulheres:
Por outro lado, explica, «as infra-estruturas sociais e físicas no Interior, não existem. Não há creches nem infantários, não há centros de dia, não há transportes».

Sendo a desertificação uma realidade nestas regiões «ou se encontram caminhos alternativos que tornem a vida económica e social atractiva e rentável, ou teremos a curto prazo a maior parte das aldeias transformadas em verdadeiras “aldeias fantasmas”», alerta Mónica Silva.
«Um dos caminhos que pode contribuir para a alteração desta situação, é a diversificação das actividades, nomeadamente aproveitando recursos até hoje postos de lado como as artes e ofícios tradicionais (produção e tecelagem de linho, lã, sedas, algodão, etc.), produção e transformação de plantas aromáticas, produção de cogumelos em meios naturais, mel, fumeiros, queijos, compotas, licores, entre outras actividades», considera.

A responsável garante, por isso, que a experiência da MARP «é o trabalho que desenvolve há longos anos nas associações de agricultores e que esperamos, sinceramente, contribuir para que a vida das mulheres e jovens, do País Rural, tenha uma melhor qualidade».

Com a necessidade de fazer face aos contextos laborais das áreas rurais, as mulheres, desde há muito, «assumiram como seu o trabalho agrícola e a sua rentabilidade. Este processo de “feminização” da agricultura iniciou-se na década de 1980, onde a actividade agrícola assumia um cariz secundário, marginal e até desprestigiante e, por isso, os homens deixaram as mulheres à frente das suas explorações», conta Mónica Silva.
E reforça a ideia de que actualmente «existem bons exemplos de mulheres a liderar grandes explorações agrícolas, fruto de uma formação académica superior e de uma visão mais empresarial da agricultura».
Sobre o estado actual do sector, a técnica da MARP, afirma que o percurso económico de Portugal deve «apoiar-se na produção agrícola nacional, na auto-sustentabilidade do País e na nossa soberania alimentar».
«Novos povoadores»:
Na conjuntura nacional, afirma que o sector apresenta-se como uma «porta de oportunidades e um forte teste à capacidade dos nossos produtores de se adaptarem a novas formas de comercialização».
«Nunca como hoje a agricultura assume um papel tão excepcional no desenvolvimento do País. O conceito de diversificação das actividades agrícolas tem que ser adjuvado por um sector moderno, informado, jovem e apoiado pelo Estado e pelas empresas do sector», sustenta.

«É necessário criar condições para que estes meios rurais surjam como locais atractivos à fixação de novos “povoadores”. Todos ambicionamos ter qualidade de vida e o fraco investimento particular e institucional, nomeadamente do Estado, nos meios rurais precipita a falência do modelo agrícola actual, onde a agricultura é pouco produtiva, subsidiaria, limitada e envelhecida», sublinha.

Actualmente a MARP é parceira na implementação na região Norte do Projecto PROVE – Promover e Vender, onde tem duas associadas como produtoras Prove - em Paredes e no Porto.
Dos vários projectos da MARP, salientam-se o ‘Projecto Rumo XXI’, que assenta em dois eixos principais: «o da igualdade, sobretudo de género, nomeadamente promovendo a participação das mulheres na vida activa, partindo da valorização dos produtos agro-pecuários tradicionais».
«Associado ao mundo rural encontram-se produtos bastante procurados, com uma clientela emergente, que procura produtos tradicionais de qualidade. Nesse sentido o saber-fazer assume aqui um marco muito importante. Para a valorização dos produtos agro-pecuários tradicionais», realça.
Além disso, a Associação promove também o projecto «Mulher, Campo e Trabalho», que surge da necessidade de, na região do Vale do Tâmega, lançar processos de desenvolvimento local, promover estratégias de apoio ao empreendedorismo das mulheres e favorecer a criação de emprego.

http://www.cafeportugal.net/pages/noticias_artigo.aspx?id=3535

Os políticos e a classe politica em todo o seu esplendor

«Só agora descobri que ele tem pouca cultura democrática. Que saudades do PS de Mário Soares» (Diogo Freitas do Amaral sobre José Sócrates/Visão).
Não entendo esta crítica a Sócrates, vinda de Freitas do Amaral, quando este aceitou o convite feito por José Sócrates para fazer parte do Governo, tendo sido Ministro dos Negócios Estrangeiros.
Será que na altura que foi convidado e tomou posse como MNE, José Sócrates era um homem com cultura politica para com o avançar da idade ir perdendo a cultura que tinha?
Também não compreendo como é que uma pessoa (Freitas do Amaral) aceita um tal convite honroso para mais tarde, quando já não faz parte do governo, criticar aquele que o convidou mas não recusando o convite pelos motivos agora expostos e tornado público.
Só posso concluir que: ética e bons princípios é coisa que já não existe como a classe politica não tem princípios alguns.
Não haverá, por detrás desta ‘acusação’ outros motivos políticos?
Na verdade Freitas do Amaral, em termos políticos, deixa muito a desejar.
Começando por ser um dos fundadores do CDS consegue dar uma «enorme cambalhota» para fazer parte de um governo socialista.
Só nos falta saber se não chegou a ser militante do PS
Por: António Centeio

Mais de 200 mil portugueses desistiram de procurar emprego


Mais de 200 mil portugueses desistiram de procurar emprego, por falta de qualificações, por causa da idade ou simplesmente pela perda de vontade de procurar um lugar no mercado de trabalho.
Segundo a edição do Público, se estas 204 mil pessoas entrassem para as estatísticas, o número de desempregados aumentaria dos 689 mil para os 892 mil desempregados, e a taxa de desemprego fixar-se-ia nos 15,5%.
Um cenário que parece estar para durar, tal como o caso dos desempregados de longa duração, que são já mais de metade dos desempregados e que se encontram afastados do mercado de trabalho há dois anos ou mais.
A este casos juntam-se ainda as 174 mil pessoas que dizem trabalhar menos horas do que seria desejável, o que os deixa numa situação de sub-emprego.
Com as medidas duras da troika, a precariedade poderá vir a afectar ainda mais estas pessoas, sobretudo pelo facto de 54% dos desempregados não terem qualquer tipo de protecção social.
A taxa de desemprego está, actualmente, nos 12,4%, um nível histórico.
«DD»

Grande parte da população alpiarcense começa a pensar que a eleição de Mário Pereira foi uma desilusão

Por: António Centeio
 
Artigo de Opinião

 1 1.
       Caminha para dois anos a eleição e tomada de posse do actual executivo da CDU.
 Praticamente ainda não conseguiu mostrar “obra feita”, o suficiente para muitos alpiarcenses, entre os quais o autor deste texto, começarem a julgar Mário Pereira e o seu executivo de não conseguir apresentar “trabalho feito” até ao fim do mandato
 Quase tudo o que tem feito até agora em nada beneficia os eleitos. Para agravar a ‘crise’ Mário Pereira suspendeu o mandato para concorrer a deputado o que mostra falta de respeito pelos eleitores; o apoio indirecto da Câmara para com a ‘Festa do Avante’ cujas verbas talvez fossem «suficientes para a «nossa terra ficar sem ervas onde existiam flores, sem buracos onde havia estradas, sem lagos mal cheirosos onde havia fontes»; a admissão de Celestino Brasileiro como secretário de Mário Pereira; Alpiarça ter perdido a sua “Feira do Vinho”; a demissão de Vitória Brito;  o Jardim Municipal e D. Dion estar a ser mal tratado e conservado parecendo em certas alturas um matagal; em nome da ‘contenção de despesas” não haver medidas para os contentores serem lavados; as polémicas de algumas sessões da Assembleia Municipal; a população ter ficado sem o seu ‘Fogo de Artificio” na passagem de ano; as “trocas e baldrocas’ no quadro de pessoal, nomeadamente com os encarregados; em termos de cultura «um zero à esquerda» mesmo que já tenha levado a efeito alguns eventos, cujas mais-valias não foram as melhores, etc., etc.
 Valha-nos a: ‘meia dúzia’ de tijolos colocados no Parque do Carril; umas quantas latas de tinta para limpar a cara a algumas paredes; algumas representações da autarquia e o arranjo de algumas estradas municipais.
É tempo de a CDU começar a mostrar “obra feita”,
Para não fazer nada já nos basta as Concelhias do PS e PSD que teimam em continuar a ‘dormir na formatura’
Queremos e esperamos mais de Mário Pereira.
Ainda está a tempo de mostrar que a sua eleição não foi uma desilusão!
Eu acredito que sim porque confio em Mário Pereira!

2.
Ontem Mário Pereira teve uma conversa (a pedido do presidente) «curta mas objectiva» com o autor deste texto, onde me deu um “puxão de orelhas” (uma forma de expressão) por permitir a publicação de alguns comentários, que segundo o autarca, os considera um pouco desprestigiantes para as pessoas visadas como as falsas acusações que foram feitas quer a Mário Pereira, quer ao executivo e seus colaboradores mais directos quando os acusam, entre outras coisas de: «não serem capazes de fazer nada, de estarem a ser mandados pelo partido, etc., etc.»
Não estamos de acordo com o “puxão de orelhas” e a “pressão (assim o entendi) que sentimos ao nos quererem condicionar a publicação de certos comentários.
Mas em parte compreendemos a posição de Mário Pereira como de toda a equipa que o cerca e apoia de forma que lhe fizemos verbalmente a promessa de não permitir futuramente a publicação de mais comentários que possam ser considerados injuriosos.
Assim acontecerá, porque na verdade reconhecemos que há alguns comentadores (ler a ‘Nota’ publicada no final deste artigo) que se alongam nos seus escritos, originando maus entendidos por quem é visado.
São criticas verdadeiras, ditas de uma forma popular, as quais os políticos tem dificuldade em digerir e daqui nos acusarem de permitir «dizer mal de tudo e de todos» nas colunas deste jornal.
A experiência dos jornais ensinou-me que a pior coisa que se pode fazer é criticarmos constantemente os políticos por aquilo que não conseguem fazer, mesmo que não seja mentira nenhuma.
No entanto a promessa está feita e vai ser cumprida, como é nosso apanágio.
Vamos dar tempo ao tempo e ver o que Mário Pereira vai conseguir fazer.
Às vezes criticamos a sua pessoa (não confundir com ofender) mas somos os primeiros a elogiá-lo sempre que haja motivo para tal.
 Mário Pereira também tem que saber ouvir as criticas construtivas e não nos deve “ pressionar” para  que tenhamos de impedir a publicação das várias opiniões que recebemos dos nossos comentaristas.
O que me leva a escrever sobre a conversa informal que tivemos é deixar aqui bem explicito que nada me move contra Mário Pereira e o PCP/CDU.
Antes pelo contrário.
Disse a Mário Pereira que «nada me move» contra a sua pessoa para lhe acrescentar ainda a «bastante estima» que lhe tenho.
Claro que nem sempre o meu desejo e as minhas criticas como alpiarcense são aceites e compreendidas por Mário Pereira para que «faça obra» de forma a que não deixe que Alpiarça seja um “marasmo”.
É nesta questão que não estamos de acordo e reconheço que a minha pena às vezes é pesada.
Não agrada a Mário Pereira mas o tempo se encarregará de lhe mostrar que estou a seu lado e que quero o seu bem e o maior sucesso na autarquia. Ao acontecer isto é bom para ele e para todos nós Alpiarcenses.
Para terminar não quero de deixar uma mensagem final a Mário Pereira porque na conversa que tivemos salientou-me bem de ter a «sensação que não gosto» dele por causa dos comentários que são publicados neste jornal acusando-o e aos «seus» de «tudo e mais alguma coisa».
Que fique bem claro que nada tenho contra a pessoa de Mário Pereira como à sua ideologia politica.
Sempre soube respeitar os comunistas e, se existem «políticos sérios», são os verdadeiros comunistas, nos quais julgo estar Mário Pereira.
Fique então ciente Mário Pereira que nada me move contra a sua pessoa e muito menos contra os comunistas.
A diferença que pode existir, talvez aqui o”mau entendimento” – é que entendo que um jornal para dizer as verdades
às vezes tem de criticar o poder instalado e este poder tem uma certa dificuldade em entender e aceitar a liberdade de expressão e a livre opinião.
Descanse então Mário Pereira que futuramente os comentários vão ser cuidadosamente revistos antes de serem publicados para que não haja «maus entendidos» entre este jornal e Mário Pereira e não julgue mal a minha pessoa ou mal a respeito do “JA”, porque afinal todos queremos o bem da nossa terra, mesmo que entre nós exista alguma diferença daquilo que deve ser e daquilo que não pode ser.
António Centeio

NI: Os meus sinceros agradecimentos para com Mário Pereira por ter elogiado e reconhecido o trabalho feito pelo “Jornal Alpiarcense”.
Sabe sempre bem receber um elogio e vermos o nosso trabalho reconhecido por alguém que exerce um cargo de responsabilidade

Nota sobre os comentários

Os comentários e as suas publicações são uma faca de “dois gumes”: se não os publicamos os leitores queixam-se de não permitirmos o direito de opinar; se os publicamos os comentaristas tem tendência a criticar tudo e todos; se corrigimos alguns ou lhe retiramos algumas palavras cai-nos o “Carmo e a Trindade” a acusar-nos de “Lápis Azul”; há leitores que detestam os comentários e outros que os adoram; há leitores que apenas costumam ler os comentários enquanto outros só as noticias; recebemos dezenas de comentários durante o dia, que nos ocupa imenso tempo, porque os temos de ler um a um para sabermos se devemos ou não publicá-los (alguns apenas mencionam ordinarices e temas sem nexo algum); se retiramos um ou outro parágrafo, porque não reúne condições, passamos a ser o ‘Diabo’; se damos algum destaque às actividades de Sónia Sanfona é porque queremos que ela venha a ser presidente da Câmara; se publicamos noticias sobre Rosa do Céu, acusam-nos de tudo e mais alguma coisa; se criticamos a Câmara ou o seu presidente, deixamos de ser “vermelho” para passarmos a ser da ‘reacção’; para outros leitores comentar ou criticar o presidente da Câmara, caí-nos logo em cima um “exército” que durante alguns dias não nos dá descanso, porque entendem que o presidente da autarquia é um ‘intocável” porque tudo o que fizer e fazer mesmo que esteja mal tem que passar a estar bem; há leitores que nos enviam comentários que pelas várias razões não devem nem podem ser publicado, horas depois estão a nos dar cabo da cabeça acusando-se de tudo menos daquilo que foi a razão; se fechamos a caixa dos comentários é porque não queremos que «seja dita a verdade»; se damos algum destaque a notícias dos socialistas é porque «nos passamos para o outro lado» se publicamos noticias sobre os comunistas «passamos para o lado dos vermelhos» e esquecemos os rosas; se publicamos alguns comentários que dizem a verdade mas que criticam o poder institucional levamos logo nas “orelhas” ou temos que desligar o telemóvel.
Na verdade os comentários são uma faca de “dois gumes” onde é difícil agradar a gregos a troianos.
Mas enfim, justifica-se, porque os leitores merecem e o nosso trabalho é reconhecido por quem de direito como pelas várias centenas de leitores que diáriamente costumam o Jornal Alpiarcense.