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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

PCP/CDU: " um defensor acérrimo dos trabalhadores?"

 É lamentável que o que "saiu" da bancada do PS/Alpiarça é a Razão e do Presidente da Assembleia Municipal (e muito bem, diga-se) não tenha vindo logo do Executivo como proposta para a AM.
Sendo o PCP/CDU um defensor acérrimo dos trabalhadores e dos mais desfavorecidos então porque é que quando fez o trabalho de casa com o "colectivo" não discutiu e preparou logo isso - apresentar a taxa mais baixa, mantendo a que vigorou em 2011, devido à crise, etc., etc., pedir pareceres à DGAL e à ANMP e se, depois da resposta,o Planeamento Financeiro fosse penalizado com esse facto, então proporia à AM a taxa mais elevada.
Mas não, não o fizeram, e então deixaram que vos pregassem aquela rasteira e foram apanhados desprevenidos (embora, não o admitam e falem em demagogia, oportunismo, e outras coisas mais terminadas em ia e ismo). Mas que grande banhada!!!
Pois é, meus amiguinhos, na política nem tudo são favas contadas e também há espertos e ratos na oposição! Não estão todos no PCP nem na CDU!
E se o princípio básico do PCP/CDU é estar do lado e defender sempre os mais pobres, os mais desfavorecidos, os mais carenciados, os mais blá, blá, blá, blá, então esse princípio devia estar sempre presente, em primeiro lugar e acima de tudo, em todas as questões apresentadas, seja onde for, no poder ou na oposição.
Relativamente, ainda, à filmagem que o presidente da câmara queria, ainda não percebi(?) porque é que os camaradinhas só começaram a aparecer depois de se ter concluído na AM que não haveria gravação nenhuma. Foi uma grande coincidência, não é verdade? É que eles costumam estar logo no princípio...
E, como a informática já consegue fazer tanta coisa!
Por: Manuel Rosado
 Noticia relacionada:
 "COMUNICADO DA CÂMARA":

IMPOSTOS: Sr. Presidente "Desça ao nível do povo e venha ver como é difícil viver"

É necessário cobrar taxas máximas para quê ? Para andar a pagar chorudos ordenados aos boys do PCP e depois financiarem o partido comunista com os impostos pagos por todos os alpiarcenses?
Mas o Presidente Mário Pereira não percebeu ainda que muitos pareceres que peça que não vai conseguir explicar às famílias alpiarcenses porque vão ter que pagar um balúrdio ?
O Passos Coelho também poderia pedir um parecer à Troika e depois vir dizer aos portugueses que tinha que ser porque a Troika mandou.
Tenha dó Senhor Presidente. Se não sabe defender os alpiarcenses, demita-se para bem de Alpiarça.
 O Presidente da Câmara deveria era explicar isso à minha irmã que está em vias de ficar sem a casa por causa das prestações que paga ao banco e por ter levado cortes nas horas extras e o marido agora não ter trabalho a tempo inteiro e ter uma família de 2 filhos para sustentar.
Fala assim porque tem um bom ordenado e a mulher é professora com outro bom ordenado.
Desça lá aqui ao nível do povo e venha ver como é difícil viver.
Quando eu receber o aviso para pagar o IMI vou a casa do Sr. Presidente Mário Pereira pedir-lhe que me resolva o problema.
 Texto "trabalhado" a partir  dos comentários recebidos
Noticia realcionada:

VANDA NUNES: Desejada pelas bases socialistas para candidata a Presidente da Câmara

Era bom que se explicasse aos alpiarcenses que a Vanda Nunes (foto) não foi candidata nas últimas eleições, porque não quis, e não porque a tivessem afastado . 
Ela própria, em vez de se fazer de vítima (o que passou bem junto de alguma opinião pública) tem a obrigação de repôr a verdade.
 A Drª Vanda, tão preocupada com Alpiarça e com os Alpiarcenses tinha um acordo com alguns senhores grandes dentro do PS para ser candidata a deputada e por isso esteve indidponível para se candidatar à câmara. 
É bom que as pessoas saibam a verdade que é para não fazerem juízos injustos. 
Já outros (as) predispuseram-se a vir servir a sua população. 
Ninguém se pôs em bicos de pés, antes pelo contrário.
 Se a candidata natural era a Vanda, deveria ter estado disponível e não mentir às pessoas dizendo que tinha sido posta de parte, quando afinal estava a preparar o seu caminho para sair e ir para o parlamento. 
Correu mal! 
Temos pena!
 Mas se é a pessoa certa então que lhe perguntem se desta vez está disponível (duvido.)
 Agora já nem independente é, uma vez que se fez militante do PS, já não há qualquer problema! 

* **/***

Um dos erros de Vanda Nunes foi ter apostado na “carta errada” ao apoiar a candidatura de Francisco Assis quando este concorreu a líder do PS. 
Com a vitória de António José Seguro ficou praticamente “impedida” de chegar a outros lugares e muito menos de alguma vez poder vir a ser candidata a Deputada.

A escolha do candidato/a do PS/Alpiarça às próximas eleições terá que ter sempre a aprovação da Federação Distrital onde Vanda Nunes não é “bem vista” por não se ter  envolvido na candidatura do actual presidente, António Gameiro. 

Publicamos um texto de Vanda Nunes, quando da corrida de Francisco Assis ao cargo de líder do Partido Socialista



 Portugal foi a eleições, a maioria dos Portugueses que votaram manifestou vontade de mudar de rumo, de virar à direita, expressando a penalização de todos os partidos de Esquerda. Mas as últimas eleições legislativas que, por tudo, se esperavam participadas, não foram. Muitos Portugueses não votaram, expressando um sentimento de descrédito, de desconfiança, nos partidos políticos, o que é muito grave numa Democracia tão jovem como a nossa.
Recuperar o respeito e a confiança dos Portugueses é o grande desafio que se impõe, pelo futuro do Estado de Direito Democrático. Trata – se de uma verdadeira missão que o PS, pela sua história, deve a si próprio e que terá que cumprir com trabalho, coragem, visão e proximidade. Reconheço essa missão em Francisco Assis.
Francisco Assis trilhou, sempre com grande coragem e saber, um caminho de entrega ao serviço público, que eu admiro e respeito. Foi Autarca na Sua Terra, e essa é uma enorme prova de proximidade e coragem para quem sente como nobre a dedicação à causa pública. É um notável parlamentar, que fala às pessoas com verdade e clareza, com emoção e firmeza. Tem um pensamento estruturado e claro para renovar o PS, fundado em princípios e acções concretas que são exemplo num percurso de Vida que as Pessoas conhecem. O Francisco Assis é Autêntico, e a autenticidade é a matriz da confiança que urge reconquistar, por Portugal.
Por: Vanda Nunes - Ex-Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça

 Noticia relacionada (leia também os comentários)

"ESTRATÉGIA POLITICA: “há excelentes candidatos n...":



OPINIÃO DOS LEITORES: “Mário Pereira parece o Passos Coelho a falar porque gravíssima vai ser a situação dos alpiarcenses”



"Parece o Passos Coelho a falar, entenda-se a escrever"

Sinceramente! Vem-se desculpar com um tal  “Plano de Saneamento” e com pareceres da Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL) e da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) quando gravíssima é e mais vai ser a situação das famílias alpiarcenses que não conseguem, nem vão conseguir, pagar a taxa mínima, quanto mais a taxa intermédia
A “demagogia” mencionada no comunicado, mais não é, por outras palavras: aumentar o IMI à taxa máxima.
Pedir pareceres técnicos a outras entidades é um argumento para  não ser acusado de responsável pelos aumentos que as mesmas entidades vão aconselhar a que se efectuem.
Exemplificando: “Eu que fui o “diabo” desencadeando este todo processo passo a ser um “santo ” porque tudo aconselha a que as Taxas do IMI sejam aumentadas”
Na verdade, Mário Pereira não é “obrigado” a levar por diante tais aumentos mas como os “entendidos” vão aconselhar o contrário nada como seguir os seus concelhos e assim aumentar o que não deveria aumentar deixando o presidente de ser o “diabo para passar a ser um santo”, porque os outros assim aconselharam.
 Bom senso teve Mário Santiago e a bancada do PS para que a proposta não andasse para a frente ou que se utilizasse o meio-termo.
Mas Mário Pereira teima em aumentar aquilo que todos tem vindo a  fazer ver que é errado e porque quer levar a sua avante nada como pedir as opiniões de outros organismos, quando sabe, todos sabemos, que o parecer vai ser de aumentar ao máximo a dita taxa
E está o PCP/CDU ao lado dos mais desfavorecidos.
Uma Ova!
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COMUNICADO DA CÂMARA


COMUNICADO DA CÂMARA

COMUNICADO
Câmara Municipal de Alpiarça

APROVAÇÃO DOS VALORES DO IMI PELO MUNICÍPIO

Caros alpiarcenses,
Amigos,

No actual momento de aprofundamento da crise e da situação económica e social do nosso País, de constante e acelerada degradação das condições de vida dos portugueses, qualquer medida que possa atenuar o peso da carga fiscal dos nossos munícipes terá sempre um impacto positivo e, mai
s do que a qualquer outros, agradaria em primeiro lugar ao Presidente de Câmara que a pudesse tomar.

Como é do conhecimento geral, face à situação de desequilíbrio financeiro estrutural do Município de Alpiarça à data da tomada de posse deste executivo, foi aprovado pelos órgãos autárquicos municipais um Plano de Saneamento, em Abril de 2011, que permitiu pagar cerca de 6 milhões de dívida aos fornecedores, dinamizar a economia local e regional, credibilizar o Município na sua relação com entidades exteriores, mostrando a prática ter sido esta a única forma de forma de atingir a capacidade de realização e de actividade que temos apresentado nos últimos meses.

Desse plano de saneamento, no que respeita às medidas a tomar para aumentar a receita, faz parte integrante a obrigatoriedade – definida pelo DL 38/2008 – de “um plano de maximização de receitas, designadamente em matéria de impostos municipais…” (alínea f) ponto 2 do artº 4º), ou seja, na interpretação que é comummente aceite, o IMI, tal como os outros impostos, deverá ser aprovado pela sua taxa máxima.

Não o fazendo, o Município entrará em incumprimento, não respeitando o seu PSF, e pode vir a ser fortemente penalizado, podendo até, nestes tempos de forte ataque à autonomia do Poder Local e de intenção de reduzir autarquias, constituir um pretexto para a intervenção da Administração Central e para o início de eventuais processos de fusão de Municípios.

O incumprimento deliberado desta obrigatoriedade será não um acto racional de gestão, mas sim um acto de pura irresponsabilidade política, com profundas consequências negativas no futuro do concelho de Alpiarça.

Julgo que não podemos correr o risco de tal vir a acontecer.

Na última sessão da Assembleia Municipal esse potencial risco pairou e poderia ser agora um facto consumado se se tivesse tomado uma decisão contrária à letra da Lei sem estar firmemente suportada e fundamentada do ponto de vista jurídico.

Por isso, de forma a poder recolher as melhores fundamentações técnica e jurídica possíveis, propus a retirada do ponto (e da respectiva proposta – o que foi aceite por todos os membros da Assembleia) quando o Presidente da Mesa da Assembleia Municipal apresentou uma argumentação que apontava para o chumbo dos valores da taxa do IMI a cobrar, propostos pela Câmara (aprovados por unanimidade), tendo em conta o impacto negativo que o processo de actualização da avaliação dos imóveis junto dos proprietários do nosso concelho – e em todo o País – virá a ter.

Sou muito sensível à argumentação que foi apresentada na Assembleia e tenho certeza que o mesmo acontece com os restantes membros do executivo municipal, e darei sempre a prioridade a uma solução que beneficie a nossa população, sem que pôr em risco a sustentabilidade financeira do Município nem a sua continuidade histórica e autónoma.

Se bem que o enorme aumento da taxa a pagar decorra sobretudo dos critérios fixados pelo Governo neste processo de avaliação dos imóveis – processo imposto pela “troika” e aceite pelo anterior Governo – e não do valor fixado pelo Município, considero que tecnicamente o nosso Plano de Saneamento poderá continuar a ser cumprido sem que seja aplicada a taxa máxima, no que respeita aos prédios a ser avaliados, que é o que está em causa.

Assim, a Câmara Municipal está a recolher pareceres jurídicos junto da Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL) e da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) no sentido de saber se é possível não colocar pelo máximo a taxa deste imposto municipal sem entrar em incumprimento do plano de saneamento financeiro em vigor no município de Alpiarça.

Se a resposta for positiva, irei, com todo o gosto, apresentar à Câmara e à Assembleia uma proposta que possa colocar a taxa num valor intermédio. Se não o for, a única possibilidade é aprovar a taxa pelo máximo e esclarecer a população quanto às responsabilidades de cada um e de cada força política neste processo. E combater a demagogia e o oportunismo, se necessário.

A gestão de um Município – do nosso Município; da nossa terra – é uma tarefa que exige um grande sentido de responsabilidade. O interesse da nossa população exige-o a todo o momento a todos os eleitos do Município de Alpiarça.

Mário Fernando Pereira
Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça

Pessoas que pagavam 10 ou 20 euros/ano, passam a pagar, 300 ou 400

 Baralhar as contas com: "porque é que quando estiveram na Câmara não reduziram a taxa?" é lançar uma cortina de fumo sobre a realidade.
Todos sabemos que os grandes aumentos do IMI, (e que não param nos 600% de aumento, há casos piores) por imposição da Troika o grande agravamento é feito na ultima avaliação.
Pessoas que pagavam 10 ou 20 euros/ano, passam a pagar, 300 ou 400.
Com uma agravante. Uma boa parte dos pagantes perderam subsídios e/ou viram o seu vencimento reduzido e agravado com o o aumento brutal da inflação real.
Juntemos a estes factores o aumento de todos os actos em que o cidadão interage com o Estado, nomeadamente taxas moderadoras, IUC, actos notariais, custas judiciais, etc, que sofreram brutais aumentos.
Não querer perceber isto, só pode ser por duas razões; ou insensibilidade total perante as dificuldades do povo, ou por pura demagogia política.
Ora sendo o PCP um partido amigo do povo, como tantas vezes gosta de reivindicar, não admitindo baixar a taxa do IMI, só pode ser por considerar os proprietários como terríveis capitalistas.
Afinal,estes até têm a desfaçatez de ter uma casa própria para viver.
Noticia realcionada:
"ESCLARECIMENTO DO PARTIDO SOCIALISTA DE ALPIARÇA/M...":

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

CDS admite sair do Governo depois de aprovado o Orçamento

 O CDS-PP admite sair do Governo depois de aprovado o Orçamento do Estado para o próximo ano, caso não consiga fazer valer o seu ponto de vista, sobretudo em matéria e impostos.
O Público avança hoje que o CDS-PP admite abandonar o Governo depois de aprovado o Orçamento do Estado para 2013, caso não consiga inverter a sobrecarga fiscal. De acordo com o jornal, a aprovação do Orçamento nunca estaria em causa, visto que Paulo Portas, o líder do CDS, tem vindo a sublinhar o seu “patriotismo” ao escolher ficar em silêncio sobre as divergências na coligação.
Contudo, escreve o Público, o CDS vai dramatizar o seu discurso nas próximas semanas, enquanto ainda estiver a ser preparado o OE para 2013, e o cenário do rompimento da coligação era ontem admitido em alguns sectores do CDS. Contudo, essa admissibilidade de ruptura, mesmo no cenário mais radical, pode passar pela manutenção de um acordo com o PSD através da viabilização parlamentar de um Governo, com um acordo que passe exclusivamente pela Assembleia da República.
NM

FÁBRICAS EM ALPIARÇA: Ficamos a aguardar por teorias (não) neo-liberais para a criação de riqueza

 A instalação de fábricas em Alpiarça não aumentou em nada o desenvolvimento demográfico?
Não mora cá nenhum empregado administrativo ou quadro?
Ficamos a perceber que deve ser por isso que a nível de investimento e instalação de empresas estão com saldo negativo.
Não só não vieram nenhumas, como fecharam ou mudaram de ares as que cá estavam.
Claro que também a nível de criação de emprego, trabalhos de manutenção dados a empresas locais, e colecta de IRC não valeu de nada.
O que deve criar riqueza são as contestações sem jeito nenhum, as sedes de sindicatos, os gabinetes da CGTP.
Pena é que nem esses venham para Alpiarça.
Ficamos a aguardar por teorias (não) neo-liberais para a criação de riqueza.
Talvez as cooperativas agrícolas ou empresas criadas pelo PCP, que como sabemos estão todas bem e com uma notável saúde financeira.
É que os aumentos de salários, pensões e rendimento das famílias se estiver dependente de dinheiros gerados pelo PCP, nem ao salário mínimo chega.

CUMPRIMENTOS DE RECEPÇÃO AO NOVO PÁROCO DE ALPIARÇA

O novo pároco de Alpiarça, Padre José Abílio e Silva Costa, foi apresentado ao executivo camarário pelo pároco cessante de Alpiarça, Padre Diamantino Marques.
Foto: CMA

Os atropelos na ansia de contestar as ideias dos outros

O caro amigo ("Reações à proposta/recomendação do PS/AR apresenta...":)  nem se dá conta dos seus proprios atropelos na ansia de contestar as ideias dos outros para que servem os aumentos de salarios e pensões? 

Resposta: Para gerar poupanças e aumentar o consumo

E se aumentamos as poupanças o que é que acontece?

resposta: Assumindo que o Sr e os outros milhoes de aforradores não colocam o dinheiro debaixo do colchão, as poupanças servem para financiar o investimento

E se aumentamos os salários o que é que acontece?

resposta: aumenamos o consumo, pois o Sr. terá mais dinheiro para fazer as suas compras. Compra um carro, roupa, vai ao restaurante e com as poupanças que vai fazendo vai poder fazer os seus investimentos

Se há mais consumo, logo há mais investimento para satisfazer esse consumo.

O problemas que vivemos até à pouco tempo é que o dinheiro que ustilizavamos do nosso consumo não era das nossas poupanças, era da cofidis, do banco A, B e C

O juro era barato, os bancos não olhavam a quem e queriam vender todos os cartaozinhos e produtuzitos que tinham.

Porquê? Porque podiam. A eles ninguém os travava, aliás até os incentivavam.

E nós? Nós faziamos o mesmo. Comprar casa? Quanto precisa ? e toca de juntar mobilia e carro ao emprestimo da casa.

Férias? Há um financiamento para isso, e o Zé ia na conversa. Ainda me lembro de ter já rebentado a crise em 2008 e os bancos ainda me enviavam cheque para casa com a indicação " assine aqui, é só levantar"

Quantas pessoas não viveram neste ciclo vicioso?

Mas agora que já não há um rio de dinheiro a passar à frente da banca, tudo se retraia porque nos ultimos 20 aos não soubemos poupar ou não soubemos viver fora do sistema.

O sistema económico tal como o conhecemos sem controlo não funciona. Mas a regra basica persiste, se aumentarem o consumo, o investimento responde a esse consumo, e quando há investimento tem de haver criação de riqueza.

Porque é que é necessário criar riqueza?

Resposta: Para se poder investir mais e pagar melhores salários e pensões

Ou estou enganado

LEITOR INDECISO: “Votar CDU e reeleger o Mário Pereira? Não posso! Porque depois tenho que levar com o Osório, o Celestino, a Inês, porque o PCP assim o quer”

Há candidatos em todos os partidos que até são pessoas válidas e que individualmente seriam mais valias para a vila.
O problema é uma lei eleitoral caduca que utiliza um método que apenas é utilizado em 4 países e curiosamente todos em crise financeira.
Os partidos teimam em fazer as listas e o eleitor pode gostar de dois ou três candidatos, mas tem de "comprar" o pacote todo.
No plano maquiavélico, percebo-os. Os que estão nos lugares cimeiros têm de garantir que os que são eleitos são bajuladores, carreiristas, "yes mens" e que manterão fidelidade canina.
Quando os eleitores tiverem a possibilidade de votarem individualmente nos candidatos que cada partido apresenta, garantem que não estão a dar o voto a gente que o não merece.
O problema é os partidos admitirem que o povo pode realmente escolher de acordo com a sua vontade e não serem direccionados.
Do CDS ao BE todos têm feito jogadas internas, e exemplo disso foi a forma como a deputada do BE foi eleita para o Parlamento Europeu.
Se até o "moralista" BE o faz, que será de esperar dos outros?
Se fosse permitido a escolha personalizada, que limitações poderiam colocar ao aparecimento de candidatos independentes dos partidos?
Vejamos apenas um exemplo: imaginemos que não me importaria de votar CDU e reeleger o Mário Pereira, a Joana, o Mário Santiago. Não posso!
Tenho de levar com o pequeno Staline, com o Celestino, com a Inês, porque o PCP assim o quer.
Ou votando PS, não me importaria de votar no Moreira ou no Pais, o problema é que teria de votar também no Rosa do Céu, na Sónia ou na Vanda.
Ou seja, votamos naquilo que os partidos nos impõem e não no que a nossa consciência nos manda.
É esta a democracia que nos "vendem"?
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Reações à proposta/recomendação do PS/AR apresentada na Assembleia Municipal sobre os mecanismos de compensação a criar por via do aumento do IMI

  Reações à proposta/recomendação do PS/AR apresentada na Assembleia Municipal sobre os mecanismos de compensação a criar por via do aumento do IMI

O Presidente da Assembleia Municipal usou da palavra e num acto de grande cidadania e sentido de serviço público, elogiada de imediato pela nossa bancada,  e expôs a possibilidade da Assembleia Municipal aprovar a taxa mínima em deterimento da taxa maxima apresentada pelo executivo da CDU. Com argumentos devidamente fundamentados a exposição usou vários exemplos demonstrando que não era algo inédito em Portugal, mesmo ao abrigo do compromisso assumido quando assinou o plano de saneamento financeiro.
Esta proposta avançada pelo Presidente da Assembleia foi reforçada pela nossa proposta de criação de mecanismos especiais para dinamizar a economia local.
No blog Jornal Alpiarcense é afirmado que a nossa proposta não é a melhor para o Município pois não abrange todos os Alpiarcences. O que nos exige um esclarecimento adicional sobre a nossa proposta, pois a mesma teve e tem por objectivo causar um impacto positivo na vida dos Alpiarcenses. A presente proposta foi efectuada à luz do plano de saneamento financeiro que obriga o executivo a aplicar taxas máximas, e que aparentemente a única alternativa para corrigir tais injustiças passa pela criação de mecanismos de compensação ao investimento e fixação de pessoas no concelho.
E relativamente à proposta de aplicação da taxa miníma, o que muito nos agradaria, a nossa posição é que uma proposta não impede a outra.
A resposta que colocamos no Jornal Alpiarcence:
“A proposta de aplicação da taxa mínima foi discutida na Assembleia. O presidente mostrou-se receptivo às duas (que remédio) e o ponto foi retirado para ser apreciado pelo departamento jurídico, pois temos uma coisa em Alpiarça chamada saneamento financeiro (votada contra pelo PS/AR, tendo em conta a sua forma, onde um dos requisitos é a obrigação de aplicar taxas máximas) que nos limita em muito a gestão da Autarquia (a palavra mais correcta para definir a posição do município face ao saneamento financeiro é a de refém).
Assim, a melhor proposta que podemos ter é a conjugação das duas. A aplicação da taxa mínima irá salvar muita gente do sufoco de ter de pagar um valor de IMI que pode aumentar até 600% em relação ao valor actual.
A segunda proposta visa efectivamente atrair mais investimento, mais pessoas e mais receitas para o Município de Alpiarça, que ao contrário do que defendeu uma das deputadas da CDU, em nossa opinião completamente equivocada, ao afirmar que não será com mais pessoas em Alpiarça que a economia local irá crescer, esquecendo-se de regras básicas de economia (apesar de tão debatidas que são nos meios de comunicação) que o consumo gera riqueza e que a riqueza gera investimento.
Ou seja, a criação de medidas que apoiam o investimento e que incentivam a fixação de pessoas no concelho terão como resultado maior consumo de serviços e produtos em Alpiarça, logo mais emprego, logo mais investimento. É assim que o mundo funciona, e só assim Portugal poderá sair da depressão crónica em que se encontra. Por muito pouco impacto que estas medidas possam ter quando vistas à escala nacional, se todos fizermos um pouco o país melhora e Alpiarça poderá estar entre os concelhos pioneiros na adopção de medidas concretas anti-crise.”

Do Movimento Alpiarça é a Razão/Partido Socialista


Um leitor em completa confusão por causa de um sonho que o persegue

Isto não tem nada a ver com a questão em "post" ("Milhares de manifestantes no próximo sábado em Lis...":)  mas gostava de vos contar um sonho que tive há dias: sonhei então que tinha lido uma pequena notícia no Mirante sobre os autocarros da Câmara em que um vereador da Câmara Municipal de Alpiarça afirmava convictamente que os mesmos estavam aptos a iniciar o novo ano escolar.
É certo que os vi, junto à escola, no início das aulas, e aqui estava bem acordado!
De repente, volto a sonhar que os autocarros tinham avariado e que o serviço estava a ser feito por uma empresa chamada PROMARTUR, por um preço bastante significativo. No sonho até me apareceram os números à frente, mas como foi um sonho não vou revelá-los, porque não tenho a certeza - foi a sonhar!
Então não é que agora, sempre que vou levar e buscar os meus filhos à escola, fico maluco com este dilema - se estou acordado, vejo lá os autocarros e penso que estou a dormir e a sonhar! Mas para estar a sonhar, como estou a conduzir e com os miúdos a caminho de casa ou da escola?
Acham que é fácil esta situação?
Pensar que se está acordado e estar a dormir e a sonhar? Não, não é nada fácil!
Afinal isto é sonho ou realidade?
Alguém me pode ajudar?
Até já cheguei a pensar que era o vereador que estava "ferradinho" a dormir quando fez tal declaração ao jornal e, sonhando alto, disse o que disse.
Mas, depois, bem, bem acordado, reflecti, tornei a reflectir e concluí - não, não pode ser! Isso nunca aconteceria - afirmar tão convictamente uma situação de tal importância e não ser verdade, era completamente impossível e pouco ético.
E como os jornalistas são, aproveitam tudo e, até chegam a inventar coisas, olha, sem mais nem menos puseram a notícia no jornal... Apeteceu-lhes!
Sim, deve ter sido isso mesmo!
De uma coisa tenho eu a certeza absoluta - este desabafo foi escrito estando eu inteira e completamente acordado!!!
E, pronto, fico-me por aqui!
Já me sinto melhor, porque já partilhei esta situação que me persegue há dias, já desabafei e agora cá fico à espera que isto me passe...
Obrigado pelo tempo que me dispensaram. Bem hajam!
Por: Manuel Rosado
Um leitor em completa confusão

ESTRATÉGIA POLITICA: “há excelentes candidatos na esfera do Partido Socialista e do “Movimento Alpiarça é a Razão”


"....Na esfera do Partido Socialista e do “Movimento Alpiarça É A Razão” gente competente e com provas dadas de nova geração que podem derrotar o PC.
Dr. Pedro Miguel Gaspar, para mim o melhor nome e com mais competência para Presidente, um jovem mas com uma enorme experiência em gestão de empresas.
Pedro Gaspar "uma aposta"
 Dr.ª Regina Ferreira, Professora universitária e com grande experiência autárquica e vereadora, se a Dr.ª Sónia se afastar para Lisboa também pode ser um excelente nome para Presidente da câmara, porque se ela quiser ficar a Dr.ª Regina não lhe vai fazer frente concerteza.
Dr.ª Marta Piscalho uma jovem da terra que fez um bom trabalho á frente do Museu, era ela que quase fazia de diretora, pode ser uma agradável surpresa e ter a fibra para organizar. Dr.ª Teresa Freitas, também jovem mulher com grande experiência política e capacidades, talvez não para Presidente mas para vereadora ou para Presidente da Junta. Sr. António Moreira, ex-presidente da Junta, sempre um nome a considerar para Presidente ou vereador, assim ele queira..."

Marta Piscalho
Mas que esclarecimento ("ESCLARECIMENTO DO PARTIDO SOCIALISTA DE ALPIARÇA/M...":) é este que não esclarece nada nem ninguém?
 Pelo contrário, evidencia a posição de um comentador repetindo as suas palavras vezes sem conta e não contrariando em nada o que ele disse. Por favor, assim não vamos lá! Se o PS/Alpiarça É A Razão ouvisse as pessoas certas, as coisas eram feitas de outra maneira. Há tantas pessoas válidas que fariam um melhor serviço pelo PS . Pensem, usem a cabeça!
Pedro Gaspar
Assim não vamos mesmo lá e os comunistas continuam a governar Alpiarça. Pensam que conseguimos ganhar as eleições sem apresentarmos as pessoas que queremos nas nossas listas para apresentar aos alpiarcenses, sem apresentarmos as pessoas que queremos para Presidentes e vereadores?
O Partido Socialista de Alpiarça tem que definir uma estratégia e mostrar as pessoas, não as do passado que já passaram e muito menos as que não estão interessadas em avançar em Alpiarça e estão á espera doutros voos. Não podemos estar sempre a pensar no Dr. Joaquim Luís nem na Dr.ª Sónia Sanfona que todos sabemos quer ir para a Assembleia da Republica e faz muito bem porque o PS precisa lá de mulheres como ela. Precisamos de apostar em gente nova, decidida e com ideias e que já mostraram o seu valor de excelência nas suas profissões e que são bem vistas e que tenham vontade de avançar Alpiarça.
António Moreira

Qual é a estratégia do Partido Socialista quando quer incentivar esta guerra entre o Mário Santiago e o Mário Pereira sem apresentar as suas figuras e sem as promover? Só se for para apostar no Dr. Mário Santiago. Eu não concordo porque o PS não vai conseguir ganhar com o que os outros não querem, pode desgastar o PC mas não chega.
Mas eu já com muitos anos disto penso que há outros excelentes candidatos na esfera do Partido Socialista e do “Movimento Alpiarça É A Razão” gente competente e com provas dadas de nova geração que podem derrotar o PC.
Dr. Pedro Miguel Gaspar, para mim o melhor nome e com mais competência para Presidente, um jovem mas com uma enorme experiência em gestão de empresas.
Dr.ª Regina Ferreira, Professora universitária e com grande experiência autárquica e vereadora, se a Dr.ª Sónia se afastar para Lisboa também pode ser um excelente nome para Presidente da câmara, porque se ela quiser ficar a Dr.ª Regina não lhe vai fazer frente concerteza.
Regina Ferreira
Dr.ª Marta Piscalho uma jovem da terra que fez um bom trabalho á frente do Museu, era ela que quase fazia de diretora, pode ser uma agradável surpresa e ter a fibra para organizar.
Dr.ª Teresa Freitas, também jovem mulher com grande experiência política e capacidades, talvez não para Presidente mas para vereadora ou para Presidente da Junta.
Sr. António Moreira, ex-presidente da Junta, sempre um nome a considerar para Presidente ou vereador, assim ele queira.
Há mais nomes para vereadores, assembleia e também para a Junta.
Vamos lá a ouvir as pessoas e a afinar se queremos ganhar.

Milhares de manifestantes no próximo sábado em Lisboa



Milhares de pessoas vão estar em Lisboa para se manifestarem contra as medidas do Governo.
Arménio Carlos, líder da Intersindical já  garantiu  que a “manifestação de sábado, em Lisboa, será uma das maiores iniciativas de sempre em Portugal” e disse ainda que todas as informações de que dispõe "é de um nível de mobilização incomparavelmente superior à grande manifestação” feita  no Terreiro do Paço" disse Arménio Carlos à Lusa. O dirigente sindical garantiu ainda que será "uma das maiores iniciativas de sempre de massas promovida pela CGTP em Portugal".
Ainda bem que assim  vai ser.
De Alpiarça vão centenas. Três autocarros já estão quase cheios. Um direito que assiste aos trabalhadores.
No entanto uma questão se apresenta: Quem dispensa os autocarros ou quem paga o aluguer dos mesmos?
Serão os sindicatos ou a intersindical que paga?
Se os sindicatos não têm dinheiro para pagar os dias de greves que os trabalhadores fazem como tem dinheiro para pagar o aluguer de centenas de autocarros?
Afinal os sindicatos e sindicalistas são tão exigentes nas transparência de contas, dos outros, porque não esclarecem onde vão arranjar dinheiro para estas despesas ou serão as Câmaras Municipais a suportar as mesmas?
Dispensará a Câmara de Alpiarça  tranportes  e a disponibilizá-los quem paga as despesas?
No entanto, a titulo de curiosidade, os sindicalistas custam aos cofres do Estado cerca de 9 milhões de euros por anos e milhares deles não exercem a sua profissão nos locais de trabalho a que pertenciam há décadas.
Se alguém souber  esclarecer de que “saco azul” aparece o dinheiro os leitores agradecem

JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO


Durante os dias 27, 28, 29 e 30 de setembro a Câmara Municipal de Alpiarça e a Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça associam-se às comemorações das Jornadas Europeias do Património sob o lema: O Futuro da Memória e ao Dia Mundial do Turismo com um programa diversificado, dedicado ao património cultural do concelho.
«CMA»

Notas de cobrança do IMI são ilegais

 O Supremo Tribunal Administrativo confirma que as notas de cobrança de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) são ilegais.
A queixa é de um proprietário, que vence pela segunda vez em tribunal e abre o caminho a que outros reclamem também o não pagamento do Imposto Municipal sobre Imóveis.
O Supremo Tribunal Administrativo considerou que a nota de cobrança de IMI enviada ao queixoso, pelo fisco, não demonstrava como é que foi apurado o valor a pagar pelo contribuinte, ao contrário do que seria exigível por lei.
Uma decisão por unanimidade, em resposta ao recurso da administração tributária, que reforça assim o que tinha também já decidido o Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto.
Segundo o advogado que defendeu o caso, Pedro Marinho Falcão, a lei é clara: o contribuinte tem direito a saber como é que o Estado fixa o valor a pagar. O advogado acrescenta ainda que esta decisão pode fazer jurisprudência, dando direito aos contribuintes de reclamarem a devolução do imposto pago.

"Há uma fortíssima expectativa de, em circunstâncias futuras, o Supremo Tribunal Administrativo, vir a decidir exactamente no mesmo sentido", disse. "Admito que haja contribuintes que estejam na disponibilidade de deduzir uma impugnação".

Pedro Marinho Falcão considera que o Estado está a cometer esta ilegalidade desde 2004.
«RR»

ESCLARECIMENTO DO PARTIDO SOCIALISTA DE ALPIARÇA/MOVIMENTO ALPIARÇA É A RAZÃO




“FINANÇAS LOCAIS: Dúvidas de um leitor”

Não querendo alimentar o rol de difamações, desabafos e provocações que inundaram a comunicação social e as conversas de café nos últimos dias, gostaríamos de contribuir com alguma clarificação sobre os temas que suscitam mais dúvidas. 
Um dos leitores do Jornal Alpiarcense coloca algumas questões pertinentes que gostaríamos de clarificar.
Com o titulo “FINANÇAS LOCAIS: Dúvidas de um leitor” publicado a 26 de Setembro, no referido Jornal um leitor pergunta:

O leitor pergunta: O plano de saneamento financeiro da Câmara obriga a que sejam aplicadas as taxas máximas, mas os eleitos do PS/Alpiarça é a razão querem votar taxas menores. Como é possível?

PS/AR: Ainda não sabemos se tal é possível mas, por isso mesmo, remetemos a sua análise para o departamento jurídico da CIMLT. Cabe ao executivo propor as taxas de IMI à apreciação e votação da Assembleia Municipal. Cabe à Assembleia Municipal aceitar ou rejeitar ou propor uma alternativa. O Executivo está obrigado por via do acordo de saneamento financeiro a aplicar a taxa máxima. Mas como a aprovação da mesma é dada pela Assembleia, esta tomou a iniciativa de rejeitar a proposta do executivo retirando o ponto para apreciação.

Pegando nas palavras do Presidente da Assembleia Municipal, que na sua exposição chamou a atenção para a possibilidade de se atingirem níveis de incumprimento elevado, comprometendo-se o principio básico do programa de saneamento que tem por objectivo a maximização de receitas. Ou seja posto de forma mais prática, vale mais ter 1000 pessoas a pagar menos do que 100 a pagar mais e as restantes 900 a verem os seus bens penhorados por incapacidade de cumprimento desta obrigação fiscal.

Pareceu-nos que estes argumentos era suficientes para pedir que fosse retirado do ponto da ordem de trabalhos e colocá-lo à apreciação jurídica, de forma a salvaguardar os interesses dos munícipes em primeiro lugar e os do saneamento financeiro em segundo.

O leitor: Se as taxas são muito penalizadoras para os contribuintes, porque é que o PS/Alpiarça é a Razão, enquanto esteve na Câmara sempre aplicou as taxas máximas, mesmo em tempos de disponibilidade financeira em que se desbaratou dinheiro em fontes cibernéticas e estátuas do cavalo do sorraia, que já desapareceram há muito.

PS/AR: Só agora se verificam as condições financeiras necessárias para se proceder a tal alteração. Estas estão relacionadas com o espectável excedente de receitas provenientes da cobrança de IMI. Até à data, a esmagadora maioria dos imóveis tinha valores tributários baixíssimos. Com o resgate de Portugal, a troika obrigou o governo a fazer uma reavaliação de todos os imóveis com o objectivo de aumentar as receitas de impostos sobre o património. Ao realizar-se esta reavaliação o valor do imóvel é actualizado, e apesar da taxa de imposto ser menor para imóveis reavaliados ao abrigo do código do IMI, o seu valor absoluto poderá subir até 600%. 

Leitor: Se a autarquia está refém do plano de saneamento financeiro, tal como o país está refém da troika, quem foram os responsáveis por esta situação?

PS/AR: No limite fomos todos nós, pois não nos envolvemos o suficiente na vida pública ou delegamos demasiadas responsabilidades a quem não devíamos. Mas na realidade é impossível assumirmos tal responsabilidade pois individualmente não temos a capacidade de influenciar quem ocupa os cargos de decisão e nos levou a este buraco. Mas podemos ter um papel fundamental, que é exigir mais dos políticos, da justiça e não sermos coniventes com os vícios do sistema. Ou seja, e dando como exemplo a última assembleia, se existir um espaço na lei para que a taxa máxima de IMI não seja aplicada devemos de explorar essa possibilidade e obrigar os executivos a rever as suas posições.


Leitor: Será que a memória é tão curta que apague as responsabilidades do PS/Alpiarça é a Razão na gestão da autarquia e do PS na gestão do país, que conduziram Alpiarça e o país à situação em que infelizmente nos encontramos?

PS/AR: Infelizmente o PS/AR apenas poderá assumir as suas responsabilidades sobre o que foi feito no município. Alpiarça realizou, no período compreendido entre 6 de Janeiro de 1998 e 31 de Dezembro de 2008 um investimento de 44 276 229 €.  No mesmo período as receitas do Município totalizaram 78 637 249 € e as despesas com pessoal  24 537 716 Euros. As receitas tiveram a seguinte aplicação: i) Despesas de Investimento—44 276 229 €; ii) Despesas com Pessoal—24 537 716 € iii) Outras Despesas—9 823 305€.  O investimento realizado teve as seguintes origens: Comparticipações Comunitárias, Capital Próprio e Capital Alheio.
Infelizmente verificou-se uma deterioração das condições financeiras e algumas dificuldades ao nível da gestão da autarquia afiguram-se-nos como a base para a situação financeira em que a câmara ficou.


Leitor: Em situações de algum modo semelhantes, na Assembleia António José Seguro assume as suas responsabilidades e assina o acordo com a troika e co-responsabiliza-se pelo seu cumprimento. Em Alpiarça, o PS/Alpiarça é a Razão assume que há um plano de saneamento financeiro que impõe determinadas obrigações, mas vota de forma a que a Câmara se veja impossibilitada de o cumprir.

Para além de irresponsabilidade, ocorrer-me-iam alguns outros adjectivos que, por decoro e respeito pelos leitores, me abstenho de mencionar.

PS/AR: O nosso único objectivo é aliviar a população da carga fiscal imposta pelo governo da troika explorando todos os buracos existentes na lei para o fazer. Esta é a nossa exigência ao executivo. E solicitamos à bancada da CDU que nos acompanhe neste esforço

Leitor: Quanto à possibilidade de as sessões da Assembleia Municipal serem gravadas em vídeo e difundidas pela Internet, pergunto, qual a razão de tanto alvoroço?
PS/AR: É uma pergunta que terá de colocar ao Sr. Presidente da Câmara, pois nós apenas questionámos a forma como a mesma foi informada, foi feita e não-proposta à assembleia para sua discussão, já que há questões de equidade a ter em conta, direitos de imagem e tipo de uso a dar. Questões demasiado importantes para serem tratadas com ligeireza.

Leitor: Alguém não quer que a generalidade da população possa acompanhar o decorrer das Assembleias? 

Que eu saiba não são reuniões secretas, os seus membros não usam avental, e são abertas ao público. Se eu não posso ir assistir às reuniões, muitas vezes longas, porquê rejeitar a possibilidade de as acompanhar através da gravação em video, na minha casa, de acordo com o tempo de que disponha, vendo agora uma parte, mais um pouco amanhã, e por aí fora.

Rejeitar esta possibilidade afigura-se-me como um entrave à participação dos cidadãos na vida democrática, que só encontrará justificação, talvez, na má consciência de alguns.

PS/AR: As Assembleias são públicas, as suas actas também e fazemos muito gosto em que os munícipes se envolvam nas mesmas. A filmagem das sessões da Assembleia Municipal nunca foi negada pelo PS/AR, assumindo que se cumpririam os princípios de transparência, equidade e já agora democráticos também.

Leitor: Mas os tempos mudam, e com eles as vontades. Longe vai o tempo em que o presidente da Assembleia Municipal era apelidado, pelos eleitos do PS, de arrogante, malcriado, ditador, etc.. O que terá mudado desde então?

PS/AR: Penso que todos crescemos um pouco desde as primeiras Assembleias nas quais as forças políticas CDU e PSD e naturalmente o próprio executivo acusavam os elementos presentes, como representantes da força política que esteve no anterior executivo, de terem contribuído para as dificuldades da gestão financeira que encontraram na autarquia. Eram sessões extremamente difíceis e os ânimos exaltavam-se com alguma facilidade.

Mas neste momento preferimos enaltecer o papel do Presidente da Assembleia Municipal que teve a coragem de dizer “meus senhores, não devem aprovar as taxas propostas pois o seu efeito é catastrófico para os Alpiarcenses”. Este acto não deve ser visto como uma afronta ao executivo ou à força partidária que o colocou no lugar de presidente, nem tão pouco como uma colagem ao PS/AR, mas sim como um acto a favor dos Alpiarcenses.

O PS/AR apoia entusiasticamente esta proposta, tendo em conta a existência de condições financeiras favoráveis para o efeito, e reforçou-a com uma proposta, que é independente da primeira, seja qual for o resultado da apreciação jurídica a decorrer.

Gratos pela oportunidade de esclarecimento

Partido Socialista de Alpiarça/Movimento Alpiarça é a Razão

POLITICA: "um repto que fica"

Paleio de sanzala foi apoiar a nacionalização dos PREJUÍZOS (roubos) do BPN e insistir na continuação da palhaçada do TGV.
Quantos salários e subsídios custou e custará a cada português?
E também pode ser considerado paleio de sanzala estar contra todas as reduções de despesas do estado, nomeadamente o corte de subsídios públicos às Fundações.
O que ninguém pode negar é que a situação a que Portugal chegou é culpa de todos os partidos com representação parlamentar.
Uns mais, outros menos, mas durante 38 anos sempre legislaram em causa própria e quando tocou a mordomias, todos as aceitaram e beneficiam delas.
Ainda agora o CDS e o PSD anunciaram que iriam propor a redução de subvenção aos partidos.
APOSTO (no escuro) em que os partidos que votaram todas essas propostas que fez o favor de nos dar a conhecer vão votar contra.
É um repto que lhe lanço. Guardamos os dois comentários e quando a medida for proposta veremos as votações...
Aqui estarei para lhe mostrar que nenhum partido abdica de um cêntimo.
Vão arranjar as justificações mais estapafúrdias para evitar que dinheiros públicos sejam poupados.
Veja-se a redução do número de deputados.
Todos têm muita pena do povo, mas NENHUM partido está disposto a reduzir o número de deputados e a prescindir de mordomias.
Pode dizer-me que é uma ninharia face ao buraco das contas públicas.
Mas se não se começa por quem vive acima do nível médio da sociedade, corta-se em quem? Nos subsídios sociais? Na classe média e média baixa?
O que verifico nos projectos de lei que apresentaram é que são todos para : taxar, taxar, taxar. Nenhum deles é para reduzir organismos dispensáveis, cargos políticos, emagrecer o anafado Estado.
Como cidadão independente, e não alinhado em qualquer partido, também gostava de ver propostas para alterar radicalmente a lei eleitoral (ainda que fossem rejeitadas).
Cada vez existe menos democracia, cada vez os eleitos representam menos a vontade do povo, mas nenhum toma a iniciativa de adaptar o nosso sistema eleitoral à escolha personalizada.
Por isso digo, são todos iguais!
Querem continuar a cozinhar as listas, a ordem nas mesmas, e ao povo resta alinhar na palhaçada e no embuste de eleger "representantes do povo".
Chamem-lhe o que quiserem, mas são unicamente representantes dos partidos.
Enfim, não basta dizer que se está com o povo no discurso. Há que demonstrá-lo na prática.
Noticia local:
 "FINANÇAS LOCAIS: "não é a CDU que impõe o aumento,...":