O presidente da Entidade Regional de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo (Rosa do Céu) e a presidente da Câmara de Alpiarça (Vanda Nunes), que lhe sucedeu no cargo autárquico no ano passado, aproveitaram a inauguração da Feira Nacional de Agricultura em Santarém, no sábado, para trocar impressões. O pior foi quando Joaquim Rosa do Céu viu a câmara fotográfica de O MIRANTE apontada na sua direcção. Ossos do ofício de quem é figura pública, ainda por cima remunerada com o dinheiro dos nossos impostos….
.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Rosa do Céu não gostou de ver a máquina apontada na sua direção
O presidente da Entidade Regional de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo (Rosa do Céu) e a presidente da Câmara de Alpiarça (Vanda Nunes), que lhe sucedeu no cargo autárquico no ano passado, aproveitaram a inauguração da Feira Nacional de Agricultura em Santarém, no sábado, para trocar impressões. O pior foi quando Joaquim Rosa do Céu viu a câmara fotográfica de O MIRANTE apontada na sua direcção. Ossos do ofício de quem é figura pública, ainda por cima remunerada com o dinheiro dos nossos impostos…Militares da GNR apanham sementes para análise
Casalinho quase junto a Alpiarça
segunda-feira, 8 de junho de 2009
OS COMUNISTAS NÃO GUARDAM A BANDEIRA EM CASA, ORGULHAM-SE DELA PORQUE REPRESENTA MUITAS GERAÇÕES DE ALPIARCENSES E DE PORTUGUESES
A luta dos comunistas e dos seus aliados é a da defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo, e, essa, é de todos os dias, em todos os locais, com todas as bandeiras que lhes seja possível reunir.
Houve alguém que tivesse feito alguma coisa para que os alpiarcenses fossem votar no domingo passado para além da CDU? Algum dos outros partidos concorrentes procurou esclarecer ou convencer as pessoas dos seus projectos?
Podem estar certos de que a CDU continuará a contactar, a mobilizar, a procurar, em conjunto com os alpiarcenses, o melhor para o futuro.
A mancha abstencionista
A mudança para melhor gestão, mais próxima dos interesses de Alpiarça, está a chegar
PSD vence eleições para Parlamento Europeu PS sofre derrota histórica
A derrota do PS em Alpiarça é fruto da politica desatrosa dos socialistas alpiarcenses
domingo, 7 de junho de 2009
A vitória da CDU em Alpiarça para as “ Eleições Europeias” é uma boa lição para os “fazedores de promessas” que tudo prometeram mas pouco fizeram
Uma boa oportunidade para os socialistas alpiarcenses tirarem as suas ilações, porquanto mesmo havendo diferenciais entre eleições europeias e as futuras autárquicas a conclusão sumária e analítica é que o povo alpiarcense cansou-se e continua cansado das trapalhices dos socialistas que prometeram, ainda recentemente, aquilo que todos sabiam ser impossível de levar a efeito ou de alguma vez se realizar, quer em termos governamentais como também um pouco nas autarquias.
Estes resultados em Alpiarça não aparecem por acaso. É todo um esforço de uma equipa de homens que procuram servir a sua terra dentro de uma seriedade acima de qualquer suspeita como o profissionalismo politico entregue a uma causa, que é o bem e o desenvolvimento de Alpiarça.
O cansaço de duvidas e suspeitas; de promessas não cumpridas; de discursos apregoados mas não realizados, etc., etc. Tudo num conjunto somatório contribuiu para que os alpiarcenses mais do que nunca desejassem mudanças drásticas em Alpiarça.
Esta vitória em Alpiarça por parte da CDU é o sinal de que: algo vai acontecer e mudar em Alpiarça.
Mas não foi só em Alpiarça: a maioria dos portugueses negou a certeza e a desconfiança aos socialistas.
A CDU como força opositora e com os resultados agora obtidos em Alpiarça passou a merecer mais respeito.
Restas aos outros candidatos que vão concorrer às próximas “eleições autárquicas” uma certa moderação nas suas promessas, devendo ainda tirar as suas deduções dos actuais resultados, agora obtidos pela CDU.
CDU GANHOU EM ALPIARÇA
Entre outros, o municipio de Alpiarça participa na Feira Nacional da Agricultura
Este ano, a CIMLT dinamizar toda a zona dos claustros do CNEMA, numa área total de 900m2, onde estarão representados os onze Municípios associados (Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Benavente, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Golegã, Rio Maior, Salvaterra de Magos e Santarém) e onde não falta a animação diária promovida por todos os Municípios.
«O Mirante»
A Feira da Agricultura não teve ministros a inaugurá-la mas contou com a presença de Vanda Nunes
A Zona Industrial começou a ser feita pelo "telhado"
sábado, 6 de junho de 2009
Contribuições para o crescimento de Alpiarça
Ali foram discutidos planos estratégicos de um concelho pobre mas em cuja assembleia foram delineadas linhas orientadoras para o desenvolvimento do concelho.
Salientou um especialista com experiência autárquica que um «plano estratégico não se faz dentro de quatro paredes mas sim na discussão de iniciativas ouvindo as pessoas e mobilizando os protagonistas no terreno».
O tema mais debatido foi a ideia de que: um concelho deve ser «constituído por algumas componentes que devem ter igual peso no crescimento e no desenvolvimento de Alpiarça implicando que as pessoas desejem viver em Alpiarça quer pela qualidade de vida quer pelos serviços disponíveis».
Deve haver ainda espaço para o turismo, consumo e lazer não só para quem venha de fora mas também para aqueles que residem cá.
Saliente na assembleia foi a «fraca produção existente no concelho e a falta de iniciativas por parte da autarquia e respectivas colectividades em termos desportivos. Quando Alpiarça leva a efeito eventos desportivos as pessoas têm que ir para fora uma vez que Alpiarça não tem capacidade na restauração».
Na área desportiva foi criticada toda a falta de apoio institucional que ultimamente tem havido para o desporto quando o concelho tem todas e mais algumas condições para singrar quer em termos humanos quer em instalações».
Houve mais algumas intervenções mas destaco que a conclusão se baseou na «deficiência de Alpiarça como o seu fraco desenvolvimento porque se encontra precisamente na incapacidade do sistema político e dos políticos do concelho porque não têm tido visão suficiente para fazer crescer Alpiarça»
Terminou a assembleia, depois de elaborada uma pequena “agenda” com os pontos mais importantes para análise e discussão futura, salientando os seguintes:
1 - Grande parte dos problemas do desenvolvimento podem-se resolver, uma vez que, somente com o envolvimento da comunidade é possível identificar, planear, executar e monitorizar o seu desenvolvimento sócio-económico.
2 – Esta “agenda” passa a ser o instrumento de integração e articulação, a nível da comunidade local para que o desenvolvimento sustentável assente em: ambiente, economia, sociedade e inovação.
3- Do diagnóstico aqui discutido sobre a actual situação do Município, ressalta a necessidade generalizada, a todos os sectores, de qualificação.
Tem de se fazer uma aposta decisiva na qualidade, na qualificação e na inovação considerando que o sucesso da implementação dos planos de acção depende da criação de uma cultura de exigência.
4 -Valorizar e qualificar o ambiente; recuperar a identidade urbana; assegurar um futuro turístico; sustentar a diversidade da base económica; e informar, qualificar e mudar.
5 – Na gestão partilhada de Alpiarça e para o desenvolvimento sustentável, a criação do sentido de partilha é um requisito fundamental. Cada um tem de perceber que o opositor não é um concorrente mas um parceiro. O sucesso de um é o sucesso de todos.
6 - Perseverança, querer e vontade de fazer são igualmente atitudes que se pedem a todos.
Se as pessoas de Alpiarça não se envolverem o nosso processo e respectivas ideias não vai para a frente.
7 – O que aqui fica assente é uma iniciativa dos membros desta reunião e só passa a existir com a mobilização de todos em torno de objectivos comuns, visando o desenvolvimento equilibrado e a melhoria das condições de vida de todos.
Um dos próximos passos deste processo será a criação de um “Fórum Local de Desenvolvimento” um espaço de reflexão, para decisões sobre o caminho a seguir nas diferentes áreas estratégicas.
Um participante da Assembleia
(Identificado perante o “Jornal Alpiarcense”).
Que é feito do bom vinho alpiarcense?
No entanto numa terra vinhateira como Alpiarça nenhum produtor local obteve qualquer medalha, excepto a Sociedade Agrícola de Gouxa e Atela, Lda. que indirectamente está ligada ao concelho.
Tempos vão em que os vinhos alpiarcenses eram procurados e a qualidade não envergonhava os produtores locais.
Juventude hipotecada
Por: José Marques
Os seus nomes são Gonçalo, 28 anos e Luísa, 27 anos.
Cresceram, compraram casa e têm um filho de 5 anos, Tiago.
O seu rendimento base líquido é de 1.200 euros.
Como ninguém lhe ofereceu a casa pagam 550 €/mês de prestação (juros 478 €e amortização 72 €). A casa custou 91.000 euros, está hipotecada por 35 anos e foi adquirida em Abril de 2004.
Mas há mais despesas: seguros 50 €; infantário 250 €; ginásio do filho 10 €; água 18 €; electricidade 50 €; gás 20 €; comunicação em casa (TV, Internet, telefone) 45 €; despesas com deslocações e viaturas 100 € ( 1 viatura para o casal); condomínio 20 €; alimentação 300 €; telemóveis 30 €; outras despesas não programadas (saúde, etc.) 50 €; outras despesas domésticas (incluindo pronto a vestir) 50 €.
Moram a 4 Km de uma cidade do sul do país com 45.000 habitantes.
A sua despesa global é de 1.543 euros.
Como resolve esta família o défice de 343 €? Ele tem um part-time de 380 €, que permite um saldo positivo de 37 €.
Esta é a vida da nossa juventude que aceitou o desafio de constituir família e ter filhos.
Como podem alguns políticos e teóricos perguntar a razão de ser da natalidade, em Portugal, estar em queda preocupante?
Como exemplificar e aceitar que 50 % do rendimento base deste casal seja o serviço da divida da habitação que decidiram adquirir para morar? Só é aceitável que esta despesa fosse o máximo de 25% do seu rendimento disponível, ou seja 300 €.
Também as despesas de infantário deveriam ser no máximo 10 % do seu rendimento base disponível: 120 €.
As despesas com viaturas e deslocações deveriam ser 50 % da actual, ou seja 50 € mês.
Com a redução para 50 % dos juros da prestação, ou seja (-239 €), a existência de uma creche na organização onde trabalha (- 130 €) uma rede de transportes urbanos ao serviço da solidariedade social (- 50 €) e mais respeito pela qualidade de vida na cidade e arredores onde mora, este agregado familiar jovem teria uma poupança de 419 €/mês.
Assim, poderia deixar o part-time para outro jovem e dispôr de mais 76 € para acumular uma pequena poupança mensal ou aumentar a circulação de dinheiro disponível para dar mais vida ao tecido económico. Poderia até satisfazer consumos de lazer, cultura, formação que fazem falta numa sociedade, cada vez mais exigente e com desafios permanentes para jovens com ambição, e desejosos de mais e melhor qualidade de vida, para sim e para os seus filhos.
A liderança politica e social, em Portugal, tem de pensar que este é um preço demasiado alto a pagar pela actual geração e a dos nascidos no século XXI.
Socorro!
Estão endividados, qualquer alteração da situação laborar resulta numa crise angustiante e socialmente injusta.
Os nomes são fictícios os números são verídicos, o caso existe.
Tal como existem muitos “Gonçalo” e “Luísa” que pagam caro o facto de pertencerem a um país que não soube optar por politicas de arrendamento de habitação, solução menos comprometedora, mais flexível e ajustada à moderna e frequente mobilidade profissional e territorial. Esta geração e as próximas não têm emprego para a vida que existiu até aqui. São cidadãos europeu e de mundo plano.
E se o Partido Social Democrata ganhar as eleições em Alpiarça?
Por: Adam
Boas… caríssimos leitores, já chega de falar e de escrever sobre o mesmo, ou seja basta de comodismos e vamos mudar um pouco as coisas, nem que seja só por alguns minutos…
Sou uma pessoa, que apesar de ter familiares que têm uma vertente mais esquerdista, sendo que alguns já ocuparam cargos públicos em que foram eleitos sob a bandeira dum Partido que quer queiramos quer não, deixou marcas da sua governação e da sua forma de governar, no entanto e apesar de todo este circunstancialismo, não sou muito adepto da dita Esquerda Revolucionária e da dita Esquerda Moderna que os Socialistas inventaram agora.
Tenho uma preferência pela Social Democracia na sua génese, pois do meu ponto de vista esta é a linha politica que mais interessa ao Português comum, ou seja aquele que se levanta todos os dias de manhã para trabalhar, de modo a proporcionar um nível de vida razoável aos que de si dependem. Não me acho mais inteligente que ninguém mas numa coisa todos nós devemos unânimes, foi com o PSD que o país mais progrediu e se calhar seria com o PSD que Alpiarça mais poderia progredir.
Assim sendo se o PSD vencesse as Autárquicas em Alpiarça, muita coisa deveria e teria de mudar, pois apesar da profunda crise em que o país está mergulhado existem inúmeras oportunidades que teriam de ser exploradas ao máximo, de modo a que a Nossa pequena localidade progredisse e se tornasse numa Grande localidade, e quando me refiro aqui em Grande, não me estou a pronunciar em termos territoriais, mas sim em termos infra-estruturais entre outros.
Para começar temos de ter uma ideia bem clara, Crescimento não é sinónimo de Desenvolvimento e quer muitos queiram quer não, Alpiarça Cresceu mais do que se Desenvolveu. É verdade que agora temos um parque industrial minimamente decente, temos alcatrão por tudo o que é rua, temos saneamento básico, um centro de saúde razoável, acessos, etc etc…
No entanto e apesar das transformações a que a nossa Vila foi alvo, falta-nos melhorar a nossa Zona Industrial, de modo a que a mesma se torna a mais competitiva da Região, pois como todos sabemos uma Zona Industrial moderna é o motor de desenvolvimento da Localidade em que está inserida. Basta de espalhar alcatrão na Zona Industrial de Alpiarça e não passar disso, tem de se promover o empreendedorismo, nem que seja a vender os terrenos da mesma a 1 cêntimo por metro quadrado a empresas que se mostrem capazes de gerar empregos e receitas dinamizantes de toda a economia local. Teria de se criar um Centro de Incubação de Empresas, centro esse que teria o papel de dar as indicações capazes de levar as novas empresas instaladas no concelho a crescer e a se tornarem o principal motor de uma região que se encontra órfã de novas ideias.
Teria de se rever toda a metodologia utilizada nas obras camarárias, pois estas na sua grande maioria são mal estruturadas e tornam-se em diversos casos mais problemáticas que solucionadas de problemas existentes á longos anos.
Pergunto-me eu como é possível que se gaste o dinheiro dos Nossos impostos a pavimentar estradas onde não se fazem passeios? As pessoas que não se deslocam noutro tipo de veiculo devem ter asas e devem voar!!!
É certo que temos uma ETAR, que supostamente deveria tratar as águas e devolver as mesmas no fim do tratamento á Vala de Alpiarça, que mais não é do que uma lixeira em Estado Liquido, onde ao seu lado tem um caminho pedonal onde se gastou uma fortuna e não serve para mais do que meia dúzia de agricultores andarem lá com os seus tractores a partir o que lá está feito. No caso da Vala a alternativa a todo aquele degredo seria multar em milhões de euros as Industrias que a têm vindo a poluir e com esse dinheiro terminar com aquele cemitério de agricultores que existe ao lado da vala e criar-lhes um local com dignidade onde os mesmos possam vender o que produzem sem estar a levar com aquele cheiro horrível que é sinónimo do Crescimento. Se calhar muitos de vós nunca tiveram oportunidade de conhecer o Aquapolis de Abrantes, no entanto quem não conhece, deverá fazer uma visita ao mesmo e então verificará que um empreendimento do mesmo género só que mais em ponto mais pequeno era o ideal para a zona da Ponte de Alpiarça.
É verdade que a natureza deve ser respeitada ao máximo e devemos preservar as espécies existentes no Planeta, no entanto nunca ninguém se lembrou de perguntar de onde é natural o Cavalo do Sorraia?
Pois é o Cavalo do Sorraia é uma espécie que tem de ser protegida, mas quem deveria de abraçar esse ónus seriam os Concelhos ribeirinhos do Rio Sorraia, como por exemplo Coruche. Se era do entender de quem mandava que se deveria investir em cavalos, porque não investir em cavalos Lusitanos? Se calhar temos excelentes condições para criar um centro de criação de Cavalos Lusitanos, centro esse que com um bom investimento poderia gerar riqueza, pois os cavalos aí nascidos e criados poderiam ser treinados e depois “bem”vendidos, não só para toureio mas também para outras actividades lúdicas.
Não seria já altura de alguém intervir e de acabar com o caos em que anda o Agrupamento de Escolas de Alpiarça?
Se calhar já está na altura de dinamizar o ensino ministrado em Alpiarça, tornando-o melhor, mais eficiente e eficaz, capaz de formar pessoas capazes de enfrentar os desafios futuros. Para isso não basta os Arraiais de fim de ano, é preciso convicção e determinação de modo a colocar as nossas escolas naquilo que é de facto importante, ou seja as escolas devem ser parte integrante da vida dos jovens, ou seja devem ser factor de proximidade social e não o inverso.
Estes são apenas alguns dos problemas dos últimos anos que uma hipotética vitória do PSD teria para resolver, mas no entanto não são os únicos. Existem problemas mais antigos que continuam por resolver, como o que escrevi na semana passada, a AgroAlpiarça é um problema antigo que resulta da sua estrutura. Este é um problema que teve origem ainda no tempo da “outra senhora” e que muito pouco se tem falado porque não convém a muita gente. Neste caso a solução passa pelo que já referi, ou seja reestruturar de modo a reduzir os custos fixos, o que se traduzirá num curto espaço de tempo em deixar de alienar, mas sim voltar a investir em produções de alto rendimento e de baixo custo. Com a crise que existe á inúmeros anos no sector vitivinícola cabe na cabeça de alguém investir nesse mesmo sector?
A resposta é não, mas no entanto a inteligência de muitos cooperadores dessa mesma instituição nunca chegou a essa conclusão e alguns deles até fizeram o mesmo a titulo privado o que fez com que os mesmos também estejam a incorrer em diversos prejuízos.
Não nos podemos também esquecer da falta de planeamento que sempre existiu na CMA, ou seja não se admite andar á mais de 14 ou 15 anos para rever um documento a que se dá o nome de Plano Director Municipal, ou seja muito provavelmente nos próximos 2 a 3 anos teríamos um PDM totalmente revisto e actualizado, teríamos também de certeza um comércio mais dinamizado, não só através de incentivos a este tipo de investimento, mas também através da cedência de espaços apropriados para a expansão do mesmo.
Caros leitores para a semana teremos a continuação desta hipotética vitória.
Adam
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Resultados do Concurso de Vinhos - Engarrafados do Ribatejo/2009
Ilda Figueiredo à vontade nos terrenos da campanha
Alpiarça está a envelhecer
Já se começa a ver pequenas habitações com as portas escancaradas de onde dimana odores putrefactos, como é o caso de algumas instalações sem actividade na Zona Industrial.
Arraiais Populares vão contar com a presença do “Quim” que vai passar pelo Casalinho, vindo de outras bandas
“Gente Fina” conseguiu saber por “portas e travessas” que Sónia Sanfona após ter concluído o relatório das trafulhices de Oliveira e Costa, no Caso do BPN, já está pronta para as “iscas”, isto é: livre para começar a sua verdadeira subida ao “poder autárquico”.Como Sónia não gosta que lhe passem a perna, vai daí: já nomeou uma nova “comissão de santos e adjuntos” de forma que este ano os “Arraiais Populares de Alpiarça” seja uma festa de arromba.
Os “Arraiais Populares” vão contar com a presença de Quim Barreiros.
“Quim Barreiros” o homem espectáculo. Dizem os adivinhos que nas campanhas em que o Quim participa ganha sempre aquele que o convidou e lhe pagou o melhor cachet.
Viva o Quim e viva Alpiarça, a certeza da razão.
Por: “Gente Fina”
Arraial Popular da CDU

quinta-feira, 4 de junho de 2009
Sónia Sanfona é o novo rosto do PS para a Câmara de Alpiarça
“Não vejo a minha candidatura como uma ruptura, porque queremos continuar à frente dos destinos da autarquia. Vejo-a como o início de um novo ciclo, com pessoas, um estilo e forma de estar diferentes”, afirmou a candidata socialista à presidência da Câmara de Alpiarça, Sónia Sanfona, manifestando vontade em manter vivo o apoio do movimento “Alpiarça em Razão”, que apoiou o PS nas últimas eleições autárquicas.Para a actual deputada à Assembleia da República, jurista de 37 anos, a sua candidatura à autarquia é um desafio, uma vez que corresponde a um “projecto sustentado, inovador e dinâmico para uma fase difícil”. E elege como objectivos “potenciar o trabalho feito, nos últimos 12 anos, que mudaram o rosto de Alpiarça e melhoraram as condições de vida, para toda a população do concelho veja melhorada a sua qualidade de vida”.
“O trabalho nunca está todo feito, há sempre muito para fazer, e aceitei este desafio com o mesmo objectivo: servir os alpiarcenses”.
A pensar no futuro?

O menino que quer ser cavaleiro
Vestido a preceito com calças bege, botas pretas de cavaleiro e também o boné preto tradicional de um praticante de hipismo, Afonso Antunes percorre o recinto destinado à escola de hipismo da Reserva Natural do Cavalo do Sorraia no segundo dia da 12ª edição da Feira do Vinho do Ribatejo que terminou no domingo, 31 de Maio, em Alpiarça. Montado na égua castanha Íris, Afonso ouve com atenção os conselhos do professor de equitação, Pedro Ferreira, que, de vez em quando, lhe corrige a postura em cima do animal. O jovem aproveita os dias de feira para aprimorar a técnica e tornar o seu sonho de criança em realidade.
Com 10 anos, Afonso, natural de Alpiarça, começou a montar a cavalo com seis anos. De início, confessa que não foi fácil convencer os pais a deixarem-no ir para a escola de equitação mas com algumas técnicas conseguiu os seus intentos. “Foi um bocadinho difícil mas portei-me bem, tirei boas notas e fazia sempre o que eles mandavam. E eles deixaram-me vir”, afirma o aluno do quarto ano com um sorriso maroto.
Não sabe explicar como nasceu a paixão pelos cavalos. Só sabe que sempre foram os seus animais preferidos e adorava vê-los passar nas feiras. Recentemente, Afonso recomeçou novamente com os treinos. Desta vez mais a sério. O jovem de pele clara, cabelo loiro e olhos azuis sonha em ser cavaleiro. Ainda não decidiu se vai enveredar pela área tauromáquica ou pelas competições de hipismo. “O que sei é que vou lutar para ser campeão de cavalos”, confessa com um brilho nos olhos.
“Jovens enólogos trouxeram uma nova forma de ver o vinho”
A inauguração oficial decorreu na tarde quente de quinta-feira, 28, contando com a presença do secretário de Estado Adjunto da Agricultura e das Pescas, Luís Vieira, dos vereadores e da presidente da câmara, Vanda Nunes. Também participaram os presidentes das câmaras municipais de Almeirim e Chamusca, José Sousa Gomes e Sérgio Carrinho, respectivamente, membros de confrarias gastronómicas do distrito do Ribatejo bem como vários populares que quiseram visitar o certame logo no primeiro dia.
A candidata do Partido Socialista (PS) à Câmara de Alpiarça nas próximas eleições autárquicas, Sónia Sanfona também participou na visita oficial à feira. Durante o discurso, a presidente do município (PS), Vanda Nunes, afirmou que com a Feira do Vinho do Ribatejo a autarquia pretende dar um pequeno contributo no que respeita à promoção dos vinhos do Ribatejo.
“Alpiarça está no centro do Ribatejo e usufruímos o que o mundo rural tem de diferente e de melhor. Temos que saber tirar partido e promover essas diferenças. Precisamos de todos os produtores, agentes e empresários para que o mundo rural seja reconhecido e possa alcançar competitividade e modernidade”, referiu a autarca.
Também o secretário de Estado destacou a melhoria da imagem dos vinhos portugueses na última década referindo que tal facto “deve-se também ao trabalho de jovens enólogos que surgiram e trouxeram uma juventude e uma nova forma de ver o vinho. O que se traduziu numa melhoria da imagem e da qualidade dos nossos vinhos”.
Luís Vieira salientou ainda a importância do Ribatejo e que têm aparecido marcas da região que se têm afirmado no mercado internacional. Na sua opinião a reestruturação da vinha e a promoção dos vinhos no mercado mundial são duas áreas fundamentais no desenvolvimento dos produtos vinícolas.
“Nos últimos sete anos, o Ministério da Agricultura reestruturou cerca de 35 mil hectares de vinha dos quais 2500 hectares foram no Ribatejo. Apareceu nesta região uma dinâmica de forma a criar melhores condições de trabalho que permitam melhorar também a qualidade dos produtos”, afirmou, acrescentando que em relação à promoção dos vinhos portugueses existe um programa entre o Governo e as várias entidades certificadoras a nível nacional e internacional. “Muitos empresários concorreram a este programa para a promoção dos seus produtos para países como Angola, Brasil, EUA e Canadá”, concluiu.
Uma direcção de gente jovem no Clube Desportivo “Os Águias” de Alpiarça
A surpresa começou logo no acto eleitoral, habitualmente dirigido por pessoas com peso na comunidade. A eleição de uma direcção formada por gente jovem foi pacífica e não deixou desconfianças. “Somos um grupo de gente jovem que durante os seus poucos anos de vida esteve sempre ligada ao clube, quer como atletas, quer como dirigentes, os nossos familiares também tiveram uma boa cota parte de apoio à vida do Águias, por isso foi um grupo bem aceite pelos sócios”, garantiu o presidente Henrique Santana.
O grupo directivo apresentou um projecto, que passa por continuar o saneamento financeiro do clube, sem que com isso tenha que paralisar a sua actividade em prol dos sócios e da população do concelho de Alpiarça. “O nosso projecto é muito simples as pessoas compreenderam-no e não hesitaram em seguir um caminho diferente do habitual. Caminho que normalmente assentava em direcções presididas por pessoas mais experientes”, disse o presidente.
A primeira grande medida de racionalidade tomada pela direcção foi mudar a agulha em relação ao futebol sénior. “Não queremos que acabe por completo, mas só haverá uma equipa de futebol sénior no Águias, se aparecer um grupo de pessoas que peguem nele com responsabilidade, e os jogadores terão que jogar por amor à camisola. Nós estamos abertos a ajudar nalgumas despesas e no apoio logístico, mas nada de loucuras”, garantiu Henrique Santana.
A grande aposta continua a ser o futebol jovem. “Vamos continuar a dinamizar o futebol jovem, queremos ter todos os escalões de formação, incluindo os juniores. Para isso vamos pedir a ajuda dos pais e familiares dos jogadores, para nos apoiarem neste importante desafio de renovar o Clube Desportivo “Os Águias” de Alpiarça”, disse o dirigente, acrescentando que numa prova de dinamização do futebol jovem o clube vai ter duas equipas a participar no Torneio Internacional do Algarve.
Henrique Santana e mais alguns dos jovens dirigentes já faziam parte dos anteriores corpos gerentes, conheciam bem os problemas e a situação do clube o que facilitou a sua vinda para a direcção do clube. “Avançámos porque entendemos que não podíamos deixar cair novamente o clube numa situação tão difícil como a que a última direcção presidida por Armindo Pinhão tinha encontrado”, referiu.
Aliás Henrique Santana fez questão de não criticar nenhuma das direcções que passaram pelo clube antes de si. “Todas fizeram o que lhes parecia melhor”, mas fez questão de elogiar a direcção presidida por Armindo Pinhão. “Quando essa direcção entrou, há dois anos, a situação do clube era muito delicada. Havia uma dívida de cerca de 100 mil euros, e quando nós tomámos posse a dívida cifrava-se em apenas cerca de 32 mil euros. Em dois anos a última direcção fez uma excelente gestão e reduziu muito o passivo do clube”.
“Tomámos boa nota disso e vamos continuar por esse caminho. Estamos a cumprir escrupulosamente com todos os compromissos assumidos. A dívida à segurança social irá ficar paga ainda antes do final deste ano e a das finanças vai terminar antes do final do nosso mandato”, garantiu Henrique Santana.
Como já referiu, a direcção presidida por Henrique Santana, não quer que esta situação paralise o clube. Vão ter que procurar fontes de receita que não são fáceis de encontrar. “Mas toda a equipa directiva tem ideias concretas. Vamos desenvolver várias actividades, para angariar fundos, organizando torneios de várias modalidades e outros festejos”.
Esta direcção alterou a forma de trabalhar com as secções do clube. “Agora todas as secções mantêm alguma autonomia, mas tudo o que pensem fazer terá que passar pela direcção, para que não existam situações de dúvida como existiram no passado”. Neste momento temos a funcionar secções de karate, com 40 praticantes, ginástica, com 50 ginastas, com alguns atletas num patamar bastante elevado nos trampolins, o que nos vai obrigar a fazer algum investimento em equipamentos e técnicos ainda mais especializados, para que os jovens continuem a evoluir e atingir patamares ainda mais elevados”, referiu o presidente.
Existem ainda, secções de ciclismo, com ciclismo veterano e cicloturismo, pesca. “Há também um grupo que quer criar uma secção de futsal, mas é uma situação que tem que ser bem analisada, porque teremos que tratar do piso do pavilhão”.
Por fim Henrique Santana garantiu que está a ser elaborado um projecto para remodelação dos espaços da sede. “Já criámos uma sala de jogos, a que demos o nome de um sócio antigo, ficou a chamar-se Sala de Jogos José João Arraiolos. Reorganizámos e embelezámos a sala de troféus. E vamos remodelar por completo a entrada, onde queremos criar um espaço Internet de banda larga, vamos renovar o mobiliário e forrar as paredes com fotografias e textos que contem um pouco a história do clube, temos três sócios amigos a trabalhar nessa parte”, referiu.
A vontade de trabalhar deste grupo de jovens está a galvanizar os sócios mais antigos, e a transformação do Clube Desportivo “Os Águias” está a fazer-se com calma e sem sobressaltos, e num futuro próximo o presidente do clube garante que terá uma sede mais apelativa e um clube mais moderno e dinâmico.
Desfaçatez e desvergonha
Abundam os exemplos do que acima é dito: são aos milhares - sublinho: aos milhares! Aqui ficam dois:
1 - Há dias, a SIC resolveu fazer uma peça sobre a Marinha Grande e para lá deslocou a respectiva equipa que começou por ouvir gente da terra a falar da história de luta do povo marinhense e dos seus históricos vidreiros. Pela força das circunstâncias, lá tiveram que ouvir alguns militantes comunistas - vidreiros - os únicos aliás que, com conhecimento de causa, podem falar dessa luta. Mas cedo ficou claro que a SIC não queria falar com comunistas, que não fora à Marinha Grande para ouvir marinhenses a falar das suas lutas. Cedo ficou claro que o que a SIC queria era fazer propaganda ao BE numa localidade onde é conhecida a influência dominante do PCP - e onde, por isso, a SIC queria forjar a ideia (e divulgá-la como verdade) de um ascenso da influência do BE... a pedir votos, é claro...Como é que a SIC fez isso? Muito simples: primeiro pôs o conhecido vidreiro Miguel Portas a dizer que sim e mais que também, blá-blá-blá.Depois tomou a palavra um «jornalista» que, entre outras pertinentes afirmações, disse, mais coisa menos coisa, que a Marinha Grande das grandes tradições de luta, continuava a ser uma referência para as forças de esquerda: o PS, o POUS e o BE!!!Entretanto, enquanto o «jornalista» debitava as suas estórias, a câmara ia-se deslocando... cirurgicamente... até parar, milimetricamente... num cartaz de campanha eleitoral do BE, com Miguel Portas a pedir o voto...Que grande órgão de informação é esta SIC!
2 - Ontem, o DN publicou, com grande destaque, uma peça intitulada «Os pretensos candidatos à Europa». Tratava-se de duas cartas de dois leitores do jornal com «duras críticas à forma como está a decorrer a campanha eleitoral», em matéria de intervenção demagógica, oportunista e desonesta dos candidatos - e, claro, metendo todos os candidatos no mesmo saco escuro da demagogia, do oportunismo e da desonestidade. Até aqui, nada a comentar, a não ser para dizer que os referidos leitores têm todo o direito de expressar as suas opiniões (ou melhor: as opiniões que julgam ser suas...) e que o DN tem todo o direito de publicar essa opiniões (fingindo que nada fez para que os leitores pensassem o que pensam...).Só que, a peça é ilustrada com uma fotografia... adivinhem...Exactamente: uma fotografia de um comício da CDU! - como que a dizer aos leitores: aqui estão os candidatos demagogos, oportunistas e desonestos: não votem neles...
Obviamente, num caso como no outro, nada daquilo tem a ver com jornalismo nem com informação.Trata-se de propaganda baixa, de manipulação rasteira, de descaro sujo, de desinformação porca, de... acrescentem o que quiserem - que eu não suporto mais este cheiro nauseabundo: estes média cheiram mal: cheiram a... média...
Recolha de Sangue
A iniciativa terá inicio pelas 9 horas, estando agendada a recepção de Dadores até às 13 horas.
Contamos consigo.
Gabinete de Inserção Profissional em Alpiarça
Actividades a desenvolver pelo Gabinete de Inserção Profissional (GIP)
As politicas europeias não são esclarecedoras
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Concurso dos melhores vinhos do Ribatejo
Entre a centena de vinhos em competição no Concurso de Vinhos Engarrafados do Tejo, foram 34 os que mereceram a distinção pelo júri com nove medalhas de ouro e 25 de prata. Três dos vinhos premiados com o ouro, os brancos Guarda Rios de 2007 e Terra de Lobos Fernão Pires de casta Sauvignon 2008 e o tinto Quinta da Alorna Reserva Touriga Nacional das castas de Cabernet Sauvignon 2007, foram ainda distinguidos com Medalhas de Excelência, de acordo com as regras internacionais de concursos de vinhos.
Para as medalhas de ouro, o júri elegeu seis tintos e três brancos de colheitas entre os anos 2005 e 2008. Os produtores Quatro Âncoras e a Sociedade Agrícola Quinta da Ribeirinha viram os seus vinhos premiados com duas medalhas cada um. No total foram nove as medalhas de ouro atribuídas.
Vinte e cinco dos vinhos a concurso foram distinguidos com medalha de Prata pela equipa de júris presidida por João Sardinha da Cruz, chefe de câmara de provadores da CVR Tejo. Entre os vencedores, destaque para a Adega Cooperativa do Cartaxo que viu três dos seus vinhos distinguidos – Bridão Clássico Tinto 2006, Bridão Touriga Nacional e Xairel Branco 2008.
Com estas distinções, o concurso veio comprovar a qualidade dos vinhos certificados como “Denominação de Origem Controlada”, designação atribuída a vinhos cuja produção está tradicionalmente ligada a uma região geograficamente delimitada, e dos “Vinhos Regionais do Tejo”, classificação dada a vinhos produzidos numa região específica de produção. Entre os vencedores, encontram-se representadas as várias sub-regiões banhadas pelo rio Tejo - Almeirim, Alcochete, Cartaxo, Coruche, Santarém e Tomar.
O Concurso de Vinhos Engarrafados do Tejo é uma organização da Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo que conta com o apoio da Câmara Municipal de Alpiarça e da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo.
Muitos eleitores sugerem um maior debate sobre as questões eleitorais
A União Europeia é uma realidade quer queiram quer não.
E os cidadãos portugueses estão muito mal informados quanto ao seu funcionamento ( para o bem e para o mal).
Sabem que na Bélgica é obrigatório o voto?
Quem não vota paga multa?
Não estou a querer dizer que se deva fazer o mesmo no nosso País.
Mas... com o cartão de cidadão as pessoas ficam automaticamente recenciadas. Os jovens estão preparados e estimulados para este acto?
Ainda sobre o acto eleitoral que têm feito os os partidos para esclarecer cada cidadão sobre a União Europeia?
Este espaço também deve servir para isso!
«Leitor do "Jornal Alpiarcense"
Barulho demais e alta velocidade no Frade de Cima
A população do Frade de Cima vive num permanente alvoroço por causa das altas velocidade dos automóveis e motos.
Uma insegurança que atormenta os residentes porque os condutores e, nomeadamente os jovens nas suas motos, circulam a altas velocidades e com barulhos estonteantes que não dão sossego à população como as crianças não podem circular em segurança, sujeitando-se a todo o tipo de imprevistos.
Foi proposto pelo vereador Mário Pereira à Câmara, para que esta mande colocar algumas lombas nas principais e mais movimentadas artérias do Frade de Cima. Uma proposta discutida mas sem efeitos imediatos porque tudo continua na mesma.
Não bastasse, a falta de policiamento contribui para que o trânsito no Frade de Cima esteja entregue ao abandono porque a presença da autoridade raramente é vista neste sítio.
A CDU abre novo espaço em Alpiarça

Tribunal de Almeirim procede a sorteio de jurados
O processo, que contará ainda com um segundo sorteio para a selecção final dos quatro jurados, não tem ainda audiências de julgamento marcadas e vai decorrer em separado do processo do outro suspeito, detido na altura dos factos e que se encontra desde então em prisão domiciliária com pulseira electrónica a aguardar julgamento,disse à agência Lusa fonte do Tribunal.
O posto da GNR de Alpiarça foi alvejado uma primeira vez na madrugada de 14 de Janeiro de 2008 e uma segunda vez em Abril, tendo os disparos provocado danos em portas e janelas, não se tendo registado vítimas.
«JR»
Destaque ao que tem sido feito em campanha eleitoral
A CDU QUER RECONQUISTAR A CÂMARA PARA DEVOLVER ALPIARÇA À POPULAÇÃO
terça-feira, 2 de junho de 2009
Miguel Arrailos já se encontra a estagiar em França
Comicio em Alpiarça com Ilda Figueiredo
Por: Octávio Augusto
NR: Informamos os leitores de que este comício levado a efeito, ontem, dia 1 de Junho, contou com a presença de Ilda Figueiredo,enchendo por completo (como se pode ver nas fotos) o Largo do "Águias" como ainda estiveram presentes quase todos os órgãos de informação do país para fazer a respectiva cobertura.
Ilda invocou em Alpiarça: S. Vital que não faz milagres
O milagre era para acontecer hoje. Vital Moreira prometeu há dias que as Minas de S. Domingos, encerradas há 30 anos, reabriam esta segunda-feira. Continuam fechadas. Afinal o candidato socialista referia-se às de Aljustrel. Em S. Domingos, tudo está como dantes.
A cabeça de lista da CDU, Ilda Figueiredo, lembrou a gafe de Vital, na noite fresca de Alpiarça. “As minas vão abrir agora por qualquer milagre, não sei se de S. José ou se de S. Vital. A verdade é que as minas continuam sem laborar.” Em S. Domingos não houve santo socialista que lhes valesse.
Num comício que encheu o largo de “Os Águias”, clube deste município ribatejano, terra de tradições ciclistas, Ilda Figueiredo puxou um pelotão de temas, para rematar com propostas para os mais pequenos, no Dia da Criança.
A eurodeputada defende o alargamento da distribuição de frutas e legumes todos os dias para as crianças da mesma escola, ao contrário da resolução da Comissão Europeia, que propõe que, apenas uma vez por semana, as crianças dos 6 aos 10 anos tenham fruta e legumes à mesa.
Antes da festa-comício, Ilda Figueiredo acompanhou com pézinho de dança “A Formiga no Carreiro”. “Mudei de rumo, já lá vem outro carreiro”, cantava-se. A candidata espera que a música seja o mote da noite de 7 de Junho.
José Saramago reconhece-se na estátua feita por Armando Ferreira
"Revejo-me, reconheço-me nela. Sem qualquer dúvida, sem qualquer resistência", afirmou.
Da autoria do escultor Armando Ferreira, de Alpiarça, a obra tem uma dimensão superior ao tamanho natural, que o escritor explicou dever-se à necessidade de a harmonizar com a praça. Na estátua, o escritor é retratado com um ar pensativo, a olhar em frente, com um livro pendendo de uma mão. "A expressão dos olhos é muito bem dada. Há um pensamento ali que o escultor pôde traduzir no modo como o olhar se fixa na distância", elogiou o romancista.
Os 32 500 euros do custo da estátua foram recolhidos pelo grupo "Mais Saramago", formado por leitores que se têm dedicado a identificar textos do escritor que não estão assinados e que foram publicados em revistas ou em prefácios de livros de outros autores portugueses
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Dominio de Triatletas de Alpiarça Continua & Torneio FUTSAL
Por: João Sardinheiro
PROVA TT DE HOMENAGEM
Por: João Sardinheiro
Protocolo com o Agrupamento de Escolas de Alpiarça
Rastreio no Frade de Baixo
Pedaços de história alpiarcense
A derrota dos Alpiarças
Ao fim de 25 séculos, as muralhas castrejas do Castelo da Amoreira, na serra do mesmo nome, sobranceira a Odivelas, cederam finalmente ao avanço dos intrusos.
…”A ameaça não veio dos inimigos tradicionais do povo de Alpiarça que no séc. V a. C., ergueu o castro de Amoreira, mas surgiu sob a forma de antenas de rádio e televisão e do cimento das casas clandestinas. Uma “invasão” que tem provocado a degradação da estação arqueológica, a qual continua a aguardar classificação como património cultural.
A mais recente agressão ao “campus” arqueológico foi o início da instalação no cimo da acrópole do monte de um retransmissor da Tele Difusora de Portugal (TDF) – equipamento suportado por uma torres de 50 metros de altura e de um edifício de apoio em alvenaria – que se veio juntar a uma “floresta” de antenas de rádio, utilizadas pelo bombeiros, judiciária, estações de rádio locais e ainda a um depósito de água dos Serviços Municipalizados de Loures. A autarquia não esteve com meias medidas e, ao abrigo de um parecer do Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), embargou a obra da empresa difusora do sinal da RTP e SIC.
Em 1983, Carlos Valverde, então estudante em Odivelas, “tropeçou” ocasionalmente num machado polido: um acidente que trouxe arqueólogos até à serra da Amoreira (mais propriamente um monte, com 313 metros de altitude, assente sobre bancadas de calcário do Cenomaniano superior). Três anos depois, e após a descoberta de novos achados arqueológicos (sobretudo fragmentos de cerâmica), Gustavo Marques, arqueólogo do Museu de Loures identificava os vultuosos alinhamentos concêntricos de grandes pedras negras de basalto como mais uma estação da Cultura de Alpiarça, datada da época do Ferro Inicial. Do ponto de vista científico era mais uma “acha para a fogueira” da polémica ibérica sobre o que terão sido duas culturas em tempos diferentes – para os espanhóis estava-se no Bronze Final, para os arqueólogos portugueses eram do Ferro final os vestígios primeiramente encontrados em Alpiarça.
Para Gustavo Marques, acérrimo defensor da tese da cultura Alpiarcense, o castro da Amoreira tem “um semelhanças indesmentíveis com outros povoados da mesma cultura, que se localizam na sua proximidade. Seria o caso “do povoado da mesma época reconhecido no claustro da Sé de Lisboa e provável ocupação do Castelo, no povoado de Santa Eufémia (Sintra), no castro do Socorro (Torres Vedras), na Pena do Barro (Torres Vedras)… Todo um horizonte cultural que corresponde, em data, nos clássicos lusitanos da nossa proto-história – conclui o arqueólogo do Museu de Loures.
Pela importância da estação, o Museu pediu (em Junho de 86) a classificação do monumento ao então IPPC – uma classificação que ainda não foi deferida pelo IPPAR, o organismo seu sucessor na estrutura da Secretaria de Estado da Cultura. Contudo, segundo a legislação referente ao Património (Lei 13/85, de 6 de Julho), a partir do momento em que é aberto o processo de classificação, toda e qualquer obra na zona de protecção está condicionada, devendo ser submetida ao parecer do IPPAR….
Compilado por: António Centeio
Fonte: «Público, de 19.04.93
CDU no distrito de Santarém a dramatizar apelo ao voto
Escritor emocionou-se ao ver estátua

Perante um verdadeiro banho de multidão, o Nobel da Literatura emocionou-se vendo-se representado sentado num banco de jardim no largo da Praça, de livro na mão, a observar intemporalmente os habitantes da aldeia que tanto adora.
"Estou inaugurado e muito feliz por isso", gracejou o escritor, que fez questão de estar presente, apesar dos problemas de saúde com que se tem debatido nos últimos meses. E não foi fácil convencer José Saramago a permitir esta homenagem, uma ideia que demorou dois anos a concretizar e que partiu de José Miguel Noras, ex-presidente da Câmara de Santarém.
O presidente da Junta de Freguesia de Azinhaga e amigo pessoal do escritor, Vítor Guia, teve mesmo de ir persuadi-lo a Lanzarote. "Deixem-me morrer e depois façam-me as estátuas que quiserem, para os pássaros sujarem à vontade", foi a primeira resposta de José Saramago, que, no dia seguinte, mudou de ideias.

