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terça-feira, 9 de junho de 2009

Rosa do Céu não gostou de ver a máquina apontada na sua direção

O presidente da Entidade Regional de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo (Rosa do Céu) e a presidente da Câmara de Alpiarça (Vanda Nunes), que lhe sucedeu no cargo autárquico no ano passado, aproveitaram a inauguração da Feira Nacional de Agricultura em Santarém, no sábado, para trocar impressões. O pior foi quando Joaquim Rosa do Céu viu a câmara fotográfica de O MIRANTE apontada na sua direcção. Ossos do ofício de quem é figura pública, ainda por cima remunerada com o dinheiro dos nossos impostos
«O Mirante»

Militares da GNR apanham sementes para análise

Vários militares da GNR andaram num plantio apanhando várias sementes que já se encontravam plantadas para análises bacterianas.

Nesta plantação (situada na saída no Casalinho para com o Frade de Cima )os militares recolheram algumas sementes para as empacotar com destino ao Ministério da Agricultura a fim de serem analisadas.

As sementes aqui utilizadas apresentam possibilidades de contaminação acima dos valores de referência para os consumidores.

Casalinho quase junto a Alpiarça

O lugar do Casalinho aos poucos vai crescendo. Uma nova casa aqui, uma nova vivenda acolá, uma moradia além, lentamente vai-se aproximando da sede do concelho.

Sinal de progresso e de expansão demonstrando que os residentes deste lugar aos poucos e sem se aperceberem estão a contribuir para o crescimento deste típico lugar alpiarcense, possuidor de uma cultura muito própria e de um passado muito rico quer em termos industriais quer humanos

A dinâmica levada a efeito no Casalinho como o tipo de construção existentes faz com que a aspecto antigo passe ao moderno por causa da destrinças existentes como ainda nas cores que imperam.´

Dotado o lugar do Casalinho de boas infra-estruturas como de arruamentos, praticamente todos alcatroados, não faltarão muitos anos para que a habitação deste lugar esteja junta a Alpiarça

segunda-feira, 8 de junho de 2009

OS COMUNISTAS NÃO GUARDAM A BANDEIRA EM CASA, ORGULHAM-SE DELA PORQUE REPRESENTA MUITAS GERAÇÕES DE ALPIARCENSES E DE PORTUGUESES

Os comunistas não costumam guardar as bandeiras em casa durante muito tempo. Pelo contrário, têm muito orgulho nas suas bandeiras, no que representam para muitas gerações de alpiarcenses e de portugueses, e aproveitam todas as oportunidades para as desfraldar.

A luta dos comunistas e dos seus aliados é a da defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo, e, essa, é de todos os dias, em todos os locais, com todas as bandeiras que lhes seja possível reunir.
Esta é uma verdade que o preconceito anticomunista e de classe (embora muitos nem se apercebam) não consegue apagar. Em Alpiarça, se alguém mostra as suas bandeiras, se alguém sai para a rua para esclarecer, para convencer das justas posições, para mobilizar, é o PCP e a CDU.

Houve alguém que tivesse feito alguma coisa para que os alpiarcenses fossem votar no domingo passado para além da CDU? Algum dos outros partidos concorrentes procurou esclarecer ou convencer as pessoas dos seus projectos?
Para além da CDU, houve outros partidos que tivessem distribuído propaganda, que procuram contactar os eleitores, que tivessem reunido 500 pessoas no largo dos Águias com os candidatos ao PE? Houve algum outro partido que, no mínimo respeito pelo eleitorado tivesse feito a menor acção que fosse de campanha, para além da CDU?

Podem estar certos de que a CDU continuará a contactar, a mobilizar, a procurar, em conjunto com os alpiarcenses, o melhor para o futuro.
«De um leitor do "Jornal Alpiarcense" em resposta a um comentário publicado neste jornal»

A mancha abstencionista

A melhor defesa da abstenção enquanto tomada de posição. A teoria política deve reformular-se para ser capaz de entender esta forma de participação política. Porque, mesmo que a abstenção possa também ser identificada com a atitude comodista, sessenta e três por cento de abstencionistas é muita gente para poder cair no chapéu de comodista. E, se analisarmos a diferença entre o número de inscritos e os votantes, em 2004 e 2009, a percentagem abstencionista sobe para valores próximos dos oitenta por cento.

A mudança para melhor gestão, mais próxima dos interesses de Alpiarça, está a chegar

Também penso que não há muita margem para comparar eleições diferentes, mas é sempre um exercício legítimo não é de modo nenhum absurdo, até porque o universo eleitoral é o mesmo (eleitores recenseados em Alpiarça) para qualquer eleição.

Comparando com as últimas autárquicas de 2004, a CDU passou de 1093 para 1256 votos (+ 163) e o PS passou de 1200 para 609 (-591).
Em 2004 os níveis de abstenção foram sensivelmente os mesmos. Logo, pode-se concluir facilmente uma significativa tendência de subida para a CDU e uma estrondosa derrota do PS em Alpiarça.
Se a CDU continuar a trabalhar da forma serena e determinada com que o tem feito, esta tendência vai manter-se nas legislativas já em Setembro e também nas autárquicas em Outubro.
Os alpiarcenses estão fartos do PS do Sócrates e companhia no governo, com todas as mentiras e as políticas ao serviço dos ricos e poderosos, da destruição do aparelho produtivo nacional em cedência aos grandes interesses, da destruição de direitos e conquistas dos trabalhadores.
Os alpiarcenses estão fartos do PS e do Alpiarça/razão, R.Céu e de todos os que estiveram com ele, que o apoiaram e que apoiaram as políticas de direita de Sócrates.A mudança está a chegar a Alpiarça. A mudança para melhor gestão, mais próxima dos interesses de Alpiarça, está a chegar!
«Leitor do "Jornal Alpiarcense"»

PSD vence eleições para Parlamento Europeu PS sofre derrota histórica

O Partido Socialista obteve o pior resultado de sempre, em termos numéricos, nas eleições europeias de 7 de Junho, descendo, pela primeira vez na sua história, abaixo do milhão de votos, conseguindo apenas 26,6% dos votos e 7 deputados.
O grande vencedor em termos absolutos foi o PSD, obtendo 31,7% dos votos e 8 deputados. Contudo, o partido que mais cresceu foi o Bloco de Esquerda obtendo 10,7% dos votos, passando de um para, previsivelmente, três deputados. CDU e CDS-PP também aumentaram a sua votação, obtendo 10,7% e 8,4% dos votos expressos, respectivamente, mantendo, cada um, dois deputados.
De referir ainda que o PS perdeu em todos os distritos do País, à excepção de Lisboa, onde conseguiu vencer o PSD por uma margem mínima (menos de 1%).

A derrota do PS em Alpiarça é fruto da politica desatrosa dos socialistas alpiarcenses

Esta derrota do PS face à CDU em Alpiarça é fruto da política desastrosa não só do governo mas sobretudo do Dr. Rosa do Céu e da Drª Vanda Nunes.
São estes os verdadeiros derrotados neste concelho e a Drª Sónia Sanfona terá um trabalho árduo para credibilizar de novo o PS e ter um resultado positivo nas autárquicas.
Por alguma razão os eleitos do PS abandonam o barco e deram à Drª Sónia um presente envenenado.
Se o PSD ganhasse as legislativas então seria a "cereja em cima do bolo" para correr com esta gente que ocupa lugares para os quais não tem competência.
«Leitor do Jornal Alpiarcense"

domingo, 7 de junho de 2009

A vitória da CDU em Alpiarça para as “ Eleições Europeias” é uma boa lição para os “fazedores de promessas” que tudo prometeram mas pouco fizeram

Obtidos e publicados os resultados eleitorais em Alpiarça para as “Eleições Europeias” não restam dúvidas da vitória esmagadora da CDU.

Uma boa oportunidade para os socialistas alpiarcenses tirarem as suas ilações, porquanto mesmo havendo diferenciais entre eleições europeias e as futuras autárquicas a conclusão sumária e analítica é que o povo alpiarcense cansou-se e continua cansado das trapalhices dos socialistas que prometeram, ainda recentemente, aquilo que todos sabiam ser impossível de levar a efeito ou de alguma vez se realizar, quer em termos governamentais como também um pouco nas autarquias.
Uma imagem desgastante que levou com que a maioria dos eleitores castigasse severamente os socialistas.

Estes resultados em Alpiarça não aparecem por acaso. É todo um esforço de uma equipa de homens que procuram servir a sua terra dentro de uma seriedade acima de qualquer suspeita como o profissionalismo politico entregue a uma causa, que é o bem e o desenvolvimento de Alpiarça.

O cansaço de duvidas e suspeitas; de promessas não cumpridas; de discursos apregoados mas não realizados, etc., etc. Tudo num conjunto somatório contribuiu para que os alpiarcenses mais do que nunca desejassem mudanças drásticas em Alpiarça.

Esta vitória em Alpiarça por parte da CDU é o sinal de que: algo vai acontecer e mudar em Alpiarça.

Mas não foi só em Alpiarça: a maioria dos portugueses negou a certeza e a desconfiança aos socialistas.
Como os alpiarcenses estão cansados de promessas e de compromissos inaceitáveis também a maioria dos portugueses sentem-se enganados porque lhes prometeram um “mar de rosas” quando na verdade vivemos numa permanente ilusão.

A CDU como força opositora e com os resultados agora obtidos em Alpiarça passou a merecer mais respeito.

Restas aos outros candidatos que vão concorrer às próximas “eleições autárquicas” uma certa moderação nas suas promessas, devendo ainda tirar as suas deduções dos actuais resultados, agora obtidos pela CDU.

CDU GANHOU EM ALPIARÇA

Os resultados eleitorais em Alpiarça para as "Eleições Europeias" foram obtidos maioritariamente e folgadamente pela CDU.

Para mais detalhes ou outras informações poderão os leitores visitar a coluna do lado direito onde consta todos os resultados obtidos e respectivas percentagens

Entre outros, o municipio de Alpiarça participa na Feira Nacional da Agricultura

A CIMLT, Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, está a ter uma participação de destaque na Feira Nacional de Agricultura / Feira do Ribatejo, que foi inaugurada ontem e decorre até 14 de Junho, no Centro Nacional de Exposições, em Santarém.


Este ano, a CIMLT dinamizar toda a zona dos claustros do CNEMA, numa área total de 900m2, onde estarão representados os onze Municípios associados (Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Benavente, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Golegã, Rio Maior, Salvaterra de Magos e Santarém) e onde não falta a animação diária promovida por todos os Municípios.

«O Mirante»

A Feira da Agricultura não teve ministros a inaugurá-la mas contou com a presença de Vanda Nunes

Sem ministros e secretários de Estado, coube ao presidente da Câmara de Santarém, Francisco Moita Flores (PSD), ajudar a cortar a fita, sempre acompanhado pelo presidente da administração do Cnema, João Machado.
As polémicas de outras alturas ficaram esquecidas, pelo menos durante essa tarde. Apesar de haver uma forte participação dos municípios da Lezíria do Tejo, que têm por sua conta o átrio e os claustros, só mais dois presidentes de câmara apareceram: Sérgio Carrinho (Chamusca) e Vanda Nunes (Alpiarça).
Deputados, que víssemos, só o social-democrata Vasco Cunha. O candidato do PS à presidência da Câmara de Santarém é que não deixou fugir a oportunidade. António Carmo surgiu acompanhado de alguns camaradas que ajudaram a engrossar o reduzido pelotão.

A Zona Industrial começou a ser feita pelo "telhado"

A Zona Industrial começou a ser feita pelo telhado como tudo neste pais. As infraestruturas que deviam ter sido criadas para alojar as Industrias não foram feitas, como uma Etar.
As Industrias que têm Etar ainda são culpabilizadas pelas descargas que efectuam, quando, e falo com conhecimento algumas possuem ETAR, controlada e tudo quanto é lançado para os colectores municipais está nos devidos parametros legais.
Em relação ao cavalo do Sorraia, temo que com tanta politica, acabem por deixar morrer um espaço que, tem todas as condições, assim tivesse mais apoios por parte da câmara, para a criação e ensino de cavalos do sorraia ou outra raça.
Quando os alunos que frequentam a escola de equitação preparam um espectáculo sob a excelente orientação do professor, e chegam a feira do vinho para apresentar o espectaculo e não há ninguém da Câmara que se digne a estar presente, pois o jantar dessa noite era mais importante que estar a ver uns miúdos "a passear em cima dos cavalos", acho que está feito o desenho do que é realmente importante para a câmara.
Esta foi apenas uma actividade "para encher programa de feira".
Muito mais havia para dizer, mas também já estou saturado destes políticos todos e do faz de conta que somos vereadores, presidentes, etc.
Ganhem vergonha e desenvolvam realmente trabalho sem pensar no vosso umbigo.
«Correio de um leitor do "Jornal Alpiarcense"»

sábado, 6 de junho de 2009

Contribuições para o crescimento de Alpiarça

Num final da tarde de um dia desta semana, algures em Alpiarça, decorreu uma pequena assembleia de alpiarcenses onde foi debatido o “Futuro de Alpiarça” como ainda as mais variadas questões de interesse para Alpiarça.

Ali foram discutidos planos estratégicos de um concelho pobre mas em cuja assembleia foram delineadas linhas orientadoras para o desenvolvimento do concelho.

Salientou um especialista com experiência autárquica que um «plano estratégico não se faz dentro de quatro paredes mas sim na discussão de iniciativas ouvindo as pessoas e mobilizando os protagonistas no terreno».

O tema mais debatido foi a ideia de que: um concelho deve ser «constituído por algumas componentes que devem ter igual peso no crescimento e no desenvolvimento de Alpiarça implicando que as pessoas desejem viver em Alpiarça quer pela qualidade de vida quer pelos serviços disponíveis».

Deve haver ainda espaço para o turismo, consumo e lazer não só para quem venha de fora mas também para aqueles que residem cá.

Saliente na assembleia foi a «fraca produção existente no concelho e a falta de iniciativas por parte da autarquia e respectivas colectividades em termos desportivos. Quando Alpiarça leva a efeito eventos desportivos as pessoas têm que ir para fora uma vez que Alpiarça não tem capacidade na restauração».

Na área desportiva foi criticada toda a falta de apoio institucional que ultimamente tem havido para o desporto quando o concelho tem todas e mais algumas condições para singrar quer em termos humanos quer em instalações».

Houve mais algumas intervenções mas destaco que a conclusão se baseou na «deficiência de Alpiarça como o seu fraco desenvolvimento porque se encontra precisamente na incapacidade do sistema político e dos políticos do concelho porque não têm tido visão suficiente para fazer crescer Alpiarça»

Terminou a assembleia, depois de elaborada uma pequena “agenda” com os pontos mais importantes para análise e discussão futura, salientando os seguintes:

1 - Grande parte dos problemas do desenvolvimento podem-se resolver, uma vez que, somente com o envolvimento da comunidade é possível identificar, planear, executar e monitorizar o seu desenvolvimento sócio-económico.

2 – Esta “agenda” passa a ser o instrumento de integração e articulação, a nível da comunidade local para que o desenvolvimento sustentável assente em: ambiente, economia, sociedade e inovação.

3- Do diagnóstico aqui discutido sobre a actual situação do Município, ressalta a necessidade generalizada, a todos os sectores, de qualificação.

Tem de se fazer uma aposta decisiva na qualidade, na qualificação e na inovação considerando que o sucesso da implementação dos planos de acção depende da criação de uma cultura de exigência.

4 -Valorizar e qualificar o ambiente; recuperar a identidade urbana; assegurar um futuro turístico; sustentar a diversidade da base económica; e informar, qualificar e mudar.

5 – Na gestão partilhada de Alpiarça e para o desenvolvimento sustentável, a criação do sentido de partilha é um requisito fundamental. Cada um tem de perceber que o opositor não é um concorrente mas um parceiro. O sucesso de um é o sucesso de todos.

6 - Perseverança, querer e vontade de fazer são igualmente atitudes que se pedem a todos.
Se as pessoas de Alpiarça não se envolverem o nosso processo e respectivas ideias não vai para a frente.

7 – O que aqui fica assente é uma iniciativa dos membros desta reunião e só passa a existir com a mobilização de todos em torno de objectivos comuns, visando o desenvolvimento equilibrado e a melhoria das condições de vida de todos.
Um dos próximos passos deste processo será a criação de um “Fórum Local de Desenvolvimento” um espaço de reflexão, para decisões sobre o caminho a seguir nas diferentes áreas estratégicas.

Um participante da Assembleia
(Identificado perante o “Jornal Alpiarcense”).

Que é feito do bom vinho alpiarcense?

Mais uma “Feira do Vinho” levada a efeito em Alpiarça onde estiveram expostas as mais variadas marcas de vinhos e em cuja feira os melhores néctares foram premiados (ver mais abaixo a lista dos vinhos premiados).

No entanto numa terra vinhateira como Alpiarça nenhum produtor local obteve qualquer medalha, excepto a Sociedade Agrícola de Gouxa e Atela, Lda. que indirectamente está ligada ao concelho.
Tempos vão em que os vinhos alpiarcenses eram procurados e a qualidade não envergonhava os produtores locais.

Juventude hipotecada

Artigo de Opinião
Por: José Marques

Os seus nomes são Gonçalo, 28 anos e Luísa, 27 anos.
Cresceram, compraram casa e têm um filho de 5 anos, Tiago.
O seu rendimento base líquido é de 1.200 euros.
Como ninguém lhe ofereceu a casa pagam 550 €/mês de prestação (juros 478 €e amortização 72 €). A casa custou 91.000 euros, está hipotecada por 35 anos e foi adquirida em Abril de 2004.
Mas há mais despesas: seguros 50 €; infantário 250 €; ginásio do filho 10 €; água 18 €; electricidade 50 €; gás 20 €; comunicação em casa (TV, Internet, telefone) 45 €; despesas com deslocações e viaturas 100 € ( 1 viatura para o casal); condomínio 20 €; alimentação 300 €; telemóveis 30 €; outras despesas não programadas (saúde, etc.) 50 €; outras despesas domésticas (incluindo pronto a vestir) 50 €.
Moram a 4 Km de uma cidade do sul do país com 45.000 habitantes.
A sua despesa global é de 1.543 euros.
Como resolve esta família o défice de 343 €? Ele tem um part-time de 380 €, que permite um saldo positivo de 37 €.
Esta é a vida da nossa juventude que aceitou o desafio de constituir família e ter filhos.
Como podem alguns políticos e teóricos perguntar a razão de ser da natalidade, em Portugal, estar em queda preocupante?
Como exemplificar e aceitar que 50 % do rendimento base deste casal seja o serviço da divida da habitação que decidiram adquirir para morar? Só é aceitável que esta despesa fosse o máximo de 25% do seu rendimento disponível, ou seja 300 €.
Também as despesas de infantário deveriam ser no máximo 10 % do seu rendimento base disponível: 120 €.
As despesas com viaturas e deslocações deveriam ser 50 % da actual, ou seja 50 € mês.
Com a redução para 50 % dos juros da prestação, ou seja (-239 €), a existência de uma creche na organização onde trabalha (- 130 €) uma rede de transportes urbanos ao serviço da solidariedade social (- 50 €) e mais respeito pela qualidade de vida na cidade e arredores onde mora, este agregado familiar jovem teria uma poupança de 419 €/mês.
Assim, poderia deixar o part-time para outro jovem e dispôr de mais 76 € para acumular uma pequena poupança mensal ou aumentar a circulação de dinheiro disponível para dar mais vida ao tecido económico. Poderia até satisfazer consumos de lazer, cultura, formação que fazem falta numa sociedade, cada vez mais exigente e com desafios permanentes para jovens com ambição, e desejosos de mais e melhor qualidade de vida, para sim e para os seus filhos.
A liderança politica e social, em Portugal, tem de pensar que este é um preço demasiado alto a pagar pela actual geração e a dos nascidos no século XXI.
Socorro!
Estão endividados, qualquer alteração da situação laborar resulta numa crise angustiante e socialmente injusta.
Os nomes são fictícios os números são verídicos, o caso existe.
Tal como existem muitos “Gonçalo” e “Luísa” que pagam caro o facto de pertencerem a um país que não soube optar por politicas de arrendamento de habitação, solução menos comprometedora, mais flexível e ajustada à moderna e frequente mobilidade profissional e territorial. Esta geração e as próximas não têm emprego para a vida que existiu até aqui. São cidadãos europeu e de mundo plano.



E se o Partido Social Democrata ganhar as eleições em Alpiarça?

Artigo de Opinião
Por: Adam

E se contra todas as expectativas, o PSD apresentasse um cabeça de Lista muito forte e ganhasse as Autárquicas em Alpiarça?

Parte I

Boas… caríssimos leitores, já chega de falar e de escrever sobre o mesmo, ou seja basta de comodismos e vamos mudar um pouco as coisas, nem que seja só por alguns minutos…
Sou uma pessoa, que apesar de ter familiares que têm uma vertente mais esquerdista, sendo que alguns já ocuparam cargos públicos em que foram eleitos sob a bandeira dum Partido que quer queiramos quer não, deixou marcas da sua governação e da sua forma de governar, no entanto e apesar de todo este circunstancialismo, não sou muito adepto da dita Esquerda Revolucionária e da dita Esquerda Moderna que os Socialistas inventaram agora.

Tenho uma preferência pela Social Democracia na sua génese, pois do meu ponto de vista esta é a linha politica que mais interessa ao Português comum, ou seja aquele que se levanta todos os dias de manhã para trabalhar, de modo a proporcionar um nível de vida razoável aos que de si dependem. Não me acho mais inteligente que ninguém mas numa coisa todos nós devemos unânimes, foi com o PSD que o país mais progrediu e se calhar seria com o PSD que Alpiarça mais poderia progredir.

Assim sendo se o PSD vencesse as Autárquicas em Alpiarça, muita coisa deveria e teria de mudar, pois apesar da profunda crise em que o país está mergulhado existem inúmeras oportunidades que teriam de ser exploradas ao máximo, de modo a que a Nossa pequena localidade progredisse e se tornasse numa Grande localidade, e quando me refiro aqui em Grande, não me estou a pronunciar em termos territoriais, mas sim em termos infra-estruturais entre outros.

Para começar temos de ter uma ideia bem clara, Crescimento não é sinónimo de Desenvolvimento e quer muitos queiram quer não, Alpiarça Cresceu mais do que se Desenvolveu. É verdade que agora temos um parque industrial minimamente decente, temos alcatrão por tudo o que é rua, temos saneamento básico, um centro de saúde razoável, acessos, etc etc…

No entanto e apesar das transformações a que a nossa Vila foi alvo, falta-nos melhorar a nossa Zona Industrial, de modo a que a mesma se torna a mais competitiva da Região, pois como todos sabemos uma Zona Industrial moderna é o motor de desenvolvimento da Localidade em que está inserida. Basta de espalhar alcatrão na Zona Industrial de Alpiarça e não passar disso, tem de se promover o empreendedorismo, nem que seja a vender os terrenos da mesma a 1 cêntimo por metro quadrado a empresas que se mostrem capazes de gerar empregos e receitas dinamizantes de toda a economia local. Teria de se criar um Centro de Incubação de Empresas, centro esse que teria o papel de dar as indicações capazes de levar as novas empresas instaladas no concelho a crescer e a se tornarem o principal motor de uma região que se encontra órfã de novas ideias.

Teria de se rever toda a metodologia utilizada nas obras camarárias, pois estas na sua grande maioria são mal estruturadas e tornam-se em diversos casos mais problemáticas que solucionadas de problemas existentes á longos anos.
Pergunto-me eu como é possível que se gaste o dinheiro dos Nossos impostos a pavimentar estradas onde não se fazem passeios? As pessoas que não se deslocam noutro tipo de veiculo devem ter asas e devem voar!!!

É certo que temos uma ETAR, que supostamente deveria tratar as águas e devolver as mesmas no fim do tratamento á Vala de Alpiarça, que mais não é do que uma lixeira em Estado Liquido, onde ao seu lado tem um caminho pedonal onde se gastou uma fortuna e não serve para mais do que meia dúzia de agricultores andarem lá com os seus tractores a partir o que lá está feito. No caso da Vala a alternativa a todo aquele degredo seria multar em milhões de euros as Industrias que a têm vindo a poluir e com esse dinheiro terminar com aquele cemitério de agricultores que existe ao lado da vala e criar-lhes um local com dignidade onde os mesmos possam vender o que produzem sem estar a levar com aquele cheiro horrível que é sinónimo do Crescimento. Se calhar muitos de vós nunca tiveram oportunidade de conhecer o Aquapolis de Abrantes, no entanto quem não conhece, deverá fazer uma visita ao mesmo e então verificará que um empreendimento do mesmo género só que mais em ponto mais pequeno era o ideal para a zona da Ponte de Alpiarça.

É verdade que a natureza deve ser respeitada ao máximo e devemos preservar as espécies existentes no Planeta, no entanto nunca ninguém se lembrou de perguntar de onde é natural o Cavalo do Sorraia?
Pois é o Cavalo do Sorraia é uma espécie que tem de ser protegida, mas quem deveria de abraçar esse ónus seriam os Concelhos ribeirinhos do Rio Sorraia, como por exemplo Coruche. Se era do entender de quem mandava que se deveria investir em cavalos, porque não investir em cavalos Lusitanos? Se calhar temos excelentes condições para criar um centro de criação de Cavalos Lusitanos, centro esse que com um bom investimento poderia gerar riqueza, pois os cavalos aí nascidos e criados poderiam ser treinados e depois “bem”vendidos, não só para toureio mas também para outras actividades lúdicas.
Não seria já altura de alguém intervir e de acabar com o caos em que anda o Agrupamento de Escolas de Alpiarça?
Já está na altura de fazer com que os nossos jovens não fujam para Almeirim e para Santarém?
Se calhar já está na altura de dinamizar o ensino ministrado em Alpiarça, tornando-o melhor, mais eficiente e eficaz, capaz de formar pessoas capazes de enfrentar os desafios futuros. Para isso não basta os Arraiais de fim de ano, é preciso convicção e determinação de modo a colocar as nossas escolas naquilo que é de facto importante, ou seja as escolas devem ser parte integrante da vida dos jovens, ou seja devem ser factor de proximidade social e não o inverso.

Estes são apenas alguns dos problemas dos últimos anos que uma hipotética vitória do PSD teria para resolver, mas no entanto não são os únicos. Existem problemas mais antigos que continuam por resolver, como o que escrevi na semana passada, a AgroAlpiarça é um problema antigo que resulta da sua estrutura. Este é um problema que teve origem ainda no tempo da “outra senhora” e que muito pouco se tem falado porque não convém a muita gente. Neste caso a solução passa pelo que já referi, ou seja reestruturar de modo a reduzir os custos fixos, o que se traduzirá num curto espaço de tempo em deixar de alienar, mas sim voltar a investir em produções de alto rendimento e de baixo custo. Com a crise que existe á inúmeros anos no sector vitivinícola cabe na cabeça de alguém investir nesse mesmo sector?

A resposta é não, mas no entanto a inteligência de muitos cooperadores dessa mesma instituição nunca chegou a essa conclusão e alguns deles até fizeram o mesmo a titulo privado o que fez com que os mesmos também estejam a incorrer em diversos prejuízos.
Não nos podemos também esquecer da falta de planeamento que sempre existiu na CMA, ou seja não se admite andar á mais de 14 ou 15 anos para rever um documento a que se dá o nome de Plano Director Municipal, ou seja muito provavelmente nos próximos 2 a 3 anos teríamos um PDM totalmente revisto e actualizado, teríamos também de certeza um comércio mais dinamizado, não só através de incentivos a este tipo de investimento, mas também através da cedência de espaços apropriados para a expansão do mesmo.

Caros leitores para a semana teremos a continuação desta hipotética vitória.
Adam

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Resultados do Concurso de Vinhos - Engarrafados do Ribatejo/2009

Carregue em cima dos resultados para ampliar

Ilda Figueiredo à vontade nos terrenos da campanha

A defesa dos direitos dos trabalhadores é um lema da CDU e os dos jornalistas não são excepção para a cabeça-de-lista ao Parlamento Europeu, Ilda Figueiredo.

Ao longo da campanha, foram várias as ocasiões em que a candidata se preocupou com as condições de trabalho da comunicação social."Isto agora não são horas de trabalhar, é altura de comer" ou "senhora jornalista, pare de escrever e faça favor de almoçar", foi um apelo lançado várias vezes por Ilda Figueiredo.
Numa manhã em que Ilda Figueiredo visitou o Arsenal do Alfeite sem a comunicação social, por os jornalistas não terem autorização para entrar, a candidata desabafou: "Eles até agradecem terem este tempo livre, eles andam bem cansados".Por algumas vezes, em acções de ruas, interpelava jornalistas, fingindo que os confundia com outros cidadãos e procurava persuadi-los a votar na CDU. "Digam-me o que é que hei-de dizer para vos convencer", brincava, sempre bem-disposta e arrancando gargalhadas entre a comitiva.
Numa ocasião, Ilda Figueiredo ficou preocupada por os jornalistas não terem tido tempo para jantar, entre duas acções de campanha, e disse que não queria que isso se repetisse. "Vocês têm de aguentar a campanha". E o passo da candidata. Afinal, aos 60 anos, Ilda Figueiredo continua muito ágil e nem sempre é fácil seguir no seu encalço.
Nas arruadas, entra em todas as lojas, desvia-se do caminho, atravessa estradas para ir cumprimentar pessoas, volta atrás, faz "ziguezagues".CalorEm Aveiro, o seu distrito natal, e em Gaia, onde vive há mais de 40 anos, lidera a comitiva e decide o caminho. Altera o que estava antes programado, entra por mais umas quantas ruas, corta aqui à esquerda, vira ali à direita. Quando não está no seu meio, pede orientações aos organizadores das acções de rua. "Você é que tem de fazer de guia", diz. A energia quase inesgotável da "número um" da CDU só foi afectada pelo calor de alguns dias de campanha. Em Évora, no domingo, os termómetros subiram aos 36 graus, e a candidata ressentiu-se.
Mas no dia seguinte, já em Santarém e com temperaturas mais amenas, a música "A formiga no carreiro" cantada no palco do comício da noite em Alpiarça, convidava a dançar e Ilda Figueiredo não se fez rogada. Sozinha, a dois ou a mesmo a três, a candidata ensaiou uns passos de dança sempre que pôde, bateu palmas, entregou panfletos e, quando os não tinha, distribuiu beijinhos e apertos de mão, espalhou acenos, e repetiu, vezes e vezes sem conta, as propostas da CDU, sempre com um discurso apropriado a cada interlocutor.
Às mulheres, disse que queria combater a discriminação e lembrou que a lista da CDU é composta por uma maioria de candidatas femininas, reflectindo a realidade da população portuguesa. Juntou-se à luta dos professores. Aos jovens, defendeu que não podem continuar a estudar para o desemprego e contestou o processo de Bolonha.
Aos comerciantes, afirmou que é preciso que as pessoas tenham mais dinheiro para poderem fazer compras nas suas lojas.Indignou-se com as baixas reformas dos idosos. Solidarizou-se com os desempregados e reivindicou o alargamento do subsídio. Numa cooperativa na Mealhada pediu alterações à Política Agrícola Comum, e na lota de Matosinhos, rejeitou que a gestão dos recursos marinhos passe para Bruxelas. "Eu sinto-me bem sempre com as pessoas, seja onde for, porque nós lutamos pelo seu bem-estar, para que sejam felizes e tenham melhores condições de vida", diz
«Público»

Alpiarça está a envelhecer

Alpiarça, a exemplo de outras localidades da região e com uma certa dificuldade no desenvolvimento começa a apresentar um parque habitacional muito envelhecido, cuja autarquia não se preocupa muito com esta situação deplorável.

Já se começa a ver pequenas habitações com as portas escancaradas de onde dimana odores putrefactos, como é o caso de algumas instalações sem actividade na Zona Industrial.
Em edição própria foi referido nestas páginas a verdadeira poluição e contaminação da qualidade do ambiente no espaço industrial onde existem edifícios que são utilizados por vândalos e não só, onde o mau odor incomoda utilizadores de outras instalações.
Até hoje a autarquia ainda não determinou que alguém fosse vistoriar as mesmas. Tudo continua na mesma o que nos leva a pensar que tudo está entregue ao abandono.
Circulando pela principal artéria de Alpiarça, nomeadamente a Rua José Relvas, já são em grande quantidade as habitações que demonstram falta de conservação.
Edificações envelhecidas mas ainda capazes de serem sujeitas a conservação podendo então dar um melhor aspecto se levassem a “cara lavada”.
Bastava, como foi feito em devido tempo, que a autarquia fornecesse cal aos proprietários para que as mesmas fossem caiadas. Mas não, todos os dias os eleitos passam junto destas casas, algumas imundas por estarem em completo abandono e, nada fazem para que seja dado outro aspecto às habitações deploráveis.
Todo este aspecto lastimável é visto e consentido, não havendo ninguém que ponha mão a esta situação, a exemplo de concelhos vizinhos que todos os anos, por altura do Verão, as respectivas autarquias fornecem gratuitamente ou a preços baixos, quilos de cal para que as frentes das casas mais antigas possam ser caiadas.
Alpiarça continua a envelhecer dia após dia e a Câmara, tendo conhecimento desta situação pouco ou nada faz para modificar este estado deplorável que é o envelhecimento da habitação alpiarcense.

Arraiais Populares vão contar com a presença do “Quim” que vai passar pelo Casalinho, vindo de outras bandas

Gente Fina” conseguiu saber por “portas e travessas” que Sónia Sanfona após ter concluído o relatório das trafulhices de Oliveira e Costa, no Caso do BPN, já está pronta para as “iscas”, isto é: livre para começar a sua verdadeira subida ao “poder autárquico”.

Como Sónia não gosta que lhe passem a perna, vai daí: já nomeou uma nova “comissão de santos e adjuntos” de forma que este ano os “Arraiais Populares de Alpiarça” seja uma festa de arromba.

Gente Fina” soube também que a candidata a presidente da autarquia anda aborrecida com a moleza dos seus colegas de bancada. Não aceita de maneira alguma que a CDU, use os seus conhecimentos e a sua experiência na luta partidária para lhe passar á frente neste tipo de iniciativas.

Assim, logo após o jantar de apresentação dos restantes candidatos, vai Sónia Sanfona convocar pela calada da noite todos os “Santos Populares” dando lhes cargos de responsabilidade a todos aqueles que tem o «nome dos futuros vereadores».

Estes por sua vez, devem tomar “medidas de combate” de forma que a “velha carroça” da Câmara e o cansado “Dumper”, comecem de imediato a arrebanhar todo o rosmaninho que possa existir para as bandas dos Frades, de forma: a que a terra toda fique seca. Competirá ao condutor da carroça carregar o rosmaninho para depois o colocar num monte junto do “Largo da Boneca” local onde vai ser instalado tudo que seja necessário para os festejos.

A “velha carrinha camarária” de dois lugares, terá por missão, arrebanhar toda a sardinha que se encontre para venda no “Mercado Municipal” para quando os comunistas forem comprar “sardinhas” – que deveria servir como aperitivo ao “porco assado no espeto” – apenas encontrem as peixeiras de boca aberta pelo avanço e iniciativa dos socialistas.

O tempo destes camaradas alpiarcenses andarem sempre na rectaguarda, acabou!

Ao regedor do Burgo, terá como missão acender a fogueira de “Santo António” cujo primeiro saltador será o actual vereador do desporto da CMA e acompanhante permanente da edil na “Feira do Vinho”.

O Vereador Garrotes, vai ter a honra de ser o primeiro a saltar a fogueira porque Sónia Sanfona, parte do principio que Garrotes deve ser o melhor “Campeão de Salto” porquanto é o principal responsável do desporto alpiarcense e, concerteza que fazer desporto e saltar deve ser com ele.

No Largo do “Águias” porque aqui se situa a sede do movimento cívico “Alpiarça É a Razão” vai estar toda a componente feminina da Câmara que se destacou na “Noite de Quarta-Feira” na RTP2.

A servir de “ponte” estará o passado e o presente dos cavalheiros e madames do “Partido Socialista” oferecendo aos transeuntes cartazes com o programa eleitoral de Sónia Sanfona, onde já constará todos os elementos que farão partes das respectivas listas.

Junto da CGD estarão os “moços de recados” tendo estes a missão mais importante dos arraiais. Cabe-lhes então solicitar uma “pequena contribuição” para ajudar a pagar as dívidas da autarquia, das quais Sónia Sanfona não tem culpa nenhuma, mas que vai ter de conseguir “descalçar a bota” já que o “Quim” não as pagou.

As sobras das ofertas reverterão de imediato para amortizar as despesas da sardinhada, que isto de se fazer comícios para a populaça já foi “chão que deu uvas”. Agora se alguém quiser saber quem são os candidatos que “pague à cabeça” o estipulado para além de ter que contribuir com mais uns trocos, porque “borlas” é coisa que já não se usa.

O batalhão das “mulheres da limpeza das ruas” do “Departamento de Higiene e Salubridade” a mando de Vanda Nunes” vão dar o seu contributo nas “Marchas Populares” cantando e dançando com trajes emprestados pelo “Rancho Folclórico da Casa do Povo” porque “Alpiarça é a Razão” não tem dinheiro para estas coisas.

Sendo assim, e conforme foi detalhado a “Gente Fina” os arraiais populares em Alpiarça vai ser uma “Festa de Arromba”.

Para que as noites sejam animadas, nada como a presença do Quim (não aquele que estão a pensar).

Ao contrário do “Jantar de Apresentação” dos futuros candidatos, onde vai estar a “fina flor” do burgo e as “tias” dando assistência e esclarecimentos aos milhares de convivas que irão saborear toda a ementa a “luzes de velas” para ao mesmo tempo ouvirem melodias tocadas a piano.

Os “Arraiais Populares” vão contar com a presença de Quim Barreiros.

Quim Barreiros” o homem espectáculo. Dizem os adivinhos que nas campanhas em que o Quim participa ganha sempre aquele que o convidou e lhe pagou o melhor cachet.

Viva o Quim e viva Alpiarça, a certeza da razão.

Por: “Gente Fina

Arraial Popular da CDU

A CDU vai levar a efeitos no Frade de Cima um Arraial Popular com a participação dos seus candidatos municipais.
Será ainda servido um porco assado no espeto.
Participe e Divirta-se.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Sónia Sanfona é o novo rosto do PS para a Câmara de Alpiarça

“Não vejo a minha candidatura como uma ruptura, porque queremos continuar à frente dos destinos da autarquia. Vejo-a como o início de um novo ciclo, com pessoas, um estilo e forma de estar diferentes”, afirmou a candidata socialista à presidência da Câmara de Alpiarça, Sónia Sanfona, manifestando vontade em manter vivo o apoio do movimento “Alpiarça em Razão”, que apoiou o PS nas últimas eleições autárquicas.
Para a actual deputada à Assembleia da República, jurista de 37 anos, a sua candidatura à autarquia é um desafio, uma vez que corresponde a um “projecto sustentado, inovador e dinâmico para uma fase difícil”. E elege como objectivos “potenciar o trabalho feito, nos últimos 12 anos, que mudaram o rosto de Alpiarça e melhoraram as condições de vida, para toda a população do concelho veja melhorada a sua qualidade de vida”.
“O trabalho nunca está todo feito, há sempre muito para fazer, e aceitei este desafio com o mesmo objectivo: servir os alpiarcenses”.
«Acção Socialista»

A pensar no futuro?



Durante a cerimónia oficial de inauguração da 12ª edição da Feira do Vinho do Ribatejo, em Alpiarça, o vereador do Desporto e Juventude, Luís Garrotes (PS), esteve sempre muito próximo e atencioso com a candidata do PS às próximas eleições autárquicas, Sónia Sanfona, que não morre de amores pela actual presidente da câmara Vanda Nunes (PS). Como se sabe, na política o seguro morreu de velho e mais vale prevenir que remediar…
«Cavaleiro Andante»

O menino que quer ser cavaleiro

Vestido a preceito com calças bege, botas pretas de cavaleiro e também o boné preto tradicional de um praticante de hipismo, Afonso Antunes percorre o recinto destinado à escola de hipismo da Reserva Natural do Cavalo do Sorraia no segundo dia da 12ª edição da Feira do Vinho do Ribatejo que terminou no domingo, 31 de Maio, em Alpiarça.


Montado na égua castanha Íris, Afonso ouve com atenção os conselhos do professor de equitação, Pedro Ferreira, que, de vez em quando, lhe corrige a postura em cima do animal. O jovem aproveita os dias de feira para aprimorar a técnica e tornar o seu sonho de criança em realidade.
Com 10 anos, Afonso, natural de Alpiarça, começou a montar a cavalo com seis anos. De início, confessa que não foi fácil convencer os pais a deixarem-no ir para a escola de equitação mas com algumas técnicas conseguiu os seus intentos. “Foi um bocadinho difícil mas portei-me bem, tirei boas notas e fazia sempre o que eles mandavam. E eles deixaram-me vir”, afirma o aluno do quarto ano com um sorriso maroto.
Não sabe explicar como nasceu a paixão pelos cavalos. Só sabe que sempre foram os seus animais preferidos e adorava vê-los passar nas feiras. Recentemente, Afonso recomeçou novamente com os treinos. Desta vez mais a sério. O jovem de pele clara, cabelo loiro e olhos azuis sonha em ser cavaleiro. Ainda não decidiu se vai enveredar pela área tauromáquica ou pelas competições de hipismo. “O que sei é que vou lutar para ser campeão de cavalos”, confessa com um brilho nos olhos.
«O Mirante»

“Jovens enólogos trouxeram uma nova forma de ver o vinho”

Tasquinhas, artesanato, doçarias, especiarias, exposições, provas de vinhos, espaços lúdicos e música para os mais novos foram alguns dos atractivos da 12ª edição da Feira do Vinho do Ribatejo, em Alpiarça, que se realizou entre 28 e 31 de Maio e que apresentou um total de 54 expositores.

A inauguração oficial decorreu na tarde quente de quinta-feira, 28, contando com a presença do secretário de Estado Adjunto da Agricultura e das Pescas, Luís Vieira, dos vereadores e da presidente da câmara, Vanda Nunes. Também participaram os presidentes das câmaras municipais de Almeirim e Chamusca, José Sousa Gomes e Sérgio Carrinho, respectivamente, membros de confrarias gastronómicas do distrito do Ribatejo bem como vários populares que quiseram visitar o certame logo no primeiro dia.
A candidata do Partido Socialista (PS) à Câmara de Alpiarça nas próximas eleições autárquicas, Sónia Sanfona também participou na visita oficial à feira. Durante o discurso, a presidente do município (PS), Vanda Nunes, afirmou que com a Feira do Vinho do Ribatejo a autarquia pretende dar um pequeno contributo no que respeita à promoção dos vinhos do Ribatejo.
“Alpiarça está no centro do Ribatejo e usufruímos o que o mundo rural tem de diferente e de melhor. Temos que saber tirar partido e promover essas diferenças. Precisamos de todos os produtores, agentes e empresários para que o mundo rural seja reconhecido e possa alcançar competitividade e modernidade”, referiu a autarca.
Também o secretário de Estado destacou a melhoria da imagem dos vinhos portugueses na última década referindo que tal facto “deve-se também ao trabalho de jovens enólogos que surgiram e trouxeram uma juventude e uma nova forma de ver o vinho. O que se traduziu numa melhoria da imagem e da qualidade dos nossos vinhos”.
Luís Vieira salientou ainda a importância do Ribatejo e que têm aparecido marcas da região que se têm afirmado no mercado internacional. Na sua opinião a reestruturação da vinha e a promoção dos vinhos no mercado mundial são duas áreas fundamentais no desenvolvimento dos produtos vinícolas.
“Nos últimos sete anos, o Ministério da Agricultura reestruturou cerca de 35 mil hectares de vinha dos quais 2500 hectares foram no Ribatejo. Apareceu nesta região uma dinâmica de forma a criar melhores condições de trabalho que permitam melhorar também a qualidade dos produtos”, afirmou, acrescentando que em relação à promoção dos vinhos portugueses existe um programa entre o Governo e as várias entidades certificadoras a nível nacional e internacional. “Muitos empresários concorreram a este programa para a promoção dos seus produtos para países como Angola, Brasil, EUA e Canadá”, concluiu.

Uma direcção de gente jovem no Clube Desportivo “Os Águias” de Alpiarça

Os sócios do Clube Desportivo “Os Águias” de Alpiarça elegeram recentemente uma direcção de gente jovem, que se propõe continuar a fazer o saneamento financeiro, renovar a sede e clube. “Chamar mais a juventude sem deixar de cativar e apoiar os sócios mais antigos”, é a grande prioridade da direcção presidida por Henrique Santana.

A surpresa começou logo no acto eleitoral, habitualmente dirigido por pessoas com peso na comunidade. A eleição de uma direcção formada por gente jovem foi pacífica e não deixou desconfianças. “Somos um grupo de gente jovem que durante os seus poucos anos de vida esteve sempre ligada ao clube, quer como atletas, quer como dirigentes, os nossos familiares também tiveram uma boa cota parte de apoio à vida do Águias, por isso foi um grupo bem aceite pelos sócios”, garantiu o presidente Henrique Santana.
O grupo directivo apresentou um projecto, que passa por continuar o saneamento financeiro do clube, sem que com isso tenha que paralisar a sua actividade em prol dos sócios e da população do concelho de Alpiarça. “O nosso projecto é muito simples as pessoas compreenderam-no e não hesitaram em seguir um caminho diferente do habitual. Caminho que normalmente assentava em direcções presididas por pessoas mais experientes”, disse o presidente.
A primeira grande medida de racionalidade tomada pela direcção foi mudar a agulha em relação ao futebol sénior. “Não queremos que acabe por completo, mas só haverá uma equipa de futebol sénior no Águias, se aparecer um grupo de pessoas que peguem nele com responsabilidade, e os jogadores terão que jogar por amor à camisola. Nós estamos abertos a ajudar nalgumas despesas e no apoio logístico, mas nada de loucuras”, garantiu Henrique Santana.
A grande aposta continua a ser o futebol jovem. “Vamos continuar a dinamizar o futebol jovem, queremos ter todos os escalões de formação, incluindo os juniores. Para isso vamos pedir a ajuda dos pais e familiares dos jogadores, para nos apoiarem neste importante desafio de renovar o Clube Desportivo “Os Águias” de Alpiarça”, disse o dirigente, acrescentando que numa prova de dinamização do futebol jovem o clube vai ter duas equipas a participar no Torneio Internacional do Algarve.
Henrique Santana e mais alguns dos jovens dirigentes já faziam parte dos anteriores corpos gerentes, conheciam bem os problemas e a situação do clube o que facilitou a sua vinda para a direcção do clube. “Avançámos porque entendemos que não podíamos deixar cair novamente o clube numa situação tão difícil como a que a última direcção presidida por Armindo Pinhão tinha encontrado”, referiu.
Aliás Henrique Santana fez questão de não criticar nenhuma das direcções que passaram pelo clube antes de si. “Todas fizeram o que lhes parecia melhor”, mas fez questão de elogiar a direcção presidida por Armindo Pinhão. “Quando essa direcção entrou, há dois anos, a situação do clube era muito delicada. Havia uma dívida de cerca de 100 mil euros, e quando nós tomámos posse a dívida cifrava-se em apenas cerca de 32 mil euros. Em dois anos a última direcção fez uma excelente gestão e reduziu muito o passivo do clube”.
“Tomámos boa nota disso e vamos continuar por esse caminho. Estamos a cumprir escrupulosamente com todos os compromissos assumidos. A dívida à segurança social irá ficar paga ainda antes do final deste ano e a das finanças vai terminar antes do final do nosso mandato”, garantiu Henrique Santana.
Como já referiu, a direcção presidida por Henrique Santana, não quer que esta situação paralise o clube. Vão ter que procurar fontes de receita que não são fáceis de encontrar. “Mas toda a equipa directiva tem ideias concretas. Vamos desenvolver várias actividades, para angariar fundos, organizando torneios de várias modalidades e outros festejos”.
Esta direcção alterou a forma de trabalhar com as secções do clube. “Agora todas as secções mantêm alguma autonomia, mas tudo o que pensem fazer terá que passar pela direcção, para que não existam situações de dúvida como existiram no passado”. Neste momento temos a funcionar secções de karate, com 40 praticantes, ginástica, com 50 ginastas, com alguns atletas num patamar bastante elevado nos trampolins, o que nos vai obrigar a fazer algum investimento em equipamentos e técnicos ainda mais especializados, para que os jovens continuem a evoluir e atingir patamares ainda mais elevados”, referiu o presidente.
Existem ainda, secções de ciclismo, com ciclismo veterano e cicloturismo, pesca. “Há também um grupo que quer criar uma secção de futsal, mas é uma situação que tem que ser bem analisada, porque teremos que tratar do piso do pavilhão”.
Por fim Henrique Santana garantiu que está a ser elaborado um projecto para remodelação dos espaços da sede. “Já criámos uma sala de jogos, a que demos o nome de um sócio antigo, ficou a chamar-se Sala de Jogos José João Arraiolos. Reorganizámos e embelezámos a sala de troféus. E vamos remodelar por completo a entrada, onde queremos criar um espaço Internet de banda larga, vamos renovar o mobiliário e forrar as paredes com fotografias e textos que contem um pouco a história do clube, temos três sócios amigos a trabalhar nessa parte”, referiu.
A vontade de trabalhar deste grupo de jovens está a galvanizar os sócios mais antigos, e a transformação do Clube Desportivo “Os Águias” está a fazer-se com calma e sem sobressaltos, e num futuro próximo o presidente do clube garante que terá uma sede mais apelativa e um clube mais moderno e dinâmico.
«MIRANTE»

Desfaçatez e desvergonha

A desfaçatez e a desvergonha dos média dominantes - de todos, sem excepção! - ultrapassaram, nesta campanha eleitoral, todos os limites conhecidos e imagináveis.
Nunca esses média desceram tão baixo, nunca foram tão longe na prática da desinformação organizada e da propaganda enganosa e suja, nunca exibiram tão ostensiva e descaradamente o desprezo pelo direito à informação dos seus utentes, nunca mergulharam tão profundamente na degradação e na abjecção.
Em consequência disso:nunca a propaganda ao BE foi tão ostensiva, descarada e assumida;e nunca a propaganda contra a CDU foi tão ostensiva, descarada e assumida - especialmente a partir da Marcha Protesto, Confiança e Luta! que, mostrando as potencialidades de aumento da influência eleitoral da CDU, provocou autêntico pânico nos arraiais do grande capital e dos seus serventuários.
Abundam os exemplos do que acima é dito: são aos milhares - sublinho: aos milhares! Aqui ficam dois:
1 - Há dias, a SIC resolveu fazer uma peça sobre a Marinha Grande e para lá deslocou a respectiva equipa que começou por ouvir gente da terra a falar da história de luta do povo marinhense e dos seus históricos vidreiros. Pela força das circunstâncias, lá tiveram que ouvir alguns militantes comunistas - vidreiros - os únicos aliás que, com conhecimento de causa, podem falar dessa luta. Mas cedo ficou claro que a SIC não queria falar com comunistas, que não fora à Marinha Grande para ouvir marinhenses a falar das suas lutas. Cedo ficou claro que o que a SIC queria era fazer propaganda ao BE numa localidade onde é conhecida a influência dominante do PCP - e onde, por isso, a SIC queria forjar a ideia (e divulgá-la como verdade) de um ascenso da influência do BE... a pedir votos, é claro...Como é que a SIC fez isso? Muito simples: primeiro pôs o conhecido vidreiro Miguel Portas a dizer que sim e mais que também, blá-blá-blá.Depois tomou a palavra um «jornalista» que, entre outras pertinentes afirmações, disse, mais coisa menos coisa, que a Marinha Grande das grandes tradições de luta, continuava a ser uma referência para as forças de esquerda: o PS, o POUS e o BE!!!Entretanto, enquanto o «jornalista» debitava as suas estórias, a câmara ia-se deslocando... cirurgicamente... até parar, milimetricamente... num cartaz de campanha eleitoral do BE, com Miguel Portas a pedir o voto...Que grande órgão de informação é esta SIC!
2 - Ontem, o DN publicou, com grande destaque, uma peça intitulada «Os pretensos candidatos à Europa». Tratava-se de duas cartas de dois leitores do jornal com «duras críticas à forma como está a decorrer a campanha eleitoral», em matéria de intervenção demagógica, oportunista e desonesta dos candidatos - e, claro, metendo todos os candidatos no mesmo saco escuro da demagogia, do oportunismo e da desonestidade. Até aqui, nada a comentar, a não ser para dizer que os referidos leitores têm todo o direito de expressar as suas opiniões (ou melhor: as opiniões que julgam ser suas...) e que o DN tem todo o direito de publicar essa opiniões (fingindo que nada fez para que os leitores pensassem o que pensam...).Só que, a peça é ilustrada com uma fotografia... adivinhem...Exactamente: uma fotografia de um comício da CDU! - como que a dizer aos leitores: aqui estão os candidatos demagogos, oportunistas e desonestos: não votem neles...
Que grande órgão de informação é este DN!
Obviamente, num caso como no outro, nada daquilo tem a ver com jornalismo nem com informação.Trata-se de propaganda baixa, de manipulação rasteira, de descaro sujo, de desinformação porca, de... acrescentem o que quiserem - que eu não suporto mais este cheiro nauseabundo: estes média cheiram mal: cheiram a... média...
«Um leitor do "Jornal Alpiarcense»

Recolha de Sangue

No próximo domingo, 07 de Junho, no Pavilhão Desportivo (Largo da Feira) haverá mais uma recolha de sangue a levar a efeito pelo Grupo de Dadores Benévolos de Sangue do Concelho de Alpiarça com a presença do IPS.
A iniciativa terá inicio pelas 9 horas, estando agendada a recepção de Dadores até às 13 horas.

Contamos consigo.
O seu Sangue vai salvar vidas

Gabinete de Inserção Profissional em Alpiarça

A Junta de Freguesia de Alpiarça candidatou-se junto do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) à criação de um Gabinete de Inserção Profissional (GIP), com o objectivo de apoiar jovens e adultos desempregados na definição, ou desenvolvimento, do seu percurso de inserção, ou reinserção, no mercado de trabalho, em estreita cooperação com os Centros de Emprego do IEFP.

O executivo da Junta de Freguesia tem o prazer de informar toda a população que a candidatura acabou de ser aprovada pela Delegação Regional de Lisboa e Vale do Tejo do IEFP, entrando em actividade nas instalações do Lavadouro.
De referir que, na área de influência do IEFP de Santarém, apenas serão abertos 5 Gabinetes, um dos quais é o de Alpiarça, agora aprovado.
A actividade que vinha a ser desenvolvida pela UNIVA transita para este Gabinete, passando assim a ter um enquadramento mais vasto e com outro tipo de apoios por parte do IEFP.

Actividades a desenvolver pelo Gabinete de Inserção Profissional (GIP)
a) Informação profissional para jovens e adultos desempregados
b) Apoio à procura activa de emprego
c) Acompanhamento personalizado dos desempregados em fase de inserção ou reinserção profissional
d) Captação de ofertas de entidades empregadoras
e) Divulgação de ofertas de emprego e actividades de colocação
f) Encaminhamento para ofertas de qualificação
g) Divulgação e encaminhamento para medidas de apoio ao emprego, qualificação e empreendedorismo
h) Divulgação de programas comunitários que promovam a mobilidade no emprego e na formação profissional no espaço europeu
i) Motivação e apoio à participação em ocupações temporárias ou actividades em regime de voluntariado, que facilitem a inserção no mercado de trabalho
j) Controlo de apresentação periódica dos beneficiários das prestações de desemprego
k) Outras actividades consideradas necessárias aos desempregados inscritos nos Centros de Emprego.
JF/APC

As politicas europeias não são esclarecedoras

As Politicas que se fazem em Bruxelas cá se pagam e pagam-se em cada um dos Países que fazem parte da Comunidade.
O que não é legitimo é estar a decorrer uma Campanha Eleitoral e os candidatos da Esquerda à Direita andarem as turras uns com os outros a lavar roupa suja e não esclarecer o cidadão que dia 7 de Junho quer ir votar e não sabe em quê e para quê!
A CDU quer ganhar a Câmara em Alpiarça então que faça campanha eleitoral em tempo oportuno para esse acto eleitoral.
Neste acto eleitoral a CDU devia esclarecer mais sobre este acto eleitoral porque as medidas que a União Europeia se prepara para tomar são demasiadamente importantes para serem desprezadas assim num acto eleitoral como este.
«Leitor do "Jornal Alpiarcense"

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Concurso dos melhores vinhos do Ribatejo

Concurso de Vinhos Engarrafados do Tejo 2009 distingue 34 Vinhos do Tejo


Entre a centena de vinhos em competição no Concurso de Vinhos Engarrafados do Tejo, foram 34 os que mereceram a distinção pelo júri com nove medalhas de ouro e 25 de prata. Três dos vinhos premiados com o ouro, os brancos Guarda Rios de 2007 e Terra de Lobos Fernão Pires de casta Sauvignon 2008 e o tinto Quinta da Alorna Reserva Touriga Nacional das castas de Cabernet Sauvignon 2007, foram ainda distinguidos com Medalhas de Excelência, de acordo com as regras internacionais de concursos de vinhos.
Para as medalhas de ouro, o júri elegeu seis tintos e três brancos de colheitas entre os anos 2005 e 2008. Os produtores Quatro Âncoras e a Sociedade Agrícola Quinta da Ribeirinha viram os seus vinhos premiados com duas medalhas cada um. No total foram nove as medalhas de ouro atribuídas.
Vinte e cinco dos vinhos a concurso foram distinguidos com medalha de Prata pela equipa de júris presidida por João Sardinha da Cruz, chefe de câmara de provadores da CVR Tejo. Entre os vencedores, destaque para a Adega Cooperativa do Cartaxo que viu três dos seus vinhos distinguidos – Bridão Clássico Tinto 2006, Bridão Touriga Nacional e Xairel Branco 2008.
Com estas distinções, o concurso veio comprovar a qualidade dos vinhos certificados como “Denominação de Origem Controlada”, designação atribuída a vinhos cuja produção está tradicionalmente ligada a uma região geograficamente delimitada, e dos “Vinhos Regionais do Tejo”, classificação dada a vinhos produzidos numa região específica de produção. Entre os vencedores, encontram-se representadas as várias sub-regiões banhadas pelo rio Tejo - Almeirim, Alcochete, Cartaxo, Coruche, Santarém e Tomar.
O Concurso de Vinhos Engarrafados do Tejo é uma organização da Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo que conta com o apoio da Câmara Municipal de Alpiarça e da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo.

Muitos eleitores sugerem um maior debate sobre as questões eleitorais

Não estou indeciso com campanhas eleitorais. Tenho-me apercebido é que há muitos indecisos e muitos descontentes com esta campanha eleitoral e que os políticos estão a usar esta campanha como trampolim para os próximos actos eleitorais desprezando os valores reais deste acto eleitoral e baralhando o que é fundamental.


A União Europeia é uma realidade quer queiram quer não.

E os cidadãos portugueses estão muito mal informados quanto ao seu funcionamento ( para o bem e para o mal).

Sabem que na Bélgica é obrigatório o voto?

Quem não vota paga multa?

Não estou a querer dizer que se deva fazer o mesmo no nosso País.

Mas... com o cartão de cidadão as pessoas ficam automaticamente recenciadas. Os jovens estão preparados e estimulados para este acto?

Ainda sobre o acto eleitoral que têm feito os os partidos para esclarecer cada cidadão sobre a União Europeia?

Este espaço também deve servir para isso!

«Leitor do "Jornal Alpiarcense"

Barulho demais e alta velocidade no Frade de Cima

A população do Frade de Cima é incomodada permanentemente pelo barulho das motas e da alta velocidade de alguns automobilistas

A população do Frade de Cima vive num permanente alvoroço por causa das altas velocidade dos automóveis e motos.

Uma insegurança que atormenta os residentes porque os condutores e, nomeadamente os jovens nas suas motos, circulam a altas velocidades e com barulhos estonteantes que não dão sossego à população como as crianças não podem circular em segurança, sujeitando-se a todo o tipo de imprevistos.

Foi proposto pelo vereador Mário Pereira à Câmara, para que esta mande colocar algumas lombas nas principais e mais movimentadas artérias do Frade de Cima. Uma proposta discutida mas sem efeitos imediatos porque tudo continua na mesma.
Não bastasse, a falta de policiamento contribui para que o trânsito no Frade de Cima esteja entregue ao abandono porque a presença da autoridade raramente é vista neste sítio.

A CDU abre novo espaço em Alpiarça


A CDU em expansão para melhor satisfazer a população alpiarcense

(Carregue no "FOLHETO" para ampliar")

Tribunal de Almeirim procede a sorteio de jurados

O Tribunal de Almeirim procedeu a um primeiro sorteio de jurados para o julgamento de um dos suspeitos de ter disparado, em Janeiro e Abril de 2008, contra o posto da GNR de Alpiarça.

O processo, que contará ainda com um segundo sorteio para a selecção final dos quatro jurados, não tem ainda audiências de julgamento marcadas e vai decorrer em separado do processo do outro suspeito, detido na altura dos factos e que se encontra desde então em prisão domiciliária com pulseira electrónica a aguardar julgamento,disse à agência Lusa fonte do Tribunal.

O suspeito, residente em Frade de Baixo, Alpiarça, foi alvo de um processo sumário, por ter resistido à detenção movida pelos militares da GNR, durante a qual agrediu um dos elementos do posto de Almeirim. No âmbito deste processo sumário, o Tribunal de Almeirim condenou-o ao pagamento de uma multa de 1.050 euros.

O homem ficou igualmente com a medida de coacção de prisão domiciliária enquanto aguarda julgamento no âmbito do processo dos disparos contra o posto da GNR de Alpiarça, no qual está indiciado pela autoria de quatro crimes de homicídio na forma tentada agravada e falsificação, por alegadamente ter alterado a matrícula do automóvel a partir da qual foram feitos os disparos.

O posto da GNR de Alpiarça foi alvejado uma primeira vez na madrugada de 14 de Janeiro de 2008 e uma segunda vez em Abril, tendo os disparos provocado danos em portas e janelas, não se tendo registado vítimas.
«JR»

Destaque ao que tem sido feito em campanha eleitoral

Quero dar os meus parabéns ao "Jornal Alpiarcense" pela forma como tem feito a cobertura noticiosa dos acontecimentos políticos em Alpiarça, dando o devido destaque ao que tem sido feito em campanha eleitoral.

A CDU tem feito uma boa campanha, com contactos regulares com a população, com as colectividades de Alpiarça, alguns debates ainda antes da campanha, a noite de fados, a distribuição de propaganda para as autárquicas mas também para as eleições ao Parlamento Europeu, comícios abertos à população com centenas de participantes, etc.
O "Jornal Alpiarcense" tem dado cobertura noticiosa de grande parte, da parte mais visível, desta actividade.
O "PS de Alpiarça" para além dos cartazes da sua candidata, não tem mais nada, mas tem ainda algum espaço no "Jornal Alpiarcense", sobretudo em artigos de opinião, o que, embora não revelando proporcionalmente a actividade das forças políticas (para ser assim o PS quase não teria qualquer espaço, por actividade quase nula), pode ser considerado uma opção editorial correcta.
É importante continuar a relatar a verdade!
«Leitor do "Jornal Alpiarcense"»
NR: Obrigado pelas palavras. "Jornal Alpiarcense" existe para servir Alpiarça e os alpiarcenses. As páginas do jornal estão ao serviço dos alpiarcenses como de todos os partidos com actividade no concelho, em especial neste período eleitoral que atravessamos. Se os outros partidos ou movimentos cívicos não querem usar o "Jornal Alpiarcense" é um problema que só a eles diz respeito.

A CDU QUER RECONQUISTAR A CÂMARA PARA DEVOLVER ALPIARÇA À POPULAÇÃO

Grande comício-festa que a CDU realizou em Alpiarça na noite do dia 1 de Junho, enchendo o largo dos Águias de apoiantes. Só uma organização como a da CDU e do PCP pode fazer um comício destes que há muito tempo não se via em Alpiarça.
O caminho está a ser aberto para se ganhar a Câmara Municipal de Alpiarça e voltar a dar ao povo de Alpiarça o poder de decisão.

****
A CDU tem uma verdadeira ligação a Alpiarça uma ligação que mais nenhum partido tem. Só a CDU poderia ter realizado um comício destes no largo dos Águias, com o largo cheio de pessoas a apoiar a CDU.
Assim a CDU vai reconquistar a câmara e devolvê-la à população de Alpiarça.

***

Na verdade o Comício levado a efeito em Alpiarça pela CDU no Largo do "Águias" superou todas as expectativa.
Até a própria CDU não esperava tão grande presença de pessoas. A ansiedade de uma mudança politica em todo o Concelho fez com que todos os participantes mostrassem neste encontro que «estão desejosos que o poder de decisão» volte novamente para os alpiarcenses.
Se alguém tinha duvidas, elas foram tiradas com este comício. O cansaço de uma governação desgovernada teve como resposta a presença de centenas de pessoas neste comício.
Para o leitor menos atento, aconselhamos que consultem as imagens colocadas na coluna do lado direito deste jornal onde se pode ver a alegria e a excitação de todos os presentes.
Há muitos anos que Alpiarça não nos oferecia imagens como as que se podem ver no "Jornal Alpiarcense" com todo o espaço cheio de pessoas numa noite quente de Verão.
Como alpiarcenses que somos devemo-nos sentir vaidosos pelo acontecido onde toda a imprensa destacou que a «população alpiarcense marcou a sua presença como se um enorme pelotão de corredores circulasse pelas bandas do edifício que no passado foi a "Glória de Alpiarça"».
« Recolha obtida nos escritos de leitores do "Jornal Alpiarcense" que quiseram partilhar com outros leitores deste jornal a sua alegria.»
NR: "Jornal Alpiarcense" existe para divulgar acontecimentos como este e coloca as suas páginas para noticiar tudo o que acontecer em Alpiarça.


terça-feira, 2 de junho de 2009

Miguel Arrailos já se encontra a estagiar em França

Os triatletas olímpicos Bruno Pais e Duarte Marques vão preparar os Europeus de Elites com um estágio em altitude, em Font Romeu (França) revelou a Federação de Triatlo de Portugal através do seu site.
Depois de Bruno Pais ter sido 21.º e Duarte Marques 36.º no último fim-de-semana, na etapa de Madrid da Taça do Mundo, os atletas viajaram segunda-feira directamente para o centro de estágios gaulês, onde vão permanecer até dia 22.
Holten, na Holanda, vai ser palco dos Europeus deste ano, entre 2 e 5 de Julho, sucedendo a Lisboa, que organizou a competição em 2008. Desde 29 de Maio que já outros atletas se encontram em estágio em altitude, casos de Bárbara Clemente, João Silva, José Estrangeiro, Miguel Arraiolos, Vasco Pessoa e João José Pereira.
Este sexteto prepara os campeonatos da Europa de Sub-23, a 20 e 21 de Junho, em Tarzo Revine (Itália).
«Record»

Comicio em Alpiarça com Ilda Figueiredo

(Carregue em cima da fotos para ampliar)


Por: Octávio Augusto

NR: Informamos os leitores de que este comício levado a efeito, ontem, dia 1 de Junho, contou com a presença de Ilda Figueiredo,enchendo por completo (como se pode ver nas fotos) o Largo do "Águias" como ainda estiveram presentes quase todos os órgãos de informação do país para fazer a respectiva cobertura.


Ilda invocou em Alpiarça: S. Vital que não faz milagres

A candidata comunista ironizou em Alpiarça com gafe socialista e avançou com propostas para os mais pequenos
O milagre era para acontecer hoje. Vital Moreira prometeu há dias que as Minas de S. Domingos, encerradas há 30 anos, reabriam esta segunda-feira. Continuam fechadas. Afinal o candidato socialista referia-se às de Aljustrel. Em S. Domingos, tudo está como dantes.
A cabeça de lista da CDU, Ilda Figueiredo, lembrou a gafe de Vital, na noite fresca de Alpiarça. “As minas vão abrir agora por qualquer milagre, não sei se de S. José ou se de S. Vital. A verdade é que as minas continuam sem laborar.” Em S. Domingos não houve santo socialista que lhes valesse.
Num comício que encheu o largo de “Os Águias”, clube deste município ribatejano, terra de tradições ciclistas, Ilda Figueiredo puxou um pelotão de temas, para rematar com propostas para os mais pequenos, no Dia da Criança.
A eurodeputada defende o alargamento da distribuição de frutas e legumes todos os dias para as crianças da mesma escola, ao contrário da resolução da Comissão Europeia, que propõe que, apenas uma vez por semana, as crianças dos 6 aos 10 anos tenham fruta e legumes à mesa.
Antes da festa-comício, Ilda Figueiredo acompanhou com pézinho de dança “A Formiga no Carreiro”. “Mudei de rumo, já lá vem outro carreiro”, cantava-se. A candidata espera que a música seja o mote da noite de 7 de Junho.
«DN»

José Saramago reconhece-se na estátua feita por Armando Ferreira

Saramago assistiu, anteontem, à inauguração na sua aldeia natal, Azinhaga, no concelho da Golegã, de uma estátua de bronze evocativa da sua figura.

"Revejo-me, reconheço-me nela. Sem qualquer dúvida, sem qualquer resistência", afirmou.
Da autoria do escultor Armando Ferreira, de Alpiarça, a obra tem uma dimensão superior ao tamanho natural, que o escritor explicou dever-se à necessidade de a harmonizar com a praça. Na estátua, o escritor é retratado com um ar pensativo, a olhar em frente, com um livro pendendo de uma mão. "A expressão dos olhos é muito bem dada. Há um pensamento ali que o escultor pôde traduzir no modo como o olhar se fixa na distância", elogiou o romancista.
Os 32 500 euros do custo da estátua foram recolhidos pelo grupo "Mais Saramago", formado por leitores que se têm dedicado a identificar textos do escritor que não estão assinados e que foram publicados em revistas ou em prefácios de livros de outros autores portugueses

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Dominio de Triatletas de Alpiarça Continua & Torneio FUTSAL

O Clube Desportivo Os Águias de Alpiarça vem desta forma solicitar a publicação dos textos que enviamos juntamente com as imagens sobre Jovens Triatletas Dominiam Triatlo Nacional assim como a informação sobre Torneio de FUTSAL, e festejo dos Santos Populares em Alpiarça.

















( Carregue em cima das fotos para ampliar)

Por: João Sardinheiro

PROVA TT DE HOMENAGEM



O Grupo de Amigos Miguel Pardal, recentemente criado levou a efeito, no passado dia 30 de Maio, uma Prova de Todo-o-Terreno na Pedreira de Alpiarça, esta iniciativa teve como principal iniciativa a homenagem ao jovem piloto de motos de Todo-o-Terreno, Miguel A. Pardal Carriço, que foi vitima de um terrível acidente de viação.

Miguel “Pardal” como era conhecido, integrava a equipa nacional da MiraMotos/KTM. Era um jovem de apenas 23 anos de idade, natural de Alpiarça.

O Grupo de Amigos Miguel Pardal aliado ao Moto Clube Amigos do Sartela e com o apoio da Câmara Municipal de Alpiarça, levou a efeito a sua "1.ª Prova Todo-o-Terreno" destinada a motos de duas e quatro rodas.
Classificações – 2 RODAS

1º - Ferddy - YAMAHA YZ-F 450

2º - Rui Gonçalves - YAMAHA YZ-F 450

3º - Nuno Filipe - KTM EXC 250

4º - João Ferro - KAWASAKI KX-F 450

5º - Gonçalo Ludovico - SUZUKI RMZ 250

6º - Cristiano Mira - KTM 125 EXC

7º - Hernâni Germino - HONDA CR 250

8º - Edgar Costa - YAMAHA WR426

9º - Cristóvão Vale - SUZUKI RMZ 250

10º - Paulo Miguel / André Lagarto

11º - Bruno Neves - GAS GAS 300 EC

12º - Daniel Vital - YAMAHA YZ-F 450

13º - Tomé Lopes - HONDA CRF-X 250

14º - Fábio Aniceto - KTM SX 250

15º - Paulo Miguel / David Fidalgo - KTM 520 EXC

16º - Paulo Mendonça

Gustavo Gaudêncio - BMW 450 GX - Desistiu

Joaquim Norte - Desistiu

Ambrósio Raposo - KTM 125 EXC - Desistiu

João Silva - KAWASAKI KX 250 - Desistiu

José Henriques - Desclassificado


MOTO 4 - QUAD's


1º - João Lopes - SUZUKI LTR 450

2º - Paulino Cruz - SUZUKI LT-R 450

3º - Bertinho - SUZUKI LTR 450

4º - Carlos Andrade - SUZUKI LTR 450

5º - Marco Ramalho - YAMAHA YFZ 450

6º - Luís Mira - SUZUKI LTR 450

7º - João Ferreira - HONDA TRX 400

8º - Alex Zeferino - SUZUKI LTR 450

9º - Rafael Russo - SUZUKI LTZ 400

10º - Nelson Periquito - SUZUKI LTZ 400

11º - Gonçalo Gonçalves - SUZUKI LTR 450

12º - Carlos Coutinho - SUZUKI LTR 450

13º - Vando Duarte - SUZUKI LTR 450 1

A4º - David Serôdio - YAMAHA YFZ 450

Amílcar Simões - Desistiu

Rafael Acúrcio YAMAHA YFZ 450 - Desistiu

A organização ainda disponibiliza on-line toda a informação sobre este evento em


Por: João Sardinheiro

Protocolo com o Agrupamento de Escolas de Alpiarça

A Junta de Freguesia de Alpiarça assinou um protocolo de estágio para formação em contexto de trabalho com o Agrupamento de Escolas válido até ao final do ano lectivo 2009/2010, cujo objectivo é estabelecer entre as duas entidades as actividades a desenvolver pelos estagiários durante a formação.

A formação prática, estruturada num plano individual de formação ou roteiro de actividades a desenvolver em contexto de trabalho, assume a forma de estágio e visa a aquisição e o desenvolvimento de competências técnicas, relacionais, organizacionais e de gestão de carreira relevantes para a qualificação profissional a adquirir, para inserção no mundo de trabalho e para a formação ao longo da vida.
Compete à Junta de Freguesia desenvolver todos os esforços de forma a fornecer aos formandos os saberes e instrumentos necessários ao desempenho profissional, nomeadamente em meios técnicos, humanos e de ambiente de trabalho necessários à organização, acompanhamento e avaliação da sua formação em contexto de trabalho.
De referir que este estagio corresponde ao Curso de Educação e Formação criado pelo Despacho conjunto nº 453/2004 de 27 de Julho, Saída Profissional Operador/a de Jardinagem e Floricultura, Tipo 2, Nível 2, em regime diurno.
A Junta de Freguesia e o Agrupamento de Escolas comprometem-se a trocar informações e a desenvolver projectos de investigação de interesse para as respectivas instituições e para a sua região.
Na prática este tipo de estágios já funcionou de um modo muito positivo no ano lectivo anterior, sobretudo para os formandos, o que é o mais importante, mas também para a Junta de Freguesia que tem uma função social a desempenhar e da qual não se quer demitir, pretendendo ter um papel activo nesta matéria sempre que as suas possibilidades o permitam.
JF/APC

Rastreio no Frade de Baixo

No próximo dia 6 de Junho, junto à colectividade do Frade de Baixo, a Junta de Freguesia de Alpiarça, em colaboração com um grupo de enfermeiros, vai realizar um rastreio à população destinado a medir a tensão arterial, a obesidade e a detectar pessoas com diabetes.Convidamos os habitantes do Frade de Baixo e da Gouxaria a comparecer nesta acção cujo objectivo é zelar pela sua saúde.
JFAPC

Pedaços de história alpiarcense

A derrota dos Alpiarças

Ao fim de 25 séculos, as muralhas castrejas do Castelo da Amoreira, na serra do mesmo nome, sobranceira a Odivelas, cederam finalmente ao avanço dos intrusos.
…”A ameaça não veio dos inimigos tradicionais do povo de Alpiarça que no séc. V a. C., ergueu o castro de Amoreira, mas surgiu sob a forma de antenas de rádio e televisão e do cimento das casas clandestinas. Uma “invasão” que tem provocado a degradação da estação arqueológica, a qual continua a aguardar classificação como património cultural.
A mais recente agressão ao “campus” arqueológico foi o início da instalação no cimo da acrópole do monte de um retransmissor da Tele Difusora de Portugal (TDF) – equipamento suportado por uma torres de 50 metros de altura e de um edifício de apoio em alvenaria – que se veio juntar a uma “floresta” de antenas de rádio, utilizadas pelo bombeiros, judiciária, estações de rádio locais e ainda a um depósito de água dos Serviços Municipalizados de Loures. A autarquia não esteve com meias medidas e, ao abrigo de um parecer do Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), embargou a obra da empresa difusora do sinal da RTP e SIC.
Em 1983, Carlos Valverde, então estudante em Odivelas, “tropeçou” ocasionalmente num machado polido: um acidente que trouxe arqueólogos até à serra da Amoreira (mais propriamente um monte, com 313 metros de altitude, assente sobre bancadas de calcário do Cenomaniano superior). Três anos depois, e após a descoberta de novos achados arqueológicos (sobretudo fragmentos de cerâmica), Gustavo Marques, arqueólogo do Museu de Loures identificava os vultuosos alinhamentos concêntricos de grandes pedras negras de basalto como mais uma estação da Cultura de Alpiarça, datada da época do Ferro Inicial. Do ponto de vista científico era mais uma “acha para a fogueira” da polémica ibérica sobre o que terão sido duas culturas em tempos diferentes – para os espanhóis estava-se no Bronze Final, para os arqueólogos portugueses eram do Ferro final os vestígios primeiramente encontrados em Alpiarça.
Para Gustavo Marques, acérrimo defensor da tese da cultura Alpiarcense, o castro da Amoreira tem “um semelhanças indesmentíveis com outros povoados da mesma cultura, que se localizam na sua proximidade. Seria o caso “do povoado da mesma época reconhecido no claustro da Sé de Lisboa e provável ocupação do Castelo, no povoado de Santa Eufémia (Sintra), no castro do Socorro (Torres Vedras), na Pena do Barro (Torres Vedras)… Todo um horizonte cultural que corresponde, em data, nos clássicos lusitanos da nossa proto-história – conclui o arqueólogo do Museu de Loures.
Pela importância da estação, o Museu pediu (em Junho de 86) a classificação do monumento ao então IPPC – uma classificação que ainda não foi deferida pelo IPPAR, o organismo seu sucessor na estrutura da Secretaria de Estado da Cultura. Contudo, segundo a legislação referente ao Património (Lei 13/85, de 6 de Julho), a partir do momento em que é aberto o processo de classificação, toda e qualquer obra na zona de protecção está condicionada, devendo ser submetida ao parecer do IPPAR….
Compilado por: António Centeio
Fonte: «Público, de 19.04.93

CDU no distrito de Santarém a dramatizar apelo ao voto

A cabeça-de-lista da CDU às eleições europeias, Ilda Figueiredo, está hoje no distrito de Santarém para contactar trabalhadores da EMEF e da Compal, numa altura em que o apelo ao voto na coligação sobe de tom.
Na recta final para as eleições para o Parlamento Europeu, os discursos dos membros da coligação insistem na necessidade do voto na CDU, uma resposta às "malfeitorias realizadas por PS, PSD e CDS-PP e pelos seus governos", como defendeu este domingo em Évora o líder comunista, Jerónimo de Sousa.
O secretário-geral do PCP está confiante num reforço eleitoral no dia 07 e comenta que PSD e PS já estão a reagir "ao avanço da CDU", mas até "têm razão para temer" o crescimento da coligação.
"Vê-se como em simultâneo se unem e fazem campanha contra a CDU. PSD, por um lado, a levantar os fantasmas do anti-comunismo, e o PS e o seu candidato a dizer que os únicos votos que contam são os do PS e os do PSD, ou seja, dos partidos que têm levado o país ao fundo", defendeu o líder comunista. Uma forma de fazer política que não agrada a Ilda Figueiredo.
"Não estamos apenas a fazer uma simples campanha eleitoral de tricas e baldrocas, de guerrinhas de alecrim e manjerona, para esconder o essencial, como fazem o PS e o PSD", que acusa de serem "co-responsáveis" pela situação do país, porque no Parlamento Europeu "votaram juntos as directivas".
O voto na CDU é, afirmou Jerónimo de Sousa, "o mais seguro" e o único que garante "a mudança a sério". A campanha da CDU passa hoje o dia no distrito de Santarém, onde Ilda Figueiredo vai visitar e contactar os trabalhadores da empresa de material ferroviário EMEF, no Entroncamento, e da Compal, em Almeirim.
À tarde a candidata participa numa em Santarém e, à noite, estará numa festa-comício em Alpiarça.
«Lusa»

Escritor emocionou-se ao ver estátua


Saramago volta à sua terra natal"Gosto sobretudo da expressão dos olhos, porque o escultor captou muito bem o modo como o olhar se fita na distância", disse ontem José Saramago após a inauguração da sua estátua, na Azinhaga do Ribatejo, sua terra natal.

Perante um verdadeiro banho de multidão, o Nobel da Literatura emocionou-se vendo-se representado sentado num banco de jardim no largo da Praça, de livro na mão, a observar intemporalmente os habitantes da aldeia que tanto adora.

"Estou inaugurado e muito feliz por isso", gracejou o escritor, que fez questão de estar presente, apesar dos problemas de saúde com que se tem debatido nos últimos meses. E não foi fácil convencer José Saramago a permitir esta homenagem, uma ideia que demorou dois anos a concretizar e que partiu de José Miguel Noras, ex-presidente da Câmara de Santarém.
O presidente da Junta de Freguesia de Azinhaga e amigo pessoal do escritor, Vítor Guia, teve mesmo de ir persuadi-lo a Lanzarote. "Deixem-me morrer e depois façam-me as estátuas que quiserem, para os pássaros sujarem à vontade", foi a primeira resposta de José Saramago, que, no dia seguinte, mudou de ideias.
Depois da renitência inicial, ficou bastante satisfeito por saber que a estátua, da autoria do escultor Armando Ferreira, o ia imortalizar sentado a ler, junto ao pólo da Fundação que criou na Azinhaga.
«CM»