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sábado, 23 de maio de 2009

Juventude marca presença em peso no xadrex

Decorreu na vila da Lourinhã, durante o fim-de-semana de 16 e 17 de Maio, o IV Encontro de Xadrez da Lourinhã, no Pavilhão do Hóquei Clube. O evento incluiu dois torneios de xadrez, uma palestra e uma simultânea de xadrez, a cargo do veterano e consagrado mestre internacional de xadrez português, Joaquim Durão.

Pelas 11h00, a conferência deu início ao evento, contando com a participação de vários xadrezistas muito interessados em ouvir Joaquim Durão, que traçou uma retrospectiva do xadrez português ao longo da história.


Pelas 15h00 atingiu-se um dos pontos altos do encontro com a realização da IV edição do já conhecido Torneio de Xadrez em ritmo de Semi–Rápidas. A prova - ganha pelo jovem Paulo Costa da Casa do Xadrez de Alpiarça - contou com perto de 60 xadrezistas, entre eles muitos jovens, oriundos de várias associações distritais.

Vigilia junto ao Centro de Saúde

A comissão de utentes de saúde do concelho de Alpiarça promoveu uma vigília junto ao centro de saúde local na sexta-feira, 22 de Maio, com o objectivo de exigir a colocação de mais médicos.

A acção de protesto juntou cerca de 150 munícipes descontentes com as actuais más condições de funcionamento do centro de saúde, que em grande parte se devem à escassez de recursos humanos.

“São necessários sete médicos de família e neste momento temos apenas dois”, explica Paula Matias, porta-voz da comissão de utentes, acrescentando que há cerca de 4.200 utentes sem médico de família, um número que significa mais de metade dos inscritos no centro de saúde.

Para agravar o problema, uma profissional do quadro reformou-se há cerca de três semanas e dois dos clínicos contratados em prestação de serviços também foram embora.

“Agora, há um médico a fazer nove horas semanais e uma outra a fazer quatro horas”, conta Paula Matias.

“Precisamos urgentemente de médicos e de pessoal de enfermagem”, sublinha.

Constituída há cerca de sete meses, a comissão de utentes já reuniu com várias entidades afectas ao Ministério da Saúde, mas as respostas não são satisfatórias.

“Dizem-nos que não há médicos de clínica geral para colocar nos centros de saúde, mas isso não nos resolve os problemas”, acrescenta a mesma responsável.

“A saúde é um direito assegurado pela Constituição, mas estamos a ser privados dele porque nem toda a gente tem dinheiro para ir para o privado”, disse ainda Paula Matias, imputando as culpas “à falta de vontade política do governo.

No caso concreto de Alpiarça, “os utentes estão a entrar em desespero”, acrescentou a porta-voz, que deixou um elogio “ao enorme esforço” que os responsáveis e funcionários do centro de saúde local têm feito para minimizar os problemas de funcionamento.

“A saúde dos portugueses é mais importante que a saúde dos bancos”, afirmou o deputado do PCP António Filipe, acrescentando que “se o governo tem milhões para salvar os bancos da crise, com bem menos resolveria os graves problemas de saúde que afectam os portugueses”.

O deputado comunista lembrou que o PCP já questionou duas vezes o Ministério da Saúde sobre a falta de médicos de família em Alpiarça, tendo obtido “respostas vagas e que nada adiantam”.

“Na última vez, dizem que o problema vai ser resolvido a médio ou longo prazo, mas as pessoas estão doentes hoje, não podem esperar seis meses por uma consulta”, criticou.

Pelo grupo parlamentar dos Verdes, esteve presente o deputado Francisco Madeira Lopes, para quem “a grande presença da população nesta acção é um acto de cidadania mais importante que qualquer requerimento apresentado na Assembleia da República”.

“Ao longo desta legislatura, a saúde e a educação foram os direitos mais sacrificados em nome do défice”, defendeu, lamentando que vários concelhos do distrito estejam a sofrer os efeitos “desta aposta errada”.

«O Ribatejo»

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Rosa do Céu apoia "Concurso de Montras de Setúbal"

IV Concurso de Montras do Município de SetúbalO “IV Concurso de Montras do Município de Setúbal” decorre entre 8 e 19 de Junho, uma iniciativa destinada a dinamizar o comércio local e conta com o apoio da delegação da Entidade Regional de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo, que é presidida por Rosa do Céu.

“Santos Populares” é o tema proposto para a decoração das montras, numa prova que desafia a capacidade de inovação dos lojistas locais na técnica de vitrinismo, com prémios para os três primeiros classificados.



Novo estabelecimento em Alpiarça

A empresa “A.J.C.Auto” de António Joaquim C. Aranha, abriu um novo estabelecimento em Alpiarça.
Já se encontra a funcionar a nova “Estação de Serviço” como a prestação de serviços rápidos em mecânica.

Este estabelecimento já se encontra em pleno atendimento ao público, situado junto das bombas de gasolina da “Repsol”.

O ramo automóvel também não foi esquecido e o comércio de automóveis faz parte da empresa.


Faça uma visita a este novo estabelecimento

Alpiarça possui o "Plano Municipal de Emergência"

Um plano de emergência pode ser definido como um documento que descreve como os cidadãos, bens e ambiente serão protegidos numa situação de acidente grave ou catástrofe. Na prática, traduz um conjunto de medidas, normas, procedimentos e missões, destinado a fazer face a uma situação de emergência ou a minimizar as suas consequências.

Os planos de emergência de protecção civil são documentos formais nos quais as autoridades de protecção civil, nos seus diversos níveis, exprimem a sua intenção relativamente ao modo como pretendem que actuem os vários organismos, serviços e estruturas empenhadas numa operação de protecção civil.

Os planos de emergência de protecção civil são, consoante a sua finalidade, designados por planos gerais ou especial. Os planos gerais elaboram-se para enfrentar a generalidade das situações de emergência que se admitem em cada âmbito territorial e administrativo. Os planos especiais são elaborados com o objectivo de serem aplicados quando ocorrerem acidentes graves ou catástrofes específicas, cuja natureza requeira uma metodologia técnica ou científica adequada ou cuja ocorrência no tempo e no espaço seja previsível com elevada probabilidade ou, mesmo com baixa probabilidade associada, possa vir a ter consequências inaceitáveis.

Consoante a extensão territorial visada, os planos de emergência de protecção civil, são nacionais, regionais, distritais ou municipais.

Segundo a informação prestada ao “Jornal Alpiarcense” pelo Comando Operecional do Distrito de Santarém o municipio de Alpiarça «possui um "Plano Municipal de Emergência"» acrescentando-nos ainda que a «Zona Industrial não possui nenhum "Plano Especial de Emergência"» como já tinhamos divulgado em crónica apropriada no mês de Abril.

Jornal "Avante" deu destaque ao falecimento de Álvaro Brasileiro


O PCP manifestou, num comunicado emitido no dia 14, o seu profundo pesar pelo falecimento de Álvaro Favas Brasileiro, destacado militante comunista e resistente antifascista.


Filho de camponeses, Álvaro Favas Brasileiro nasceu em Alpiarça a 2 de Março de 1935. Pertenceu ao MUD Juvenil e integrou a Comissăo de Apoio ŕ candidatura do General Humberto Delgado. Já como membro do PCP, foi preso em Alpiarça e levado para o Aljube e, mais tarde, para Caxias.
Depois de sair da prisăo, foi novamente chamado para tarefas políticas. Em 1969, fez parte da Comissăo de Apoio ŕ campanha eleitoral do MDP-CDE. No final dos anos sessenta, ajudou a formar e a organizar as comissőes de defesa dos seareiros de melăo e de tomate, nos campos do vale do Tejo e fez ainda parte da Comissăo Nacional do Congresso da Oposiçăo Democrática, em Aveiro.
Depois do 25 de Abril, foi eleito do PCP na Assembleia da República. Foi ainda presidente da Assembleia-Geral da Coopvinhal, adega cooperativa de Alpiarça, e também da associaçăo ŤCantinho do Idoso, tendo sido sócio fundador destas duas associaçőes. Foi membro da Assembleia Municipal de Alpiarça durante vários mandatos

Conselhos para uma boa vigilia no Centro de Saúde

Os Centros de Saúde estão preparados para os receber, mas não vão ao Centro de Saúde.

Confusos?
Eu explico: pode ir ao Centro de Saúde que haverá sempre alguém por lá. Para além dos muitos doentes, que procuram o que não há - consultas, há enfermeiros, funcionários, auxiliares... médicos é que já não temos - esgotaram-se e estamos à espera de novo fornecimento.
Até lá... use as novas tecnologias (choque tecnológico) telefone para a linha da saúde, e com um bocado de sorte pode ser que não o mandem ir ao Centro de Saúde. A saúde é um direito, e tendencialmente gratuito (diz a constituição).
Como é um direito a que deixámos de ter direito, passa a ser tendencialmente pago - queres uma consulta, procura um consultório privado e paga 50 ou 60 euros, se os tiveres. Se não tiveres, podes sempre morrer em casa.
Culpados? claro que os há, os governos PS e PSD que durante anos e anos só permitiram a entrada nos cursos de medicina a meia dúzia de privilegiados.
Por isso vou estar amanhã na vigília à porta do Centro de Saúde de Alpiarça. Criaram a situação, agora resolvam-na, que é para isso que são eleitos.
E para a próxima voto noutros, olarila!
«De um leitor do "Jornal Alpiarcense"»

O assalto feminino ao poder autárquico


As eleições autárquicas de 2009 podem ficar na história, pelo menos na da região, com a chegada ao poder municipal de um número invulgar de mulheres.

Candidatas a presidente não faltam e muitas delas com possibilidades reais de serem eleitas. Se no final deste ano as presidentes de Salvaterra de Magos e Vila Franca de Xira tiverem homólogas em Alcanena, Alpiarça, Abrantes, Constância e Rio Maior não será de estranhar, apesar de, tal como no futebol, os prognósticos só se deverem fazer no final, após a contagem dos votos.
Para já uma coisa é certa: a maioria dos executivos camarários vai ter mais presença feminina, seja como presidente ou como vereadoras. Até à data, Maria da Luz Rosinha (PS) em Vila Franca de Xira e Ana Cristina Ribeiro (BE) em Salvaterra de Magos têm feito as despesas da representação do chamado sexo fraco. Juntou-se-lhes há meses Vanda Nunes (PS), que substituiu o presidente da Câmara de Alpiarça após Joaquim Rosa do Céu ter pedido a suspensão do mandato.

E em Alpiarça há francas possibilidades de o poder continuar a ser conjugado no feminino, pois na calha para substituir Vanda Nunes surgiu a deputada socialista Sónia Sanfona, uma advogada já com alguma experiência política.

«O Mirante»

Técnico de Acção Social ajuda munícipes em Alpiarça

A Câmara de Alpiarça tem ao serviço um técnico de Acção Social que auxiliará os munícipes em matérias como encaminhamento de processos de candidatura a apoio a estratos sociais desfavorecidos em termos habitacionais e ainda apoio no preenchimento, organização de documentos e simulação para candidatura ao incentivo ao arrendamento jovem.

O técnico de acção social vai estar nos gabinetes de apoio ao munícipe na vila de Alpiarça, na praça José Pinhão, todas as quartas-feiras das 10h00 às 12h30 e no Frade de Cima, às quartas-feiras das 15h30 às 16h30. A população do Frade de Baixo pode recorrer ao apoio do técnico de acção social às segundas-feiras das15h30 às 16h30.
«O Mirante»

Ilda Figueiredo em Alpiarça apelou ao voto

A candidata da CDU ao Parlamento Europeu afirmou que os números do desemprego "demonstram a gravidade da situação" que o país está a viver e a "ineficácia das medidas que têm vindo a ser tomadas pelo Governo.

Ilda Figueiredo almoçou hoje com mais de 300 pessoas no "Pavilhão do PCP" no Parque de Exposições de Alpiarça, uma participação que, disse à Lusa, excedeu as expectativas e vem "na continuidade do que tem estado a acontecer na campanha da CDU por todo o país".

Ilda Figueiredo apelou aos militantes do PCP para participarem na marcha que se vai realizar no próximo sábado, em Lisboa, contras as políticas que, disse, apenas estão a "agravar as injustiças sociais" e a "lançar as sementes de novas crises" e a marcarem presença maciça nas eleições europeias de 07 de Junho.

"É fundamental dia 07 de Junho irem mesmo votar, não só para criticar as políticas deste Governo, para o castigar, mas também para eleger deputadas e deputados que sejam porta-vozes dos interesses nacionais" nas áreas da produção, tanto na indústria, como nas micro, pequenas e médias empresas, na agricultura e nas pescas.

Sobre os números do desemprego hoje anunciados, relativos a Abril, que revelam um agravamento de 27 por cento em relação a igual mês de 2008, Ilda Figueiredo afirmou que eles só demonstram "a gravidade da situação que estamos a viver e a ineficácia das medidas que têm vindo a ser tomadas pelo Governo".

"Em Abril deste ano tínhamos mais 105.000 inscritos (nos centros de emprego), e já nem quero falar de limpezas de ficheiros ou coisas do género, são dados que eles divulgaram", disse, frisando que se, aos perto de 500.000 desempregados inscritos, se adicionarem os inactivos e os que estão a fazer formação, na realidade existem 600.000 pessoas em situação de desemprego.

"Isto significa 11 por cento da população, o que é gravíssimo", afirmou, referindo ainda os números do Instituto Nacional de Estatística sobre o desemprego entre os jovens, "que ultrapassa os 20 por cento", o que, no seu entender, representa o "hipotecar do futuro da juventude, que é o futuro do país".

Por outro lado, a cabeça de lista da CDU às europeias criticou o facto de existirem 200.000 desempregados "sem receber qualquer subsídio".

Ilda Figueiredo pediu aos militantes "confiança" e que acreditem que "a alternativa a estas políticas é possível, com outras propostas e outras pessoas".

A candidata quis deixar uma "palavra de solidariedade" para com os trabalhadores do distrito que estão em luta pela defesa dos seus postos de trabalho, nomeadamente para os que desde segunda-feira se mantêm à porta da Indústria de Fibras de Madeira (IFM/Platex), em Tomar.
Ilda Figueiredo fez ainda questão de deixar uma homenagem a Álvaro Brasileiro, o homem de Alpiarça que foi seu companheiro de bancada durante vários anos na Assembleia da República e que morreu recentemente.
«Lusa»

Câmara quer reforços no Centro de Saúde de Alpiarça

A directora executiva do Agrupamento dos Centros de Saúde da Lezíria, Luísa Portugal, informou que vai providenciar, o mais rapidamente possível, o reforço do Centro de Saúde de Alpiarça com mais meios humanos.

A informação foi dada através do município de Alpiarça após reunião com Luísa Portugal. A câmara manifestou ainda o seu claro desejo de estabilizar o corpo clínico do Centro de Saúde de Alpiarça, qualificando o serviço prestado e desenvolvendo uma relação de maior proximidade com a população.
«O Mirante»

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Ponto de situação face à nova estirpe do vírus da gripe (H1N1), com que estamos confrontados a nível mundial.

Estamos perante um novo vírus e a doença dissemina-se facilmente de pessoa para pessoa e em muito pouco espaço de tempo.

Neste momento, apesar de se registarem casos de contágio humano em muitos países, em Portugal não há nenhum caso registado até este momento.

A Direcção Geral de Saúde accionou todos os dispositivos previstos para este tipo de situação e através do seu site www.dgs.pt divulga as informações fidedignas sobre este assunto.

No Agrupamento dos Centros de Saúde da Lezíria (Chamusca, Alpiarça, Almeirim, Coruche, Salvaterra de Magos e Benavente):

- Todos os médicos e demais profissionais de saúde estão informados sobre medidas a tomar;
- Os cidadãos estão a ser informados para no caso de terem sintomas de estado gripal, ligarem à linha Saúde 24 (808242424) para serem esclarecidos sobre dúvidas que possam ter e se necessário serem encaminhados para os hospitais de referência;

Iniciámos hoje a distribuição de folhetos e cartazes, que enviamos em anexo, e para os quais pedíamos a vossa colaboração na divulgação. Gostaríamos que a informação chegasse o mais perto possível, pelo que estamos a contactar também as Juntas de Freguesia para esta colaboração.

O grande objectivo nesta fase é que os cidadãos com sintomas não se desloquem ao Centro de Saúde, mas que telefonem para a Linha Saúde 24. No entanto, os Centros de Saúde estão preparados para os receber.

Luísa Portugal
Directora Executiva
ACES da Lezíria LINHA SAÚDE 24: 808 24 24 24

quarta-feira, 20 de maio de 2009

A campanha dos comunistas arranca com uma marcha de protesto na capital, este sábado, e percorre nove distritos.

Começa em Lisboa e termina em Setúbal a marcha de protesto da CDU por noves distritos, que marca este sábado o início da campanha para as eleições europeias. Ainda antes do início oficial da campanha, a cabeça-de-lista da CDU, Ilda Figueiredo, estará esta sexta-feira na Madeira, nas cidades do Funchal e de Câmara de Lobos.

No dia seguinte, o PCP promove em Lisboa uma marcha com o lema "Protesto, Confiança e Luta! Nova Política - Uma Vida Melhor", entre o Saldanha e o Marquês de Pombal, terminando com as intervenções da número um da lista da CDU e do secretário-geral comunista, Jerónimo de Sousa.

Um comício no teatro municipal Pax Júlia, em Beja, novamente com a participação de Ilda Figueiredo e do líder do PCP, é a iniciativa agendada para domingo.

A campanha arranca oficialmente na segunda-feira, no distrito de Setúbal, onde a eurodeputada da CDU vai visitar Almada e Alcochete, contactar os trabalhadores da Autoeuropa e jantar com apoiantes no Seixal.

Na terça-feira, a comitiva segue para Coimbra, onde durante a tarde está prevista uma acção de rua com Jerónimo de Sousa.

Aveiro é o distrito visitado na quarta-feira, com passagem marcada para esta cidade, além de Estarreja e Ovar.

Na quinta-feira, dia 28, a campanha da CDU desloca-se ao distrito de Braga, para contactos com agricultores na feira de Barcelos e com trabalhadores da Grundig (Braga) e Continental/Mabor (Vila Nova de Famalicão), passando ainda pelo centro de Braga e terminando com um comício em Guimarães.

O dia seguinte é dedicado ao Porto, estando previsto um jantar com apoiantes em Gondomar.
Sábado, dia 30, começa no mercado de Loures (Lisboa), seguindo-se depois um almoço com apoiantes em Sacavém. A candidata desloca-se depois a Alverca e termina o dia num comício-festa em Cascais.

Évora é o distrito visitado no domingo, dia 31, com passagem marcada para Mora, Cabeção, Pavia, Arraiolos e, durante a tarde, um comício na capital de distrito com a candidata e Jerónimo de Sousa.

A 1 de Junho, a campanha da CDU vai a Santarém, e tem, à noite, um comício em Alpiarça.

No dia seguinte, a comitiva regressa ao distrito de Setúbal, desta vez para visitar o Arsenal do Alfeite (Almada) e contactar os trabalhadores da Câmara do Seixal e da Lisnave, concluindo a jornada com um comício, às 22h00, em Almada.

Lisboa volta a ser o distrito escolhido no dia 3, onde Ilda Figueiredo vai contactar a população em Algés (Oeiras), almoçar com funcionários da Câmara de Lisboa realizar um comício na Amadora.
O penúltimo dia de campanha começa pelas 10h00 na feira de S. Cosme, em Gondomar, passando depois pelo Porto para um contacto com trabalhadores da Portugal Telecom e para uma acção de rua com Jerónimo de Sousa, e termina em Braga, num comício com a candidata e o secretário-geral do PCP.

Jerónimo de Sousa volta a juntar-se a Ilda Figueiredo na sexta-feira para uma "arruada" no centro de Lisboa e para encerrar a campanha, num jantar no largo Fonte Nova, em Setúbal.
«Lusa»

Visita da candidata da CDU ao Parlamento Europeu, CarinaCastro

Carina Castro, Candidata da CDU ao Parlamento Europeu visita o distrito de Santarém para diversas acções de contacto com os jovens do distrito.

No âmbito das eleições para o Parlamento Europeu de dia 7 de Junho, a candidata da CDU, Carina Castro, estará presente no distrito de Santarém, no próximo dia 21 de Maio.

A candidata, pela manhã, estará numa acção de contacto com os estudantes do Instituto Politécnico de Santarém, no complexo Andaluz.

Participará no almoço-convívio da CDU com a candidata Ilda Figueiredo,em Alpiarça, no “Pavilhão do Partido”.

Por volta das 16h, estará numa acção de contacto com os trabalhadores da Sonae Carnes, na zona industrial de Santarém.

Por volta das 17h30, a acção de contacto será no centro de Santarém,nas imediações do W Shopping.

Confraria Enófila de Nossa Senhora do Tejo entroniza novos confrades em Alpiarça

A Confraria Enófila de Nossa Senhora do Tejo vai realizar o tradicional Capítulo Geral no próximo sábado, 30 de Maio, na Casa-Museu dos Patudos, em Alpiarça, onde vai entronizar os novos confrades.
A Câmara Municipal de Santarém e a Comissão Vitivinícola da Região vão ser entronizados como Confrades Protectores da Confraria de Nossa Senhora do Tejo e a Confraria da Gastronomia do Ribatejo vai ser entronizada como Confrade de Mérito.
A cerimónia começa pelas 17h30 com a recepção às confrarias convidadas. Quinze minutos depois realiza-se a cerimónia da passagem de confrades noviços a confrades da Ordem. Pelas 18h00 decorre a cerimónia de Entronização de novos confrades seguindo-se a entrega de diplomas aos antigos Confrades.
Após uma visita guiada à Casa-Museu dos Patudos o convívio termina, pelas 20h00, com um jantar seguido da cerimónia de divulgação dos resultados e entrega de prémios do concurso de vinhos engarrafados 2009.
«O Mirante»

Somos os Alpy Music


Grupo Musical Alpy Music é um Grupo Musical com uma actividade direccionada para a Cultura.


Como o nome indica, este grupo musical destina-se a representar nossa terra por este país fora, vertente Cultural, Área Espectáculos Musicais.

É um projecto de longa data elaborado por, Bruno Ramiro natural e residente em Alpiarça.

Para nós a qualidade está acima de tudo,por isso, temos músicos com elevada experiência, para qualquer tipo de evento.

Podemos actuar em DUO, Vertente Rock, em Trio Rock e com a Banda principal com seis músicos ao vivo.

Formação dos Alpy Music.

Voz Feminina

Viola Baixo e Saxofone Alto

Guitarra e Trompete

Guitarra Rock

Teclas

Bateria

Este Grupo Musical Oferece seus serviços para os mais diversos Eventos Culturais:

Concertos ao vivo

Festas

Arraiais

Bailes

Festas de estudantes

Festas de Motard´s

Festas de Empresas

Festas de Restaurantes

Festas particulares

Festas em Bares

Som para aluguer .....pequenos e médios eventos

Entre outros............

Para quaisquer contactos:

Bruno Ramiro

Alpy Music

Alpiarça





Volta a Portugal de Masters com equipas prontas para a acção

Apesar de nos encontrarmos a cerca de dois meses do arranque da primeira edição da Volta a Portugal de Masters, o certo é que equipas e corredores encontram-se já ansiosos pelo momento em que se perfilarão na linha de partida.

O evento, que decorrerá entre os dias 22 e 26 de Julho, contará com um numeroso pelotão, composto por duas centenas de unidades. Apesar da presença de vários atletas provenientes do estrangeiro, o grande favoritismo recai nas várias formações lusas.
Miguel Guerreiro director desportivo da Casa do Benfica de Almodôvar perspectiva deste modo a edição inaugural da Volta a Portugal de Masters: "A nossa equipa tem feito uma boa temporada e por isso penso que temos legítimas aspirações a ganhar a prova e a tentar conquistar um bom lugar na classificação colectiva.
Tudo faremos para conduzir o Humberto Silva à vitória final. Ele é um ciclista bastante completo e na minha opinião poderá ser uns dos principais favoritos ao mais alto lugar do pódio. Parece-me que a Volta a Portugal de Masters é um evento importante e poderá ser um forte contributo para oferecer uma maior visibilidade à categoria de Masters, embora signifique necessariamente um esforço financeiro importante para as equipas.
Este ano o percurso irá contemplar essencialmente a zona centro/norte do país, mas desejo que nas futuras edições possamos contar com a Volta a Portugal Masters também na região sul", considera.
Tal como o responsável benfiquista, também Rui Serrano da equipa Crédito Agrícola da Costa Azul/Fundiarte/CCLA denota grande optimismo para a competição que se avizinha: "Temos fortes expectativas de podermos lutar pela vitória na geral individual. Penso que a nível organizativo tudo está a ser estudado ao pormenor e este evento irá revelar-se como uma excelente forma de divulgar a categoria de Masters.
É com agrado que participamos nesta prova. O pelotão terá bastante qualidade e penso que as equipas estrangeiras irão auxiliar a que possamos assistir a um bom espectáculo, mas no final penso que o triunfo sorrirá a uma equipa portuguesa", antevê.
Por seu turno, Vítor Lourenço (Viveiros Vítor Lourenço/Sintra C. Ciclismo) considera: "Vamos para a prova com a intenção de lutar pela vitória final. A nossa equipa tinha apenas três corredores de Masters, sendo os restantes Amadores.
Por isso tivemos de recorrer a elementos exteriores para compormos o nosso grupo. De qualquer forma levaremos uma formação bastante forte. À partida contaremos com cinco a seis atletas.
Apesar de ser a edição inaugural da corrida, as expectativas que levamos para a competição são altas, já que a organização do evento tem bastante experiência.
Relativamente ao percurso, penso que este é bastante acessível, tendo apenas uma tirada mais dura. Na minha opinião, o número de etapas da prova é o ideal para o primeiro ano.
No final será certamente feito o balanço para avaliar se as edições vindouras deverão contar com um maior ou menor número de tiradas", finaliza.
Com o tiro de partida a ser dado em Alpiarça e o final a ocorrer na Póvoa de Varzim, o percurso estipulado para a edição inaugural da Volta a Portugal de Masters, irá contemplar um total de cinco etapas. Em suma, a competição irá subdividir-se da seguinte forma:
1ªetapa: Alpiarça-Caldas da Rainha 85,4 km23-
2ª etapa: Soure-Soure (c/r) 8 km24-
3ª etapa : Anadia-Vila do Conde 142 km25-
4ª etapa: Aveiro-Sever do Vouga 89 km26-
5ª etapa: Póvoa de Varzim-Póvoa de Varzim 93,2 km

terça-feira, 19 de maio de 2009

GABRIELA COUTINHO escreve sobre a sua disponibilidade politica

Ao consultar o "Jornal Alpiarcense", por ter sido informada que o meu nome era alvo de várias notícias e comentários, constatei que alguém quer que eu fale sobre a candidatura do PSD e da minha disponibilidade para assumir tal candidatura.

Não tenho qualquer problema em falar do assunto e, sobretudo, de reparar algumas falsas afirmações incluídas nalguns desses comentários.Nunca fui contactada pelo CDS que, segundo sei, já tem candidato.
Fui convidada para me candidatar pelo PSD, mas não por órgãos locais do partido. Não aceitei porque já me tinha disponibizado há 4 anos para servir Alpiarça pelo PSD como servi pelo PS e os eleitores não entenderam que eu fosse a pessoa indicada e votaram na lista do PS para governar.
Respeitei as votações e nunca mais pensei numa nova candidatura porque, infelizmente, tive coisas mais importantes para resolver e concentrei todas as minhas energias na minha vida pessoal.
Mantive-me informada sobre o nosso concelho e sobre o país, como me vou manter sempre, mas nunca a pensar numa nova candidatura autárquica. Assisti à apresentação da candidatura do Mário, tendo assinado uma folha que pensei ser uma folha de presenças e não de apoio político e posso afirmar que não manifestarei publicamente o meu apoio nem ao Mario nem à Sónia, porque gosto muito dos dois mas não me revejo em nenhum dos dois partidos que eles representam.
Por isso, até conhecer todas as listas, não decidirei o meu voto que é só meu e secreto. Apesar disso, se alguém dos dois partidos ou doutros me pedirem uma opinião, o que já aconteceu, sobre algum assunto que tenha em vista a boa convivência dos Alpiarcenses ou o desenvolvimento de Alpiarça, nunca lhes virarei as costas e darei a minha modesta opinião.
Também saberei ouvi-los enquanto amiga e dar-lhes-ei sempre força para lutarem pelos seus princípios e sonhos. Esta é a minha postura e não esperem de mim qualquer atitude destrutiva em relação a qualquer candidato que, como sei, tem de ter muita coragem para o ser.
Para mim o poder significa trabalho, muito trabalho e não a oportunidade de dividir para reinar. Conheço bem estes dois candidatos e sei que essa é a sua maneira de estar na vida porque sempre os conheci a trabalhar e a terem amigos de todos os quadrantes políticos.
Cabe-lhes a eles defender as suas propostas com verdade, respeito e determinação para bem da democracia e dos Alpiarcenses.
Um abraço da Gabriela

Mais um pouco da "Noite de Fados" que a CDU levou a efeito

Carregue em cima das fotos para ampliar


CDU organiza Noite de Fados com casa cheia


Numa excelente iniciativa organizada pela CDU na noite de 16 de Maio, estiveram presentes mais de 200 pessoas que acorreram à Quinta de S. José para assistirem a uma grande noite do Fado com a presença de António Figueiredo, António Filipe, Dora Cardoso e Helena Leonor acompanhados por Carlos Macedo na guitarra portuguesa e Amândio Pires na viola.

Estava ainda prevista a presença de Casimira Alves, mas por não ter conseguido finalizar em tempo útil outro espectáculo marcado para o mesmo dia, não pôde estar presente. Esteve ainda presente a Dª Mili que declamou diversos poemas.

Embora o evento estivesse previsto desde há muito na agenda de iniciativas da CDU para 2009, foi ponderada a sua não realização na sequência do recente falecimento de Álvaro Brasileiro. Foi no entanto a própria família a propor que tudo seguisse conforme previsto, o que aliás, seria certamente a vontade do Álvaro, em que em momento algum se deixou vencer pelos muitos contratempos da sua vida de luta em defesa de uma sociedade livre e mais justa.

Considerando a grande afluência de público que por volta das 21h30m ia chegando à Quinta de S. José, foi necessário providenciar a preparação da 2ª sala deste nobre espaço de eventos que dispomos em Alpiarça para acolher condignamente os muitos apreciadores de Fado.

Foi ainda com muito agrado que se constatou estarem presentes entre o público, muitas pessoas sem qualquer tipo de receio pela conotação politica que tantas vezes e de forma injusta se faz em iniciativas promovidas e organizadas por forças políticas.

São sinais encorajadores de que mais do que o facto de ter sido a CDU a permitir uma Noite de Fados desta dimensão em Alpiarça, existem pessoas e projectos que são reconhecidos e com quem a população se identifica.

Com ainda quase 30 voluntários envolvidos em toda a organização do espectáculo, em que não faltou o tradicional caldo verde, chouriço assado, azeitonas, vinho e outras bebidas, pode-se dizer que foi uma Noite de Fados em que nada faltou e que deixou imensas saudades a quem esteve nesta noite de sábado que se prolongou até às 2 da manhã sempre com a actuação quase ininterrupta dos Artistas que certamente também não esquecerão o sucesso desta noite. A eles principalmente, o nosso grande obrigado por nos terem deliciado com actuações de tão superior qualidade.
«"Jornal Alpiarcense" agradece a colaboração prestada pela CDU para com a divulgação do acontecimento»


Gabriela Coutinho é e será sempre uma mulher do PSD

No meu ponto de vista o “Ponto de Vista” de “Sommer” está errado porque Sommer não entende que a amizade e o apoio de Gabriela Coutinho para com Mário Fernando são coisas distintas em termos políticos.

Ou seja: Gabriela Coutinho estima muito Mário Fernando como o apoia, enquanto pessoa. Em termos políticos as coisas serão diferentes porque a amizade pessoal não se opõe à partidária e ideologia politica.

Na hora da verdade Gabriela Coutinho saberá destrinçar uma coisa da outra. Se for a candidata do PSD, a amizade e estima pelo concorrente e amigo ficará de parte porque na competição e no atingir dos objectivos a luta partidária separa-se uma da outra.

Todos os desportistas são amigos e respeitam-se um ao outro mas na “competição” tudo é esquecido para passar a haver rivalidade.

Sommer tem dificuldade em compreender isto como aceitar a verdade ou faz para isso, puxando a “brasa para sua sardinha”, a CDU…

Por Gabriela ter dito quando da apresentação dos candidatos da CDU que «apoiava pessoalmente Mário Fernando» e não teria problema algum em «assinar a lista de apoiantes» não quer dizer que não esteja do lado contrário.

De apoiar e assinar um folheto não isenta que não possa ser uma concorrente e adversária no campo político.

O problema de Sommer é que não destrinça uma coisa da outra.

Na hora da verdade vamos ver quem apoia ou não apoia.

Esquece-se Sommer que Gabriela Coutinho é uma mulher que não abdica dos seus princípios e daquilo em que acredita.

O PSD precisa de Gabriela Coutinho como Gabriela precisa de respirar o PSD.

Gabriela Coutinho precisa mais do que nunca do PSD como o PSD precisa da Gabriela.

Se Sommer pensa que a CDU para ganhar tem que contar com o apoio e amizade de Gabriela para com o Mário, então desengane-se ou então…não tem entendido as mensagem de Gabriela como não a deve conhecer ao pormenor para saber que Gabriela Coutinho de maneira alguma abdica dos seus princípios.

Na hora da verdade vamos ver de que lado está a razão e se Gabriela Coutinho é uma troca-tintas.

Viva o PSD!
«Leitor do "Jornal Alpiarcense"»

Gabriela Coutinho tem um carinho muito grande por Mário Fernando

Ponto de Vista
Por: Sommer


Tenho as minhas dúvidas que Gabriela Coutinho aceite ser candidata pelo PSD porque a Gabriela está incompatibilizada com João de Brito.

Quem acompanhou de perto a campanha do PSD nas últimas eleições locais sabe bem que o Brito foi sempre uma pessoa praticamente ausente.

Eu estou convencido que se o Brito tivesse apoiado um pouco mais a Gabriela o PSD tinha elegido um vereador.

O Brito tem um feitio muito especial, é mandão, arrogante e chega a ser malcriado e a Gabriela é muito senhora do seu nariz para se deixar espezinhar.

A Gabriela tem um carinho muito grande pelo Mário Fernando, mesmo que não o assuma publicamente, se o PSD não apresentar um candidato minimamente credível, Gabriela Coutinho e a sua família votarão CDU, porque é amplamente reconhecido o meritório trabalho que a CDU fez enquanto oposição na Assembleia Municipal.

É este o meu ponto de Vista!

Gabriela Coutinho começa a ter apoio da população para se candidatar

Seria muito bom que a Drª Gabriela Coutinho fosse a candidata de uma desejável coligação PSD/CDS em Alpiarça.

Gabriela Coutinho é uma mulher com grande capacidade que é reconhecida pela população de Alpiarça e há 4 anos demonstrou isso mesmo.
Com a situação que existe neste momento teria grandes hipótese de aumentar os votos que teve e quem sabe poder ser eleita Presidente.
«Leitor do "Jornal Alpiarcense"»

A Concelhia do Partido Social-Democrata já tem responsável e GABRIELA COUTINHO pode ser a sua candidata


João Brito passou a ser desde ontem o responsável pela Concelhia do Partido Social Democrático (PSD) em Alpiarça.

Para o efeito João Brito tomou posse na Comissão Politica Distrital do PSD, em Santarém, tendo sido nomeado responsável pela Concelhia do PSD. Foi ainda nomeado “Mandatário” para todo o “Processo Eleitoral” no Concelho de Alpiarça.

Compete-lhe entre outras incumbências, administrar internamente a “concelhia” como dirigir e acompanhar todo o processo eleitoral para além de ter que encontrar militantes para que possa haver eleições na “concelhia”.

O mandato deu-lhe a responsabilidade de constituir listas para as eleições autárquica que se avizinham e encontrar a “Cabeça de Lista”, tarefa que não vai ser fácil.

João Brito já começou a fazer algumas sondagens mas não nos adiantou qualquer nome. Acrescentou-nos que «tudo está em aberto como todas as pessoas são uma possibilidade de concorrerem em nome do PSD».

“Jornal Alpiarcense” conseguiu saber por outras fontes de informação que a hipótese de Gabriela Coutinho poder vir a ser a “cabeça de lista” por parte do PSD não está fora de hipótese.

Para Gabriela Coutinho todas as «possibilidades são conjecturas possíveis para concorrer às “Autárquicas”» desde que haja «consenso nos projectos futuros do concelho e que as suas ideias sejam aceites».

Podemos acrescentar de que Gabriela Coutinho já foi sondada pela “Concelhia do Partido Popular” para fazer partes das respectivas listas mas recusou por razões várias.

De qualquer maneira e, agora que o PSD têm pernas para andar em Alpiarça uma certeza temos, porque nos foi garantido por João Brito «dificilmente haverá qualquer coligação entre estes dois partidos em Alpiarça».

Daqui João Brito, depois de nomeado mandatário para as “Eleições Autárquicas/2009” ter a espinhosa missão de encontrar a pessoa certa para o lugar certo.

Podemos adiantar que Gabriela Coutinho reúne todas as condições e mais algumas para concorrer como “Cabeça de Lista” pelo PSD quer pelo seu passado e pelo trabalho que conseguiu fazer enquanto vereadora da CMA quer pelos projectos que tinha em “gaveta” para levar por diante quando ao desenvolvimento de Alpiarça.

Possuidora de uma grande inteligência e senhora de uma cultura acima da média possui ainda grandes conhecimentos.

A sua candidatura seria sempre benéfica para o concelho como a autarquia contaria com a experiencia de Gabriela Coutinho para além de: ser uma pessoa admirada e respeitada pela maioria dos alpiarcenses.

Se Gabriela Coutinho encabeçar as listas do PSD muita coisa poderá acontecer, quer por parte do movimento cívico Alpiarça é a Razão” quer por parte da CDU. Disto não tenhamos dúvidas.
António Centeio
«Foto: Arquivo do "Jornal Alpiarcense"

A especulação não convence a população

Não serão estes os cenários -ler artigo sobre cenários dos candidatos- que devem ser colocados aos candidatos que neste momento se conhecem à presidência da câmara, Mário Pereira e Sónia Sanfona.
Estes cenários são pura especulação. Não é especulando que que os candidatos convencem a população de Alpiarça da vantagem de votar nos seus projectos e dos projectos da CDU e do PS.
«Leitor do Jornal Alpiarcense»

Armando Ferreira fez a escultura de José Saramago que vai ser colocada na Azinhaga

José Rodrigues apresentou obra, mas promotores não gostaram e escolheram Armando Ferreira

A escultura de José Saramago a edificar na Azinhaga, terra natal do Nobel, já não será da autoria do escultor José Rodrigues, mas sim de Armando Ferreira, nome menos conhecido, mas cujo projecto obteve a aprovação da comissão promotora.

A escultura que irá perpetuar a obra de José Saramago na terra que o viu nascer, Azinhaga, afinal já não será esculpida por José Rodrigues. A comissão promotora do monumento mostrou-se insatisfeita ao ver a obra em barro, garantindo não ver nela o retrato do Nobel da Literatura.

Os organizadores insistiram para que o escultor fizesse alguns reparos, por exemplo, nos olhos e no nariz. José Rodrigues tentou, mas, mesmo assim, o trabalho final não agradou à comissão promotora, o que levou o escultor, irritado, a destruir a peça.

Entretanto, a comissão e a Junta de Freguesia da Azinhaga decidiram regressar ao ateliê de Armando Ferreira, em Alpiarça, escultor que, segundo o JN apurou, terá sido "a primeira escolha". A este, terá sido solicitada, há mais de um ano, uma proposta de escultura de Saramago, projecto concretizado, mas tratando-se de uma figura em pé. Agora, mediante o sucedido com José Rodrigues, foi pedida de novo a Armando Ferreira uma escultura a Saramago sentado.

O pedido foi concretizado e tanto os elementos da comissão promotora como o próprio Saramago gostaram do que viram. Depois do "sim", a peça encontra-se já na fundição para ser executada a tempo de ser inaugurada, na presença de Saramago, no final deste mês.

De acordo com José Rodrigues, este foi um triste episódio que aconteceu na sua carreira. O artista encarou o convite, tanto pela comissão organizadora como por Saramago, como "uma honra" e, como tal, entregou-se ao projecto.

"Encontrei-me com Saramago e fiz-lhe, na altura, um esquisso da escultura e depois trabalhei-a intensamente no ateliê. Ora, julgo que captei o essencial do carácter e da dignidade do Nobel", acrescentou José Rodrigues.

"Esculpi, naturalmente de acordo com a minha linguagem, o meu estilo e, portanto, admito que não seja um retrato fiel, mas na essência era o Saramago. Não sou, nem quero ser, retratista", esclareceu.

José Rodrigues assume que lhe foram feitas solicitações para a mudança de pormenores, mas garante que "só fui até onde entendi que devia ir. Não venham dizer-me para dar um jeitinho aqui ou ali e isto e mais aquilo. Como não estavam satisfeitos, achei que o melhor era destruir a peça e assim fiz. Desisti , paciência, tenho pena, até porque sou amigo de Saramago, mas não podem pedir-me, porque não aceito, para me desviar do meu estilo", sublinhou.

Apanhado no meio da confusão, Armando Ferreira é o autor da obra que se propõe perpetuar a memória de Saramago.

Aquele escultor com ateliê em Alpiarça apresentou um projecto há mais de um ano, mas não voltou a ser contactado, levando-o a pensar que a comissão organizadora teria desistido. Agora, um ano depois, Armando Ferreira volta a ser o escolhido e desta vez irá apresentar "um Saramago em tamanho natural, sentado num banco, com um livro nas mãos".

Armando Ferreira confessa estar bastante orgulhoso pela escola, mas admite que, "se soubesse o que se tinha passado com José Rodrigues, provavelmente não aceitaria o trabalho. José Rodrigues é uma sumidade na Escultura e julgo que a comissão falhou ao convidá-lo, tendo em conta que, afinal, o que queriam era um retrato fiel".

«JN»

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Miguel Arraiolos continua a ser destaque

Anaís Moniz foi quarta na Taça da Europa de Pontevedra
Anaís Moniz foi a melhor representante nacional na segunda etapa da Taça da Europa de Triatlo que hoje se disputou em Pontevedra, Espanha.
No sector masculino João Pereira foi o melhor classificado, tendo terminado na 10ª posição.
Anaís Moniz marcou posição durante o segmento de natação (1500metros) tendo, com esse bom desempenho, conseguido integrar um restrito grupo (de apenas 6 atletas) que liderou durante todo o segmento de ciclismo.

Na corrida final (10km) Moniz lutou até bem perto do fim por um lugar no pódio mas acabaria por ficar de fora por apenas uma posição. A prova foi ganha pela checa Radka Vodickova (vencedora do triatlo de Quarteira), seguida pela alemã Bazlen e pela russa Olga Dmitrieva.

Bárbara Clemente foi outra representante nacional e também ela teve uma prestação interessante: foi 20ª classificada, tendo conseguido integrar o grande grupo que perseguia as lideres. Desta forma, tal como Anaís Moniz, também Bárbara Clemente pontuou para o ranking internacional.

Tal como no sector feminino, no masculino Portugal fez-se representar por uma equipa muito jovem: todos os atletas são ainda do escalão sub-23.

A prova masculina teve um final emocionante, com um sprint entre o campeão do mundo Javier Gomez e Dmitry Polyansky, recente vencedor da Taça da Europa de Quarteira, tendo este último levado a melhor sobre o espanhol.

Durante o segmento de natação esteve em destaque Marco Rivera (Espanha) que deixou para trás toda a concorrência. No seu encalço vinha o também espanhol Javier Gomez.

João Silva era o primeiro português à saída da água, integrando o grupo dos principais candidatos ao triunfo. João Pereira e Miguel Arraiolos fizeram um segmento de natação interessante mas que não lhes permitiu integrar o primeiro grupo.

No segmento de ciclismo Rivera e Gomez isolaram-se e deixaram para trás o grupo dos restantes favoritos ao triunfo. Neste grupo vinha João Silva que no entanto, acabou por sofrer um furo, tendo desistido. Os restantes portugueses (Miguel Arraiolos, João Pereira, José Estrangeiro e Vasco Pessoa) integraram um segundo grupo perseguidor.

Na corrida final, e com apoio do seu público, Javier Gomez liderou até praticamente à recta da meta mas acabou batido ao sprint por Dmitry Polyanksy.

Na terceira posição ficou o suíço, bronze nos Jogos de Atenas, Sven Riederer.João Pereira fez o melhor segmento de corrida do seu grupo e ainda conseguiu terminar no top 10. José Estrangeiro foi 38º, Miguel Arraiolos 48º e Vasco Pessoa 52º.

Competição Feminina1 - Vodickova Radka CZE 02:00:362 - Bazlen Svenja GER 02:01:003 - Dmitrieva Olga RUS 02:01:06 4 - Moniz Anais POR 02:01:435 - Stawczynski Alena GER 02:02:3420 - Clemente Barbara POR 02:07:34

Competição Masculina1 - Polyansky Dmitry RUS 01:45:122 - Gomez Javier ESP 01:45:16 3 - Riederer Sven SUI 4 - Malyshev Yulian RUS 01:45:465 - Springer Thomas GER 01:46:1010 - Pereira Joao POR 01:47:3838 - Estrangeiro José POR 01:49:5748 - Arraiolos Miguel POR 01:51:0452 - Pessoa Vasco POR 01:51:

SÓNIA SANFONA PARECE ESTAR MUITO SEGURA DA SUA VITÓRIA, MAS....OS CENÁRIOS QUE LHE SURGEM PELA FRENTE PODERÃO COMPLICAR-LHE A VIDA E..DE QUE MANEIRA!

A Dr.ª Sónia Sanfona é uma pessoa com quem gosto de falar aberta e francamente e é com franqueza que aqui deixo uma consideração pessoal e três questões muito concretas.

Me parece que a Dr.ª Sónia Sanfona está muito segura da sua vitória nas próximas eleições autárquicas e que sendo eleita presidente e elegendo mais dois vereadores (o que aconteceu no 1.º e 3.º mandatos de Rosa do Céu) pode perfeitamente concretizar o seu projecto para o concelho e levá-lo por diante, quer os restantes dois vereadores estejam ou não de acordo com algumas propostas.

Mas no nosso concelho há mais três cenários possíveis:

I - A Sónia ganha e elege apenas mais um vereador, a CDU coloca dois vereadores e o PSD coloca outro vereador. Uma situação que nunca aconteceu em Alpiarça, mas que esteve quase a verificar-se mas últimas eleições (em que Gabriela Coutinho esteve à beira da eleição). Sónia Sanfona seria a presidente eleita mas teria de governar em minoria e dificilmente poderia levar o seu projecto por diante.

II - A CDU ganha, elege o presidente e um vereador, o PS elege dois vereadores e o PSD elege o terceiro vereador. O cenário é semelhante, mas funciona inversamente, a CDU governa mas em minoria o que condiciona o seu projecto para o concelho.

III - A CDU ganha, elege presidente e dois vereadores e o PS elege dois vereadores. A CDU governa em maioria e pode impor o seu projecto.

Postos estes três cenários que vão para além de uma maioria absoluta do PS, ponho frontalmente as seguintes questões à candidata Sónia Sanfona:

Sobre o cenário I - Sónia aceitaria governar Alpiarça nestas condições? Ou equacionaria uma recusa de tomada de posse por parte do PS provocando novas eleições para obtenção de uma maioria absoluta?

Sobre o Cenário II - Sónia ao recusar ser oposição assim como os seus companheiros de equipa deixaria o concelho entregue à CDU e ao PSD?

Sobre o Cenário III - Sónia nesta situação ao recusar ser oposição assim como os seus companheiros de equipa, a CDU tem quórum para governar Alpiarça sozinha, com um presidente e dois vereadores, porque apesar de vencedora a lista ganhadora só pode eleger os lugares que lhe cabem pela aplicação do método de Hondt. Seria esta a situação que ficaria criada numa possível maioria absoluta da CDU, considerando não ser possível face à Lei actual "oferecer" mais 2 lugares na vereação à lista ganhadora?
RV

Se Sónia Sanfona não ganhar então que a CDU realize o seu projecto

Quando um candidato se apresenta ao eleitorado com um projecto, é normal que se o seu projecto não for aceite, não se sinta disponível para ser oposição pois aceita que o projecto vencedor deve ser concretizado por quem o propôs.
Esta é a leitura que faço da indisponibilidade da Sónia para não ser vereadora e deixar a CDU fazer o seu trabalho se vencer as eleições.
Um leitor deste jornal - ver noticias referentes a Sónia Sanfona - acha que quando há maioria seja do PS seja da CDU essa maioria deixa de fazer o que quer para fazer o que a oposição entende ser melhor?
Eu nunca vi isso embora ache que fosse o mais correcto e melhor para o concelho.
«De um leitor do "Jornal Alpiarcense"»

Rosa do Céu é confrade de honra mas nem sempre comparece na Confraria

O Dr. Rosa do Céu é confrade da Confraria Enófila Nª Srª do Tejo há cerca de oito anos e nunca compareceu nos Capítulos (Assembleias Gerais).



É uma Confraria Regional muito importante presidida pelo Prof. Veríssimo Serrão, e inclui todos os produtores regionais, muitos enólogos e entidades variadas para além de personalidades individuais como o Dr. Jaime Gama, entre outros.


Espero que o Dr. Rosa do Céu, desta vez, honre a sua nova Confraria, participando, pelo menos, nos Capítulos, já que não tem de pagar as quotas visto ser confrade de honra.


MGC

PCP evoca centenário de Soeiro Pereira Gomes

O Partido Comunista Português- Comissão Concelhia de Santarém vai evocar o Centenário do Nascimento de Soeiro Pereira Gomes, que irá realizar-se Domingo, dia 24 de Maio de 2009, com o seguinte programa:
15h00: visita ao Moinho dos Rodeados; 16h30: Sessão Evocativa e Inauguração da Exposição alusiva ao Centenário do Nascimento de Soeiro Pereira Gomes (a ter lugar na Biblioteca de Pernes).
Nesta evocação, participará Domingos Abrantes, membro do Comité Central do Partido Comunista Português.

SÓNIA SANFONA VAI DEDICAR-SE MAIS À CAMPANHA ELEITORAL QUE SE APROXIMA


Por causa do processo que tem em mãos sobre o Banco Português de Negócio (BPN), que lhe tem ocupado quase todos os tempos livres, Sónia Sanfona a partir do próximo mês de Junho vai começar a dedicar-se de «corpo e alma à campanha eleitoral» como nos adiantou uma fonte segura.

Várias iniciativas estão em vista como um maior contacto com a população a fim de se inteirar de perto da necessidade da população para além dos problemas do concelho.
A sua fraca actividade eleitoral e activa têm estado um pouco atrasada porque a complexidade das inquirições sobre o BPN impede-a de ter mais tempo livre, visto ser Sónia Sanfona a relatora do processo e a data para entregar as conclusões estar a chegar ao seu fim.
Em cima da mesa do movimento cívico “Alpiarça É a Razão” já está praticamente pronto e esboçado do programa eleitoral como a distribuição das várias missões para as várias equipas de apoio que tem vindo a ser formadas nos últimos tempos.


Segundo a nossa fonte de informação, a «lista de candidatos está praticamente delineada, faltando alguns pequenos ajustes para se tornar concretizada sem sofrer alterações, incluindo nomes de várias mulheres que ultimamente têm tido papel ponderante nas várias actividades sócio/culturais do concelho».
Várias visitas aos lugares do concelho estão previstas como a auscultação da população vai ser determinante para a execução dos problemas mais relevantes.
Se salientar que o movimento conta com o apoio de vários alpiarcenses para quando “Alpiarça é a Razão” for para a rua tudo decorra da melhor maneira.
Assim a partir de Junho Sónia Sanfona vão começar a ser mais vista como a percorrer o concelho inteirando-se dos aspectos e problemas mais relevantes para que os objectivos do movimento cívico tenham o maior impacto por todos os alpiarcenses.

Rosa do Céu passou a confrade

Especialmente dedicado aos vinhos produzidos no concelho, o IV capítulo da Confraria Gastronómica de Almeirim realizou-se no domingo, 17 de Maio, no cine-teatro da cidade, onde foram entronizados sete novos confrades.

As três adegas cooperativas locais – Almeirim, Benfica do Ribatejo e Gouxa – são agora confrades de honra, tal como a eurodeputada Jamila Madeira, que recentemente organizou uma mostra de sopa da pedra no Parlamento Europeu, e Joaquim Rosa do Céu, ex-presidente da Câmara Municipal de Alpiarça e actual presidente da Região de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo.
Como confrades efectivos, com direito a usar o traje oficial, o colar e a insígnia, foram entronizados Luís Gonçalves e Hugo Martins. Durante a cerimónia, todos os novos membros provaram a sopa da pedra, um copo de branco e juraram defender e divulgar os propósitos da Confraria Gastronómica de Almeirim, fundada a 14 de Maio de 2004.
“Esta é a nossa festa de aniversário e o momento mais alto do ano, pois não só acolhemos novos confrades, como recebemos amigos de confrarias de todo o país”, disse ao nosso jornal o grão-mestre João Paulo Simões, adiantando que este acto foi presenciado por representantes de 43 organizações gastronómicas nacionais. O capítulo terminou com um grande almoço regional para todos os convidados no salão Moinho de Vento.
«O Ribatejo»

domingo, 17 de maio de 2009

NOITE DE FADOS na Quinta de S.José, em Alpiarça


Excelente iniciativa realizada pela CDU neste sábado.

Esteve tudo muito bem organizado, com a presença de muitas pessoas que assistiram a um espectáculo memorável de boa música e poesia e ainda com a ceia servida.Está de parabéns a CDU; estão de parabéns os músicos e os fadistas; estão de parabéns todos os que contribuíram para organizar e apresentar este espectáculo, tudo com o trabalho voluntário e militante de muitos alpiarcenses.
No início o Mário Fernando disse que ao longo destas campanhas para as eleições europeias, legislativas e autárquicas a CDU irá realizar espectáculos que irão envolver vários tipos de expressões culturais, políticas e desportivas.
Espero que continuem assim e que sejam atingidos bons resultados na eleições, até à vitória em Alpiarça, para pôr a cultura e o desporto ao serviço de todos os alpiarcenses.
«De um Leitor do "Jornal Alpiarcense»

sábado, 16 de maio de 2009

Sónia Sanfona, na qualidade de relatora do caso BPN quer munir-se de conclusões

Sónia Sanfona questiona-se sobre a verdadeira data em que o Banco de Portugal teve conhecimento de irregularidades.

Por causa destas dúvidas,Vítor Constâncio, governador do Banco de Portugal, vai ser ouvido na comissão de inquérito parlamentar ao caso BPN, no próximo dia 26 de Maio.
A audição esteve inicialmente agendada para o dia 19, a próxima terça-feira, mas os responsáveis optaram por adiar as inquirições à supervisão e ao Governo até à semana que se inicia a 25 de Maio, de forma a que a deputada socialista Sónia Sanfona tenha tempo para completar o relatório final.

Técnicos de saúde serão colocados nas extensões da Lezíria para libertar médicos

A directora executiva do agrupamento de centros de saúde da Lezíria do Tejo ( que englobe Alpiarça), Luísa Portugal, pretende colocar técnicos de saúde, como fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, além de enfermeiros, nas extensões de saúde.

No âmbito de uma reorganização dos serviços que está a ser preparada, e perante a falta de médicos, a medida visa evitar o encerramento destas unidades e permitir uma assistência mínima às populações das zonas rurais.

O que se pretende também, diz Luísa Portugal, é que os médicos de família se concentrem apenas nos actos exclusivamente clínicos, libertando-os de tarefas que lhes ocupam tempo e que podem ser feitas por enfermeiros ou dietistas, por exemplo. “Há uma grande dispersão de locais de atendimento, com extensões que servem 600 ou 800 pessoas e nestes casos as consultas médicas podem ser concentradas noutras unidades mais próximas”, explica. Com isto poupa-se tempo com as deslocações dos clínicos e optimizam-se os serviços.

A directora do agrupamento, sedeado no Centro de Saúde de Almeirim e que abrange além deste os centros de Chamusca, Alpiarça, Coruche, Salvaterra de Magos e Benavente, pretende também reorganizar a assistência nos Serviços de Atendimento Permanente (SAP) e Atendimento Complementar (AC), destinado às pessoas que não têm médico de família ou que precisam de um atendimento mais urgente.
A proposta passa por retirar os horários dos médicos de família nestes serviços e concentrá-los nas consultas aos utentes dos seus ficheiros e contratar clínicos a empresas para assegurarem os SAP e AC.
«O Mirante»

Sónia Sanfona, enganou-me e à minha família também

Quando soube que Sónia Sanfona tinha sido escolhida para concorrer a “Presidente da Câmara” do meu burgo fiquei logo entusiasmado.

Sempre gostei dela e sempre lhe admirei aquele estilo de “senhorita” coisa que minha mulher não lhe consegue chegar aos calcanhares.

Divulgada esta promoção, eu, minha mulher, meus quatro filhos, os três irmãos das mulheres de meus filhos, respectivas esposas e meus oito sobrinhos decidimos logo reunir em “Assembleia de Família” para chegarmos a uma conclusão democrática: deliberar em quem votarmos no dia das eleições.

Ficou assente em “acta familiar” de que todos os nossos votos: «vão ser colocados no quadrado onde estiver a fotografia» de tão ilustre pessoa, de quem tínhamos em consideração.
Passados poucos dias, qual não foi o nosso espanto quando meu sobrinho Samuel convocou nova “reunião de família” para nos informar de uma grave alteração.

Assim foi.

No dia marcado, depois do respectivo jantar que foi acompanhado com uma mixórdia qualquer chamada de “vinho alpiarcense”, de barriga cheia, sentamo-nos todos à mesa para ouvirmos as palavras de Samuel.

Então escarrapacha em cima da mesa da assembleia uma folha de pasquim onde estava bem escrito que a «deputada iria concorrer» ao lugar a que todos já sabíamos.
Não nos admiramos da informação porque já tínhamos chegado a acordo quanto à votação.

O pior foi quando o dito sobrinho e membro do clã em voz alta, seguindo com o dedo as palavras, conforme estavam no jornal, exclamou para os presentes que sua senhoria «concorria para ganhar – coisa que já sabíamos de antemão – mas se perdesse as eleições não aceitava o lugar de vereadora e muito menos ser oposição».

Como sendo o mais velho deste “rancho de gente” e ouvindo estas palavras, com os nervos, mandei logo uma chapada na cara da minha companheira.

Do fundo da mesa, alguém exclamou:

- Então avô, você que leva os dias inteiros no “largo da boneca” para ver os vestidos novos da sua “sóniazinha”, que adora ouvir as mulheres a cuscarem na casaca da deputada, está agora a bater na avó?

Danado que fiquei com esta alteração às regras pré-determinadas, agarrei o “palinhas” metendo-o na boca, para de seguida botar a palavra da seguinte forma:

- O que está aí escrito a ser verdade só pode ser uma traição para mim e para toda a minha família.
Sendo assim, como mais velho do rancho, desde já fica decidido que não votaremos nessa rapariga.
Tenho dito e assim se escreva. E, ai de quem aqui na família nos pregue alguma traição ou vote em branco.

O mais novo da famelga que não gostou do que foi publicado na gazeta, acrescentou:

- Já não iremos à “Quinta de São José” ou ao “Parque do Carril” nem a lugar nenhum mesmo que a “Sanfona” convide o “Quim Barreiros” ou o “Emannuel”, “.
Raios partam esta gente toda que não podemos confiar neles
Encerre-se a sessão.

Tu, minha fofinha (a minha mulher) mete essas febras a assar na brasa para acabarmos com a mixórdia que já estamos cheios de fome.

Ainda hoje, quando me lembro do Samuel, armado em orador a dar a noticia com aquela cara de parvo sinto que a Sónia nos enganou a todos.

Mas o mais grave foi: termos a “alcofa do farnel” já encomendada para levarmos o almoço para o grande dia da vitória e saiu-nos a incerteza.
Pelo sim pelo não, a família vai-se abster de ter mais assembleias de família para não voltar a dar o dito pelo não dito.

Assim, Sónia Sanfona já não leva uma carrada de votos
E se éramos um rancho de gente!...

Afonso dos Patudos

Mais de 36 mil utentes sem médico de família na Lezíria

Na área de influência do Hospital de Santarém – que engloba os concelhos de Almeirim, Alpiarça, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Rio Maior, Salvaterra de Magos e Santarém – existiam no final do ano passado 36.217 utentes inscritos que não dispunham de médicos de família.
A informação foi dada pelo Ministério da Saúde em resposta a um conjunto de perguntas formuladas pela deputada independente Luísa Mesquita. “A reforma dos cuidados de saúde primários que se encontra em curso, com a criação das Unidades de Saúde Familiar, a constituição dos agrupamentos de centros de saúde e o reforço na formação de médicos de medicina geral e familiar, permitirá disponibilizar mais e melhores cuidados de saúde próximos dos cidadãos, indo ao encontro das suas necessidades”, afiança-se na resposta do Ministério da Saúde.
«Mirante»

5 dias de Feira do Vinho de Alpiarça

A Feira do Vinho do Ribatejo decorre entre 28 e 31 de Maio assinalando este ano a sua 12ª edição.



É um certame rico em diversidade, que elege a cultura da vinha e a produção do vinho como temática central, que alia a tradição ao desenvolvimento, que associa os saberes populares às novas tecnologias, cruzando as culturas à produção de riqueza e que, por isso, coloca grandes desafios à Organização.

As maiores apostas são a Mostra, a Prova e a Compra e Venda de Vinhos Ribatejanos. A Feira ocnta este ano com cerca de 100 expositores, provas de vinho, colóquios, mostras de artesanato, mostras gastronómicas da região (com a participação de confrarias), mostra de cantares, tunas académicas, espectáculos musicais e exposições técnicas.

No dia 30 de Maio, serão apresentados os resultados do Concurso de Vinhos Engarrafados do Ribatejo, cerimónia que vai decorrer em complemento ao Capítulo Anual da Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

De menina tímida que só pensava em estudar a coelhinha da Playboy


A revista na sua edição de Maio, em que Telma aparece nua, caiu em Alpiarça como uma bomba.

Telma Falcão mandou o pudor às urtigas e num impulso aceitou pousar nua para a edição portuguesa da revista Playboy deste mês de Maio. Na terra onde nasceu, Alpiarça, anda nas bocas da população, mas isso pouco a preocupa.
A revista é que ganhou com a polémica que se instalou, esgotando duas vezes nos pontos de venda e ainda com papelarias e quiosques a receberem encomendas. A jovem de 25 anos, que se despiu de preconceitos na sessão fotográfica que durou nove horas, aparece em poses sensuais em conjunto com uma amiga mais nova dois anos.

A aventura começou quando respondeu em conjunto com a colega a um anúncio na Internet que pedia promotoras para a revista - as meninas que vestem reduzidas camisolas com o coelhinho imagem da marca e calções curtos e andam em bares e discotecas a promoverem a publicação.
Duas horas depois da entrevista ligaram-lhe para voltar porque tinham outra proposta. Aceitou-a. Nem chegou a pensar cinco minutos e decidiu-se logo. “Sem pensar em dinheiro, em promoção, em entrar no mundo da moda… Não ando a bater à porta de agências, apenas aceitei porque achei interessante”, afirma.

O namorado só soube que ia aparecer pelada no dia da sessão fotográfica. “Só ficou chateado duas horas e depois compreendeu”, garante Telma. Curioso é que a revista foi para as bancas no dia 30 de Abril, precisamente no dia em que ele fez anos.
Para a sessão fotográfica não lhe exigiram qualquer tratamento de beleza. Apenas teve que fazer depilação e depois ser maquilhada. Começou a sessão vestida e depois a roupa foi caíndo ao ritmo dos cliques da máquina. Diz que de início estava com vergonha, mas depois esqueceu-se disso. Considera-se ainda um pouco tímida e confessa que cora facilmente.

Com uma infância em que era muito reservada, muito sossegadinha, nada fazia prever o arrojo da “coelhinha” e a notícia caiu em Alpiarça como uma bomba. “Em miúda era muito calada, só pensava em estudar, era das melhores alunas da escola e muito tímida”, realça.
Quando foi para Lisboa (onde vive actualmente) tirar o curso de Publicidade e Marketing abriu a mente, desinibiu-se mais, ficou mais simpática.

Os pais aceitaram a decisão da filha de fazer o que lhe apeteceu e chocou a população. A mãe só ficou mais preocupada porque temia que a ousadia da filha tivesse repercussões negativas na sapataria que explora na vila onde todos se conhecem.
“Não me preocupo com o que os outros dizem. Os meus amigos apoiam-me e é isso que interessa”, realça Telma Falcão, acrescentando que tem recebido críticas positivas e negativas e até se dá ao trabalho de responder a comentários que aparecem em blogues.

A jovem, que era vendedora numa empresa e que actualmente está desempregada, só não gostou de saber que alguns homens tenham comprado a revista só para verem a colega dos filhos de seios ao léu e pêlos púbicos aparados a pente número dois.
Mas desculpa-os porque compreende que “estão no seu direito” e que essa é uma das implicações da sua decisão, que tem que aceitar.

Quando era mais nova queria ser arquitecta, bióloga ou designer de moda ou interiores. Não conseguiu. Confessa que gosta de viver a vida por impulsos mas com decência. Tem medo de morrer a sentir que não fez tudo o que queria na vida. Diz que as mulheres que gostam do seu corpo também gostariam de aparecer na revista.
Gosta de Alpiarça mas confessa que o controlo social da terra a sufoca. Continua a ir à terra natal sempre que pode. Sente as pessoas nos bares a cochicharem quando entra, mas não liga. Sente-se bem e diz que as pessoas têm que falar mal de alguém.
Hoje será dela, amanhã será de outra. “Se calhar alguns dos que falam mal fazem coisas piores, como traírem os companheiros, ou têm pecados que nunca terei”.
«O Mirante»

Vinhos ribatejanos à prova em Lisboa

A Câmara Municipal de Alpiarça vai levar a cabo mais uma acção de promoção de vinhos ribatejanos no Centro Comercial Amoreiras, de 22 a 24 de Maio.

Uma acção no âmbito da campanha de divulgação da XII Feira do Vinho do Ribatejo – Alpiarça que contempla a mostra e a prova de vinhos de todos os produtores inscritos na Comissão Vitivinícola Regional Ribatejana.

As trintonas Vanda Nunes e Sónia Sanfona são charmosas e reunem parâmetros de qualidade


Concordo sobre a projecção que Alpiarça conheceu nos últimos dias graças à mais recente edição da Playboy portuguesa.




Quem percebe alguma coisa de marketing sabe que umas mamocas à mostra captam mais a atenção do povoléu do que a colecção de arte da Casa dos Patudos. As coisas são mesmo assim e não há volta a dar. Mas já não posso estar de acordo quanto à avaliação que fazes das “coelhinhas” ribatejanas e das comparações que expressaste.

Acho que ainda têm muitas curvas que ganhar para me encherem as medidas. Não é que eu seja muito esquisito, mas o charme discreto das trintonas Vanda Nunes e Sónia Sanfona aproxima-se mais dos meus parâmetros de qualidade. Benditas quotas que tais políticas traz…

Fossem os candidatos às eleições europeias como essas duas jovens políticas alpiarcenses e ninguém andaria preocupado com a previsível elevada taxa de abstenção. Infelizmente o Vital Moreira, o Paulo Rangel ou o Miguel Portas estão para elas como um hipopótamo está para uma borboleta.

Saudações europeias do Serafim das Neves
«Mirante»

Ainda a concessão do “Campo de Ténis”.

Depois de entregue a exploração do “Campo de Ténis” a um organismo privado, a autarquia tomou as devidas medidas para que o mesmo fosse entregue a colectividades do concelho mas não conseguiu encontrar quem estivesse disposto a rentabilizar o espaço.

A Câmara ainda verificou qual seria a possibilidade de avançar sozinha para a dinamização do espaço, mas os recursos humanos da autarquia não estão, de todo, vocacionados para esta actividade, até porque numa modalidade como o ténia, que não é uma modalidade muito popular, são necessárias pessoas que tenham demonstrado trabalho e competência na área.

Assim, a decisão da autarquia foi encontrar a melhor solução na entrega de exploração a uma entidade fora do concelho.

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA APROVA VOTO DE PESAR PELA MORTE DE ÁLVARO BRASILEIRO

A Assembleia da República aprovou hoje por unanimidade um voto de pesar pelo falecimento, na quinta-feira, do antigo deputado do PCP Álvaro Favas Brasileiro.

Álvaro Favas Brasileiro nasceu em Alpiarça, a 02 de Março de 1935, aderindo aos 16 anos ao M.U.D juvenil.

Anos mais tarde, em 1958, contacta pela primeira vez com o PCP, tendo nesse mesmo ano integrado a comissão de apoio à candidatura do General Humberto Delgado.
Em 1963, foi preso pela GNR de Alpiarça e levado para o Aljube, de onde foi depois transferido para Caxias.

Julgado pelo Tribunal Plenário da Boa Hora, é condenado a 16 meses de prisão correcional e a cinco anos de perda de direitos políticos.

Depois da saída da prisão, volta novamente à política, fazendo parte, em 1969, da comissão de apoio à campanha eleitoral do MDP-CDE.

Em 1973, é candidato pelo distrito de Santarém nas listas do MDP-CDE para a Assembleia Nacional.

Seis anos mais tarde, em 1979, Álvaro Favas Brasileiro é eleito pela primeira vez deputado pelo PCP na Assembleia da República.
Quando saiu do Parlamento, em 1991, prosseguiu a intervenção cívica e política, nomeadamente na Assembleia Municipal de Alpiarça, que integrou durante vários mandatos.

«DD»

"Alpiarça É a Razão" removeu a sua página informativa

Depois do "Jornal Alpiarcense" ter publicado alguns textos da página "Alpiarça é a Razão" como a crónica de uma militante, denominada: "Fragmentos para o debate..."este movimento cívico por razões que desconhecemos removeu a mesma.

Julgamos que brevemente irá aparecer uma nova página mais actualizada e com informações mais detalhadas, porquanto a agora removida já se encontrava completamente desactualizada.

Joana Serrano mesmo sendo ainda jovem gosta de aprender com os mais velhos

A Joana Serrano, mesmo sendo uma mulher muito mais jovem que o Álvaro Brasileiro, desde muito cedo que tem estado ligada ao trabalho político do PCP (penso que na Comissão Concelhia) a da CDU.
Teve a oportunidade de aprender muito com militantes mais experientes e que muito deram à luta dos trabalhadores e a Alpiarça, como é o caso do Álvaro Brasileiro, do António Castelo, do Manuel Ganhito, do Vítor Fernandes velhinho, do Chico Galiza, do António Calarrão, do Leocádio de Vale e de muitos outros.
Também como eleita na Assembleia de Freguesia teve essa oportunidade de trabalhar para o desenvolvimento da terra e de aprender com camaradas e até com os adversários que por lá passaram.A Joana Serrano é uma boa escolha da CDU para ganhar a Junta de Freguesia de Alpiarça, uma oportunidade de rejuvenescer com ideias novas.

«De um leitor do "Jornal Alpiarcense"

O relvado do Estádio Municipal está a ficar desgastado.

O uso do relvado sintético do capo de futebol já levou a que a autarquia analisasse sumariamente a situação, de forma a que se encontre uma solução no seu tratamento e conservação.

O relvado, como outros tipos de equipamentos precisa de manutenção periódica, caso contrário estraga-se e, mais quando tem um frequente uso como o do “Estádio Municipal de Alpiarça”.

Reconhece a autarquia que o relvado não sofreu nenhuma intervenção mas que vai estudar a melhor forma de o tratar ou encontrar uma empresa especializada neste tipo de trabalho.

Álvaro Brasileiro - um camarada, um amigo

Por: SérgioRibeiro (*)

Assim me disseram pelo telefone. Ontem. E tudo o resto, todas as notícias, todos os pequenos acontecimentos (grandes que eles fossem), tudo o que preenche os dias se apagou perante a brutalidade do telefonema. Que nem sei se agradeci como o devia ter feito.
Desde ontem, anda comigo a lembrança que me trouxe a morte do amigo, do camarada, um dos casos em que escolho a ordem alfabética para dizer o que o Álvaro era para mim. Um amigo, um camarada. Um amigo camarada, um camarada amigo.

Conhecemo-nos em Caxias, ambos com 27 anos que no mesmo ano nascemos. Era, o Álvaro, um dos três de Alpiarça - com o Abalada e o Arraiolos - mais velhos. Sim, porque os outros três - o Machado, o Marvão, o Raposo/"Facalhim", que também recentemente morreu sem que lhe tivesse dado o abraço de que estávamos em falta há 45 anos - andavam próximos dos 20.

Calmo, ponderado, consistente, assim o conhecemos. E à Justina, que víamos através das redes das visitas, sempre a companheira.

Depois, foi a vida e a luta que nos fizeram encontrados tantas vezes. Sempre o amigo, sempre o camarada. Nas campanhas de 1969 e 1973, na revolução por que lutáramos. Às vezes em convívios no meloal, ou em sua ou em minha casa, só porque nos sentíamos bem juntos. Como amigos. E camaradas, sempre.

Na Assembleia da República, o nome do Álvaro Brasileiro, eleito pelo distrito de Santarém, está inscrito - queiram-no ou não os historiadores encartados - como um dos mais prestigiados deputados, um que, entre "doutores e engenheiros", se fazia respeitar como operário rural, como seareiro, que sabia o que queria e sabia do que falava, que chegou a presidente da comissão de agricultura, não por arranjos e conluios mas por indiscutível mérito.
Tive a sorte de partilhar com ele os dois mandatos por Santarém, no curto período em que coincidimos na AR. Foi dos tempos mais ricos da minha actividade parlamentar. Ao Álvaro Brasileiro o agradeço! Como nós trabalhámos em perfeita cooperação, apenas com a finalidade de estarmos ali ao serviço dos interesses de quem representávamos! E fizemos, os dois, uma inesquecível volta a quase todos os concelhos de Santarém, prestando contas do que fizéramos em representação do povo do distrito.

Nunca deixámos de nos encontrar e abraçar e conviver, com ou sem pretextos. Só mais dois episódios que ajudarão a transmitir, nestas magoadas palavras, o que sinto. Um, lembrando a tão sintomática situação de ter tido de ser, há poucos anos (muito depois de 1974!), testemunha de defesa (abonatória) do Álvaro, num tribunal, por ele ter co-assinado um documento político, o que o levou, com outros camaradas, àquela situação, a ele que fora julgado pelos tribunais plenários do fascismo, tal como eu o fui; outro episódio foi o da alegria que ele me deu ao aceitar apresentar o meu último livro em Alpiarça.
O 50 anos de economia e militância teve, em Álvaro Brasileiro, o amigo e o camarada que deu o testemunho mais claro e insofismável do que foi a luta militante (e na economia produtiva) deste meio século que atravessámos. Com as nossas fragilidades mas com as nossas convicções e determinadas vontades. Esta luta que continua, Álvaro. Sem que estejas ao nosso lado, mas continunado connosco. Com o teu exemplo.

(*) Economista, Membro da DORSA do PCP, Antigo Deputado na AR, Antigo Deputado no Parlamento

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Sónia Sanfona precisa de tempo para fazer o relatório

Comissão de inquérito ao BPN vai ser prolongada
A comissão de inquérito parlamentar ao caso BPN vai ser prolongada por mais 30 dias. “Aquilo que está previsto, como houve várias jornadas parlamentares e temos um longo e profundo relatório para elaborar, é fazer o relatório agora e adiar as audições que estavam marcadas para a próxima semana”, explicou ao CM Maria de Belém Roseira, que preside à comissão.

A audição de Vítor Constâncio, governador do Banco de Portugal, e de Teixeira dos Santos, ministro das Finanças, marcadas para os dias 19 e 21, são assim proteladas até à semana que se inicia a 25 de Maio.

O objectivo é dar tempo a Sónia Sanfona, deputada socialista, para terminar o relatório de forma a que os deputados possam ter em mãos as conclusões de quase cinco meses de trabalho quando forem ouvidos no Parlamento os responsáveis da supervisão bancária e do Governo.

Segundo Maria de Belém Roseira, o pedido de prolongamento é feito por mais 30 dias, contudo “quando é requerida a prorrogação não é costume usar a totalidade dos dias”.
«CM»

O camarada Álvaro Brasileiro deixou-nos

Perdemos um grande Homem.


Um lutador. Uma pessoa que nunca desistiu de tornar a nossa terra, o nosso país, o nosso mundo num lugar melhor para viver.

Ainda sou nova mas desde que existo que me lembro de ouvir falar do Álvaro Brasileiro.

Os meus ouvidos habituaram-se a palavras como “lutador”, “honesto”, “integro”, “humilde”.

São palavras muito bonitas para definir um homem, é verdade.

Mas todas as palavras serão sempre poucas para definir o Álvaro.

São pessoas assim que me fazem acreditar que é possível lutar por um mundo melhor.

São pessoas assim que me fazem ter esperança nas pessoas, nos sentimentos, em mim…

O camarada Álvaro Brasileiro deixou-nos.

Com ele, leva uma história que pode ser contada e recontada mas jamais será esquecida.

Uma história que farei questão de contar aos meus filhos, aos meus netos.

Quero continuar a acreditar que pessoas como o Álvaro partem mas ficam outras que continuam a lutar.

Lutar por um amanhã diferente, um amanhã melhor. Mais digno, mais justo, um amanhã que

nos ponha um sorriso nos lábios e um olhar de esperança.

posso dizer obrigada.

Obrigada Álvaro por tudo o que fizeste por nós, por tudo o que representaste e por tudo o que fica.

Até sempre camarada Álvaro…


Joana Serrano

Mecânica Agrícola de Alpiarça


Apontamentos do passado alpiarcense (2)

A lavoura do concelho de Alpiarça e, de uma maneira geral, toda a lavoura portuguesa, tem nesta excelente oficina um extraordinário apoio para os seus problemas de mecanização. Já vão rareando, felizmente, os antigos processos de trabalhar a terra e os produtos delas colhidos, pois o progresso tem penetrado em todas as regiões e as exigências dos mercados consumidores, a para da carência de mão-de-obra, tem criado aos produtores, mesmo aos mais renitentes a tradicionalistas, situações que só o aproveitamento racional de máquinas e alfaias agrícolas tem conseguido solucionar satisfatória e economicamente.

A Mecânica Agrícola de Alpiarça tem acompanhado de perto este desenvolvimento progressivo, e correspondido cabalmente aos fins para que foi criada. Joaquim António Gameiro, o seu dinâmico proprietário, nasceu neste freguesia a 27 de Outubro de 1935, bem cedo se tendo lançado nesta indústria pois, logo a seguir aos estudos primários, desprezou a vida gaiata e folgazã de todos os adolescentes para ir trabalhar junto de seu pai, Laurentino António Gameiro, nascido em 1904, em Alcanede.

Este, voluntarioso e decidido, animado daquele espírito de sacrifício e de insatisfação que só a muitos poucos ilumina, deixou a sua terra aos dezasseis anos de idade para ir tentar em Lisboa uma vida nova e mais promissora.

Na capital aprendeu conscienciosamente a difícil arte de torneiro mecânico e ali se manteve nessa actividade durante alguns anos. Seguiu, depois para Santarém, já especializado, onde foi empregado numa importantes oficina daquele ramo.

Nessa bela cidade ribatejana logrou conquistar as mais amplas simpatias, não só por parte do patrão, que muito o considerava, mas igualmente de toda a clientela. O interesse e a perfeição que aplicava aos trabalhos que saíam das suas mãos privilegiadas transformavam pequenas peças de somenos importância em autênticas obras-primas, o que lhe granjeou excelente fama e valiosa confiança.

Passados anos, cheio de saber, cada vez mais animado de vontade e, agora, possuidor de algumas economias honestamente amealhadas à custa de um trabalho intenso e probo, entendeu, e muito bem, que era chegada a hora de trabalhar só para si. Monta então, com assinalável êxito a sua oficina, mas não se limita apenas à serralharia, acrescentando-lhe, também, uma secção de mecânica, dada a extraordinária prática que já tinha de reparação de automóveis e máquinas agrícolas e industriais de todos os tipos. E, durante o período de 1935 a 1938, aplicou-se afincadamente àquelas actividades sempre com plena satisfação da sua clientela, que o procurava em todas as circunstâncias por motivo do prestígio que o rodeava.

Aos vinte e oito anos de idade contraiu matrimónio com Tereza Maria Gameiro, e dessa auspiciosa união nasceram os filhos Maria Lídia Tereza Gameiro e Joaquim Maria António Gameiro. A crise que durante o ano de 1938 atingiu fortemente a região ribatejana levou-o a procurar novos rumos, sempre ansioso por progredir e não se deixar arrastar para o abismo. Assim, confiou a oficina a um seu empregado e arranjou colocação como administrador da casa agrícola do falecido António Matos Coutinho, onde se manteve, a contento de todos quantos com ele privavam, até 1942, ano em que ocorreu o falecimento daquele seu patrão.

De novo livre, mas sempre ansioso por actividade, comprou com algum dinheiro que amealhara, alguns terrenos em Alpiarça onde edificou casas, numas das quais vive presentemente. Incansável no seu desejo de produzir e de se tornar útil, construiu ele próprio um barracão de madeira onde volta novamente a exercer a arte que fora a base do seu princípio de vida: a de serralheiro mecânico. A ela se dedica durante os dez anos seguintes, e em 1952 esse barracão provisório é já uma excelente e bem apetrechada oficina, com instalações bem estruturadas em alvenaria.

Em 1956, recolhe-se à vida privada se, todavia, esquecer ou abandonar definitivamente o oficio pelo que nutre uma paixão verdadeiramente avassaladora, e, ainda hoje, mesmo como entretenimento que não pode dispensar, vai executando alguns trabalhos a amigos e clientes antigos por quem conserva fraternal dedicação. É naquele ano de 1956 que surge para o substituis garbosamente o seu filho Joaquim António Gameiro, digno continuador da sua obra, dotado de excelentes qualidades de energia e de espírito de iniciativa. Não querendo fugir à tradição, segue galhardamente as pisadas do seu mestre seu progenitor, com a mesma fé, com a mesma honestidade e coma mesma isenção, mantendo, assim, brilhante, o nome honrado que possui.

Aplica-se, primeiramente, à mecânica agrícola, mas o seu espírito e a sua visão perfeita das necessidades levam-no, desde logo, a reformar e a modificar racionalmente tudo quanto entendeu susceptível de ser modernizado. Grande parte do capital de que pôde inicialmente dispor foi aplicado na aquisição de maquinaria nova e no ferramental adequado, e esse investimento permite-lhe, com os conhecimentos técnicos de que dispõe, abalançar-se afoitamente a um progressivo desenvolvimento que tem resistido a todos os altos e baixos a que sempre estão sujeitos o comércio e a indústria. Não pára, não se limita à comodidade de uma rotina.

Quer mais, e nesse caminhar sempre em frente lança-se a novos empreendimentos. Aparecem assim, saídas das suas oficinas, onde são fabricadas com zelo e a competência de que o seu nome é sólida garantia as mais modernas alfaias agrícolas, incluindo excelentes e bem concebidas máquinas de pulverizar e de enxofrar que aos vinicultores prestam incalculáveis serviços. Ainda dentro desse espírito renovador que o envolve, monta uma secção especial para reparação e reconstrução de máquinas agrícolas, e dedica-se com entusiasmo à fabricação dos mais modernos reboques. Joaquim Maria António Gameiro, consorciou-se em 1959 com a Sra. Maria Palmira Martinho André Gameiro, e desse enlace existe uma interessante e gentil menina a que foi dado o nome de Tereza Maria e que é o enlevo do feliz casal. «A HORA», ao registar nas suas páginas as biografias destes dois obreiros incansáveis que são Laurentino António Gameiro e seu filho Joaquim Maria António Gameiro, presta uma justa homenagem às qualidades de trabalho sempre evidenciadas por ambos.

Por: António Centeio

«A Hora». Dezembro/1964