.

.

.

.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Projecção de deputados coloca direita acima da maioria absoluta

O PSD aumenta a vantagem para o PS de dia para dia, no estudo da Eurosondagem para a SIC, Expresso, Rádio Renascença. O partido de Passos Coelho tem hoje 35,9% das intenções de voto, que se traduzem em 91 a 96 deputados. Uma eventual coligação de direita traduz-se numa maioria absoluta: PSD e CDS/PP somam 116 a 123 lugares no Parlamento.
Os sociais-democrates subiram mais cinco décimas, para 35,9%, enquanto que o PS desceu duas décimas, para 31,1%. Enquanto um tem o melhor resultado de sempre, o outro regista o pior. A diferença entre os dois partidos é agora de 4,8.
Entretanto, depois da subida de ontem, o CDS/PP voltou a cair, para os 13%. Também à esquerda se registaram quedas, com a CDU e o Bloco de Esquerda a perderem uma décima, para 7,8% e 5,9% respectivamente.
Na véspera do último dia de campanha, a Eurosondagem faz também uma previsão de deputados. Com estes resultados, o PSD consegue entre 91 a 96 deputados e o CDS ficará com 25 a 28 mandatos. Juntos, conseguem 116 a 123 lugares, em qualquer cenário sempre com maioria parlamentar.
À esquerda, PS, CDU e Bloco têm, no conjunto, 103 a 108 deputados. Os socialistas obtêm, na melhor das hipóteses, 83 lugares no hemiciclo.
Previsão de deputados
Círculos
PS
PSD
CDS
BE
CDU
Aveiro
5
7-8
2-3
0-1
-
Beja
1-2
0-1
-
-
1
Braga
7
8
2
1
1
Bragança
1
2
-
-
-
C. Branco
2
2
-
-
-
Coimbra
4
4
1
-
-
Évora
1
1
-
-
1
Faro
3
3-4
1
1
0-1
Guarda
2
2
-
-
-
Leiria
3
5
2
-
-
Lisboa
16
16
7
3
5
Portalegre
1
1
-
-
-
Porto
15
15-16
4-5
2
2
Santarém
3-4
4
1
0-1
1
Setúbal
6
4
2
1
4
V. Castelo
2
3
1
-
-
Vila Real
2
3
-
-
-
Viseu
3
5
1
-
-
Açores
2-3
2-3
0-1
-
-
Madeira
1
4
1
-
-
Total
80-83
91-96
25-28
8-10
15-16

http://sicnoticias.sapo.pt/Infografias/2011/06/02/projeccao-de-deputados-coloca-direita-acima-da-maioria-absoluta

É politicamente correcto e está na moda

Então, podemos ir continuando a cantar e rir, fazendo reuniões de grupinhos de amigos em nome da cultura, da ecologia, do anti-betão.

É politicamente correcto e está na moda.
O problema surge que nessas áreas não há empregos a não ser na dependência do Estado.
E esse está falidíssimo!
E podemos ir continuando a atribuir culpas ao partido A, ao B, ao Z que isso não muda a realidade.
Sem investimentos rentáveis e que gerem retorno financeiro não haverá empregos.
(ironia on)
Claro que isso é um problema menor...
Afinal para que precisamos disso?
Emprego?
Trabalho?
 bahhhh... coisa de mentes pequeninas. (como a minha)
O Estado até paga a milhares para não produzir, outros para não trabalhar.
E para que precisará Alpiarça de postos de trabalho e de captar investimento e receitas?
Isso é coisa de burros como os tipos de Almeirim!
(ironia off)
De um comentarista
Noticia relacionada:
Seria talvez de estudar na zona da Barragem uma ár...":

“Floresta para Todos”


A Governadora Civil de Santarém irá promover no próximo dia 3 de Junho de 2011, pelas 9.30 h, no Salão Nobre deste Governo Civil, a apresentação de uma acção de sensibilização sobre a limpeza das zonas envolventes das habitações e dos caminhos junto à floresta, no âmbito da campanha “A Floresta para Todos”.
Programa:
Entrega de coletes de identificação aos Presidentes de Junta de Freguesia do Distrito
Distribuição dos cartazes de sensibilização
Acção no terreno com demonstração prática na zona envolvente ao GCS

«GI/GCS»

Telemóveis podem provocar cancro


A Organização Mundial da Saúde adicionou esta terça-feira o telemóvel à sua lista de cancerígenos, a par do chumbo e do clorofórmio, devido às radiações emitidas pelos aparelhos telefónicos móveis.

A decisão reverte todas as posições tomadas pela OMS até ao momento, que afirmava não haver qualquer relação directa entre o uso do telemóvel e o desenvolvimento de doença oncológica. Agora, e apesar de não ter surgido nenhum dado que estabeleça uma ligação explícita entre o uso daquela tecnologia e supostos efeitos nocivos para a saúde, a OMS adopta um princípio de cautela há muito defendido por alguns especialistas internacionais. Ou seja, o risco não é certo, mas é possível.

A OMS age após recomendação de um grupo de 31 cientistas de 14 países. Em 2008, o SOL falou com a cientista israelita Siegal Sadetzki, que alertara para o risco de desenvolvimento de tumores nas glândulas salivares após o uso intenso e prolongado do telemóvel. Sadetzki tinha identificado uma incidência superior deste tipo de cancro entre utilizadores intensivos de aparelhos móveis, com a doença a desenvolver-se no lado da cabeça onde os pacientes habitualmente encostavam o telemóvel.

A radiação emitida pelos telemóveis é comparada pelo neurologista-chefe do hospital californiano Cedars-Sinai, Keith Black, à de um microondas de baixa potência.

Em anos recentes, aumentaram as vozes a apelar a uma maior cautela por parte dos utilizadores de telemóveis, recomendando que não se encoste totalmente o aparelho ao ouvido e que não se use o telefone móvel durante demasiado tempo. É especialmente desaconselhada a utilização intensa do telemóvel por parte de crianças. A Agência Europeia do Ambiente e várias universidades norte-americanas estão entre as organizações que há vários anos recomendam um uso limitado desta tecnologia.
«SOL»

Libertar o país!

Por: Rui Presúncía
Reparem bem na capa da revista "Visão", onde está escarrapachado que Passos Coelho respondeu às 25 questões, mas Sócrates NÃO! Sócrates quando anunciou o acordo com o FMI, apenas disse o que não iria acontecer e mesmo aí não disse a verdade! Passos Coelho já disse o que vai fazer, a realidade nua e crua com que teremos, sem volta a dar, de viver! Sócrates continua a tratar o povo português, como imbecis a quem "enfia" patranhas. Acabou esse tempo socratino! 05 de Junho será uma data histórica de libertação! E Santarém, terra da liberdade, será um exemplo nacional que a nação seguirá!

IRS - Há mais ricos em Portugal

Número de contribuintes com rendimentos anuais acima de 100 mil euros subiu para 52 mil
Portugal está a viver uma crise que atravessa todas as áreas: financeira, política, económica e social. Mas a crise não é sentida por todos. O número de ricos chegou mesmo a aumentar em 2009, tendo em conta os últimos dados disponíveis sobre o IRS da Direcção-Geral das Contribuições e Impostos (DGCI), avança o Correio da Manhã.
Para uma pessoa ser considerada rica em Portugal tem de ter rendimentos anuais superiores a 100 mil euros. Ora este grupo de contribuintes cresceu para 52.036 membros. São mais 371 agregados do que no ano anterior, diz o mesmo jornal.
A maior fatia de contribuintes está, no entanto, nos escalões entre os 13.500 e os 50 mil euros anuais. São mais de 1,6 milhões de agregados, quase 38% do total.
«CM»

Candidatos do PSD estiveram hoje em Alpiarça

 Os candidatos a deputados do PSD, pelo círculo de Santarém, visitaram hoje Alpiarça, tendo sido recebidos pelos responsáveis da estrutura local. A respectiva comitiva acabou a visita com um almoço num restaurante local.

* Esta notícia foi rectificada.




Segurança Social já cortou abono a mais de 600 mil famílias

Desde Novembro, 636 mil perderam o abono, devido à eliminação dos dois últimos escalões e nova lei de acesso a apoios sociais.

No mês de Abril o abono de família chegou a cerca de 1,13 milhões de beneficiários, ou seja, há menos 636 mil famílias a receber este apoio social desde que o Executivo introduziu cortes nesta prestação, em Novembro.
De acordo com os dados da Segurança Social, Abril já indica uma quebra mensal ligeira, o que poderá apontar para a estabilidade dos números nas próximas actualizações. Aliás, os cortes mensais têm vindo a desacelerar desde o início do ano e, no mês passado, só houve uma redução de seis mil titulares (0,5%), o valor mais baixo do ano.
O primeiro grande momento de quebra surgiu em Novembro, quando foram eliminados os dois últimos escalões do abono de família, atingindo 384,6 mil titulares. Em Janeiro deste ano, surge um novo momento de corte, desta vez por conta da nova lei de acesso a apoios sociais, que ceifou quase 99 mil prestações. Este valor é inferior ao que foi noticiado na altura, já que os dados são actualizados mensalmente e têm apontado para uma revisão em baixa relativamente aos meses anteriores. Os dados de Março, por exemplo, indicavam uma quebra de 645,6 mil titulares desde Novembro e agora já apontam para um corte de 630 mil.
«DE»

Uma comitiva do Partido Socialista de Alpiarça apoiada também por muitos independentes do movimento "Alpiarça é a Razão" aguardava a chegada da caravana

Por: Regina Ferreira
No passado domingo tivemos a honra de ter entre nós os principais candidatos do distrito pelo Partido Socialista: António Serrano (actual Ministro da Agricultura), Idália Serrão (actual Secretária de Estado da reabilitação), João Galamba, António Gameiro, Ana Casquinha, entre outros. O encontro realizou-se na barragem onde uma comitiva do Partido Socialista de Alpiarça apoiada também por muitos independentes do movimento Alpiarça é a Razão aguardava a chegada da caravana. Num ambiente descontraído e informal tivemos oportunidade de partilhar o nosso entusiasmo relativamente às sondagens e à campanha, mas também e naturalmente algumas das nossas preocupações, quer no âmbito da Agricultura, quer a nível social face aos tempos austeros que se avizinham. 
Antonio Serrano mostrou-se atento e sensível às nossas preocupações, demonstrando grande confiança no sector agrícola, na sua modernização e profissionalismo. O PS tem dois eixos de desenvolvimento que são transversais ao sector agrícola, nomeadamente o desenvolvimento da economia através da sua modernização – sendo reforçada a taxa de execução do QREN, e mais e melhor educação para todos que permitirá maior profissionalismo no sector, que inclui, desde a produção agrícola, agro-indústria e chegando mesmo à exportação onde efectivamente Portugal começa a ter condições para competir com Espanha e outros países produtores.
O convívio estendeu-se ao centro cívico onde mais alpiarcenses tiveram oportunidade de trocar alguma breves palavras com os ilustres candidatos, ficando no ar a promessa de voltar para com mais calma e um pouco mais de tempo, discutir algumas das questões pertinentes que foram abordadas sobre a região e o concelho em particular. 
Aproveito esta oportunidade e dado que estamos em campanha eleitoral, para reforçar algumas daquelas que foram e que são “as marcas” que o Partido Socialista defendeu e “defende para Portugal”: mais protecção social - “criação do complemento solidário para idosos”; reforço da igualdade - lei da paridade, combate à violência doméstica; mais saúde para todos - “criação de 283unidades de saúde familiares, implementação de unidades de cuidados continuados; simplificação administrativa - criadas lojas do cidadão de 2.ª geração; mais educação para todos – criação de programas de formação e profissionalização através de cursos de novas oportunidades, todas as escolas públicas com acesso à banda larga, igualdade no acesso ao inglês e ou outras disciplinas, como a música, o desporto; modernização da economia. 

Há 140 mil postos de trabalho "em risco" no sector da construção


A Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário defende a aposta na reabilitação urbana e a readaptação das verbas do QREN para evitar que o sector perca 140 mil trabalhadores.
O presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), Reis Campos, disse à Lusa que "a reabilitação urbana tem de ser definida como uma efectiva prioridade" para contrariar a crise que o sector atravessa e defendeu a readaptação das verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).
"Há 15 mil milhões de euros, cerca de 30% das verbas do QREN, que podiam ser readaptadas e utilizados na dinamização do investimento público", defendeu.
Se estas duas medidas não forem concretizadas, "o sector pode ter em risco 140 mil postos de trabalho, que acrescem aos 210 mil perdidos desde 2002", alertou Reis Campos.
O sector da construção emprega 820 mil trabalhadores em Portugal, segundo o presidente da CPCI, que referiu que com o "corte" da quarta fase do programa de reabilitação das escolas Parque Escolar e o congelamento dos investimentos públicos, o sector da construção enfrenta uma grave crise.
Em Outubro de 2010, a CPCI apresentou um conjunto de medidas para dinamizar o mercado da reabilitação urbana que, caso fossem postas em prática, permitiriam criar 110 mil postos de trabalho.
«JN»

Para António Serrano, ministro da agricultura, os «governos civis» são fundamentais»

António Serrano
«Já tive uma opinião diferente dos governos civis da que tenho hoje. Tenho contactado muito com os governos civis. Acho que enquanto não tivermos a regionalização, com as estruturas da administração regional, os governos civis são entidades fundamentais de representação do governo no território. Além destas funções de representação do governo, têm ainda um conjunto de funções da maior importância a seu cargo, desde logo na área social, mas principalmente na esfera do Ministério da Administração Interna. Assume ainda um papel fundamental na coordenação de meios da protecção civil e emergência, com destaque nas questões da coordenação do combate aos incêndios e nas campanhas de prevenção e combates aos incêndios florestais. São estruturas pequenas, que não são consumidoras de muitos recursos.

Penso que há alguma ilusão quando se afirma que se terminarem os governos civis haverá uma poupança para o Estado. Penso que não. Julgo que enquanto não houver regionalização não se justifica a opção de acabar com os governos civis. Enquanto se mantiver este figurino da organização do Estado deverão manter-se os governos civis».
(O Ribatejo)

Sócrates já entrou para a história política, mesmo que não ganhe as eleições

"Porque é que, numa altura em que eleitores têm muitas razões para se sentirem prejudicados por ele, Sócrates se está a dar tão bem nas sondagens?" Esta é a questão que o "Financial Times" coloca num artigo publicado hoje.

Mesmo que não consiga renovar o mandato como primeiro-ministro depois das eleições de 5 de Junho, José Sócrates já faz parte da história política.

A opinião é defendida num artigo do “Financial Times”, que evidencia que o partido do Governo, depois de impor medidas de austeridade, e apesar de "uma taxa de desemprego recorde, de uma profunda recessão e de um resgate financeiro que não conseguiu evitar”, se mantém num empate técnico nas sondagens com o PSD, o maior partido da oposição.

“Porque é que, numa altura em que eleitores têm muitas razões para se sentirem prejudicados por ele, Sócrates se está a dar tão bem nas sondagens?” Esta é a principal questão que o “FT” coloca.

O jornal cita um editorial do Público, que refere o facto de o Governo ser uma “excepção” àquilo que acontece pela Europa. Na Irlanda e na Espanha, as eleições têm mostrado o descontentamento face aos partidos que impuseram medidas de austeridade.

Na Irlanda, por exemplo, a força política que estava a liderar o Executivo aquando do pedido de resgate internacional, o Fianna Fáil, obteve o seu pior resultado da sua história, ao conseguir apenas 17,5% dos votos nas eleições de Fevereiro. O Fine Gael, de Enda Kenny, conseguiu 36,1%.

Há uma semana, a 22 de Maio, houve um sufrágio municipal e regional em Espanha e a força do Governo, o PSOE, “perdeu claramente as eleições”, nas palavras do próprio primeiro-ministro, José Luís Zapatero.

O “FT” cita Pacheco Pereira, do PSD, que indica ser óbvio que Sócrates não vai sofrer a “punição colossal” que foi imposta a estas forças.

A indefinição que se tem visto nas sondagens é, portanto, surpreendente. Mas tem um lado negativo, como declara Pedro Ferraz da Costa, líder do Fórum para a Competitividade, em declarações à publicação: o facto de as reformas que estão incluídas no pacote de ajuda externa poderem saír prejudicadas, caso se tenha de proceder a conversações para a formação de uma coligação.

A explicação para a forte conquista do PS, relativamente ao PSOE e ao Fianna Fáil, ainda que ainda seja medida apenas através de sondagens, pode passar pela ausência de uma posição forte de Pedro Passos Coelho. O “FT” descreve as palavras do editorial do “Público”, em que são indicadas as suas “hesitações” e “gaffes” ao longo da pré-campanha.

http://www.jornaldenegocios.pt/

Deve ser para as pessoas se rirem

Vinha de Santarém, e não pude acreditar no que viam os meus olhos. Finalmente estão a limpar a erva pinheirinha da vala.
Mas quando me debrucei sobre a ponte e olhei melhor, caíram-me os ditos ao chão.
A "técnica" de limpeza baseava-se no lançamento de uma corda e quando a corda lá a muito custo conseguia enlaçar as manchas de erva pinheirinha, então o funcionário puxava o molho para a margem onde era ajudado a ser extraído pela máquina.
Faz-me confusão não haver ninguém que veja estas coisas e chegue lá ao pé daqueles funcionários e lhes diga como devem fazer.
Então o homem é que fazia o trabalho de puxar a erva com a força dos braços e depois de uma laçada como se estivesse num “cerco” a lançar um boi, e a máquina apenas fazia o trabalho fácil?
E pior ainda, houve quem tirasse fotos aquele trabalho.
Deve ser para as pessoas se rirem.
De um leitor 



Pinturas rupestres


O PCP resolveu pintar a Escadaria Monumental da Universidade de Coimbra com os dizeres da praxe. ‘Legítimo’, diz o PCP. ‘Vandalismo’, dizem os estudantes. Inevitável, digo eu: usar e abusar do património público como se este fosse uma tela partidária faz parte do mundo arcaico a que o PCP pertence.
E esse mundo, que por vezes nos assalta em paredes gastas de bairros esquecidos, não se limita a estas formas de propaganda. O programa eleitoral que o PCP apresenta a concurso, por exemplo, não se distingue de todos os programas que o PCP apresentou nos últimos 36 anos de democracia doméstica. Tudo muda. Portugal muda. O PCP, na sua substância e nos seus métodos, não muda. Não admira que, para os comunistas, desfigurar uma escadaria com evidente importância patrimonial seja tão legítimo como defender as nacionalizações, o esmagamento da banca e até o exemplo da Coreia do Norte. As escadarias de Coimbra podem ser uma relíquia da cidade e do país; mas, em matéria de relíquias, o PCP sabe que não tem rivais.
De um leitor

Um Guarda-Redes na Politica


Artigo de Opinião

Portugal irá mudar. Essa é uma previsão com alto grau de certeza. Todas as outras, incluindo este ensaio, são meros exercícios mentais.

Em termos políticos estamos entre a areia segura e um mar agitado. Estamos com os pés na rebentação. E os próximos meses, que por mero acaso alinham com a época estival, serão determinantes para perceber se decidimos apanhar sol ou nos lançamos ao mar.

Deixando cair as metáforas para ascender à análise crua e dura do cenário das eleições legislativas.

Como sempre, e não podia ser de outra forma, esta tudo nas mãos do Grande Eleitor.

No centro da Batalha estão Sócrates e Pedro Passos Coelho.

Sócrates parece preparado para tudo, considerando todas provações que tem passado, seja por culpa própria ou alheia á sua vontade. Tem “pecado” politicamente por ser um líder desafiante das corporações, reformador e destemido na acção. Errou ao não entender que, em democracia, não se afrontam poderes instalados com avaliações de desempenho. Ou bem que é á força ou então não é. Mas viver em democracia, nestas matérias de “direitos adquiridos”, é como estar de grilhetas. Portugueses todos iguais nos seus direitos e deveres, do Pedreiro ao Professor? Era o que mais faltava.

Pedro Passos Coelho tem sido acusado de ter falta de experiencia ou de Curriculum (Manuela Ferreira leite dixit) para ser Primeiro-Ministro. Pessoalmente discordo. Foi líder da JSD e foi deputado. Para os padrões de exigência actuais tem perfil bastante. Trabalhou sob as orientações de Ângelo Correia, deu albergue e óleo de polir a Fernando Nobre, confiou as estratégia Financeira a Catroga e logo o extraditou para o Brasil, tem em Alberto João jardim a referência dos valores políticos e acredita que vender a Caixa Geral de Depósitos é a genialidade económica que mais brilhará desde a morte de Alves dos Reis.

Francisco Louçã já não está na puberdade política. A convivência com o poder criou-lhe uma catarse pessoal que pode ser fatal para o Bloco de Esquerda. O BE ficou preso entre o glamour de poder, coligar-se ou não ao PS, e o apego às causas dogmáticas. Está numa encruzilhada. Como a geração de 60, que se rebelou contras todos os valores dos pais, hesita em abraçar ainda com mais pujança o projecto que sempre renegou. Tornou-se neoliberal e capitalista. O erro crasso de estar no meio sem decidir vai provocar uma erosão brutal da massa crítica que se revia nos princípios fundadores.

Jerónimo de Sousa e a CDU, porque aqui não existem veleidades para protagonismos pessoais, vai continuar onde sempre tem estado desde 1974. Estáticos mas coerentes, os Comunistas serão fiéis a eles próprios. Combateram a reacção e têm hoje por missão combater…a reacção.

Paulo Portas poderá vir a ter um papel fundamental no futuro político de Portugal. Maduro, comunicador, e com uma bateria de Sound Bites preparada para qualquer ocasião, tem trilhado com persistência a aproximação do povo às elites do CDS ou, se quisermos, do Partido Popular. PP não é um nome ao acaso. A paródia do Paulinho das Feiras está a recolher frutos. O mundo actual percebe que já não se combate o fantasma do grande capitalismo. Pela razão cristalina de que todos abraçámos o grande capitalismo e o grande consumo. Gostamos de sofá, de comprar coisas inúteis e de ter as mãos sem calos. O que valorizamos é o conforto e a igualdade no acesso aos bens de consumo. Porta percebeu isso e tem um discurso de esquerda actualizado aos tempos modernos. Numa entrevista recente cedeu à vaidade e admitiu o desejo de ser primeiro-ministro. Não explicou de que forma mas é fácil entender.

Em caso de empate entre PS e PSD pode-se entrar num limbo politico com inspiração Belga, ou seja, não ser possível formar governo por falta de entendimento sobre quem assumirá o papel de primeiro-ministro. Sócrates, adivinha-se, não irá ceder. Passos Coelhos persegue um sonho de criança e com demasiadas promessas internas já assinaladas. O PCP é o PCP e padecerá do autismo típico da Coreia do Norte. O Bloco de Esquerda, esvaziado da identidade de outros tempos, preso entre o que quer ser e o que representa para os seus eleitores, não terá capacidade nem legitimidade negocial. Corre o risco de uma erosão como aconteceu ao PRD de Hermínio Martinho.

O Grande Eleitor, que está dentro de cada um de nós, terá de decidir entre um governo de Maioria Absoluta e um empate, seguido de prolongamento, com dolorosos e imprevisíveis penalties, onde o herói e salvador poderá ser um imprevisível guarda-redes de nome Portas. Em Espanha chamam “Porteros” aos guarda-redes.

Por: Pedro Miguel Gaspar





Seria talvez de estudar na zona da Barragem uma área onde fosse permitido construir restaurantes


Não um, mas 3, 4, 5 que tornasse a zona uma referência gastronómica.
Claro que teria de ser feita uma rigorosa selecção dos candidatos.
Não é qualquer um que tem arte e conhecimentos para "bem servir".
Além da limpeza, há a boa confecção, a simpatia, o serviço atento, e uma boa relação qualidade/preço.
Podem dizer que existiu o Restaurante do Parque e o do Cavalo do Sorraia.
Mas quantos dos forasteiros sabem da sua existência?
Não seria normal que essas unidades hoteleiras estivessem o mais à vista possível de quem circula na nacional?
Talvez assim, a “Loja dos Patudos” viesse a beneficiar de sinergias dos comensais, que depois de terem a barriga cheia estariam pré-dispostos a gastar uns euros em vinhos e lembranças.
Duvido é que haja em Alpiarça quem tenha visão empresarial para avançar com um projecto desse tipo.
Muitos ainda se lembrarão a oposição (interna e externa) que houve a quem teve a inteligência e o arrojo de avançar com a barragem.
De um comentarista
Noticia relacionada:
MARCAR PASSO!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Existem milhares de cartas de condução falsificadas a serem utilizadas em todo o país


Estado emitiu mais de 3 mil cartas de condução falsas

Pelo menos 3700 formulários foram produzidos com irregularidades em delegações regionais do Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT), permitindo a emissão de cartas de condução falsas, avançou o Diário de Notícias.
Os casos foram denunciados há três anos ao IMTT - entidade que herdou a competência de emitir cartas de condução da extinta Direcção-Geral de Viação (DGV).
Ao que o DN apurou, a única medida tomada pelo IMTT na sequência das denúncias foi rescindir litigiosamente o contrato que tinha com a empresa responsável pelo processamento das cartas, pela sua digitalização e pela segurança. O processo está em tribunal e inclui uma acusação de "espionagem industrial".
As recentes detenções pela Polícia Judiciária (PJ) de quatro funcionários da delegação regional de Lisboa do IMTT são apenas a ponta do icebergue. O DN teve acesso a uma extensa e exaustiva documentação que mostra que todas as delegações regionais aprovaram formulários com irregularidades para produzir cartas falsificadas.
É impossível nesta altura ter um número preciso das cartas de condução falsificadas que estão em circulação. Para tentar detectar o máximo de casos possível, a GNR já deu ordens aos seus militares para que verifiquem todos os pormenores das cartas de condução e que confirmem se esses dados são os mesmos que constam nos documentos de identificação.


Portugueses vão poder comparar tarifários no «Com.escolha»


Os portugueses podem a partir de quarta-feira comparar diretamente os tarifários de televisão, internet, telefone fixo e telemóvel dos vários operadores no link 'Com.escolha' do portal para o consumidor da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM).
Lançado pelo regulador em março, o portal do consumidor passa a ter mais o 'Com.escolha', um instrumento que permite consultar um tarifário de todos os serviços disponíveis e não apenas dos móveis, e simular um consumo.
Segundo a ANACOM, todos os operadores já carregaram os seus tarifários, mas 'online' estão as ofertas da Vodafone, Optimus, Cabovisão, Ar Telecom. A TMN tem apenas disponível os tarifários de acesso à internet móvel e a ZON ainda não tem a informação disponível.

Gastronomia e Vinhos de Alpiarça premiados na II Gala de Vinhos do Tejo


Decorreu no dia 28 de Maio em Vila Chã de Ourique, Cartaxo, a II Gala de Vinhos do Tejo, onde foram divulgados e entregues os prémios do 2º Concurso de Iguarias e Vinhos do Tejo e do II Concurso de Vinhos Engarrafados do Tejo, bem como os prémios “Empresa Dinamismo”, “Empresa Excelência” e “Enólogo do Ano”.

No II Concurso de Vinhos Engarrafados do Tejo o produtor do nosso concelho, a Sociedade Agrícola Quinta da Lagoalva de Cima foi premiado com 2 medalhas de ouro, Quinta da Lagoalva de Cima Arinto & Chardonnay Reserva, branco de 2010, e Quinta da Lagoalva de Cima, tinto de 2009.

Foram distinguidos no 2.º Concurso de Vinhos e Iguarias do Tejo com medalhas de prata, os que melhor combinaram as iguarias com os vinhos, os restaurantes Portal da Vila e Reserva Natural do Cavalo Sorraia.
«CMA»

Limpeza da "Vala Real" de Alpiarça

Os serviços municipais estão a proceder à limpeza do leito e das margens da “Vala Real” de Alpiarça.

Estes trabalhos procuram dignificar e valorizar não só a “Vala Real” mas também as zonas envolventes, devolvendo este espaço de lazer à COMUNIDADE.
«CMA»

JS Ribatejo em campanha pelo distrito de Santarém

A JS Ribatejo tem acompanhado bem de perto a campanha do Partido Socialista no distrito de Santarém. Em todas as iniciativas, a JS tem estado presente, seja no contacto com a população seja em visitas mais institucionais. Contudo, e numa lógica de alargar o leque de temas cobertos durante o período de campanha, os jovens socialistas têm promovido acções autónomas. Nos últimos dias, visitaram a FICOR - Feira Internacional da Cortiça - em Coruche e a Escola Básica de 2º e 3º ciclos e Secundária de Mação. Tanto o sector agrícola como a educação têm merecido especial atenção por parte da JS. Em cada iniciativa, e com comitivas bem numerosas, os jovens militantes da JS Ribatejo aproveitam para conhecer melhor a realidade de cada caso, indo ao encontro das pessoas com o intuito de as ouvir.
A JS Ribatejo prima assim por desenvolver um complemento à campanha do PS, tentando aumentar o número de acções e iniciativas focalizadas em diversos âmbitos socias.
Por: JS Ribatejo

Animar o circo e cortar no pão

Há os que trepam às árvores para resgatar cerejas, há os que bebem vinho carrascão e comem febras com o povo, há os que dançam com idosas vitaminadas ao som de orquestrações etnográficas, há os que põem batas e chapéus ridículos para se inteirarem das especificidades do país produtivo e há os que colam nos rostos infantis beijinhos fugidios com a mesma empatia com que se dirigem a uma multidão doutrinada a nacos de lombo.
Conscientemente - e isso é que é dramático -, a classe política portuguesa partiu para esta campanha com o mesmo espírito de outros anos, anos gordos de finanças, em que as dúvidas que nos assaltavam oscilavam entre investir os milhões de Bruxelas em formação profissional ou auto-estradas. O país mudou, mas para eles está na mesma.
Já nem falo da excessiva obsessão dos líderes partidários com a fasquia eleitoral (na verdade, aqui reside o cerne da sua missão: ter mais votos do que o adversário), mas da inadaptação das campanhas ao país que os rodeia. Não deixa de ser curioso que eles se arvorem em modernaços, usando (e bem) as redes sociais para fazer passar a mensagem, mas depois reduzam a sua estratégia a expedientes passadistas, como comícios onde só vai gente a quem é oferecida alguma coisa ou que depende, directa ou indirectamente, do partido em causa; arruadas estéreis para as televisões e banhos de gente que, à míngua de argumentário político, são exibidos como prova de força. As bandeiras substituem as ideias.
Durante duas semanas, a crise entrou em modo "pause". Já ninguém fala da troika, do FMI, de um pedido de resgate financeiro que esganou a classe média. Corrijo: há três dias, o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, na Bolsa de Nova Iorque (??!!), lembrou aos comensais essa coisa chata chamada memorando de entendimento. Um rigoroso plano de obrigações que deambula pelas cabeças dos pagadores de impostos como um cutelo afiado.
Já não é a forma da campanha que me espanta - na verdade, os líderes e os partidos são os mesmos -, mas, sobretudo, a irresponsabilidade com que se promove o circo num momento em que Portugal se debate com um problema de pão
«JN»

Agradecimento do “Jornal Alpiarcense” a um leitor/a

 Agradecemos ao leitor/a que nos enviou os respectivos gráficos (ver: MARCAR PASSO! ) que tomámos em atenção os resultados, que não são mentira nenhuma, porque sabemos pela informação/resultados que nos é prestada diariamente pelo “Google” os leitores que temos e que nos visitam como sabemos quais as noticias que são mais lidas.
No entanto, cumpre-nos informar de que não nos preocupamos absolutamente nada com que o blogue que menciona possa dizer ou inventar pela simples razão que é um blogue partidário e dirigido por comunistas.
Além do mais acrescentamos que:
São indiferentes as acusações e a forma que usam para nos desprestigiar.
Não ligamos e raramente o lemos o blogue que o leito/r menciona pelas seguintes razões:
1-     O blogue que referencia está ao serviço do PCP/CDU e é dirigido por responsáveis da respectiva Concelhia;
2-    Raramente o lemos porque não tem credibilidade alguma visto ser feito no “anonimato” e por pessoas que não merecem acreditação alguma;
3-    Compreendemos perfeitamente que os comunistas precisem de um blogue que os defenda e que diga que tudo o que fazem que é uma “maravilha” e que os outros apenas só sabem dizer mal como sabemos também que gostam muito dar “puxões de orelhas” a quem os critica (não confundir com dizer mal) ou  (de nos) pressionarem quem dele fala. O “JA” está calejado destes “puxões” e de ser pressionado  a que não permita criticas ao trabalho dos comunistas, de forma que se “esconda” a realidade dos factos que estão aos olhos de cada um.
4-    Ignoramos, por norma; os blogues locais que escrevem as mais diversas disparidades ao abrigo do “ANONIMATO” e pouco nos preocupa que falem ou digam mal de nós, porque a experiência mostra que nós beneficiamos com isso porque os leitores procuram as páginas deste jornal para nos lerem;
5-    E é-nos indiferente também por uma razão muito especial: é que o “Jornal Alpiarcense” não nos dá a ganhar um “cêntimo sequer” e não se justifica ligar a esse tipo de gente porque afinal este jornal é feito e existe por carolice do seu responsável e administrador, que paga do «seu bolso» algumas despesas e deslocações para que nada falte aos seus leitores. O que o “JA” quer, como todos os seus leitores e alpiarcenses, é o «bem de Alpiarça».
6-    O que nos sustenta (isto é difícil de traduzir) é a alegria e o prazer de sabermos que somos lidos até nos “confins do mundo” porque onde está um alpiarcense ou um ribatejano todos eles nos visitam diariamente para saberem os «últimos acontecimentos». Sabemos que assim acontece porque o “Google” nos permite saber tudo isto. Efeitos das novas tecnologias.
7-     O que é importante para nós, daqui não ligarmos a esse “tipo de gente”, que só sabe dizer mal, e muito menos ao blogue que o leitor/a mencionada  é: todos dias irmos às “Estatísticas” do “Google” e vermos as centenas de leitores que nos visitam  diariamente para lerem o que publicamos; o que é  importante para nós é: mensalmente vermos as dezenas de milhares de leitores que nos visitam como sabermos as dezenas de países onde somos lidos. Isto é que é importante para nós e são a razão da existência do “Jornal Alpiarcense”;
8-    Gostem (os tais) ou não do “JA” gostem ou não do nosso tipo de informação, é-nos absolutamente indiferente pela simples razão de apenas nos interessar os números que o “Google” nos presenteia diariamente, que nos orgulha bastante como enobrece a terra a que pertence como pela projecção que dá ao nome mais bonito do mundo, o nome de ALPIARÇA”;
9-    Esquecem-se os “tais” que para além do “JA” também este jornal tem a sua própria página no “Facebook” onde estamos quase a atingir o limite máximo (5.000)  que nos obriga brevemente a criar uma segunda página e onde são transcritas parte das noticias publicadas no “Jornal Alpiarcense”;
10-                       Estes factos é que ninguém pode desmentir, mesmo que os “ditos” digam que «não somos um «referência na informação local» e «outros mimos mais» com que nos costumam presentear;
11- Para além do mencionado ainda nos resta informar que: não é nossa pretensão fazer concorrência com quem quer seja pela simples razão que manter este jornal não dá lucro algum mas sim “muitos aborrecimentos, muito trabalho e muita dedicação». Enquanto tivermos leitores (nem que seja apenas “um”) e saúde, continuamos a manter o “JA”
12-Para terminar, caro leitor/a, se ganhássemos um «cêntimo» por cada visitante, acredite que já tínhamos dinheiro para dar uma série de voltas ao mundo ou já estávamos ricos.

Estes esclarecimentos que lhe damos ao leitor/a que teve a “maçada” de andar a fazer buscas para saber que «afinal os resultados o que o que dizem de nós» não corresponde minimamente à verdade considere-os como um agradecimento do responsável e administrador do “Jornal Alpiarcense”
António Centeio
Noticia relacionada: MARCAR PASSO!

Quantos mais "Joe Berardos" andam por aí a mamar do subsidio-dependência??

Claro que certos “artistas” não devem ser exterminadas do planeta. Não podem é ser dados subsídios a quem faz filmes a negro e chama a isso arte.
Ou quem põe um urinol em cima dum altar e diz que é arte.
Anda um vídeo (espanhol) na Net em que um grupo de crianças da pré-primária borra com os dedos uma tela.
Levam clandestinamente para uma exposição de pintura e colocam-na na parede.
É ver os "entendidos" (os intelectualóides) a opinar.
Uns, que "é sexo reprimido", outros " que é melancolia", outros ainda "que é muito profundo", e há quem atribua um valor acima dos 10.000 euros.
Será preciso dizer mais alguma coisa sobre a "cultura" que nos é impingida ao sabor de interesses económicos?
Joe Berardo é um exemplo dessa tal cultura novo-riquista... milhões ganhos à conta do erário público, uma quinta de "arte" com estátuas compradas ao quilo aos asiáticos como se fossem arte pura, etc..
Quantos mais "Joe Berardos" andam por aí a mamar do subsidio-dependência?
De um comentarista

MARCAR PASSO!

O autor deste artigo de opinião ( Algumas pequenas, mas abismais, diferenças entre “...)  esqueceu-se  que muitas das comparações que estão a ser feitas, também o foram nos 12 anos de governação local PS.

É praticamente como comparar Portugal com outros países da Europa que já vivem em democracia há dezenas e dezenas de anos. Não esqueçamos que Alpiarça e Portugal viveram 48 anos sob o jugo de uma ditadura rude e brutal e sofreu os horrores de uma guerra colonial a que se seguiu os horrores de uma descolonização que obrigou o país a "absorver" mais de meio milhão de "retornados".

Não sou assim tão conhecedor de política e economia como certamente muitas artistas de opinião deste blogue, mas sempre sei que Alpiarça já foi freguesia de Almeirim e que Vale de Cavalos já nos pertenceu como freguesia e que Almeirim já no século XIV teve as suas CORTES e que também está num cruzamento de caminhos de quem vem de Coruche, de Benavente e da Chamusca ou de Santarém o que lhe dá um elevado potencial.

Não há dúvida que Almeirim soube aproveitar e bem tudo isso e não só a COMPAL que graças aos grandes proprietários agrícolas não foi construída em Alpiarça, como os muitos milhares de contos e de euros que lá têm caído porque é bom lembrar que tem sido o PS que nos tem (des)governado há dezenas de anos.

Quantas excursões não vêm por exemplo visitar o nosso belo Museu e a nossa bela Barragem e depois vão empanturrar-se em sopa da pedra para Almeirim? Quantas provas desportivas e outros eventos não se realizam em Alpiarça e depois não vão almoçar, jantar e dormir em Almeirim?

Muitos anos passarão até que isto se modifique. Os socialistas desistiram, não foram capazes, endividaram o município e deixaram os quadros de pessoal vazios, porque os bons ou reformaram-se ou arranjaram maneira de se "reformarem" e não há dinheiro para obras nem pessoal qualificado para as fazerem.

Como o País Alpiarça está condenada a MARCAR PASSO

De um Comentarista
Noticia relacionada :
Algumas pequenas, mas abismais, diferenças entre “...

REFLEXÕES SOBRE O CINISMO DA POLÍTICA NACIONAL

Por: Anabela Melão


ARTIGO DE OPINIÃO


Há muito que não deixo aqui algumas palavras. A importância do tempo em que vivemos parece justificar que retome o hábito. A propósito do tom excepcionalmente radicalizado da política que lembra o PREC em que valia a máxima vita mea, mort tua.

Portugal precisa de um compromisso político. Um compromisso de governação. Independentemente de se defender se governe com um partido, com dois ou com três. A verdade é que a dívida que nos consome é culpa de todos os que até agora nos governaram, o torna inútil a discussão do grau de culpabilidade de cada um.

Nunca como agora estão criadas as condições sociopolíticas da política cínica que legitima a manipulação de ilusões com a consequente real perversão na acção dos actores políticos. Uma opacidade e patologia política que contém uma – outra, não menor – perversão: escavacam-se os mecanismos reguladores da democracia, ou seja a avaliação objectiva dos governantes - e dos players da oposição. Está criado o impasse na mente dos eleitores e exponenciadas as condições do exercício da política cínica em Portugal, que promove, iníqua e perversamente, as condições em que as ilusões e a mentira política são penetradas no espaço social.

E o cúmulo desse cinismo político está bem patente pelo actor que se propõe comprar a nossa dívida soberana: a República Popular da China, uma "democracia sem democracia". As condições da política cínica vigente afasta-nos paulatinamente dos genuínos ideais democráticos e livres que estiveram na base e na essência da fundação das sociedades abertas. Isto porque, como todos reconhecemos, a China está longe de prosseguir os ideais humanistas que supostamente abraçámos com a nossa adesão à Europa. E afinal, para que nos serve a Europa?! Quando se pensa na política de cinismo instalada fica-se quedo de espanto! Eis-nos nas mãos de gente que se acha nos antípodas dos valores europeus que tínhamos como base dos negócios de parceiros para toda a vida. Oiço uma certa figura à frente dessa grande instituição em que devíamos confiar de olhos fechados a proferir um chorrilho de advertências bacocas de fora para dentro como se fosse o nosso Salvador – assim o quisesse, assim o pudesse – exigindo sacrifícios e derrotas e espírito de missão nacional. Mas afinal, quem foi que abandonou o lugar de Primeiro Ministro ante a crise e se meteu no encalço de um caminho de deserção pelo poder. Quem foi de um cinismo degenerado e que é, talvez, o expoente desse paradigma negativo do político cínico contemporâneo? Um português na Europa de costas voltadas para o País.



HOJE É O DIA DA CRIANÇA

Declaração dos Direitos da Criança


Por Paulo Fonseca

Adoptada pela Assembleia das Nações Unidas de 20 de Novembro de 1959



PREÂMBULO



Considerando que os povos da Nações Unidas, na Carta, reafirmaram sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor do ser humano, e resolveram promover o progresso social e melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla,

Considerando que as Nações Unidas, na Declaracão Universal dos Direitos Humanos, proclamaram que todo homem tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades nela estabelecidos, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição,

Considerando que a criança, em decorrência de sua imaturidade física e mental, precisa de proteção e cuidados especiais, inclusive proteção legal apropriada, antes e depois do nascimento,

Considerando que a necessidade de tal proteção foi enunciada na Declaração dos Direitos da Criança em Genebra, de 1924, e reconhecida na Declaração Universal dos Direitos Humanos e nos estatutos das agências especializadas e organizações internacionais interessadas no bem-estar da criança,

Considerando que a humanidade deve à criança o melhor de seus esforços,

A ASSEMBLEIA GERAL

PROCLAMA esta Declaração dos Direitos da Criança, visando que a criança tenha uma infância feliz e possa gozar, em seu próprio benefício e no da sociedade, os direitos e as liberdades aqui enunciados e apela a que os pais, os homens e as melhores em sua qualidade de indivíduos, e as organizações voluntárias, as autoridades locais e os Governos nacionais reconheçam este direitos e se empenhem pela sua observância mediante medidas legislativas e de outra natureza, progressivamente instituídas, de conformidade com os seguintes princípios:

PRINCÍPIO 1º

A criança gozará todos os direitos enunciados nesta Declaração. Todas as crianças, absolutamente sem qualquer exceção, serão credoras destes direitos, sem distinção ou discriminação por motivo de de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição, quer sua ou de sua família.

PRINCÍPIO 2º

A criança gozará proteção social e ser-lhe-ão proporcionadas oportunidade e facilidades, por lei e por outros meios, a fim de lhe facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, de forma sadia e normal e em condições de liberdade e dignidade. Na instituição das leis visando este objetivo levar-se-ão em conta sobretudo, os melhores interesses da criança.

PRINCÍPIO 3º

Desde o nascimento, toda criança terá direito a um nome e a uma nacionalidade.

PRINCÍPIO 4º

A criança gozará os benefícios da previdência social. Terá direito a crescer e criar-se com saúde; para isto, tanto à criança como à mãe, serão proporcionados cuidados e proteção especiais, inclusive adequados cuidados pré e pós-natais. A criança terá direito a alimentação, recreação e assistência médica adequadas.

PRINCÍPIO 5º

À criança incapacitada física, mental ou socialmente serão proporcionados o tratamento, a educação e os cuidados especiais exigidos pela sua condição peculiar.

PRINCÍPIO 6º

Para o desenvolvimento completo e harmonioso de sua personalidade, a criança precisa de amor e compreensão. Criar-se-à, sempre que possível, aos cuidados e sob a responsabilidade dos pais e, em qualquer hipótese, num ambiente de afeto e de segurança moral e material, salvo circunstâncias excepcionais, a criança da tenra idade não será apartada da mãe. À sociedade e às autoridades públicas caberá a obrigação de propiciar cuidados especiais às crianças sem família e aquelas que carecem de meios adequados de subsistência. É desejável a prestação de ajuda oficial e de outra natureza em prol da manutenção dos filhos de famílias numerosas.

PRINCÍPIO 7º

A criança terá direito a receber educação, que será gratuita e compulsória pelo menos no grau primário.

Ser-lhe-á propiciada uma educação capaz de promover a sua cultura geral e capacitá-la a, em condições de iguais oportunidades, desenvolver as suas aptidões, sua capacidade de emitir juízo e seu senso de responsabilidade moral e social, e a tornar-se um membro útil da sociedade.

Os melhores interesses da criança serão a diretriz a nortear os responsáveis pela sua educação e orientação; esta responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais.

A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo deste direito.

PRINCÍPIO 8º

A criança figurará, em quaisquer circunstâncias, entre os primeiros a receber proteção e socorro.

PRINCÍPIO 9º

A criança gozará proteção contra quaisquer formas de negligência, crueldade e exploração. Não será jamais objeto de tráfico, sob qualquer forma.

Não será permitido à criança empregar-se antes da idade mínima conveniente; de nenhuma forma será levada a ou ser-lhe-á permitido empenhar-se em qualquer ocupação ou emprego que lhe prejudique a saúde ou a educação ou que interfira em seu desenvolvimento físico, mental ou moral.

PRINCÍPIO 10º

A criança gozará proteção contra atos que possam suscitar discriminação racial, religiosa ou de qualquer outra natureza. Criar-se-á num ambiente de compreensão, de tolerância, de amizade entre os povos, de paz e de fraternidade universal e em plena consciência que seu esforço e aptidão devem ser postos a serviço de seus semelhantes.