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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Mário Pereira (e PCP) teve o que merecia

Artigo de Opinião

Por: António Centeio

Praticamente desde que o executivo da CDU tomou posse que tem vindo a ser criticado neste jornal (não confundir com dizer mal) quer por parte do responsável quer por parte de muitos comentadores e colaboradores.

Criticas ao executivo presidido por Mário Pereira pela passividade e inoperância dos comunistas ainda não terem conseguido fazer obra que se veja ou que se identifique.

Criticas também tem sido dirigidas não só ao executivo mas também para toda a “máquina partidária” que apoia e está por detrás de quem comanda o destino de Alpiarça.

Por Mário Pereira ter suspenso o seu mandato para servir o partido e candidatar-se a deputado, não deixou o presidente de ser bastante criticado porquanto muitos leitores consideraram esta “suspensão” como uma “traição” para quem nele votou e que dele não esperava que levasse por diante a sua intenção de pretender ser deputado.

Criticas estas que deram origem às mais variadas opiniões mas nenhuma favorável para com Mário Pereira.

Mário Pereira assim não entendeu e continua a não entender ao ponto de nos “repreender” por aquilo que escrevemos e permitimos que seja publicado.

Criticas estas que nunca tiveram, nem tem, qualquer intuito de desprestigiar Mário Pereira e o restante executivo comunista.

Sempre dissemos aqui que o executivo da CDU tem uma certa dificuldade em concretizar e mostrar trabalho como o pouco que fez até agora praticamente pouco ou nenhum valor teve porque não está cimentado.

Se Mário Pereira tomasse em atenção as várias crónicas aqui publicadas como os imensos comentários que foram divulgados, chegaria facilmente à conclusão que tínhamos, não a totalidade, mas muita razão razão, nomeadamente no destaque que demos quanto à sua suspensão de mandato para poder concorrer a deputado.

Mas Mário Pereira para agradar à cúpula do partido pouco ou nada nos ligou para que ainda nos “ repreendesse” daquilo que dissemos e publicamos.

Afinal, para azar de Mário Pereira, do executivo da CDU e nomeadamente para com o PCP, o tempo veio nos dar razão.

Razão esta que está nas descida dos votos para com as “legislativas” que ontem se realizaram em Alpiarça.

Uma “descida” que veio por parte dos eleitores onde deixaram uma mensagem bem clara para com Mário Pereira e o executivo da CDU.

Afinal os comunistas não estiveram ao lado dos comunistas da hora da verdade. Tanto que foi fortemente penalizado,  que se  minha memória não me atraiçoa, é a primeira vez que tal sucede em Alpiarça.

Que Mário Pereira tome nota e leve em consideração o “recado” que os eleitores lhe deram na votação e que não entenda este recado como um castigo ao PCP porque o castigo foi dirigido a quem tirou a confiança ao eleitorado por não conseguir fazer obra e por ter “enganado” os eleitores que votaram nele para presidente da Câmara e não para se candidatar a Deputado.

Afinal o PCP ganhou a nível nacional mas a nível de Alpiarça perdeu muitos votos por causa do seu executivo.

Boa altura para Mário Pereira tirar uma forte ilação destes resultados.

Que Mário Pereira comece a olhar para o futuro de outra forma porque nunca mais nada será como tem sido até agora.

A confiança que lhe deram foi em parte retirada e dificilmente será igual à que tinha.

Que Mário Pereira comece a saber ouvir as criticas que lhe fazem como o que é escrito sobre o seu executivo. Afinal ninguém lhe queria mal e ninguém disse mal de Mário Pereira.

Resta-nos aconselhar Mário Pereira a ter mais consideração por quem o critica e a ler mais o que dizem sobre a sua pessoa como passe a compreender melhor as entrelinhas que muitas vezes aqui são escritas mas não compreendidas.

Entrelinhas estas que dizem muitas verdades. Uma delas que: Mário Pereira comece a estar rodeado de pessoas mais competentes e mais empreendedoras e deixe de viver tanto para o partido para passar a viver mais para Alpiarça.

Os interesses de Alpiarça devem estar acima do “Partido”

Mário Pereira teve o que merecia.



Resitejo vai investir 12 milhões em nova unidade

A empresa intermunicipal de tratamento dos “lixos” está a levar por diante um ambicioso plano de investimentos e promete não ficar por aqui
A Resitejo, empresa que trata dos “lixos” da nossa região, prepara-se para investir cerca de 12 milhões de euros numa nova unidade de tratamento mecânico de resíduos que vai permitir produzir matéria que poderá ser vendida para a produção de energia e de calor.
Este é um dos investimentos mais significativos desta empresa que, em tempo de crise tem vindo a desenvolver um ambicioso plano de investimentos que totaliza quase 15 milhões de euros, distribuídos pelo ano passado, por este ano e pelos próximos.
Além do investimento físico no aterro da Chamusca, no Eco Parque do Relvão, a Resitejo reforçou também a rede de recolha selectiva – os ecopontos – que já tem uma taxa de cobertura de um ecoponto por 150 habitantes. Este reforço representou um investimento de 1,4 milhões só no último ano e permitiu um aumento da recolha selectiva que já representa 85% dos resíduos que chegam à Resitejo. Só na área das embalagens, por exemplo, a recolha selectiva aumentou 70%.
Durante o último ano, a Resitejo investiu também cerca de 500 mil euros na estação de triagem de resíduos recicláveis. Este crescimento no processo de reciclagem permitiu à empresa empregar mais 60 pessoas, tendo agora cerca de 150 funcionários ao seu serviço. A empresa passou também a laborar 24 por dia todos os dias do ano.
Segundo Diamantino Duarte, administrador da empresa, estes investimentos inserem-se no plano já definido e aprovado pelos municípios associados.
No caso da construção da nova unidade de tratamento de resíduos, foi lançado um concurso público internacional sendo que existe a possibilidade de este equipamento vir a ter um parceiro privado envolvido.
Esta central vai fazer o tratamento mecânico dos resíduos indiferenciados (que não são alvo de separação selectiva) que, após passarem por este processo, podem ser vendidos como matéria inorgânica para centrais de compostagem que produzem calor e energia. A unidade está orçada em 12 milhões de euros, dos quais 7 milhões são co-financiados por fundos do QREN e o restante por fundos próprios da Resitejo e do eventual parceiro privado de que a empresa está à procura. Deverá estar a funcionar no último trimestre de 2012.
Da totalidade de resíduos sólidos urbanos recolhidos pela Resitejo, só 15% vão para o aterro. Será esta a parcela que a empresa quer tratar e reaproveitar através do seu processamento nesta nova unidade.
Fonte: “O Ribatejo”

O principal problema (de Sócrates/PS) foi despesismo sem controle, mentiras a granel e tachos incontáveis para os boys

 Não me deixa saudades... Fez algumas coisas correctas como as energias renováveis e alguma desburocratização da máquina publica.
Desmembrou alguns organismos que eram monumentos à preguiça, ao laxismo e à ineficiência.
O principal problema foi despesismo sem controle, mentiras a granel e tachos incontáveis para os boys.
O exemplo de como "as coisas funcionavam" foi o militante socialista que impugnou as eleições distritais do PS em Coimbra a quem lhe foi oferecido um JOB para se deixar estar quieto.
Lembro aos mais desatentos que era um JOBzinho na Refer, com um vencimento de 15000 euros e mais as correspondentes mordomias em troca do silêncio.
Para uma empresa pública que está FALIDA, é um exemplo de como o PS entendia a política.
Depois, sempre me repugnou a protecção que o PS deu e dá a ciganos, romenos, e párias que vivem do RSI.
Não sou racista, longe disso. Não tenho nada contra ciganos ou emigrantes que trabalhem e que aceitem as leis pelas quais se regem os portugueses.
O direito à melhoria da vida é um direito que defendo e a que muitos portugueses recorreram quando emigram (ou emigraram).
O P.S. não percebeu isso! Votei precisamente contra quem defende parasitas independentemente de serem portugueses que NÃO QUEREM TRABALHAR (a maioria), romenos, ciganos, brasileiros ou africanos.
Nenhum português consciente pode privar os seus filhos de lhe dar uma vida condigna para sustentar os filhos dos outros...
Quando os portugueses, racionalmente têm um ou dois filhos, não podem admitir sustentar "fábricas" que têm como único objectivo aumentar o cheque do RSI.
Espero que o futuro governo tenha isso em conta!
Os portugueses são tolerantes, solidários, mas não são PARVOS.
Numa altura e grave crise devemos implementar medidas de segurança em que quem não cumpre a lei seja severamente punido.
Devemos se for necessário fechar as fronteiras a emigrantes que nos vêm parasitar.
As entradas devem ser limitadas a um período de tempo limitado em que ou arranjam trabalho ou regressam ao seu País.
Não podemos recorrer a empréstimos do FMI que TODOS iremos pagar para sustentar parasitismo.
Isto não é ser de esquerda ou de direita, é simplesmente ser racional. 
De um comentarista
Noticia relacionada:
Sócrates demite-se e anuncia nova liderança no PS

Pedro Passos Coelho: "Não descansaremos enquanto não pusermos Portugal a crescer"


Um compromisso de "transparência total" e de "trabalho absoluto num "Governo de maioria liderado pelo PSD que ofereça estabilidade nos próximos quatro anos". Foi assim que Passos Coelho se apresentou na sua declaração de vitória sublinhando como objectivo "restabelecer a confiança no futuro, nos mercados e nos portugueses".
O tema da crise económica dominou a primeira intervenção de Pedro Passos Coelho na noite que lhe deu a vitória nas eleições legislativas. "Não descansaremos enquanto não pusermos Portugal a crescer", a afirmou o líder social-democrata, sublinhando que o país "não pretende ser um fardo para o futuro", aludindo directamente à ajuda que foi prestada por entidades externas.
O Estado social, uma dos principais territórios de discussão ao longo da campanha, também não foi esquecido. Passos Coelho dirigiu-se a "todos aqueles que vivem situações mais difíceis" para lhes assegurar que será "em todos eles que (o Governo) pensará todos os dias" e que tudo será feito para "suavizar as suas dificuldades".
"Crescer economicamente", acrescentou, "será a única forma verdadeira e duradoura de defender o nosso Estado social". "Não temos nem vemos nenhuma razão para alimentar triunfalismos nestes dia", disse ainda, "mas ninguém me verá com um ar tristonho e apreensivo pelo país ter demonstrado vontade de mudar e confiança no PSD".
Tal como Sócrates, também Passos Coelho falou de dias felizes no remate do seu discurso. "Esta noite quem ganhou foi Portugal (…)temos de substituir os últimos tempos terríveis por dias mais felizes que vamos celebrar juntos no futuro".
«SAPO»

domingo, 5 de junho de 2011

TOTAL DE VOTOS OBTIDOS NO DISTRITO DE SANTAREM

PSD - 37,7%
PS - 25,9%
CDS -12,3%
CDU -:9%
BE - 5,8
Abstenção 41,1%
Mandatos:
5-PSD
3- PS
1- CDS
1 -CDU
O PS perdeu 3.500 votos para o PSD
«Dados fornecidos pelo Gabinete Imprensa do Governo Civil de Santarém»

Eleições Assembleia da República 2011

CARREGUE EM CIMA PARA AMPLIAR


Votos brancos nas legislativas batem recorde na história da democracia portuguesa

 Nunca tantas pessoas se tinham deslocado às urnas para não escrever nada nos boletins de voto numas eleições para a Assembleia da República.

O número de votos brancos alcançado nas legislativas de 2011 já é o maior desde, pelo menos, 25 de Abril de 1974. Os boletins sem qualquer inscrição apurados até ao momento já superaram o máximo anterior, que tinha sido atingido em 2005.

Com 64 mandatos por atribuir, tinham sido já contabilizados 131.224 votos brancos. Este valor supera os 99.086 votos que não tiveram qualquer inscrição no sufrágio de 2009.

Além disso, ultrapassa o número máximo de votos brancos até ao dia de hoje, que tinha sido alcançado em 2005, na primeira vitória de José Sócrates, com um total de 103.537 votos.

Mas, por mais boletins que não indicam a escolha de nenhuma força partidária nas urnas, não há nenhum mandato que fique por eleger. Ou seja, o número de deputados a entregar por cada círculo eleitoral é cumprido, com mais ou menos votos brancos e nulos.

No entanto, os votos nulos não são superiores aos que já foram alcançados em vários sufrágios. Estão contabilizados provisoriamente 67.091 votos, o que é inferior ao total conseguido há dois anos, com 76.894 votos.

O novo recorde nas legislativas acompanha o máximo histórico que tinha sido atingido nas eleições presidencias do início do ano, quanto mais de 190 mil pessoas não escreveram nada nos boletins.
http://www.jornaldenegocios.pt/

Sócrates demite-se e anuncia nova liderança no PS



"O meu coração está preenchido, não há nele outro sentimento que não seja o amor ao meu país e aos meus compatriotas e a gratidão de poder ter servido Portugal". Foi assim que José Sócrates terminou a intervenção em que anunciou a sua demissão e o regresso à sua condição de militante de base do PS e de cidadão.
Com mais de 80 por cento das freguesias apuradas, José Sócrates assumiu a derrota e apresentou a demissão de secretário-geral dos socialistas. "Entendo que é necessário abrir um novo ciclo político no PS. Pedi já ao presidente do PS para convocar a comissão nacional do PS de modo a tão depressa quanto possível convocar um congresso extraordinário" para escolher o próximo secretário-geral", afirmou José Sócrates, a partir do Hotel Altis, em Lisboa.
O secretário-geral do PS referiu que já felicitou o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, pela sua vitória nas eleições legislativas. Sócrates assumiu a responsabilidade pela derrota e disse que é chegado o momento de abrir um novo ciclo no PS.
"Não levo ressentimentos nem amarguras, não são essas as companhias que quero para os dias felizes que tenho à minha frente", disse o ainda líder do PS.

http://legislativas.sapo.pt/2011/noticias/info/artigo/1158035.html

Projeções das três televisões dão vitória ao PSD e maioria de direita


As três estações de televisão coincidem nas primeiras projeções que apontam para a vitória do PSD e uma maioria PSD/CDS no novo parlamento.

De acordo com a sondagem da Católica para a RTP, o PSD deverá eleger entre 104 e 114 deputados, seguido do PS com 67 a 55 parlamentares. O CDS deverá eleger entre 22 e 28 deputados, a CDU 18 e o Bloco de Esquerda 11. A RTP avança ainda com a possibilidade do PAN eleger um deputado.

A projeção da Eurosondagem para a SIC prevê que o PSD eleja entre 102 e 109 deputados, o PS entre 69 e 77, o CDS entre 22 e 25, a CDU entre 15 e 16 e o BE entre sete e dez.

Segundo a sondagem da Intercampus para a TVI, o PSD deve eleger entre 107 e 121 deputados, seguido do PS com 64 a 78 deputados.O CDS deverá eleger entre 12 e 28 deputados, a CDU entre 11 e 20 e o Bloco de Esquerda entre quatro e 12.

De acordo com a projeção da RTP, elaborada pelo Centro de estudos e sondagens de opinião da Universidade católica, o PSD obtém entre 37 e 42 por cento dos votos, seguido do PS (entre 26 e 30 por cento) e o CDS, com uma percentagem entre os 11 e os 14 pontos. A CDU garante o quarto lugar nas previsões, com sete a nove por cento das intenções de voto e o Bloco de Esquerda fixa-se entre os cinco e os sete por cento.

A projeção da Eurosondagem para a SIC atribui uma votação de 40 a 41 por cento ao PSD, seguido do PS com 28-29 por cento. O CDS fica-se pelo intervalo 11-12 por cento, seguido da CDU no intervalo 7-8 por cento. O Bloco de Esquerda é apontado pela SIC como a força politica menos votada dos partidos com representação parlamentar: entre os cinco e os seis por cento.

O estudo da Intercampus para a TVI prevê entre entre 37,7 e 42 por cento dos votos para o PSD, enquanto PS garante 24 a 28,8 por cento, o CDS entre os 10,1 e os 13,7 por cento, a CDU a oscilar entre os 6,1 e os 9,4 por cento e o Bloco de Esquerda entre os 3,8 e os sete por cento.

«Lusa» JRS/PCR»

Sónia Sanfona e Moita Flores na inauguração da Feira Nacional da Agricultura

Na ausência do ministro da Agricultura, coube à Governadora Civil de Santarém, Sónia Sanfona, e ao presidente da Câmara de Santarém, Francisco Moita Flores, presidirem este sábado à inauguração de mais uma edição da Feira Nacional de Agricultura/Feira do Ribatejo.
O ministro António Serrano, cabeça de lista do PS por Santarém às eleições legislativas de domingo, optou por não marcar presença na inauguração, ocorrida no chamado dia de reflexão, após a Comissão Nacional de Eleições ter emitido um parecer nesse sentido. Na inauguração também não estiveram candidatos de outros partidos.
Leia mais em:
http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=45594&idSeccao=479&Action=noticia

Autarcas querem criar associação com 21 municípios

Segundo o semanário "O Ribatejo" a « concretizar-se, esta ideia voltaria a juntar a Lezíria e o Médio Tejo, novamente».

Mais adianta que os «dezassete dos 21 municípios do distrito vão propor a criação de uma associação de âmbito distrital e “deixar de vez no papel” a Assembleia Distrital. A decisão foi tomada numa reunião, e que teve como objectivo discutir o projecto de reabilitação da Colónia Balnear da Nazaré, que é propriedade da Assembleia Distrital. “A criação desta associação implica o fim da Assembleia Distrital, ficando as 21 autarquias a gerir o património”, que terá de transitar para a nova estrutura, afirmou à Lusa António Rodrigues, que preside também à Câmara de Torres Novas e à Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT), sublinhando que as assembleias distritais se tornaram estruturas “caducas”. Rodrigues afirmou que a nova associação será “mais ágil”, passando a ser constituída por um terço dos actuais membros (um por cada Câmara em vez dos actuais 63), o que permitirá também alguma poupança.

A reunião destinava-se a apresentar aos 21 municípios o projecto para a reabilitação da Colónia Balnear da Nazaré, edifício doado à Assembleia Distrital de Santarém nos anos de 1930 exclusivamente para uso de cariz social e que está fechado há dois anos por falta de condições. Orçado em 2,5 milhões de euros, o projecto já foi aprovado pela Câmara da Nazaré, acreditando António Rodrigues que tem todas as condições para ser aprovada a sua candidatura ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN)».

Juventude Socialista quer sanções para as autarquias que não tem os “Conselhos de Juventude

 Hugo Costa (foto), presidente da “Juventude Socialista do Ribatejo” é defensor da «aplicação de sanções às autarquias que não estão a cumprir a legislação».
O “ Conselho Municipal de Juventude” é um órgão consultivo do município sobre matérias relacionadas com a política de juventude.
A nível de participação politica e cívica é desconhecido em Alpiarça a sua actividade como o trabalho ou iniciativas levadas a efeito já que não existe qualquer publicidade como não é noticiado a participação do “Conselho” no quer que seja.
Seria bom que soubéssemos onde anda a “juventude” ou se o executivo tem feito “letra morta” das funções importantes que este órgão pode ter e contribuir para ajudar a juventude alpiarcense.
Salientamos a falta de uma politica de juventude na maioria dos municipios do distrito, que se manifesta no facto de apenas seis dos 21 municipios possuirem conselhos municipais de juventude.
 Noticia relacionada:
Onde anda o “Conselho Municipal de Juventude” de A...

Adega da Gouxa consegue dar escoamento aos seus produtos

Manuel Rafael, presidente da Adega Cooperativa da Gouxa, em declarações prestadas ao semanário “O Mirante” «considera que as crises (do vinho) nunca são bem vindas e que as grandes oportunidades de negócio só surgem pontualmente» para acrescentar que o «sector do vinho é daqueles que consegue dar mais escoamento ao seu produtos» o que não é mentira alguma.

Curiosamente o presidente da adega, que se situa em pleno concelho de Alpiarça faz as suas declarações como se a Adega Cooperativa da Gouxa esteja situada nas Fazendas de Almeirim e ao concelho de Almeirim pertencesse.

sábado, 4 de junho de 2011

Paulo Fonseca indigitado para liderar a direcção do Turismo Leiria/Fátima


Tudo indica que Paulo Fonseca (foto), presidente do Município de Ourém, presidente da Distrital do PS e colaborador deste jornal venha a ser eleito, na próxima segunda-feira, como presidente da direcção da entidade de Turismo Leiria/Fátima sucedendo, assim, a David Catarino.
Na reunião magna, os restantes lugares da referida direcção serão preenchidos pelos presidentes das Câmaras Municipais da Batalha, de Pombal, da Marinha Grande e de Porto de Mós, cabendo a Raul Castro, presidente do Município de Leiria, a presidência da Assembleia Geral.
Está, assim, encontrada a fórmula capaz de vir a resolver os problemas financeiros da entidade de Turismo Leiria/Fátima, nomeadamente os inerentes aos cortes nas transferências do Orçamento do Estado.

Afinal hoje o Centro de Trabalho do PCP tem na sua fachada um panfleto com o titulo "Por uma democracia avançada"

Sob pena de entabuarmos aqui uma espécie de fórum, (com o comentarista de 4 de Junho de 2011 15:48 - ler mais em:  Os alpiarcenses que se contentem com o pouco que s...) não creio que os comunistas possam ser acusados de tudo de mau que acontece e aconteceu em Alpiarça, até porque muitos não sabem que o o destaque e o projecto do Ecomarché foram aprovados pelo Presidente (comunista) Raul Figueiredo que felizmente conseguiu fazer aprovar muitos projectos e obras para Alpiarça.
Não estou aqui mandatado para defender Raul Figueiredo e a gestão comunista, porque sempre me revi num regime com uma democracia avançada do tipo Nórdico apesar de ser desde sempre visto "um bocado de lado pela malta do partido". Afinal hoje o Centro de Trabalho do PCP tem na sua fachada um panfleto com o titulo "Por uma democracia avançada".
Se calhar as suas ideias e as minhas não são assim tão diferentes, mas é caso para perguntar foi só em Alpiarça que faliram empresas? Não tem sido um pouco ou um muito por esse país fora? Vítimas desta má política europeísta que abriu escancaradamente as portas ao comércio de produtos vindos de países com os quais Portugal e quase todos os países europeus têm poucas ou nenhumas hipóteses de concorrer? Quantas mais empresas vão fechar as suas portas durante 2011, 2012 e 2013? Quanto poder de compra vão perder principalmente os funcionários públicos? Sabe-se já que até 2013 vão perder o equivalente a dois salários/duas reformas! Quem foram os culpados do super-endividamento das famílias e do próprio país? Não foi o facilitismo concedido à contracção de empréstimos? Não foi o querermos viver acima das nossas posses? Não é verdade que há mais Ferraris em Portugal que em Itália?
As gerações vindouras vão pagar bem caro a má governação e não há NINGUÉM que consiga fazer alguma coisa disto sem enveredar por uma espécie de Ditadura, nem que seja a Ditadura do Capital (como dizem os camaradas). Estaremos cá para ver!
De um comentarista

O "Intermarché", a "Maxi Loja" só puderam vir para Alpiarça depois da CDU ter saído da gestão da Câmara.

 Evidentemente que com "roulement" de crédito qualquer empresa vai sobrevivendo ainda que tecnicamente esteja falida.
Muitas famílias fizeram o mesmo!
Hipotecaram casas e terrenos que herdaram, e isso permitiu-lhes manter uma fachada de abundância e boa vida.
Foram carros topo de gama, férias em sítios paradisíacos, filhos fazendo vida de sucessores do Champalimaud ou do Onassis.
O problema é que o crédito é limitado, e o mal que sofrem as famílias, as empresas e o Estado português tem a mesma raiz.
GASTAR MAIS DO QUE GANHAM!
Podemos enganar alguns durante algum tempo, mas no médio e longo prazo, é IMPOSSÍVEL!
Por isso, não me parece que o futuro dessas empresas que indica (ler comentários em: Os alpiarcenses que se contentem com o pouco que s...) sirvam de referência.
Tal como as famílias, são empresas que estão condenadas.
O que me referia era a empresas com potencial de viabilidade, de criação de riqueza, e consequentemente de criação de postos de trabalho.
É isso que aporta receitas para o Município através de IRC cobrado sobre os lucros e do IRS cobrado aos trabalhadores.
Um empresário cria postos de trabalho não porque se preocupe com a parte social, mas porque tem lucros.
É isso que é urgente perceber...
Não defendo o PS, e amanhã vou votar não a favor de qualquer partido, mas contra eles.
No entanto reconheço que foi sob a sua gestão que algumas empresas de média dimensão se instalaram na zona industrial.
O "Intermarché", a "Maxi Loja" só puderam vir para Alpiarça depois da CDU ter saído da gestão da Câmara.
Antes, eram os comércios da "treta" que impediam a instalação de médias superfícies apenas porque diabolizavam estas com argumentos ultrapassados.
Não é só virtudes, reconheço. Mas é indubitável que se geraram 30 ou 40 postos de trabalho com a vinda desses empresários, e que o vulgar cidadão passou a ter outra possibilidade de escolha.
Seria pois interessante saber o que foi feito pelo executivo CDU nesta área.
 De um comentarista

Tudo o que o Partido Comunista foi avisando que DE MAU aconteceria desde a nossa entrada na União Europeia, tem vindo a acontecer.

Não concordo de modo algum com um comentário aqui publicado (Os alpiarcenses que se contentem com o pouco que s...)
Basta irmos à nossa Zona Industrial para sabermos que há alguns anos instalaram-se ali pequenos empresários com até 10 empregados e chegaram a ter algum sucesso.
Muitos deles sabemos que são militantes ou simpatizantes da CDU e nunca vi serem perseguidos ou achincalhados por se terem tornado empresários.
Por sinal sempre ouvi o PCP defender os pequenos e médios empresários. Sempre ou ouvi serem contra foi aos monopólios, assim como também sou contra, assim como sou contra a concorrência desenfreada e sem leis.
Como em todos os partidos e em todas as religiões há fanáticos e o pior da política e dos partidos é o fanatismo.
Infelizmente tudo o que o Partido Comunista foi avisando que DE MAU aconteceria desde a nossa entrada na União Europeia, tem vindo a acontecer.
Os milhões e mais milhões que vieram para a nossa economia não foram utilizados da melhor forma.
Muitos empresários desde o comércio, industria e agricultura ao invés de se modernizarem para poderem competir num mercado extremamente competitivo apostaram nos baixos salários, mantiveram velha maquinaria e compraram para eles grandes carrões, jipes e 4x4, e casa de férias no Algarve, descapitalizaram as empresas, pagam mal a quem trabalha e dão grandes mordomias aos gestores, directores e administradores das empresas. "Escravizam" quem produz em detrimento da classe mandante que cada vez tem mais mordomias.
Ainda hoje li  no “CM” que a CP que tem uma dívida de 3000 milhões de euros dá carros de 60000 mil euros a cada um dos seus administradores.
De um comentarista

O preço dos alimentos vai duplicar até 2030

 Os preços dos alimentos básicos vão quase duplicar nas próximas duas décadas se os governos não tomarem medidas urgentes para reformar o sistema global alimentar, alertou a Oxfam, uma das maiores organizações não-governamentais do mundo.

Este ano, o custo médio dos produtos agrícolas básicos aumentará entre 120 a 180%, em parte devido às alterações climáticas, segundo as estimativas desta ONG num relatório intitulado em inglês por “Growing a Better Future”. Este relatório refere que os políticos devem regular melhor os mercados alimentares e devem investir num fundo global para corrigir os efeitos das alterações climáticas.

A directora executiva desta organização, Barbara Stocking, diz que se queremos superar os desafios das alterações climáticas, combater a espiral de preços e a escassez de terra, água e energia, é preciso reformar o sistema alimentar. Na Guatemala, assinala a organização entre outros exemplos, 865.000 pessoas estão expostas à insegurança alimentar, porque como o Estado não investiu nos pequenos agricultores, as pessoas ficam dependentes das importações dos alimentos.

Os índios dedicam à sua alimentação diária mais do dobro de um ordenado médio de um britânico e pagam aproximadamente 11,5€ por um litro de leite e 6,9€ por um quilo de arroz. No Azerbaijão, a produção de trigo desceu 33% no ano passado devido ao mau tempo, obrigando o país a importar cereais da Rússia e do Cazaquistão, encarecendo em 20% os preços dos alimentos em apenas um ano. Na África Oriental, 8 milhões de pessoas estão expostas à escassez crónica de alimentos devido à seca.

No passado mês de Abril, os preços dos alimentos estavam 36% mais caros face ao mesmo período do ano anterior, atribuindo-se o motivo deste aumento aos problemas do Médio Oriente e Norte de África, entre outros factores.

A Oxfam propõe aos governos medidas urgentes para resolver este problema, tais como aumentar a transparência nos mercados das matérias-primas e regular os mercados futuros dos produtos agrícolas. Os governos devem também aumentar as suas reservas alimentares, abandonar as suas políticas de promoção dos biocombustíveis e investir em pequenos agricultores, principalmente em mulheres.

Esta organização pede aos líderes mundiais, que vão reunir numa nova cimeira sobre as alterações climáticas na África do Sul no próximo mês de Dezembro, que lancem um fundo especial que ajude os habitantes do planeta a protegerem-se melhor do impacto negativo deste fenómeno e que os prepare melhor para cultivar os alimentos que necessitam.

Fonte: www.oxfam.org

Mudança ou continuidade


Por José António Saraiva/SOL

Quando Pedro Passos Coelho disse que em caso nenhum formaria Governo com o PS, houve quem o acusasse de dar um tiro no pé.

Se o Presidente da República exigia um Governo de maioria, como podia um partido, antes das eleições, excluir a única hipótese que à partida garantiria com absoluta certeza esse objectivo?

O problema é que a política e a aritmética são coisas diferentes.

A política exige clareza – e tal não se consegue somando partidos que têm naturezas e ideias diferentes.

Para haver clareza são necessárias opções claras.

E, para isso, é fundamental que os portugueses, no dia 5 de Junho, digam preto no branco o que querem: se querem a continuidade, se preferem a mudança.

É isto que está em causa.

E isso não se apuraria se o próximo Governo integrasse previsivelmente socialistas e sociais-democratas.

Ss se instalasse no eleitorado a ideia de que o PSD e o PS estavam condenados a entender-se, então tanto faria votar num como votar noutro.

Iria tudo dar ao mesmo.

O que significa que não haveria qualquer clarificação.

Ora, o país precisa de dizer se está satisfeito com o Governo que tem – e aí deverá votar no PS e em José Sócrates – ou se quer mudar de rumo – e nesse caso o melhor é votar no PSD e em Passos Coelho.

E isto porque, independentemente de gostarmos mais de Passos Coelho ou de Paulo Portas (e não falo em Jerónimo ou Louçã, porque esses se excluíram de um futuro Executivo), só o voto no PSD contribuirá para derrotar o Partido Socialista.

Uma alta votação do CDS traduzir-se-ia inevitavelmente num mau resultado do PSD – abrindo caminho a que o PS ganhasse as eleições.

Por defender uma clarificação da situação política, considero que Passos Coelho fez muito bem em dizer que não governará com o PS.

Assim, além de obrigar o eleitorado a decidir-se, empurrou o PS para uma situação incómoda, podendo ser visto como um ‘voto inútil’.

Se o PCP e o BE não podem juntar-se ao PS (até porque não assinaram o acordo com a troika), se o PSD não governará com o PS, se o CDS também não, de que servirá o voto no Partido Socialista? – é a pergunta que farão muitos eleitores.

A prova de que a decisão do líder do PSD foi certeira está no modo como o PS reagiu.

Os socialistas apressaram-se a dizer que, contrariamente ao PSD, estão disponíveis para governar com qualquer partido.

Sentindo-se encurralados, tentam desesperadamente afastar a ideia de que o voto no PS não contará para nada.

Mas esta reacção pode cair mal no eleitorado.

Porque sugere que o PS está disposto a fazer tudo o que for preciso para não sair do poder, que o PS pretende ficar no Governo a qualquer preço.

Sócrates tem acusado o PSD de ter provocado a crise política apenas pela ambição de ir para o poder.

Mas não se poderá dizer o mesmo dele próprio – tendo em conta o seu esforço titânico para não sair do cargo?

Com uma agravante: se Passos Coelho ainda põe condições para ser primeiro-ministro, Sócrates não põe condição nenhuma.

A Europa e a Grécia

1 A Grécia voltou a ser a vedeta mediática da Europa. Por más razões. É incrível como os dirigentes europeus se têm permitido tratar a Grécia, berço da Democracia, da Ciência e da Filosofia. A Europa democrática da CEE suportou o regime odioso dos coronéis. E agora permite-se tratar com menos respeito o primeiro-ministro Georges Papandreou, socialista, filho e neto de dois grandes políticos gregos, que marcaram a história do passado século.

Como disse Christian Noyer, governador do Banco de França e membro do Banco Central Europeu, "a reestruturação da dívida grega não é uma solução, é um filme de terror". Por outro lado, Yorgos Papaconstantinu, ministro das Finanças grego, avisa: "Se não recebermos o dinheiro até 26 de Junho próximo, seremos obrigados a fechar a loja..." Este é o dilema que as instituições financeiras europeias - e a própria Comissão Europeia, sob pressão, já se sabe, da chanceler Merkel - parece não querer compreender.
Ora, a fuga à reestruturação está a tornar-se cada vez mais difícil, por causa da obrigatoriedade de passar pelo Parlamento grego, uma vez que a Oposição, dos vários quadrantes, se mostrou indisponível para apoiar mais austeridade. Papandreou resiste com muita coragem e dignidade mas não merecia esta humilhação, criada pelos erros e os gastos, não incluídos nos Orçamentos do passado, pelos Governos da Direita... Os verdadeiros europeístas devem ter a consciência de que urge, por todos os meios, ajudar Papandreou, um político corajoso e impoluto.
Contudo, na minha opinião, o mais grave de tudo é a União Europeia não ser capaz de ter a coragem de definir um plano concertado (entre todos os Estados membros da Zona Euro) para defender o euro, como moeda única, superior ao dólar, e ser incapaz de meter na ordem os mercados especuladores, as empresas de rating, destrutivas dos valores éticos essenciais e, em parte, responsáveis pela crise global que nos afecta a todos. Assim a União Europeia, com a cegueira política dos seus dirigentes, caminha a passos de gigante para a decadência...
A chanceler Merkel, dado o seu pragmatismo, sem valores nem ideologia, tem grandes responsabilidades na situação de descrédito que a União Europeia está a viver. Já passou aliás, pela vergonha de uma crítica pública em forma - e indignada - do seu antigo chefe Helmut Kohl. E a União se não mudar, rapidamente, de política, antes das suas próximas novas derrotas eleitorais, ficará na história como a coveira da Comunidade Europeia, pela qual os seus anteriores chanceleres, Adenauer, Willy Brandt, Schmidt, Kohl e Schröeder, tanto se bateram...

Politécnico de Santarém quer candidatar cultura a património da UNESCO

A cultura avieira, dos pescadores que no início do século XX migraram para as zonas ribeirinhas do Tejo e do Sado, vai ser candidatada a património da UNESCO, anunciou hoje o presidente do Instituto Politécnico de Santarém (IPS).
Jorge Justino afirmou que um alto responsável da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) vai estar na sessão de abertura do II Congresso Nacional da Cultura Avieira, que vai decorrer nos próximos dias 17 e 18 em Santarém.
O coordenador do projeto da candidatura Avieira a Património Nacional, João Serrano, afirmou, durante uma sessão de apresentação do congresso, que a sugestão da candidatura a Património da UNESCO partiu da delegação desta instituição em Lisboa.
«RTP»

Próximas Recolhas de Sangue – 5 de Junho e 19 de Junho

A Direcção do Grupo de Dadores Benévolos de Sangue do Concelho de Alpiarça, com o apoio do Instituto Português de Sangue, convida-o(a) a participar em mais uma Recolha de Sangue que se realizará nos próximos dias:
- 5 de Junho de 2011 (DOMINGO) das 9 às 13 horas na Nave Desportiva (Recinto da Alpiagra)
 19 de Junho de 2011 (DOMINGO) das 9 às 13 horas na Colectividade do Casalinho

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Os alpiarcenses que se contentem com o pouco que se vai fazendo

O Plano de Saneamento que o PS não queria aprovar e que o Tribunal de Contas aprovou não será INFELIZMENTE usado para fazer investimento, mas sim para pagar DÍVIDAS E MAIS DÍVIDAS.
Virão outros empréstimos para pagar mais dívidas de Investimento um para o Museu e outro para o Centro Escolar.
Vamos ter de esperar 12 ANOS para que se veja algum investimento de jeito em Alpiarça.
Da maneira que o País está falido, a câmara falida está e pouco ou nada de novo será possível fazer.
Os alpiarcenses que se contentem com o pouco que se vai fazendo.
A minha opinião é que o "JA"vá fazendo o seu trabalho chamando a atenção para o que está mal feito.
De um comentarista

Ruas de Alpiarça em todo o seu esplendor

A erva vai crescendo em muitas ruas de Alpiarça. Até no passeio onde se encontra os “Paços do Concelho” a erva teima em subir pelas paredes.

Feira Nacional de Agricultura de Santarém abre as portas este sábado


A 48ª Feira Nacional de Agricultura e a 58ª Feira do Ribatejo são inauguradas este sábado, 4 de Junho, no Centro Nacional de Exposições (CNEMA), em Santarém. O destaque deste ano vai para a importância da preservação da floresta e para o papel que representa no domínio do desenvolvimento sustentável.
Na edição deste ano da 48ª Feira Nacional de Agricultura, de Santarém, os organizadores esperam sensibilizar o público da feira para a importância da preservação da floresta e para o papel que representa no domínio do desenvolvimento sustentável.
O primeiro dia da Feira Nacional de Agricultura contará com a presença de Francisco Moita Flores – Presidente da Câmara Municipal de Santarém, Sónia Sanfona (foto), Governadora Civil de Santarém, representantes da CONFAGRI – Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal, entre outros.
A Feira Nacional de Agricultura/Feira do Ribatejo é reconhecida como a feira de maior referência nacional no sector agrícola e agro-industrial, preferida por empresas e representações oficiais de países estrangeiros, como Espanha, França e Itália e para os cerca de 167 mil visitantes e aproximadamente 600 expositores que acolheu no ano de 2010.

GNR fiscalizou "Sucateiras"

“Operação a Sucateiras”

Hoje entre as 08h00 às 12h00 horas, o Comando Territorial da GNR de Santarém realizou uma operação de fiscalização a sucateiras e transporte de resíduos. Durante a operação foram fiscalizadas pelo Destacamento Territorial da GNR de Santarém, quatro sucateiras, sitas nas localidades de Alpiarça, Rio Maior, Tapada – Almeirim e Sesmarias – Cartaxo, sendo que nas duas últimas foram encontrados 34 veículos destinados ao desmantelamento, sem que as respectivas sucateiras possuíssem licença para o efeito, pelo que foram elaborados trinta e quatro autos (34), por falta de licença para armazenamento, descontaminação e desmantelamento de veículos em fim de vida.

DRAPLVT na 48.ª Feira Nacional de Agricultura

A DRAPLVT vai estar presente na 48.ª Feira Nacional de Agricultura / 58.ª Feira do Ribatejo, a feira de maior referência nacional no sector agrícola e agro-industrial, onde serão apresentados os produtos regionais mais inovadores.
A Direcção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo promove a presença no certame através de uma presença conjunta no stand do MADRP (Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas), com o objectivo de valorizar os produtos locais de excelência, com a tónica inovação e no dinamismo do mundo rural.
Esta participação conjunta contará também com as restantes 5 Direcções Regionais de Agricultura e Pescas e durante a feira serão efectuadas mostras de produtos tradicionais de cada uma das regiões.
Paralelamente, a DRAPLVT em parceria com o Turismo de Lisboa e Vale do Tejo, promove igualmente um stand dinamizado pelas associações de desenvolvimento local do Ribatejo, Oeste e Península de Setúbal. Pretende-se assim, contribuir para a promoção e divulgação dos produtos e serviços da região do Vale do Tejo, dando a conhecer ao visitante as potencialidades desta região.
A FNA decorrerá no CNEMA — Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas, em Santarém, de 4 a 12 de Junho e considerando que em 2011 se assinala o Ano Internacional das Florestas, o destaque vai para esta temática como forma de sensibilizar o público da feira para a importância da preservação da floresta e para o papel que representa no domínio do desenvolvimento sustentável.
Visite o site da Feira Nacional de Agricultura

Troika obriga Estado a pagar dívidas a 90 dias

 A nova versão do memorando de entendimento com o FMI obriga o Estado a pagar dívidas aos fornecedores em apenas 90 dias.
A partir deste mês, Portugal está impedido de se atrasar nos pagamentos por mais de 90 dias, para além da data a que se comprometeu a pagar aos fornecedores. Caso contrário, o financiamento prometido pelo FMI fica em causa. Esta condição faz parte de mais uma versão do memorando de entendimento com o Fundo, assinado pelo ministro das Finanças e pelo governador do Banco de Portugal, e que só ontem foi conhecida.
Para receber a ajuda financeira do FMI - 26 mil milhões de euros, de um bolo total de 78 mil milhões negociados com a ‘troika' - não basta cortar o défice. Há 22 medidas estruturais e quatro metas quantitativas que Portugal não pode falhar este ano e para as quais já tem objectivos indicativos em 2012. Pagar a horas é uma destas metas quantitativas.
Ontem, o FMI divulgou a documentação completa e oficial que reúne os compromissos assumidos pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, e Carlos Costa, governador do Banco de Portugal, em nome do Estado português.
São duas cartas, uma enviada ao antigo director do Fundo, Dominique Strauss-Kahn, e outra endereçada ao Eurogrupo, Ecofin, Comissão Europeia e BCE, acompanhadas dos respectivos memorandos de entendimento. Nestes documentos, o País compromete-se a aplicar um conjunto alargado de medidas de austeridade e de reformas estruturais, em troca da ajuda financeira de que precisa para evitar a bancarrota.
O pacote de medidas acordado com o FMI é igual ao que foi estabelecido com os parceiros europeus, mas o Fundo foi mais longe: detalhou critérios objectivos para avaliar o seu cumprimento e definiu à risca o âmbito de aplicação e o sentido de cada um deles.
«DE»

Crianças de Alpiarça no Mega Lezíria

Um grupo de crianças da Ensino Básico esteve presente no Encontro de Atletismo “Mega Lezíria", que se realizou em Almeirim no dia 28 de Maio.

Esta participação foi desenvolvida nas aulas de Expressão Físico Motora das AECs, para um programa da CIMLT-Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo e estiveram presentes delegações de 11 Concelhos.

Alpiarça esteve presente com um grupo de 10 crianças e teve a colaboração da Secção de Atletismo do Clube Desportivo “Os Águias
”.
«CMA»

Câmara apresenta Portal para as Colectividades


No dia 31 de Maio, Dia Nacional das Colectividades, a Câmara Municipal de Alpiarça acompanhando as novas tecnologias apresentou o portal "Mais Futuro", destinado às colectividades e associações do concelho
Acompanhando a novas tecnologias a Câmara Municipal de Alpiarça apresentou o Portal “Mais Futuro”, no dia 31 de Maio, Dia Nacional das Colectividades.
O Portal “Mais Futuro” é basicamente o site do Associativismo do Município, ou seja, o Município é a Entidade Gestora do Site, e tem uma página principal onde estão alojados os sites de todas as associações do concelho.
A Autarquia gere a sua própria página e disponibiliza os domínios às Associações que carregam elas próprias as suas informações.
Esta plataforma permite, entre outras coisas:
- a comunicação directa entre a Autarquia e as Colectividades (serviço de mensagens online);
- a disponibilização de um domínio de internet às Colectividades;
- a disponibilização de todos os formulários e informações necessárias à vida de uma Associação (quer a nível autárquico, quer a nível de legislação e candidaturas a programas de âmbito nacional);
- a coordenação de planos de actividades;
- Publicidade e promoção das actividades das Colectividades assim como das actividades da autarquia;
- Permite às associações requisitarem equipamentos da Autarquia, assim como à Autarquia a requisição de equipamentos das Colectividades;
- Permite às associações estarem visíveis não só a nível local, como a nível nacional (pois permite pesquisas por área de intervenção).
Este Portal é uma ferramenta de extrema importância para o incremento das boas relações entre as Autarquias e o Movimento Associativo. É uma aposta de futuro, pois cada vez mais a internet é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento de qualquer actividade.
«CMA»

SOBRE A INVESTIGAÇÃO À MORTE DE PABLO NERUDA ….

Por: Anabela Melão

Vês estas mãos? Mediram a terra, separaram os minerais e os cereais, fizeram a paz e a guerra, derrubaram as distâncias de todos os mares e rios, e, no entanto, quando te percorrem a ti, pequena, grão de trigo, andorinha, não chegam para abarcar-te, esforçadas alcançam as palomas gémeas que repousam ou voam no teu peito, percorrem as distâncias de tuas pernas, enrolam-se na luz de tua cintura. Para mim és tesouro mais intenso de imensidão que o mar e seus racimos e és branca, és azul e extensa como a terra na vindima. Nesse território, de teus pés à tua fronte, andando, andando, andando, eu passarei a vida.” Assim falava Pablo Neruda.

Sabe-se que o Partido Comunista chileno interpôs a 31 de Maio uma acção judicial em que pediu a abertura de um inquérito à sua morte, depois de testemunhas a terem atribuído a um homicídio ordenado pela ditadura de Pinochet. Julgava-se que - e essa era a versão oficial dos acontecimentos - o escritor e diplomata tinha morrido de um cancro na próstata, numa clínica de Santiago do Chile, onde tinha sido hospitalizado. No início de maio, o antigo secretário e motorista do poeta, Manuel Araya, afirmou que Neruda foi assassinado para que não se tornasse, depois do exílio, num opositor à ditadura de Augusto Pinochet. E conta que, quando esteve à cabeceira deste, nos últimos dias da sua vida, aquele lhe contou que sentiu numa noite uma estranha picada administrada por um médico da clínica. Outro testemunho, o de um antigo embaixador do México no Chile, Gonzalo Martínez, que visitou o poeta na véspera da sua morte, veio forçar a dúvida, afirmando que, segundo o Partido Comunista chileno, Neruda estava longe de um estado clínico crítico.

A acção judicial foi dirigida ao juiz Mario Carroza, que tem a seu cargo a reabertura do inquérito à morte do presidente Salvador Allende, ocorrida no golpe de Estado de 11 de Setembro de 1973, ao qual se seguiu a ditadura de Augusto Pinochet, que durou até 1990. Neruda morreu em 1973, doze dias após o golpe militar que depôs o Presidente Salvador Allende e deu início à ditadura do general Augusto Pinochet, a 11 de Setembro. O juiz aceitou hoje o pedido do PC chileno. O caso vai ser investigado.

Além de Carroza já ter em mãos o processo sobre a morte de Salvador Allende, e outros 700 casos de vítimas da ditadura de Pinochet que nunca passaram pelos tribunais, cai agora sobre os seus ombros o peso de nos elucidar sobre a polémica. Carroza já pediu para ter acesso ao boletim clínico de Neruda e aos exames de controlo que fez na Clínica Alemã de Santiago. Pediu a certidão de óbito e ordenou à polícia de investigação chilena que reúna toda a informação sobre o caso. Tal como aconteceu no caso de Allende, é também possível que seja pedida uma exumação do cadáver.

Resta-nos esperar e acreditar que nem todos os casos que investigam a morte de homens feitos mitos se esvaneça no tempo e nos meandros da Justiça, como aconteceu por cá com Sá Carneiro. É que, às vezes, há quem se aproveite da morte de alguém consciente de que dele nada aproveitariam em vida. E isso deixa-me triste.

Antero de Quental e Engels: vidas revolucionárias

O pai era dos senhores da indústria têxtil alemã. Um tio foi sacerdote da corte do rei. Friedrich Engels nasceu num berço de ouro. Mas consagrou a sua vida à luta pelos direitos dos mais pobres, por uma sociedade mais justa e livre.
Na Alemanha de 1849, Engels combateu como guerrilheiro pela instauração da democracia. O que lhe valeu ser colocado na lista dos criminosos mais procurados pela policia.
Depois, em Inglaterra, Engels levou durante anos uma vida dupla: aparecia como um respeitável homem de negócios e exímio cavaleiro na caça à raposa. Mas era um destacado teórico e militante revolucionário, que vivia com uma simples operária irlandesa. Se a dada altura se dedicou aos negócios, fê-lo no fito de arranjar dinheiro para financiar actividades revolucionárias. E, principalmente, para apoiar o trabalho de investigação do seu amigo Karl Marx – que ainda hoje é reconhecido como o maior analista crítico da sociedade capitalista.
Engels era um ateu que desdenhava a formalidade do casamento. Mas casou pela igreja para satisfazer um último desejo da sua mulher, que era católica, quando esta adoeceu totalmente.
Apesar de ter vivido no século XIX, ainda hoje um dos livros de Engels (intitulado A situação da classe trabalhadora em Inglaterra) é considerado pela UNESCO como modelo e um dos mais influentes trabalhos de investigação sociológica.
Ao lado de Karl Marx, Engels fundou a corrente politica do comunismo moderno e perdura como um dos mais marcantes pensadores da história contemporânea. Curiosamente, na Associação Internacional dos Trabalhadores, liderada por Marx, uma espécie de partido político revolucionário de âmbito europeu, Engels foi responsável pela secção portuguesa, da qual fez parte o poeta Antero de Quental (foto).
Estes são apenas alguns traços da vida de Friedrich Engels realçados numa das suas mais recentes biografias, publicada em Londres, em 2008: Engels – uma vida revolucionária, do jornalista inglês John Green.
L.C.


“Melão Alpiarcense” em força para a França e Polónia

Para além de outras declarações prestadas por Joana Serrano, Presidente da Junta de Freguesia, à Lusa, a mesma disse (em 2010) que «está em perspectiva a exportação deste fruto para duas cidades francesas e polacas, geminadas com o município».
A época da venda do melão alpiarcense aproxima-se e o “Parque de Frutas do Carril” pouco lhe falta para começar a ter o movimento habitual da época.
Fazendo fé nas declarações da responsável pela Junta de Freguesia vamos aguardar para sabermos quantas toneladas de melão alpiarcense vai ser exportado para as cidades francesas e polacas.
Se for como a certificação do “Melão Alpiarcense” o melhor que os seareiros tem a fazer é vender o produto exclusivamente para o pais porque se estão à espera de vendê-lo para o estrangeiro o melhor que tem a fazer é «esperarem sentados num banco».

Mini Volta a Portugal em cicloturismo

A XXI edição da Mini Volta a Portugal em Cicloturismo, integrada no calendário da Federação Portuguesa de Ciclismo como 9º Passeio a Portugal em Bicicleta - Ciclismo para Todos, e também a fazer parte do calendário UCI - União Ciclista Internacional, tem a partida marcada para o dia 6 de Junho, em Alpiarça, e termina no dia 11 de Junho, Também em Alpiarça depois dos cicloturistas terem percorrido nove etapas e cerca de 700 quilómetros.
A Mini Volta a Portugal em Cicloturismo, que nasceu em Maio de 1991, em Alpiarça, tem vindo a solidificar a sua acção e conta com o apoio de uma grande quantidade de associações, e é especialmente recomendada pela Fundação Portuguesa de Cardiologia.
Leia mais em:
http://semanal.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=&id=75011&idSeccao=8109&Action=noticia

Alpiarcenses que se destacaram

Mário Feliciano


Encenador português, Mário Feliciano nasceu em 1951. Desde cedo demonstrou especial apetência e interesse pela arquitectura. Foi, no entanto, a encenação que marcou a sua curta vida profissional. Partiu para Itália, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, em 1973. No ano seguinte ingressa no curso de encenação da Accademia "Silvio d'Amico", em Roma, onde foi aluno do encenador Orazio Costa. Apresentou, como exame final do curso, a peça A Casa de Bernarda Alba de Federico Garcia Lorca. Em 1978 e 1979 foi assistente de encenação de Luca Ronconi, um dos mais marcantes encenadores europeus, colaborando na apresentação das peças Papagallo Verde e La Torre. Em finais de 1981 regressou a Portugal, desenvolvendo actividade como encenador de teatro e ópera. Trabalhou alguns textos fundamentais do teatro do século XX, nomeadamente de Pier Paolo Pasolini e de António Patrício, dois dos seus autores preferidos. Encenou a ópera de Maria de Lurdes Martins As Três Máscaras (1983), no Teatro Nacional de S. Carlos. No Teatro S. Luís encenou a peça de Luigi Pirandello Seis Personagens à Procura de um Autor (1985). Mário Feliciano demonstrou em todos os espectáculos que realizou uma grande capacidade inventiva na criação de espaços cénicos e na direcção de actores. Algumas das suas encenações conheceram certa polémica pela radicalidade das opções estéticas. Desde 1987 foi professor da disciplina de Representação Cénica do curso de Canto da Escola Superior de Música de Lisboa. Realizou também algumas traduções de importantes peças de teatro, das quais se destaca Calderón. Foi ainda um dos sócios-fundadores do Teatro da Politécnica, em 1989, que teve vida efémera. Trabalhou frequentemente com os arquitectos Graça Dias e Egas José Vieira, responsáveis por alguns dos cenários das peças que encenou e produziu. O seu último trabalho teatral foi a encenação da peça de António Patrício Dinis e Isabel (1994). Faleceu vítima de sida em 1995.