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sexta-feira, 16 de março de 2012

Ementas Escolares

Para ver as ementas carregue em:

O recém-criado movimento “No Ribatejo, Freguesias sim!” não foi subscrito pela Junta de Freguesia de Alpiarça



Aproximando-se a fase determinante, para as freguesias, da intenção governamental de avançar com a Reforma Administrativa do Poder Local, autarcas de freguesias ribatejanas acabam de avançar com a constituição do movimento unitário de cidadãos – autarcas, trabalhadores das autarquias, dirigentes associativos e população do denominado Movimento “No Ribatejo, Freguesias sim!”
No “Ribatejo, Freguesias, sim!” que não contou com a subscrição da Junta de Freguesia de Alpiarça, rejeita a Proposta de Lei 44/XII porque, nos seus objectivos não se propõe agregar freguesias com carácter obrigatório e sob chantagem e “exige que as freguesias sejam ouvidas e a sua opinião seja tida em conta.
Os primeiros subscritores deste manifesto são os presidentes das Juntas de Freguesia de: Rio Maior, Tomar, Benavente e Entroncamento

Artes Contra a Violência no Namoro



No dia 23 de março, realizar-se-á o evento final do projeto Entra em Acção pela Igualdade, Contra a Violência no Namoro na Escola EB 2,3/S da Chamusca, de manhã, e na Escola Secundária Sá da Bandeira em Santarém, à tarde.
Este é um projeto que teve início em março de 2010 e que envolveu centenas de jovens da Lezíria do Tejo em inúmeras iniciativas. Realizaram-se ações de sensibilização nas quais um grupo de jovens foi aprendente e outro co-animador; foram elaborados e distribuídos materiais de sensibilização em diferentes formatos (manifesto, cadernos, marcadores de livros, filme, etc.); preparou-se uma exposição de telas contra a violência no namoro, entre muitas outras atividades.
Durante o evento final, os jovens terão oportunidade de manifestar as suas posições sobre a violência no namoro através de várias expressões artísticas. Na Escola EB 2,3/S da Chamusca poderão participar em workshops de hip hop, cinema, grafíti, contos e movimento.
Na Escola Secundária Sá da Bandeira, em Santarém, será inaugurada a exposição “12 Telas Contra a Violência no Namoro” que resulta de um processo que envolveu todos os alunos e alunas das turmas dos 8ºs e 9ºs anos daquela Escola.
Durante os dois anos em que decorreu, o Entra em Acção, financiado pelo Programa Operacional Potencial Humano, teve como objetivo o aprofundamento da consciência crítica dos/as jovens, relativamente às desigualdades entre homens e mulheres e à violência nas relações de intimidade, e a mobilização dos mesmos para a sensibilização dos seus pares e das suas comunidades em relação a essas temáticas. Para o Graal, associação promotora do projeto, o balanço é muito positivo. O número de jovens que participou no projeto, e o empenho com que o fizeram, superou largamente as expectativas.

Tiago pica tudo

As Tasquinhas de Rio Maior acabaram domingo mas o Cavaleiro não deixou escapar esta situação social, entre o recém-empossado director do Centro Distrital da Segurança Social de Santarém, Tiago Leite, e a deputada Margarida Neto. Tiago Leite parece explicar a Margarida que tem de aproveitar para petiscar sempre que pode já que os cortes no orçamento da Segurança Social, não dão nem para os que lá estão.

Agenda Desportiva (com alterações)


Educar para Preservar


Por: Vanda Luciano
 Há já algum tempo, que venho debatendo esta temática, que é necessário educar para preservar. Esta ideia tem sido cimentada ao longo do tempo, ainda há pessoas, no entanto, que crêem ser melhor o completo desconhecimento do património para que esse se preserve. Quanto a estas pessoas tenho a dizer, que se instruam!
            A minha luta com este Educar é Preservar, vem no sentido da sensibilização para o património, seja ele imaterial ou material. Dar a conhecer a nossa identidade, reforçando laços com a comunidade local e também ligar este conhecer as nossas raízes de modo a proteger o que é nosso. Isto é transversal a todas as áreas, se educarmos as nossas crianças a gostar da história, da arqueologia, da arte e as escolas apostarem em reforçar esses laços, sem dúvida serão adultos mais interessados no que concerne á sua identidade, ao que os define, ao seu próprio património genético. A educação, não é tarefa fácil, para mim ser de uma área das Ciências Humanas, tem sido um desafio constante, mas acredito que produzirá frutos. Até porque segundo uma antiga Professora de Faculdade de Letras, as pessoas das Ciências Humanas parecem estar mais aptas na resolução de problemas, sendo uma boa aposta no futuro, assim o espero...
 Acredito que vivemos de imagens e de experiências que nos marcam, o património poderá ser essa imagem marcante? Pode sim, desde que potenciada, desde que reforçada. Se conhecermos o lugar onde vivemos, de onde somos naturais, a sua História e Património, criamos laços mais sólidos, que nos permitirão também preservar o que resta da nossa identidade. Por isso lanço um repto a algumas pessoas que vêem a ocultação do património como forma de o proteger. Falem, divulguem, expliquem, façam os jovens interessar-se e vão ver que o dar a conhecer é uma melhor forma destes protegerem o património… Educar e ensinar a preservar é bem melhor que ocultar e omitir, pois por vezes o efeito é o inverso…

Recessão económica em Portugal deve acentuar-se


A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) estima que a recessão económica em Portugal irá aprofundar-se ainda mais nos próximos meses.
A OCDE refere que a economia portuguesa revela forte sinais de que vai aprofundar o seu clima de deterioração nos próximos meses, visto que os principais indicadores económicos do país estão em queda.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Estrada do Patacão


Mesmo a meio desta curva na Estrada do Patacão, em Alpiarça, existe um rebaixamento da estrada que está cada vez mais profundo e já causou alguns acidentes.

"Paços do Concelho" está mal localizado e afastados do Centro Urbano


 Embora possa parecer um luxo o que é certo é que a obra de ampliação e remodelação dos Paços do Concelho ficaria incompleta sem o Parque de Estacionamento e embelezamento exterior, isto não significa que eu concorde que se tenha investido tanto dinheiro nos "Paços do Concelho" tão mal localizado e afastado do Centro Urbano.
 Sei de pessoas do PS que ainda no tempo do Rosa do Céu propuseram outros locais mais próximos do Centro da Vila para se investir num novos Paços do Concelho mas infelizmente outros valores mais altos se levantaram!
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QUASE UM MILHÃO DE EUROS EM OBRAS


A Câmara vai investir quase um milhão de euros na “qualificação ambiental do Frade de Cima e na requalificação da zona envolvente dos Paços do Concelho”.  

Muitos dos comentadores estão a enviar-nos comentários onde mostram o seu desagrado com estes investimentos porque consideram-nos desnecessários já que em nada beneficia o concelho e muito menos os munícipes.

Alguns comentaristas até colocam em causa a seriedade do programa eleitoral da CDU já que o mesmo, segundo os comentaristas, não passa de uma “publicidade enganosa” como também acusam o executivo de só “fazer obras para o município” quando deveriam “fazer para os munícipes”.

Outro comentarista afirma que: “é uma pena que gastem o dinheiro para os Autarcas (espaços envolventes do edifício da Câmara) e não o gastem para os Alpiarcenses. Porque há para ai muita obra que se podia fazer com vantagens imediatas para os alpiarcenses”.

Seja como for a maioria dos comentaristas não está de acordo com o investimento que o executivo da CDU vai levar a efeito porquanto existem outras necessidades maiores como não se justifica tais gastos quando a própria CDU não cumpriu minimamente o seu “Programa Eleitoral” e as promessas eleitorais.

Para saber o que os leitores pensam “Jornal Alpiarcense” lançou uma  sondagem para saber se a “maioria” está a “favor” dos investimentos ou  se está “contra”.

Apelamos assim aos leitores que votem para se chegar a uma conclusão.

Poderá votar na coluna do lado direito.

Para mais detalhes e para ler os vários comentários já publicado, basta ler:

Câmara vai investir quase 400 mil euros nos arranjos dos Paços do Concelho

Câmara vai investir quase 400 mil euros nos arranjos dos Paços do Concelho

Quanto a empreendedorismo em Alpiarça, desde a fábrica de papel do Rosa do Céu, estamos conversados


 A criação de empresas depende da vontade e iniciativa dos empreendedores. A Câmara não tem aí qualquer papel, que não o de apoiar as iniciativas particulares.
Quanto a empreendedorismo em Alpiarça, desde a fábrica de papel do Rosa do Céu, estamos conversados.
Empreendedorismo é criar empresas sustentáveis, com criação de emprego, se possível, e não catar subsídios enquanto os há e fechar as portas quando a mama acaba.
Os pseudo empreendedores, que por aí abundam, louvados pelos neo liberais do costume e levados ao colo pelos escribas do costume é que levaram o país ao estado em que está.
E de falência em falência, há sempre um lugarzinho à espera no aparelho do Estado ou nas empresas (EDP, REN, PT, etc.) que nos chupam até ao tutano.
Precisamos é de gente honesta.
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"Dinheiro para "Mais Pão e Menos Para o Circo"

CVR TEJO ENSINA PRINCIPIANTES A USAR OS 5 SENTIDOS PARA AVALIAR O VINHO

ENÓLOGO MÁRIO LOURO VAI DESVENDAR COMO SE PODE OUVIR E TACTEAR UM VINHO 

A Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo) quer despertar os consumidores principiantes para o papel dos cinco sentidos no reconhecimento das qualidades dos vinhos.
Para o efeito, aquela entidade vai dar sequência à aposta que iniciou em Janeiro, com a realização de cursos de vinhos de nível I, organizando agora o seu primeiro curso de nível II, que terá lugar nas suas instalações, em Santarém, no dia 24 de Março (Sábado), entre as 10h00 e as 17h30.
Intitulado “A Voz dos Sentidos”, o curso ficará, como habitualmente, a cargo do enólogo ribatejano Mário Louro, que irá abraçar o desafio de transmitir aos seus formandos a arte de sentir o vinho.
“Esta cultura desperta grande curiosidade junto dos formandos no mundo dos vinhos, pois vêm para aprender a ver, a cheirar e a avaliar o vinho e, muitas vezes, nem imaginam que é também possível ouvi-lo e tacteá-lo”, revela Mário Louro.
A diferença entre beber e degustar, a roda dos aromas, as sensações no gosto e o reconhecimento de um bom vinho são outros dos temas que completam o programa da formação, que contemplará também uma prova cega de vinhos brancos, tintos e rosés, assim como um almoço de degustação.

Projeto Campo Seguro

  No âmbito da divulgação do projeto Campo Seguro e da reunião de esclarecimento e informação realizada em colaboração com a GNR, no dia 24 de Fevereiro informamos que estão disponíveis para consulta as apresentações da Guarda Nacional Republicana no site da DRAPLVT em http://www.draplvt.min-agricultura.pt/index.htm
 Tendo em consideração que a DRAPLVT manifestou a sua disponibilidade para continuar a apoiar o projeto “Campo Seguro” logo que tenhamos mais informações sobre a Associação que será criada para o efeito, procederemos à sua divulgação, através do site e facebook da DRAPLVT em http://www.draplvt.min-agricultura.pt/ e no Facebook DRAPLVT

A Câmara está a ser penalizada por causa do executivo anterior



Pagar, é pagar. Pagar mesmo. Não é deixar andar, e ir gerindo a dívida, à espera que quem vier atrás feche a porta.
E o financiamento tem regras e limites. Regras, porque tem que ser pago, e está a ser. Limites, porque só pode ir até certo ponto, o que o executivo anterior esqueceu (???) e por isso a Câmara está a ser penalizada (você, eu, e nós todos estamos a pagar). Não são os nossos filhos e netos - somos nós, hoje.
Não trabalho na Câmara, não olho pelas janelas da Câmara, mas passo na rua José Relvas e vejo aquele espaço de terra inóspito. E gostaria de o ver arranjado. Você não? Olhem menos? Não! - Olhem pela nossa terra e o que puderem fazer para a tornar ainda mais bonita – façam-no.
Isto é propaganda enganosa? Espero que não, e já agora, que o projecto para aquele local reúna o consenso estético da maioria de nós. Alpiarça ficaria a ganhar, ficaria mais bonita, ainda que os profetas da desgraça, e os que necessitam de lugares públicos para assegurar a sua vidinha continuem a faladrar.
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Porta-vozes do executivo

Portugal entre países com maior desigualdade na distribuição de rendimentos


Um relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) indica que Portugal está entre os países desenvolvidos que registam maior desigualdade na distribuição de rendimentos.
De acordo com o relatório Divided "We Stand: Why UInequality KeepsRising" da OCDE, Portugal é um dos países desenvolvidos que apresenta maior disparidade na distribuição de riquezas, com os mais ricos a ganharem cerca de nove vezes mais do que os mais pobres.



Porta-vozes do executivo

 Há comentadores que só podem ser porta-vozes do executivo. Ou quem sabe mesmo alguém lá de dentro . Ora veja-se: "Estes ao menos estão a gastar apenas aquilo que podem, e pagaram a quem deviam."
Mas podem como? Pagaram como? Vão poder como os outros, com financiamentos, tendo de contrair dívida para pagar a parte que lhes cabe. E pagaram a dívida com? Contraindo uma dívida maior a longo prazo para os nossos filhos e netos pagarem. É assim tão urgente embelezar o espaço envolvente aos passos do concelho? Não podem olhar pela janela e ver um espaço de terra? então trabalhem mais e olhem menos. E não façam propaganda enganosa. 
  "Estes (o Executivo da CDU) ao menos estão a gastar...":

Cidadão desiludido e cansado de tanto lutar

 Por volta de 2006 D.C, alguém se lamentava através dos blogues e outros meios de comunicação, da injustiça que acabara de ser vitíma por parte de quem avaliava imóveis a partir de um gabinete, ao abrigo da lei que entretanto havia saído.
Queixava-se este cidadão a propósito de uma pequena fracção que havia comprado por 15.000.00€ ( pagos no acto da escritura e na presença do notário) lhe ter sido posteriormente exigido o pagamento do IMT (Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis) com base em 30.000.00€!
O avaliador das finanças ao abrigo da lei dos seisssentos e tal euros por m2, fez as contas e não teve dúvidas. Era a nova Lei que ditava a sentença! Como que dizendo: " Façam lá os vossos negócios bons ou maus porque para nós é indiferente... quem dita os preços somos nós e a autarquia!"
Conta-se que o cidadão desiludido e cansado de tanto lutar e protestar em vão, contra uma situação que considerava injusta, apareceu um dia na Repartição de Finanças a propor a venda da sua fracção, já que tão valiosa era para o fisco. Dizia mesmo que estava disposto a fazer um desconto de 50% pela simpatia do avaliador...
A resposta chegou pela boca de um dos funcionários:
" AS FINANÇAS EXISTEM PARA COBRAR IMPOSTOS E NÃO PARA COMPRAR IMÓVEIS!..."...O homem rendeu-se. Não havia outro remédio que não fosse pagar e voltar a pagar sobre aquilo que havia efectivamente pago no acto do negócio.
E esta hein!...
Por: M.Ramos
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quarta-feira, 14 de março de 2012

Antes 1000 estátuas a ganhar bolor do que uma só criança doente com fome

O mundo continuou, avançou (muitas vezes para pior..) e continuará sem a Estátua do Cavador ou outra estátua qualquer.
Antes 1000 estátuas a ganhar bolor do que uma só criança doente com fome.
Além das crianças, há muito velho a "ganhar bolor" em casas vazias e que muitas vezes a maior riqueza é uma palavra amiga.
Como o dinheiro já foi GASTO, à semelhança de muitos gastos que se fizeram sem nexo por este país, se a puderem colocar, muito bem, se não, não vejo que venha mal ao Mundo.
Todos os problemas dos alpiarcenses fossem a estátua que está há anos numa qualquer arrecadação.
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Dinheiro para "Mais Pão e Menos Para o Circo"


Há quem se preocupe muito com estátuas, medalhas, inaugurações, comemorações, homenagens e toda a panóplia de simbolismos.
Estou-me a marimbar para a estátua do cavador, do cavalo do Sorraia, para rotundas com cravos ou qualquer simbolismo.
Preferiria que os 400 mil euros (dinheiro público) fossem utilizados em criação de micro empresas com viabilidade de gerar empregos e que a médio e longo prazo fossem sustentáveis.
No entanto, compreendo que as prioridades sejam diferentes.
Há quem dê prioridade aos vivos, e há quem viva de memórias.
Respeito, mas alerto que os tempos que correm têm de ser mais virados para o PÃO, e menos para o circo.
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"Câmara vai investir quase 400 mil euros nos arranj...":

Os meus parabéns aos Bombeiros Municipais de Alpiarça

Aproveito também esta oportunidade para escrever outras coisas que me parecem menos bem.
Segundo ouvi comentar, em lugar público, no bar da Sociedade Alpiarcense 1º de Dezembro, na festa aconteceram coisas que não deveriam acontecer:
1ª A festa foi bonita com um churrasco, um bonito bolo e muita bebida e é aqui que a "porca torce o rabo" pois segundo um bombeiro se tivesse um acidente ou um fogo ninguém estava em condições para ir;
2º Depois falou-se da Internet no quartel e fiquei a saber que o executivo municipal, de maioria CDU, os tais que lutaram e lutam pela liberdade em Portugal, se comporta como se estivesse na China, Coreia no Norte, Cuba ou Síria, e vá de restringir o acesso a torto e a direito. Será censura? Que diriam os eleitos da CDU, na Assembleia da Republica, se o governo da adopta-se o mesmo comportamento?
3º Depois falou-se da escala de serviço e parece que existem bombeiros que só fazem turnos no papel, para receberem o respectivo subsídio, mas na realidade vão quando querem e durante o período de tempo que entendem;
4º E como as conversas são como as cerejas já se fazem contas ao que se vai ganhar durante a época de fogos nos célebres ECINS!
Até aqui tudo normal, acho eu, mas o que não é normal é assumir-se que a forma de pagamento destes ECINS é ilegal e que o próprio Presidente da Câmara o assumiu numa reunião com bombeiros.
Mas a final que se passa com a CDU tão zelosa do cumprimento da Constituição e das Leis, quando na oposição, e tão permissiva quando no poder.
Também não é para admirar tendo em atenção o que se passou na Câmara Municipal de Setúbal!
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 "63.º Aniversário dos Bombeiros Municipais de Alpia...":


Trabalhei toda a vida e criei uma filha sózinha, sempre a trabalhar, nunca pedi nenhum subsidio ao Estado


Concordo plenamente ( ler: "Que os beneficiários do RSI , os ROMENOS, os CIGA...": ) moro na Amadora e de há cerca de 2 anos para cá é ver-se chegarem romenos (ciganos?) famílias inteiras, cheias de filhos, que vivem do RSI. Eu vou para o trabalho e eles ficam nos jardins a verem-me passar quando volto do trabalho o mesmo, carros riscados, medo de andar na rua, sujidade nas ruas, lojas a fechar à noite com medo da insegurança enfim.., a saúde para eles é gratuita, a segurança social dá-lhes casas, etc, mas quem trabalha sou eu e outros que descontamos há tantos anos.
Para quê?
Porque é que se dá o RSI a quem nunca trabalhou nem sequer 1 mês neste País? Trabalhei toda a vida e criei uma filha sozinha, sempre a trabalhar, nunca pedi nenhum subsidio ao Estado!
De facto antigamente quando eu não via isto à minha porta também eu era ingénua e dizia que temos que ajudar-nos uns aos outros etc. etc., mas infelizmente quando isto começa a acontecer ao pé de nós, tomamos consciência que há sempre oportunismo, e não apenas de uma família aqui ou ali, mas são às centenas, milhares talvez por esse País fora.
Um abraço para todos e força para aguentarmos esta injustiça, esperemos que alguém consiga alterar esta situação.

Estes (o Executivo da CDU) ao menos estão a gastar apenas aquilo que podem, e pagaram a quem deviam


Que gastem o dinheiro para os Autarcas?
Oh Santa Paciência.
Então, falaram tanto da estátua do cavador, e agora que procuram um espaço condigno, já é para os autarcas?
Querem dizer mal digam, mas com factos, com ideias, enfim, com inteligência.
O tempo das vacas gordas acabou. Agora há que pagar a factura.
Já lá vai o tempo das estátuas à mulher nua e ao cavalo do Sorraia, ou das fontes cibernéticas.
Agora é poupar, contar os tostões, e fazer o que for possível.
Agora é fechar o balcão da Segurança Social, fechar a repartição de Finanças, e por aí fora.
Querem ver que a culpa é da Câmara CDU.
Estes ao menos estão a gastar apenas aquilo que podem, e pagaram a quem deviam.
É POUCO?
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A troco de uma "bica" temos as nossas casas sobreavaliadas

 Lamentavelmente ficamos a saber que a troco de uma "bica" temos as nossas casas sobreavaliadas para fins de impostos em mais de 500% do seu valor real.
É evidente que os culpados não são os avaliadores mal pagos ao serviço das Finanças, mas sim quem descaradamente atribui um valor comercial por metro quadrado a um bem que dificilmente alguém vai comprar por esse preço. A um bem que é visto e valorizado apenas para fins de impostos, segundo os dados registados na caderneta predial, dados esses muitas vezes falsos como poderemos facilmente provar. Quem teve o descaramento de atribuir um valor comercial deste nível (só na mira de extorquir dinheiro) a um imóvel com condições mínimas de um simples cidadão que vive num país falido (sub)gerido por estrangeiros?
É caso para dizer que, definitivamente, não há gente com juízo neste país.
Por: Xico Frade
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Câmara investe quase 600 mil euros no Frade de Cima


A Câmara abriu mais um concurso para a “Qualificação Ambiental e Valorização do Espaço Rural “ no Frade de Cima pelo valor de 595.000, 00 euros
Após a abertura das propostas as obras tem 150 dias para a respectiva conclusão



Câmara vai investir quase 400 mil euros nos arranjos dos Paços do Concelho

A Câmara abriu concurso para os arranjos exteriores dos Paços do Concelho e a requalificação da área envolvente com custos de 348.000,00 euros e pelo prazo contratual de 210 dias.

Após a conclusão dos arranjos e respectiva requalificação, supostamente chegará o momento tão esperado e desejado dos alpiarcenses poderem ver a colocação da “Estátua de Homenagem ao Povo Alpiarcense” porque a promessa verbal já foi feita pelos responsáveis autárquicos que a estátua seria colocada no novo parque dos Paços do Concelho, após os respectivos arranjos.

Agenda Desportiva

«CMA»

Casas: avaliadores pagos a preço de «chávena de café»

 
Duas associações de avaliadores de imóveis criticaram as condições dadas pelas Finanças aos peritos externos, como os valores fixados e já comparados ao preço de uma «chávena de café».
O presidente da Associação Portuguesa dos Avaliadores de Engenharia (APAE), Aníbal Freitas Lopes, indicou à Lusa que os peritos «não suspenderam totalmente os trabalhos a nível nacional», comentando a interrupção das avaliações pelo menos nos distritos de Coimbra, Setúbal e Leiria.
«Nem significa qualquer greve ou boicote», assegurou o dirigente, citado pela Lusa, referindo estar em causa o «direito e o dever do Estado remunerar um serviço que está a ser feito», mas a ser pago ao «preço de uma chávena de café».
Freitas Lopes indicou que os «avaliadores estão conscientes do sacrifício dos funcionários públicos, mas deduzir 14% não é o mesmo que 63%», ou seja, o valor agora fixado pelas Finanças e que varia entre os 91 cêntimos e os 5,5 euros por avaliação.
Numa reunião a 5 de março, os associados da APAE denunciaram que o «previsto como produtividade média está muito longe de corresponder à realidade».
A esperada «grande produção» não ocorre, segundo os peritos, porque os «municípios nem sempre estão em condições de fornecer os elementos digitalizados».
Os peritos deram conta à APAE as deslocações que têm de fazer aos locais sem serem pagas pelas Finanças.
Alguns já se recusam a fazer avaliações...
O presidente da Associação Nacional dos Avaliadores de Imóveis, Ramiro Gomes, relatou que muitos dos seus associados se recusam a fazer avaliações de imóveis urbanos, mas outros realizam-nas por «carências económicas e por já estarem inscritos».
Fora da polémica estão os peritos desta associação inscritos nos serviços das Finanças. «A situação não se coloca aos peritos internos, apenas aos externos», acrescentou.
O dirigente contestou as remunerações fixadas pelos serviços das Finanças e defendeu que as avaliações devem incluir visitas ao local e não apenas consulta de documentos com a localização, datas de construção e a área.
«Haverá muitas reclamações», prevê Ramiro Gomes, assinalando que as deslocações acarretam custos elevados, mas que cumprem as determinações éticas e deontológicas dos profissionais.
Face à recusa dos peritos em fazer avaliações, o dirigente prevê que os avaliadores internos tenham mais trabalho ou que sejam aumentados os valores a pagar aos técnicos externos.
Ramiro Gomes garantiu que nenhum avaliador se desloca por um euro e que ele nem o faria por cinco euros.
...outros perderam «interesse económico»
Também o Sindicato Nacional dos Engenheiros, Engenheiros Técnicos e Arquitetos considerou que muitos técnicos envolvidos nas avaliações fiscais de imóveis deixaram de ter qualquer «interesse económico» ao serem conhecidas as remunerações pagas pelas Finanças.
O sindicato indicou que os valores a pagar por cada avaliação são um preço «quase simbólico» a pagar a técnicos com formação superior.
«AF»


Juiz proíbe acordo ortográfico

 Um juiz do tribunal de Viana do Castelo emitiu uma ordem de serviço proibindo a utilização da grafia do novo acordo ortográfico, alegando que os tribunais não estão abrangidos pela resolução do Governo.
A decisão do juiz Rui Estrela Oliveira consta de uma ordem de serviço datada de 23 de janeiro deste ano e aplica-se a todos os processos e tramitações do segundo Juízo Civil daquele tribunal, sendo justificada pelo próprio, em entrevista à Agência Lusa, como uma "questão eminentemente jurídica".
O juiz recorda a resolução do Conselho de Ministros de dezembro de 2010, que "determina que, a partir de 1 de janeiro de 2012, o Governo e todos os serviços, organismos e entidades sujeitos aos poderes de direção, superintendência e tutela do Governo aplicam a grafia do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa", para concluir: "Esta antecipação de efeitos não engloba os tribunais, porque não fazem parte do Governo. Não são superintendidos, não são dirigidos nem são tutelados pelo Governo". Este é o primeiro motivo para não aplicar o acordo.
Paralelamente, a "preocupação" deste juiz, plasmada na ordem de serviço, vai ainda mais longe e chega à própria interpretação jurídica de textos, conforme a aplicação da nova ou da antiga grafia, dando forma ao segundo motivo.
"Se há campo onde há mais mudanças, na intensidade de utilização de certas palavras, é no Direito. Pode provocar, com o mesmo texto, um sentido totalmente diferente. Isto nunca foi pensado nem acautelado de nenhum modo. Juridicamente é muito importante o que se diz e o modo como se diz", afirma ainda o juiz.
Aponta como exemplo uma construção da sua autoria, envolvendo "corretores" da bolsa e a função de "corrector", esta pela antiga grafia.
"De início, o corretor da sala 3 assumia a função de corretor do corretor da sala 2, para depois passar a ser o corretor de todos, até do corretor da última sala que, confrontado com a situação, esboçou um sorriso", apontou o juiz, para logo depois concluir: "Uma vez que corrector perdeu o 'c', o sentido é indecifrável".
O que o leva ao encontro do terceiro motivo para não aplicar o acordo. "Alguém que está a escrever, se se apercebe disto, não vai escrever. E aí há uma quebra da sua liberdade", garante, assumindo ainda a possibilidade de, com a nova grafia, poder haver "uma situação em que o Tribunal não é entendido na sua ordem", sobretudo por quem apenas aprendeu uma grafia em toda a vida.
Por outro lado, este juiz entende que a aplicação do novo acordo ainda "não entrou em vigor na ordem jurídica portuguesa", classificando a antecipação da sua aplicação como "um bocadinho forçada, tendo em conta as características do Direito".
"À partida, o prazo de adaptação deve ser o mais longo possível para os tribunais", afirma o juiz Rui Estrela Oliveira, reconhecendo um dos efeitos da sua decisão: "Agradecimentos dos advogados. Fundamentalmente isso".
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/juiz-proibe-acordo-ortografico=f711441#ixzz1p59H2pkh

5.º Fórum Movimento Associativo de Alpiarça


 Com a organização de um conjunto de Associações e coletividades do concelho de Alpiarça e apoio da Câmara Municipal de Alpiarça, realizou-se no passado dia 4 de Março, no Clube Desportivo “Os Águias”, o 5º Fórum do Movimento Associativo de Alpiarça.

Estiveram presente cerca de uma dezena de Associações e Colectividades que, durante a manhã, apresentaram o balanço do trabalho desenvolvido, bem como, dificuldades a ultrapassar e perpectivas de futuro.
Também o Vereador João Pedro Arraiolos apresentou o panorama concelhio das associações e colectividades e tipo de apoios prestados pela autarquia nos últimos anos.
Interviu ainda o Sr. Presidente da Câmara reconhecendo o papel importantissimo que as Associações e Colectividades têm na dinamização de actividades no concelho referindo também a aposta da autarquia em manter os apoios regulares, apesar dos cortes a que está sujeita.
Durante a tarde, com a colaboração da delegação distrital da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, decorreu uma ação de sensibilização para as boas práticas associativas e outra sofre a forma das Associações  e Colectividades poderem apresentar candidaturas e obter financiamentos.
«CMA»

Sumol + Compal acusada de fraude fiscal


A Sumol+Compal foi hoje acusada de fraude fiscal, num processo que envolve também sociedades e administradores da CGD.
Em comunicado enviado ao mercado, a Sumol + Compal refere ter sido notificada no âmbito de inquérito judicial de natureza tributária num processo que envolve ainda algumas sociedades e administradores da CGD.
Tal como o Diário Económico noticiou na sua edição de ontem, várias sociedades da Caixa Geral de Depósitos (CGD), um conjunto de antigos responsáveis e o ex-administrador do banco estatal, Jorge Tomé, foram acusados de participação em burla fiscal pelo Ministério Público, no processo de fusão entre a Compal e a Sumolis.
O caso remonta a 2006, altura em que avançou a fusão da Compal com a Sumolis, concluída em 2008, assessorada por um advogado da sociedade PLMJ e com intervenção de sociedades da Caixa. O Ministério Público, que deduziu acusação contra os vários arguidos na última sexta-feira, considera terem existido irregularidades no processo de pagamento e posterior devolução do IMT (Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis).
Depois de pagar os impostos devidos, a Compal terá entregue um requerimento apresentando argumentos que justificariam a devolução dos impostos pagos, no âmbito dos benefícios fiscais aplicáveis em casos de fusões ou aquisições.
Para o Ministério Público, essa mesma fundamentação teria informações não verdadeiras, levando a uma devolução indevida dos montantes pagos a título de IMT. Em causa estão vários milhões de euros.
No entanto, a empresa salienta que todas as sociedades do grupo Compal "se pautam pelo rigoroso cumprimento das regras legais e éticas aplicáveis à sua actividade e que assim o continuarão a fazer no futuro".
Consulte aqui o comunicado da Sumol
«Económico»

Afinal, continuamos a ter os ricos de um lado e os pobres de outro

Custa-me a dizê-lo mas tenho de concordar com o autor do texto. Eu própria que fui apelidada muitas vezes de "forreta" acabei por ser vítima de quem gastou à tripa-forra a pensar nas manias de grandeza.
Há pessoas que ganham pouco, tipo ordenado mínimo nacional mas, como apenas contam com aquilo que ganham,conseguem gerir o pouco que têm, dormem descansadas, andam nas ruas de cara descoberta e ainda conseguem uma pequena economia para fazer face a uma qualquer emergência.
Outras pessoas, até com graus académicos elevados, ganham 5 e 6 vezes mais e têm calotes por todo o lado, ao ponto de ninguém lhes vender fiado ou dar qualquer crédito.
Quer dizer, saber gerir, saber controlar o dinheiro que se tem e andar de cara descoberta não está na instrução ou grau cultural do indivíduo mas, na capacidade e organização que cada um tem na condução da sua própria vida.
Como se costuma dizer, o problema começa quando se dá o passo maior que a perna...
E a crise devastadora deste país está exactamente aqui. Nenhum político que conduziu Portugal nestes últimos trinta anos teve a coragem de governar com sentido de poupança e, sobretudo, justiça tributária, para que agora o impacto fosse menor.
Bastava estar atento a quem vinha para os jornais com relatórios anuais de contas de milhões e milhões em lucros que, depois de mansinho, foram para offshores e ninguém mais os viu.
Com a entrada de Portugal na CEE, diziam, não havia razão para receios económicos.
Éramos todos ricos!
Afinal, continuamos a ter os ricos de um lado e os pobres de outro.
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"Foram só os nossos governantes que gastaram mal o ...":

Mas...o tuga é feliz em viver de aparências.


Sempre considerei que mais vale viver numa casa térrea modesta do que no melhor apartamento de luxo.
O que condeno verdadeiramente é gente que tinha casas antigas que herdaram e em vez das restaurarem e modernizarem, venderam-nas e foram enfiar-se em apartamentos.
Basta ver as questões que existem com propriedades partilhadas (ver artigos no J.A. sobre piscinas, sotãos ilegais, etc).
A tudo isso ainda há a juntar os graves problemas conhecidos dos condomínios...
É um que não paga porque se divorciou, outro que não paga elevador porque mora no 1º andar e usa as escadas, outro que faz barulho, outro que é administrador e desvia o dinheiro, e os piores, os que embirram por tudo e por nada porque são frustrados,etc... Histórias não faltam.
Condenável é quem precisa de 150 m2 para viver e endivida-se para fazer casarões para os vizinhos verem, e depois faz vida no anexo.
A vaidade "novo-riquista" com casas e carros não tem paralelo em nenhum País europeu civilizado.
Mas...o tuga é feliz em viver de aparências.
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Encontro de Vespas


 Alpiarça vai receber um encontro nacional de vespas no dia 25 de Março, organizado pelo grupo “Vespáguias”.
No programa oficial, está previsto um passeio de vespistas a partir das 10 horas, seguido de uma visita à Casa Museu dos Patudos, às 11 horas.
O almoço está marcado para as 13 horas, a que se seguirá a entrega de troféus, pelas 15 horas.
As inscrições podem ser feitas pelos telefones 968 036 380, 961 509 326 e 933 369 899, ou pelo e-mail cdaguias.vespas@sapo.pt.

terça-feira, 13 de março de 2012

Foram só os nossos governantes que gastaram mal o dinheiro construindo estruturas que estão, estarão e continuarão a estar às moscas?


Excelente texto com o qual não é difícil estar plenamente de acordo. E perguntamos nós foram só os nossos governantes que gastaram mal o dinheiro construindo estruturas que estão, estarão e continuarão a estar às moscas? E a chamada classe média que mais não é do que a antiga "burguesia" e "pequena burguesia" que se desfez de apartamentos para comprarem vivendas e moradias com piscina, brutos carros e toda a espécie de aparelhos elétricos e eletrónicos e agora não vão ser capazes de pagar os empréstimos que contraíram? E os que para se armarem em ricaços e fazerem vidas grandes compraram fiado por todo o lado e agora não pagam a ninguém? Andou tudo iludido que já eram ricos e quando alguém tentava fazer uma vida equilibrada era logo alcunhado de "sovina", "agarradão" etc etc. Temos pena dos pobres, mas não temos pena dessa gente que quis gastar à "tripa forra" como se não houvesse amanhã...

Deve ser coisa barata...e a câmara (Alpiarça) e o País estão a nadar em dinheiro


Deve ser coisa barata...e a câmara e o País estão a nadar em dinheiro.
Tomara que Alpiarça conseguisse dar uso a todas as estruturas desportivas que foram construídas.
Um dos problemas do País é precisamente como o dinheiro foi gasto a nível global.
Alpiarça dista 7 Kms de Almeirim e ambas cerca de 10 Kms de Santarém.
Em todas elas é notório que existem estruturas sub-aproveitadas e que custaram milhões.
Essas construções (pavilhões desportivos, piscinas, pistas, etc) deveriam obedecer a um plano nacional.
Se Almeirim construiu uma piscina, Alpiarça não o deveria ter feito, assim como se Alpiarça tem a nave desportiva, não deveria ser permitido a outra localidade próxima gastar dinheiro público em estruturas redundantes.
Qualquer equipamento desses, para justificar os monstruosos investimentos deveria ter uma utilização plena de 10/12 horas diárias.
Infelizmente o bairrismo, o eleitoralismo de querer mostrar obra, levaram a que o País gastasse centenas de milhões de euros do erário público em elefantes e elefantezinhos brancos.
Após o 25 de Abril toda a gente entende que tem o direito de ter tudo ao pé da porta.
Em Países mais ricos não é assim, porque haveríamos de ser especiais?
Vale mais tarde que nunca, e entendo que deveria ser altura das câmaras locais se reunirem (independentemente das cores "clubísticas")e traçarem planos a longo prazo de forma a que deixem de existir estruturas redundantes.
Se é assim na água, no lixo, e em outras coisas, porque não fazer o mesmo com a educação, o desporto, a saúde, etc...?
Gerindo financeiramente a causa pública desta maneira, e impedindo a colocação de boys partidários, só teríamos todos a ganhar.
O que dizem os "senhores das quintas" ?
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Cinema para quê?


Cinema para quê?
Não é possível preparar um pequeno espaço multi-usos (20-50 lugares) que dê para que a população tenha acesso a cinema?
Uma sala do tamanho da antiga assembleia da Junta de Freguesia é mais que suficiente.
O mais importante neste negócio é ter acesso em condições vantajosas a filmes que estejam no circuito comercial.
Já sei que dirão: "mas uma sala tão pequena, nem cinema é..."
Pois! Mas se vos disser que no sábado fui ver a "Dama de Ferro" ao Centro Comercial em Santarém, e além de nós (2 pessoas) estavam mais 8 na sala.
10 no total!
Imagine-se em Alpiarça. Os custos de pessoal, de amortização de instalações e equipamento, e os filmes que seriam disponibilizados pelas distribuidoras.
Não estaremos ainda fartos de criar estruturas CARAS que nos levaram à situação de pré-bancarrota?
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A mentalidade que nos diferencia dos países mais evoluídos


Que a situação não vai bem para ninguém, a não ser para as empresas monopolistas, toda a gente sabe.
No entanto, sempre me fez confusão pequenas e médias empresas que pagam a todos os seus colaboradores salário mínimo, ou rigorosamente a tabela, e depois dizem que os trabalhadores são malandros.
Compreendo que uma empresa que não tenha tesouraria o faça.
Não compreendo, nem compreenderei quem recuse (ou diga que vai à falência) aumentar 15 ou 20 euros por mês aos seus colaboradores, e a seguir faça leasings/ALD's de centenas ou milhares de euros em viaturas topo de gama, para o gerente e para uso dos familiares.
É essa mentalidade que nos diferencia dos países mais evoluídos.
Uma pequena empresa do Norte da Europa prefere que os seus trabalhadores se sintam importantes e satisfeitos na organização.
Quem trabalha por gosto é mais produtivo!
Por cá, é ao contrário...
Preferem comprar viaturas topo de gama (geralmente alemãs), em vez de viaturas francesas ou italianas substancialmente mais baratas e..os trabalhadores que se lixem.
Como dizem; "pagam o que diz a lei".
Claro que do outro lado, também se limitam a cumprir a lei, em vez de dar aquele bocadinho a mais que faz a diferença.
E alegremente vamos TODOS empobrecendo...
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ALPIARÇA vai ter um “Centro de Estágio” para atletas


 Nada como dinamizar o desporto local e ao mesmo tempo levar-se a efeito as infra-estruturas para que existam as devidas condições de apoio.
O desporto alpiarcense merece tudo isto e muito mais. Afinal nada como o “incremento da economia local e desenvolvimento de actividades económicas na vertente turística e de lazer”.
O suficiente para que haja uma maior oferta turística no concelho repartida noutros factores de desenvolvimento. Daqui a necessidade da promessa de “desenvolver parcerias que visem a recuperação do projecto de construção de um Centro de Estágio para atletas, complementado com um vertente hoteleira”
A ideia e os fins seriam óptimos para o desenvolvimento se os projectos fossem levados por diante mas por razões várias estão a aguardar melhores dias já que apenas constam no programa eleitoral apresentado quando das eleições autárquicas de 2009 por parte dos candidatos da CDU.