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terça-feira, 13 de março de 2012

Autarca diz que reforma administrativa “pode levar à queda do Governo”

O presidente da Câmara Municipal de Leiria, Raul Castro, disse hoje à agência Lusa estar convicto de que a forma como está a ser feita a Reforma Administrativa Local “pode levar à queda do próprio Governo”.
O autarca, um independente eleito pelo Partido Socialista (PS), afirmou que este processo está a transformar-se numa “situação explosiva” e a “causar crispação junto de eleitos de todos os partidos e da população em geral”.
Raul Castro explicou que, caso se some “o desemprego, o ataque à classe média e a insegurança”, a reforma administrativa “tem todas as condições para fazer transbordar o copo e trazer consequências políticas sérias para este Governo”.
As declarações do presidente da autarquia foram feitas em Marrazes, Leiria, durante um fórum promovido pelo Movimento de Freguesias de Leiria (MFL) – que representa 27 das 29 freguesias do concelho –, o qual juntou autarcas e deputados.
Já o presidente da Câmara da Batalha, António Lucas, um independente eleito pelo PSD, revelou que no seu concelho “a situação vai ser analisada e serão apresentadas propostas credíveis para encontrar um modelo adequado, que não implique mais custos e garanta a qualidade do serviço às populações”.
Os dois deputados socialistas presentes no fórum – faltaram ao debate os deputados eleitos pelo PSD e pelo CDS-PP, os dois partidos da coligação governamental – defenderam que a reforma administrativa não vai resolver qualquer problema.
João Paulo Pedrosa disse não conseguir perceber “como é que se avançou sem ter em conta a questão da lei de atribuições e competências” e Odete João criticou “um processo que começou a casa pelo telhado”.
No sábado, a Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) convocou uma manifestação a realizar em Lisboa, a 31 de março, defendendo que esta deve ser vista pelos partidos do Governo e pelo PS como um sinal de que a reforma administrativa deve ser “profundamente alterada”.
“É do interesse dos portugueses e do Governo que esta reforma seja concretizada com os eleitos locais, de freguesia e de município com as populações e não contra [elas], porque, se se levar por diante a intenção insensata de impor esta reforma aos cidadãos e eleitos locais, depois teremos de ver quem é que a vai implementar na prática e no terreno”, afirmou o presidente da ANAFRE, Armando Vieira, autarca do PSD.
O secretário de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa, Paulo Júlio, disse no domingo à Lusa que os portugueses não vão interpretar bem” a iniciativa, se o protesto das freguesias, anunciado na véspera, for “uma manifestação pela manifestação.
A ANAFRE tem defendido que “a reorganização administrativa é importante, só que tem de se ouvir as populações”, mas o governante frisou que “as populações têm sido ouvidas”, lembrando que nos últimos seis meses realizou mais de 60 sessões de esclarecimento em todo o país.
Fonte:

Fisco vai aplicar "rating" aos contribuintes


O Fisco vai aplicar um sistema de avaliação dos contribuintes semelhante aos ratings das agências de notação financeira, noticia o Jornal de Negócios.
O objetivo da aplicação de um rating aos contribuintes é permitir ao Fisco avaliar aqueles que estão em risco de não pagamento das suas dívidas ao Estado, com o intuito de "reforçar significativamente as ações de inspeção fiscal e controlo de manifestações de fortuna".

Arménio Carlos tem toda a razão, não pode ser aceitável um aumento do SMN abaixo dos 515 euros mês !

Arménio Carlos
Trata-se de uma exigência que recupera o Acordo de Concertação Social de Março de 2011, que teve o Acordo de Empresários, do Governo e Sindical e que o atual Governo não cumpriu, por pressão de parcelas minoritárias empresariais, que se vê hoje ser uma pressão inadequada!
Na verdade, as exportações estão em subida, não necessitando dos ridículos 485 euros mês para se ver esta subida acontecer, já que se acontece tal crescimento das Exportações, tal deve-se, diga-se, por consequência de quem paga bons salários, como sucede com a Autoeuropa e nao à custa das más pagadoras!
No entanto, já se vê ser grave para o Mercado Interno esta pressão à baixa salarial, pois este não cresce e gera falências, obriga a mais baixos salários nas Micro e PME e mais desemprego, e, em parte na sequencia da não evolução prometida do SMN !
Aqui ao lado, a UGT espanhola recusa o pacote laboral neo liberal e recusa o abaixamento salarial como solução para a crise, pelo contrário, defende que salários adequados São essenciais para a sustentabilidade das mais de 80% de empresas que se concentram no Mercado Interno.
Eis porque estou a apoiar a Greve Geral marcada para 22 de Março, por forma a rejeitar uma política económica que, dia após dia, se vê não dar as respostas previstas, com negativos impactos nas Receitas do Estado, por consequência dos não lucros e das falências das Micro e PME que vivem do Mercado Interno!
Urge um Governo de Unidade Nacional, urge um Governo para a retoma, urge erradicar as receitas falhadas neo liberais!
E urge que tal aconteça antes de ver este governo desagregar-se, por divergências internas que se mostram crescentemente acontecer, pois nada de bom acontecerá com tal desagregação.
A desagregação começou já com a renuncia do secretario de estado de um setor onde teoricamente aconteceu algo favorável - a privatização da EDP!
Poderá parecer estranho mas nao será assim se pensarmos que poderá ter sido "um bom negócio" sem ter sido feito numa " boa Estratégia" como sabemos!
Nao percamos tempo em nome da superação da Crise!
E, sobretudo, haja dignidade e saiba alguém dizer que se esse tal Rehn não quer reunir com a CGTP, que vá reunir com quem quiser mas na terra dele que por cá tratamos das nossas divergências desde 1974 com os Comunistas e com a CGTP em amplo, aberto e frontal debate de ideias e sem ridículas pressões estrangeiras!
Recordo que se quem defende a Democracia em Portugal tivesse seguido as pressões do sr Kissinger ainda hoje estaríamos submetidos a uma qualquer ditadura, sendo até possível que o Muro de Berlim ainda estivesse de pé!
Felizmente tivemos leaderes à época, como Mário Soares, mas também como Sá Carneiro e Álvaro Cunhal, ou Freitas do Amaral, que sabiam bem que as ideias se debatem também nas ruas e entre todos!
Que raio de sectarismos estes, vindos das estranjas, vindos de gente que não lutou pela Democracia certamente, e que se péla por mostrar “autoridade” que não tem! Esse tipo de gente nunca entenderá que é na diferença assumida que a Modernidade ganha força, vejam-se Lula e Dilma e veja-se como a cedência face à RP da China, feita por estes “democratas” de pacotilha, irmãos de ideologia deste tal Rehn, só tem gerado Crise, Baixos Salários e depressão económica!
Porque, na verdade, se estes Rehn são farroncas quando na mó de cima, se na mó de baixo até ….
Não, esse não pode ser um caminho de Democratas!
Uma Nota Final – Vitor Gaspar assumiu a exigência de uma taxa sobre as transacções financeiras, a famosa Taxa Tobin! Parabéns, por esta via reformularemos de verdade a Globalização dando-lhe uma via nova, a da Democracia económica!
Por: Joffre Justino

63.º Aniversário dos Bombeiros Municipais de Alpiarça



No passado dia 6 de Março o Corpo de Bombeiros Municipais de Alpiarça (CBMA) celebrou o seu 63º aniversário.
Com um programa ajustado à atual conjuntura económico-financeira, as comemorações contaram com a presença dos Presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal, do executivo municipal, da Direção e Comando do CBV Chamusca e, ainda, com representantes de entidades e amigos, habituais colaboradores do CBMA.
Por indisponibilidade do quadro ativo – cujos elementos estavam empenhados no combate a um incêndio agrícola na Torrinha –, a formatura ficou a cargo da Escola CBMA, composta por Estagiários, Cadetes e Infantes.
Após a receção aos convidados, os elementos do Curso de Instrução Inicial de Bombeiros (CIIB), que integra os estagiários e cadetes do CBM Alpiarça e CBV Chamusca, realizaram um exercício de instrução, onde tiveram oportunidade de praticar e demonstrar as perícias adquiridas na formação específica em socorrismo e desencarceramento.
O tradicional churrasco e o bolo de aniversário, com os discursos da ocasião, remataram a jornada comemorativa, que assim conseguiu juntar o trabalho, a formação e o convívio que caracterizam os Bombeiros de Alpiarça.
«CMA»

SOCIEDADE: Mulheres usam criança para tramarem padrasto

Uma mãe e a sua filha usaram o neto e sobrinho destas, menor de idade, para tramarem o padrasto do rapaz e agora estão a contas com a justiça, respondendo por um crime de denúncia caluniosa. O caso passou-se em Alpiarça e está em julgamento no Tribunal de Almeirim depois de se descobrir que as mulheres inventaram uma situação de agressão por parte do padrasto ao rapaz, que na altura tinha 12 anos. A situação deu trabalho à GNR, onde foi apresentada queixa, e à Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Alpiarça que chegou a entregar a guarda da criança a outra pessoa e que emendou a situação ao descobrir que tinha sido enganada.
http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=50324&idSeccao=479&Action=noticia


Dívidas das autarquias estimadas em mil milhões de euros

 O diretor-geral da Associação Industrial Portuguesa (AIP), Nelson de Souza, estimou hoje que as autarquias devem cerca de mil milhões de euros às empresas e apontou o setor da construção como um dos mais afetados.
Em declarações à Lusa, à margem de um seminário sobre incentivos do QREN, Nelson de Souza salientou que é essencialmente a nível autárquico que atuam mais micro e pequenas empresas a nível de fornecimento e que "estas são particularmente castigadas" num contexto de financiamento desfavorável.
Entre estas, o setor da construção é "provavelmente" o mais penalizado, por ser particularmente relevante no tecido produtivo, no tecido local de muitas regiões do país"."O que queremos é que sejam acelerados os pagamentos às micro e pequenas empresas"
Questionado sobre se todas as autarquias seriam elegíveis para o fundo de liquidação de dívidas hoje proposto pelo presidente da AIP, Nelson Souza respondeu que é ao Governo que compete definir as regras nesta matéria.
  "O que queremos é que sejam acelerados os pagamentos às micro e pequenas empresas que fornecem as autarquias e outros departamentos do Estado", concluiu.
  O presidente da AIP, José Eduardo Carvalho, defendeu hoje que o fundo de recapitalização da banca deve ser usado em benefício das empresas para minimizar os efeitos das restrições de financiamento. 
  "Temos de clarificar que utilização vai ter o fundo dos 12 mil milhões de euros. Se não forem totalmente utilizados, pelas necessidades de recapitalização da banca, então temos de os utilizar em benefício das empresas", afirmou José Eduardo Carvalho, na abertura de um seminário sobre os incentivos do QREN.  
  O líder da Associação Industrial Portuguesa (AIP) propôs ainda a reprogramação das verbas do QREN de modo a permitir o financiamento das médias empresas através dos Programas Operacionais Regionais, a criação de um fundo de emergência para o financiamento de empresas e um fundo de liquidação de dívidas das autarquias às PME.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/dividas-das-autarquias-estimadas-em-mil-milhoes-de-euros=f711115#ixzz1oym9Je57

Que grandes cunhas devem estar por detrás!

Esta história da piscina clandestina e privada, ainda por cima no terreno que também pertence aos vizinhos e que foi feita sem o consentimento destes, já anda por aqui a ser martelado há uns anitos e ainda não foi resolvida?
Que grandes cunhas devem estar por detrás disto para emperrar tanto a resolução do caso.
Em meu entender basta uma retroscavadora com umas pazadas de terra lá para dentro levando aqueles muros à frente e em menos de meia hora o problema está resolvido.
Noticia relacionada:
"Um exemplo baseado em factos reais":

segunda-feira, 12 de março de 2012

Evento "Milonga de Primavera"



Para os apreciadores do Baile Social, o JARDIM DE TANGO organiza mais uma das suas "Milongas" (Milonga é o nome que se dá a um baile de Tango Argentino) a realizar na Sala Fórum Mário Viegas, no próximo dia 16 de Março (sexta-feira), a partir das 22h. Para os tangueiros dedicados, este é o local onde se pode dar liberdade ao "sentimento que se baila". Para quem quer experimentar ou apenas espreitar, pode apreciar o baile e saborear as iguarias disponíveis no local, numa atmosfera "portenha" ao estilo de Buenos Aires.
Esta é mais uma das iniciativas culturais organizadas pelo "Jardim de Tango" - escola de Tango Argentino. A funcionar em Santarém desde 2009, são já uma referência do tango argentino nacional. As suas aulas regulares são realizadas à quinta-feira 19:30 e domingos 18:00 no 1º andar do Centro Cultural Regional de Santarém - Fórum Mário Viegas.

Prova de Triatlo decorre no próximo fim de semana em Alpiarça


A edição de 2012 do Triatlo de Alpiarça-Tecnorém irá realizar-se no próximo dia 18 de Março. A prova terá inicio às 10 horas na albufeira dos Patudos tendo um percurso constituído por 750m na natação, 20 km no ciclismo em circuito urbano e 5 km de corrida. Esta prova é organizada pelo Clube Desportivo “Os Águias”, pela autarquia com apoio técnico da Federação de Triatlo de Portugal. O grupo Tecnorém é o patrocinador oficial do evento.
Depois de apresentada toda a prova Henrique Santana, presidente do clube, referiu durante a apresentação da prova aos órgãos de comunicação social "é um orgulho participar nesta prova agora na categoria de presidente, mas também porque colaborei como voluntário ao longo de muito tempo. Quero mais uma vez, acrescentar que esta prova leva o nome do clube aos mais altos níveis, quer nacional quer internacional".
Para a autarquia que se fez representar pelo vereador do desporto, João Arraiolos salientou "apesar dos cortes a que as autarquias estão sujeitas devido à conjuntura do nosso país a autarquia decidiu manter os apoios na área do desporto, ação social e educação referindo que em primeiro lugar estão as pessoas e só depois outro tipo de investimentos menos prioritários".
O presidente da Federação de Triatlo de Portugal, José Luís Ferreira referiu a importância deste evento e do clube para o desenvolvimento da modalidade e o representante da empresa Tecnorém Dr. David Catarino focou o papel social que a empresa tem tido através das parcerias com o movimento associativo daí se ter associado a este evento.
Importa referir que em 1989 realizou-se a primeira prova de Triatlo em Alpiarça indo até 1998, tendo depois uma interrupção de nove anos regressando novamente em 2008. Em 2010, o Clube Desportivo "Os Águias" aposta num projeto nesta modalidade que tem vindo ao longo destes três anos a projetar o Clube e o Concelho.
No final da conferência de imprensa foi ainda apresentada a equipa de triatlo do Clube Desportivo "Os Águias" onde estiveram presentes os técnicos e alguns dos triatletas que representam o clube.
«CMA»


CONCLUSÕES ENCONTRO NACIONAL DE FREGUESIAS 10 DE MARÇO - ANAFRE



Os Autarcas, presentes no ENCONTRO NACIONAL DE FREGUESIAS, representantes das Freguesias, debateram criticamente e de forma muito participada, os impactos da Proposta de Lei nº 44/XII – Reorganização Administrativa Territorial Autárquica - no futuro das Freguesias e na vida das populações, proclamando as seguintes
CONCLUSÕES
1. Os autarcas de Freguesia rejeitam, liminarmente, a Proposta de Lei nº 44/XII – Reorganização Administrativa Territorial Autárquica – iniciativa legislativa do Governo Português.
2. As Freguesias entendem que a Proposta de Lei nº 44/XII:
· Não preconiza um modelo adequado à realidade social portuguesa
· Não garante ganhos de eficiência e eficácia para o Poder Local
· Não respeita a vontade dos cidadãos
· Não traduz qualquer ganho para o erário público
· Não contempla qualquer benefício para as populações e para a organização do Poder Local
3. Os Autarcas de Freguesia entendem, ainda,
-- Que qualquer modelo de Reorganização Administrativa das Freguesias, deve ser precedida ou, no mínimo, acompanhada de legislação reguladora das competências próprias das Freguesias e dos respetivos meios financeiros.-
-- Que uma Reforma Administrativa, qualquer que ela seja, deve auscultar as populações, ser protagonizada pelos Autarcas e vincular os seus pareceres e sugestões.
4. Os Autarcas presentes no Encontro Nacional de 10 de março de 2012, incentivaram a ANAFRE a continuar na linha de rumo até agora prosseguida, rejeitando que alguma Reforma avance, nos termos propostos.
5. No ENCONTRO NACIONAL DE FREGUESIAS os Autarcas decidiram organizar uma MANIFESTAÇÃO de cariz cultural, etnográfica, demonstrativa das raízes, da riqueza e da representatividade das Freguesias, a realizar em Lisboa, no dia 31 de março de 2012.

Por Francisca Parreira (Texto cedido pela ANAFRE)



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‘2ª MOSTRA DE VINHOS DO TEJO’



VINHOS DO TEJO ABREM PORTAS AOS SCALABITANOS

CVR TEJO REVELA AUMENTO SIGNIFICATIVO DAPROCURA LOCAL PELOS SEUS VINHOS FACE A 2011

Serão 15 os produtores do Tejo que no próximo Domingo, dia 18, entre as 14h00 e as 19h00, vão apresentar e disponibilizar para prova os seus melhores vinhos aos scalabitanos que visitarem a Casa do Campino, em Santarém.
Com o objectivo de aprofundar os conhecimentos dos visitantes sobre os vinhos da Região, o programa da ‘2ª Mostra de Vinhos do Tejo’ contempla ainda a realização de uma prova comentada pelo enólogo Sérgio Oliveira, prevista para as 17h00.
Além da exposição, provas gratuitas e vendas de vinhos do Tejo e outros produtos regionais, como queijos e enchidos, o evento vai também contar com uma tasquinha de iguarias preparadas pelos alunos da Escola de Hotelaria e Turismo de Santarém.
Ao longo da tarde, vão decorrer showcookings de pratos regionais, pastelaria e peixe do rio.
“A grande afluência registada no ano passado, aquando da primeira edição desta iniciativa, provou que se trata de uma aposta ganha e que, efectivamente, as pessoas da região denotam, cada vez mais, um grande interesse e aceitação em relação aos vinhos do Tejo”, constata José Pinto Gaspar, presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo).
Refira-se que a CVR Tejo, organizadora da ‘2ª Mostra de Vinhos do Tejo’ em parceria com a Escola de Hotelaria e Turismo de Santarém e o Turismo de Portugal, vai também promover, de 27 de Abril a 1 de Maio, uma ‘Mostra de Vinhos do Cartaxo’, a realizar no Pavilhão Municipal de Exposições do Cartaxo, integrada na ‘XXIII Festa do Vinho’.

IMI: Assim por alto será um aumento de cerca de 600%!...


Já alguém viu ou ouviu qualquer político manifestar-se quanto a este exagero condenável na atribuição do novo valor tributário de imóveis que se irá reflectir no IMI já em 2012?
Curiosamente tenho à minha frente um destes postais das Finanças que dão conta dos novos valores atribuídos.
Em 2011 o Valor Patrimonial Tributário da casa onde moro era de 8130.00€ (casa com mais de trinta anos).
O valor agora atribuído é de 57.200.00€!...
Como diria o Eng. Guterres:"deixa lá ver...deixa lá ver... é só uma questão de fazer contas..."
Assim por alto será um aumento de cerca de 600%!...
Realmente, onde é que já se viu isto? Só neste país de poetas líricos e oradores distintos, não tenhamos dúvidas.
Por:Miguel
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SÓNIA SANFONA NUNCA TEVE DÚVIDAS DA “MAIS-VALIA” QUE A CMA FEZ COM A ‘ÁGUAS DO RIBATEJO’



“A Vereadora Sónia Sanfona afirmou que ela própria e a força política” que a apoiou (‘PS/Alpiarça é a Razão’) nunca “tiveram dúvidas em relação á mais-valia que constituía a participação de Alpiarça na ‘Águas do Ribatejo’.”
A Vereadora, que foi ex-candidata a presidente da Câmara nas últimas eleições autárquicas e a força política que representa “sempre viram com bons olhos as estratégias de intermunicipalismo e outras agregações de municípios das quais resultem benefícios para as populações. Neste sentido, a Vereadora entende que o trabalho da empresa Águas do Ribatejo em Alpiarça tem sido extremamente compensador e resulta claramente numa melhoria de condições para aceder a este serviço básico.”
Acrescentou ainda, em reunião de Câmara, que “foram feitos em Alpiarça investimentos que o Município sozinho não estaria em condições de os fazer. A água, sendo um bem essencial, deve estar à disposição de todos os cidadãos. Por outro lado, sendo um bem escasso, tem de ser gerida com rigor de uma forma equilibrada. Assim, a possibilidade de as Águas do Ribatejo apresentarem um tarifário como este, que apesar de seguir a tendência de subida de preços de todos os serviços consegue ainda assim apresentar valores bem inferiores em relação àqueles que são apresentados por empresas congéneres, revela a boa gestão desta empresa e a aposta ganha no projecto que esteve na base da criação desta empresa.”
A Vereadora deixou ainda uma “nota positiva no que diz respeito às políticas de boa utilização e medidas de poupança de água levadas a cabo por esta empresa. Em suma, a comparação custo-benefício e a relação qualidade-preço é, do ponto de vista do PS, bastante positiva.”
Assim foi “deliberado por unanimidade aprovar a proposta de tarifário para 2012” e ficamos a saber que não há dúvidas algumas desta “mais-valia” para a Câmara mesmo que tenha “perdido” a sua principal fonte de receitas com este “negócio” feito pelo movimento cívico ‘PS/Alpiarça é a Razão’.

Sónia Sanfona preocupada com alguns furtos


“A Vereadora Sónia Sanfona (na foto)  manifestou ao presidente da Câmara a sua preocupação relativamente a alguns furtos que têm ocorrido em veículos estacionados em frente ao Estádio Municipal durante os treinos dos diversos escalões da equipa de futebol dos Águias. “

Entende a Vereadora, e muito bem, que “seria importante que a Câmara apelasse junto das autoridades competentes a fim de que a zona passasse a ser mais vigiada nesses períodos.”
Com esta preocupação, de Sónia Sanfona, ficou a garantia do presidente em “falar com o comandante do Posto da GNR” sobre os furtos.
Com o aumento de efectivos no posto da GNR é altura de acabar com estas situações em Alpiarça bastando, supostamente que se aumente a vigilância

A Vereadora Regina Ferreira (PS) não gosta de ver lixo depositado em locais menos apropriados



A vereadora Regina Ferreira (na foto) encontrou lixo depositado junto ao parque de estacionamento situado em frente à Vala e questionou o presidente da Câmara para que este a informasse a que tal se devia.
O presidente que desconhecia a situação informou a vereadora da oposição que iria tomar as devidas medidas fazendo chegar a “ informação aos serviços no sentido de proceder à limpeza daquele espaço” talvez com a recomendação que no futuro os competentes serviços estejam mais atentos porque nem sempre deve o edil ser informado por terceiras pessoas daquilo que incomoda, com alguma razão, quem anda pelas ruas a ver o”ponto de situação” para que não se veja “lixo depositado” em locais menos apropriados.

Vamos esperar pelas reacções de quem tanto defende a população


Vamos esperar pelas reacções de quem tanto defende a população, a esta escandaleira das valorizações de casas só para obter dinheiro à força.
De 8 passar a 80! não me parece uma forma honesta de fazer as coisas. Que se actualize o valor patrimonial dos imóveis sim, porque há muitos anos se vêm comentendo injustiças onde uns pagavam tudo e outros nada pagavam mas, não desta maneira insensata,injusta e violenta para a maioria das pessoas que sabe-se lá com que sacrifícios fizeram um "buraco" para se meterem dentro.
Parece que se perderam as estribeiras do decoro e bom senso.
Há que parar e reflectir.
Por: F. Mariano
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Nem mileuristas

Há meia dúzia de anos, a Europa descobriu o fenómeno dos mileuristas, jovens qualificados no ciclo de trabalhos precários e que não saiam dos mil euros dos rendimento, uma geração mais qualificada, mas mais pobre que a dos pais.
Entretanto, a crise financeira arrastou milhões para o desemprego. Ontem, o ‘El País’ publicou uma reportagem com jovens espanhóis, para quem mil euros de salário já se converteu num sonho. Em Portugal, esse valor nunca chegou a ser uma referência, mas agora os jovens qualificados que conseguem emprego têm nos 485 euros do salário mínimo o limiar. Triste presente e negro futuro de uma geração que regrediu para o nível de vida que os seus avós pensavam ter ultrapassado para sempre.
Fonte: CM
Enviado por um leitor

OS LUXOS E AS REGALIAS DOS DIRIGENTES POLITICOS (ALGUNS CÁ DO BURGO)


Os dias estão maus para os pobres e a ficarem péssimos para os trabalhadores. Quem não se deve queixar são os políticos com altos cargos governamentais que nos mandam “apertar o cinto” e que apregoam todos os dias uma “maior solidariedade” para aqueles que mais precisam.
Com bons vencimentos e regalias sustentadas e pagas à custa do erário público deveriam dar um melhor exemplo daquilo que exigem de quem trabalha. Não são capazes de o fazer e muito menos de dar o exemplo.
Exigem-nos e impõe-nos fortes medidas de austeridade quando eles, governantes, em nada poupam para continuar a gastar e a viverem à custa do orçamento como se a crise tenha que ser suportada apenas por quem trabalha. 
 Alguns dão-se ao luxo de andar às compras com os veiculos do Estado  (com motorista privado) que lhes estão atribuídos mas pagos e sustentados com o dinheiro dos contribuintes como é o caso de Assunção Esteves, presidente da Assembleia da Republica ou como o director da Segurança Social de Santarém (Tiago Leite/na foto)) que ainda hoje, quando pouco passava das 9 horas, no veiculo que lhe está atribuído mas pago e sustentado pelos contribuintes, conduzido pelo seu motorista privado, foi levar o seu filho à escola
Não há pachorra para estes desvarios nem paciência para aturar esta classe politica e políticos que deveriam ser os primeiros a dar o exemplo e são os piores.



  Se a Presidente da Assembleia da República  (na foto) "usa " das regalias porque não poderá o director da segurança social levar o filho na "viatura oficial" à escola?



Assunção Esteves dá péssimo exemplo ao ir fazer compras em carro oficial de luxo, com motorista e seguranças da Assembleia.
A presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, fazia compras na sexta-feira passada, pelas 17h55, no supermercado  Miosótis, próximo da Gulbenkian, em Lisboa.   Assunção levou consigo um motorista e um segurança, fazendo-se transportar no carro oficial da Assembleia, um BMW topo de gama com matrícula de 2010. Dava gosto ver o modo zeloso como o motorista transportava os sacos de papel reciclável do supermercado para o BMW. Denuncia a bem da nação e porque é um mau exemplo e na Assembleia da Republica os maus exemplos tem sido muitos.
Não se trata de nenhuma caça às bruxas, mas tentar moralizar os que deveriam dar exemplo, mas, infelizmente não o fazem e ainda estão a usar o dinheiro dos portugueses, com carros de luxo, motoristas e seguranças… para irem fazer compras ao supermercado
 MAUS EXEMPLOS VINDOS DE QUEM DEVERIA SER EXEMPLAR

QUANDO HOUVER UMA DESGRAÇA A CÂMARA TOMARÁ AS DEVIDAS MEDIDAS E ATÉ POSSIVELMENTE LEVANTARÁ UM AUTO


 Há por aqui uns comentaristas engraçados. Criticam tudo e todos mas não são capazes de apresentar soluções e muito menos argumentos para contrariar os assuntos expostos. Apenas sabem criticar como é o caso deste comentarista (Será que a Câmara Municipal de Alpiarça, já pensou... ) que diz para outros comentadores:  “se pegassem neste tema da escandalosa valorização de imóveis com mais de trinta e quarenta anos a precisar urgentemente de obras sem que os seus proprietários tenham meios financeiros para as fazer, e dissessem de sua justiça” mas nem sequer apresenta uma ideia ou dá exemplos.
Mas eu apresento:
 É altura de a Câmara mandar tomar medidas sobre o casario velho que abunda em Alpiarça e em vias de derrocada.
É o caso da empena da antiga oficina situada no inicio da Rua Manuel Paciência Gaspar (antiga oficina do Sardinheiro) que está em via de desmoronar-se e pronta a causar alguma desgraça ou matando algum incauto cidadão que ao passar no momento errado poderá ficar soterrado.
Nesta altura o serviço de fiscalização da autarquia vai aparecer de imediato e pronto para levantar um auto e no fim da desgraça até o presidente é homem para “lamentar o sucedido” e informar a população que vai “levantar um inquérito”
Enquanto isto não acontecer vai-se “fechando os olhos” como tudo esteja bem e nada possa acontecer.

Novo período negro de miséria se aproxima


 O governo anunciou, a entrada em vigor de vários cortes nos apoios sociais até aqui existentes.
Esses cortes atingem centenas de milhares de pessoas: trabalhadores de baixos rendimentos, desempregados, famílias com crianças, doentes e idosos a cargo e, em geral, todos os sectores mais carenciados da população.
Com tais medidas o governo pretende “poupar” cerca de 10% de tudo aquilo que ainda pretende “poupar” nos próximos tempos.
E como vai fazer para a “poupança” dos restantes 90% de “dinheiros públicos” que faltam?
 Será que vai cortar nos altos vencimentos de ministros, secretários de Estado, assessores e outros altos funcionários da administração pública central e local?
 Será que vai cortar sobretudo nos fabulosos ganhos dos gestores e directores das grandes empresas e instituições bancárias?
 Se tivermos em conta que têm sido e continuam a ser os mais pobres, os mais fragilizados, os que têm menores rendimentos, a quem o governo tem ido buscar as suas “poupanças”?
 Bem podemos substituir a palavra “poupança” por simples “ladroança”!
De um leitor
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Todos devem trabalhar e contribuir para a sociedade.

 Meu caro, remeta-se à sua insignificância e ignorância.
A época da cassete já lá vai.
O que conhece de quem comenta que lhe dê o direito de achar que obtenho rendimentos de forma fraudulenta, que nada produzo e que contribuo para o desemprego?
Repito-lhe: PARASITAS !!!
Se se sentiu atingido... vá trabalhar!
Porque desde muito novo trabalho, e no duro, e sempre respeitei quem é pobre ou desfavorecido porque não teve oportunidade de singrar na vida.
Não respeito, nem nunca respeitarei quem adoptou a parasitagem do Estado como modo de vida.
Muito menos quem não se quer integrar no nossa civilização, mas que sabe estender a mão aos impostos gerados pela sociedade.
Ou que não tendo contribuído com um cêntimo para o País ou para a Segurança Social, a primeira coisa que faz quando desagua em Portugal é ir rapar os contributos dos cidadãos.
Não conheço jovem PORTUGUÊS que emigre e a quem lhe seja dado qualquer rendimento quando chega à Suiça, França, Luxemburgo, Suécia...
Se não fosse ignorante, e soubesse minimamente o que estava a defender, sabia que o seu modelo (URSS) preferido defendia aquilo que defendo.
Que todos devem trabalhar e contribuir para a sociedade.
Do meu comentário afinal com o que não concorda?
Ou só lhe deu para escrever sobre quem não conhece? 
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"Que os beneficiários do RSI , os ROMENOS, os CIGA...":

A escandalosa valorização de imóveis que precisam urgentemente de obras

 Como leitor de blogues e imprensa local gostaria que aqueles que tantas teclas gastam e tanto tempo perdem a "desancar" outros sítios e seus colaboradores por motivos políticos, pegassem neste tema da escandalosa valorização de imóveis com mais de trinta e quarenta anos a precisar urgentemente de obras sem que os seus proprietários tenham meios financeiros para as fazer, e dissessem de sua justiça.
Isto sim. Isto é que é importante para a população de Alpiarça porque é a sua condição de vida que está em jogo e não questões de lana caprina ou mera politiquice.
Por: A.Joaquim

domingo, 11 de março de 2012

Parque Escolar: Inspecção de Finanças critica escolha de materiais de luxo



Mobiliários de luxo, materiais de construção excessivamente caros, deficiente funcionamento dos equipamentos de clilmatização instalados e desperdício energético – são queixas conhecidas de alunos e professores das escolas modernizadas pela Parque Escolar. A censura sai agora reforçada com conclusões idênticas da auditoria da Inspecção-Geral de Finanças (IGF).
Só nas chamadas instalações especiais (equipamentos eléctricos, climatização, gás e água), a Parque Escolar já gastou mais de 325 milhões de euros. Este valor representa 27% do custo total (1,1 mil milhões de euros) da 3.ª fase do Programa de Modernização das Escolas do Ensino Secundário.
Parte desse valor explica-se, segundo os auditores, «por terem sido utilizadas algumas soluções com custo ou qualidade excessivos ao nível das instalações especiais».
A aplicação de iluminação decorativa, a utilização exagerada de equipamentos de halogéneo, a duplicação dos sistemas móveis de audiovisuais, o uso massivo de estores eléctricos (que nem sempre funcionam), a iluminação de parede quando já existe no tecto, são alguns dos muitos exemplos de desperdício dados pela IGF.
Rega em espaços sem jardim
Tal como o SOL já noticiou, foram instalados sistemas de rega em espaços que não têm jardins ou quadros electrónicos que não podem ser usados por falta de canetas especiais. Na Secundária de Pombal, por outro lado, foi construída uma biblioteca com um pé-direito de dois andares para colocar estantes que, por lei, não podem ter mais de dois metros.
Já na Escola Secundária de Tomar, foram instalados 12 candeeiros do arquitecto Siza Vieira – que custaram 20 mil euros –, pelo simples facto de constarem no projecto de arquitectura. Apesar desse artigo de luxo, os responsáveis pela gestão explicaram ao SOL, em Outubro, que não tinham dinheiro para pagar a conta da electricidade – problema que se multiplica um pouco por todo o país.
Os auditores constataram também nas visitas que realizaram às escolas já modernizadas que, tal como os alunos e professores referiram em diversas reportagens publicadas no SOL, existe «uma excessiva dependência de sistemas de ventilação mecânicos», por deficiente ventilação natural. Isso faz com que existam muitas queixas sobre a temperatura das salas, que são geladas no Inverno e um ‘forno’ no Verão.



Que os beneficiários do RSI , os ROMENOS, os CIGANOS e outros dependentes do dinheiro da comunidade sejam os primeiros a participar


Espero que os beneficiários do RSI (com saúde para isso) , os ROMENOS, os CIGANOS e outros dependentes do dinheiro da comunidade sejam os primeiros a participar.
A maioria não contribuiu com um cêntimo pelo que é altura para devolver à comunidade ALGO.
Quando isso acontecer...contem comigo!
Até lá, pago impostos suficientes para ter um País limpo, organizado e em que a população possa viver com qualidade.
Poderá esta posição ser considerada racista, xenófoba ou injusta?
Não me parece!
Estou é farto de parasitas. De um lado os ladrões do BPN, dos seus amigos políticos, dos grandes grupos económicos que passam a vida a criticar o Estado, mas que no final são os principais beneficiados.
Do outro, os "desfavorecidos", mas que se remeteram à parasitagem do Estado, e que em nada contribuem para que quem paga impostos e se esforça por ter uma vida melhor a tenha.
Por isso meus caros, limpe quem quiser, seja solidário quem quiser, que eu sou,. e continuarei a ser (enquanto não mudar este estado de coisas) "reaccionário".
De um leitor
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Concelhos organizam atividades da terceira edição do Limpar Portugal no dia 24


 A promoção da edição deste ano da iniciativa Limpar Portugal está a cargo de cada concelho, que irá organizar autonomamente várias atividades de sensibilização ambiental junto da população e das entidades locais no próximo dia 24.
Paulo Torres, coordenador da iniciativa criada para erradicar lixeiras ilegais das florestas com a participação de voluntários, explicou à Lusa que a responsabilidade de participar na iniciativa foi dada aos concelhos porque "as juntas e os municípios já sabem como proceder à recolha do lixo e a ações de sensibilização".
Entre as atividades previstas estão a prática de BTT, em que os ciclistas vão passar por locais onde é habitual haver deposição de resíduos, caminhadas e feiras no centro das cidades.
Assim, os concelhos vão poder promover a educação ambiental e chamar a atenção dos cidadãos para a problemática do lixo, tendo como principal objetivo remover o lixo depositado indevidamente em espaços verdes.
Na primeira edição do Limpar Portugal, realizada em 2010, a coordenação das atividades foi feita a nível nacional e daí nasceu a AMO Portugal - Associação Mãos à Obra Portugal. Estiveram inscritas cerca de 100 mil pessoas voluntárias que recolheram 70 mil toneladas de resíduos em todo o país, no dia 20 de março.
No entanto, a má prática ambiental continua, pois, como exemplificou Paulo Torres, quase metade dos locais onde foram feitas limpezas em Braga há dois anos estão sujos.
Já há um ano, aquando da preparação da segunda edição, a associação estimava que dois terços dos locais limpos no primeiro ano estivessem novamente poluídos.
"Em 2010 limpamos os locais para sensibilizar as pessoas e as autoridades. O que pretendemos agora das pessoas é que não sujem e, das autoridades, é que recolham o lixo que detetarem", esclareceu Paulo Torres.
À semelhança das duas últimas edições, foi assegurada à organização a isenção de taxa de gestão de resíduos para o lixo recolhido, "mas ainda não foi implementada", acrescentou Paulo Torres.
A iniciativa Mãos à Obra! Limpar Portugal 2012 integra-se na ação internacional Let's do It! World Cleanup 2012, na qual se estima a participação de mais de 100 países e 300 milhões de pessoas e a recolha de mais de 100 milhões de toneladas de lixo.
Na página da AMO Portugal na Internet, os interessados em participar podem identificar a estrutura local de organização mais próxima e conhecer a história do projeto, inspirado numa iniciativa de limpeza realizada na Estónia em 2008.
«Lusa»

Está mesmo na mão da autarquia descer a taxa

Neste momento, em Alpiarça a taxa é máxima - 0,7%. Há situações em que a nova avaliação faz com que o montante a pagar seja multiplicado por um valor entre 15 e 20. Por exemplo, um imóvel que pagava 50 € passará a pagar entre 750 e 1000€, o que será incomportável para a maioria das pessoas. E falo de imóveis com mais de 30 anos. O critério foi completamente cego no que respeita á idade dos imóveis, atendendo sobretudo à área ocupada. Uma casa pode ter sido razoável há 30 anos atrás, mas hoje não terá as mesmas condições se não sofrer uma intervenção de fundo. E quem a poderá fazer nestas condições? Seria razoável que o IMI, fosse aumentado para o dobro, por exemplo, mas 1500% ou mesmo 2000%? Isto só na república das bananas em que Portugal se está a transformar. 
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sábado, 10 de março de 2012

Está à vontade do primeiro-ministro socialmente mais insensível da nossa história democrática!

Esta questão da nova avaliação das casas pelos técnicos das finanças é feita com base nas plantas que se encontram nas câmaras e que as fornecem aos ditos avaliadores. É fazer as contas ao metro quadrado e multiplicar e achar o total. Tanto faz que uns tenham acabamentos de luxo e que outros tenham apenas o indispensável. Se até agora havia injustiças daqui para a frente as injustiças ainda serão maiores. Concordo em absoluto com o comentarista  (ler:"As câmaras não vão mexer nem uma palha":)
muitas serão as casas que começarão a ficar ao abandono até caírem de velhas. "Mais tarde ou mais cedo essa habitações vão necessitar de obras, e não consta que as Finanças ou a Câmara as paguem. Aos proprietários, e depois de todos os ataques aos seus rendimentos, restará deixar degradar os imóveis. Esta sanha cobradora sobre tudo o que mexa tem dado cabo do País. No futuro, poucos serão os que recuperarão casas antigas. Sai mais barato demolir e construir uma casa com materiais duráveis (alumínios, betão, fibras) do que reparar casas com madeiras ou paredes em adobe."
Não gostava de ser profeta da desgraça mas antevejo muita gente a deixar de conseguir suportar tantos custos sobre as suas habitações e a entregá-las aos bancos...

Um exemplo baseado em factos reais


O Gabinete de Obras da Câmara, também deixa muito a desejar em matéria de isenção e conformidade legal.
Basta olhar para os mamarrachos plantados pela vila assim como as obras clandestinas que continuam aí de pedra e cal com a total permissividade dos responsáveis do respectivo pelouro e departamento técnico.
Vamos dar um exemplo de que como estes senhores podem beneficiar o infractor em detrimento do munícipe cumpridor.
Este exemplo é baseado em factos reais.
O senhor A resolveu um dia desatar a fazer obras clandestinas no quintal do condomínio (que curiosamente tem mais donos). Assim, evitou uma série de papelada que custa dinheiro, esperas com despachos, tempo perdido etc.
E, como bom português que é, não perde tempo e em vez de cometer uma só ilegalidade, faz logo a coisa por atacado! Isto é, comete meia dúzia de ilegalidades em simultâneo, a saber: Do sótão faz uma Água-Furtada; da garagem faz uma Tertúlia, ocupa o espaço colectivo do condomínio com alpendres, portões e piscina privada etc.etc.
No final é "visitado" pela fiscalização da câmara e castigado com uma coima de 500.00€, a mais baixa referente a uma só infracção.
Resultado, por 500.00€ este cidadão, a julgar pela inércia da câmara resolveu o assunto que até parecia complicado. E mais (!) como as obras são ilegais o fisco também não tem conhecimento delas e por isso não lhe cobra impostos. Logo, o valor tributário da sua fracção é baseado apenas na área constante da Caderneta Predial existente no serviço de Finanças da área do imóvel e o homem dá graças ao seu génio por este feito de qualquer vivaço que se preze. Goza o valor de 100 e paga 50!...
Curiosamente o senhor B que mantém a fracção na sua origem. Que nada de ilegal fez e paga o que lhe pedem, vê os seus impostos aumentar cada vez mais para que estes espertos se "orientem" sem que ninguém os importune.E assim vamos andando.
Por: J. Leandro
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Afinal quem tem razão?

Concordo com ocomentarista (ler: "Será que a Câmara Municipal de Alpiarça, já pensou...":). Gostaria apenas de dizer o seguinte: Na questão do IMI ir inteirinho para a autarquia, surgem aqui algumas dúvidas que até hoje ainda não vi claramente esclarecidas. Há alguns anos, alguém funcionário das finanças me dizia que de facto era assim: O dinheirinho do IMI ia para a Câmara e se discordava com o valor que fosse pressionar quem era culpado pela aprovação de tais aumentos mormente a Assembleia Municipal. Nessa mesma altura falando com um responsável da Câmara a esse propósito dizia-me que não. Apenas uma parte chegava à autarquia.
Afinal quem tem razão?
Para mim, é uma incógnita igual ao futuro de todos nós.
Por: Mário

IMI: Há que considerar as casas antigas.

Cobrar um IMI elevado por uma moradia com estrutura em madeira e paredes antigas é um crime, e um atentado ao património histórico.
Mais tarde ou mais cedo essa habitações vão necessitar de obras, e não consta que as Finanças ou a Câmara as paguem.
Aos proprietários, e depois de todos os ataques aos seus rendimentos, restará deixar degradar os imóveis.
Esta sanha cobradora sobre tudo o que mexa tem dado cabo do País.
No futuro, poucos serão os que recuperarão casas antigas.
Sai mais barato demolir e construir uma casa com materiais duráveis (alumínios, betão, fibras) do que reparar casas com madeiras ou paredes em adobe. 
De um leitor
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  "As câmaras não vão mexer nem uma palha":

Ali para os lados da Escola das Faias, conhecida no meu tempo por Escola Nova, está fundeado o "Tolan de Alpiarça"

 Rebuscando nos arquivos da minha memória lembrei-me deste texto que alguém escreveu em Abril de 2006.
Ali para os lados da Escola das Faias, conhecida no meu tempo por Escola Nova, está fundeado o Tolan de Alpiarça.
O original ficou em calhado no rio Tejo mas passado que foi muito tempo lá foi removido, mas em Alpiarça parece que as coisas são para sempre e nem o facto de um agora antigo presidente de junta de freguesia, morar lá próximo o problema se resolve.
Falo das instalações da antiga Junta Nacional do Vinho, agora Instituto do Vinho e da Vinha, que estão ao abandono, vandalizadas, para não falar do terreno circundante, qual matagal da selva africana, votado ao desprezo e tem só como única utilidade o facto de lá se poderem ir buscar canas para o feijão verde.
Pergunto: para quando uma tomada de posição por parte do executivo camarário para resolver este estado de coisas, até porque como aquilo se encontra é propicio a acidentes com os jovens que vão para lá brincar, alguns à noite.
Espero uma resposta para breve.
Actual não e como actual é também a falta de resposta.
De um leitor
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 Um local degradado que apenas serve para toxicodep...":

A fronteira é ténue entre os conceitos de "estúpido" e "esperto"


A fronteira é ténue entre os conceitos de "estúpido" e "esperto". Quantas vezes é-se esperto armando-se em estúpido!
Caso do Miguel Relvas que também faz a diferença entre "excepção" e "adaptação". Disse «Não há excepções, há adaptações», argumentando que, a TAP e a Caixa Geral de Depósitos (CGD) são empresas «em concorrência [por isso] a adaptação para a poupança é diferente das outras [empresas públicas]». Para o ministro, «é muito importante salvaguardar a diferença entre adaptação e excepção nesta matéria» em que, assegura, «o Estado recuperará o mesmo, mas a adaptação permite uma forma diferente de arrecadação». É mesmo disto que se trata: de "arrecadação", ou de "sótão" ou de "alçapão".
Diz esta extraordinária criatura que o corte nestas duas empresas «é feito em salários variáveis, em salários extraordinários e em prémios», e que «a poupança vai ser feita com total transparência e clareza» e que «também aí serão cortados os 13.º e 14.º mês, como em todas as outras empresas públicas».
Depois «da TAP e da CGD mais duas empresas em vias de escapar a cortes», a ANA – Aeroportos de Portugal e a NAV (controladores aéreos) preparam-se para o processo de isenções da obrigatoriedade de redução de salários. Mais "adaptações", portanto. Há gente esperta que é mesmo estúpida. Desculpa lá, ó Miguel Relvas.
Por:
Anabela Melão

As câmaras não vão mexer nem uma palha


Este problema da sobrevalorização patrimonial vai-se por não só a nível local e nos 46 fogos, mas também em todo o concelho e em todo o país. O Valor de avaliação de uma habitação em Alpiarça anda pelos 600 euros o metro e depois consoante a idade e a localização esse valor/metro quadrado pode descer um pouco.
As câmaras não vão mexer nem uma palha. Aliás vão bater palmas! Porque o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) antiga Contribuição Autárquica vai diretamente para os cofres das câmaras embora seja
cobrado pelas Finanças.
Comprendo que imenso património sub-avaliado cujos proprietários pagam "ninharias", mas nem 8 nem 80. Se aumentam o valor patrimonial para valores absurdos então que desçam a taxa.
Em vez dos 0,4% do valor cobrem o mínimo que é de 3%. Afinal já era uma boa ajuda. Mas da maneira como quase todas as câmaras do país estão com os cofres vazios e endividadas até aos cabelos, não me bota a crer!
Noticia realacionada:

Será que a Câmara Municipal de Alpiarça, já pensou seriamente no problema?

causa-me alguma estranheza o facto desta supervalorização dada a blocos de 9 casas que foram construídas na altura como apoio aos mais pobres e que segundo os profissionais que trabalhavam nas empresas construtoras do referido bairro, custou cerca de 800 contos por fogo (4000.00€) com o terreno adquirido pela câmara a preço simbólico. É certo que depois há as infraestruturas mas, parece-me também que haverá aqui algum exagero de avaliação súbita de casas que tiveram como finalidade ajudar pessoas de menos recursos económicos.
O problema do telhado de amianto (proíbido) é outro grande problema que os proprietários e câmara vão ter de enfrentar. É que não esqueçamos que as telhas de lusalite das várias casas ( blocos de 9 moradias) obedecem a um alinhamento e padrão feito com material proíbido por lei, há anos em vigor! Como é que vão descalçar esta bota?
Em caso de um proprietàrio entender mudar o seu telhado para proteger a saúde da família e cumprir a lei, como é que vai ser? Depois já não se obedece à estética de construção e alinhamento arquitectónico, etc.? Telha lusa de um lado a pegar com telha de lusalite do outro?
Entendo que a Câmara Municipal de Alpiarça como entidade responsável e proprietária de muitas casas arrendadas bem como aqueles particulares, ex-arrendatários e outros que compraram à custa de muitos sacrifícios as suas moradias, têm aqui um grande bico de obra para resolver.
Será que a Câmara Municipal de Alpiarça, já pensou seriamente no problema? Não será altura de começar a delinear uma estratégia para enfrentar e resolver a questão? Ou devido à crise o melhor é pensar só nos proventos que estas superavaliações tributárias vão trazer à autarquia no próximo ano?
O executivo camarário é composto por gente séria e capaz e, naturalmente que terá esta prioridade em agenda.
Assim haja vontade.
Nota: Se existir de facto, projecto de resolução para o problema do telhado destes 48 fogos, na Câmara Municipal, peço desculpa e todos agradeceremos um esclarecimento público.
Por: M. Ramos
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"Moradores preocupados com o novo valor patrimonial...":

Um local degradado que apenas serve para toxicodependentes


Já várias vezes “JA” publicou diversos textos sobre a degradação dos edifícios do antigo Instituto da Vinha e do Vinho de Alpiarça como já contactou o respectivo ministério que nos informou de que a situação estava em “estudo já que é um problema nacional”. No entanto nunca é tarde para relembrarmos o estado deplorável do mesmo, citando a notícia publicada num semanário regional:

“Os edifícios do antigo Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) em Alpiarça estão a desmoronar-se e parte do entulho está a cair para o interior da ribeira de Vidais, um curso de água que atravessa parte do centro da vila. Os moradores confinantes estão preocupados porque se vierem chuvadas fortes o entulhamento represará a água que poderá entrar nos seus quintais e causar grandes estragos nos seus haveres.

Os grandes depósitos em cimento e parte do telheiro onde se encontrava a balança estão a desmoronar-se para o interior da ribeira que passa no local. “A ribeira está a ficar completamente entulhada e o nosso maior receio é que venham algumas chuvadas fortes e a água se desvie e entre pelos quintais dentro levando tudo na enxurrada”, disse Eusébio Branha, o morador que vive do outro lado da ribeira, em frente aos degradados edifícios.

Pouso de toxicodependentes

As antigas instalações do IVV estão ao abandono um pouco por todo o país, mas estas de Alpiarça chegaram a um ponto extremo de degradação. O complexo na Rua Afonso de Albuquerque, segundo os moradores da zona, serve actualmente de porto de abrigo a toxicodependentes. “Têm roubado tudo o que ali havia de valor. Várias vezes foram vistos a partir materiais para dali tirarem o metal que tinham no seu interior, os fios eléctricos foram todos arrancados, é uma pouca vergonha a que ninguém deita a mão”, disse um dos moradores.

“Há uns tempos atrás chegaram a deitar fogo a um dos edifícios, só arderam os tacos do chão e algumas portas e janelas, os bombeiros acudiram a tempo. Mas nós aqui ao lado vivemos sempre em sobressalto”, afirma outro morador.”

http://semanal.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=538&id=81715&idSeccao=8970&Action=noticia

Trânsito na Rua Manuel Paciência Gaspar com dois sentidos

A Rua Manuel Paciência Gaspar, desde o edifício do Partido Comunista Português em Alpiarça até ao Casalinho passou a ter dois sentidos. A alteração ao trânsito aconteceu no dia 17 de Fevereiro. A decisão foi alvo de críticas por parte da oposição, tanto na assembleia municipal como em reunião de câmara.
A vereadora Regina Ferreira (PS)-(na foto) afirmou mesmo que “teve conhecimento” que a GNR não sabia que o trânsito tinha sido alterado. “Os militares chegaram a ir atrás de um condutor porque pensavam que estava a circular em sentido contrário. Só depois é que se aperceberam que o sinal tinha sido retirado”, referiu a vereadora acrescentando que quando se altera o sentido do trânsito a população deve ser avisada.

Governo chama aos centros de emprego desempregados com mais de 45 anos

Dentro de seis meses, o Governo pretende fundir os centros de emprego com os centros de formação profissional. Até lá, vai chamar desempregados com mais de 45 anos e que usufruam de subsídio de desemprego há pelo menos seis meses. Objetivo: facilitar o regresso ao mercado de trabalho e reduzir custos com este apoio social. A fusão dos centros de emprego com os centros de formação profissional deve ficar concluída nos próximos seis meses.
Os desempregados que tenham pelo menos 45 anos e que usufruam de subsídio há pelo menos meio ano terão de se apresentar nos centros de emprego, durante os próximos três meses e após convocatória do Governo.
Esta medida, que consta do Programa de Relançamento do Serviço Público de Emprego, tem diversos objetivos. Em primeiro lugar, aumentar as probabilidades de regresso ao mercado laboral. Depois, permitir situações de acumulação de parte do subsídio de desemprego com o rendimento de um novo emprego. Por outro lado, o Governo quer também evitar a fraude.
A medida foi publicada hoje em Diário da República, depois de aprovação em sede de Conselho de Ministros. O eixo deste projeto é incentivar à procura ativa de emprego e abrir as portas do mercado laboral a um grupo etário que enfrenta maiores dificuldades em recuperar o emprego perdido.
Com a criação da figura do gestor de carreira, os desempregados serão acompanhados de forma mais intensa, com uma proximidade que eliminará as situações de fraude e abrirá novas soluções.
Com este programa, o Governo espera uma média de 3000 novos contratos de trabalho, para subtrair cerca de 35 mil desempregados por ano, entre 2012 e 2013. Ao mesmo tempo, os desempregados com seis meses, no mínimo, de subsídio vão ter uma maior proximidade relativamente a propostas de emprego que muitas vezes desconhecem.
As alterações aprovadas pelo Governo passam também por uma reestruturação nos Institutos do Emprego e Formação Profissional, que eliminará 150 cargos de chefia. Estes profissionais vão exercer tarefas de apoio aos desempregados.
“A rede de centros de emprego será alvo de uma reestruturação, que tornará o seu funcionamento mais ágil e eficaz", afirmou o ministro Álvaro Silva Pereira, em conferência de imprensa após o Conselho de Ministros. A fusão dos centros de emprego com os centros de formação profissional deve ficar concluída nos próximos seis meses.
Numa iniciativa de incentivo à aceitação de postos de trabalho, por parte dos desempregados, o Governo vai permitir que estes possam acumular uma parte do subsídio ao novo salário.
Com esta medida, o executivo pretende evitar que os desempregados percam rendimentos, quando os subsídios de desemprego são mais atrativos do que a remuneração.
PT