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sábado, 10 de março de 2012

Aumenta tensão entre PS e Cavaco após polémicas acusações contra Sócrates

A ala mais próxima de José Sócrates reagiu com grande veemência às declarações de Cavaco Silva sobre o antigo primeiro-ministro. O actual secretário-geral do PS, José Seguro, "nem queria acreditar" no que ouvia da boca do presidente da República. Já o histórico Manuel Alegre sublinha que “um ataque pessoal não fica bem a um chefe de Estado”. A tensão política em Portugal está ao rubro.
Cavaco Silva acendeu o rastilho e a política nacional está em polvorosa. As reações não se fizeram esperar. Pedro Silva Pereira, ex-ministro do Governo Sócrates e o braço direito de José Sócrates, foi o primeiro a dar a cara em defesa do ex-primeiro-ministro.
Às palavras de Cavaco, que acusava o José Sócrates de “uma falta de lealdade institucional que ficará registada na história da nossa democracia”, Silva Pereira respondeu acusando o Presidente de ser o “campeão da deslealdade institucional”.
Pedro Silva Pereira afirma mesmo que o “Presidente da República não tem nenhuma espécie de autoridade moral para acusar quem quer que seja de deslealdade institucional”.
E sustenta: “Neste momento, alguém devia recordar ao senhor Presidente da República que ele ainda está em funções”.
Silva Pereira justificou a acusação de “deslealdade institucional” com o caso da “célebre intriga das escutas” em Belém, que classificou como “uma pura invenção de ataque sórdido ao governo em funções”, referindo-se ao primeiro mandato de José Sócrates.
A resposta às afirmações de Cavaco Silva não se ficaram por aqui, face a tão bombásticas declarações.
Carlos Zorrinho, por exemplo, afirmou "estranhar e lamentar que o Presidente da República tenha escolhido o dia em que faz um ano do primeiro mandato para fazer ajuste de contas com o antigo primeiro-ministro, que é extemporâneo, sem direito ao contraditório".
Zorrinho defende que este "ajuste de contas" com José Sócrates é feito à margem das “preocupações e prioridades dos portugueses”.
Mais cáustico, José Lello afirma que Cavaco Silva não é confiável para o cargo que desempenha: “Trata-se de um episódio lamentável, em que esta situação protagonizada pelo Presidente da República está longe de demonstrar fiabilidade para a função. Percebo em parte as suas angústias existenciais, quando ele apresenta esta atoarda no momento em que na Assembleia surge a inusitada circunstância de 40 mil cidadãos subscreverem uma petição exigindo a sua demissão”.
A última declaração de Lello é deveras bombástica: “Penso que o Presidente está instável, não está bem, mas se não estiver bem, que se trate”.
Manuel Alegre, o candidato socialista derrotado nas últimas presidenciais, também se pronunciou: “É a primeira vez que vejo um Presidente da República vir ajustar contas com um primeiro-ministro depois de este ter deixado o cargo. É um ajuste de contas, um ataque pessoal que não fica bem à primeira figura do Estado”.
O dia foi movimentado e as declarações do chefe máximo da nação não ficaram indiferentes aos mais variados quadrantes ligados ao PS.
O ex-ministro Vieira da Silva também se pronunciou sobre o assunto e considerou que as afirmações de Cavaco “não contribuem para o reforço da credibilidade institucional da figura do Presidente da República”.
Já ao final do dia, Francisco Assis, uma das figuras emblemáticas do actual PS, lamentou as palavras do Presidente da república e acrescenta:
"Portugal precisa de um Presidente da República forte, com o sentido do equilíbrio institucional, com capacidade para falar com os vários sectores da sociedade portuguesa, e declarações desta natureza fragilizam profundamente o Presidente da República".
António José Seguro, actual líder do PS, foi o último a responder e, mesmo assim, o tom de crítica não baixou, dizendo mesmo que “nem queria acreditar” quando teve conhecimento das palavras de Cavaco Silva:
“A função do presidente é unir. São palavras sem qualquer sentido e que introduzem clivagem na sociedade civil”.
O líder do PS considerou ainda as palavras de Cavaco como “despropositadas e sem qualquer sentido”.
E concluiu: “Não se pode misturar as leituras pessoais com aquilo que são as funções institucionais, sobretudo quando são exercidas ao mais alto nível”.
«PT»

Política chumbada


A privatização do BPN é uma caixa--forte. Totalmente blindada. Ninguém sabe o que se passa. Mas não é a única. Com a EDP e a REN acontece o mesmo. Não admira. Vários deputados da comissão de acompanhamento das privatizações representam, simultaneamente, outros interesses, desde bancos a escritórios de advogados.
O caso das parcerias público-privadas não é melhor. O governo atribuiu à Ernst & Young a sua auditoria mas a consultora trabalha para beneficiários dessas parcerias e concessões. É evidente que um escrutínio conduzido pela mesma entidade que presta serviços a esses grupos fere de morte a imparcialidade.
É este o modus operandi do governo: negligencia e ataca o interesse público e os direitos dos cidadãos, enquanto com a outra mão afaga e mima quem vive à conta do Estado, sem riscos e dependente de direitos adquiridos de ética duvidosa. Não colhe a ladainha de que estamos todos a remar para o mesmo lado, nem a lengalenga "não existem alternativas ao empobrecimento geral do país". É de escolhas políticas que se trata. E estas são as de Passos Coelho. Ao contrário do cofre do BPN, são opções claras como água.
Fonte«CM»
Enviado por colaborador do JA

Moradores preocupados com o novo valor patrimonial


 Moradores (agora proprietários) de algumas moradias do Bairro do Eucaliptal (46 fogos) em Alpiarça, estão preocupados com o valor patrimonial tributário excessivo – dizem, da nova avaliação emitida pelo Serviço de Finanças que, em alguns casos, ultrapassa os 500% face aos últimos valores de 2009. Outra questão que intriga os proprietários é o facto de o Bairro dos 46 fogos ter sido inaugurado na mesma data e agora aparecerem casas reavaliadas, como tendo umas a idade de 25 anos outras de 27 quando na verdade, passaram 31 anos desde que foram habitadas em princípios de 1981. Se o lapso não afectar o coeficiente de vetustez, com efeito directo no valor tributário do imóvel, há pelo menos aqui um erro cronológico grosseiro em que não bate a bota com a perdigota e compromete o rigor dos factos.
Ainda de acordo com os moradores, existem infiltrações desde a sua construção ao nível da cobertura de LUSALITE (amianto, proibido nos dias de hoje) que faz descer em muito o valor comercial dos imóveis, facto que não foi tomado em conta nesta avaliação e que a breve trecho terá de ser resolvido pelos proprietários (particulares e Câmara Municipal) o que acarretará custos insuportáveis para alguns.
Este Bairro de renda económica, construído com dinheiros do extinto Fundo de Fomento e Habitação, à época pensado pelo executivo comunista para alojar famílias carenciadas do concelho, foi inaugurado pelo então presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, Olímpio Oliveira, em princípios de 1981. A partir desta altura os ventos sopraram noutra direcção no panorama económico e político do país : a extinção do FFH; a falta de capacidade financeira da CMA para fazer face ao empréstimo sob a sua responsabilidade; o incentivo com proposta da parte da Câmara para que os moradores comprassem as casas para as quais tinham um contrato de arrendamento por 50 anos com aumento escalonado mínimo (o que faz com que alguns arrendatários estejam actualmente a pagar à CMA pouco mais de 50.00€ mensais); o renegociar da dívida à C.G.D que, como estarão lembrados, foi arma de arremesso usada na altura pelas forças do PS comandadas por Rosa do Céu que acabara de ganhar a Câmara à CDU e… tantas outras peripécias de trocas e vendas que se seguiram, tem feito apontar holofotes a este Bairro do Eucaliptal junto à Casa do Povo que, há cerca de trinta anos, foi construído e pensado como bairro de renda social.

Repórter Y

Cavaco promete ser o Presidente do "inconformismo e da esperança" até ao final do mandato


 
Por:
Anabela Melão
 
Cavaco (julgando-se El Rei Dom Sebastião - a idade é tramada e prega destas partidas!) promete ser o Presidente do "inconformismo e da esperança" até ao final do mandato. Até ao final do seu segundo mandato será "o Presidente do inconformismo e da esperança"! "Ao longo deste segundo mandato, iniciado precisamente há um ano, irei ser o Presidente do inconformismo e da esperança. Os portugueses podem contar comigo", escreve Dom Sebastião (desculpem, Cavaco) no prefácio do livro "Roteiros VI". 
No último 'capítulo', assim como quem não quer a coisa, Cavaco reitera a promessa de ser fiel aos compromissos que assumiu, nomeadamente a manutenção de uma "rigorosa independência no tratamento das diversas forças políticas" e o desenvolvimento de uma "magistratura ativa" perante os desafios que Portugal atravessa. Mas, acrescenta, existe ainda o compromisso de "proximidade com todos os portugueses", pois é "Presidente de Portugal inteiro, de todos os portugueses, sem exceção". E o que me preocupa é a ideia, ainda que ténue, dele próprio acreditar nisto! 
"Tenho consciência da responsabilidade singular que decorre do exercício das funções de Presidente da República", afirma o chefe de Estado, sublinhando que conhece o país e os portugueses e as dificuldades que existem, mas tem presente as "enormes potencialidades" de que Portugal dispõe. "O nosso maior potencial é humano. O nosso maior potencial são os portugueses, especialmente os jovens, os jovens que não se conformam e que aspiram a um futuro melhor". 
Saindo de entre o nebuloso muro de obstáculos, portando, intrépido, a sua armadura, proclama: "Em nome de um Portugal melhor, mais desenvolvido e mais justo, não me resigno, nem me conformo"!
Em suma, marquem as greves que quiserem e contem comigo que lá estarei! Prometo vetar todos os diplomas que atentem contra os direitos adquiridos! Vai mais uma fatia de bolo rei!?

sexta-feira, 9 de março de 2012

Dívidas de municípios semeiam discórdia na Resitejo



A câmara municipal da Golegã demitiu-se da direcção da Resitejo – Associação de Gestão e Tratamento dos Lixos do Médio Tejo, por divergências quanto à forma como a questão da dívida de alguns municípios tem sido tratada. A autarquia defendia a suspensão dos serviços da Resitejo nos municípios que não têm cumprido os planos de pagamento das dívidas contraídas, mas essa opção foi rejeitada.
Depois da deliberação da câmara da Golegã, por proposta do vice-presidente Rui Medinas, as restantes autarquias reuniram-se ontem. Na assembleia geral extraordinária, «as câmaras municipais tomaram conhecimento da posição da Golegã e foi acordado um modelo de pagamento de acordo com as possibilidades de cada autarquia», explicou o presidente da direcção da Resitejo, Sérgio Carrinho, ao AmbienteOnline. O responsável, que é também presidente da câmara da Chamusca, sublinhou as «situações muito difíceis» que os municípios vivem, actualmente.
Sérgio Carrinho afastou ainda a hipótese de suspensão dos serviços da Resitejo aos municípios devedores. «Foi encontrado um consenso entre todos antes da “bomba atómica”», afirmou, realçando que, com o valor mensal acordado para cada município, a Resitejo vai ter condições para funcionar.
As câmaras com maiores divídas são Santarém, Torres Novas e Chamusca. «Todas as outras têm a sua situação praticamente regularizada», lembra o autarca, que não adiantou os valores concretos da dívida. A esse respeito, o jornal regional Mirante noticiou esta semana que só a dívida de Santarém é de cerca de dois milhões de euros.
Autor: Marisa Figueiredo/Portal Ambiente

O "Controleiro" do PCP e as suas "telenovelas"


 A decisão (assinada por João Osório) do Comité local do PCP (publicada neste jornal ) em “cortar relações” com o Jornal Alpiarcense e deixar de passar a não ser uma referência nas hostes do partido não passou de um desabafo ou de uma decisão tomada com alguma irresponsabilidade espontânea porque entendeu “formalizar a decisão de não alimentar as polémicas semeadas por esse blogue, ignorando-o” isto é: Jornal Alpiarcense passava a ser ignorado pela comissão Politica do Partido Comunista e se calhar até aconselhado aos militantes que ignorassem este tipo de “blogosfera” ou seja este jornal.
A decisão foi-nos indiferente como continua a ser indiferente o que possam dizer e afirmar pela simples razão que não alimentamos polémicas do blogue anónimo quando todos sabemos que mais não é do que o “porta-voz” do PCP/CDU local e onde até usam nomes de pessoas que já faleceram.
Mas ficamos satisfeitos, por via de um leitor amigo que nos informou do sucedido. Foi “Sol de pouca dura” porquanto já falam no tal “pasquim” e até se baseiam em alguns artigos aqui publicados
O “ princípio de não comentar, esclarecer ou responder a pretensas notícias ou comentários que se escondem no anonimato” (assim foi escrito na decisão do PCP) mais não passou de uma promessa que não se realizou nem se realiza porque a curiosidade é mais forte do que a falta de princípios dos políticos e da sua falta de palavra em que não são capazes de cumprir aquilo quer dizem.
Como podemos acreditar neste tipo de gente?
Mas ficamos satisfeitos por saber que somos “fonte” para inspirar a alma do escriba ao serviço do PCP mesmo que nos mande algumas “farpas” de vez em quando.
Quando a Comissão Politica de Alpiarça do PCP tomou a decisão então noticiada sabíamos de antemão que não era para cumprir e a prova está ai.
Não fosse a classe política e os controleiros cá do burgo todos iguais.
Mas ficamos também satisfeitos por saber que afinal o “Jornal Alpiarcense” não deixa de ser lido nos bastidores do PCP/Alpiarça e até criticado porque é sinal que os lideres dos comunistas locais não passam sem fazer a sua leitura no “pasquim” que tanto detestam mas que ás vezes até serve de tema para escreverem “telenovelas” quando deviam era preocuparem com os problemas de Alpiarça que não são capazes de resolver.
Passem bem!

Para os mais curiosos ou “esquecidos” publicamos na íntegra o “comunicado” da Comissão Concelhia de Alpiarça do PCP que como se pode ver não foi levado à prática (ler os últimos parágrafos do comunicado - a negrito) porque não faz parte deste “tipo de gente cumprir aquilo que prometem quando mais até naquilo que escrevem.
Como disse neste jornal um comentarista: “ O PCP continua e este “tipo de gente” qualquer dia ninguém se lembra deles pelo que fazem ao partido ao qual deveriam respeitar”



O Jornal Alpiarcense é um blogue que se define como um órgão de informação geral, vocacionado para o sumário da informação local, independente e pluralista, cuja linha de publicação está aberta a todos os pensamentos e ideologias politicas e sociais.
O seu responsável afirma ainda que a credibilidade e transparência de todos os artigos e respectiva colaboração publicada não permitem a publicação de comentários ofensivos.
Acontece que desde 2009, altura em que a CDU venceu as eleições autárquicas no concelho, esse blogue que se faz passar por um órgão de comunicação social, tem alimentado todo o tipo de calúnias e inverdades, ao mesmo tempo que fabrica sistemática e deliberadamente textos a que chama de notícias.
Alguns exemplos:
- Promoveu, incentivou e deu cobertura a uma pretensa manifestação contra a Câmara Municipal, marcada para o dia 5 de Outubro. Deu-se ao trabalho de ouvir figuras do PS e do PSD sobre a dita manifestação. Curiosamente não quis ouvir ninguém da CDU e não deu a notícia sobre a manifestação que, afinal não teve nem uma única pessoa!
- Engrossou o coro dos apelos à participação indignada dos Alpiarcenses na Assembleia Municipal para fazerem ouvir a sua voz face á homenagem que foi promovida pelo Município a Lima Fernandes. Ninguém apareceu. O Jornal nada disse!
- Através deste blogue já foram lançados sete (7) potenciais candidatos à CM, dos quais cinco (5) são da CDU, para virem a concorrer contra a CDU!
- Amplificou a calúnia lançada pelo PS, de que os próprios vereadores do PS se demarcaram, de que as viaturas da CM andavam sem seguro.
- Amplificou calúnias e comentários a propósito da alegada utilização de viaturas da autarquia para iniciativas partidárias, o que é completamente falso!
- O quadro de pessoal da CM diminuiu. As despesas do Gabinete de Apoio diminuíram. O Jornal continua a publicar o contrário.
- O Centro Escolar foi inaugurado, no Jornal pode ler-se que o Presidente da CM não inaugurou nenhuma obra, nem vai inaugurar!
Durante este já longo período, o seu autor e a generalidade dos seus alegados colaboradores têm recorrido aos ataques pessoais, à difamação e á calúnia, quer do PCP e dos seus órgãos no concelho, quer da CDU, dos seus eleitos e activistas.
Os limites do debate e da confrontação políticas, saudáveis em democracia, foram há muito ultrapassados.
Ao contrário do que afirma, o referido blogue não é plural, porque de há muito, censura opiniões e comentários que lhe não são favoráveis e não cumpre as mais elementares regras de respeito entre as pessoas, independentemente da sua opção política. A prová-lo estão as centenas de comentários feitos nesse blogue, a coberto do anonimato, onde a não permissão de comentários ofensivos não passa de conversa fiada.
O referido blogue arvora-se ainda em entidade que se julga no direito de se imiscuir nos assuntos internos do PCP e da CDU, que só a esta força política dizem respeito.
Coloca-se sistematicamente em bicos de pés, como se de um órgão de informação se tratasse, coisa que efectivamente não é.
Assim, a Comissão Concelhia de Alpiarça do PCP decidiu tornar público o seguinte:

- Formalizar a decisão de não alimentar as polémicas semeadas por esse blogue, ignorando-o.
- Manter o princípio de não comentar, esclarecer ou responder a pretensas notícias ou comentários que se escondem no anonimato.
- Tomar as decisões consideradas adequadas no sentido da salvaguarda do bom-nome quer da PCP e da CDU, quer dos seus eleitos e activistas.
A Comissão Concelhia de Alpiarça do PCP esclarece ainda que, para além das iniciativas do PCP e da CDU, das tomadas de posição e declarações públicas dos seus órgãos, não se revê nas posições de alegados membros desta força política, que em determinados momentos surgem na blogosfera.

Alpiarça, Janeiro de 201

NI: Aconselhamos ao "pessoal do condado" a não nos incomodar e a ignorar-nos que retribuímos com a mesma moeda

Crime e impunidade

Um dos problemas que Portugal enfrenta são os efeitos de uma criminalidade larvar, que delapidou o património colectivo, num ambiente de grande promiscuidade entre público e privado, através de golpes despudorados e do assalto aos centros de decisão por uma geração de biltres e subidores-de-cordas-a-pulso, deslumbrados com o dinheiro e com o poder.
Está por fazer um estudo económico que permita apurar o montante de riqueza que, tendo como destino o desenvolvimento do país, foi desviado para contas privadas, através de uma gestão imoral e criminosa. Esse estudo dar-nos--ia, decerto, uma ordem de grandeza assustadora!
Neste domínio, a Justiça falhou. A avidez e a venalidade continuam impunes. Mas talvez, a tão temida criminalização do enriquecimento ilícito possa ainda devolver à sociedade a dignidade, o apaziguamento e a coesão de que tanto e há muito carece. Mesmo caçando bruxas? Perguntarão alguns iluminados. Sim, desde que as bruxas se tenham apropriado do património público, dirão a maioria dos exauridos contribuintes que anseiam por decência, equidade e justiça em Portugal!
Fonte«CM»
Enviado por um colaborador

CAVACO SILVA: "se não estiver bem que se trate".

Também da LUSA, hoje: "O deputado socialista José Lello disse hoje que as acusações de falta de lealdade institucional do Presidente da República ao ex-primeiro-ministro são "mais um episódio" de um Chefe de Estado "instável" que, "se não estiver bem que se trate".
"É mais um episódio de um Presidente errático, que está longe de demonstrar fiabilidade para a função. Percebo em parte as suas angúst...ias existenciais, quando ele apresenta esta atoarda no momento em que na Assembleia surge a inusitada circunstância de 40 mil cidadãos subscreverem uma petição exigindo a sua demissão", afirmou José Lello à Lusa.
"Penso que o Presidente está instável, não está bem, mas se não estiver bem, que se trate", disse.
Lello devolve a Cavaco Silva a acusação de falta de lealdade institucional, patente em episódios, lembrou, como o discurso de tomada de posse e as alegadas escutas a Belém.
"A falta de lealdade institucional começou logo com o Presidente no mandato antecedente. Toda a gente se recorda a vergonha que foi os membros mais diretos da sua própria confiança o que tentaram fazer em relação ao PS, levantando atoardas relativamente a espionagem", disse.
José Lello sublinhou que "a lealdade institucional tem que ter um duplo sentido".
No prefácio do livro "Roteiros VI", que reúne as suas principais intervenções públicas, Cavaco Silva tece várias considerações sobre a postura do ex-primeiro-ministro José Sócrates, criticando não ter sido "previamente informado sobre o conteúdo ou sequer da existência do ‘PEC IV'" tendo por isso ficado "impedido de exercer a sua magistratura de influência com vista a evitar o deflagrar de uma crise política".
No texto, Cavaco Silva lembra o pedido de demissão do então primeiro-ministro por falta de condições políticas, na sequência do chumbo do ‘PEC IV' no Parlamento, e o facto de não existir "qualquer hipótese de constituir um Governo alternativo com o mínimo de solidez e consistência", com todos os partidos da oposição a rejeitarem "liminarmente" a possibilidade de integrarem um Executivo com o PS liderado por José Sócrates e os próprios socialistas a não manifestarem "interesse genuíno na formação de um Governo de coligação”.
Por: João Soares




Tiago Leite dá a conhecer o programa de Emergência Alimentar


 Tiago Leite (foto) director da Segurança Social de Santarém tem vindo a reunir com alguns parceiros sociais a fim de dar a conhecer o programa do Governo de Emergência Alimentar.
A medida governamental abrange a criação de 150 cantinas sociais, 46 das quais vão ser criadas no distrito de Santarém.
Saliente-se que Tiago Leite é o presidente da Concelhia do CDS-PP/Alpiarça

O escândalo das contrapartidas *

 Declaração Política Deputado António Filipe (foto) Sessão Plenária de 08/03/2012 Contrapartidas da LPM Senhora Presidente, Senhores Deputados, Na última década o país fez um avultado investimento em equipamentos militares. Alguns de inestimável utilidade, como os helicópteros de busca e salvamento ou os navios patrulha oceânicos, outros de prioridade contestável e contestada, como os submarinos ou os blindados do Exército, outros de manifesta inutilidade, como os caças F-16 que nunca saíram dos caixotes. Seja como for, a Lei de Programação Militar proposta e aprovada em 2003 pelo Ministro Paulo Portas inscreveu um investimento de 5340 milhões de euros de equipamentos militares, verbas que, todos reconhecerão, ficavam muito, muito, acima das nossas possibilidades. Os compromissos então assumidos na Lei de Programação Militar, alguns deles em contratos de leasing gravemente onerosos, como é o caso dos submarinos, representam uma factura muito pesada a pagar em duas décadas pelo povo português, ao ponto de, na situação de crise financeira em que nos encontramos, todas as verbas disponíveis da Lei de Programação Militar sejam gastas no cumprimento dos compromissos financeiros então assumidos. No entanto, o país teria muito a beneficiar com tais aquisições porque existiriam fantásticas contrapartidas para a economia nacional. As empresas multinacionais norte-americanas e europeias que nos forneceriam aviões, submarinos, helicópteros, viaturas blindadas e outros equipamentos, obrigavam-se a prestar ao Estado Português um conjunto de acções contratualmente determinadas – as contrapartidas – susceptíveis de produzir efeitos positivos relevantes na economia portuguesa, que contabilizados, deveriam perfazer um montante não inferior ao montante da aquisição. Um montante que o Presidente da Comissão de Contrapartidas de então, Pedro Brandão Rodrigues, qualificava, em reunião da Comissão de Defesa Nacional, como equivalente ao Quadro Comunitário de Apoio. Pois bem: passados quase 10 anos, 3 Governos e 3 Comissões de Contrapartidas, a diferença entre as contrapartidas prometidas e contratualizadas e as contrapartidas efectivamente realizadas é francamente desolador, ou para ser mais claro, catastrófico. O último relatório elaborado pela extinta Comissão Permanente de Contrapartidas, relativo a 2010, é muito elucidativo. Senão vejamos: • Helicópteros EH-101: Contrapartidas aprovadas em Março de 2005 no montante de 403 milhões de euros. Incluía 34 projectos. 20 nunca arrancaram. Até ao final de 2010 estavam cumpridas 29,8 %, no montante de 100, 5 milhões de euros. Em caso de incumprimento, as penalidades deveriam ter sido accionadas em Setembro de 2011. Foram accionadas? Que se saiba, não! • Submarinos: Contrapartidas no valor de 1.210 milhões de euros. Contrato assinado em Outubro de 2004 para um período de 8 anos. Seis anos passados, 19 dos 39 projectos não tiveram qualquer movimento. O grau de cumprimento foi da ordem dos 31,55 %, ou seja, 381,92 milhões de euros. O processo complicou-se com graves diferendos na aplicação dos contratos, com crimes de burla qualificada e falsificação de documentos. Quadros da empresa alemã foram condenados por crimes de corrupção cometidos neste processo, na Alemanha, já que em Portugal, nem corruptos, nem contrapartidas. A empresa alemã recusa-se reiteradamente a cumprir as suas obrigações e a indemnização fixada contratualmente para o Estado Português em caso de incumprimento é de 10% do valor contratado. Como é evidente: o incumprimento compensa e outros crimes, até prova em contrário, também compensam. • Viaturas blindadas de rodas: Contrato assinado em 2005 para um período de 9 anos. Montante: 516 milhões de euros. Cumpridos 11,4 %, no montante de 58,8 milhões de euros. O contrato com a empresa alemã Steyr, entretanto adquirida pela Norte-Americana General Dinamics, incluía o fabrico das viaturas em Portugal pela Fabrequipa, e a transferência de tecnologia que permitisse a esta empresa nacional fabricar idênticas viaturas para outros mercados. Nada se concretizou e o diferendo instalou-se entre o consórcio e a empresa nacional, cuja viabilidade futura está seriamente comprometida por esse incumprimento. O que faz entretanto o Governo? Que se saiba, nada! • Aquisição de torpedos: valor das contrapartidas, 46,5 milhões de euros pelo período de 9 anos. Dos 9 projectos apenas avançaram 3. Os outros 6, não avançaram nem têm perspectivas de avançar. Esperava-se uma definição no primeiro semestre de 2011. Até hoje, que se saiba, nada! • Modernização dos F-16: Contrapartidas no valor de 174,9 milhões de euros, assumidas em Fevereiro de 2006. Foi o único contrato integralmente cumprido, com grande benefício para a OGMA. • Aviões C-295: Contrapartidas no valor de 460 milhões de euros. Contrato assinado em 2006 para um período de 7 anos. O grau de cumprimento é de 0,9%, no montante de 4,12 milhões de euros. Esperava-se uma evolução para o primeiro semestre de 2011. Aconteceu alguma coisa? Que se saiba, nada! • Modernização dos aviões P3 Orion: Assinado em Setembro de 2007, no montante de 99,7 milhões de euros. Cumpridos 29,9% no montante de 29,8 milhões de euros. • Aquisição de targeting pods para os F-16: Contrato assinado em Novembro de 2008, no valor de 32 milhões de euros. Cumprimento até hoje: Zero. Resumindo e concluindo: de contrapartidas no valor global de 3021 milhões de euros, foram cumpridos contratos no valor de 799 milhões, o que corresponde a 26,4% do contratado. As empresas que nos venderam centenas de milhões de euros de equipamentos militares que os portugueses estão a pagar com os sacrifícios que sabemos, lesaram o Estado Português em mais de 2200 milhões de euros de promessas contratualmente assumidas, que não cumpriram. O Estado Português celebrou contratos que não salvaguardam minimamente a sua posição e tem-se revelado incapaz de fazer cumprir os contratos que assinou. Quanto ao actual Governo, resolveu o problema de uma forma radical: extinguiu a Comissão de Contrapartidas; passou a gestão das contrapartidas do Ministério da Defesa para o Ministério da Economia; o Ministro da Economia, questionado sobre as contrapartidas, nem sequer sabe do que se trata; e o Ministro Paulo Portas, responsável pela maior parte destes contratos, passeia a diplomacia económica pelo mundo em voos tão altos que já nem consegue ver os problemas de quem vive cá em baixo. Senhora Presidente, Senhores Deputados, Não é suportável que o nosso país esteja a ser lesado em mais de 2.000 milhões de euros e que o Governo manifeste perante este escândalo a mais absoluta indiferença. O Governo tem de explicar ao país o que está a fazer, e o que tenciona fazer, para recuperar as contrapartidas que nos foram prometidas e para accionar os incumpridores e os portugueses não podem deixar de tirar ilacções acerca dos Governos e dos governantes que, por acção e por omissão, conduziram a esta situação inconcebível. O que exigimos de imediato é que, extinta que foi a Comissão de Contrapartidas, o Governo informe esta Assembleia, com rigor, acerca da situação actual das contrapartidas e das diligências que estão a ser feitas para garantir o seu cumprimento. É o mínimo que se exige desde já, em nome da mais elementar decência e de um mínimo de respeito para com os portugueses.

NR: Esta "Declaração" foi enviada  ao "Jornal Alpiarcense"pelo Deputado do PCP, António Filipe

PORTUGAL PRECISA MESMO DE UMA REFORMA ADMINISTRATIVA


 Parece que o Distrito de Santarém é dos maiores do país, mas em menos de 30 minutos, menos de meia hora, partindo de Alcanena para o Sardoal, atravessam-se sete dos municípios do Distrito: os de Alcanena, Torres Novas, Entroncamento, Vila Nova da Barquinha, Constância, Abrantes e Sardoal.
Em menos de meia hora, percorrendo menos de 50 quilómetros.
Em menos de duas léguas, atravessam-se os condados de 7 presidentes de Câmara, de 7 vice-presidentes das ditas, d’alguns 40 Vereadores e de 60 Presidentes de Junta de Freguesia.
Mais de cem governantes remunerados para servirem metade da população de Amadora – que, com cerca de 200.000 residentes, só tem um Presidente da Câmara e uns 10 Presidentes de Junta.
Parece que bastará este exemplo para se medir a modelar, racional, económica e funcional organização administrativa que temos, e que, pelos vistos, mais paróquia, menos paróquia, se eternizará.
 De: Eurico Heitor Consciência/In ‘O Ribatejo’

" Lavagem de dinheiro no Vaticano"


Leio que o Vaticano está na lista de Estados vulneráveis à lavagem de dinheiro, afirma o Departamento de Estado dos EUA que colocou pela primeira vez o Vaticano na lista de Estados potencialmente vulneráveis à lavagem de dinheiro.
E eu a pensar que depois da Bula “In Eminenti” do Papa Clemente XII, tudo corria "religiosamente" para aquelas bandas. 
Depois de o relatório anual do Departamento sobre Estratégia Internacional para o Controlo dos Narcóticos ter listado o Vaticano como "jurisdição preocupante" (ao lado de países como Albânia, República Checa, Egipto, Coreia do sul, Malásia, Vietname e Iémen), e a estabelecer um programa antilavagem de dinheiro pela primeira vez em 2011, volvido um ano - tempo julgado necessário para "ver" resultados palpáveis, parece que nem São Tomé crê. A "potencial vulnerabilidade" que decorre do fluxo de quantidades massivas de dinheiro no Vaticano, provenientes de todo o mundo, mantém-se em boas condições graças a deus! 
"Jurisdições preocupantes" está um grau abaixo da classificação "jurisdições de preocupação prioritária", que corresponde a uma lista de "principais países de lavagem de dinheiro", adianta-se no relatório. Tudo igual a si mesmo sem dores de maior nem milagres à vista. E deu-se Clemente ao trabalho de excomungar aqueles pecadores que tanto o atazanavam com reuniões secretas e rituais desconhecidos!
Por:
Anabela Melão

Cena de pancadaria na Rua da Discórdia?

E por falar em próximas eleições autárquicas, diz que numa das últimas reuniões feitas no salão vermelho da "Rua da Discórdia" entenda-se: "Rua   Silvestre Bernardo Lima" houve uma forte cena de pugilato e os sopapos foram repartidos para o árbitro (controleiro) dar o combate por empatado.
Será verdade-se? 
 Diz-se:... e alguma coisa deve ser verdade...

Comentários recebidos sobre esta noticia:


*** Parece-me que foi um combate de pesos pesados... e quem lá esteve disse que o combate deixou mossas... isto esta bonito!!!!!


*** Então os meninos da concelhia andaram ao pontapé ? Contem lá a história...

BOAS NOTICIAS: Câmara passa de “Resultados Negativos” para “Resultados Positivos”


Segundo o Anuário Financeiro da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas , de 2010, o município de Alpiarça passou de “resultados negativos” para “positivos”. Nesta situação estão ainda os municípios de Torres Novas, Chamusca, Alcanena e Golegã.
De salientar que dos municípios com maior peso nas “despesas com pessoal nas despesas totais” Alpiarça ocupa o 23. lugar.
Para dizer que o município de Alpiarça vai no bom caminho.

Independentes..... deixem-me rir


Independentes..... deixem-me rir.
Basta ver pelos exemplos de independentes que concorrem às Câmaras para deitar por terra essa hipótese.
Qual a pessoa sensata e com um mínimo de inteligência que queira conduzir os destinos de uma Câmara de Alpiarça.
Quem é que quer aturar os treinadores de sofá?
Melhor do que temos não há disponíveis, pior sim, também basta ver pelos exemplos de quem nos tem governado a nível nacional.
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VINHOS DO TEJO TRAZEM MAIS 10 MEDALHAS PARA PORTUGAL, DAS QUAIS, UMA PARA ALPIARÇA


VINHOS DO TEJO TRAZEM MAIS 10 MEDALHAS PARA PORTUGAL
CVR TEJO DESTACA O PREÇO REDUZIDO DA MAIORIA DOS VINHOS DISTINGUIDOS E REFORÇA QUE A RELAÇÃO QUALIDADE/PREÇO É JÁ IMAGEM DE MARCA DA REGIÃO

Os vinhos do Tejo arrecadaram 10 medalhas de prata na edição de 2012 do Vinalies Internationales, anunciou ontem a organização do reputado concurso de vinhos francês.
O vinho ‘Casal da Coelheira Rosé 2011’, produzido no Centro Agrícola do Tramagal, voltou a destacar-se, ao cotar-se como o único rosé nacional premiado pelo júri da competição, isto depois de com a colheita de 2010 do mesmo néctar ter sido também o único rosé português a alcançar a medalha de ouro na edição do ano passado daquele concurso.
Nota ainda para o tinto ‘Casal da Coelheira Reserva 2010’, que assegurou ao mesmo produtor a conquista de uma segunda medalha de prata.
De igual forma, com os vinhos ‘Companhia das Lezírias Samora Tinto 2010’ e ‘Azul Portugal Branco 2011’, a Companhia das Lezírias arrecadou também dois galardões prateados.
A Quinta do Casal Monteiro compõe o leque de produtores do Tejo cujos vinhos o júri do Vinalies Internationales condecorou por duas vezes, ao distinguir o ‘Forma de Arte Reserva Tinto 2009’ e o ‘Casal Monteiro Chardonnay & Arinto Branco 2010’.
Os restantes vinhos e produtores da região do Tejo galardoados com prata no concurso francês são:
· ‘Casal do Conde Tinto 2010’ – Sociedade Agrícola Casal do Conde;
· ‘Conde de Vimioso Reserva Tinto 2008’ – Falua;
· ‘Falcoaria reserva Tinto 2007’ – Casal Branco;
· ‘Quinta da Lagoalva Reserva Tinto 2010’ – Quinta da Lagoalva;
“É de realçar que praticamente todos os vinhos premiados têm um preço inferior a 8 euros e três deles custam mesmo menos de 5 euros, o que prova, por um lado, que a qualidade de um vinho não se mede pelo seu preço e, por outro lado, que a relação qualidade/preço é, cada vez mais, uma imagem de marca dos vinhos do Tejo”, refere José Pinto Gaspar, presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo).
Decorrida em Paris, sob a organização da Union des Oenologues de France, a 18º edição do Vinalies Internationales colocou à prova, de 2 a 6 de Março, cerca de 3900 vinhos, provenientes das mais diversas regiões vitivinícolas mundiais.

Votamos só para esses comparsas terem boas reformas, e pergunto, o que fizeram de BÁSICO para sermos outra terra?


 Então não há? Claro que há. Eu sou um dos que apoia inteiramente essa grande ideia. Desde que haja um projecto, que seja para resolver questões básicas deste concelho que denomino como o concelho mais parvo do país, sempre o que nos ofereceram foi parvoíces.
Mais partidos, políticos profissionais, não, NÃO OBRIGADO, Já tiveram muitos anos projetos para realizar para bem da população e alguns oferecidos e o que fizeram? Deitaram fora não respeitam o valor das pessoas que podem dar o seu contributo para bem da comunidade. Portanto eu sou um dos que já não vota há muito tempo como eu há muitos, não estamos mais interessados pôr os nossos destinos nas mão de bem falantes, arrasaram muitas coisas boas que se podiam ter feito, essas a população não sabe, mas um dia há-de saber.
 Votamos só para esses comparsas terem boas reformas, e pergunto, o que fizeram de BÁSICO para sermos outra terra?
Eles andam por aí, como o Pires. Não há mais lugar para filhos da mãe, cantem despertem e avancem ZÉ POVO.
 Não insultem mais a inteligência, dos que podem dar alma á terra de Alpiarça
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A ARQUEOLOGIA ALPIARCENSE

A existência de uma “Carta Arqueológica de Alpiarça” mais não é do que uma “miragem”.
Não por haver falta de arqueólogos em Alpiarça, alguns estão desempregados, mas sim por ser mais uma promessa eleitoral por cumprir.
Alpiarça possui importantes estações arqueológicas Vale do Forno, Barreiro do Tojal, Vale da Caqueira, Quinta do Outeiro, Vale da Atela, Barreira da Gouxa e Vale dos Extremos (ver outros apontamentos mais abaixo) que estão entregues ao abandono para além de não existir qualquer sinalética que indique as respectivas localizações das mesmas como ainda não haver informação publicitária levando a que não sejam conhecidas e muito menos visitadas.
No entanto há registos e estudos profundos sobre as estações arqueológicas de Alpiarça.
Salientamos que na década de 1970 uma equipa alemã de arqueólogos fez um levantamento das estações cujos objectos encontrados e inventariados estiveram (se não estão ainda) “abandonados” durante anos num “monte” nas “catacumbas” da Casa Museu dos Patudos.
Assim vai a cultura e o património de Alpiarça e que ninguém parece estar minimamente preocupado em defender ou proteger.
O mesmo se pode dizer das peças oferecidas por alguns alpiarcenses para o “Museu Etnográfico de Alpiarça” que não sabemos onde estão como os alpiarcense continuam por saber quando este museu é publicitado.
O que se sabe destas peças é que foram encontradas numa adega e que bastante polémica causou após as eleições autárquicas de 2009, servindo a situação como acusações de arremesso contra o executivo socialista pelo abandono do “Museu Etnográfico”.
Afinal tudo continua na mesma. As estações arqueológicas de Alpiarça estão abandonadas e as peças oferecidas devem estar algures guardadas como está a “Estátua de Homenagem ao Povo de Alpiarça” que não se sabe onde e como está.
Alpiarça não passa disto. Nem aquilo que tem é conservado e muito menos exposto ou divulgado.
A “Carta Arqueológica de Alpiarça” apenas ser viu como promessa eleitoral dos candidatos da CDU, quando das eleições autárquicas/2009. No programa eleitoral desta força política consta o seguinte: “Desenvolver e publicitar a Carta Arqueológica de Alpiarça, instrumento de trabalho indispensável à gestão do Património do concelho e a sua correcta valorização”.
Promessas e apenas promessas!

Arqueologia *
A situação geográfica de Alpiarça, situada na margem esquerda do Tejo, favoreceu a ocupação humana desde o Paleolítico Inferior até à época Romana.
Na zona do Vale do Forno foram encontrados depósitos e indústrias líticas datáveis do Paleolítico Inferior. Esta zona, já conhecida desde os anos 40, apenas nos anos 80 foi verdadeiramente explorada através dos trabalhos arqueológicos feitos na Zona de Milharós, onde foram encontrados depósitos e industrias líticas datáveis do Paleolítico inferior. Foram também descobertos vestígios de flora que possivelmente serão anteriores à Glaciação de Wurm. Além do Vale do Forno há também a destacar as estações arqueológicas do Barreiro do Tojal, Vale da Caqueira, Quinta do Outeiro, Vale da Atela, Barreira da Gouxa e Vale dos Extremos.
O povoado do Alto do Castelo, localizado entre as necrópoles do Tanchoal e do Meijão, é conhecido, desde o inicio do século XIX, por Mendes Corrêa, e na década de 80 foi estudada pelo Instituto Arqueológico Alemão. A sua cronologia é anterior à época romana, tendo sido ocupado durante a Idade do Bronze Final ou a Idade do Ferro. Foi também ocupado pelos romanos, uma vez que se encontraram materiais desse período, como moedas e fragmentos de cerâmica. O Cabeço da Bruxinha foi ocupado provavelmente na Idade do Bronze Final ou Idade do Ferro, e posteriormente pelos romanos. Aí foram encontrados materiais de cerâmica e cerâmica de construção. O Cabeço da Bruxa localiza-se na Quinta da Gouxa a cerca de 600 metros a oeste da Estrada Nacional 118 de Alpiarça a Almeirim. Esta estação arqueológica é conhecida desde a década de 30, tendo sido alvo de escavações arqueológicas feitas em 1979 também pelo Instituto Arqueológico Alemão. Os materiais aí encontrados têm várias cronologias, datando da Pré-História, Idade do Bronze, Época Romana e outras. A Quinta da Gouxa é uma estação arqueológica ocupada desde a Pré-História até à época Romana.
Segundo alguns autores, em Alpiarça passava uma das vias romanas em direcção a Mérida, como provam os vários marcos miliários encontrados dedicados ao imperador romano Trajano.[1]

* Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alpiar%C3%A7a


quinta-feira, 8 de março de 2012

Comemorações do Dia Internacional da Mulher em Alpiarça

 A Câmara Municipal de Alpiarça iniciou as comemorações do 8 de Março – Dia Internacional da Mulher – com distribuição de flores às mulheres em toda a área do concelho e com visitas gratuitas à Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça.
No próximo sábado, dia 10, para além da continuação das visitas gratuitas ao Museu a todas as mulheres, ocorrerá ainda uma Caminhada da Mulher e, à noite, o espetáculo musical/teatral “Amália, nossa senhora do fado”.
A organização destas comemorações conta com a participação da Junta de Freguesia e da Comissão Unitária de Mulheres de Alpiarça.
Veja mais imagens em: 
 http://www.oribatejo.pt/2012/03/comemoracoes-do-dia-internacional-da-mulher-em-alpiarca/



Conferência - A pintura de Silva Porto na Casa dos Patudos - 154º Aniversário do nascimento de José Relvas


No passado dia 5 de Marco, assinalando o 154º aniversário do nascimento José Relvas, realizou-se mais uma conferência subordinado ao tema: Uma peça da coleção comentada por … Neste dia tão importante para a história da Casa dos Patudos analisou-se a pintura de Silva Porto.
A conferência foi dinamizada pela Dra. Maria Emília Vaz Pacheco, Mestre/Doutoranda em História de Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e docente do Ensino Superior.
O Conservador da Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça, fez uma breve alocução, homenageando José Relvas. Na sua intervenção destacou a importância de José Relvas para a compreensão do republicanismo em Portugal, mas também importantes aspetos da sua vida nas várias facetas em que se destacou.
De seguida, a Dra. Maria Emília Vaz Pacheco apresentou vários elementos da coleção de Silva Porto existente na Casa dos Patudos, composta por três dezenas de obras que assumem a expressão do naturalismo no Portugal do século XIX.
Na apresentação, a palestrante começou por destacar alguns aspetos da biografia do pintor António Carvalho da Silva (Silva Porto) e contextualizar os acontecimentos históricos que ocorreram durante a sua vida e que influenciaram a sua produção artística.
Destacou o facto do artista, depois de ter terminado o curso de Pintura, rumar a Paris como bolseiro do Estado e o facto de ter sido admitido na École de Beaux – Arts, de ter estudado com Cabanel e Yvon, ter frequentado os cursos de Beauverie e Groseilliez e ter convivido com Daubigny. Salientou ainda que figurou no Salon de Paris, em 1876 e 1878. De grande importância, para a sua vida como artista, foi ter retornado a Portugal, em 1879 e ter sido nomeado académico de mérito da Academia Portuense de Belas Artes e, alguns meses depois, ter sido convidado pela Academia Real de Belas Artes de Lisboa para suceder a Tomás da Anunciação na cadeira de Paisagem.
As influências, ao longo da sua da vida, fizeram com que na pintura de Silva Porto o homem se cruzasse em plena harmonia com a natureza, é uma analogia vincada pelo sentimentalismo e pela exatidão à realidade do campo.
O serão terminou com uma visita comentada às obras do artista presentes na coleção da Casa dos Patudos.
«CMA»

A lista dos multimilionários


A fortuna dos dez mais ricos do mundo da lista da revista Forbes vale 395,5 mil milhões de dólares (301 mil milhões de euros), quase quatro vezes mais do que o empréstimo do FMI e da UE a Portugal. Nos lugares de topo do ranking da prestigiada revista norte-americana mantêm-se os mesmos. E continuam a ser três os rostos portugueses da lista: Américo Amorim, a família de Alexandre Soares dos Santos e Belmiro de Azevedo.
O mexicano Carlos Slim é, pelo terceiro ano consecutivo, o mais rico do mundo: tem uma fortuna avaliada em 69 mil milhões de dólares (52 mil milhões de euros).
Com um império empresarial que assenta principalmente nas telecomunicações (é dono da Telmex), o magnata “roubou”, em 2010, a posição cimeira do ranking ao norte-americano Bill Gates, que desde aí se mantém na segunda posição, à frente de Warren Buffet e do francês Bernard Arnault.
A lista dos multimilionários que a revista de economia e finanças norte-americana elabora há 26 anos tem mais de mil pessoas desde 2010 e este ano voltou a aumentar. As 1226 fortunas pessoais ou familiares de todo o mundo contabilizadas pela Forbes somam 2,4 biliões (milhões de milhões) de dólares – o valor mais alto desde 1987, o ano em que a revista publicou pela primeira vez uma lista que se tornou clássica .
Os Estados Unidos continuam destacados na liderança como o país com maior número de milionários (425). A região da Ásia Pacífico tem 315 multimilionários na lista, menos do que em 2011, mas ainda assim mais cinco do que a Europa, que desde o ano passado passou a ser a terceira região com as maiores fortunas mundiais.
No ranking, há três nomes de empresários portugueses (os mesmos de 2011). Américo Amorim está no 242.º lugar. Conservou a primeira posição entre os portugueses, apesar de ter descido 42 lugares no ranking. A fortuna está avaliada em 4,4 mil milhões de dólares (3,35 mil milhões de euros).
A família de Alexandre Soares dos Santos, dona do grupo Jerónimo Martins (que detém o Pingo Doce e a Biedronka, na Polónia), está no 491.º lugar do ranking. É a segunda fortuna portuguesa a constar na lista da Forbes, à qual regressou no ano passado depois de 12 anos de ausência. Foi, este ano, a única fortuna nacional a crescer – de 2,3 mil milhões de dólares (1,7 mil milhões de euros) para 2,5 mil milhões de dólares (1,9 mil milhões de euros).
Belmiro de Azevedo, dono da Sonae (proprietária do PÚBLICO), caiu 320 lugares. Está este ano na 1153.ª posição. Partilha o lugar com mais 73 multimilionários com uma fortuna igual à sua, ou seja, de mil milhões de dólares (762 milhões de euros).
A distribuição geográfica das fortunas mantém-se praticamente inalterada, e os dez primeiros lugares continuam a ser ocupados por homens. A mulher mais rica surge logo a seguir, a norte-americana Christy Walton (e família), da multinacional Wal-Mart.
Depois do primeiro entre os multimilionários, Carlos Slim, estão os norte-americanos Bill Gates (da Microsoft), e Warren Buffet (Berkshire Hathaway), seguidos pelo francês Bernard Arnault (LVMH).
O espanhol Amancio Ortega (dono da Zara) sobe ao quinto lugar, que pertencia no ano passado ao norte-americano Larry Ellison (da Oracle), agora em sexto.
No sétimo está o brasileiro Eike Batista, com activos no sector energético, que subiu um lugar. Stefan Persson, da sueca H&M, entrou para a oitava posição, seguido de Li Ka-shing, de Hong Kong, com activos em diferentes sectores, e de Karl Albrecht, da rede de retalho alemã Aldi.
Fonte «Jornal Público»
Enviado por um colaborador

Porque estão agora a aparecer notícias e comentários sobre o cine-teatro?

Se as promessas eleitorais não foram cumpridas, tanto desta maioria como da anterior, em relação ao cine-teatro, de certeza que não se chegaram à frente, financeiramente para a aquisição. Se dessem o devido valor pelo imóvel, possivelmente o proprietário pensava duas vezes! Mas, quererem comprar por um valor e pagar apenas metade, pelo valor do subsídio recebido, e o dono que espera-se por melhores dias para receber o restante, que pela situação financeira da autarquia, talvez os descendentes num futuro longínquo viessem a receber algum valor ou então faziam como a Autarquia de Santarém, como não adquiriu um terreno onde passa uma estrada em tempo útil (+ de 20 anos), e condenada a devolve-lo ao dono, tratou de expropriá-lo ao preço da uva mijona, com a colaboração dos amigos e conhecidos instalados em Lisboa, já que são todos do mesmo partido. Assim é fácil apresentar obra feita!
Porque estão agora a aparecer notícias e comentários sobre o cine-teatro?
Deve haver algum interesse ou estas notícias são provenientes de alguém que tem acesso a informações confidenciais, só o futuro o dirá.
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Aos professores a tarefa de uma severa educação


 Acho que entendi, pese embora a minha dificuldade de interpretar textos, e bem o texto de Mia Couto, talvez me tenha faltado acrescentar que na altura dos anos 50 e 60, já os Pais deixavam a Escola' o que eles não tinham tempo para fazer, pois trabalhavam de sol a sol ( pelo menos os meus assim o faziam), deixando aos professores a tarefa da severa educação por eles 'ordeiramente aceite' quando não a reforçavam à noite.
Os VALORES a que se refere, por mim, acho que cada indivíduo os adquire ou não independentemente da maneira que os recebe.
No meu tempo provavelmente os meus PAIS pagavam a sua 'ausência' com os incentivos possíveis na altura, uma ida ao cinema, uma semanada com mais uns escudos e em Alpiarça acima de tudo ' ter igual ou mais que o meu vizinho' nem que para isso voltassem a passar fome.
Por mim: tenho filhos com idade de terem filhos, mas se quiserem voltar ao ninho, ele lá está na mesma árvore e no mesmo ramo...e...continuo de asas abertas para os acolher.
Um fraterno abraço
Por: Latxo
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Anda tudo ligado

A situação crítica que vive a cadeia Makro deve-se à concorrência agressiva do mercado, com os grandes grupos de distribuição retalhista a retirarem margem de manobra aos rivais grossistas.
Além disso, a crise da Makro, como de outras empresas de cash&carry forçadas a fechar portas, reflecte o emagrecimento do mercado. É quase uma ponta do icebergue da crise real que afecta Portugal, por causa do ajustamento a que o País está submetido.
Se há mais pessoas sem emprego e outros milhões com menos salário, há menos consumo nos cafés e restaurantes, os principais clientes das lojas grossistas. Como diria o poeta Eduardo Guerra Carneiro, isto anda tudo ligado.
Fonte:«CM»
Enviado por um leitor

Dia Internacional da Mulher


Lei assegura igualdade no trabalho, mas mulheres continuam a ser discriminadas.
A lei assegura a igualdade no trabalho entre homens e mulheres mas estas continuam a ganhar menos, a ter menos acesso aos lugares de decisão nas empresas, a trabalhar mais horas não remuneradas e a ser as primeiras a perder o emprego.
A Constituição da República Portuguesa consagra o principio de «salário igual para trabalho igual» mas as mulheres portuguesas ganham em média menos de 19 por cento de salário base que o homens. São também as mulheres que representam a maioria dos trabalhadores que auferem o Salário Mínimo Nacional, 14,4 por cento, enquanto para os homens essa percentagem é de 7,5 por cento.As diferenças salariais repercutem-se depois nas pensões de reforma pois as das mulheres são pouco mais de metade das dos homens. Há vários sectores onde a diferença salarial tem persistido mas os sindicatos, através da contratação colectiva, tem tentado resolver a situação. Exemplo disso foi o acordo feito no sector corticeiro em 2008 que prevê a redução gradual da diferença de 97,66 euros existente na altura entre um grupo de corticeiros e um grupo equiparado de corticeiras. A diferença vai ser esbatida ao longo de oito anos com a atribuição de um aumento extraordinário de 12,50 euros às mulheres daquela categoria profissional. O Código do Trabalho também transpõe para a ordem jurídica interna uma directiva comunitária de 2006 sobre o princípio da igualdade de tratamento entre homens e mulheres em domínios ligados ao emprego e à actividade profissional mas que na prática não é respeitada. A deputada europeia Edite Estrela considera que Portugal falhou na aplicação da lei da igualdade entre homens e mulheres.«Uma boa legislação é fundamental e em Portugal houve algum progresso graças a isso mas é um processo inacabado», disse a deputada socialista num encontro promovido pela delegação do Parlamento Europeu em Lisboa a propósito da igualdade salarial.Edite Estrela defendeu a necessidade de haver mais denúncia e mais fiscalização para assegurar a efectivação da lei, a imposição de quotas para as mulheres chegarem a lugares de decisão nas empresas e instituições e a aplicação de incentivos e de punições para quem tem boas práticas e para quem não tem. A igualdade entre homens e mulheres ao nível do emprego, nomeadamente a salarial está consignada nos tratados europeus desde 1957. Além da diferença salarial, as mulheres portuguesas trabalham em média 39 horas semanais, menos duas horas que os homens, mas fazem mais 16 horas de trabalho não remunerado por semana relacionado com a família, diz uma análise da CGTP.São também elas que constituem a maioria dos desempregados, sobretudo de longa duração: no final de 2011 a taxa de desemprego das mulheres era de 14,1 por cento face aos 13,9 por cento dos homens. O Dia Internacional da Mulher foi instituído em 1911.
Fonte:«Lusa/SOL
Enviado por um leitor

Dinheiro, que não existe para situações bem mais importantes para o Concelho


Transformar o cine-teatro em espaço multiusos, logicamente que não passava de promessa eleitoral para encher programa. Como fazer tal transformação sem terem adquirido o imóvel ou que fosse propriedade municipal? Foram promessas para casa alheia.
Tentar adquirir não custa mas, é preciso ter dinheiro para pagar. Dinheiro, que não existe para situações bem mais importantes para o Concelho, quanto mais para adquirir e transformar um espaço que seria usado esporádicamente.
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Estamos fartos dos que "falam de barato"


 Literalmente é mesmo assim. Creio que a carapuça se dirige a pessoas que têm passado por aqui a dizer cobras e lagartos de alguém que hoje está numa posição pública a auferir uns cobres mas amanhã deixará de estar por força das circunstâncias e que estes críticos também gostariam de lá estar ou que lá estivesse um dos seus.
Para esses o melhor é irem tentando mas, devem mudar de táctica e ao invés de dizer simplesmente mal dos outros, apresentem provas de que sabem fazer melhor.
 Começamos todos a ficar fartos dos que falam de barato.
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Não há sociedades perfeitas, por que o próprio homem é imperfeito

Sempre houve vencedores e vencidos. Os que passam e os que deixam passar. Os que têm capacidade para determinada área e os que não têm. Os gordos e os magros. Os altos e os baixos. Os honestos e os desonestos. Os ricos e os pobres. Os crentes e os descrentes. Os espertos e os tolos.
Tudo isto para dizer muito simplesmente que, o ser humano é um animal tão complexo e imprevisível que nenhuma doutrina ou modelo social, até hoje, lhe conseguiu impor ou fazer respeitar os seus padrões morais, éticos, filosóficos e outros, mesmo na sua própria zona de influência.
Por isso mesmo não há sociedades perfeitas, por que o próprio homem é imperfeito.
Num contexto filosófico, há quem diga que é mesmo um bico-de-obra.
O caso mais flagrante, é o dos políticos que dizem mal dos seus congéneres, prometem aos potenciais eleitores, gerir melhor, distribuir mais equitativamente a riqueza (no nosso caso parece ser a pobreza) etc. e, no final de contas, são iguais ou piores do que os anteriores.
Pode chamar-se qualquer coisa, como AMBIÇÂO mas, que é desmedida, lá isso é.
E isto aplica-se naturalmente àqueles que não sendo políticos fazem crer que se estivessem no lugar de fulano ou sicrano fariam muito melhor por que se acham até com mais talento e capacidade para o desempenho do cargo.
Às páginas tantas, é a história repetida dos políticos numa versão mais caseira.
"Zero" é quem se acha a si próprio um número primo, sem ter em conta os números compostos.
Por: J. Nobre
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AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS EM ALPIARÇA


CAMINHAMOS A PASSOS LARGOS PARA AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS

Vai chegando o momento de começar a “apontar armas” para a constituição de listas dos novos candidatos nas próximas eleições autárquicas que se realizarão em 2013.
Pelas nossas “bandas” começa a aquecer e a agitar-se o ambiente, o auscultar dos mais variados intervenientes e a procura das pessoas capazes. Pessoas estas difíceis de substituir tal é a falta de intervenientes para a nova cena política do burgo mesmo sabendo-se que existem por ai algumas prontas a disponibilizarem as suas capacidades para gerirem o destino de Alpiarça.
Ouve-se aqui, escuta-se acolá e fala-se além das mais variadas pessoas. Quase todas estão de acordo que mais do que nunca torna-se “necessário substituir quem pouco ou nada consegue fazer pelo desenvolvimento do concelho” como pelas provas que já deram de não “quererem desapegar-se do poder como se este fosse vitalício ou lhes pertencesse.”
Os mais capazes esperam o momento oportuno de dar um pequeno sinal ou de verem as aves agoirentas a abandonarem o poleiro.Sendo o resultado das eleições autárquicas determinado pelos candidatos e pelas equipas a votos, como tem sido sobejamente demonstrado, qualquer erro cometido por um dos partidos, ou por ambos, neste particular, encaminha os eleitores para buscar outras soluções. No que toca a “erros” são sobejamente conhecidos aqueles que o executivo da CDU tem levado a efeito deste que ganhou as eleições de 2009À espreita estarão evidentemente as outras forças partidárias que habitualmente se candidatam, o PSD e o Movimento Cívico “Alpiarça é a Razão”.
Sabemos já que a oposição está atenta como já anda a apalpar o terreno porque 2013 vai ser o ano da mudança em que tudo pode acontecer.

Amanhã, sexta-feira, vai haver eleições na  Rua Comandante Fontoura da Costa  (ler: Eleições no PSD/Alpiarça) onde apenas mudarão os “vasos” já que as “ flores” continuarão a ser as mesmas; quanto aos socialistas o “segredo é a alma do negócio” porque “toda a fruta tem a sua época” mas ficamos a saber que em cima da mesa já constam dois nomes que muito surpreenderão os alpiarcenses; quanto aos comunistas a estratégia definida está mais uma vez ao cuidado do “controleiro-mor” que não abdica do seu poder e influência mesmo sabendo que os ares não lhe são favoráveis. Uma estratégia acertada em 2009 mas muito difícil de concretizar nas próximas eleições autárquicas.
Sabemos também que existe uma grupo de pessoas prontas e disponíveis, nomeadamente alguns jovens, para remodelar o “tecido politico alpiarcense” de forma a  “impedir que sejam sempre os mesmos a concorrer”
Resta-nos ir aguardando por melhores notícias.