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quinta-feira, 8 de março de 2012

Saiba mais um pouco sobre Manuel Vital (que usava o pseudónimo de “Teixeira) e tire as suas conclusões

“No seio do PCP houve uma sucessão de traições”
O Partido Comunista Português pode e deve desenvolver todos os esforços no sentido de aclarar pelo menos estes dois casos, abrindo os seus arquivos sem quaisquer restrições a investigadores independentes;
Foi afirmado  que Manuel Vital foi assassinado por uma camarada alpiarcense, afirmação esta publicada em artigo proprio num jornal diário  e nunca desmentida até aos dias correntes.

“No seio do PCP houve uma sucessão de traições”


O período em que passa à clandestinidade é dos mais críticos da história do PCP, ameaçado quase de desaparição por uma sucessão de traições e pela acção eficaz da PIDE. Falcão, com o pseudónimo de “Artur”, foi tomar conta de organizações em situação crítica no Alto e Baixo Alentejo. Substituindo Manuel Vital /”Teixeira”, assassinado pelo partido, e posteriormente Agostinho Saboga /”Jaime”, trabalhou numa zona muito afectada por prisões e traições. Um ano depois de passar à clandestinidade, foi vítima de uma traição e preso com a sua mulher Maria Beatriz Rodrigues, e um filho com três anos. Foi preso pela mais eficaz e brutal brigada da PIDE na perseguição ao PCP, que incluía José Gonçalves e Fernando Gouveia, e que estava envolvida na investigação do assassinato de Manuel Vital. Gouveia acusou-o imediatamente de ser responsável pelo assassinato de Vital. Após um período inicial em que Falcão não foi maltratado, a PIDE iria tortura-lo com mais violência do que era habitual. Foi espancado e colocado várias vezes de cabeça para baixo, provocando desmaios. Estas violências tem certamente a ver com a convicção da polícia de que Falcão, tendo substituído Vital, deveria conhecer as circunstâncias em que este fora morto. Severiano Falcão não prestou quaisquer declarações.(http://estudossobrecomunismo.weblog.com.pt/arquivo/2004_05.php )


* Mistério em Alpiarça


Na semana passada, referi-me à biografia de Álvaro Cunhal, da autoria de Pacheco Pereira.
Na obra, é relatado um misterioso crime de que foi vítima o alpiarcense Manuel Lopes Vital.
A 19 de Novembro de 1950, o “Diário de Lisboa” titulava: “Achado dum cadáver em condições misteriosas”.
O corpo tinha sido encontrado em Alcochete e jazia ao lado da bicicleta em que se fazia transportar. Apresentava sinais de dois tiros nas costas, um na cabeça e outro numa das mãos. O alvo mantinha o seu relógio de pulso, um relógio de algibeira e algum dinheiro.
Vital era militante do PCP. Em 1945, havia passado à clandestinidade. Tinha responsabilidades partidárias, mantendo algumas casas onde ficavam alojados camaradas seus, procurados pela polícia política.
Cinco anos depois, os dirigentes partidários concluíram que ele desviava dinheiro pertencente à organização e que se tinha apropriado de bens do partido.
Por isso, deixou de ser funcionário e foi obrigado a deixar a sua condição de clandestino. Propuseram-lhe um determinado emprego, que ele recusou.
Todavia, pouco depois, Manuel Vital encontrava-se numa situação de desespero. Pedia emprego a toda a gente e solicitava dinheiro a quem conhecia.
Quer a Polícia Judiciária quer a PIDE pareciam acreditar que a vítima fora morta por correleginários do seu próprio partido.
À primeira vista, tal não faria muito sentido.
A doutrina marxista-leninista é avessa ao terrorismo e condena os assassinatos políticos.
Diferente foi, depois, a prática do Gulag e da política stalinista de extermínio.
Não há, efectivamente, casos de homicídios contra militantes supostamente traidores, como medida de vingança, na história do PCP.
Essas situações surgiram, sim, após o 25 de Abril de 1974, no seio de agrupamentos terroristas de extrema-esquerda, como as FP-25 e o PRP-BR.
Mas o caso de Manuel Vital é muito especial.
Em grande aflição, após tentar, sem êxito, encontrar trabalho e arranjar dinheiro, Vital fez chegar uma carta ao Comité Local de Alpiarça. Lembrava que sabia muito sobre o partido e salientava precisar de ajuda.
Quem quer que o tivesse assassinado, terá tido em mente terminar com o perigo de ele efectuar denúncias à PIDE.
É bem provável que ele tenha sido morto por um comunista. De resto, os documentos de Vital foram encontrados na posse de Alcino Ferreira, controleiro do partido.
A PIDE tendia a pensar que o assassino fora Mário Mesquita, que integrava o Comité Central. O Ministério Público inclinava-se para considerar que o crime tinha sido praticado por um funcionário partidário, de nome Joaquim Rafael.
Todavia, nunca foi feita prova relativamente ao responsável pelo assassinato.

Autor: Juiz (hjfraguas@hotmail.com)


* Fonte: O Mirante


Mistério em Alpiarça *


Uma das coisas que a internet tem, e que a torna fascinante, è o facto de ao pesquisarmos sobre um determinado assunto irmos encontrar outros totalmente diferentes e que nos deixam por vezes de queixo caído.
Aconteceu comigo ao entrar em www.sapo.pt e procurar informações sobre previsão metereológica para Alpiarça encontrei no blogue http://fraguasonline.blogspot.com/2007/05/mistrio-em-alpiara.html um post referenciando um mistério em Alpiarça.
Ainda pensei tratar-se da morte do tenente, um episódio da história da vila tão badalado que até por cá até existe um dito popular, com ele relacionado, para caracterizar o que toda gente já sabe que reza o seguinte: è mais falado que a morte do tenente.
Mas não, tratava-se da morte em circunstâncias ainda hoje misteriosas do militante comunista Manuel Lopes Vital e cujo corpo foi encontrado baleado perto de Alcochete.
Até aqui tudo pacífico até porque eu sempre tinha ouvido dizer, e aceite como verdade, à propaganda oficial do Partido Comunista Português que o referido militante tinha sido assassinado pelos pelos esbirros da sinistra policia politica do regime fascista: a PIDE.
O que eu não sabia contudo era que o Manuel Vital, com cujo nome a Concelhia de Alpiarça do PCP enche a boca em determinadas ocasiões, tinha sido dado como ladrão cinco anos após ter entrado na clandestinidade, tendo nessa altura adoptado o nome de Teixeira, e ter como se diz no blogue” deixado de ser funcionário e foi obrigado a deixar a sua condição de clandestino”, ficando numa situação de desespero solicitando emprego a toda a gente, quando curiosamente tinha recusado um emprego que o Partido lhe tinha oferecido, e também dinheiro aos conhecidos.
A PIDE atribuiu esta morte ao partido, facto desde logo desmentido até porque a prática do Partido Comunista Português nessa época não compaginava a eliminação de física de militantes.
Mas e citando de novo o blogue ” mas o caso de Manuel Vital era muito especial,em grande aflição, após tentar, sem êxito, encontrar trabalho e arranjar dinheiro, Vital fez chegar uma carta ao Comité Local de Alpiarça. Lembrava que sabia muito sobre o partido e salientava precisar de ajuda.Quem quer que o tivesse assassinado, terá tido em mente terminar com o perigo de ele efectuar denúncias à PIDE.É bem provável que ele tenha sido morto por um comunista. De resto, os documentos de Vital foram encontrados na posse de Alcino Ferreira, controleiro do partido.
Quem matou realmente o Manuel Vital? A PIDE? O Partido ao arrepio da doutrina Marxista/Leninista à época seguida como cartilha ideológica? Quantos mais militantes comunistas tiveram o mesmo fim sem que para isso haja ainda hoje uma explicação plausível? Porque foi o Manuel Colhe expulso do partido ao qual deu o melhor da sua vida?
São perguntas para as quais ainda não se encontraram respostas de fonte independente, são perguntas às quais se torna urgente responder até porque nos casos do Manuel Vital e do Manuel Colhe está envolvido o passado de dois Alpiarcenses que não pode estar envolto numa neblina de suspeição.
O Partido Comunista Português pode e deve desenvolver todos os esforços no sentido de aclarar pelo menos estes dois casos, abrindo os seus arquivos sem quaisquer restrições a investigadores independentes, até porque è como diz o outro quem não deve não teme, publicitando de seguida as suas conclusões.
Alpiarça parece condenada a ser terra de mistérios insolúveis, primeiro a morte do tenente, depois a morte do filho de José Relvas, Carlos Relvas, e por ultimo a morte de Manuel Lopes Vital, pois se para os dois primeiros casos já nada pode ser feito para se apurar a verdade o terceiro pode e deve ser desvendado, doa a quem doer, a família do Manuel Vital, e a opinião publica alpiarcense agradeceriam tenho a certeza
• Texto de autoria de “Gendaff”


* SUBSÍDIOS PARA COMPREENDER A MORTE DE MANUEL VITAL


Subsídios para compreender a morte de Manuel Vital Para satisfazer a curiosidade de alguns leitores do Jornal Alpiarcense acerca da morte misteriosa do nosso conterrâneo Manuel Vital, encontrámos, depois de alguma pesquisa na Net, no site: “Estudos sobre o Comunismo”, algumas referências a Manuel Vital. É nossa intenção apenas contribuir com alguma luz para o esclarecimento da veracidade dos factos. Naturalmente que estas ténues referências não são suficientes para compreender o que sucedeu a Manuel Vital ou o que deu origem à sua morte. No entanto, será uma pequena contribuição para essa investigação. A organização do Partido Comunista Português, terá certamente respostas mais valiosas e fidedignas para dar acerca deste caso. Assim o queira fazer. “Alhandra, 1/3/1923 – 5/5/2004) Severiano Pedro Falcão, que tinha a alcunha de “Espanhol”, era filho de um “trabalhador sem profissão”, e de uma “operária têxtil”, que descreveu como “pessoas sérias” embora desinteressadas da política. Seus irmãos, pelo contrário, já tinham interesse pela política. Frequentou a escola primária e começou a trabalhar muito cedo numa oficina, cujo patrão era simpatizante dos republicanos espanhóis. Foi mudando de oficina e ofício em função das dificuldades. A sua profissão oficial era de carpinteiro, mas sempre se considerou marceneiro. Jovem nos meios operários de Alhandra foi desportista e músico amador,– tocava clarinete na Sociedade Euterpe - , participou em actividades animadas por Soeiro Pereira Gomes. Foi recrutado para as Juventudes Comunistas em 1942 e permaneceu nessa situação até 1944, altura em que entrou para um organismo partidário. Depois das greves de 8 e 9 de Maio de 1944, foi chamado ao CL de Alhandra (?) para substituir elementos que tinham sido presos. Participou em actividades sindicais mas o seu nome era vetado pela PIDE para cargos nos Sindicatos. Em 1947, passou a ser membro do CR do Ribatejo e, nessa qualidade, participou, no ano seguinte, na agitação legal e semi-legal em apoio à candidatura do General Norton de Matos para a Presidência da República. Quando morreu Soeiro Pereira Gomes, participou na organização da manifestação que se realizou quando da passagem do seu funeral em Alhandra, em 7 de Dezembro de 1949, e escreveu um texto distribuído na altura. Essas actividades colocaram-no em risco de ser preso. Passa à clandestinidade em fins de Dezembro de 1949. O período em que passa à clandestinidade é dos mais críticos da história do PCP, ameaçado quase de desaparição por uma sucessão de traições e pela acção eficaz da PIDE. Falcão, com o pseudónimo de “Artur”, foi tomar conta de organizações em situação crítica no Alto e Baixo Alentejo. Substituindo Manuel Vital /”Teixeira”, assassinado pelo partido, e posteriormente Agostinho Saboga /”Jaime”, trabalhou numa zona muito afectada por prisões e traições. Um ano depois de passar à clandestinidade, foi vítima de uma traição e preso com a sua mulher Maria Beatriz Rodrigues, e um filho com três anos, numa casa na Amora/Seixal, a 30 de Dezembro de 1950. Foi preso pela mais eficaz e brutal brigada da PIDE na perseguição ao PCP, que incluía José Gonçalves e Fernando Gouveia, e que estava envolvida na investigação do assassinato de Manuel Vital. Gouveia acusou-o imediatamente de ser responsável pelo assassinato de Vital. Após um período inicial em que Falcão não foi maltratado, a PIDE iria tortura-lo com mais violência do que era habitual. Foi espancado e colocado várias vezes de cabeça para baixo, provocando desmaios. Estas violências tem certamente a ver com a convicção da polícia de que Falcão, tendo substituído Vital, deveria conhecer as circunstâncias em que este fora morto. Severiano Falcão não prestou quaisquer declarações. Condenado, foi enviado para Peniche de onde saiu em 1956. Voltou a trabalhar, agora na construção civil, passando a dirigir obras em Lisboa. Retoma o contacto com o PCP e participa na campanha de Humberto Delgado. É preso de novo em 21 de Agosto de 1958, julgado e condenado como militante do PCP. Volta à cadeia de onde só sai em 1966. Regressa a Alhandra e vai trabalhar para uma empresa de Lisboa. Falcão era agora medidor e orçamentista e estudara na cadeia o método PERT de que era considerado especialista. Participou profissionalmente em obras da TAP no aeroporto e, à data do 25 de Abril, trabalhava na grande empresa de construção civil “Joaquim Francisco dos Santos”. Depois do 25 de Abril, Severiano Falcão foi membro do CC de 1976 a 1992, deputado na Assembleia da República, de 1976 a 1979, onde foi vice-presidente da Comissão Especial de Trabalho. Em 1979, foi eleito Presidente da Câmara Municipal de Loures, reeleito várias vezes , até que renunciou ao cargo em Novembro de 1990. O seu afastamento da Câmara, contra a sua vontade e pressionado pelo PCP, foi-lhe muito penoso, e não se coibia de manifestar a sua “insatisfação” com o modo como fora tratado. No entanto, apoiou o candidato do PCP a Loures em 1993. Fontes: F. (Severiano Pedro Falcão?), Queridos camaradas..., 1/5/54 "Artur" / Severiano Pedro Falcão, Queridos camaradas , s/d, PIDE / DGS, Processo 314/50, NT 5051 Severiano Falcão, “Depoimento sobre Soeiro Pereira Gomes”, Diário 12/4/1981 Ruben de Carvalho, “E disse-me Severiano…”, Avante!, , 29/11/1990 Público , 6/5/2004 Avante!, 6/5/2004 Tribuna de Loures”e Revista Figura Online “ Nota marginal do repórter: A própria PIDE (DGS) andaria a fazer uma investigação das causas que levaram ao assassinato de Manuel Vital (o Teixeira), sendo sua convicção de que, Severiano Pedro Falcão (o Artur ou espanhol) estaria envolvido na sua eliminação, ou conhecer as circunstâncias em que fora morto, uma vez que Falcão viria a ocupar o seu lugar nas funções do Partido
* http://noticiasdoribatejo.blogs.sapo.pt/593504.html

Resta-nos acrescentar, como nota final, que o jornal “O Diabo” publicou na década de 70 um longo artigo onde demonstrou por A+B que o assassino de Manuel Vital foi um camarada alpiarcense, notícia esta nunca desmentida
Quem foi?
Existem alpiarcenses ainda vivos que podem dizer quem foi.

A nossa missão é informar e não acusar.



quarta-feira, 7 de março de 2012

A telenovela dos deputados municipais Graciete de Brito e Fernando Ramalho



Tenho andado a acompanhar esta telenovela dos deputados municipais Graciete de Brito (foto) e Fernando Ramalho estarem muito preocupados com os antifascistas João Sanfona e Manuel Vital e com os valores do 25 de Abril de 1974, mas no jornal o Mirante pode ler-se o seguinte:

Arquivo: Edição de 06-05-2010
SECÇÃO: Cavaleiro Andante
Contas tiram o sono

A deputada socialista na Assembleia Municipal de Alpiarça, Graciete de Brito, não concordou com o facto da bancada da CDU ter apresentado uma saudação sobre o 25 de Abril de 1974. A eleita justificou a sua opinião dizendo que a data já tinha passado e que a CDU até tinha assinalado a revolução com uma assembleia extraordinária realizada a 24 de Abril. E avisou o presidente da assembleia que não estava disposta a ficar muito tempo após a meia-noite. “Depois de um dia inteiro de trabalho só consigo ficar acordada até à 01h30”, revelou Graciete Brito. Mas aguentou estoicamente até para lá das 02h30. Provavelmente porque a situação financeira do município, amplamente esmiuçada nessa sessão, não deixa mesmo ninguém dormir descansado…
Quer dizer em 2010, apenas há 2 anos o 25 de Abril já era uma data enfadonha agora o PS quer apropriar-se de nomes de anti-fascistas e antigos comunistas para "cavalgar" na "crista da onda".
Eles sempre se borrifaram para Sanfonas, Vitais e tantos outros que deram o corpo ao manifesto para hoje vivermos em Liberdade e em Democracia, tanto que nem 10 minutos quiseram perder a fazer uma pequena resenha biográfica sobre as pessoas a homenagear, porque a verdade é que para o PS esses nomes são "petardos" a detonar em datas-chave. É evidente que quando pretendemos homenagear alguém, seja com uma medalha, seja com um nome de rua o mínimo que se exige são 1/2 dúzia de linhas a explicar quem foram as pessoas. Os mais novos como eu também temos direito de saber afinal quem foram Manuel Vital e João Sanfona, será que a bancada do PS sabe? Pelos vistos não afinal o 25 de Abril é uma palavra demasiado gasta...
Noticia relacionada:
 "Se quem está na Câmara Municipal de Alpiarça fosse...":
De um leitor


Hoje a "culpa" é do professor, é da sociedade, é da GNR e PSP, é de mil culpados menos dos nossos filhos.


Evidentemente que toda a gente procura o melhor para os filhos.
Só que o facilitismo e dar tudo numa bandeja pode não ser o melhor.

O Mundo está aí e os nossos filhos têm de se integrar nele sem a asa protectora dos "pai/mães galinhas"
O que os pais devem dar é educação, alimentação, moral, respeito pelo próximo, em resumo: VALORES.
O que tem acontecido é "comprar" a ausência dos pais e da família, pelas mais variadas razões, com facilitismo, bens materiais e desculpabilização.
Os velhos pais eram exigentes não porque gostassem menos dos filhos, mas porque queriam mostrar-lhes o mundo real.
Hoje a "culpa" é do professor, é da sociedade, é da GNR e PSP, é de mil culpados menos dos nossos filhos.
Tal como os passarinhos, que morrem a defender os filhotes, chega uma altura que têm de ser corridos do ninho.
É esse empurrão que tem faltado.
Noticia relacionada:
"DE UM PAI: "Só me sinto culpado pela minha geração...":


DE UM PAI: "Só me sinto culpado pela minha geração de politicos que devassou este Pais"

O texto de Mia Couto está excelente ..diz alguém
Não sei se Mia Couto é Pai..eu sou e fui filho



A geração dos meus Pais sofreu na carne a inexistência de 'Tudo' e um 'Tudo' me quiseram dar...melhor ou pior conseguiram-no.
Estes foram alguns dos valores que me passaram . o melhor para os meus filhos -..logo quando fui Pai esse 'Tudo' eu quis passar aos meus filhos e assim pelos tempos será.
Que quereria Mia Couto que os Pais da geração por ele indicado fizessem? Passar fome como a geração anterior? Fechar as fronteiras e vivermos no isolamento? A instrução voltar aos anos 50 e 60 com mais de 70% de abandono escolar (concordo que nem só de 'Drs' podemos viver)? Termos uma mortalidade infantil como tínhamos?
Não..Mia Couto...por mais belo que seja o seu texto...sinto-me muito bem pela educação que dei aos meus filhos, só me sinto culpado pela minha geração de políticos que devassou este Pais.
Noticia relacionada
 "Um Dia Isto Tinha Que Acontecer.":
Por:  Laxto

Também pode ser lido em:
http://www.facebook.com/jornal.alpiarcense 



 





De que serve o canudo quando não se tem experiência no assunto?


Naturalmente que o comentador ("COMENTÁRIO ESTRANHO: POR CAUSA DOS PAIZINHOS QUE N...":)  respondendo a outro comentário que colocava a hipótese de ser um jovem a ocupar o lugar de assessor do Presidente e não o sr. Marcelino, por que até já está na reforma, escreveu:
"De que serve o canudo quando não se tem experiência no assunto? Se calhar na hora de resolver os problemas concretos é melhor alguém sem canudo e com experiência - digo eu. É claro que quem tem canudo deve ter a sua justa e natural oportunidade mas, será melhor estar acompanhado de alguém com experiência no terreno.Quando adquirir um cabedal de conhecimentos que lhe permitam andar pelo seu próprio pé, então que se transfiram responsabilidades para o senhor Doutor.
Sempre assim foi com os profissionais dos vários ofícios mesmo nas civilizações mais antigas e, tudo leva a crer que assim continuará, a bem da lógica e do bom senso.
5 de Março de 2012 21:16"
Basta ler Mia Couto (de princípio ao fim) e tirar conclusões.
Mais palavras para quê?

Ninguém está preso?


A Parque Escolar – uma empresa pública criada pelo Governo de Sócrates – tinha dois bondosos objectivos: injectar dinheiro na economia e remodelar 332 escolas em todo o País. Mas de boas intenções está o inferno cheio.
A Parque Escolar, a avaliar pelo que já se sabe, não se limitou a despejar dinheiro na economia: acabou por desperdiçar fundos públicos em benefício de uns tantos particulares. Apuradas as contas, gastou-se 1,3 mil milhões de euros a mais – e isto apenas em 106 das 332 escolas do plano. O buraco não é de 10 mil, nem de 100 mil, ultrapassa os mil milhões – cinco vezes mais do que inicialmente previsto. Esta história não cheira a corrupção – tresanda!
Fonte:«CM»
Enviado por um colaborador

Os sindicalistas perdem o seu salário?

Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é louco ou não tem arte! Acha que os sindicalistas perdem o seu salário?
Alguns, quando se deslocam em "apoio" a greves e manifestações ainda gastam o dinheiro dos sindicalizados em ajudas de custo, estadias em bons hotéis, refeições, chamadas de telemóvel para toda e qualquer parte.
Pensa que essa rapaziada passa com uma sandes de couratos e dormir num saco cama?
Os desgraçados que vão ser despedidos é que fazem piquetes ao frio, ao calor, e comendo o que aparece.
Os revolucionários vão lá mostrar-se, solidariezar-se, apelar à luta, e depois têm sempre umas "convenientes" e importantes reuniões que obstam a que estejam presentes.
Ainda lhe digo mais, pessoal do sindicato dos metalúrgicos em vez de receber como empregado de escritório do sector metalúrgico (previsto no CCTV), aplica a tabela do sector de escritórios e serviços, que lhe é mais FAVORÁVEL.
Perguntem lá ao camarada Jerónimo se não é assim?
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Se quem está na Câmara Municipal de Alpiarça fosse comunista....

Se quem está na Câmara Municipal de Alpiarça fosse comunista....
-- Já teria inaugurado a Estátua do Cavador
-- Não teria metido os boys lá na Câmara
-- Não teria deixado o Celestino Brasileiro e outros a receberem vários ordenados da Câmara, da Assembleia, etc.
-- Não teriam votado contra a homenagem aos antifascistas que votaram pela nossa liberdade
-- Não teria deixado o tal de Octávio que veio de Lisboa, mandar nos Alpiarcenses como se fosse um de nós. Não precisamos que venha alguém de fora para nos governar
-- Já teriam colocado a abóbada no edifício da Câmara velha porque aquele edifício é histórico e está a degradar-se
-- Já teria cumprido qualquer coisinha do programa eleitoral
-- Não teria acabado com a Feira do Vinho que é muito mais importante do que aquela espécie de Feira do Melão porque agricultores em Alpiarça sempre foram mais dedicados ao vinho do que ao melão que é uma cultura mais recente
-- Não se esqueceriam dos meloeiros no resto do ano sem ser na Feira do Melão
-- Não teriam mandado embora do Partido pessoas que fartaram de trabalhar mesmo quando o PS estava no poder enquanto que os Celestinos e outros como ele fugiram logo a seguir a perderem as eleições
E muitas coisas mais eu poderia aqui escrever. É tão triste que mete dó. O que fizeram do PCP em Alpiarça é muito triste mesmo.
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Alpiarça vai ter um novo Cinema?


 E Alpiarça bem merecia uma sala de Cinema para que houvesse mais cultura ou um “espaço multiusos” que fosse público onde os alpiarcenses pudessem assistir aos mais diversos espectáculos.
 Mas infelizmente ainda não existe e dificilmente alguma vez a vila terá um cinema público porquanto o edifício onde se situava o Cine-Teatro de Alpiarça é de pertença privada e o proprietário não está interessado em vendê-lo.
  Mas para que houvesse um Cinema seria necessário “criar as condições para a recuperação do edifício do antigo Cinema e colocá-lo ao serviço do desenvolvimento cultural como espaço multiusos” assim se pode ler no “Programa Eleitoral” da CDU/2009".
 “Condições” ou recuperações que não passaram de mais uma promessa onde muitos alpiarcense acreditaram que Alpiarça iria ter de volta o seu Cinema.



Promessas!

COMENTÁRIO ESTRANHO: POR CAUSA DOS PAIZINHOS QUE NÃO SOUBERAM SER PAIS É QUE HOJE TEMOS A “GERAÇÃO À RASCA”


Estranho,  o comentário ("Um Dia Isto Tinha Que Acontecer.":) onde é afirmado  que a opinião do escritor Mia Couto coincide com  os comentários do post a que se reporta.  Situações distintas, antagónicas mesmo uma da outra, salvo melhor opinião.
Entendo, e também sou jovem, que se deve dar oportunidade aos jovens: mas quantos jovens altamente instruídos são incapazes de um raciocínio? De fazerem uma análise ou pensar de forma abstractas?
O texto de Mia Couto, e desculpem a minha opinião, está excelente: espelha a realidade o que é a "geração à rasca", e a culpa é toda, só e unicamente dos paizinhos que não souberam ser pais.

Jerónimo apela à greve porque mais vale perder "um dia de salário" do que "o salário dos meses seguintes"


 O secretário-geral do PCP apelou em S. João da Madeira à greve geral do dia 22, defendendo perante trabalhadores em risco que mais vale perderem um dia de ordenado do que arriscarem "o salário dos meses seguintes".
"Quando se faz greve perde-se um dia de salário, mas mais vale isso do que pôr em causa o salário dos meses seguintes", afirmou o secretário-geral do PCP junto à empresa Siaco, de componentes para calçado, e à Artlabel Industry, que detém as marcas de camisaria Califa, Victor Emmanuel e Formula 1 - onde, apontou, estão em perspetiva suspensão de contratos e onde existem "salários e subsídios em atraso".
Para o líder comunista, esses casos demonstram que, "no distrito de Aveiro, desde que este Governo tomou posse a situação tem vindo a piorar, o desemprego é uma mancha que alastra e o pagamento de salários com atraso verifica-se em muitas empresas".
Jerónimo de Sousa garante, contudo, que "os tempos que aí vêm são ser mais duros" porque o Parlamento se prepara para votar um conjunto de propostas que "visam fundamentalmente o ataque aos salários, aos horários [laborais] e aos subsídios".
A adesão à greve é, por isso, a forma de os trabalhadores "afirmarem dignidade e demonstrarem coragem", para que os governantes "não pensem que fazem o crime sem serem punidos e denunciados".
"Quando se faz greve perde-se um dia de salário, mas mais vale isso do que pôr em causa o salário dos meses seguintes", admite o secretário-geral do PCP.
"A nossa luta contra este pacto de agressão que as troikas aprovaram é fundamental", conclui.
«Lusa»

PCP: Tendenciosos, antidemocratas e ingratos



Percebe muito mal a Sr.ª  jornalista(?) do Mirante. A proposta do PS estava fundamentada - foi feita porque os alpiarcenses eram antifascistas, democratas e lutaram toda a vida, um deles com a vida, pelas suas convicções. O que o PCP queria, só para chatear e terem uma "ponta para pegar" era qualquer coisa como a data de nascimento e de falecimento, se andaram na escola, se casaram, se tiveram filhos...Ou melhor, queriam poder votar contra sem dar muito nas vistas. Mas saiu-lhes o tiro pela culatra e tiveram de assumir aquilo que são - tendenciosos, antidemocratas e ingratos. Ingratos porque não reconhecem quem lhes permitiu gozar da liberdade que hoje têm. E também pouco inteligentes, porque com uma simples abstenção poderiam ter evitado dar a conhecer o que verdadeiramente são e pensam. E que deveriam deixar de dar ouvidos ao controleiro.
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 "A tradição já não é o que era":

terça-feira, 6 de março de 2012

Mudaram as moscas...

Sim, a experiência conta e muito. Mas não haveria nenhum técnico financeiro desempregado? Com tanto desempregado em Portugal, e ouvindo a toda a hora o PCP a lembrar isso não haveria nenhum qualificado que tivesse direito a ter o seu emprego? Ou há uma «contabilidade/área financeira» PCP/CDU para que seja preciso alguém ligado ao partido a acumular vencimentos?
Por essas e por outras é que cada vez o povo começa a achar que são todos iguais.
Um técnico, seja de que área for, só tem de ser técnico. Um arquitecto, um médico, um engenheiro, um gestor financeiro por ser do partido A ou B trabalhará diferente?
Não seria recomendável que as áreas técnicas tivessem técnicos permanentes independentemente de quem gerisse a câmara?
Mudaram as moscas...
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Um Dia Isto Tinha Que Acontecer.

(por Mia Couto)
 Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida. 
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações. 
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1.º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.
Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.
São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.
Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja! que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la. Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço? 
* Enviado por um leitor

A tradição já não é o que era


A proposta do PS para homenagear duas personalidades de Alpiarça durante a cerimónia do 25 de Abril deste ano gerou acesa polémica durante a última sessão da assembleia municipal. A bancada da CDU votou contra a proposta por considerar que esta não estava bem fundamentada. Mas o problema maior foi quando constataram que a proposta acabou aprovada devido às abstenções do presidente da assembleia municipal, o independente eleito pela CDU, Mário Santiago, e o secretário da mesa, João Vasco Peixinho, também da CDU. A disciplina de voto, que era uma imagem de marca dos comunistas, pelos vistos já passou à história, pelo menos em Alpiarça…
http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=50192&idSeccao=485&Action=noticia


IGAL obriga autarquia a suspender gratificação do trabalho voluntário nos Bombeiros Municipais



A Câmara Municipal de Abrantes anunciou segunda-feira que a gratificação do trabalho voluntário nos Bombeiros Municipais foi suspensa por imperativos de ordem legal, uma medida que atinge dois terços dos cerca de 70 membros daquele corporação.
Contactada pela agência Lusa, a presidente da autarquia manifestou o seu incómodo com a implementação de uma medida que "vai mexer" com a organização de uma corporação municipal de bombeiros que gratifica o trabalho voluntário, o denominado subsídio de disponibilidade, desde a segunda metade do século XIX.
"A Câmara Municipal de Abrantes gere a sua corporação de bombeiros com um núcleo de profissionais, com recurso ao voluntariado, e desde há vários anos a esta parte que os Bombeiros Voluntários são gratificados”, disse Maria do Céu Albuquerque.
http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=50214&idSeccao=479&Action=noticia


Cerca de 50 mil trabalhadores têm salários em atraso

Cerca de 50 mil trabalhadores do setor da construção têm salários em atraso, estimou hoje o dirigente da Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro (FEVICCOM), Sérgio Graça.
"Todos os dias surgem novas situações" de trabalhadores com salários em atraso, afirmou Sérgio Graça, que hoje foi ouvido na comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas, no âmbito de um requerimento apresentado pelo PCP.
O sindicalista disse que há empresas que "têm subsídios de férias e Natal com dois e três anos de atraso".
À margem da audição, Sérgio Graça disse aos jornalistas que o número de trabalhadores com salários em atraso deverá rondar os 50 mil, sublinhando tratar-se de uma estimativa para um número difícil de contabilizar, porque está sempre a oscilar.
O sindicalista referiu algumas das grandes empresas do setor da construção que têm actualmente salários em atraso, como a Edifer, a Abrantina e a FDO, e destacou o caso da Construtora do Tâmega, afirmando que a empresa tem 30 trabalhadores na Mauritânia com salários em atraso.
O dirigente sindical destacou ainda o aumento do número de acidentes na construção, referindo que, nos dois primeiros meses deste ano, foram registadas 13 mortes no setor.
Antes da FEVICCOM, os deputados da comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas ouviram os presidentes da Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP), Ricardo Pedrosa Gomes, e da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), Reis Campos.
Estes dois responsáveis chamaram a atenção para os problemas que enfrentam as empresas do setor da construção e do imobiliário, nomeadamente o desemprego e as insolvências.
O presidente da FEPICOP afirmou que, durante este ano, o setor pode perder mais 12 mil empresas, referindo que atualmente encerram 14 empresas por dia
«Lusa»

Portugueses podem contar com 25 dias de férias em 2012


Os trabalhadores do setor privado que forem assíduos podem contar com o gozo de 25 dias de férias em 2012, esclareceu hoje a CGTP em comunicado.
Apesar de se prever que a proposta de eliminação da majoração de três dias de férias deve chegar este mês à Assembleia da República, esta só será aplicada no próximo ano.
Esta é uma das alterações à legislação laboral que o Governo vai implementar, no âmbito das mudanças no Código do Trabalho, e que resultam do acordo tripartido entre o Executivo, as confederações patronais e a UGT.
No próximo ano, à luz do acordo para o ‘Compromisso, a Competitividade e o Emprego’, e após a alteração ao código laboral, os portugueses deixarão de gozar 25 dias de férias, passando para 22, uma vez que é eliminada a majoração de três dias que era atribuída ao trabalhador pela assiduidade.
Este ano, segundo refere a CGTP, “os dias de majoração a que cada trabalhador tenha direito, integram o período de férias e têm de ser marcados juntos ao período de férias. Não são dias a gozar quando o empregador quiser”.
«Lusa»

"Todos pelo Fábio."

“Bilhetes á venda
Fazendas de Almeirim:
Talho da Cristina
Pronto-a-vestir " Quatro Estações"
Restaurante Besteiros Almeirim:
Loja de Tecidos " Trindade" - Rua dos Aliados”

‘O Álvaro’ é o problema?

 Álvaro Santos Pereira passou de ‘ministro-estrela’ a ‘ministro-remodelável’ em poucos meses e, sobre isso, já não há nada a fazer, passe o tempo que passar, demore o tempo que demorar.
Os empresários e gestores, os cidadãos em geral, já incorporaram esta decisão de Pedro Passos Coelho e, a partir de agora, há uma espécie de contagem decrescente na Rua da Horta Seca. Mas ‘o Álvaro' é o problema?
O ministro da Economia não é tão bom como nos venderam quando foi anunciado o Governo, mas não é tão mau com nos querem vender hoje. O problema central não está, portanto, em Álvaro Santos Pereira, é bem mais profundo e complexo, e tem de ser resolvido por Pedro Passos Coelho. E não vai resolver-se com a substituição do ministro da Economia, embora o próprio não esteja, propriamente, a ajudar. Os empresários e os gestores, as empresas não vão passar a criar emprego por magia porque o primeiro-ministro remodela o ministro da Economia.
Ontem, o Governo anunciou incentivos fiscais e contratuais a oito empresas nacionais, de locais como a Marinha Grande, Oliveira de Azeméis, Óbidos ou Alpiarça. Quem fez o anúncio? O mesmo ministro que tem de explicar aos portugueses, e ao mundo, a visão de Portugal sobre a Síria e sobre o Afeganistão. Sim, esse mesmo, Paulo Portas, porque tem a tutela da política externa e do AICEP. Ora, este anúncio de Portas, em cima de uma crise política pública em torno da gestão dos fundos comunitários - no fundo, da definição de quem manda no dinheiro que chega de Bruxelas - revela, primeiro, descoordenação política e, depois, ambiguidade nas definições de competências dentro do Governo e, particularmente, do Ministério da Economia.
O ministério, tal como foi desenhado, exigia um ministro com peso político, mas foi o primeiro-ministro que o desenhou assim. Álvaro Santos Pereira não era esse ministro e, já o mostrou, não é, nem será. A forma como o ministério tem sido ‘desmantelado' de competências pré-anuncia o que vai na cabeça de Pedro Passos Coelho - e de Miguel Relvas - mas não será suficiente. Veja-se o caso dos fundos comunitários: Vítor Gaspar tem de ter uma palavra decisiva na aplicação dos fundos na medida em que são necessários fundos do orçamento sempre que há um investimento com recurso a dinheiro de Bruxelas, as denominadas ‘comparticipações nacionais'. Mas deveria ser o ministro da Economia, este ou outro, a fazer a gestão estratégica destes fundos, a gerir a sua aplicação. Um outro modelo - uma gestão nas mãos de Vítor Gaspar - vai resultar, necessariamente, num distanciamento entre o Governo e as empresas. Porque as preocupações do ministro das Finanças e do ministro da Economia não são as mesmas, às vezes, são até conflituantes.
Álvaro Santos Pereira está a fazer o possível, dizem os empresários ouvidos pelo Diário Económico. Tem de gerir uma reforma laboral que motiva manifestações, mas tenta dar uma resposta ao desemprego, tem de gerir um sector dos transportes que tem de despedir para ter futuro, tem de gerir a falta de dinheiro que as empresas precisam para investir.
Neste contexto, quando o trabalho do ministro da Economia será tanto melhor quanto mais diminuir a presença e influência do Ministério na Economia, e aumentar a regulação, exige-se ainda mais governação económica e coordenação política. Com ou sem Álvaro.
«Económico»

segunda-feira, 5 de março de 2012

O PCP/CDU condena os jobs for the boys... mas dos outros partidos.


O PCP/CDU condena os jobs for the boys... mas dos outros partidos.
Quando existe desemprego em barda e jovens com licenciaturas, mestrados e doutoramentos à procura de emprego, é no mínimo estranho que a Câmara de Alpiarça tenha optado por um político reformado.
Mais uma prova que todos os partidos são iguais na oposição. Apregoam e exigem moralidade, mas quando chegam ao "pote" depressa esquecem o que apregoavam.
Se uma empresa de auditoria analisasse os recursos humanos da câmara de Alpiarça estou convicto que poucos lá ficariam.
Não interessa saber se foram lá metidos pelo PS ou pela CDU, mas quando se usam dinheiros públicos há que racionalizar os recursos humanos para que sobre dinheiro para obras para a população.
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Mais Álvaros e menos Coelhos e Portas!


Que o ministro Álvaro é ingénuo, inábil politicamente, e com pouco "conversée" já todos sabíamos.
Temo é que esta retirada de poderes pressagie que passados oito meses e depois dos laranjas se terem apercebido das negociatas que é possível fazer a favor do seu bando, considerem este ministro independente um estorvo.
Até agora, este ministro pela sua experiência de viver num país civilizado (democracia mais avançada) não cedeu a lobbys.
Os sindicatos não gostam dele, é verdade, mas as associações patronais também não.
Isso quer dizer, no meu entender, uma coisa: quando os lobbys protestam é porque não há dinheiro e benesses a correr por baixo da mesa.
Vimos o ministro entrar em conflito com as benesses dos trabalhadores dos transportes, mas também o vimos dizer que no Ministério da Economia existiam regalias que eram uma afronta ao País.
Quando duas organizações antagónicas o fazem é sinal que o ministro se limita a governar sem se preocupar com votos ou cores partidárias.
Ora foi isso que nos conduziu ao abismo.
Sempre que uma classe com poder protesta, os governos metem a viola no saco e sorrateiramente acedem a prostituir-se politicamente.
Ainda há dias vimos o Ministro da Defesa meter o rabo entre as pernas perante os protestos dos militares de patente elevada. A chamada entrada de leão e saída de sendeiro.
Prefiro ministros "Álvaros" (broncos, inexperientes, mas honestos) do que gente muito experiente, mas permeável a lobbys económicos, políticos, e outros.
Os não-álvaros, que não tomavam medidas impopulares foram os que conduziram o País para a miséria, para o desemprego, para a bancarrota e para a perda da soberania nacional.
Mais Álvaros e menos Coelhos e Portas!
De um leitor
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Ministro da Economia ameaça abandonar o governo


Álvaro Santos Pereira ameaçou renunciar ao cargo no último Conselho de Ministros da quinta-feira passada, caso lhe fosse retirado o poder sobre o Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). A demissão do ministro da Economia pode ter lugar nos próximos dias.
Foi no Conselho de Ministros da última quinta-feira, quando se discutia quem devia ter a última palavra sobre a gestão do Quadro de Referencia Estratégico Nacional (QREN), que Álvaro Santos Pereira ameaçou abandonar o governo, conta o Jornal I.
A saída do ministro, avança o matutino, pode acontecer antes do fim do mês, altura em que está marcado um Congresso do PSD.
Vítor Gaspar apresentou no último Conselho de Ministros duas propostas. A primeira visava a suspensão, durante 30 dias, de todas as candidaturas ao QREN e a segunda sugeria entregar ao Ministério das Finanças a supervisão da gestão dos fundos.
A polémica foi grande dentro da reunião, mas Paulo Portas, na ausência de Passos Coelho, saiu em defesa de Vítor Gaspar, o Ministro das Finanças.
Na prática, Vítor Gaspar decide e Álvaro Santos Pereira executa. Ou seja, apesar da última palavra ser do Ministro das Finanças, a coordenação dos fundos continua a cargo do Ministro da Economia.
Segundo o Jorna I, foi o ritmo de afetação do verbas de fundos comunitários que alertou Vítor Gaspar. Nos últimos oito meses o Ministério das Finanças já atribuiu metade dos 5 mil milhões de euros que tinha disponíveis.
Passos Coelho já fez saber que agora é necessária “uma avaliação muito criteriosa de tudo o que se refere aos níveis de execução física e financeira”, sendo que o objetivo é reorientar os fundos para áreas onde se consiga estimular a economia e o emprego e, ao mesmo tempo, cumprir as metas orçamentais.



O ministro do pastel... de nada!,

«Álvaro Santos Pereira parece, cada vez mais, um deserdado de Pedro Passos Coelho. Incapaz de aproveitar o balão de oxigénio que a assinatura do Acordo de Concertação Social lhe proporcionou, vai perdendo peso e influência, espaço e tutelas, e continua a ser, apesar de com Silva Peneda ser protagonista da maior vitória política deste Governo, um alvo de todas as críticas, dentro e fora do Executivo.

Politicamente inábil e inexperiente, e, manifestamente, um desastre em matéria de comunicação, o titular da Economia e do Emprego - assim se chama o ministério - veio de Vancôver, no Canadá, onde estava emigrado há mais de dez anos, com a aura sebastiânica de salvador da economia portuguesa, ancorado no rótulo de superministro que haveria de cuidar também das obras públicas, dos transportes, da inovação, da energia e sabe-se lá mais do quê. Álvaro, como a certa altura - quem sabe num assomo de ingenuidade - disse preferir que o tratassem, vai aos poucos sendo vítima do afã de um primeiro-ministro que se empenhou desde o princípio em apresentar-se como alguém capaz de reduzir ao mínimo indispensável o elenco governativo.

A verdade é que, ao longo destes meses, o número de ministros não aumentou, o de secretários de Estado também não, mas a máquina foi engordando através da criação de grupos de trabalho e de comissões que se substituem aos ministérios. Foi assim com o futebol e os seus três grupos de trabalho sob tutela de Miguel Relvas, o futuro do serviço público de rádio e televisão sob a mesma batuta. Mas também a comissão para o acompanhamento das privatizações entregue a António Borges, o grupo de trabalho para o combate ao desemprego entre os jovens liderado por Miguel Relvas, ou aquilo que pode vir a ser uma nova comissão interministerial para a gestão das verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) sob a vigilância apertada do ministro das Finanças, Vítor Gaspar.

O facto é que, nestes últimos ajustamentos, quem ficou a perder do ponto de vista da perceção pública - e em política a perceção conta que se farta - foi sempre Álvaro Santos Pereira, que se tem visto progressivamente esvaziado de poderes e competências. Aos olhos dos cidadãos, mas também dos seus pares no Governo, o ministro que sugeriu ingenuamente a internacionalização dos pastéis de nata - porque não dos ovos moles de Aveiro, da alheira de Mirandela ou do cozido à portuguesa - e que agora está empenhado em criar a figura do "gestor de carreira" para essa "profissão de futuro" que é a de desempregado, está cada vez mais fragilizado. Até porque a obra que tem para mostrar neste momento é a de uma taxa de desemprego sem precedentes em Portugal e um número cada vez maior de empresas a fecharem no País. Até por isto seria bom que falasse menos e fizesse mais ou, pelo menos, que pensasse bem antes de abrir a boca.

Destas mudanças resulta que o ministro que parecia ter saído reforçado das negociações tripartidas com patrões e sindicatos estará afinal condenado a ser remodelado ou, pelo menos, a ficar com a tutela de uma mão cheia de nada.

Resta perceber se, no que ao futuro de Álvaro Santos Pereira diz respeito, do que se trata é só do resultado da sua incompetência, ou do reconhecimento por parte de quem manda de que não basta ser um bom teórico para se ser um superministro. Sobretudo quando em causa está alguém que, manifestamente, não dispunha de conhecimento prático e real da economia portuguesa.»
Enviado  por: Anabela Melão

(Texto de: NUNO SARAIVA, DN)









!,


Fórum Santarém com António José Seguro

 No próximo dia 10 de Março a concelhia do PS Santarém, em estreita colaboração com a Federação Distrital do Partido Socialista, organizará um ciclo de conferências denominado Fórum Santarém. Das 14h30m às 20h, o Salão Nobre do Quartel dos Bombeiros Voluntários de Santarém será o palco deste evento, que se iniciará com a conferência "Gestão Urbana Municipal", tendo como oradores José Alho (ambientalista e Vice-Presidente da Câmara Municipal de Ourém) e Tiago Soares Lopes (arquitecto e urbanista). Seguidamente, Idália Serrão e João Galamba (Deputados à Assembleia da República por Santarém) serão os convidados para a conferência: "Reforma da Organização do Território - eficácia e/ou diminuição de despesa?". No último painel, Maria do Céu Albuquerque (Presidente da Câmara Municipal de Abrantes) e Joaquim Rosa do Céu (Presidente da Região de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo) abordarão o tema: "Democracia Local - reforma da Lei Eleitoral".
Para encerrar este fórum contaremos com a presença de António José Seguro (Secretário Geral do PS), numa sessão aberta à Comunicação Social.

domingo, 4 de março de 2012

JOSÉ MARCELINO AUFERIA NA CÂMARA DE ALPIARÇA 1.900 EUROS POR MÊS


Adjunto do presidente da Câmara de Alpiarça cessa funções

O adjunto do presidente do município de Alpiarça, José Marcelino, deixou de exercer o cargo no início do ano. José Marcelino cessou funções na autarquia porque não podia acumular esse vencimento com a sua reforma de bancário. O ex-adjunto do presidente da Câmara de Alpiarça optou pela reforma. Na câmara auferia 1900 euros por mês. Apesar da saída José Marcelino continua disponível para ajudar a autarquia sempre que “precisarem”.
Antes de ser nomeado como adjunto do presidente da Câmara de Alpiarça, Mário Pereira, o ex-vereador da CDU na Câmara de Santarém foi candidato nas últimas eleições autárquicas de 2009 à presidência do município de Santarém."
Se o senhor já estava reformado acho muito bem que se tenha retirado, assim o fizessem os milhares de reformados do Estado e de Empresas Públicas que mesmo com altíssimas reformas continuam a ocupar outros cargos muito bem remunerados como é o caso do ex-presidente Joaquim Rosa do Céu, em detrimento de bons profissionais que acabam por ocupar cargos menores porque os senhores ligados à política gostam muito de ter dois ou mais tachos.
Por outro lado gostava de saber quem tem substituído este senhor Marcelino e a secretaria Dora que tem estado de licença por ter tido bebé?
Afinal parece que até há gente na câmara competente para fazer o trabalho de adjuntos e secretários, assim os queiram pôr a trabalhar em vez de os porem nas prateleiras.
Enviado por um leitor

Quando é que vamos dizer: BASTA DE ASNEIRAS E INCOMPETÊNCIA?

Com estas verdades relembradas aqui por colaboradores do JA e de tantos outros meios de comunicação, será que alguém ainda tem dúvidas do papel negativo da plêiade de políticos que só servem para nos enganar e espoliar?
Não será altura de pormos esta gente incompetente fora de política e criarmos condições para que pessoas sérias cuidem dos nossos interesses que é como quem diz, cuidem da nossa vida e do futuro dos nossos filhos e netos, com seriedade, transparência e competência?
Quando é que vamos parar um pouco para pensar como seres inteligentes?
Quando é que vamos dizer: BASTA DE ASNEIRAS E INCOMPETÊNCIA!?
Então esta é a democracia que se apregoava aquando do 25 de Abril de 1974?
Ou houve aqui um grande desvio de princípios?
Se houve erros, há que corrigi-los.
É a minha opinião enquanto cidadão.
Por: Francisco Mariano
Noticia relacionada:
"Quanto mais não seja, a vontade (boa) de mandar o ...":

Triatlo

Veja todos os percursos das provas:

««FT»

Quanto mais não seja, a vontade (boa) de mandar o Álvaro de volta "para o seu aconchego"!


Por: Anabela
Melão
E eu convencida de que os académicoides sabiam fazer contas! Afinal existem académicoides estarolas que se vêem às aranhas com as contas públicas! Dedicou o Álvaro tantos anos da sua extraordinária vida a estudar (PhD, Economics, Simon Fraser University (Canada), 2003, MSc Economics, University of Exeter (UK), 1996, University of Coimbra (Portugal)) e agora consta que cometeu um daqueles erros de palmatória dignos de qualquer um de nós (pobres ignorantes que nem ler nem escrever sabemos, e que só aspiramos a saber soletrar!). Parece que o Estado - que o Álvaro representa a coberto de um mandato passado em momento de insanidade temporária pelos tais pobres ignorantes que somos nós - a propósito da tal benesse que atribuía à Lusoponte uma compensação quando não se pagava portagem na ponte 25 de Abril durante o mês de Agosto e que nós, os pobres ignorantes a quem nos falta , julgávamos terminada - acabou com essa benesse aos banhistas da Costa da Caparica, mas manteve a compensação dada à Lusoponte. Ora, o Álvaro - sempre tão zeloso pelos dinheiros públicos e tão obcecado em arranjar dinheiro como pode - e como não pode - suprimindo os direitos adquiridos dos tais pobres ignorantes que até nem percebem nada de contas públicas e que as confiaram ao seu douto saber académicoide - , concedeu "direitos adquiridos" em dobro à prestimosa empresa! O Miguel Abrantes, do Câmara Corporativa, contraargumenta «Já que o Álvaro é inexistente (logo, inimputável), o secretário de Estado não é responsabilizado por esta situação? E quanto a Joaquim Ferreira do Amaral, presidente do conselho de administração da Lusoponte e ministro durante 20 anos (sobretudo de Cavaco Silva), ninguém lhe pergunta, ao menos, por que recebeu 4,4 milhões de euros e ficou caladinho?» Provavelmente tudo reverteu para acções de responsabilidade social da dita empresa. Nós, os pobres ignorantes, é que somos mesmo má-lingua! E, segundo apontam os indícios existentes e os factos consabidos, continuamos homens de boa-vontade! Quanto mais não seja, a vontade (boa) de mandar o Álvaro de volta "para o seu aconchego"!


Desemprego recorde pressiona meta anual

 Taxa de desemprego subiu para 14,8% em Janeiro.
Passaram apenas dois dias, mas a estimativa do Governo para a taxa de desemprego já está em xeque. Ontem, o Eurostat revelou que em Janeiro a taxa de desemprego escalou para 14,8% - um novo recorde histórico que supera a expectativa de 14,5% avançada na terça-feira por Vítor Gaspar para o ano todo. Os números não são comparáveis, mas deixam um alerta.
Há seis meses - sensivelmente desde que a austeridade da ‘troika' chegou ao terreno - que o Eurostat mostra a taxa de desemprego portuguesa a subir ininterruptamente. Em números redondos (e assumindo uma população activa de 5,6 milhões de pessoas) o grupo dos desempregados passou de menos de 700 mil, para mais de 800 mil pessoas.
Os dados não correspondem ao desemprego oficial, que é estimado pelo Instituto Nacional de Estatística a cada trimestre, porque assumem um método de cálculo diferente. Mas dão uma indicação sobre como é que o mercado laboral está a reagir a cada mês. Por exemplo, nos últimos três meses do ano passado, o Eurostat mostrou a taxa de desemprego mensal a crescer dos 13,6% para 14,6%. Mais tarde, o INE viria a revelar que no trimestre o desemprego oficial escalou dos 12,4% para 14%. 
«DE»

Finanças recebem milhares de reclamações por reavaliações de casas

 As Finanças estão a receber milhares de reclamações de contribuintes revoltados com a reavaliação das casas. Nalguns casos o aumento do IMI chega aos 700%. Reclamar custa 204 euros e o dinheiro só é devolvido se o proprietário tiver razão.

sábado, 3 de março de 2012

Enfim, valha-nos santo Eustáquio!....

Vereador Carlos Jorge

Há muitos outros exemplos de "despachar depressa" principalmente quando a verdadeira responsabilidade está nos ombros de outros que têm de ser cautelosos e por isso despacham mais reflectidamente.
Mas, isso para quem nunca sentiu o peso da responsabilidade em cima de si, é difícil perceber e, vai daí, toca a mandar bitaites à medida daquilo que sabe...ou não sabe.
Por causa de pessoas que despacham depressa e de qualquer maneira é que estamos no beco sem saída onde nos encontramos.
Apressadamente e ao longo de trinta e tais anos fizeram-se coisas que não lembram ao diabo. Aprovaram-se Leis de funil, criaram-se impostos para uns e isentaram-se outros de maior poder económico,destruiu-se o sector produtivo em quase todas as suas vertentes. Em suma, chegou-se a pagar para que não se produzisse.
Agora, são esses mesmos actores que representaram estas figuras tristes que nos dizem que devemos cultivar a terra, que devemos pescar, que devemos criar empresas, postos de trabalho e quejandos, por que esta é a solução para vencermos a crise.
Então, não é caso para dizer que relativamente aos políticos, estamos governados por uma cambada de imbecis?
Não obstante, nas próximas eleições, lá teremos os tais e os mesmos, os pretendentes ao poleiro e os botadores das cruzes que irão perpetuar este estado lusitano de alterne político, pedintes e caloteiros, até sermos quiçá anexados ou adoptados por qualquer potência estrangeira organizada, como por exemplo a China.
Enfim, valha-nos Santo Eustáquio.
Por: Xico Frade
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É sempre a aviar
Foto: "O Mirante"

MOITA FLORES EM TODO O SEU ESPLENDOR…E JÁ VÃO CEM MILHÕES


O caso de Santarém (Câmara) onde a divida já ultrapassa em mais de 200% o Orçamento anual da própria Câmara – e lembremo-nos que Moita Flores  (também conhecido pelo 'Chico das Águas') prometeu pôr ordem nas contas da Câmara (Santarém) em apenas 100 dias, já lai vão seis anos…
 Quem vier a seguir que feche a porta, porque o "Chico" já prometeu (Sol) que "práticamente dá como certa a sua candidatura à autarquia de Oeiras".
Note-se que Moita Flores ainda podia candidatar-se a um terceiro mandato na Câmara de Santarém.
«O Ribatejo»

Onde está o seu dinheiro?

Sabe para onde foi parte dos seus impostos? BPN. Conhece o paradeiro dos cortes dos subsídios e apoios? BPN. Tem ideia do destino dos lucros das privatizações? BPN. Isto não é demagogia. É a realidade.
Em política fazem-se escolhas. As do anterior e do actual governo foram estas. Os portugueses estão a pagar a austeridade cêntimo a cêntimo. A nacionalização desse banco foi um clamoroso erro. A gestão da CGD foi um fiasco. A venda será uma ruína. Este vórtice insaciável já somava 5,4 mil milhões. Agora, perfaz 5,7 mil milhões. Como se não bastasse, este executivo, que se arroga paladino da transparência e exige continhas certas aos contribuintes, não quer prestar contas desse banco. A constituição de uma comissão de inquérito é, portanto, uma vitória. Afinal, só em Portugal é possível que o BPN, o escândalo deste regime, não esteja no centro da agenda política. No mínimo, os portugueses têm direito a saber para onde voaram as suas toneladas de euros. E têm o direito de saber se não haveria soluções menos danosas. Ao PSD interessava enterrar o assunto. Azar. Vai ter de esperar pela autópsia do crime. Pelo menos.
Fonte:«CM»
Enviado por um leitor

Governo apresenta plano estratégico de promoção do emprego jovem e de apoio às PME

 O Governo propôs à Comissão Europeia um conjunto de medidas para combater o desemprego jovem e que irão beneficiar entre 77 mil e 165 mil jovens.
No documento elaborado pelo executivo, enviado na quinta-feira ao presidente da Comissão Europeia e aos parceiros sociais, o Governo propõe “a combinação de diferentes recursos financeiros com o intuito de proporcionar um volume global de financiamento que se estima poder atingir os mil milhões de euros” para a execução do plano intitulado “Impulso Jovem”. Este “esforço financeiro” assenta na realocação de fundos já existentes, pelo reforço destas verbas e também pelo investimento privado.
O plano do Governo prevê vários cenários, sendo que o primeiro passa pela reprogramação de fundos comunitários e que, a ser aceite, permitiria alocar 351,7 milhões de euros ao “Impulso Jovem”. Neste cenário, seriam beneficiados 77 mil jovens.
No segundo cenário, o Governo propõe a Bruxelas um reforço das verbas comunitárias, o que permitiria a Portugal alocar para este programa mais de 651 milhões de euros e, assim, beneficiar quase 165 mil jovens.
A hipótese de reprogramar verbas no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) já teve um primeiro sinal com a aprovação em Conselho de Ministros, dia 1 de março, “da rescisão das decisões relativas à aprovação de operações, há mais de seis meses, sem execução física e financeira, e a reavaliação imediata dos programas orientando a sua reprogramação para o crescimento, a competitividade e o emprego”.
O plano estratégico entregue em Bruxelas foi elaborado pela Comissão Interministerial, liderada pelo ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, que contou com os contributos de doze secretários de Estado, tendo sido ouvidos todos os parceiros sociais (CGTP, UGT, CAP, CCP, CIP e CTP) e o Conselho Nacional de Juventude.